Homem encontrado com filhote de tigre branco é preso na França

Foto: AFP

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No último sábado (4), investigadores do sudeste da França encontraram um filhote de tigre branco na casa de um suposto traficante de animais exóticos, enquanto pítons e marsupiais ameaçados de extinção foram encontrados na casa de sua mãe, conforme informações da policia.

Os membros da agência de saúde pública (OCLAESP, na sigla em francês) foram recentemente informados sobre a venda ilegal de lêmures por meio de denúncias e suas investigações levaram-nos às instalações onde encontraram o criminoso.

Acredita-se que o homem preso tenha recebido a quantia de 17 mil euros (cerca de 19 mil dólares), “mas ainda não tinha entregue ainda os pequenos primatas de Madagascar ao comprador”, informou a polícia francesa em um comunicado.

Uma invasão na casa do suspeito (àquela altura) revelou a presença do filhote de tigre branco, enquanto uma operação simultânea na casa da mãe dele no nordeste da França resultou na descoberta quatro planadores (petauros) de açúcar – pequenos marsupiais noturnos nativos da Austrália, Indonésia e Nova Guiné – e nove cobras, incluindo duas pythons reais.

Após se apresentar perante um juiz, o homem foi imediatamente condenado à prisão por oito meses e foi descoberta também sua conexão com um caso de fraude anterior.

O tráfico ilegal de animais selvagens é punível na França por um ano de prisão e uma multa de 15 mil euros (cerca 16 mil dólares).

O bebê tigre, agora chamado de Hermes, apesar de salvo das garras do traficante, infelizmente foi levado ao zoológico de Barben, no sudeste da França e será criado como mercadoria para se exposta aos público em forma de entretenimento.

A outra – e mais justa – opção seria levar o bebê tigre a um santuário para reintegrado à natureza após aprender habilidades selvagens com outros animais também em recuperação.

Os tigres brancos não são uma subespécie separada. O pelo branco é uma mutação genética rara que é vista principalmente entre os animais consanguíneos criados em cativeiro.

*Ameaçados de extinção*

A ONG que atua em defesa dos direitos animais, Born Free, afirma que a caça aos tigres e a destruição de seu habitat causaram o desaparecimento de 96% da população desses felinos nos últimos cem anos. Acredita-se que existam apenas 4 mil indivíduos da espécie restantes no planeta.

A organização britânica lançou um apelo internacional para salvar a espécie. A Born Free está trabalhando ao lado de sete ONGs indianas para aumentar os esforços na intenção de salvar os tigres.

Foto: Michael Vickers

Foto: Michael Vickers

Mais de 25% da população de tigres na Índia está na região central de Satpuda. Eles esperam pôr um fim na prática da caça, proteger os habitats dos tigres e promover intervenções de conservação que permitam às comunidades e à vida selvagem viverem harmoniosamente.

“Dentro deste ecossistema extraordinário, os tigres mais do que nunca precisam de nossa intervenção devido a inúmeras ameaças, principalmente conflitos entre humanos e animais selvagens,” disse Howard Jones, CEO da Born Free, com sede em Horsham, no condado de Sussex, Inglaterra.

“Isso inclui a caça e o comércio de partes de seus corpos para a ‘medicina’ tradicional; e a perda de habitat devido ao desmatamento e ao desenvolvimento rural caótico ou inadequado.”

“É impossível imaginar um mundo sem tigres. A menos que façamos algo agora, as consequências podem ser terríveis.”

“Precisamos urgentemente de apoio para a nossa iniciativa ‘Living with Tigers’, para que possamos encorajar a convivência pacífica entre humanos e animais através da educação e envolvendo a comunidade local em várias iniciativas únicas para melhorar seus meios de subsistência.”

A Born Free afirma que 85% de todos os conflitos entre tigres e humanos ocorrem quando as pessoas se aventuram na floresta e se intrometem no território da vida selvagem.

