Pescador é detido após ser flagrado com 19 tartarugas debilitadas

Um pescador foi flagrado com 19 tartarugas debilitadas na quarta-feira (14) no Parque Estadual do Cantão, em Caseara, no Tocantins.

O homem foi detido e as tartarugas foram resgatadas e devolvidas à natureza. As informações são do portal G1.

Foto: Divulgação/PM Ambiental

A abordagem que levou ao resgate das tartarugas faz parte da operação Cantão, da Polícia Militar Ambiental e do Instituto de Natureza do Tocantins (Naturatins).

O pescador é do Pará, segundo os policiais, e foi notificado. Ele deve comparecer à delegacia em um prazo de sete dias.

Adailton Glória, gestor do Parque Estadual do Cantão, explicou que a pesca é frequente. “Há muitas famílias que moram dentro do parque e que residem na cidade de Barreira do Campo, no Pará, que é vizinha de Caseara. Muitas pessoas praticam a pesca de quelônios porque é tradição por lá. É muito difícil irmos para esta região e não pegarmos alguém cometendo este tipo de crime ambiental”, informou.

As tartarugas foram soltas em uma área segura do rio Araguaia.


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AAA Northeast, empresa de turismo dos Estados Unidos, corta parceria com SeaWorld

Por Rafaela Damasceno

AAA Northeast, empresa de turismo, anunciou que irá deixar de vender ingressos para o SeaWorld. A ação foi tomada sob influência de protestos organizados pela PETA e a Protest SeaWorld NY.

Duas baleias pulando do mar em uma atração do parque

Foto: Plant Based News

“Nenhum negócio decente deve querer estar ligado a um parque que cria golfinhos e os monta como se fossem pranchas de surf em shows estilo circo”, afirmou a vice-presidente da PETA, Tracy Reiman.

Ela ainda disse que a agência fez a coisa certa ao se desvincular do SeaWorld, e a PETA está incentivando outras empresas a fazerem o mesmo.

A AAA Northeast agora faz parte de uma lista crescente de empresas de turismo que pararam de vender ingressos para o SeaWorld – incluindo a AAA Arizona, AAA Washington e Virgin Holidays, assim como as companhias aéreas United, Alaska, Delta, JetBlue, Southwest, Spirit, Sunwing e WestJet.

Mudança

A organização PETA afirma que, na natureza, as orcas nadam cerca de 140 milhas (mais de 225 quilômetros) por dia, e os golfinhos-nariz-de-garrafa costumam nadar até 60 milhas (96,5 quilômetros). No SeaWorld, tudo o que podem fazer é nadar em círculos por um espaço pequeno, e 140 golfinhos são distribuídos em apenas 7 pequenos tanques.

No mês passado, dois ex-treinadores do parque denunciaram diversos casos de maus-tratos, inclusive o uso de drogas para acalmar os animais, o que causava úlceras em seus estômagos e outros ferimentos ocasionados por autoagressão.

Apesar de o SeaWorld negar todas as acusações, é fato que manter as orcas e golfinhos em espaços pequenos, forçar os animais a realizar truques e afastá-los da liberdade não é correto. Além de estressados e sob intensa pressão psicológica, eles ainda vivem assustados e depressivos.

As atitudes tomadas pelas empresas demonstram um avanço no pensamento do público, que enxerga cada vez mais os impactos da exploração animal e não compactua mais com a crueldade.


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Governo faz churrasco na Esplanada dos Ministérios com mais de 4 mil peixes mortos

O governo promove nesta quarta-feira (7) um churrasco na Esplanada dos Ministérios. Mais de 4 mil peixes foram mortos para o evento.

Tambaquis mortos para consumo humano (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM/Imagem Ilustrativa)

Da espécie tambaqui, os animais marinhos foram doados ao governo por uma associação de criadores de Rondônia que os explora para consumo humano.

O evento tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que é conhecido por apoiar práticas que exploram, maltratam e matam animais – como a caça, o rodeio e a vaquejada. De acordo com informações oficiais do governo, a presença do presidente no churrasco foi confirmada.

Os peixes serão cortados, assados e distribuídos à população, o que incentivará o consumo de peixe, condenando-os ainda mais a uma vida de muito sofrimento.


