Inauguração de parque para animais está prevista para setembro em Olinda (PE)

A Prefeitura de Olinda (PE) realizou uma reunião de estudo para debater a implantação do primeiro parque de bem-estar animal da cidade, chamado popularmente de “Parcão”. O projeto deve ser implementado em agosto em uma área de 405m² na Praça Vitoriano Regueira. A inauguração deve ser feita em setembro.

Foto: Pixabay

Uma parceria da prefeitura com a iniciativa privada permitirá a construção do Parcão. De acordo com informações da assessoria de comunicação da prefeitura, o local deve contar com circuito de agility para que os animais façam atividade física, setor para adestramento e ambiente para convivência entre animal e tutor.

No encontro, realizado na Prefeitura de Olinda, estiveram presentes o prefeito, Professor Lupércio, o vice-prefeito, Márcio Botelho, o arquiteto André Luiz Corrêa Santos, a idealizadora do projeto Kamila Rangel, que também executa ações educativas com animais, e representantes de empresas do segmento, como Patrícia Alves, do Hospital Veterinário 4 Patas.

“Essa iniciativa vai beneficiar a população olindense que ainda não conta com um local apropriado para lazer dos animais. A previsão é que possamos inaugurar ainda no mês de setembro deste ano, com a realização de um grande evento no segmento animal na cidade”, revelou Rinaldo Silva (Guiguinho), que coordenou o encontro.


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Lojas que exploram animais para venda em mercado são autuadas em MG

Dez lojas que exploram animais para venda no Mercado Central de Belo Horizonte (MG) foram autuadas pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MG), na quarta-feira (10), por violarem normas de bem-estar animal.

Foto: CRMV/Divulgação

O comércio de animais no Mercado Central fere a lei municipal n°7852, que proíbe a entrada de animais em ambientes onde é realizada a venda de alimentos. Apesar disso, a manutenção do comércio de animais no local foi mantida por uma liminar do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), emitida em 2018.

O fato do comércio ocorrer de maneira legal no mercado reforça o argumento de ativistas pelos direitos animais, que frequentemente alertam que a única solução para por fim aos maus-tratos a animais no comércio é colocando fim a prática da venda de seres vivos. Estabelecer normas para que os animais não sejam maltratados não impede que eles sejam vítimas de negligência e de violência – se impedisse, as lojas do Mercado Central não teriam sido autuadas.

Os proprietários das lojas têm até 30 dias para se adequarem a exigências feitas pelo CRMV-MG. Em caso de descumprimento das determinações, eles terão que pagar multas que variam de R$ 3 mil a R$ 24 mil. O mercado não se posicionou sobre o caso. As informações são do portal O Tempo.

As irregularidades encontradas nos estabelecimentos autuados vão desde falta de médico veterinário como responsável técnico pelo local a descumprimento de normas básicas. Os fiscais orientaram os proprietários das lojas a garantir abrigos adequados e seguros aos animais.

“Os comerciantes foram muito solícitos, o que contribuiu com o sucesso de nossa ação fiscalizatória”, avalia a médica-veterinária e chefe do setor de Fiscalização do CRMV-MG, dra. Rafaela Luns.

A legislação que autoriza que animais sejam explorados para a venda exige a presença de um veterinário nos estabelecimentos para que o profissional assegure conforto, segurança e higiene aos animais, que devem estar vacinados e vermifugados.

Nota da Redação: a ANDA é veementemente contra o comércio de qualquer espécie de animal por entender que seres vivos não devem ser tratados como mercadorias. Precificar uma vida e disponibilizá-la para venda é uma prática antiética que contraria os status de sujeito de direitos e de ser senciente – isso é, capaz de sofrer – do animal. Como defensora dos direitos animais, a ANDA recomenda aos leitores que sempre optem pela adoção e que não comprem animais em hipótese alguma.


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Sandra, a orangotango que se transformou em ‘pessoa’

Sandra nasceu em 14 de fevereiro de 1986 no zoológico de Rostock, na então República Democrática Alemã. Não se sabe muito sobre sua infância, exceto que sua mãe a rejeitou. Cresceu na solidão. Enviaram-na para o zoológico de Gelsenkirchen e em setembro de 1995, aos 9 anos, foi vendida para o zoológico de Buenos Aires. Lá encontrou um companheiro temporário com quem engendrou Sheinbira, uma fêmea. Sandra repetiu a história da família: não quis a cria. Como sua própria mãe, não tem instinto maternal. De Sheinbira se perdeu a pista. Foi comprada por um intermediário e acredita-se que esteja em algum lugar da Ásia. Sandra continua sozinha. É o único animal dessa espécie na Argentina.

FOTO: NATACHA PISARENKO (AP)

Até aqui é a história previsível de um animal em cativeiro. O que aconteceu a partir de 2014 é muito menos previsível. A Associação de Funcionários Públicos e Advogados pelos Direitos dos Animais (AFADA), representada pelo advogado constitucionalista Andrés Gil Domínguez, considerou que a situação de Sandra, “encerrada em uma caixa de concreto”, era intolerável e recorreu aos tribunais para exigir que deixasse de ser considerada “coisa” ou “objeto”, conforme estabelece o Código Civil e Comercial da Argentina. Em março de 2015, o assunto chegou ao Tribunal Contencioso, Administrativo e Tributário número 4 da Cidade de Buenos Aires, dirigido pela juíza Elena Liberatori. E aí começou a ser gestada uma sentença sensacional. Começou também a ganhar forma uma peculiar relação afetiva entre uma juíza progressista e acostumada à polêmica e uma orangotango solitária e, segundo seus cuidadores, cronicamente deprimida.