O desenvolvimento e invasão de áreas urbanas no habitat dos tigres é um grande problema a se resolver, pois as áreas florestais são essenciais para a sobrevivência da espécie. Existem vastos corredores que permitem aos animais migrar pelas áreas de seu habitat, e a perda destes provavelmente causaria um colapso desastroso e irreparável na população de tigres.

Bebê elefante encontra nova família após perder a mãe de forma trágica

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

Quando o telefone destinado a atender e socorrer elefantes órfãos toca, a equipe do Projeto Orfanato de Elefantes na Zâmbia (África) prepara-se para receber notícias de algum elefante que perdeu a mãe, assustado e muitas vezes machucado.

Em 8 de agosto de 2017, o Centro de Elefantes Órfãos recebeu um chamado sobre um filhote do sexo feminino, frágil e desamparado, com apenas 16 meses de idade.

Ela havia sido cruelmente separada de sua família e privada de se alimentar do leite materno rico em nutrientes, alimento básico dos elefantes bebês, o que significava que ela estava fraca e vulnerável e precisava de ajuda urgente.

Em função dos incidentes causados pela caça terem sido relatados na mesma área durante o período em que o elefante surgiu, os funcionários do projeto deduziram que o filhote tenha perdido sua família e se visto sozinha e confusa por causa da ganância humana.

A equipe resgatou-a e transportou-a para o berçário de elefantes Lilayi em Lusaka – uma das instalações do Projeto Orfanato de Elefantes. Ela foi nomeada de Mkaliva. A vida de Mkaliva estava agora em mãos carinhosas e capazes.

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

A órfã foi cercada de cuidados por humanos que lutavam para que ela vivesse. Mkaliva recebeu atendimento 24 horas por dia, enquanto seus níveis de energia caíam constantemente, mostrando como seu corpo estava lutando para lidar com o trauma físico e emocional que ela estava experimentando.

Dias se passaram enquanto a equipe se dedicava em recuperar a saúde da órfã. Aos pouco ela começou a se sentir mais confortável em seu novo ambiente e na presença de seus irmãos substitutos nas acomodações próximas a ela, tão perto que suas trombas podiam alcançar suas acomodações e tocá-la. Esses momentos ternos foram os primeiros compartilhados com sua nova família.

Assim que ganhou mais confiança, Mkaliva juntou-se à nova família nas caminhadas diárias, onde pode interagir com eles, passando a conhecê-los um pouco melhor. Os elefantes a receberam com carinho, encorajando-a a quebrar as barreiras e aproveitar a vida mais uma vez.

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

O mini rebanho ficou bem perto um do outro durante sua primeira caminhada juntos o que deu a eles uma sensação extra de segurança, enquanto os cuidadores mantinham um olhar atento sobre os filhotes.

A última vez que a órfã andou ao lado de elefantes ela estava com sua manada original; rodeada por aqueles que conhecia desde que nasceu e provavelmente como os demais elefantes, ela teria percorrido livremente seu ambiente selvagem protegida pela mãe e demais parentes, inconsciente do destino que a aguardava.

Infelizmente a elefantinha não pode seguir com sua família e teve sua vida transformada para sempre.

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

Ela provavelmente nunca mais verá sua família de sangue, mas os laços que está formando com seus novos amigos órfãos fazem parte dos passos que Mkaliva dá rumo à sua recuperação.

A cada dia que passa, esses laços tendem a se fortalecer e ela poderá continuar com sua vida cercada por aqueles que também perderam suas famílias. Juntos, eles vão se curar e terão uma segunda chance na vida.

Ver esse jovem grupo se comportar como uma família é comovente, e embora eles nunca possam realmente substituir as famílias naturais um do outro, eles estão fazendo um trabalho muito bom ao tentar.

Cadela é filmada acariciando barriga de grávida e vídeo comove internautas

O vídeo de uma cadela fazendo carinho na barriga da tutora grávida comoveu internautas. Juliana está grávida de 34 semanas e Penélope, a cadela, já ama o bebê que a tutora está gestando.

