Ovelhas são encontradas amontoadas dentro de carro no Rio Grande do Sul

Três homens foram presos após serem flagrados carregando dentro de um carro oito ovelhas e dois cordeiros, na última semana, no interior de Barra do Quaraí, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. A Brigada Militar recebeu uma denúncia e abordou o veículo na BR-472.

Foto: Brigada Militar/Divulgação

Os presos foram encaminhados para uma delegacia da Polícia Civil, onde foi registrado o flagrante, e depois foram levados para a Penitenciária Modulada de Uruguaiana. A investigação vai apurar o caso.

A delegada Alessandra Siqueira ficará responsável pela investigação. Ainda não há mais detalhes sobre o caso.

A Brigada Militar informou que um dos presos tem passagens pela polícia por furto a residência quando adolescente, outro por injúria, lesão corporal e violação de domicilio. O terceiro foi flagrado na adolescência dirigindo sem habilitação.

Foto: Brigada Militar/Divulgação

Fonte: G1


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Artista usa personagens de desenhos para conscientizar sobre abandono de animais

O ilustrador Nicolas Amiard resolveu usar seu talento em prol de uma causa nobre: a conscientização sobre a crueldade que envolve o abandono de animais. Para isso, ele usou personagens de desenhos – como o Pikachu e o Snoopy – e os colocou em situação de abandono, na tentativa de comover a sociedade sobre esse problema.

Foto: Nicolas Amiard

Cerca de 600 milhões de animais domésticos são abandonados todos os anos no mundo. No Brasil, já são 30 milhões de cães e gatos em situação de rua, passando fome e sede, suportando frio e calor extremo, até que adoecem ou são atropelados, e acabam morrendo à míngua. As informações são do portal Histórias com Valor.

Incomodado com essa triste realidade, Amiard resolveu criar o projeto “Summer Adventures”. Nas ilustrações, Cebolinha abandona o Floquinho, o Bidu é deixado na rua pelo Franjinha, o Scooby também é abandonado pelo Salsicha, assim como o Snoopy é descartado pelo Charlie Brown.

Sabendo que todos esses desenhos e personagens têm um lugar especial reservado no imaginário das pessoas, o artista decidiu usá-los para gerar comoção na sociedade e conscientizá-la, especialmente em relação ao período de férias, quando os casos de abandono aumentam, já que as famílias viajam mais e, com isso, descartam os animais.

Confira as ilustrações:

Foto: Nicolas Amiard

Foto: Nicolas Amiard

Foto: Nicolas Amiard

Foto: Nicolas Amiard

Foto: Nicolas Amiard

Foto: Nicolas Amiard

Foto: Nicolas Amiard

Foto: Nicolas Amiard

Foto: Nicolas Amiard


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Johnny Marr pede fim da exploração de burros em Santorini

Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

(Fotos: Getty/CNN)

No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr,enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais. 

Fonte: Vegazeta


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Medidas tentam evitar que animais sejam levados por criminosos

Com o aumento de casos de animais sendo retirados das mãos dos tutores por criminosos, métodos têm sido adotados como forma de tentar proteger os animais.

Foto: Pixabay

O microchip é um deles. Colocado sob a pele do animal, o pequeno equipamento carrega dados sobre o animal – como nome, idade, raça e outros – e sobre o tutor – tais quais endereço, telefone e nome –, permitindo fácil contato com o responsável pelo animal após leitura do chip, que custa entre R$ 150 e R$ 250 e não precisa ser trocado.

Tutores cuidadosos e responsáveis devem, também, sempre usar coleira e guia nos animais durante os passeios, mesmo no caso de animais obedientes que permanecem sempre ao lado dos tutores. Isso porque até mesmo esses animais podem fugir caso se assustem com alguma coisa. O barulho da batida entre dois veículos, por exemplo, pode ser suficiente para fazer um cachorro correr e desaparecer, ou se acidentar. As informações são do programa Mais Você, da Globo.

Com preços entre R$ 150 e R$ 500, a coleira com GPS também é uma aliada na proteção aos animais. O aparelho permite que o tutor tenha a localização exata do animal através de sinais emitidos via satélite.

Passeios em grupo também são boas opções para tentar evitar a ação de criminosos. Isso porque a tendência de uma pessoa levar um animal do tutor durante um passeio diminui se houver mais de uma pessoa no momento, especialmente em bairros sem policiamento e com iluminação ruim.

Dentre as raças de animais que costumam ser alvo de criminosos estão os de menor porte, como o lulu da pomerânia e o yorkshire.


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Fotógrafa faz ensaio fotográfico para incentivar a adoção de animais pretos

Para incentivar a adoção de animais pretos, frequentemente preteridos pelos adotantes, a fotógrafa Emma O’Brien decidiu fazer um ensaio fotográfico. Os retratos exaltam a beleza de cães e gatos de pelagem preta.

Emma, que se apresenta no Instagram como uma “fotógrafa para as pessoas cujos animais são família”, quis sensibilizar seus seguidores sobre o drama vivido pelos cachorros e gatos pretos – os segundos, ignorados por adotantes que acreditam na falsa superstição de que eles dão azar. As informações são do portal Observador.

