Golfinho com feridas nas nadadeiras é encontrado morto em Macaé (RJ)

Um golfinho foi encontrado morto em Macaé, no interior do Rio de Janeiro. O corpo foi localizado no domingo (4) na Praia da Barra.

Foto: Yasmin Manhães/arquivo pessoal

Pessoas que passavam pelo local encontraram o animal marinho e entraram em contato com o CTA – Serviço de Meio Ambiente. A empresa encaminhou o corpo para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos de Araruama. O animal será submetido à necrópsia.

Yasmin Manhães foi uma das pessoas que encontrou o animal. Segundo ela, o golfinho tinha ferimentos nas nadadeiras. As informações são do portal G1.

A empresa afirmou que, após a necrópsia, será possível determinar se os ferimentos foram ocasionados antes ou depois da morte e descobrir se eles são resultados de predação e decomposição do corpo.

A causa da morte do animal ainda não foi divulgada pelo CTA.


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Apresentador André Marques é criticado após postar foto com polvo morto

O apresentador André Marques foi criticado após publicar uma foto segurando um polvo que foi morto para consumo humano. Internautas ficaram chocados com a triste imagem do animal sem vida.

Foto: Reprodução/Instagram/@euandremarques

“Acredite se quiser. Esse polvo português pesou 6,7 kg que o amigo Luiz Fernando Albuquerque trouxe! Então… vamos comer!”, escreveu André.

Animais explorados para consumo, como o polvo exibido pelo apresentador, são submetidos a intenso sofrimento para que sejam mortos. Além disso, eles têm o direito à vida usurpado a troco de poucos minutos de satisfação para o paladar humano. E foi essa realidade que levou internautas a criticarem a foto publicada por André Marques.

“Ele poderia estar em seu habitat tranquilo”, escreveu um internauta.”Sim, os inocentes que morrem todo dia também!”, respondeu o apresentador, deixando claro que não se importa com o sofrimento do polvo.

A resposta de André foi dada para tentar justificar o ato de matar um animal para consumo, mas não justifica. Isso porque inocentes morrerem não dá a ninguém o direito de tirar vidas. Inocentes morrem, de fato, todos os dias, mas essa realidade deve ser encarada apenas para ser combatida, jamais para ser usada como uma desculpa torpe para infligir sofrimento aos animais.

Foto: Reprodução/Instagram/@euandremarques


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Filhote de baleia é encontrado morto em praia em Santa Catarina

Um filhote de baleia-franca-austral foi encontrado morto na sexta-feira (2) na Praia do Sul, em Laguna (SC). Uma necrópsia irá investigar as causas da morte.

Foto: PMP-BS/ Udesc

O corpo foi avaliado por uma equipe técnica e veterinária. A avaliação obedeceu aos protocolos da Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca (APA) da baleia franca. As informações são do G1.

De acordo com o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), trata-se do primeiro registro de encalhe na região de uma baleia-franca-austral em 2019. O animal era uma fêmea.

Ao encontrar um animal marinho nas praias da região, morto ou vivo, a pessoa deve ligar para o número 0800 642 3341.

Quando o animal é encontrado morto, estudos são feitos para identificar as causas da morte e também para propor ações de proteção ao restante da fauna marinha da região. Se o animal estiver vivo e debilitado, ele recebe tratamento veterinário e, após se recuperar, é devolvido à natureza.


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Uma das maiores águas-vivas que habitam o oceano é vista na Inglaterra

Uma água-viva gigante, da espécie água-viva-barril (Rhizostoma pulmo), foi encontrada no litoral de Falmouth, em Cornualha, na Inglaterra. Trata-se de uma das maiores espécies de água-viva existentes no oceano.

Imagem: Dan Abbott/Wild Ocean Weekregistr

Do tamanho de uma pessoa adulta, a água-viva foi vista pela bióloga e mergulhadora britânica Lizzie Daly durante a gravação de um programa da BBC para vida selvagem.

O encontro da mergulhadora com o animal marinho foi descrito por ela como “de tirar o fôlego”. Lizzie publicou uma foto, nas redes sociais, na qual aparece ao lado da água-viva. A presença da mergulhadora na imagem faz com que seja mais fácil reconhecer o porte do animal ao compará-lo ao tamanho da bióloga.