Foto: Reprodução / Facebook

Nas imagens, Juliana coloca as mãos sobre a barriga e a cadela a cutuca com as patas, deitando em cima da barriga. Ao ser publicado na internet, o vídeo viralizou e já ultrapassou 12 milhões de visualizações. As informações são do portal I Love My Dog.

A explicação para um cachorro entender que há algo de diferente com uma mulher quando ela engravida se deve aos hormônios. Eles alteram o cheiro do corpo da mulher, o que é captado pelo olfato aguçado dos cachorros.

Segundo o veterinário Dr. Rachel Barrack, muitas mulheres grávidas relatam que os cachorros ficam mais afetivos durante a gravidez.

Filhote de elefante é forçado a se apresentar e dançar para turistas em zoo

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

A decadente e cruel indústria do turismo e entretenimento humano faz mais uma vítima, dessa vez o alvo não passa de um bebê elefante, que antes de aprender a ser um animal selvagem na selva com seus iguais é forçado a aprender truques sem sentido sob a ameaça de ser espancado.

E a filhote não é a única vítima da exploração do parque, os demais elefantes cativos que vivem no zoológico na Tailândia são obrigados a fazer poses antinaturais com suas patas dianteiras, pedalar uma bicicleta feita com pneus de carro e pintar quadros, tudo isso em um palco para entretenimento de uma plateia de turistas.

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

Um vídeo pungente mostra como uma bebê elefante, apelidada de Dumbo, é forçada a fazer truques para os visitantes em um show no zoológico de Phuket na Tailândia.

Ativistas afirmam que o jovem animal realiza apresentações por até três vezes ao dia “sob ameaça de um imenso gancho”, nos shows que chegam a ter 20 minutos de duração.

Milhares de pessoas assinaram uma petição online pedindo ao zoológico de Phuket que liberte Dumbo, e permita que ela vá viver em um santuário.

O grupo responsável pela campanha, Moving Animals, afirmou que o animal apresenta um “corpo esquelético” e sugere que ele pode estar sofrendo de desnutrição e exaustão.

Eles também relataram que o animal fica preso por correntes quando não está se apresentando.

Um porta-voz do grupo disse: “Nós assistimos os turistas rindo e tirando fotos e selfies da cena, enquanto o pobre bebê elefante estava com os olhos fechados, silenciosamente sugando o ar por sua o tromba”.

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

“A vida cruel que aguarda por Dumbo, o bebê elefante, será de torturas e abusos a serem suportados sem prazo de duração, e então nós começamos uma petição pedindo a sua libertação imediata e envio para um santuário”, disse o representante da ONG.

“Esperamos que em breve ela possa viver em um lugar onde possa ser livre, conviver com seus iguais e sentir paz e tranquilidade, sem qualquer ameaça de dor ou sofrimento ou ser forçada a se apresentar”.

Príncipe Harry e Maghan Markle vão criar seu filho como vegano

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Príncipe Harry e Meghan Markle planejam criar seu bebê que esta a caminho como vegano.

O duque e a duquesa de Sussex, que acabaram de se mudar para sua nova casa em Windsor, Frogmore Cottage (Inglaterra), estão esperando seu primeiro filho para o final deste mês.

De acordo com um “membro do palácio” não identificado, que falou com o site The Woman´s Day, “Meghan quer que seu bebê seja criado como vegano”.

O movimento esta alinhado com a recente mudança do casal em relação aos alimentos à base de vegetais.

A ex-atriz de 37 anos se alimenta de forma vegana durante a semana, enquanto Harry tem comido “menos carne e mais frutas e vegetais”, segundo uma fonte interna, conforme relatado pelo portal News.com.au.

O afastamento do casal dos produtos de origem animal vai além da alimentação; o par optou pela pintura vegana na decoração do quarto do bebe, que foi pintado em cores neutras, como cinza e branco.

