porcos enjaulados

Veganos não devem se preocupar em parecer ‘extremos’, é a exploração animal que é extrema

Imagine que você está se afogando em uma piscina cercada de pessoas. Você grita e faz o que puder para conseguir ajuda? Ou você, educadamente e conscientemente, levanta a mão, esperando que alguém perceba?

porcos enjaulados

Foto: We Animals

E se uma criança cair no trilho do trem e um trem estiver chegando? Você grita, acena e tenta parar o maquinista? Ou você se preocupa que as pessoas possam pensar que você está exagerando?

Situações extremas

Situações extremas exigem respostas extremas. Quando há uma situação urgente – tal como uma ameaça à vida – normalmente iremos mais além e faremos tudo o que for preciso. Nós deixamos a nossa vaidade de lado e paramos de nos preocupar com o que as pessoas vão pensar de nós. E embora pareça óbvio dizer isso, ainda vejo muitos veganos preocupados com o fato de parecerem “extremos demais” se falarem abertamente sobre a matança de 70 bilhões de animais terrestres a cada ano, e sobre as incontáveis mortes dos ​​peixes e outras criaturas marinhas.

Houve um tempo em que recebi alguns tapinhas nas costas por não ser como “aqueles” veganos. Amigos me disseram que eu era “legal” porque eu não “enchia o saco” sobre o assunto. E isso me incomodou porque eu sabia o que eles realmente estavam dizendo: “Minha consciência não está sendo perturbada, então eu posso continuar a comer carne sem me sentir mal”.

Bem, logo me tornei como “aqueles” veganos. Eu redescobri minha paixão pelo ativismo, por levantar questões e fazer barulho – e angariar fundos para os santuários de animais, que eu considero tão importantes. Eu também tenho escrito algumas exposições de impacto para jornais nacionais, destacando o que realmente acontece nas indústrias de carne e laticínios, além de fazer campanhas.

O “tipo certo” de vegano?

Teria sido mais fácil aceitar elogios de comedores de animais por ser o “tipo certo” de vegano, mas nunca quis levar uma vida fácil. Eu prefiro dizer a verdade – e isso está fadado a desestabilizar algumas consciências quando nossa espécie está fazendo coisas realmente horríveis.

Estamos no meio de uma situação muito extrema. Cada vez mais nos últimos 100 anos, nossa espécie mecanizou a reprodução e a matança de nossos primos animais. Agora eles venderão as asas de uma ave por apenas alguns centavos. Uma perna de um filhote de ovelha. Porcos inteiros cortados em partes. Bilhões de animais que só conheciam a vida em sua gaiola, até chegarem ao matadouro. Fazendas de laticínios onde o leite das vacas é roubado. Fábricas de ovos onde as galinhas são exploradas como máquinas.

Claro que parece extremo. O que está acontecendo é extremo. Se não parece extremo, você está menosprezando fatos.

Silenciados

Nós não devemos deixar que as pessoas nos silenciem. Tomemos por exemplo o termo “floco de neve”. Em alguns círculos, no momento em que alguém sugere uma abordagem mais compassiva para qualquer coisa, um cafajeste sempre aparece para chamá-lo de “floco de neve”. E agora há “fake news” também. Se você revelar um fato desconfortável em 2019, algum idiota vai gritar “fake news” para você.

As pessoas que gritam “floco de neve”, “fake news” ou “vegano extremista” estão fazendo isso para tentar acabar com você. Eles esperam que você fique quieto da próxima vez. E é uma estratégia eficaz em nossa era de autoconsciência sobre nossa imagem, quando parece que as pessoas estão cada vez mais obcecadas com elas mesmas e com sua “marca pessoal”.

Mas vou dizer de novo: situações extremas exigem respostas extremas. Enquanto bilhões de animais estão sendo escravizados, abusados ​​e explorados, não devemos ter medo de perturbar o status quo. Quando as mulheres conseguiriam o direito ao voto se tivessem sido “educadas” e pedido licença antes de falar?

Deixe as pessoas nos chamarem do que quiserem. É sobre levá-las a pensar mais sobre os animais que elas comem e a ética envolvida nisso, o que eles pensam de nós não importa.

Então eu digo: ignore os insultos e continue dizendo a verdade. Tenha fatos e links para compartilhar. Não importa se você é rotulado como extremista por simplesmente dizer a verdade. Só importa que você continue!

