Pangolim, a maior vítima do tráfico de animais silvestres

Os pangolins habitam a Terra há mais de 80 milhões de anos (Foto: Maria Diekmann)

No último sábado, 16, foi celebrado o Dia Mundial do Pangolim, data que lembrou não apenas a existência de um animal pré-histórico que habita a Terra há mais de 80 milhões de anos, mas que hoje, entre os mamíferos, é a maior vítima do tráfico de animais silvestres no mundo, de acordo com a African Wildlife Foundation.

Somente nos últimos 18 anos, mais de um milhão de pangolins foram mortos por caçadores. Se somarmos a quantidade de elefantes, rinocerontes e leões vitimados pela caça, ainda não nos aproximaremos da quantidade de pangolins mortos.

Só em julho do ano passado, o Departamento de Alfândegas e Impostos de Hong Kong encontrou sete toneladas de escamas de pangolim em um contêiner que chegou partindo da África. Essa triste realidade de caçadas incessantes e implacáveis permite classificá-los como animais ameados de extinção, segundo a Fundação Família Ichikowitz, que deve inaugurar este ano na África do Sul o Pangalorium, um santuário para pangolins.

Hoje, as oito espécies de pangolins, quatro originárias da África e quatro da Ásia, são muito visadas comercialmente porque suas escamas, que contêm queratina, a mesma proteína encontrada no chifre dos rinocerontes e nas unhas humanas, são usadas na medicina tradicional asiática, mesmo sem comprovação científica de benefícios.

Distante da má intervenção humana, o pangolim, que é noturno e vive no subsolo e em áreas fechadas como cavernas, não sofre grandes riscos porque ele não tem um predador natural. Além disso, suas escamas são tão duras que nem mesmo um leão adulto consegue penetrá-las. Sendo assim, aparentemente o seu único inimigo é o ser humano.

Projetos de lei que liberam a caça de animais tramitam na Câmara

A pressão feita por deputados federais integrantes da “bancada da bala” e da “bancada do boi” pela aprovação de projetos de lei que liberam a caça de animais silvestres no Brasil tem se intensificado desde 2010. Atualmente, três propostas tramitam na Câmara dos Deputados.

(Foto: Genin / Mater Natura)

De autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC), o PLP nº 436/2014 pretende alterar a Lei Complementar nº 140/2011 para transferir do governo federal – representado pelo Ibama – para os estados e Distrito Federal a competência de autorizar, mediante ato administrativo, “o manejo, a caça e a apanha de animais, ovos e larvas da fauna silvestre”. O projeto está tramitando na terceira e última das Comissões da Câmara dos Deputados – a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC),  tem como presidente o deputado Alceu Moreira (MDB/RS), que também preside a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e deve apresentar em breve Parecer de Relator ao PLP, permitindo que a proposta seja colocada para votação na Comissão e, caso aprovada, siga para apreciação no plenário da Câmara.

Outro projeto voltado à caça é o PL nº 6.268/2016, de autoria do ex-deputado Valdir Colatto (MDB/SC). Travestida de Política Nacional de Fauna, a proposta busca implementar fazendas de caça, legalizar caça esportiva e comercial, retirar o direito dos agentes do Ibama e do ICMBio de usar armas em ações de fiscalização, retirar o status de propriedade do Estado dos animais silvestres – o que lhes concede proteção do ente público. Como Colatto não se reelegeu, o projeto foi arquivado, mas pode voltar a tramitar em qualquer momento. A ele está apensado o PL nº 7.129/2017, de autoria do deputado reeleito Alexandre Leite (DEM/SP). Se Leite requerer o desarquivamento da proposta de sua autoria, o PL PL 6.268/2016 também poderá ser desarquivado.

O terceiro projeto, de autoria do chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, Onix Lorenzoni, é o PL nº 7.136/2010. A proposta teve pedido de desarquivamento junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados no dia 7 de fevereiro de 2019, quando o ministro foi temporariamente exonerado pela Presidência da República para cumprir a função de deputado federal e solicitar o desarquivamento do PL apresentado por ele em 2010. As informações são do Mater Natura, que integra a Aliança Pró Biodiversidade (APB) e luta contra a aprovação desses projetos.

O projeto de Lorenzoni prevê a alteração do parágrafo 1º do artigo 1º da Lei 5.197/1967 (Código de Proteção à Fauna), mudando a redação dele para a seguinte: “§ 1º se as peculiaridades regionais comportarem o exercício da caça, como superpopulação de animais, danos ao meio ambiente, ataques a seres humanos, transmissão de doenças e ataques a lavouras comerciais e de subsistência, a permissão será estabelecida em ato regulamentar do Poder Público Municipal”. Na prática, a proposta transfere do Ibama, na figura do governo federal, para os municípios brasileiros a decisão de estabelecer ato próprio de permissão do exercício da caça, em que se define quais espécies poderão ser caçadas.

