Cão luta para sobreviver após ser brutalmente agredido com espada em SP

Um cachorro da raça pit bull foi brutalmente agredido em Praia Grande (SP). Ele foi submetido à cirurgia, mas corre risco de morte. Testemunhas afirmaram que o animal foi atacado com uma espada por um homem após brigar com o cachorro dele.

Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau

A agressão aconteceu na segunda-feira (12), na Vila Caiçara. “Fui buscar minha filha, de cinco anos, e cheguei por volta das 17h30. Como meu cachorro é muito tranquilo e não tem o costume de sair, provavelmente na hora que eu estava no carro pegando ela e a mochila, ele saiu e não reparei”, contou ao G1 a cabeleireira Daniela Soares da Rocha Costa, de 26 anos.

Por volta das 19 horas, vizinhos de Daniela a chamaram e perguntaram se ela era tutora de um cão de pelagem marrom e se ele tinha fugido. Ela, então, acendeu a luz da garagem e percebeu que Bruce não estava no local.

“O homem falou ‘ele está morrendo aqui na frente da rua’. Quando sai, a minha calçada estava cheia de sangue e o Bruce estava com a cabeça e pata abertas”, disse.

Moradores do bairro disseram que o pit bull brigou com um cachorro de pequeno porte na rua de trás e que algumas pessoas jogaram água e tentaram separar a briga, mas não conseguiram.

“Então, não sei se foi o tutor desse cachorro, porque não vi a pessoa. Mas, testemunhas me falaram que foi sim e que o homem pegou uma espada, provavelmente aquelas de parede, e acertou a cabeça dele. Eu consegui apenas ver o rastro do sangue até a casa do cara”, afirmou.

Após encontrar Bruce, Daniela ligou para uma clínica veterinária e levou o animal para ser submetido a uma cirurgia de emergência. “Os veterinários falaram que ele corria muito risco por ter perdido sangue. Precisou de uma transfusão e depois ficou horas realizando o procedimento cirúrgico”, disse.

Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau

A tutora do pit bull contou ainda que a veterinária relatou que o ferimento foi tão grave que alcançou o crânio do cachorro e cortou o osso. “A sorte é que não pegou no cérebro, mas provavelmente ele tenha que remover o olho. Ele está muito assustado, não come nem bebe, apenas vomita”, contou.

“Por ser um pit bull, os meninos da rua defenderam a ação do homem que o agrediu, afirmando que devido a raça deveria se defender. Mas ele é muito dócil com qualquer pessoa. Tem seis anos e nunca se mostrou violento. Minha filha está muito abalada, chora muito. Fiquei desesperada ao saber que ele poderia não resistir”, desabafou.

Boletim de ocorrência

A Polícia Militar esteve no local da agressão. O homem identificado por testemunhas como o responsável por agredir o animal afirmou que o pit bull tinha mordido uma idosa, mas nenhuma vítima foi localizada. Daniela lembrou ainda que o cachorro de porte pequeno estava apenas levemente ferido.

A tutora de Bruce compareceu ao 2º DP de Praia Grande e descobriu que o agressor registrou um boletim de ocorrência contra ela por omissão e ameaça.

Daniela contou que seu esposo esteve no local da agressão para saber o que teria acontecido e para tentar identificar a suposta idosa ferida, na intenção de socorrê-la.

“Provavelmente foi uma mentira para tentar justificar a agressão ao Bruce. Após noites sem dormir, estamos aguardando para que ele seja forte e resista ao pós-operatório, porque além de ter sido nosso companheiro, hoje é o melhor amigo da minha filha. Crimes como esse não podem sair impunes”, argumentou.

A investigação do caso ficará por conta da Polícia Civil.


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Homens matam ave rara ameaçada de extinção e são espancados por moradores da região

Foto: David Palmer

Foto: David Palmer

A ave morta pertencia a espécie tetraz-grande e segundo a polícia de Titisee-Neusdart, o vilarejo na Floresta Negra onde o incidente ocorreu, ela foi morta com uma garrafa por dois homens bêbados que retornavam para casa depois de assistirem a um festival de música.