A tinta vegana, feita pela Organic and Natural Paint Co, é ecologicamente correta e livre de ingredientes tóxicos. Sua composição conta com óleos essenciais de alecrim e eucalipto, que ajudam a limpar e purificar o ar.

A tinta livre de produtos animais também foi usada para decorar o “estúdio de yoga flutuante” da Frogmore Cottage, uma sala de ioga para mães e bebês com um piso “flutuante”, segundo informações do News.com.au.

Novamente se afastando da tradição e seguindo em direção ao bem-estar animal, o príncipe Harry decidiu não participar da tradicional caça da família real no Dia da Caça em 2017; e em 2018, o príncipe optou por não participar da expedição anual da família de tiro aos pássaros.

Bebês veganos

A cada dia mais pais estão optando por criar seus filhos com uma alimentação baseada em vegetais. Uma pesquisa do ano passado descobriu que uma em cada 12 famílias no Reino Unido está criando seus filhos como veganos, principalmente por motivos de saúde.

A carne e outros produtos de origem animal têm sido associados a problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, diabetes e câncer, enquanto que uma alimentação rica em opções à base de vegetais têm sido associadas à saúde ideal.

A família real e o veganismo

O duque e a duquesa de Sussex não são os únicos membros da família real interessados no movimento contra a crueldade animal e na alimentação a base de vegetais. No mês passado, veio ao conhecimento público que o príncipe Charles, atual príncipe de Gales, se tornando mais saudável comendo mais alimentos orgânicos e menos carne.

Em uma discussão com o historiador vegetariano sir. David Attenborough, o príncipe William, o duque de Cambridge, falou sobre o futuro do planeta.

Os dois discutiu a importância de mudar nossos próprios comportamentos para lidar com a mudança climática. Recentemente, Attenborough deu um depoimento alertando a humanidade para comer menos carne em prol do bem do planeta.

Vídeo mostra bebê golfinho solitário nadando a deriva em parque aquático

Foto: Peter Fuller

Foto: Peter Fuller

Golfinhos são uma das espécies mais complexas e inteligentes do planeta. Capazes de criar laços sociais e emocionais profundos com os demais membros de seu bando, eles são extremamente autoconscientes. O vínculo entre uma mãe e um filhote de golfinho é um dos mais fortes da Terra. Somando-se à beleza desses animais está o fato de que eles também têm cérebros grandes e desenvolvidos que lhes permitem aprender e se ajustar ao ambiente. Os golfinhos demonstraram até mesmo a capacidade de imitar a fala e as vocalizações humanas. Mas, apesar das qualidades e da beleza dos golfinhos, os humanos ainda insistem em mantê-los em cativeiro nos parques aquáticos.

O vídeo acima captura a tristeza e a solidão de um golfinho que nascido para ser livre, conviver com os seus iguais, nadar quilômetros no oceano, é mantido cativo em um ambiente artificial. Este bebê golfinho vive atualmente no Loro Parque na Espanha.

Na descrição do vídeo postado no YouTube, as pessoas que filmaram o golfinho explicam: “Filmamos esse filhote de golfinho, depois de um show, por mais de 10 minutos, até que nos pediram para sair. Quando questionamos os treinadores sobre o por que desse golfinho ter sido deixado sozinho por tanto tempo no calor, sem sombra, eles se tornaram extremamente defensivos e agressivos, afirmando que o golfinho não estava sozinho – o que vai contra as imagens do vídeo – fomos então conduzidos para fora do local pela segurança”.

O que vemos é um animal sem propósito, balançando-se indiferente na superfície da água, ansiosamente esperando por atenção, sinais que revelam indiscutivelmente severo sofrimento mental. O tédio e a frustração da vida preso em um tanque leva os golfinhos a terem comportamentos compulsivos, como nadar em círculos repetitivamente, balançar a cabeça em atitude “bicante” indefinidamente e ficar imóveis na superfície ou no chão do aquário por longos períodos de tempo. Muitos golfinhos também são vistos batendo-se contra as paredes laterais dos tanques. Em desespero absoluto, esses animais também podem decidir parar conscientemente de respirar e acabar com suas próprias vidas.