O PL havia sido arquivado em 2011 por decisão da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) da Câmara, que aprovou parecer contrário do então relator Ricardo Tripoli, ex-deputado federal pelo PSDB de São Paulo. O arquivamento ocorreu devido ao fato da CMADS ser a comissão de mérito do projeto.

O projeto coloca os animais silvestres em risco iminente. Isso porque, com a transferência para os municípios do controle de espécies que possam transmitir doenças e consumir lavouras, quase toda a fauna do país poderia ser abrangida. A falta de pessoal capacitado nas prefeituras – muitas delas sem secretaria de meio ambiente ou similares – também é um problema. Além disso, a fauna silvestre é patrimônio da União, portanto não é tarefa do Poder Público Municipal regulamentar a caça.

Espécies ameaçadas

Outros três Projetos de Decreto para a Sustação de Atos Normativos do Poder Exercutivo (PDC) também foram apresentados pelos deputados. As propostas suspendem a vigência das três listas nacionais de espécies ameaçadas de extinção da flora e fauna nacionais, estabelecidas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em dezembro de 2014. O PDC 3/2015, do ex-deputado Nilson Leitão (PSDB/MT), susta a vigência da Portaria MMA 443/2014 – Lista de Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção. O PDC 36/2015, do deputado Alceu Moreira (MDB/RS), susta a vigência da Portaria MMA 445/2014 – Lista de Peixes e Invertebrados Aquáticos. E o PDC 427/2016, do ex-deputado Valdir Colatto (MDB/SC), susta a Portaria MMA 444/2014 – Lista de Vertebrados Terrestres.

Em 31 de janeiro de 2019, todas as proposições dos deputados da legislatura 2015-2018 foram arquivadas, em atendimento ao artigo 105 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados. No entanto, os deputados reeleitos para a legislatura 2019-2022 já começaram a enviar ofícios à Mesa Diretora da Câmara para requerer o desarquivamento dos projetos, para que eles voltem a tramitar na situação em que estavam antes do arquivamento. Como somente os deputados autores podem solicitar o desarquivamento dos projetos, as seguintes propostas estão teoricamente fora de circulação devido a não reeleição dos deputados Valdir Colatto e Nilson Leitão: PL 6.268/2016, PDC 3/2015 e PDC 427/2016.

Suspeitos de traficar animais em extinção são detidos no Maranhão

Dois homens foram detidos na terça-feira (12) suspeitos de traficar animais silvestres ameaçados de extinção no Maranhão. Foram encontrados três filhotes de tucano e dois periquitos da espécie Jandaia, que estavam sendo transportados em caixas de papelão do município de Mirinzal para São Luís.

Foto: Reprodução/TV Mirante

Rafael Costa Silva e Auricélio Pereira Mendonça traziam as aves em uma van. O caso é investigado pela polícia.

“Fizemos a prisão da das pessoas e conduzimos à Delegacia do Meio Ambiente para o procedimento penal, para fazer o ato administrativo que é preencher a multa prevista no decreto e a partir dai, a delegada vai procurar mais indícios a outras pessoas que possam estar envolvidas nesse crime”, explicou ao G1 o Coronel Adenilson de Santana, comandante do Batalhão Ambiental.

Após prestarem depoimentos, os homens foram liberados. Eles assinaram um termo circunstanciado de ocorrência e devem responder pelo crime de tráfico de animais silvestres, com pena de até dois anos de detenção.

As aves foram resgatadas e levadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres. Elas receberão os cuidados necessários para, depois, serem devolvidas à natureza.

Onze animais silvestres mantidos em cativeiro são salvos em MT

A Polícia Militar resgatou 11 animais silvestres em Araputanga, a 330 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso. Os animais eram mantidos em cativeiro. Foram encontrados um filhote de macaco-prego, oito jabutis e duas jiboias em uma residência.

(Foto: Reprodução / Só Notícias)

No local, havia também uma espingarda calibre 24, um rifle calibre 22, com carregador, material para recarga de munições e uma porção média de substância análoga à pasta base de cocaína. Todos os itens foram apreendidos pelos policiais.

Um rapaz de 25 anos foi encontrado na residência. Ele foi autuado em flagrante e multado. As informações são do portal Só Notícias.

Os animais silvestres foram encaminhados para a sede da Companhia da Polícia Militar Ambiental do município de Cáceres. A polícia irá investigar o caso.

Ator João Vicente se posiciona contra cativeiro e tráfico de animais silvestres

O ator João Vicente de Castro usou as redes sociais para se posicionar contra o cativeiro e o tráfico de animais silvestres. Ele publicou uma foto de um ensaio fotográfico contra a exploração e a crueldade animal do qual ele e outros famosos fizeram parte. Na foto, João Vicente aparece preso por cordas.