Chas Newkey-Burden é um jornalista e escritor vegano. Ele escreveu 29 livros, incluindo biografias de Taylor Swift, Adele e Amy Whinehouse. Atualmente ele escreve para o The Guardian, The Daily Telegraph, The Independent e outros jornais.

bezerro enjaulado

Ativistas pedem mudanças contra a exportação de animais vivos

Organizações e grupos defensores dos animais da Grã-Bretanha apoiaram as solicitações da RSPCA para reduzir substancialmente o tempo de viagem para as exportações de animais vivos, já que o governo britânico está considerando proibir a prática depois do Brexit.

bezerro enjaulado

Foto: Kaale

A RSPCA fez um apelo à Comissão da União Europeia depois que um caminhão foi parado em um porto do Reino Unido pela instituição junto com outros ativistas e funcionários do governo no dia 10 de janeiro.

Os grupos pararam o caminhão que transportava cerca de 250 bezerros, devido aos animais estarem consideravelmente exaustos, para evitar que o veículo excedesse o tempo máximo de transporte permitido pela lei.

As leis atuais do país indicam que os bezerros não devem ser transportados por mais de nove horas sem um período de descanso de uma hora, e não mais de 21 horas antes de terem um período de descanso de 24 horas.

A RSPCA estimou que o caminhão, que veio da Escócia, viajou por cerca de 70 horas, incluindo paradas para descanso, em direção à Espanha passando por Calais, uma cidade francesa. Se os animais tivessem sido levados de barco, o transporte levaria muito mais tempo do que o permitido.

A Kent Action Against Live Exports (Kaale) disse ao The Guardian que, nas viagens que excedem o limite de tempo estabelecido, as ovelhas viajam por uma média de 14 horas partindo do Reino Unido, para terem apenas uma hora de descanso no caminhão e em seguida, mais 14 horas em trânsito.

Para os bezerros, com idades entre duas e seis semanas de idade, a jornada é de nove horas, seguida de um descanso de uma hora e mais nove horas em trânsito em direção a países da Europa, do norte da África e do Oriente Médio.

Yvonne Birchall, secretária da Kaale, disse: “Acreditamos que nenhum animal deve viajar por mais de oito horas para ter sua garganta cortada ao fim da viagem. Eu faço campanha há 25 anos. É cruel, desnecessário, e estressante.”

Em 1995, cerca de 30 caminhões passavam por Dover diariamente. A questão chamou a atenção dos grupos de direitos animais, e os protestos regulares nos portos contra o comércio e a exportação de animais tornaram-se cada vez mais intensos. Naquele mesmo ano, Jill Phipps, de 31 anos, ativista pelos direitos animais, morreu tragicamente após ser esmagado sob as rodas de um caminhão que transportava bezerros para o aeroporto de Coventry para serem exportados.

Em 2018, a operadora de balsas P&O parou de transportar bezerros pela Europa depois que um documentário da BBC, “Disclosure: the Dark Side of Dairy”, repercutiu entre a população, conscientizando as pessoas sobre a crueldade envolvida na indústria de laticínios.

A Escócia é crucial para o comércio e transporte de bezerros porque, em outras partes da Grã-Bretanha, as empresas de balsas se recusam a transportar animais para matadouros, fábricas ou qualquer indústria de carne de vitela.

James West, gerente de políticas da Compassion in World Farming, disse que, além de um limite de oito horas de transporte dentro da União Europeia, a organização pediu ao Departamento de Agricultura e Assuntos Rurais da Grã-Bretanha (Defra) para acabar de vez com a exportação de animais vivos no Reino Unido na primeira oportunidade após o Brexit.

Emporio Armani lança peles veganas masculinas para o inverno 2019

Acompanhando a crescente demanda do mercado da moda cruelty free, a grife de luxo Armani acaba de lançar uma gama de peles veganas masculinas no seu desfile de outono / inverno de 2019, em Milão.

Foto: Emporio Armani

Fundada por Giorgio Armani, a grife italiana compartilhou imagens do desfile Emporio Armani Outono Inverno 2019-2020, em que a moda masculina de peles artificiais foi o “centro das atenções”, escreveu a marca no Twitter .

A coleção se concentra na “liberdade e energia inspirada no mundo animal”, disse a marca, que está ajudando a “libertar o urbanista de suas restrições geográficas”.