Ao se recusar a contribuir com essa indústria cruel onde a dignidade desses animais, tão distintos por sua inteligência e sensibilidade é ferida dia após dia em favor de um suposto “entretenimento” humano, é um passo dado em favor dos golfinhos.

Ao trazer o assunto à discussão, compartilhar vídeos como este, e disseminar a conscientização sobre o que realmente acontece nesses “shows” é outro movimento em prol desses animais tão violentamente escravizados.

Orangotango bebê é resgatado após anos vivendo como animal doméstico

Senandung mal conseguia se mexer em seu cativeiro minúsculo | Foto: Internacional Animal Rescue/Merc

Senandung mal conseguia se mexer em seu cativeiro minúsculo | Foto: Internacional Animal Rescue/Merc

A devastação inescrupulosa e crescente das florestas de palma na Indonésia faz inúmeras e novas vítimas a cada ano. Lar dos orangotangos e de diversas outras espécies, os animais arcam com as consequências da destruição de seu habitat. As árvores são derrubadas pelas indústrias para extração do óleo de palma para comércio.

A orangotango fêmea resgatada em 4 de fevereiro último por ativistas e guardas florestais na Indonésia é provavelmente uma vítima da perda de seu habitat e de sua família.

Ela era mantida presa em uma caixa de madeira de 1,20 por 1,50 m por aproximadamente 4 anos.

Senandung (nome dado a orangotango) vivia como um animal doméstico no pequeno vilarejo de Punai Jaya, na aldeia de Durian Sebatang em West Borneo (Indonésia), de onde foi resgatada por uma equipe da International Animal Rescue (IAR) e da Nature Conservation Agency (BKSDA) numa ação conjunta.

O responsável pelo cativeiro admitiu ter encontrado o bebê orangotango em 2015 no jardim de árvores de palma perto de sua casa, e desde então ele manteve Senandung em uma gaiola de madeira, alimentando-a de arroz e frutas. O criminoso alegou que já havia tentado libertá-la na floresta antes mas que ela teria retornado ao cativeiro.

Alan Knight, diretor executivo da IAR, declarou que Senandung é o primeiro orangotango que a equipe deles resgata em 2019, mas que ela certamente “não será a última”.

“Temos feito o máximo para educar as pessoas sobre os orangotangos e impedi-las de mantê-los como animais domésticos, mas, enquanto a devastação da floresta, que é a casa deles, continuar, os orangotangos continuarão a correr o risco de serem capturados ou mortos”, disse Alan.

Segundo o diretor executivo da IAR a floresta é vital para sua segurança e sobrevivência dos orangotangos. Enquanto a derrubada das árvores de palma para extração de óleo continuar, o futuro dos orangotangos esta ameaçado.

A denúncia da existência do orangotango foi feita por moradores da vila de Durian Sebatang à International Animal Rescue, que por sua vez, enviou uma equipe para verificar as informações. Após a confirmação de que o orangotango estava sendo mantido ilegalmente, uma equipe de resgate conjunta da IAR e com o Kalimantan Ocidental BKSDA partiu para realizar o resgate.

Foto: Internacional Animal Rescue/Merc

Foto: Internacional Animal Rescue/Merc

Um exame preliminar realizado pelas equipes veterinárias, mostrou que Senandung estava saudável, embora estivesse ainda se recuperando de um resfriado e, numa avaliação realizada com base na observação de seus dentes, ela teria aproximadamente quatro anos de idade.

A equipe de resgate transportou Senandung para o Centro de Conservação de Orangotangos da IAR na vila de Sungai Awan, onde ela foi imediatamente colocada em quarentena por oito semanas.

