Passarinho com necessidades especiais recebe sapatos ortopédicos e volta a andar

Foto: California Wildlife Center

Foto: California Wildlife Center

Há muitas pessoas que adoram apreciar e conviver com animais. Mas quando se trata de ajudar, muitas pessoas os ignoram, deixando-os sozinhos. Felizmente, alguns humanos não conseguem permanecer indiferentes a esses animais em necessidade e decidem ajudá-los.

A equipe do California Wildlife Center está acostumada a lidar com animais feridos. Recentemente, eles resgataram um pássaro indefeso que tinha um pé machucado.

Muitos passaram pela ave, sem fazer nada. Mas esse grupo não pensou duas vezes e decidiu ajudar. Eles descobriram que o pássaro era incapaz de andar e não tinha força para se agarrar aos objetos.

Foto: California Wildlife Center

Foto: California Wildlife Center

O problema com esse passarinho era um nó que se formava em seus dedos, algo comum, especialmente nos pássaros mais jovens. Além disso, ele só podia ficar na ponta dos pés, e isso causava a ave desconforto e sofrimento.

O pessoal do centro resolveu este problema de uma forma muito criativa. Eles fizeram pequenos “sapatos ortopédicos” que ajudarão o pássaro a andar! É um tipo de bota de gesso improvisada.

“Geralmente, leva uma semana ou duas semanas para usar a “bota de neve” (nome dado ao sapato por sua forma) até o pé voltar ao normal”, explica Duane Tom, do Centro de Vida Selvagem.

Após o tratamento, o pássaro estará pronto para voar e encantar a todos com suas belas canções.

Ao encontrar um animal ferido ou em necessidade é importante socorrê-lo e prover-lhe os cuidados básicos como comida ou água. No caso de sinais de doença ou ferimento uma visita ao veterinário é de extrema importância.

Animais são vidas, sofrem, sentem, amam e compreendem o mundo como nós.

Não finja que não viu ou vire o rosto, ao ajudar um animal em necessidade, você estará fazendo a diferença em uma vida e o planeta – e os animais – agradecem.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Galinha maltratada e doente passa por uma transformação após conhecer o amor

Animal Justice

Animal Justice

Geoff Regier e alguns outros socorristas estavam resgatando e salvando galinhas de uma fazenda em Abbotsford, British Columbia, Canadá.

A primeira coisa que eles notaram foi o cheiro. Então, pelo brilho das lanternas, conseguiram identificar os pássaros.

Regier se abaixou e pegou no colo uma galinha muito frágil. Até pouco tempo atrás, quando foi resgatada ela estava coberta de fezes e severamente desidratada, disse Regier ao The Dodo.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

“Suas unhas estavam absurdamente grandes e seus pés deformados por terem passado toda a sua vida em pé no chão de uma gaiola de criação de aves em escala industrial”.

“A ave estava tão fraca e magra que foi uma luta para que ela apenas conseguisse manter o equilíbrio e ficar em pé”, acrescentou ele.

Ficou claro para Regier que a pequena galinha sem penas, mais tarde batizada de Penny, não sobreviveria se a deixassem para trás.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

Próximo a ela havia um “ovo gelatinoso” caído no chão, nome dado aos ovos que as galinhas botam sem casca. “Ela estava tão deficiente em cálcio pela intensa produção de ovos que seu corpo tinha feito, que não tinha o cálcio suficiente para produzir uma casca para o óvulo”, disse Regier.

“Com pouco mais de um ano de idade, aquela galinha severamente explorada havia chegado ao fim de sua vida útil para a indústria de ovos”.

Regier imediatamente levou Penny e algumas outras galinhas de aparência doentia ao veterinário. Penny foi colocada em um regime de antibióticos, desparasitação medicamentos e suplementos vitamínicos e de cálcio. Regier tentou limpá-la o melhor que pôde, mas Penny estava fraca demais para suportar um banho completo.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

Depois de alguns dias de descanso em um ambiente especial aquecido, Penny começou a recuperar sua força. Mas a vida na fazenda a deixara com medo das pessoas.

Regier fez o melhor que pôde para ganhar sua confiança – e, quando as penas de Penny começaram a crescer, sua personalidade também floresceu.