As fotos mostram os modelos usando casacos masculino de pele falsa, botas e um xales.

A grife abandonou a pele em 2016 e, de acordo com a Vogue, Armani disse que ficou “satisfeito” em fazer o anúncio, explicando que “o progresso tecnológico feito ao longo dos anos nos permite ter alternativas válidas à nossa disposição que tornam desnecessário o uso de práticas cruéis em relação aos animais “.

“Prosseguindo o processo positivo empreendido há muito tempo, minha empresa está dando um grande passo à frente, refletindo nossa atenção para as questões críticas de proteção e cuidado com o meio ambiente e os animais”, observou Armani.

Após a mudança, Joh Vinding, presidente da Fur Free Alliance que está em campanha por um mundo livre de pelos de animais na moda e em outros produtos, nomeou Armani como uma “formadora de tendências no mundo da moda”.

Vinding explicou que a decisão de Giorgio Armani concretiza a ideia de que “designers e consumidores podem ter liberdade criativa e luxo, sem apoiar a crueldade contra os animais”.

Pele animal está fora de moda

Um número crescente de grifes famosas está se afastando da pele e do pelo animal devido a preocupações com o bem-estar animal.

Violações dos direitos dos animais na indústria de peles levaram os designers  Jean Paul Gaultier e Diane von Furstenberg  a pararem de usar o material cruel. A Burberry fez o mesmo movimento para se tornar mais “social e ambientalmente responsável”.

Após Asos, Nike, H&M, Puma, Arcadia Group e L Brands anunciarem o fim do uso de pele de animais, a Chanel também prometeu adotar a prática. Em dezembro do ano passado, ela fez seu primeiro livre de peles animais.

Desfile Chanel sem peles animais, em dezembro de 2018. Foto: Angela Weiss | AFP

Também em dezembro, Michael Kors oficialmente deixou de usar peles, uma política que também inclui Jimmy Choo.

Da mesma forma, o CEO da Gucci, Marco Bizzarri, disse que a grife abandonaria a pele, nomeando o produto como “fora do prazo de validade”.

O abandono da pele é uma vitória para os animais em todo o mundo, mas muitas dessas marcas, como a Armani, ainda usam outros materiais derivados, como e couro.

No entanto, alguns designers, como Stella McCartney, estão se voltando para a moda totalmente livre de animais, em uma tentativa de se tornar totalmente sustentável e livre de crueldade.

cachorro deitado na rua

Prefeito de São Paulo revoga ordem que proibia funcionários de alimentarem animais em cemitérios

A ordem que proibia servidores, funcionários terceirizados e prestadores de serviço de fornecer abrigo ou alimentar animais abandonados nos cemitérios de São Paulo acabou de ser revogada pelo prefeito Bruno Costa.

cachorro deitado na rua

Foto: Pixabay

A decisão foi divulgada pelo Instagram nesta quarta-feira (16/01), um dia após o Diário Oficial do Município publicar ordem interna da diretora do Departamento Técnico de Cemitérios. A ordem da diretora declarava que seriam banidos potes e vasilhas com água e ração, como também mantas e caixas de madeira ou papelão para os animais nos cemitérios.

“Já determinei ao pessoal do Serviço Funerário que mude essa orientação”, escreveu o prefeito em rede social, em resposta ao comentário de um internauta sobre a proibição.

De acordo com a prefeitura, após determinação de Covas, o superintendente do Serviço Funerário Municipal, Thiago Dias da Silva, cancelou a medida. Segundo o superintendente, a ordem foi dada com a intenção de prevenir criadouros de mosquito nos potes de água espalhados pelos cemitérios, e para impedir que outros animais se aproximem.

“Queremos que esses animais sejam acolhidos com dignidade e vamos trabalhar para fomentar essa cultura, em vez do abandono que vemos hoje,” declarou Silva.

O departamento havia justificado a ordem em vista ao grande número de animais abandonados pela população nos locais, para evitar a transmissão de doenças, manter a higiene e pelo risco de alguns animais se tornarem agressivos.

Após o anúncio da revogação da ordem, a prefeitura informou que, através da Coordenadoria de Saúde e Proteção aos Animais Domésticos, “já atua com ações educativas junto à população e oferece castração e medicação dos bichos que ofereçam risco à saúde humana”. Os animais serão oferecidos para adoção após o período de quarentena e observação.