Após serem questionados, os dois homens, disseram que estavam apenas se defendendo da ave os teria atacado. O tetraz-grande tem aproximadamente o tamanho de uma galinha grande.

Christian Sütfeld, guarda florestal voluntário responsável pela área de Feldberg da Floreste Negra, acredita que embora a ave possa ter investido contra os dois rapazes, ela não representaria um perigo real para eles.

Segundo o guarda florestal o tetraz-grande, assim como o cisne, é territorialista, e protege o local onde vive: “Se os rapazes tivesse se afastado, nada teria acontecido, ele não são uma ameaça”, explica ele.

A população da espécie, considerada ameaçada de extinção na Alemanha, vem diminuindo rapidamente tanto pela perda de habitat como pela ação de caçadores e do stress natural causado na ave quando em contato com humanos.

Ainda existem cerca de mil casais de tetrazes-grandes na Alemanha, espalhadas por uma área grande demais para poder garantir a continuidade natural da população. A maior concentração delas é na Floresta Negra, onde ainda se encontram algumas centenas delas.

O guarda florestal foi chamado ao local do incidentes para examinar o corpo da ave, ele disse que o tetraz foi espancado com força. “Havia penas faltando de seu peito e pescoço”, explicou. A causa da morte foi pescoço quebrado.

O guarda acrescentou ainda que os dois rapazes, que tem 20 e 22 anos e não foram identificados, filmaram o enfrentamento com o tetraz.

Alguns moradores locais, cerca de 10 pessoas, que assistiram a morte da ave de longe avançaram sobre os rapazes e deram socos e pontapés nos assassinos do tetraz, chamando a polícia e segurando-os até a chegada das autoridades.

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Universidade de Londres não servirá mais carne nos restaurantes

Foto: Goldsmith University of London

Foto: Goldsmith University of London

Além de proibir a carne bovina, a universidade Goldsmiths instalará mais painéis solares e fará a transição para um fornecedor de energia 100% limpa. A universidade tem como alvo a poluição por plásticos também, cobrando aos alunos uma taxa de 10 pences por garrafas descartáveis e copos de água de plástico para desencorajar o uso.

A universidade também está avaliando seus cursos para ver como ela poderia incorporar melhor tópicos sobre mudanças climáticas em seus diplomas.

“A declaração de uma emergência climática não pode ser apenas uma medida vazia”, disse a professora Frances Corner, a nova Warden of Goldsmiths, em um comunicado. O Prof Corner assumiu o cargo no início deste mês. A proibição da carne bovina é o primeiro anúncio que ela fez desde que entrou na posição.

“O crescente apelo global para que as organizações levem a sério suas responsabilidades pela interrupção e combate às mudanças climáticas é impossível de ignorar”, disse Warden.

“Embora eu tenha acabado de chegar à Goldsmiths, é vejo o quanto a equipe da universidade e alunos se preocupam com o futuro do meio ambiente e que estão determinados a ajudar o planeta e realizar as mudanças que precisamos para reduzir nossa pegada de carbono drasticamente e tão rapidamente quanto possível”, acrescentou ele.

Mais escolas estão abandonando a carne

Outras entidades educacionais fizeram avanços em direção à sustentabilidade aprimorada.

Os serviços de bufê da Universidade de Cambridge não oferecem carne ou cordeiro desde 2016, em vez disso eles “promovem o consumo de mais alimentos vegetarianos e veganos”.

A Universidade de Westminster também incentiva os alunos a escolher refeições sem carne, oferecendo um “cartão de fidelidade carnívoro em meio período”, segundo o qual aqueles que compram quatro refeições vegetarianas ganham uma gratuitamente.

Os cardápios dos cafés do campus da Universidade de Edimburgo são cerca de 40% veganos ou vegetarianos, de acordo com o diretor de sustentabilidade da universidade, Dave Gorman. Gorman revelou ao Telegraph que a universidade quer aumentar esse número para 50%.

A Universidade de East Anglia, a Universidade de Ulster e algumas faculdades em Cambridge e Oxford participam da campanha “Segundas-feiras Sem Carne. A iniciativa também chegou aos Estados Unidos; todas as escolas públicas da cidade de Nova York – o maior sistema de escolas públicas do mundo – atualmente se dedicam ao movimento “segundas-feiras sem carne”.

