Aplicativo incentiva crianças a preservar as espécies ameaçadas de extinção

Foto: Sky News

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O aplicativo Seek ajuda os usuários a identificar uma espécie da vida selvagem, ao filmá-la em um smartphone.

Espera-se que a tecnologia incentive os jovens a se envolverem mais com a natureza e descobrirem mais sobre os insetos, plantas e animais que vivem ao seu redor.

As informações coletadas no aplicativo podem ser enviadas para um banco de dados global para ajudar os cientistas a mapear espécies diferentes em todo o mundo.

Imogen, de 9 anos, encontrou bichos-de-conta, bicha-tesoura e aranhas em seu playground da escola usando o aplicativo.

Foto: Sky News

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Ela disse: “É realmente emocionante porque se você tirar uma foto de uma flor, o app diz que tipo de flor é aquela.

“Você aprende o que as espécies são, passa a saber mais sobre elas, para que você possa tentar protegê-las caso elas sejam raras ou ameaçadas de extinção.”

Mais de um milhão de espécies de animais e plantas estão em risco de extinção, segundo um importante relatório da ONU divulgado recentemente.

A pesquisa, publicada no mês passado, descobriu que a natureza está em um declínio contínuo a uma velocidade nunca antes vista.

O professor Alexandre Antonelli, diretor de ciência da Kew Gardens, diz que envolver crianças “será essencial para proteger nosso planeta”.

Foto: Sky News

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Ele acrescenta: “A biodiversidade é essencial para medicamentos, a comida que comemos, os materiais que usamos.

“É muito importante expor as crianças à natureza desde a mais tenra idade, porque se os pais e educadores fizerem isso, elas também entenderão não apenas a natureza como um todo, mas também as diferentes espécies.

“Ao fazer isso, as crianças também se envolvem mais na biodiversidade e com a natureza e também trabalharão para proteger o fauna e a flora, porque eles serão os tomadores de decisão no futuro.”

Colin Buttfield, da WWF, diz que a tecnologia será fundamental para envolver os jovens nas questões que afetam o planeta.

Foto: Sky News

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“Somos a primeira geração de pessoas a saber o impacto do que estamos criando no planeta e a última que tem a chance de fazer algo a respeito”, disse ele.

“Os jovens estão exigindo cada vez mais que nossos líderes tomem medidas para proteger a Terra”.

“Recursos como o aplicativo Seek são vitais para ajudá-los a aprender mais sobre as maravilhas do nosso mundo natural e fazer parte dos esforços científicos para entender o impacto e a responsabilidade que teos em relação ao meio ambiente”.

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Universitários desenvolvem aplicativo para combater caça de animais e são premiados

O trabalho intitulado “Curupira: ferramenta tecnológica de fiscalização participativa sobre ações ilícitas contra a fauna”, de autoria dos discentes Nilton Teixeira Brito Junior, Pablo Oliveira de Araújo Costa e Wellyson Vieira Dias do docente Bruno Pralon, foi contemplado com o Prêmio “Profa. Dra. Laíse de Holanda Cavalcanti Andrade” no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí em 1º lugar dentre os trabalhos apresentados na modalidade oral. O evento foi promovido pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e realizado entre os dias 20 e 22 de junho no Campus Ministro Reis Velloso em Parnaíba/PI.

Foto: Reprodução / UFPI

O trabalho apresentado no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí foi submetido para divulgar o aplicativo Curupira criado pelos discentes da UFPI, Campus Ministro Petrônio Portella em Teresina/PI, com o objetivo de permitir que as pessoas realizem denúncias de crimes contra animais silvestres e domésticos no estado do Piauí. A equipe que desenvolveu o aplicativo é formada pelos discentes Daniele Tertulino dos Santos, Nilton Teixeira Brito Junior, Joanara Aryelly de Sousa Oliveira, Pablo Oliveira de Araujo Costa e Luiza Ester Alves da Cruz do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e Pedro Ivo Soares Barbosa e Wellyson Vieira Dias do curso de Bacharelado em Computação da UFPI.