“Penny passou de uma galinha medrosa a tolerante a mostrar claramente que preferia minha companhia”, disse ele.

Um ano depois de passar por toda aquela provação, e Penny esta irreconhecível: da galinha careca encontrada no fundo da lama, ela se tornou uma ave plena, bela e garbosa. Mas não é apenas a aparência dela que mudou.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

Penny é obcecada por seu pai e insiste em segui-lo aonde quer que ele vá. Ela até exige compartilhar sua cama, em vez de dormir em um galinheiro como as outras galinhas resgatadas.

“Quando vou para a cama, ela me segue para a cama e dorme lá agora”, disse Regier. “Todas as manhãs, por volta das 7h30, ela começa a espiar para me avisar que está pronta para sair. Quando eu levanto ela me segue para fora do quarto até a porta da frente, que eu abro para deixá-la sair”.

Penny passa seus dias no quintal, socializando com as outras galinhas, tomando banho de sol e arranhando a terra atrás de insetos. Mas quando o pai dela está por perto, Penny nunca fica muito atrás.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

“Se eu chamar o nome dela, ela vem correndo. Se estou trabalhando no quintal, ela está bem ao meu lado “, disse Regier.

“Todas as noites, antes de o sol se pôr, Penny vem até a frente da casa e começa a cacarejar para me avisar que ela está pronta para entrar. Ela vai se sentar ao meu lado no sofá enquanto eu trabalho no meu laptop ou assisto TV. Quando vou para a cama ela segue”.

“Penny ainda fica nervosa com a proximidade de novas pessoas”, ele acrescentou, “mas ela está ganhando confiança a cada dia”.

Pássaro morre estrangulado por corda de balão

Foto: News4/Reprodução

Foto: News4/Reprodução

A praia de Sandbridge Beach no estado de Virginia (EUA) é onde Liz Romero Kibiloski caminha duas milhas todos os dias ao nascer do sol.

“Este é o meu presente, esta é a minha maneira de retribuir”, afirmou.

Seus passeios não são apenas de caminhadas relaxantes e imersão no ar salgado do oceano; cada passo serve a um propósito mais profundo.

“Eu costumo pegar alguns sacos de lixo pelo caminho, os turistas deixam muito para trás”, disse ela.

Plástico é geralmente o que Romero-Kibiloski procura no chão e coleta todos os dias.

“Eu acho plástico, tecido, tudo – até pequenos pedaços de micro plásticos que as aves podem comer”, explicou ela.

Mas no dia seguinte ao Dia das Mães e também um fim de semana cheio de formaturas, ela encontrou muito mais do que apenas plástico.

“A primeira coisa que vi foram três balões enormes”, disse ela. “Então logo depois eu encontrei um ganso-patola do norte (Morus bassanus). Ele tinha uma fita de balão enrolada em seu pescoço e estava morto”.

Essa ave marinha é a maior entre as espécies da família de gansos e é nativa da costa do Oceano Atlântico. Elas se reproduzem na Europa ocidental e na América do Norte. A espécie é listada na Red List da IUCN em um status antes do vulnerável: least concern (menor preocupação).

Um membro da vida selvagem que morreu estrangulado pelos restos esfarrapados de um balão que alguém na intenção de celebrar uma data especial soltou como forma de recordação.

“Fiquei triste ao pensar que alguém soltou o balão imaginando que de alguma forma ele estava indo para o céu, como homenagem ao dia das mães, mas sem sonhar que algo tão belo poderia prejudicar e matar a vida selvagem”, afirmou Lisa.

“É realmente fácil para animais selvagens e animais domésticos confundir balões com comida, é algo que pode ficar preso em suas gargantas”, disse Mike Lawson, da Virginia Beach SPCA.

Ambientalistas afirmam que os balões podem levar anos para se decompor, viajando centenas ou milhares de quilômetros, depois voltando para a terra e causando estragos na vida selvagem.

“Todos somos presenteados com este belo planeta. Não há outro planeta e nem um plano b, e há outras maneiras de lembrar uma data especial, torna-la inesquecível ou homenagear alguém. Experimente criar um cata-vento, plantar um jardim ou dedicar um banco a esta pessoa ou data”, disse Romero.