“Que experiência inesquecível. Eu sei que a água-viva barril fica muito grande, mas eu nunca vi nada parecido antes”, disse Lizzie, que classificou a experiência como a melhor que ela já teve.

Apesar de ser uma das maiores águas-vivas encontradas no oceano, a água-viva-barril não costuma ultrapassar um metro de extensão, nem pesar mais de 25 quilos.


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Filhote de baleia é levado para alto mar após se perder no litoral de SP

Um filhote de baleia-jubarte foi encontrado no canal de navegação do Porto de Santos, no litoral de São Paulo. Resgatado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em conjunto com o Ibama, Instituto Gremar, Companhia de Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e Marinha do Brasil, o animal foi encaminhado para alto mar na segunda-feira (17).

Foto: Reprodução/Monster Fish

O ICMBio afirmou que foi usado um sonar para atrair o mamífero para alto mar. O animal havia sido visto nas proximidades da costa de Santos no último domingo (16). As informações são do G1.

As atividades do canal portuário foram interrompidas por aproximadamente duas horas para que o filhote fosse retirado do local. Embarcações que estavam no local foram alertadas para manter distância do animal e evitar contato com ele, já que isso poderia assustá-lo, fazendo com que voltasse para o interior do canal.

A presença de baleias-jubarte na proximidade da costa é normal nesta época do ano, segundo o Instituto Gremar, responsável por resgatar e reabilitar animais marinhos na região. Segundo a instituição, as baleias procuram águas quentes entre julho e novembro para que possam se reproduzir.

A recomendação é de que, ao avistar animais marinhos, as embarcações fiquem a, no mínimo, 100 metros de distância deles.


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Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica

Hoje (16), no Dia Internacional da Tartaruga Marinha é válido refletir sobre a realidade da espécie e de que forma estamos afetando esses animais. De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), há uma estimativa de que entre 4 e 12 milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos a cada ano.

Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação da tartaruga (Fotos: Getty/Reuters/WAP/Sea Shepherd)

E o problema é que no mar o plástico vira uma armadilha para as tartarugas marinhas, sendo confundido com alimento ou aprisionando espécies, a exemplo de pedaços de redes de pesca que se enroscam em seus corpos podendo levá-las à morte.

Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação das tartarugas, fazendo com que morram por inanição, já que provoca lesões no trato gastrointestional e libera toxinas em seus organismos.

Só em 2018, 280 tartarugas morreram por ingestão de lixo nos Lençóis Maranhenses, situados a 265 quilômetros da capital São Luís. É um número surpreendente, porque representa mais do que o triplo de 2015, quando morreram 80 tartarugas em decorrência do mesmo problema.

Na região, há um acúmulo de lixo proveniente de 19 países. E o agravante é que em contato com a água e a radiação do sol, materiais descartados como garrafas, tampas e outros objetos plásticos dão origem ao microplástico.

E o que dificulta ainda mais a situação é que esse material não é visto a olho nu, mas ainda assim pode incorporar agentes contaminantes como metais pesados, que se incorporam às células do animal.

As tartarugas ingerem o microplástico ao confundirem o material com alimentos e, como consequência, além da morte de muitos animais, isso interfere no comportamento reprodutivo das espécies.

A pesca fantasma é outro problema grave, já que redes, linhas e armações de pesca são equipamentos que se transformam em armadilhas para as tartarugas. Inclusive são responsáveis por ferir, mutilar e matar centenas de milhares de animais de diversas espécies a cada ano.

Por bem, no Brasil, o Projeto de Lei do Senado (PLS 263/2018), que prevê proibição do uso de canudos e sacolas plásticas, além de microplásticos em cosméticos, está caminhando para aprovação.

Embora não resolva completamente o problema, já significa grandes ganhos em um país que é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, com produção anual de 11,3 milhões de toneladas. Desse total, apenas 1,28% é reciclado. O plástico derivado do petróleo pode levar mais de 300 anos para se decompor contra o plástico biodegradável que requer 30 a 180 dias.