Quais animais sobreviverão em uma Antártica cada vez mais quente?

O pinguim-imperador é um exemplo de animal que, de acordo com os pesquisadores, enfrentará grandes dificuldades para sobreviver em uma Antártica mais quente. (Siggy Nowak/Pixabay)

O aquecimento global tem produzido efeitos em todo o mundo, e a Antártica não é exceção. No entanto, possuidor de um ecossistema único, o continente pode sofrer de forma ímpar com as recentes mudanças climáticas.

Um estudo publicado no periódico científico Frontiers in Marine Science buscou compreender como as alterações na temperatura do mundo podem afetar a vida animal na Antártica. Os cientistas tomaram como base os possíveis impactos de um clima mais quente, da redução do nível do mar e das mudanças na disponibilidade de comida, para entender quem seriam os vencedores e perdedores da transformação climática no território.

O resultado encontrado foi de que predadores do assoalho marinho, como estrelas-do-mar, e animais como a água-viva se beneficiarão com a transformação do seu habitat. Também serão positivamente influenciados os seres que se alimentam de restos orgânicos, a exemplo do ouriço-do-mar.

Por outro lado, o pequenino crustáceo chamado krill será muito prejudicado pelo aquecimento global. Uma das principais consequências do aumento da temperatura na Antártica é a quebra e o desaparecimento de geleiras e blocos de gelo. Embaixo desse gelo, no entanto, vivem muitas algas, das quais esses organismos se alimentam quando jovens. Assim, essa alteração causará uma redução do número de krill. Em consequência, pinguins-de-barbicha e baleias-jubarte, os quais costumam se alimentar desse crustáceo, sofrerão com a mudança.

Já o icônico pinguim-imperador será negativamente afetado porque usa esses blocos de gelo como local para se reproduzir. Quando essas estruturas forem destruídas, o animal encontrará muitas dificuldades nesse sentido.

De acordo com os cientistas responsáveis pela pesquisa, os próximos passos incluem coletar mais dados e pesquisar outros fatores que podem impactar a vida dos organismos que vivem na Antártica.

Fonte: Veja

Mais de 13 milhões de animais são explorados para fins científicos

Estatísticas revelam que mais de 13 milhões de animais foram explorados em pesquisas científicas, testes e estudos em Queensland, Austrália, durante todo o ano de 2018. Isso foi um aumento de 194% em relação ao ano anterior, quando foi calculado um total de 4,52 milhões de animais explorados.

galinhas

Foto: Getty Images

Segundo o relatório anual do Comitê de Ética Animal da Austrália, aves domésticas como galinhas e patos compunham o maior grupo de animais explorados para fins científicos no período entre 2017 e 2018, com mais de 12 milhões, seguidos por quase meio milhão de “outros mamíferos nativos”, que incluíam raposas voadoras e bandicoots, uma espécie de marsupial australiano.

Tartarugas, bois, cangurus, coelhos, cães, baleias e golfinhos, gambás, porcos, gatos, coalas, ratos e vombates também foram explorados.

Dos 154 projetos científicos do ano passado, quase 70% envolveram “intervenção consciente sem anestesia”, 3,2% envolveram animais inconscientes sem recuperação, enquanto 1,9% tiveram a morte dos animais como ponto final.

Isso significa que a morte do animal era uma medida deliberada da coleta de dados, e poderia incluir testes de toxicidade ou estudos de doenças nos quais se planejava que os animais morreriam.

“Inconsciente sem recuperação” poderia envolver o ensino de técnicas cirúrgicas em animais vivos e anestesiados que não poderiam se recuperar após o procedimento, ou animais assassinados para uso científico posterior, como ratos e sapos para dissecação.

O detalhamento completo de quantos indivíduos estavam envolvidos em cada categoria de projeto não foi fornecido pelo comitê.

Mais da metade dos projetos eram estudos ambientais; um em cada quatro eram para a “manutenção e melhoria de espécies ou saúde e bem-estar humanos”; 10% dos projetos tinham intenção “educativa”; 3,2% eram para a “compreensão da biologia humana ou animal”; e 5,8% para melhorar a gestão ou produção animal.