Lisa encontrou 11 balões na segunda-feira de manhã e espera que eles sejam os últimos que ela venha a encontrar.

As aves, junto com outras espécies, muitas delas marinhas, já são altamente ameaçadas pelos resíduos e lixo plástico que termina no oceano todos os anos. Iludidas pelas cores fortes, elas acabam comendo esses resíduos ou usando para fazer ninhos e alimentar seus filhotes.

Muitas morrem de fome, por não conseguirem se alimentar uma vez que o plástico preenche totalmente seu estômago e não é digerível. Outras morrem envenenadas ou intoxicadas.

Não são raros os casos de baleias, tartarugas e golfinhos que chegam mortos às praias por conta de material plástico em seu estômago.

Não bastasse isso ainda há a ameaça dos balões soltos aos milhares em comemorações e festas que representam uma fonte de perigo constante aos pássaros e fazem novas vítimas cotidianamente.

Caçador se torna protetor de animais após ver pássaro chorar

Um caçador se tornou protetor de animais após ver um pássaro da espécie calau chorar. Khaedir já havia matado centenas de animais quando se comoveu com o choro da ave. O caso aconteceu na Indonésia.

Foto: Reprodução / BBC

“Depois de um tempo como caçador, vi um pássaro perto de uma árvore. Disparamos quatro vezes contra ele, e ele não morreu. Foi quando percebi que ele estava chorando. Vi suas lágrimas caírem. Ele ainda estava vivo. Foi quando me dei conta: ‘que vergonha'”, disse.

Khaedir praticava a caça a animais na floresta tropical de Leuser, na ilha de Sumatra. O local é um polo de caça e comércio de partes de corpos de animais, incluindo as espécies calau e calau-de-capuz, que são raras e só podem ser encontradas em florestas asiáticas. As informações são da BBC.

Foto: Reprodução / BBC

Essas aves são vítimas dos caçadores porque são cobiçadas no mercado chinês por terem um bico colorido que é usado para fazer peças ornamentais, o que está levando a espécie à extinção.

Mas se antes Khaedir matava os calaus para lucrar com a morte deles, hoje ele os protege. O homem, inclusive, passou a atuar como guarda-parques em Leuser e ajuda a desmontar armadilhas e a deter caçadores.

“Eu mudei. Se algum forasteiro tentar caçar, posso prendê-lo. É a minha redenção por ter matado tantos animais, é o meu pedido de desculpas a eles. Hoje eu os protejo”, concluiu.

Vídeo revela como ficam os músculos de frangos obrigados a ingerir hormônios de super crescimento

Foto: CIWF

Foto: CIWF

De acordo com especialistas, o fenômeno origina-se na criação seletiva de aves alimentadas para crescer de forma tão antinaturalmente maciça e tão rapidamente, que mal conseguem suportar o seu próprio peso.

Um vídeo realizado por uma ONG que atua em prol do bem-estar animal revelou um fenômeno, na verdade é um distúrbio degenerativo, conhecido como “carne de espaguete”.

Descrita como um ‘fenômeno repugnante’, pela Compassion in World Farming (CIWF), a carne de espaguete é um distúrbio muscular que afeta as fibras do músculo do peito das aves expostas aos hormônios. Os feixes de fibras que compõem o tecido muscular do músculo peitoral se separam e se assemelham ao longo aparência fina e cilíndrica de fios de espaguete.

De acordo com a CIWF, essa questão se origina em função da ingestão compulsória de estimuladores químicos que fazem com que os músculos cresçam além do que as aves conseguem suportar, o que se revela uma fonte de sofrimento imenso para elas.

Bem estar animal

“Esse crescimento perigosamente rápido tem conseqüências desastrosas para o bem-estar dos animais: as galinhas frequentemente lutam para andar e podem sofrer de deformidades nas pernas, problemas respiratórios e ataques cardíacos”, diz o CIWF.

“Pior ainda, eles podem passar a ter dor crônica desde o momento em que têm apenas duas semanas de vida – dor associada a distúrbios musculares degenerativos”.