Moradora da África do Sul, Emma criou o ensaio fotográfico e deu a ele o nome de “Black Series Rescue”. Com os retratos, a fotógrafa espera conseguir aumentar as chances dos animais pretos encontrarem novos lares.

Confira abaixo algumas fotos do projeto.


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80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

(Foto: Getty)

Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.”

O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos.

“O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

Fonte: Vegazeta


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Espécies de animais podem diminuir em 25% devido à ação humana, diz estudo

Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, concluíram que as espécies de animais podem sofrer uma redução de 25%, no próximo século, devido à ação humana. O estudo foi publicado na revista Nature Communications.

Foto: Pixabay

Com o aumento da população de seres humanos, áreas originalmente ocupadas por animais podem passar a ser usadas pelas pessoas – como já tem acontecido há bastante tempo. As informações são do portal All That’s Interesting.

A redução do habitat dos animais, segundo o estudo, pode levar muitos deles à extinção. Os mais pequenos, que ocupam menos espaço, terão mais chances de sobreviver, enquanto os grandes mamíferos e as aves serão, provavelmente, os mais afetados.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores estudaram a massa corporal, o tamanho da ninhada, o habitat, a dieta e a vida útil de mais de 15 mil mamíferos e aves. Depois, as informações obtidas foram cruzadas com o conteúdo da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, da União Internacional para a Conservação da Natureza.

“De longe, a maior ameaça aos pássaros e mamíferos é a humanidade – com os habitats a serem destruídos devido ao nosso impacto no planeta, como desmatamento, caça, agricultura intensiva, urbanização e os efeitos do aquecimento global”, disse o autor do estudo, Rob Cooke.

O estudo concluiu ainda que as espécies com mais chances de sobrevivência são as que se alimentam de insetos, têm grandes ninhadas e suportam diferentes tipos de clima.

“O ‘encolher’ substancial de espécies que previmos poderia gerar impactos negativos adicionais para a sustentabilidade a longo prazo da ecologia e da evolução”, acrescentou Cooke.

Além da perda direta de espécies, se animais como o rinoceronte e o condor desaparecerem, outros também irão sofrer de maneira indireta. “Se os perdermos, outras espécies que dependem deles também podem ser extintas”, explicou o cientista.


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Ativistas mancham em Paris pedindo o fechamento de todos os matadouros

Foto: Instagram

Foto: Instagram

Ativistas pelos direitos animais marcharam pela cidade de Paris, na França, para pedir o fechamento completo de todos os matadouros.

Organizado pelo grupo L214, relatos afirmam que o protesto atraiu entre 3 mil e 4 mil pessoas, que trouxe cartazes e faixas com mensagens como “Murder King”(Rei Assassino, um trocadilho com Burguer King/Rei do Hsmbúrguer) e “Por trás de cada pedaço de carne há um ser sensível”.

Muitos dos manifestantes, vestidos de vermelho, também participaram de uma “morte encenada” – cobrindo a área toda deitados no chão.

Também é alegado que a polícia francesa prendeu um pequeno grupo de ativistas por cobrir a estátua de Marianne com sangue falso.

Abolir as piores práticas

Hugo Bouxom do grupo responsável pela organização do evento L214 disse à AFP: “Estamos aqui para dizer que não é porque um indivíduo é diferente de nós que tem menos valor”.

Bouxom acrescentou: “Agora é a hora de legislar, e começar por abolir as piores práticas, como a criação de galinhas em gaiolas ou os longos períodos de transporte de animais em barcos, em caminhões”.

Gentileza, respeito e solidariedade

No Instagram, o L214 disse que o objetivo da manifestação era conseguir um mundo “baseado na gentileza, respeito e solidariedade” – alegando que um dia os matadouros deixarão de existir.

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Estudo revela que cães apresentam os mesmos níveis de stress de tutores

Foto: Earth.com

Foto: Earth.com

Pesquisas confirmam o que muitos tutores já concluíram por si mesmos: cientistas descobriram que os animais domésticos não são alheios às ansiedades de seus companheiros humanos, ao contrário, eles apresentam a mesma quantidade de estresse que seus tutores sentem.

A descoberta vem de um estudo sobre o cortisol, um hormônio do estresse, que circula no sangue e também deixa sua marca em fios de cabelo. Com o tempo, à medida que o hormônio se liga ao cabelo em crescimento, cada haste se torna um registro biológico do estresse que um indivíduo experimenta.

Depois de conseguir a contribuição voluntária de 25 cães da raça border collies, 33 cães pastores de Shetland e os tutores do sexo feminino dos animais, pesquisadores na Suécia descobriram que o maior nível de cortisol no cabelo humano batia com o maior nível de hormônio no pelo de cão. Todos os cães moravam dentro de casa com seus tutores.

“Esta é a primeira vez que vemos uma sincronização de longo prazo nos níveis de estresse entre membros de duas espécies diferentes”, disse Lina Roth, etologista que liderou o trabalho na Universidade de Linköping, na Suécia. “Nós não vimos isso entre humanos e cães antes.”