A diretora-executiva da Humane Research Australia, Helen Marston, disse que sua organização queria que a pesquisa com animais fosse eliminada, já que algumas das coisas às quais os animais foram expostos eram “verdadeiramente horrendas”.

“Além da óbvia crueldade em explorar os animais envolvidos como ferramentas de pesquisa, isso não é relevante para a medicina humana, pegar dados de um animal e os usar para correlacionar com os humanos”, disse ela.

“Existem tantas alternativas que são mais humanas e mais específicas, e precisamos abandonar esses métodos retrógrados de pesquisa.”

Principal organização de direitos animais da Coréia do Sul é acusada de matar 230 cães

A principal instituição sul-coreana de direitos animais, Coexistence of Animal Rights on Earth (CARE), foi acusada de matar centenas de cães sob seus cuidados, a fim de abrir espaço para mais animais e garantir um fluxo constante de doações.

Foto: CARE

As acusações vêm de funcionários da própria instituição, que disseram que a diretora da CARE, Park So-yeon, ordenou a morte de mais de 230 cachorros, cerca de um quarto dos animais resgatados pelo grupo.

A instituição tem uma política declarada de “não matar” para os animais que abriga, muitos deles resgatados de fazendas de carne de cachorro do país. A CARE é famosa por liderar campanhas para acabar com a prática de comer carne de cachorro na Coreia do Sul, arrecadando cerca de 2 bilhões de wons, cerca de 6 milhões de reais, em doações todos os anos para salvar cães de fazendas de carne em todo o país.

Falando ao jornal The Hankyoreh, a equipe disse que cerca de 10% dos cães sofrem de doenças incuráveis ​​e a maioria foi morta porque os animais eram “grandes demais para serem mantidos confortavelmente no espaço disponível”. Depois da matança, os animais foram listados como tendo sido adotados.

O atual presidente da Coréia do Sul, Moon Jae-in, que ama os animais e cuida de vários cães, adotou um dos cachorros da CARE quando assumiu o governo do país em 2017.

A organização fez numerosos apelos para arrecadar fundos para fazer mais resgates, e nessas campanhas sempre afirmou que a equipe não mata nenhum animal resgatado pelo grupo.

Em um comunicado, Park disse que um “pequeno número” de extermínios foi “inevitável” desde 2015 devido a um “aumento nos pedidos de resgate”.

Ela disse que geralmente “apenas” cães agressivos ou com doenças terminais seriam mortos, e que isso só aconteceria depois que tentativas significativas de curá-los tivessem se provado ineficazes.

Os membros da equipe da CARE fizeram um protesto nos escritórios da instituição no fim de semana (12 e 13), exigindo a renúncia da diretora.

Embora ainda haja cerca de 3 mil fazendas de cães em toda a Coreia do Sul, o consumo de carne de cachorro está diminuindo rapidamente. De acordo com uma pesquisa de 2017, apenas 30% dos sul-coreanos comem carne de cachorro. Mas a mesma pesquisa revelou que 40% da população acredita que a prática deveria ser proibida.

Novo México proíbe competições de caça a animais selvagens

A recém-nomeada comissária de terras do Novo México, nos Estados Unidos, Stephanie García Richard, assinou sua primeira ordem executiva na última quinta-feira (10), proibindo a realização de competições de caça contra espécies ameaçadas em nove milhões de acres de terras fiduciárias do Estado.

Divulgação

Segundo o World Animal News, García Richard se uniu aos grupos Animal Protection Voters, The Sierra Club, Project Coyote, Wild Earth Guardians, Prairie Dog Pals, and Wildlife Conservation Advocacy Southwest para acabar com a abominável matança dos animais

A ordem torna ilegal organizar, patrocinar ou participar de concursos de matança de animais inocentes e desprotegidos, como coiotes, por entretenimento ou por prêmios.

“Estes não são concursos de caça. Eles são concursos de crueldade contra animais. É uma prática indesculpável e hoje eu usei minha autoridade para proibi-los em qualquer um dos nove milhões de acres da State Trust Land que sou encarregada de supervisionar”, disse Garcia durante uma coletiva de imprensa.

“A posição do Escritório de Estado sob minha direção é que toda a vida selvagem  é sagrada e toda ela desempenha um papel vital em nosso meio ambiente.”

De acordo com Garcia Richard, o que estava sendo abordado era “o esporte sangrento, em que os participantes matam dezenas de animais sem justificativa, por dinheiro e prêmios”.

