Cachorro é resgatado após cair em poço de 5 metros de profundidade

Um cachorro caiu dentro de um poço em um terreno baldio na cidade de Araras, no interior de São Paulo. O acidente aconteceu na manhã de terça-feira (1º).

Foto: Beto Ribeiro Repórter

O Corpo de Bombeiros foi acionado e enviou uma equipe ao local para salvar o animal, que não se feriu. As informações são do portal G1.

De acordo com os militares, o acidente aconteceu em um terreno baldio na rua Irmã Diva Patarra, no Jardim Piratininga. O poço tem cinco metros de profundidade.

Para retirar o cachorro do buraco, a corporação precisou usar uma escada. Cinco bombeiros participaram da ação. Não há informações sobre o animal ter ou não um tutor responsável por ele.

Foto: Beto Ribeiro Repórter


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Câmara de Araras (SP) aprova projeto que permite entrada de animais em hospitais

A Câmara Municipal de Araras (SP) aprovou um projeto de lei, em votação realizada na segunda-feira (22), que permite a visita de animais a pacientes internados em hospitais da cidade.

Foto: Divulgação/PUCRS

O texto da proposta determina que a visita só poderá ser feita havendo autorização do médico responsável pelo paciente. Além disso, o animal deverá estar com a vacinação em dia e será preciso apresentar um laudo que ateste as boas condições de saúde e de higiene dele.

O projeto estabelece ainda que o animal seja colocado em caixa de transporte adequada. No caso de cachorros e gatos, será necessário o uso de coleira e guia e, se preciso, de focinheira. As informações são do G1.

As normas e procedimentos de visitas, como tempo e local, deverão ser estabelecidas pelos próprios hospitais, seguindo suas políticas internas.

O projeto de lei segue agora para análise do prefeito, que tem 60 dias para optar pela sanção ou pelo veto.


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Cachorro é adotado e vira ‘funcionário’ de empresa de transporte coletivo

Fubá, esse é o nome do funcionário mais amado do SMTCA (Serviço Municipal de Transportes Coletivos de Araras). O empregado de quatro patas é um cachorro sem raça definida de seis anos adotado pelos servidores da autarquia há mais de três.

Foto: Reprodução / Jornal Cidade

Por lá ele tem várias funções: motorista, fiscal de frota, segurança. Mas a oficial de “registro” no crachá é de segurança patrimonial. Só que a que mais ele se destaca, segundo seu patrão, é em tornar a rotina dos funcionários bem mais agradável.

“Ele é nosso mascote há mais de anos. Traz alegria para o ambiente, descontrai um pouco e a galera gosta muito. Trouxe até mais união para a nossa equipe”, comentou Élcio Rodrigues Júnior, presidente da autarquia.

O cão tem seu próprio cantinho no TCA, mas o que ele gosta mesmo é de ter acesso livre a todos os ambientes da empresa. E tem. As refeições são dadas pelos próprios funcionários por meio de um cronograma. O primeiro a chegar, deve alimentar e abastecer a água do Fubá. Além da alimentação, ele recebe vacina em dia, respeito e muito carinho.

Além de ser um funcionário indispensável para a autarquia, o cachorro também ocupa outras posições. Para Gisele Oliveira da Silva, chefe de limpeza de veículos do TCA, o Fubá é quase que um filho.

Foto: Reprodução / Jornal Cidade

“No começo, quando ele começou a frequentar a garagem, a gente alimentava ele no almoço e ele ia embora. Depois, comecei a vir a noite e trazer jantar para que ele não sentisse fome. A partir disso, ele foi ficando”, disse.

Ainda, de acordo com uma das muitas mães adotivas do cachorro, Fubá foi o responsável por mudar a rotina de trabalho do local, aliviando o dia a dia com seu amor. “Às vezes durante o expediente rola um ‘stress’ ou outro. Mas sempre que olhava, ele estava lá, com o rabinho balançando. O nosso Fubá é um anjo. Somos gratos a Deus por ter ele por perto”, finalizou ela.

Fonte: Jornal Cidade

80% das araras monitoradas fugiram após queima de fogos da virada em MS

Quem anda pelas ruas de Campo Grande já deve ter notado a falta das araras-canindé, que antes da queima de fogos do réveillon, eram facilmente encontradas pela cidade. De acordo com o Instituto Arara Azul, responsável pelo monitoramento das aves na região, cerca de 480 delas ‘fugiram’ da capital em busca de áreas tranquilas, pois ficaram incomodadas com os fogos de artifícios.

Foto: Felipe Bastos/G1 MS

Há quatro dias, as aves ainda não retornaram, o que representa 80% das das araras monitoradas em Campo Grande. Segundo a presidente do Instituto Arara Azul e doutora em meio ambiente, Neiva Guedes, as araras-canindés têm uma audição bem desenvolvida e outros animais que vivem no perímetro urbano, também podem ter sido prejudicados pelo barulho dos fogos.

De acordo com o instituto, em 2018, 180 ninhos das araras foram monitorados. Foram contabilizados 150 nascimentos e a atualmente, a maioria dos filhotes já voaram.

Segundo Neiva, no dia 2 de janeiro deste ano, foram monitorados 21 filhotes e neste mesmo dia, os pesquisadores percorreram toda a cidade e conseguiram observar apenas 6 aves do período da manhã até o escurecer. Em dias normais, cerca de 40 animais poderiam ser vistos na capital.

A especialista ainda explica que um grupo de pesquisadores observaram desde a virada de 2018 e notaram a diminuição das aves na região de Campo Grande nesse período em que é mais comum a queima de fogos. Ela ainda ressalta que a volta desses animais deve ser gradativa, ainda nos próximos dias.

Preservação

O projeto Arara Azul começou em 1989 no Pantanal, onde atualmente 108 ninhos de arara-azul são monitorados, principalmente, durante o período de reprodução, que vai até março. Neiva ressalta que o projeto recebe ajuda de voluntários e moradores que percebem a importância de preservar a natureza e os animais, e também orienta em casos de nascimento de filhotes em casas de moradores.

Para informações, o Instituto Arara Azul atende pelo telefone (67) 3222-1205, pelo site ou pela página no facebook.

Fonte: G1