A carne de espaguete – muito parecida com a sua igualmente desagradável prima: a “estria branca” (depósitos de gordura nos músculos causados por hormônios de crescimento acelerado), é o resultado direto desses distúrbios musculares. E a má notícia para os consumidores de carne é que a carne resultante de frangos que sofrem desses distúrbios está associada a menos proteína e gordura”.

O vídeo da CIWF mostra o que chama de “fenômeno repugnante”

Campanha

A CIWF lançou uma petição condenando as empresas de alimentos por essa prática e afirmando que esses distúrbios musculares degenerativos e o sofrimento que eles causam aos animais – são inaceitáveis.

“Até o momento, as soluções abordaram a nutrição, o manejo da ração, o processamento pós-produção e a incorporação de carne degradada aos produtos processados. Em suma, o foco tem sido tratar os sintomas, em vez de tratar o problema por sua causa”.

Frangos e galinhas são seres sencientes, capazes de sofrer, sentir e compreender conforme já foi atestado cientificamente pela Declaração de Cambridge em 2012, assinada por especialistas de várias áreas do conhecimento científico do mundo todo.

Esses animais são nossos companheiros de planeta e não inferiores aos humanos. Nada justifica o sofrimento dessas aves privadas de sua liberdade, submetidas a condições desumanas, trancadas em gaiolas superlotadas, separadas de seus filhos e morrendo das formas mais hediondas.

Uma alimentação livre de produtos de origem animal além de evitar o sofrimento desses e de tantos outros seres indefesos, ainda ajuda na sobrevivência do planeta, tão ameaçada por nossos atos irresponsáveis e ambiciosos.

Homem é multado em R$ 21,5 mil por maltratar cães e manter ave em cativeiro

Um pedreiro de 51 anos foi multado em R$ 21,5 mil por maltratar sete cachorros e manter uma ave silvestre em cativeiro em uma casa em Barretos (SP). Ele poderá recorrer da autuação e deve responder por crime ambiental.

Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

O caso foi descoberto devido a uma denúncia. Ao chegar no imóvel na sexta-feira (19), no bairro Centenário, policiais da PM Ambiental encontraram sete cachorros da raça foxhound americano, entre eles cinco filhotes, em local insalubre. Os animais viviam em meio a fezes e urina e estavam sem alimento. Apenas potes de água foram encontrados.

Na casa, havia também uma ave da espécie papa-capim, presa em uma gaiola. Além disso, a PM apreendeu no local uma focinheira em mau estado de conservação, 21 cartuchos de diversos calibres, um cano de espingarda, uma coronha – peça que encaixa no cano – e uma bandoleira – correia usada para prender arma. As informações são do portal G1.

O homem, que foi levado ao Plantão da Polícia Civil, responderá em liberdade por maus-tratos a animais e posse ilegal de arma de fogo e de munição.

Os cachorros foram resgatados e levados para uma ONG de proteção animal. Não há informações sobre o destino da ave.

Ave morre após ter asa cortada por linha de pipa no litoral de SP

Fragata se recupera na sede do IPeC após ser machucada por linha de pipa em Ilha Comprida (SP) — Foto: Divulgação/IPeC

Uma ave fragata, conhecida por sobrevoar praias em busca alimentos, foi vítima de uma linha de pipa enquanto sobrevoava a praia de Ilha Comprida, no litoral de São Paulo. A linha cortou a asa da ave que, apesar de ter sido socorrida por equipes do Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC), não resistiu aos ferimentos. Nesta temporada, três aves já foram cortadas por linhas em Ilha Comprida.

As fragatas são aves marinhas que vivem no litoral e, geralmente, são encontradas sobrevoando praias e estuários em busca de peixes para se alimentar. A ave foi socorrida por equipes do IPeC no dia 2 de janeiro, na praia próximo ao bairro Boqueirão Norte, onde existe a maior concentração de turistas nesta época do ano.

Segundo a bióloga e coordenadora do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos, Daniela Ferro de Godoy, a fragata foi ferida por uma linha de pipa. “Nesta época, muita gente fica soltando pipa próximo à praia e pode enroscar em alguma ave, pois essa espécie fica sobrevoando o mar em busca de peixes. Ainda não sabemos se a linha continha cerol, mas ela foi ferida na asa e trouxemos para tratamento no Instituto”, explica.