Durante esse tempo Senandung vai passar por novos testes e exames a serem realizados pela equipe médica do Centro, na intenção de certificar-se de que ela não é portadora de nenhuma doença contagiosa que possa ameaçar a saúde dos demais orangotangos que vivem lá.

Mesmo sendo ilegal manter um orangotango como animal doméstico, a prática ainda é comum no distrito de Ketapang, particularmente nas áreas rurais mais remotas.

Normalmente os bebês orangotangos ficam com suas mães até os seis ou oito anos de idade. Então se um bebê da idade de Senandung estava sem sua mãe, é provável que ela tenha sido morta.

Karmele L. Sanchez, diretor da IAR Indonésia alerta para o fato de que se todos que mantêm um orangotango, persistirem em violar a lei, os orangotangos serão extintos.

“Qualquer um que mantenha um orangotango em sua posse deve ser imediatamente denunciado. Além de uma violação da lei o risco de transmissão de doenças de humanos para orangotangos e vice versa é altíssima”, avisa ele.

“E se as pessoas estiverem relutantes em entregar os animais, então a lei deve ser aplicada para fazê-las obedecer”.

Segundo informações da IAR o processo de reabilitação que prepara um orangotango para a reintrodução em seu habitat natural é complexo e caro além de levar muito tempo.

Leva anos até que os orangotangos estejam prontos para a liberação. Infelizmente, alguns dos orangotangos domésticos resgatados já estão velhos demais para retornar à vida selvagem e, portanto, precisam ficar no Centro para sempre. Estes nunca mais voltam ao seu lar legítimo.

Sadtata Noor Adirahmanta, chefe do BKSDA em Kalimantan Ocidental, disse: ‘Nós ainda achamos orangotangos mantidos como animais domésticos na comunidade, apesar dos enormes esforços feitos para conscientização, educação e das campanhas realizadas.

“A ameaça à sobrevivência e conservação do orangotango está crescendo, há uma necessidade urgente de aumentar a consciência pública de que não é nem aceitável e muito menos legal manter um orangotango como animal doméstico”.

“Os orangotangos precisam da floresta, e a floresta precisa dos orangotangos – e, como seres humanos, precisamos tanto da floresta quanto dos orangotangos”, concluiu ele.

Australiano usa bebê tubarão para fumar erva

Foto: YouTube / Ky Sinh

Foto: YouTube / Ky Sinh

Você pode fazer um bong (aparelho com entrada e saída de ar, utilizado para fumar qualquer tipo de erva, normalmente cannabis, tabaco e derivados) de praticamente qualquer coisa. Desde garrafas de bebida até brinquedos ou enfeites, enfim, algo em que se possa enfiar um canudo e inalar a fumaça da erva aquecida. Recentemente, um pescador australiano transformou um bebe tubarão em um bong. Ao colocar uma saída de ar em formato de cone na cabeça do animal morto e outra em formato de puxador de ar em sua barbatana, Billy Brislane criou o que poderia ser chamado de “o primeiro bong de tubarão” do mundo. Ele ainda postou um vídeo onde faz uso do bong ao som da música Tubarão Bebê tocando ao fundo. Como não poderia deixar de ser, isso causou intensas reações nas mídias sociais.

Billy, que é moderador de um grupo popular do Facebook chamado Fried Fishing (Pesca Frita, na tradução livre), se tornou conhecido fazendo bizarrices como essa. Sua página tinha mais de 25 mil seguidores quando esse artigo foi escrito, e está lotada de vídeos de mau gosto, como um em que ele pendura um caranguejo em seus mamilos e um peixe em seu pênis. Ele é basicamente o Stevie-O* da comunidade de pesca australiana. Porém, as imagens do bong de tubarão mexeram realmente com os internautas, causando severas críticas nos vários comentários postados em diversas mídias sociais.

“Os seres humanos precisam fazer melhor do que isso. Os tubarões não são troféus, brinquedos ou cachimbos … Que vergonha dessa pessoa e de qualquer outra que pense que isso seja remotamente normal”, dizia um comentário. Outra pessoa escreveu: “Você só pode estar louco”.