O descarte incorreto provoca a poluição do solo e da água, além da morte de animais por engasgamento ou enroscamento. Os microplásticos contidos nos cosméticos também demoram para se degradar e se acumulam nos rios e oceanos – gerando impacto no ciclo de vida e na cadeia alimentar dos animais.

Fonte: Vegazeta

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Tubarão da espécie mais rápida do mundo aparece morto em praia de SC

Um tubarão da espécie anequim (Isurus oxyrinchus), conhecida por ser a mais rápida do mundo e por ter uma das mordidas mais fortes que existe, foi encontrado morto, nesta quarta-feira (6), em uma praia no município de Itapema, em Santa Catarina.

Foto: Reprodução / NSC Total

A aparição do anequim na costa catarinense é rara e, quando é registrada, segundo o professor Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Univali, é relacionada a animais juvenis. Na fase adulta, os anequins podem medir mais de três metros de comprimento. As informações são do portal NSC Total.

“São muito grandes e poderosos, muito fortes. É o tubarão mais rápido que existe e um dos que possui maior força na mordida, é da família do tubarão-branco”, diz Soto.

O professor explicou que esses animais costumam ser vítimas da pesca de espinhel de fundo, realizada longe da costa para captura de animais marinhos como atuns, meças e tubarões-azuis. A pesca somada ao fato de que o anequim tem poucos filhotes – dois, no máximo, a cada ninhada -, a espécie passou a ser considerada vulnerável.

O anequim seria observado por funcionários do Museu Oceanográfico, mas o corpo dele desapareceu. Não há informações sobre quem retirou o tubarão da praia.

Na terça-feira (4), um tubarão semelhante foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em Itapema enquanto se debatia na arrebentação. Ele foi devolvido ao mar. Não se sabe, no entanto, se é o mesmo animal encontrado morto no dia seguinte.

O museu orienta a população a entrar em contato com a própria fundação ao encontrar animais marinhos, mortos ou vivos, nas praias, pelo telefone (47) 992455218. Nesses casos, é possível também acionar a equipe do Projeto de Monitoramento de Praias (PMP) através do número 08006433341.


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Avistamento raro: baleia-cinzenta albina é encontrada na costa do México

Uma baleia-cinzenta albina, considerada rara, foi avistado na Baja California, península do México. Não havia registros de avistamento deste animal desde 2008.

A baleia foi vista pelo instrutor de mergulho Manuel González. Ele fazia um passeio de barco com amigos em Magdalena Bay quando viu o animal. As informações são da Revista Galileu.

Baleia-cinzenta albina Galón de Leche (FOTO: NATIONAL COMISSION OF NATURAL PROTECTED AREAS/GOVERNMENT OF MEXICO)

“No começo, pensamos que poderia ser uma baleia-cinzenta muito esbranquiçada, mas, neste caso, é 100% albinismo”, disse González ao jornal Daily Mail.

Para o instrutor de mergulho, encontrar a baleia albina foi um sonho realizado. “Quando a encontrei, não acreditei que o meu sonho havia se tornado realidade. Vi animais albinos apenas em fotos, documentários e artigos de ciência, mas eu sempre pensei que gostaria de observar para valer algum dia”, contou.

O albinismo é uma condição genética em que o organismo não produz melanina. No mundo animal, casos já foram registrados, por exemplo, em orangotangos, pinguins, zebras e girafas, mas trata-se de uma condição rara em animais.

O oposto do albinismo é o melanismo. Animais com esta condição tem excesso de pigmento escuro. O melanismo ocorre, na maior parte das vezes, em grandes felinos, como onças.

De acordo com o portal IFL Science, há registros de avistamento de uma baleia-cinzenta albina em 2008. O animal visto na época, no entanto, era um filhote. Ele foi apelidado, de forma carinhosa, de Galón de Leche (Galão de Leite, em tradução livre).

Um ano antes, em 2007, outra baleia-cinzenta albina foi flagrada, desta vez, ao lado e um filhote, também albino, que recebeu o nome de Costalito de Sal (Pequeno Saco de Sal, em tradução livre).

Os pesquisadores não souberam afirmar se a baleia vista pelo instrutor de mergulho é Galón de Leche ou Costalito de Sal.