A estratégia que das escolas de Nova York, ao oferecer aos alunos cafés da manhã vegetarianos e almoços todas as segundas-feiras, foi adotado para melhorar a saúde dos estudantes.

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Cachorro surdo reencontra família após ficar desaparecido por 10 anos

Snoopy voltou para casa após ficar 10 anos desaparecido. Encontrado na rua, surdo, ele foi resgatado e teve a chance de reencontrar sua família uma década depois do dia em que fugiu. O caso aconteceu em Curitiba, no Paraná.

O cão, que ficou conhecida como Fumaça por ser um pouco bravo, foi encontrado pela consultora comercial Karina Bremm. Ele estava deitado dentro de uma poça de água no meio da rua, no bairro Marinoni, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba.

Foto: Arquivo pessoal/Karina Bremm

“Eu estava passando de carro quando vi o cachorro. Quase atropelei ele, buzinei, fiz de tudo e nada. Parei o carro e tentei chamar para tirá-lo da rua, mas percebi que ele era surdo”, contou ao G1. Karina pegou ração no carro e usou o alimento para atrair o cão e colocá-lo no veículo.

“Chegando em casa não sabia o que fazer e, como tenho gato, ficou complicado. Decidi, então, publicar nas redes sociais que havia encontrado o cão. Ainda na internet, encontrei uma pessoa que me indicou um hotel para abrigá-lo”, explicou Karina.

Após levar o cão para o hotel, ela continuou procurando o tutor do animal por meio das redes sociais. Karina acreditava que não conseguiria encontrar um novo lar para o cachorro porque ele é idoso e bravo.

Na semana passada, quando completou um mês e meio do resgate de Snoopy, um homem enviou uma mensagem para Karina no Facebook afirmando que o cachorro poderia ser o cão que fugiu da casa dele há 10 anos.

“Ele perguntou: ‘É macho?’. Falei que era. Aí ele me perguntou como que eu tinha resgatado, e ele, emocionado, me disse: ‘Nossa, minha família morou nesse bairro há muito tempo. Pelas características que você falou, é ele. É o Snoopy’. E eu senti verdade na fala dele”, relatou Karina.

Karina disse que Snoopy rosnava até quando ofereciam comida para ele, mas que entrou imediatamente dentro do carro do tutor assim que o viu.

“Quando o tutor pegou na corrente, ele já foi andando do lado. Reconheceu mesmo, e aí vimos que era real a história. Eles abriram a porta do carro, e ele já entrou, como quem diz: ‘Achei finalmente a minha família’. Foi tão lindo”, disse.

O tutor de Snoopy, que preferiu não ser identificado, contou que a família acreditava que nunca mais veria o cão.

Foto: Arquivo pessoal/Karina Bremm

“Ele e outro cachorro que tínhamos fugiram há dez anos, quando meu filho tinha poucos meses de vida. Um dos cães voltou, mas o Snoopy, não. Na época, não tinha redes sociais, nem nada, então perdemos ele mesmo”, disse.

O homem disse ainda que só viu a publicação da Karina no Facebook porque um outro cão apareceu na frente de sua casa e ele decidiu divulgar o caso na rede social.

“É engraçado, né? Parece coisa de Deus, era para ter esse reencontro. Eu vi que era ele pelos traços familiares, pelo olhar, mesmo estando com os pelos mais brancos”, explicou. De acordo com o rapaz, a mãe de Snoopy fez parte da família por muito tempo.

Atualmente, a família do cão mora no bairro Sítio Cercado. “O Snoopy morou 11 anos conosco, então agora deve ter 21 anos, é bem velhinho. Talvez tenha voltado para se despedir mesmo. Ele está meio mal, deve ter sofrido muito enquanto estava na rua. Eu duvido que ele tenha morado com outra família justamente por causa da sua personalidade forte”, concluiu o tutor.


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Homem mata cão com golpe de foice após animal comer galinha no Paraná

Um homem de 70 anos foi detido na segunda-feira (12) após matar um cachorro com golpes de foice em Ponta Grossa (PR). Ele afirmou, segundo a Guarda Municipal (GM), que o animal era da família e foi morto porque estava comendo galinhas que vivem na propriedade da irmã dele.