Em defesa própria, Billy respondeu ao seus detratores avisando que o tubarão havia sido “pego por engano por seu amigo quando os dois estavam pescando no sábado” e que “era tabaco” o que ele estava fumando no vídeo.
“Depois de duas noites em que o tubarão ficou na caixa de gelo foi que eu tive essa ideia”, ele disse. “Não havia nenhuma possibilidade dele estar vivo”.

Outras pessoas entraram no debate adotando uma linha de argumento similar, dando ênfase ao fato de que o tubarão já estava morto quando Billy o transformou em um bong. “Eu não entendo porque as pessoas ficaram tão ofendidas”, escreveu uma pessoa no Facebook. “Não se pode fazer piada sobre nada mais”

Não é primeira vez que Billy atrai a atenção para si mesmo. No mês passado, ele apareceu nas manchetes do jornal New South Welshman depois de capturar cinco tubarões grandes no rio Macleay, perto de Coffs Harbour – alguns dos quais ele afirmou que tinham arraias, filhotes de tubarões e golfinhos dentro de seus estômagos. Desde então, ele anunciou que planeja “sair das mídias sociais” em função das fortes reações causadas pelo bong de tubarão, mencionando ter recebido mensagens abusivas e até ameaças de morte, além de estar preocupado com sua própria saúde mental. Em um post posterior, ele afirmou que as reclamação em andamento levaram os policias ate a casa dele.

“Eu só quero agradecer ao bando de covardes que reclamou ao ponto da polícia vir atrás de mim”, ele escreveu. “Honestamente eu desisto”.

Steve-O*: protagonista da série americana exibida na televisão “Jackass” onde os participantes expunham-se a situações de perigo real para conseguir audiência, entre elas grampear o próprio escroto a perna, tatuar uma caricatura de si mesmo nas costas

bebê abraçada com o pit bull Fury

Bebê tem medo de dormir sozinha após terremoto e pit bull lhe faz companhia

Adalynn Leary tem muito medo de dormir sem seu “melhor amigo e guarda-costas”, já que sua casa no Alasca, EUA, foi atingida por um terremoto de magnitude 7,0 na escala Richter. Seu pai, Kyle Leary, disse que sua filha abraça Fury, um pit bull de 100 quilos, e isso ajuda a aliviar sua ansiedade.

bebê abraçada com o pit bull Fury

Foto: Daily Mail

Depois que a região sofreu mais de 5 mil tremores secundários, Adalynn se recusou a dormir sem seu parceiro de confiança, revelou seu pai. O Sr. Leary acrescentou: “A única maneira de ela dormir é se Fury estiver lá com ela para proteger e aliviar sua ansiedade. Normalmente ele dorme no chão ao lado da cama dela, mas naquela noite ela o chamou para acariciá-lo.

O pai de Adalynn foi criticado por deixar o animal dormir na mesma cama que sua filha. Depois de postar as imagens on-line, algumas pessoas falaram sobre os perigos que deixar o cachorro dormir na cama de sua filha poderia causar.

Uma pessoa escreveu: “Não, desculpe. Não é um lugar para o cachorro dormir, na cama de um bebê.” Michelle Ann escreveu: “Não deixe seu cachorro sozinho com seu bebê. O bom senso deveria lhe dizer isso.”

Tracey Buckreis-Balberchak acrescentou: “Por mais fofo que pareça, nenhum cão deve estar tão perto de uma criança sozinha, com câmera ou não.”

No entanto, Leary refutou seus críticos, alegando que ele sabe que Fury “não é um animal qualquer” e que nunca machucaria sua filha. Ele disse: ‘Eu concordo em nunca manter uma criança e um animal sem supervisão, mas eu fiz mais de 100 horas de treinamento com ele e há uma coisa que eu sei, Fury não é qualquer animal.