Segundo os estudantes, a ideia de criar o aplicativo nasceu durante o desenvolvimento de uma atividade da disciplina voltada para educação ambiental ministrada pelo professor Bruno Pralon e, posteriormente, o professor Wedson Medeiros juntou-se a equipe para finalizar o desenvolvimento do aplicativo. O aplicativo é o primeiro do tipo na América Latina e vai facilitar envio de denúncias sobre crime ambiental.

O aplicativo Curupira deve estar disponível para celulares com sistema operacional Android no segundo semestre de 2019 e o usuário poderá denunciar casos de crimes de caça, cativeiro e maus-tratos contra animais silvestres e ainda especificar que tipo de animais estão sendo alvo dos criminosos. O aplicativo terá um link direto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e o denunciante que poderá enviar fotos, informações detalhadas e a localização geográfica através do GPS do Smartphone. Importante destacar que as informações do denunciante serão sigilosas.

Fonte: UFPI


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China desenvolve aplicativo de reconhecimento facial para preservar pandas

A China desenvolveu um aplicativo de reconhecimento facial de pandas gigantes. O programa foi criado, segundo especialistas, para monitorar a vida desses animais e promover a preservação da espécie.

(Foto: Pixabay)

De acordo com entrevista concedida à agência chinesa Xinhua News pelo pesquisador do Centro de Pesquisa e Conservação da China para Pandas Gigantes, Chen Peng, “o aplicativo e o banco de dados nos ajudarão a coletar informações mais precisas e completas sobre a população, distribuição, idade, proporção de gênero, nascimento e pandas selvagens, que vivem em montanhas profundas e são difíceis de rastrear”.

Um censo realizado em 2014 pelo governo chinês concluiu que menos de 2 mil pandas gigantes vivem na natureza na China. Eles habitam três províncias localizadas no oeste do país. As informações são da revista Galileu.

Assim como outros programas de reconhecimento facial, o aplicativo voltado aos pandas foi criado com base em um enorme banco de dados de fotos desses animais. Para configurar o algoritmo, cerca de 120 mil fotos e 10 mil vídeos foram utilizados. Vários elementos-chave, como a forma da boca, o tamanho das orelhas e as marcas ao redor dos olhos são analisados pelo algoritmo para a identificação dos pandas.

(FOTO: XINHUA NEWS)

“Você não precisa mais se preocupar em deixar os pandas irritados chamando-os pelo nome errado”, brincou a Base de Pesquisa de Reprodução do Panda Gigante de Chengdu, em publicação feita na rede social chinesa Weibo.

O uso do reconhecimento facial como forma de identificar animais não é, no entanto, algo novo. A tecnologia também tem sido utilizada para preservar ursos e lêmures, além de monitorar animais em fazendas.


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Universitários criam aplicativo para denunciar crimes contra animais silvestres

Universitários dos cursos de Biologia e Computação da Universidade Federal do Piauí (UFPI) desenvolveram um aplicativo para denunciar crimes cometidos contra animais silvestres no Piauí. Em fase de registro, o programa deve estar disponível para celulares com sistema operacional Android no segundo semestre de 2019.

Foto: Arquivo Pessoal/ Wedson Medeiros

Batizado de Curupira – o personagem folclórico que protegia os animais dos caçadores na floresta -, o aplicativo receberá denúncias de casos de caçadores de animais silvestres. Através dele, será possível enviar fotos, informações e a localização geográfica através do GPS do celular.

O professor Wedson Medeiros, orientador dos alunos que desenvolveram o projeto, explicou que haverá um link direto ligado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA). O anonimato na hora da denúncia é garantido. As informações são do G1.

“O aplicativo tem a vantagem de aumentar a precisão das denúncias, já que dispõe de recursos como o geo posicionamento e as fotos”, comentou o professor.