Imagens registraram a agressão (Foto: Guarda Municipal/Divulgação)

A Guarda Municipal foi acionada pela filha do acusado e um boletim de ocorrência foi registrado. As informações são do G1.

Ao chegar no local, os guardas descobriram que o cachorro já havia sido enterrado. O homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Ponta Grossa e foi liberado após prestar depoimento.

Aos policiais, o homem contou que não conseguia ter um cachorro que matava galinhas porque gastou dinheiro para tê-las. De acordo com a Polícia Civil, o acusado demonstrou que não sabia que matar o cão era errado. Ele responderá pelo crime de maus-tratos a animais.

Por meio de rede social, o prefeito Marcelo Rangel (PSDB) afirmou que a Prefeitura de Ponta Grossa vai autuar o homem por crime ambiental.

A Guarda Municipal informou que 193 casos de maus-tratos foram registrados em 2019 na cidade.


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Mula resgatada após ser abandonada é adotada e recebe muito carinho

Floretina, ou Flor, é uma mula que conheceu o sofrimento de perto. Ela foi abandonada no Centro de Laranjal Paulista (SP). Com um problema crônico em uma das patas e anemia, ela foi descartada como se fosse um objeto descartável. Seu destino, no entanto, sofreu uma reviravolta e teve um final feliz. Recentemente, já recuperada, Flor foi adotada e agora vive cerca de carinho e cuidados.

Foto: Reprodução/TV TEM

Em março, quando foi resgatada, Flor recebeu lar temporário na casa da aposentada Yeda Anis Salomão durante quatro meses e passou por tratamento veterinário. Com a ajuda da protetora de animai Sueli Aparecida, a mula se recuperou e foi viver em um sítio em Pereiras, cidade vizinha.

“Quando ela chegou na nova casa foi a coisa mais linda. Ela deitava e rolava na terra”, disse a protetora animal, em entrevista à TV TEM.

No local, outros três cavalos e uma égua fazem companhia para Flor. Todos eles vivem em paz no sítio, sem que sejam explorados, maltratados, montados ou domados.

“É como se fosse um spa. Ela está recebendo muito carinho. Aqui ela vai pastar, se alimentar e terminar os dias dela aqui, sem ninguém judiar dela”, afirmou a tutora da mula, a empresária Sueli Renosto dos Santos.

Foto: Reprodução/TV TEM

Foto: Reprodução/TV TEM


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Cachorro explorado pela PM para procurar vítimas morre em Ribeirão Preto (SP)

Uma briga entre cachorros matou Apache, um cão explorado pela Polícia Militar para busca de vítimas. O animal morreu na sexta-feira (9), em Ribeirão Preto, após ser mordido no pescoço. A morte aconteceu devido ao rompimento de uma artéria.

Foto: Reprodução/EPTV

O cachorro esteve envolvido nas buscas pelo menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que foi morto em novembro de 2013. O caso repercutiu nacionalmente.

Da raça bloodhound, Apache tinha 8 anos e tinha, enfim, se libertado da exploração promovida pela polícia no ano passado, quando foi adotado pelo treinador, o cabo da PM Ataíde Andrade dos Santos.

“O que o ocorreu foi inesperado, pois a gente espera que eles vão embora velhinhos. Mas, aí, acontece esse incidente, e é muito triste”, declarou Santos. O corpo do cachorro foi enterrado nas proximidades do canil no batalhão da PM em Ribeirão.

Exploração animal

Os cachorros do canil da Polícia Militar são explorados para benefício humano. Exploração, é importante frisar, independe de maus-tratos. Um animal não precisa ser maltratado para ser explorado, basta que ele seja forçado a realizar atividades anti-naturais em prol de terceiros, como aconteceu com Apache.

Cães da polícia são obrigados a aprender comandos anti-naturais para executá-los em benefício dos seres humanos. Muitos deles são colocados em situação de risco – como acontece em operações de combate ao tráfico. O faro aguçado desses animais existe para que eles usem esse faro para a própria sobrevivência deles, não para que isso seja visto como um item a ser desfrutado por humanos.