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Sopa de barbatana de tubarão ainda é comercializada em 200 restaurantes dos EUA

Por Rafaela Damasceno

Uma atualização recente dos dados digitais mantidos pelo Animal Welfare Institute (Instituto do Bem-estar Animal) indica que cerca de 200 restaurantes ao redor dos Estados Unidos oferecem sopa de barbatana de tubarão e outros produtos de tubarão, apesar de terem sido banidos em mais de 12 estados americanos.

Um tubarão nadando no mar

Foto: iStock

As barbatanas dos tubarões são consideradas iguarias, principalmente na Ásia, mas a remoção é cruel e abusiva para a espécie. Ambientalistas e ativistas em defesa dos direitos animais condenam a prática em todo o mundo.

O estado da Califórnia tem o maior número de restaurantes que oferecem pratos de tubarão (59 restaurantes), apesar da proibição de posse, venda, comércio e distribuição das barbatanas em 2013. Nova York aprovou uma proibição semelhante no ano seguinte, mas 19 de seus restaurantes ainda oferecem pratos de tubarão.

Aproximadamente 73 milhões de tubarões são mortos todos os anos só por causa de suas barbatanas. Geralmente, a remoção é realizada quando os animais ainda estão vivos, depois eles são jogados de volta ao mar, quando pouco podem fazer para sobreviver. A prática é extremamente cruel e causa um sofrimento prolongado na espécie.

“O Estados Unidos é um grande produtor, exportador e comercializador das barbatanas de tubarão”, afirmou Cathy Liss, presidente do Instituto de Bem-estar Animal, ao Inhabitat. “As leis estaduais mal planejadas e a fiscalização ruim não conseguiram fechar uma indústria lucrativa de bilhões de dólares. Quando a sopa de barbatana de tubarão está no cardápio, então a crueldade está também”, concluiu.


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Novo centro de reabilitação tem capacidade para atender até 150 animais em Guarujá (SP)

O Centro de Reabilitação e Despetrolização do Guarujá (SP), inaugurado na sexta-feira (2), tem capacidade para atender até 150 animais marinhos. A unidade é gerida pelo Instituto Gremar, responsável por monitorar a costa e executar o trabalho de resgate da fauna na orla da Baixada Santista.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

De acordo com o Instituto, o centro pode atender aves, tartarugas e mamíferos marinhos resgatados pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). O local também é destinado ao aprimoramento do atendimento veterinário à fauna marinha.

A unidade está localizada na rua João Ruiz, número 799, no bairro Jardim Las Palmas, tem 737 metros quadrados, distribuídos em três tanques de grande proporção e 22 outros recintos de menor porte para diversas espécies de animais. As informações são do portal G1.

O Centro conta com um hospital veterinário, dividido em seis alas: triagem, ambulatório, paramentação, cirurgia, descontaminação, estabilização e secagem.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

Segundo o Instituto, no novo centro podem ser atendidos ao mesmo tempo 120 pinguins e, no restante do espaço, focas, leões marinhos, tartarugas e aves.

Atividades de educação e capacitação ambiental para a comunidade também devem ser oferecidas no local. O objetivo é receber estudantes e visitantes mediante agendamento prévio.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar


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Tartarugas são encontradas presas em linhas de pesca em Arraial do Cabo (RJ)

Duas tartarugas foram encontradas com linhas de pesca presas aos seus corpos na orla da Praia do Pontal, na cidade de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro.

Foto: Renatinho Vianna / Arquivo Pessoal

O prefeito do município, Renatinho Vianna, passava pelo local na companhia do coordenador de esportes da cidade, Luciano Ralf, quando encontrou os animais. O caso aconteceu na manhã de sexta-feira (26).

Com a ajuda de Ralf, o prefeito usou uma faca e pedaços de caco de vidro encontrados no local para retirar as linhas que prendiam as tartarugas. Após o resgate, os animais foram soltos na praia.

Em um vídeo divulgado por Renatinho, ele alega ter ficado feliz com o resgate, mas triste por saber que as tartarugas poderiam ter morrido se não tivessem recebido ajuda.

“Foi um momento de tristeza e alegria ao mesmo tempo. Tristeza por encontrar as tartarugas ali abandonadas a própria sorte e a alegria de termos encontrado esses animais a tempo de poder salva-los, então ficamos com a sensação de alívio e dever cumprido”, disse ao G1.

Renatinho afirmou que é crucial que a população tenha consciência sobre a importância da vida marinha e de sua preservação. O prefeito disse ainda que as pessoas precisam ter responsabilidade pelos seus atos.

O caso está sendo investigado pela Secretaria do Meio Ambiente de Arraial do Cabo.


