Homem sai do carro e quando volta encontra uma cachorra sentada no banco do passageiro

Foto: Angela Shaver

Foto: Angela Shaver

Quando viajava de volta para casa depois de uma viagem de férias no Arkansas (EUA), Bill encostou o carro em uma parada rápida, para jogar fora o lixo interno e usar o banheiro. Ele não estava planejando demorar muito, por isso deixou o carro ligado e com a porta aberta – mas quando ele voltou, teve uma surpresa: encontrou um cachorro sentado no banco do passageiro da frente.

O animal era na verdade A pobre cachorrinha estava pele e osso, e Bill rapidamente ofereceu-lhe um pouco de pronto, a única comida que ele tinha com ele no carro. Observando-a devorar a comida e se encolher em seu carro, Bill sabia que a cachorra estava procurando por alguém para ajudá-la, e decidiu que ele seria essa pessoa. Ela parecia tão ansiosa, e não havia como ele virar as costas para aquele rosto doce.

Foto: Angela Shaver

Foto: Angela Shaver

Ele e sua esposa recebem animais em dificuldades em casa e o pobre animal não tinha absolutamente nenhum sinal de ter tido um tutor ou uma família, e então ele mandou uma mensagem para ela com a foto de sua nova companheira de viagem, e ela concordou imediatamente com a decisão dele de manter o cão.

“Perguntei a ele qual era o nome do nosso novo cão”, disse Angela Shaver ao The Dodo. “Nós decidimos chamá-la então de River por causa de onde ele o encontrou.”

Foto: Angela Shaver

Foto: Angela Shaver

Shaver e seu filho saíram para cumprimentar o novo membro da família assim que o casal de viajantes chegou em casa, mas River se recusou a sair do carro. Ela não tinha medo de sua nova família, mas parecia se sentir segura no carro, já que era provavelmente um dos primeiros lugares em que alguém já havia sido gentil e amoroso.

Assim sendo, Bill carregou River gentilmente para fora do carro, e ela foi apresentada aos seus novos irmãos cachorros e gato, um por um, para que ela não ficasse muito sobrecarregada. A família já tinha três cães de resgate e um gato de resgate, e estavam mais do que felizes em adicionar outro à matilha.

River e Bill | Foto: Angela Shaver

River e Bill | Foto: Angela Shaver

“Uma vez que todos decidiram que ela estava bem, ele [Bill] a trouxe para um banho”, disse Shaver. “Ela estava coberta de lama, sangue e carrapatos. Depois que ela foi seca e alguns carrapatos foram retirados dela, River ganhou uma boa refeição. Bill fez uma cama para ela em nosso quarto ao lado do aquecedor. Ela dormiu lá a noite toda.

River acordou em sua nova casa na manhã seguinte e cautelosamente começou a explorar tudo ao seu redor. Ela correu para fora, no quintal com seus novos irmãos, mas nunca se afastava muito de seus pais, lentamente se acomodando a sua nova vida.

Sua família notou imediatamente que ela parecia estar triste em determinados momentos, o que significa que ela pode ter tido uma família em algum momento de sua vida antes de acabar como uma cachorra em situação de rua.

River e seus irmãos | Foto: Angela Shaver

River e seus irmãos | Foto: Angela Shaver

“Tivemos um acidente em casa na primeira noite”, disse Shaver. “Mas estava perto da porta. Ela tinha que ir, mas não sabia como nos dizer, pobrezinha”.

A nova família de River levou-a ao veterinário para ser examinada, e descobriu que ela tinha vermes, parasitas e feridas no pescoço e no rosto que pareciam ser de algum tipo de briga. O veterinário deu-lhe remédios e limpou todos os seus ferimentos, e River permaneceu calma e doce durante todo o tempo da consulta. Depois do que quer que tenha passado, a cadelinha parecia estar agradecida por finalmente estar segura.

River e seus pais | Foto: Angela Shaver

River e seus pais | Foto: Angela Shaver

River está agora se saindo muito bem com sua nova família e já está começando a evoluir. Ainda há algumas coisas que ela não sabe muito bem como fazer, como brincar com brinquedos e brigar com os irmãos, mas ela está levando um dia de cada vez, e sua família adora ver sua confiança crescer pouco a pouco.

“Ela corre no quintal como se perseguisse algo invisível com Winston, senta-se para comer biscoitos com Ginger e se aconchega na cama com Butters”, disse Shaver. “O gato ficou muito insatisfeito com a presença dela nos primeiros dias, mas finalmente ele está se aproximando”.

Quando River entrou naquele carro, ela escolheu sua nova vida, e tanto ela como sua família não poderiam ficar mais felizes com essa decisão.