Animais existem por propósitos próprios e não podem ser tratados como objetos a serviço dos seres humanos.


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Cachorro recém-operado ganha presente especial da tutora para se recuperar melhor

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Barley é um cãozinho da raça golden retriever que vive em Amsterdã, na Holanda com suas duas pessoas favoritas, Zita Butler e Marc Wisselo.

Mas há outro indivíduo que é muito importante para Barley – mesmo que ele seja um objeto inanimado.

E isso é simplesmente adorável.

Fluffy é um brinquedo de pelúcia que se parece com o Barley a quem ele se apegou muito.

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Barley e Fluffy estão juntos desde que o cachorro veio morar com sua família.

“Uma semana antes de Barley chegar em casa, estávamos no mercado e notamos todos aqueles golden retrievers de pelúcia empilhados nas prateleiras”, disse Butler e Wisselo ao The Dodo por e-mail. “Nós pensamos que seria divertido para Barley ter um amiguinho. Ele está totalmente apaixonado por seu mini-eu”.

Fluffy é uma parte importante das atividades de Barley todos os dias: “Eles saem para passear juntos, eles relaxam juntos, eles dormem um ao lado do outro. Eles até fazem xixi juntos”, disse Butler e Wisselo. “Muitas vezes você só encontra os dois dormindo juntos no sofá ou assistindo TV.”

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Fluffy também participa de grandes aventuras: “Com certeza Fluffy deve se juntar a nós em nossas férias”, disse Butler e Wisselo. “Até agora, Barley e Fluffy exploraram a Holanda, Bélgica, França e Alemanha. Marc construiu um ‘bakfiets’ especial (uma bicicleta holandesa especial que os pais usam para transportar seus filhos) para Barley, para que ele possa viajar conosco por todo o país”.

Mas nem tudo na vida de um filhote é diversão e brincadeira – e qualquer um que já tenha levado um cachorro ao veterinário para ser castrado sabe disso muito bem.

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Então, quando Barley chegou em casa após ser castrado algumas semanas atrás, usando seu “cone da vergonha”, ele parecia completamente infeliz e longe da sua aparência normal e alegre de sempre.

Barley estava irritado com o objeto estranho e tentava remover o cone a qualquer custo.

Mas então as pessoas favoritas de Barley tiveram uma ideia brilhante.

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Se Fluffy já fazia todo o resto com Barley, ele também poderia passar pelo cone da vergonha com ele.

“Ele parecia tão triste e nos sentimos tão mal por ele que colocamos um “coned a vergonha” em Fluffy também”, disse Butler e Wisselo. “Isso definitivamente melhorou o humor de Barley.”

Fluffy ajudou Barley a passar aquela semana no cone.

“Foi a coisa mais doce ver Barley cuidando de Fluffy”, acrescentou Butler e Wisselo. “Ambos se recuperaram e estão indo bem.”

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Agora que eles estão totalmente recuperados, Barley e seu “mini-eu” estão de volta aos seus velhos truques, com as pessoas favoritas de Barley competindo com a atenção de Fluffy por Barley.

Mas e se algo acontecer com o Fluffy? E se ele se perdeu ou sofreu um “acidente”?

“Temos dois Fluffies em casa, para o caso de perdermos um deles”, disse Butler e Wisselo, acrescentando que eles lavam os dois Fluffies com frequência para ficarem frescos.

“Devemos uma viagem à loja em breve para comprar mais”, disse Butler e Wisselo. “Seria um desastre se a IKEA interrompesse a linha – a cevada ficaria muito chateada!”

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Gatinha abandonada na porta do abrigo fica soterrada pela neve

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Donald Czyzyk estava dirigindo pelo caminho até seu trabalho na Happy Tails Humane Society, em Illinois, nos Estados Unidos semana passada, quando viu algo estranho na porta do abrigo.

Perto da entrada da garagem, havia uma caixa de plástico de transporte de animais domésticos no meio enterrado na neve. A caixa parecia estar completamente cheia de gelo, provavelmente por ter neve jogada sobre ela por algum arado de passagem que limpou a estrada.