O aplicativo foi feito para uma disciplina de educação ambiental. Além dos crimes de caça, será possível também denunciar maus-tratos a animais silvestres e cativeiro. No aplicativo, o denunciante poderá especificar que tipo de animal está sendo alvo de criminosos.

Foto: Arquivo Pessoal/ Wedson Medeiros

Espécies como tatu, tamanduá-mirim e algumas aves são as principais vítimas da caça para alimentação no Piauí, segundo o professor Wedson. Papagaios, araras, periquitos e pássaros canoros também são caçados, mas para serem traficados e aprisionados em cativeiro.

Uma reunião foi feita entre os universitários e técnicos do Ibama. Segundo o professor, o aplicativo deve ser testado por eles nos próximos meses. “Eles estão otimistas sobre as perspectivas que o aplicativo traz, e estão nos dando todo o suporte necessário”, disse o Wedson Medeiros.

Integram o grupo de universitários que desenvolveram o aplicativo Daniele Tertulino, Nilton Teixeira, Joanara Oliveira, Pablo Oliveira, Luiza Ester Alves, de licenciatura em Ciências Biológicas, Pedro Ivo Soares e Wellyson Vieira, do bacharelado em Computação, sob orientação dos professores Wedson Medeiros e Bruno Pralon.

Apple cria aplicativo para dissecação de sapos virtual e pode poupar milhares de vidas

A empresa de tecnologia Apple anunciou o Froggipedia – um aplicativo de realidade aumentada que permite aos usuários dissecar virtualmente rãs – o melhor aplicativo para iPad do ano de 2018.

Foto: Divulgação Apple

Criado pela Designmate, uma empresa indiana dedicada a softwares de aprendizado interativo, o aplicativo amigo dos animais dá aos usuários a capacidade de explorar o ciclo de vida e os detalhes anatômicos dos anfíbios sem causar danos a criaturas vivas.

A Designmate em si é uma empresa de software que está no mercado há 30 anos. O fundador e CEO Captain KJ Brar diz que está desenvolvendo aplicativos iOS desde 2010, e eles imediatamente viram o enorme potencial que o ARKit da Apple oferece aos professores nas salas de aula modernas.

A Froggipedia foi desenvolvida ao longo de duas semanas por oito desenvolvedores da Designmate, trabalhando sob o programa acelerador de aplicativos da Apple. Eles contaram com a ajuda de especialistas da Apple em todo o mundo, além de testar a ajuda e o feedback da sede nos Estados Unidos. As informações são da Índia Times.

Foto: Apple

Os usuários aprendem como um sapo de desenvolve a partir de um ovo unicelular na água para um girino que se metamorfoseia em um sapo. Os usuários podem então dissecar e observar a estrutura complexa dos vários sistemas de órgãos dos animais em um dispositivo da Apple usando um lápis da Apple ou um dedo. Com o avanço da tecnologia, os educadores da Califórnia e de outros estados começaram a usar ferramentas educacionais que não são animais, como aplicativos interativos e programas de computador para ensinar biologia.

Apple e o meio ambiente

A Apple já foi considerada a empresa do ramo da tecnologia mais poluente, segundo relatório do Greenpeace.

Ao longo dos anos, o comprometimento com as questões ambientais mudou e ela recebeu do Greenpeace o certificado de marca de tecnologia mais amigável com o meio ambiente. As informações são do Tec Mundo.

Imagem: Greenpeace

Ao todo, a Apple conseguiu emplacar 83% de eficiência na escala proposta pelo Greenpeace, garantindo nota máxima em quatro dos cinco quesitos do índice de energia limpa. Enquanto a marca recebeu uma avaliação “A” em artigos como transparência, comprometimento com energia renovável, eficiência energética e contratações renováveis, o item “difundir a causa” ficou somente com uma nota “B”.