Stephanie García Richard durante uma coletiva de imprensa.

Infelizmente a proibição “não restringe um fazendeiro de remover ou matar um animal que cause danos à agricultura ou a animais domésticos em terras de confiança do Estado”.

A nova ordem só se aplica a terra de confiança e abrange as espécies não regulamentadas pelo Departamento Estadual de Pesca e Caça, como os coiotes.

Ao longo dos anos, as tentativas de proibir os concursos que matam coiotes até agora não foram aprovadas.

De acordo com o Albuquerque Journal , um novo projeto de lei bipartidário foi pré-arquivado para os próximos sessenta dias pelos senadores Mark Moores, de Albuquerque, e Jeff Steinborn, de Las Cruces.

Fotógrafa faz registros fascinantes das aventuras de seu gato sem olhos

Quando uma organização local de resgate de animais na Áustria encontrou Kazou na rua, com apenas oito semanas, o gato já não tinha um dos olhos. O outro estava infectado e pouco tempo depois teve também de ser retirado cirurgicamente. Para prevenir mais infecções, as pálpebras do gato foram costuradas.

Foto: Sabine Fallend

Em novembro de 2014, ele foi adotado por Sabine Fallend, que era amiga de sua mãe adotiva. “Eu tenho que conhecê-lo lá. Eu estava preocupado com sua deficiência no início, mas como eu o conheci, todos os medos e preocupações se foram e meu marido e eu decidimos adotá-lo. Após sua recuperação, ele se mudou conosco,” disse Fallend.

Foto: Sabine Fallend

“Sua mãe adotiva o descreveu como um gato muito calmo para mim – mas depois de sua cirurgia ocular, ele se tornou um gato muito ativo e aventureiro.

Foto: Sabine Fallend

“O que estou tentando dizer é que ter seus olhos removidos foi como uma liberação para ele. Toda a dor se foi e ele começou a ‘florescer’.”

Foto: Sabine Fallend

“Eu suponho que ele nunca foi capaz de ver de uma maneira boa, então ele cresceu com essa desvantagem.”

Foto: Sabine Fallend

“Ele age como qualquer outro gato, não há nada que ele não possa fazer.”

Foto: Sabine Fallend

“A única diferença está em descer dos lugares. Ele precisa de algo para tocar com suas patas dianteiras para encontrar o caminho para baixo.”

Foto: Sabine Fallend

“Quando ele está estressado (por causa de ruídos altos e estranhos), você percebe que é mais difícil para ele navegar pelos objetos.”

Foto: Sabine Fallend

Apesar de sua deficiência, Kazou, de quatro anos, é um gato que abraça a vida.

Foto: Sabine Fallend

Sabine acrescentou: “Ele é um gato muito autoconfiante. Ele sabe exatamente o que ele quer (e o que não quer) e ele é um pouco teimoso e atrevido, mas de uma forma encantadora e fascinante.”

Foto: Sabine Fallend

“Ele é curioso e gosta de explorar e aprender coisas novas.”

Foto: Sabine Fallend

Kazou criou uma página no Facebook com fotos de todas as coisas que ele faz e ela disse que espera que ajude outros animais.

Foto: Sabine Fallend

Ela disse: “Ele é muito inspirador para muitas pessoas e, claro, para mim. Ele teve um grande efeito na minha vida e no meu modo de pensar. Essa também é a razão pela qual criei esta página e continuo falando sobre ele.”

Foto: Sabine Fallend

“Minha expectativa é que ele se torne um embaixador para animais com necessidades especiais – para mostrar ao mundo como eles são incríveis e quanto eles têm para dar. Eles merecem uma chance.”

Serviço de proteção aos animais atendeu 130 cães e gatos em 6 meses

A Diretoria de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria do Meio-Ambiente (SEMA) de Maringá atendeu 130 cães e gatos abandonados desde junho de 2018. Só em dezembro do ano passado, 28 animais foram resgatados.

Foto: Prefeitura de Maringá

Além dos resgates, a diretoria realizou 205 exames em laboratórios e 30 cirurgias, com a parceria de Organizações Não Governamentais (ONGs) e protetores independentes. De acordo com a SEMA, em 2018, 570 cães e gatos foram adotados.

Fonte: Massa News