Mas então Czyzyk chegou mais perto – e viu uma orelha. Havia um animal dentro da caixa de transporte, quase que completamente enterrado na neve.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Czyzyk, que é assistente de veterinário do abrigo, imediatamente correu e começou a cavar a até a caixa, preocupado que quem estava lá dentro tivesse sido congelado ou sufocado pela neve pesada.

Uma vez que ele alcançou a caixa de transporte e conseguiu tirá-la da neve, Donald correu para dentro e começou desesperadamente a retirar mais neve que estava agora dentro do caixa. E então ele finalmente a viu: uma pequena gatinha cinzento emergiu do fundo da caixa, pingando pedaços de neve e gelo.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Ela estava viva.

“Ela não tem nenhum ferimento”, disse Czyzyk ao The Dodo. “Mas ela estava encharcada e fria.”

Não está claro por quanto tempo a gata esteve do lado de fora do abrigo na neve – mas ela teve muita sorte que a caixa transportadora ainda estava visível da estrada no momento em que Czyzyk passava.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Depois de sua sobrevivência milagrosa, a equipe de resgate decidiu nomear a gata de Winter (inverno, na tradução livre).

Depois que ela se aqueceu, sua personalidade maravilhosa começou a brilhar. “Winter é muito extrovertida, engraçada e cheia de personalidade”, disse Czyzyk. “Ela adora esfregar a cabeça nas coisas e andar pelo quarto.”

Como tem cerca de um ano de idade e boa saúde, Winter conseguiu encontrar uma casa imediatamente com uma família local. Ela vai para seu novo lar neste fim de semana.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Por enquanto, Winter esta quentinha, bem alimentada e confortável – e nunca mais terá que se preocupar se ela é amada ou em ser abandonada.

Embora não haja pistas até agora sobre quem abandonou Winter, o abrigo está oferecendo uma recompensa para quem apresentar os detalhes pertinentes sobre o caso.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Enquanto isso, Czyzyk e a equipe estão muito contentes por Winter estar recebendo o final feliz que ela merece – e que ela nunca mais será abandonada novamente. “Ela está indo para um lar com um casal muito bom e um cachorro, que o abrigo conhece pessoalmente há muitos anos”, disse ele.

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Gata grávida fica paraplégica após ser alvejada por tiro de arma de pressão

Uma gata grávida ficou paraplégica após ser baleada, na semana passada, em Ipirá, na Bahia. Uma arma de pressão foi usada para ferir o animal. Encontrada se arrastando na rua, a gata foi resgatada pela Associação de Proteção dos Animais de Ipirá.

Foto: Divulgação

Não se sabe quem atirou contra o animal, que aparenta não ter tutor. “Uma amiga estava passando pelo local, fez as imagens e nos pediu ajuda. Nas imagens era possível ver o animal se contorcendo de dor e, devido ao ferimento, não conseguia se levantar, se arrastava e babava muito. De início chegamos a pensar que a gatinha tivesse sido atropelada”, comentou uma representante da entidade ao portal Tribuna da Bahia.

Socorrida, a gata foi levada para uma clínica veterinária em Feira de Santana. No local, ela foi submetida a exames de raio-x e ultrassom que constataram a presença de balas no corpo dela, além da gravidez.

O médico veterinário Erivaldo Nogueira, do Hospital Medical Pet, para onde a gata foi levada, explicou que a bala que deixou o animal paraplégico atravessou a coluna e ficou alojada dentro da lombar.

Foto: Divulgação

Na clínica, a gata recebeu o nome de Nala. Ela está se recuperando, mas ainda corre risco de sofrer uma hemorragia. Novos exames de ultrassonografia serão realizados nos próximos dias para que, depois, a gata possa ser submetida a uma cesárea, já que no estado dela o parto normal não será possível.

A entidade que resgatou Nala pede ajuda para arcar com os gastos do tratamento veterinário. A Associação de Proteção dos Animais de Ipirá aceita doações de fralda tamanho PP, sachês e ração, além de quantias em dinheiro para ajudar a quitar a dívida na clínica veterinária. A ONG sobrevive de doações e atualmente sofre com a falta de recursos para manter os animais resgatados.

Interessados em ajudar devem entrar em contato com os voluntários da entidade através do Instagram.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação


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