E assim estão até hoje.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Gato foge de casa para ir a cemitério acompanhar velório de tutora

Um gato fugiu de casa para ir ao velório da tutora que morreu em um acidente. A menina Júlia dos Santos, de três anos, foi vítima, assim como sua mãe, Luzia Aparecida Alencar dos Santos, de 32 anos, de um acidente com um ônibus de turismo que saía de Campos do Jordão (SP) com destino à Baixada Santista. Parentes relevaram que o gato foi escondido para o cemitério.

Foto: Carlos Nogueira/Jornal A Tribuna de Santos

Ópera, como foi batizado o gato pela tutora, a pequena Júlia, aproveitou que o portão da casa onde ele vive estava aberto, fugiu e encontrou dentro do carro da família, que seguia para o velório, e ficou escondido embaixo do banco. As informações são do G1.

Mãe e filha foram duas das 10 vítimas fatais do acidente, que aconteceu na serra de Pindamonhangaba (SP). Outras 51 pessoas se feriram. Os corpos de Júlia e Luzia foram velados na funerária Osan, em São Vicente, no litoral de São Paulo. Durante todo o velório, Ópera não saiu de perto do corpo da criança.

Durante toda a manhã desta terça-feira (11), o gato foi visto em volta dos caixões e até mesmo sentado em uma cadeira, ao lado dos familiares e amigos das vítimas. Em alguns momentos, Ópera saiu do interior da capela para beber água em uma vala localizada no entorno da funerária, mas depois voltou para perto dos corpos.

Foto: Nina Barbosa/G1

Volkswagen considera adotar uso generalizado de couro vegano de maçã em seus veículos

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Na maior feira de automóveis da China, a Shanghai Auto, a Volkswagen apresentou recentemente seu novo modelo que une mobilidade e sustentabilidade: ID.ROOMZZ, com capas de assento de couro vegano. Como um modelo estilo SUV de emissão zero na classe dos veículos de cinco metros, o carro pretende ser um modelo versátil, adequado às necessidades familiares e empresariais. A versão em série será lançada na China em 2021.

As capas dos assentos foram feitas usando o AppleSkin (couro de maçã). Este é um material cuja produção utiliza, entre outras coisas, polpa de maçã – um resíduo da produção de suco de maçã. Isso economiza o equivalente a 50% da pele de uma vaca por cada assento.

De acordo com a empresa, o objetivo é usar este ou um material similar mais extensivamente e de forma mais abrangente nos veículos da marca. As possibilidades para isso seja feito estão sendo investigadas, já que o material tem que suportar uma ampla variedade de fatores externos, como abrasão, luz, calor, frio e muito mais.

Em geral, os desenvolvedores e designers do grupo automotivo também estão à procura de materiais inovadores. Recursos sustentáveis estão cada vez mais na vanguarda dos lançamentos. Além disso, há planos para oferecer versões veganas de mais modelos.

O designer francês Philippe Starck anunciou recentemente que projetou uma coleção de móveis com estofamento em pele de maçã em colaboração com a empresa italiana Frumat, e bolsas luxuosas de uma grife de Berlim também foram produzidas usando o mesmo material.

Em geral, espera-se que o mercado de alternativas de couro vegano cresça rapidamente, e materiais inovadores semelhantes ao couro estão sendo desenvolvidos regularmente e em profusão, como aqueles feitos de fibras de abacaxi ou cogumelos, ou criados em laboratório usando micro-organismos.

Couro de maçã em móveis veganos

O designer francês Philippe Starck criou uma coleção de 16 peças de móveis livres de crueldade usando resíduo de maçãs.

Starck, que desenhou a coleção para a marca Cassina, usou o material apple ten lork da empresa Frumat.

‘Nós fingimos não ouvir a pergunta’

Ao criar o couro falso, Starck disse “Nós fingimos não ouvir a pergunta, mas realmente precisamos descobrir outras soluções. Hoje, talvez maçãs sejam o início de uma resposta. Como Eva, Newton e William Tell, acreditamos nas maçãs, no poder das maçãs”, afirmou.

E completou: “vamos comer maçãs e esperar que este sofá da cassina feito de maçãs seja um novo caminho vegetal de respeito mútuo”. Esta coleção está atualmente exposta no show room da Cassina, em Paris.

A indústria de couro vegano decola

A indústria de couro vegano está decolando e mais e mais pessoas optam por roupas livres de sofrimento.

De acordo com a Companhia de Pesquisa Grand View (GVR), o mercado global de couro falso atingirá 85 bilhões de dólares até 2025 com grandes nomes, tais como Stella McCartney, empenhados em se tornar livres de couro animal.

No site de Stella McCartney vemos: “Como uma marca vegetariana, acreditamos que temos que tratar os animais e seu habitat com respeito. Promovemos um ideal livre de crueldade e continuamos a inovar nos meios de criação de materiais sustentáveis”.

“Nunca utilizamos couro, pele ou penas e em seu lugar usamos materiais alternativos”.