(Ampara Animal/Divulgação)

“As razões pelas quais os humanos me querem são muitas. Admiram minha beleza, acham que sou diferente, exótico, ‘cool’ ou que trago ‘status’. Mas eu me pergunto: com que direito me domesticaram? Eu quero estar em meu habitat, não dentro da sua casa. Quero exercer meu papel biológico, não virar um bibelô para te satisfazer”, escreveu o ator.

“Você pode justificar dizendo que sua compra é legalizada, mas o que não sabe é que grande parte dos criadores contribuem para o tráfico. Não há como assegurar que eu ou minha mãe não fomos capturados da natureza. Os humanos não querem saber que, a cada dez de nós, nove acabam morrendo na captura ou durante o transporte. Que o tráfico de animais silvestres é o terceiro maior do mundo. Então, se você me admira, deixe-me em paz, na natureza. Aprenda a me observar na natureza, sem me tocar e confinar”, completou.

A legenda da foto é finalizada por João Vicente com a hashtag #sintanapele, que remete ao nome do projeto fotográfico promovido pela ONG AMPARA Animal. O objetivo das fotos é fazer com que as pessoas se coloquem no lugar dos animais.

A publicação de João Vicente já ultrapassa 46 mil curtidas. Os seguidores do ator aplaudiram a iniciativa. “Super impactante quando tentamos nos ver no lugar dos animais”, escreveu um internauta. Outro seguidor lembrou que o único caminho para não colaborar com o sofrimento e a exploração de nenhum animal é se tornar vegano. “Veganismo é a única forma de abolição dos animais”, disse.

Animais silvestres salvos de maus-tratos e do tráfico recebem cuidados

Animais silvestres resgatados após serem vítimas de maus-tratos ou do tráfico na região de Palmas, no Tocantins, são levados para o Centro de Fauna, onde recebem cuidados. Com alimentação balanceada, eles são reabilitados para que possa retornar à natureza.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A alimentação dos animais é composta, basicamente, por frutas. Alguns deles, mais debilitados, recebem papinha feita por funcionários e são alimentados com mamadeiras improvisadas em garrafas pets. Dentre eles, filhotes de veados e tamanduás, araras e papagaios.

“Esse tamanduá, por exemplo, está sem língua e não consegue se alimentar sozinho. Por isso nós preparamos uma papinha à base de proteínas para que ele consiga ficar saudável”, explicou ao G1 o zootecnista Daniel Albernaz.

O Centro de Fauna recebeu, em 2018, cerca de 1,2 mil animais silvestres salvos do cativeiro, do tráfico, de maus-tratos e também de atropelamento. Os resgates são feitos, na maioria, pela Polícia Militar Ambiental.

Apesar da maior parte dos animais ser solta na natureza após o período de recuperação e reabilitação, alguns perdem a capacidade de sobrevivência no habitat e, por isso, nunca poderão sair do centro. Uma onça resgatada, que nasceu em cativeiro, é um desses casos.

“Infelizmente esse animal é muito arriscado voltar para natureza. É um animal idoso, mas que nasceu em cativeiro. Ele poderia ter uma vida fora, mas como ele é acostumado com o ser humano ele sempre vai querer manter contato com o ser humano”, explicou o zootecnista.

Famosos participam de campanha em prol dos animais silvestres

Uma campanha em prol da preservação dos animais silvestres está sendo realizada pela grife The Paradise em parceria com o Instituto Vida Livre. Uma coleção de roupas foi criada para o verão 2019 inspiradas em pinturas de Roched Seba. Famosos são os garotos-propaganda da campanha. Dentre eles, Giovanna Lancellotti, Ney Matogrosso, Alice Caymmi, Betty Prado, Thamy Sol, Paula Braun, Tainá Müller e Jonathan Azevedo.

Giovanna Lancellotti (Foto: Chico Chechiaro/Divulgação/Elas no Tapete Vermelho)

As peças foram produzidas em sete versões: vestido, caftan, camisa, calça, bermuda e panneau e serão comercializadas nos valores de R$ 378 a R$ 998. O lucro será revertido para o trabalho de reabilitação e soltura de animais feito pelo Instituto.

“O Instituto Vida Livre, dirigido por Roched, é uma organização não governamental sem fins lucrativos, que nasceu da paixão e devoção de pessoas que se uniram para transformar as histórias de milhares de animais brasileiros. O precioso trabalho do Instituto Vida Livre nos inspirou a criar uma coleção em prol da liberdade! Transformamos as pinturas de Roched seba, fundador do Instituto, em estampas exuberantes para o livre vestir!”, escreveu a marca em sua conta no Instagram.

Ney Matogrosso (Foto: Chico Chechiaro/Divulgação/Elas no Tapete Vermelho)

“Esse é um manifesto exuberante pelos nossos animais, partindo da linguagem da arte e da moda para aumentar a voz de uma luta conjunta por todas as nossas liberdades”, afirma Thomaz Azulay, um dos proprietários da grife, sobre a coleção.