Apesar do atendimento, a ave morreu no dia seguinte por conta do ferimento e a perda de sangue consequente. Além dessa, outras duas aves da mesma espécie foram socorridas com cortes nas asas nas praias de Ilha Comprida. Todos, de acordo com o IPeC, causados por linhas de pipa. Elas estão em tratamento na sede do instituto, mas há dúvida sobre a reabilitação completa dos animais.

“Fizemos sutura nos machucados das aves e estamos tratando com antibióticos e analgésicos. Elas estão reagindo muito bem ao tratamento, mas ainda não sabemos se elas voltarão a voar. Por conta da envergadura das asas da espécie, é difícil voltar a ficar perfeito para que ela possa voar novamente”, conta.

Por isso, a bióloga faz o alerta para turistas e moradores que costumam soltar pipa. “Às vezes, as pessoas não têm noção do dano que podem causar. Peço que evitem empinar pipas próximo à aves e animais para evitar esses acidentes”, finaliza.

Fragatas

A fragata (Fregata magnificens) é uma ave da família Fregatidae e se destaca pela envergadura das asas, que podem medir até 2 metros. Ela chega a medir cerca de 98 centímetros e pesa aproximadamente 1,5 kg. A plumagem é preta e o papo, vermelho. Na época de reprodução, o macho infla o papo para atrair a fêmea. Diferente do macho, a parceira é preta e tem o peito branco.

Elas se alimentam de peixes mas, diferente de outras espécies, não mergulham para fisgá-lo. Elas sobrevoam próximo à linha d’água e pegam o peixe com o bico. Elas também esperam outras aves mergulharem e, depois, tentam roubar o peixe.

IPeC

O monitoramento, resgate e reabilitação de animais marinhos são algumas das atividades realizadas pelo IPeC dentro do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), que é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos, conduzido pelo Ibama.

Esse projeto tem como objetivo avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, por meio do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos e necropsia dos mortos.

Fonte: G1

Conheça a ave símbolo de cada estado do Brasil

As aves sempre foram consideradas símbolos representativos de um grupo, local, país, etc. A ave símbolo do Brasil é o sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris).

E no Brasil, cada estado tem uma ave símbolo que o representa. Veja abaixo.

(Foto: Reprodução / Portal Ornithos)

Sul:

Rio Grande do Sul – Quero-quero (Vanellus chilensis)
Santa Catarina – Araponga (Procnias nudicollis)
Paraná – Gralha-azul (Cyanocorax caeruleus)

Sudeste

São Paulo – Sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris)
Rio de Janeiro – Tucano-de-papo-amarelo ou de-bico-preto (Ramphastos vitellinus)
Espírito Santo – Beija-flor (Colibri serrirostris)
Minas Gerais – Seriema (Cariama cristata)

Centro-Oeste

Mato Grosso do Sul – Tuiuiú (Jabiru mycteria)
Mato Grosso – Tachã (Chauna torquata)
Goiás – Anhuma (Anhima cornuta)
Distrito Federal – Gavião-real (Harpia harpyja)

Norte

Tocantins – Cigana (Opisthocomus hoazin)
Pará – Pavãozinho-do-Pará (Eurypyga helias)
Amapá – Flamingo (Phoenicopterus sp.)
Rondônia – Jacamim-de-costas-verdes (Psophia viridis)
Acre – Arara-vermelha (Ara chloropterus)
Amazonas – Uirapuru (Cyphorhinus arada)
Roraima – Galo-da-serra (Rupicola rupicola)

Nordeste

Maranhão – Sabiá-da-praia (Mimus gilvus)
Piauí – Surucuá-de-barriga-vermelha (Trogon curucui)
Bahia – curió (Sporophila angolensis)
Sergipe – Corrupião (Icterus jamacaii)
Alagoas – Mutum-do-nordeste (Pauxi mitu)
Pernambuco – Tesourão (Fregata magnificens)
Paraíba – Pomba-de-bando (Zenaida auriculata)
Rio Grande do Norte – Ema (Rhea americana)
Ceará – Jandaia (Aratinga jandaya)

Fonte: Ornithos