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Ex-treinadores revelam que baleias eram drogadas no SeaWorld

Por Rafaela Damasceno

O SeaWorld vem tentando negar há muito tempo as acusações de que as baleias em cativeiro sofrem maus-tratos e se estressam tão profundamente que ficam doentes, morrendo cedo. Esta semana, a empresa de turismo Virgin Holidays anunciou que não venderia mais ingressos de atrações envolvendo baleias e golfinhos, quebrando a parceria com o SeaWorld.

Duas orcas em uma apresentação do SeaWorld

Foto: PETA

Os antigos treinadores do parque, John Hargrove e Jeffrey Ventre, afirmam que a notícia é positiva e que os ativistas têm razão em toda a revolta que dirigem ao local.

Eles declaram que as baleias eram drogadas todos os dias, privadas de alimento e feriam a si mesmas em resposta aos traumas psicológicos que sofriam.

Jeffrey conta que se sentiu honrado quando conseguiu o emprego de treinador, em 1987. O cargo era muito difícil de ser alcançado e ele ficou feliz em poder trabalhar com os animais marinhos, sua paixão. Infelizmente, nos oito anos seguintes, ele percebeu o horror de tudo aquilo.

“É como se você fosse um dublê ou um palhaço, atuando com animais em cativeiro e usando a privação da comida como motivador”, explicou, em entrevista ao The Sun. Segundo ele, as baleias exibiam sinais de extrema angústia e se automutilavam constantemente.

John posa com uma orca em uma das apresentações

John deixou o parque em 2012 | Foto: The Sun

Elas eram medicadas diariamente. O estresse causava úlcera estomacal, e muitas também tiveram infecções crônicas, o que as fez tomar antibióticos. Também eram drogadas com valium, para que ficassem mais calmas e fáceis de controlar.

Endogamia – método de acasalamento entre indivíduos aparentados – também era comum. Taku, uma das orcas do parque, acasalou com a própria mãe.

John virou treinador em 1993 e afirma ainda estar profundamente afetado por tudo o que presenciou, e declarou que o cativeiro reduz a vida das baleias.

“A decisão mais difícil que tomei foi me afastar das baleias que eu amava para poder denunciar tudo o que eu sabia e expor a indústria”, contou.

Jeffrey em uma apresentação com uma orca, lambendo seu rosto

Jeffrey trabalhou no parque por anos antes de sair e denunciá-lo | Foto: Youtube

Jeffrey afirma que os ataques aos treinadores eram comuns porque o estresse tornava as orcas assustadas e agressivas, mas muitos incidentes foram encobertos. Só vieram realmente à tona os que não podiam ser escondidos. Ele ainda acrescentou que os treinadores foram forçados a mentir para o público sobre as baleias, fingindo que os ferimentos que elas sofriam em cativeiro eram normais.

Um exemplo é o colapso da nadadeira dorsal, que se inclina para um dos lados. Não há uma explicação concreta para isso, mas especialistas acreditam que pode ser causado pelo estresse e redução de atividades.

“Também recebemos roteiros para programas educacionais que possuíam diversos erros de informação”, continuou Jeffrey. “Quando falamos com as crianças, nos disseram para explicar a elas que as orcas vivem de 25 a 30 anos. Isso não é verdade”. Na natureza, as orcas vivem em média de 50 a 80 anos. No cativeiro, a expectativa de vida é cerca de 17 anos.

Eles também eram forçados a dizer ao público que o colapso da nadadeira dorsal é uma ocorrência comum na natureza, o que também é uma mentira.

Jeffrey deixou o emprego em 1995 e John, em 2012. Os dois perceberam o impacto negativo que a atração causava nas baleias e nos próprios treinadores. Eles contaram que ainda se sentem culpados por tudo o que viram e tiveram que fazer.

Uma orca posa no tanque de uma apresentação, com a barbatana dobrada

O colapso da barbatana pode ser causado pelo estresse e não é comum na natureza | Foto: Magnolia Pictures

John odeia o fato de que pôde ir embora e continuar sua vida, enquanto as baleias que amava nunca puderam ter a mesma chance. Ele tenta compensar tudo lutando e protestando por condições melhores para os animais, agora.

Jeffrey é médico especialista em medicina física e reabilitação, e atualmente faz campanhas contra manter orcas em cativeiro. Em 2016, o SeaWorld anunciou que pararia seu programa de criação, mas 22 orcas ainda vivem nas atrações espalhadas por Orlando, San Diego e San Antonio.