Para o lançamento e a divulgação da coleção, um ensaio fotográfico com os patronos e apoiadores que participam de forma voluntária do projeto foi feito no Monumento Natural do Pão de Açúcar, gerido pelo Bondinho, apoiador e patrono do Instituto Vida Livre. As fotos foram feitas pelo fotógrafo Chico Chechiaro.

Jonathan Azevedo (Foto: Chico Chechiaro/Divulgação/Elas no Tapete Vermelho)

Instituto Ambiental do Paraná não vai mais receber animais silvestres

A sede do IAP, Instituto Ambiental do Paraná, localizada no bairro Rebouças em Curitiba, vai deixar de receber animais silvestres a partir da próxima segunda-feira.

Foto: Reprodução | AEN

Quem passa executar esta função é o Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, anexa ao Museu de História Natural, no bairro Capão da Imbuia.

O órgão vai receber, atender e encaminhar os animais silvestres apreendidos pela Polícia Ambiental, IAP e fiscais, além daqueles que forem encontrados em situações de risco.

A responsável pelo Departamento de Licenciamento de Fauna do IAP, Marcia de Guadalupe Pires, falou sobre a mudança e da nova estrutura disponível para este tipo de atendimento.

Além de receber os animais silvestres, será feita uma triagem para verificar os animais que estão prontos a voltarem para a natureza e os que precisam de atendimento médico veterinário.

Casos em que não possam ser devolvidos à natureza, serão destinados pelo IAP para instituições de fauna licenciadas. A parceria é resultado do convênio assinado entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Curitiba.

Lembrando que as demais regionais do IAP distribuídas pelo Estado continuarão recebendo os animais normalmente. O convênio vale para Curitiba e região, local com maior demanda de recebimento de animais.

A entrega de animais silvestres deverá ser feita no acesso lateral do museu, todos os dias, das 9 da manhã ao meio dia, e da uma e meia às 4 horas da tarde.

Fonte: CBN Curitiba

GMP resgata 37 animais silvestres em cativeiro na região central de Palmas

A Inspetoria Ambiental da Guarda Metropolitana de Palmas (GMP) resgatou na última quinta-feira (17), 37 espécimes de animais silvestres, em situação de cativeiro, em uma residência na Arso 102, região central da capital.

Foto: GPM Palmas

A descoberta do cativeiro aconteceu após denúncias de focos de dengue na residência que estaria abandonada. Agentes de Endemia em conjunto com a GMP entraram no local com o auxílio de um chaveiro. Os animais foram encontrados em estado de abandono e maus-tratos.

A equipe ambiental da GMP resgatou 11 aves e 26 animais silvestres. Entre as espécies recuperadas estão araras-canindé, periquitos australianos e porcos-da-índia. O chefe da Inspetoria Ambiental, Carlos Lima, explica que a criação de animais silvestres sem a devida autorização pelos órgãos competentes é crime e o valor da multa é de R$ 500 reais podendo chegar até R$2.000 mil por animal.

“Realizamos o auto de infração no valor de R$ 21 mil, e estamos em busca dos responsáveis pela guarda ilegal dos animais, que serão indiciados por crime ambiental”, completou o chefe da inspetoria. Os animais resgatados foram encaminhados para o Centro de Fauna, do Instituto de Natureza do Tocantins (Naturatins).

dois policiais transportando a guaxinim dentro de uma bacia azul

Guaxinim é resgatada com múltiplas fraturas após ser atropelada em SP

Uma guaxinim foi resgatada com múltiplas fraturas após ser atropelada em Ilha Comprida, no litoral de São Paulo, informou a Polícia Militar Ambiental. O animal foi encaminhado a um centro de reabilitação para tratamento.

dois policiais transportando a guaxinim dentro de uma bacia azul

Foto: Divulgação | Polícia Militar Ambiental

O resgate foi feito por um morador que encontrou o animal da fauna silvestre ferido na avenida Vereador Carlos de Paula. Ele levou a guaxinim até o 3º Pelotão da Polícia Militar Ambiental, que imediatamente a encaminhou até uma organização para ser avaliada por veterinários.

Também conhecido como guaxinim sulamericano, jaguacinim e cachorro-do-mangue, o mamífero é carnívoro e pertence à fauna silvestre. Se recuperada e reabilitada, a fêmea adulta deverá ser devolvida à natureza dentro de uma Unidade de Conservação mantida pelo Estado.

Segundo a Polícia Militar Ambiental, o atropelamento é uma das principais causas de morte de animais silvestres no país. Por isso, a corporação alerta para que o motorista respeite os limites de velocidade e redobre a atenção no entorno de parques e áreas de vegetação.

Fonte: G1