A equipe de Roth mediu as concentrações de cortisol em fios curtos de cabelo cortados perto da pele no inverno e no verão de 2017 e 2018. A ligação entre o cortisol humano e de cães foi mantida durante as estações, mas foi maior nos cães durante o inverno.

Para investigar se o estilo de vida canino teve um impacto sobre os níveis de estresse, cerca de metade de cada raça inscrita estava envolvida em algum tipo de atividade regular e testes de habilidades como obediência e agilidade. O resto dos cães eram animais de companhia comuns.

Escrevendo em relatórios científicos, os pesquisadores descrevem como o estresse nos cães testados (competições) mais se espelhava mais acuradamente nos proprietários, potencialmente porque os animais tinham formado um vínculo mais forte com seus tutores do que os animais domésticos comuns.

Roth acredita que há mais fatores envolvidos na sincronização dos níveis de estresse do que simplesmente compartilhar o mesmo ambiente. Quando os cientistas observaram se os cães tinham um jardim para brincar; as horas que o proprietário trabalhava e se os cães viviam com outros cães, não encontraram nenhum efeito nos níveis de cortisol nos cães.

O que realmente teve efeito sobre os níveis de estresse dos animais foi a personalidade de seus tutores, avaliada por uma pesquisa padrão. O maior fator foi o neuroticismo (indivíduos que, a longo prazo, possuem uma maior tendência a um estado emocional negativo).

De acordo com o estudo, os tutores que obtiveram maior pontuação no neuroticismo tendiam a ter cães com níveis mais baixos de cortisol no cabelo. Uma explicação, disse Roth, é que os tutores mais neuróticos podem buscar mais conforto de seus animais de estimação, e o ataque de abraços e atenção reduz o cortisol nos cães. “Sugerimos pelas análises que os cães, em grande medida, espelham os níveis de estresse de seus companheiros humanos”, escrevem os cientistas na revista.

Se as descobertas forem suficientes para fazer os tutores de cães estressados se sentirem culpados, Roth tem algumas palavras de conforto. “A maioria dos tutores de cães sabe que seus companheiros caninos recebem muitos sinais deles, mesmo os não intencionais, mas ainda é benéfico estar juntos”, disse ela.

Enquanto o estudo afirma ser a primeira evidência de diferentes espécies sincronizando seus níveis de estresse a longo prazo, o contágio de estresse de curto prazo já foi identificado em membros da mesma espécie anteriormente.

Em 2016, James Burkett, da Universidade Emory, em Atlanta, mostrou que os ratos-da-pradaria, ou ratos-do-prado, monogâmicos reagiriam a um parceiro estressado aumentando seus próprios níveis de estresse e cuidando mais deles.

Burkett, que não esteve envolvido no estudo mais recente, disse que o trabalho foi adicionado a um crescente corpo de pesquisas mostrando que os cães são empáticos aos seus tutores.

“Os cães são afetados pelo sofrimento de seus companheiros humanos e respondem com comportamentos consoladores”, disse ele. “Agora sabemos que os cães também são afetados pelas personalidades e níveis de estresse de seus tutores. Embora isso possa ser senso comum para os tutores de cães, a pesquisa empírica ainda está atualizando nossas intuições sobre a empatia animal ”.

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Universidade Federal do Recôncavo da Bahia está vendendo animais

Por David Arioch

Como esses animais já foram utilizados como meios para um fim em âmbito acadêmico, não seria mais apropriado e justo disponibilizá-los para adoção responsável? Será que eles não merecem tal consideração? (Foto: Getty)

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia está divulgando em seu site a venda de três coelhos adultos, um filhote de coelho, vinte caprinos e sete ovinos.

Segundo a UFRB, no caso dos pequenos animais, “a venda será realizada nas condições em que se encontram, não cabendo à instituição qualquer responsabilidade quanto à retirada e transporte e pagamento de impostos”.

A instituição destaca que são “produtos excedentes” resultantes das atividades de pesquisa, ensino e extensão realizadas na Fazenda Experimental do Centro de Ciências Agrárias Ambientais e Biológicas (CCAAB), em Cruz das Almas.

Como esses animais já foram utilizados como meios para um fim em âmbito acadêmico, não seria mais apropriado e justo disponibilizá-los para adoção responsável? Será que eles não merecem tal consideração? Não vale a pena cogitar a tentativa de enviá-los para abrigos ou santuários de animais? Para que não tenham um trágico fim.

Uma instituição de ensino usá-los de acordo com seus interesses e depois coloca-los à venda apenas reforça a condição de objetificação desses animais e os aproxima de um destino que em breve pode ser o abate.

Além disso, a maneira como a UFRB se refere aos animais realmente faz parecer que não são vidas, mas simplesmente mercadorias. Também é pouco provável que o dinheiro arrecado com a venda desses animais faça alguma grande diferença para o Centro de Ciências Agrárias Ambientais e Biológicas. Por outro lado, não vendê-los poderia transmitir outra mensagem e ainda evitar o fim desses animais como objetos ou produtos.


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