Jeffrey afirma que é difícil melhorar a vida dos animais enquanto permanecem em cativeiro, em espaços mínimos. A maior parte das doenças, além da agressividade e a alta taxa de mortalidade é causada pelo cativeiro. Ele diz que o certo seria realocá-las em uma área protegida, onde teriam espaço para brincar, interagir com as algas e os peixes, ficar juntas como um grupo e não realizarem mais shows.

A diretora da PETA, Elisa Allen, explica que nos oceanos as orcas nadam mais de 160 quilômetros por dia – sentindo as correntes marítimas, analisando outras vidas marinhas, acompanhando um grupo e criando seus filhotes. Em cativeiro, não fazem muito mais do que nadar em círculos, vezes e vezes sem fim.

“Qualquer um com coração deve ficar longe, bem longe desse tipo de parque”, completou ela.


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Nova área de proteção ambiental aumenta preservação costeira na Paraíba

Uma nova Área de Proteção Ambiental (APA) aumentou para 10,7% a área de preservação costeira na Paraíba. Apenas 0,5% do local era protegido antes da criação da APA, que recebeu o nome de Naufrágio Queimado.

Foto: Braulio Santos

Maior área de proteção do estado, a APA se estende pelo litoral de João Pessoa e de Cabedelo, abrangendo uma área de cerca de 420 km², que protege desovas de tartarugas, recifes, peixes, crustáceos e outros animais, incluindo espécies ameaçadas de extinção, como tubarão-lixa, toninha e peixe-boi-marinho.

No local, há três embarcações naufragadas, conhecidas como Alice, Alvarenga e Queimado. Os navios são atualmente habitados por corais e outras espécies marinhas. As informações são da Agência Brasil.

“O projeto começou com bases científicas, monitoramento das espécies e do ambiente para identificar o diagnóstico de preservação e propor medidas que favoreçam a conservação da natureza”, disse Robson Capretz, coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

O projeto de criação da APA é de responsabilidade de professores e alunos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com financiamento da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.


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Tartaruga-verde é encontrada morta no litoral do Paraná

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta no Paraná. O corpo foi localizado no Balneário Flórida, em Matinhos, no sábado (13).

Foto: Lourival Marques Filho/Arquivo pessoal

Trata-se de um animal jovem, segundo a bióloga Camila Domit, coordenadora do Laboratório de Ecologia e Conservação do Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). De acordo com ela, a mortalidade de tartarugas na região aumenta no inverno.

“Em nosso litoral ha uma agregação de vários animais que migram nesta época do ano, até por conta do frio nas regiões mais ao sul, por exemplo, no Uruguai e na Argentina (…) o fato de termos mais tartarugas na região e também o fato de ser um período que há muita pescaria”, disse a bióloga ao G1.

A especialista explicou que a pesca de arrastão captura os animais e os leva ainda vivos para a praia.

De volta ao habitat

Em Santos (SP), duas tartarugas-verdes foram devolvidas ao mar no sábado (13) após receberem tratamento veterinário.

Foto: Isabela Carrari/Prefeitura de Santos

As tartarugas pesam cerca de 20 kg cada e a carapaça delas mede em torno de 60 centímetros. Elas foram submetidas a tratamento por aproximadamente um ano para monitoramento da saúde e também passaram por cirurgias a laser para retirada de tumores.


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Grupo de mais de 500 golfinhos é visto em Copacabana, no Rio de Janeiro

Imagens feitas por pesquisadores do Laboratório de Mamíferos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) na sexta-feira (12) mostram mais de 500 golfinhos pintados do Atlântico nadando na orla da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução/ TV Globo

De acordo com o professor José Lailson, essa espécie de golfinho é comum no mar da cidade, mas os pesquisadores nunca tinham visto um grupo tão grande nadando junto.

Os animais acompanharam o barco dos pesquisadores e, durante o passeio, ainda encontraram uma baleia Jubarte e brincaram com ela em alto mar.

Ainda segundo o professor, a baleia tem cerca de três anos de idade e mede 11 metros. A espécie costuma passar pelo litoral fluminense nessa época do ano rumo ao Nordeste, onde vai se reproduzir. Apenas na sexta, os pesquisadores encontraram dez baleias.

Foto: Reprodução/ TV Globo

Foto: Reprodução/ TV Globo

Fonte: G1


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