Interrompamos um momento a questão legal e saltemos no tempo até 3 de julho de 2018. Sandra deveria ser submetida a um exame médico completo, que a juíza Liberatori tinha adiado até saber com exatidão que testes seriam necessários e reunir uma equipe profissional de elevada competência. A orangotango bebeu um suco de fruta com um ansiolítico e, em seguida, recebeu um dardo na nádega carregado com Tilazol. Já dormindo, foi possível anestesiá-la completamente. Sandra não é muito grande, pesa 40 quilos, mas é muito forte: pode facilmente quebrar ossos humanos. A equipe médica era composta pelo veterinário-chefe do Ecoparque, Guillermo Wiemeyer; o cardiologista Guillermo Belerenian, do Instituto Pasteur; a ultrassonografista Laura Kocun e a veterinária primatologista Susana Avellaneda. Foram feitos eletrocardiogramas, radiografias, ecocardiogramas, exames de sangue, exame das fossas nasais, amídalas e laringe; foi extraída uma amostra fecal e examinada a arcada dentária.

A juíza quis estar presente. Uma das pessoas que realizaram o check-up (cujos resultados foram bons) diz que a juíza não soltou em nenhum momento a mão da orangotango adormecida. Para Elena Liberatori, Sandra tinha deixado de ser um caso a mais. “Estudei leis para defender inocentes e não há nada mais inocente do que um animal”, explica a juíza. Quando ela fala sobre Sandra, parece falar de uma amiga.

Voltemos ao debate jurídico e científico. Em 25 de agosto de 2014, depois da iniciativa da AFADA, Julio Conte-Grand, procurador-geral da Cidade Autônoma de Buenos Aires, publicou no jornal conservador La Nación um artigo intitulado Darwin morreu, no qual afirmava: “A ideia de outorgar personalidade jurídica aos animais, além de configurar uma ruptura com a visão clássica e uma aberta rejeição de pautas distintivas básicas de natureza metafísica e antropológica, representa a literal e fatal desqualificação da teoria darwiniana, já que parte importante dessa corrente de pensamento, ao mesmo tempo que reivindica o reconhecimento da personalidade dos animais não humanos, a rejeita para os embriões humanos”.

A conclusão de Conte-Grand era a seguinte: “Postula-se, em consequência, que o ser humano, em uma das etapas de sua vida, constitui uma instância evolutiva inferior à dos macacos. Então, o macaco descende do homem?”.

FOTO: MARIANA ELIANA

O artigo de Conte-Grand provocou críticas de numerosos cientistas argentinos e, na Espanha, da entidade Projeto Grande Símio. O jornal esquerdista Pagina 12 publicou a resposta ao procurador de 253 profissionais de biologia, intitulada Darwin Continua Vivo, e Também as más Interpretações da Teoria da Evolução.

O caso de Sandra já havia aberto uma grande polêmica. Enquanto isso, a juíza Liberatori preparava sua sentença. Ela leu, por exemplo, Gli Animali Non Umani. Per una Sociologia dei Diritti (Os animais não humanos. Por uma sociologia dos direitos) do jurista e sociólogo italiano Valerio Pocar, e Na Língua dos Bichos, da etologista norte-americana Temple Grandin. Falou longamente com Lucía Guaimas, antropóloga e funcionária de sua própria corte. Não chegou a descobrir, antes de emitir a sentença, a Declaração de Cambridge sobre a Consciência (2012), na qual um grupo de neurocientistas, na presença do astrônomo Stephen Hawking, proclamou que “os animais não-humanos possuem substratos neuroanatômicos, neuroquímicos e neurofisiológicos dos estados de consciência, junto com a capacidade de exibir comportamentos intencionais”. Liberatori ficou sabendo dessa declaração alguns meses depois, mas sua decisão já estava tomada.

Em 21 de outubro de 2015 a sentença foi emitida: Sandra foi reconhecida como “sujeito de direito” (não “objeto”) e o Governo da cidade de Buenos Aires, dono do zoológico e, portanto, tutor da orangotango, recebeu a ordem de garantir ao animal “as condições naturais de seu habitat e as atividades necessárias para preservar suas habilidades cognitivas”.

O Ministério Público recorreu e o titular do Tribunal número 15 da área penal, Gustavo Letner, considerou “extinta” a reivindicação em favor de Sandra. Mas a Terceira Sala do Penal, integrada por três magistrados, decidiu em 12 de dezembro de 2016, que Letner não tinha respeitado os direitos dos demandantes (Associação dos Funcionários Públicos e Advogados pelos Direitos dos Animais) e considerou que “nada impede de considerar este tipos de animais como sujeitos de direito não humanos”.

Sandra foi reconhecida como uma pessoa não humana. E lhe foi concedido um habeas corpus, o expediente pelo qual qualquer detido pode exigir comparecer perante um juiz para que este determine sobre a legalidade da sua privação da liberdade.

Ao redor dela, no zoológico de Buenos Aires, as coisas também começaram a mudar. Como em outros lugares, manter os animais trancados e longe de seu ambiente natural não parecia mais educativo nem divertido, mas cruel. Em 23 de junho de 2016, o chefe de Governo da Cidade Autônoma de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, anunciou que o zoológico iria se tornar um ecoparque. As instalações foram fechadas ao público e os animais começaram a ser transferidos — às pressas e de modo estabanado, segundo a Fundação Azara, uma ONG de prestígio dedicada à proteção da natureza. Muitos animais morreram, incluindo um macaco e cinco cervos. “O grau de ignorância e desprezo pela vida animal ultrapassou todos os limites éticos”, disse Adrián Giacchino, presidente da Azara.

Sandra estava ficando sozinha. A juíza Liberatori, transformada na prática em sua tutora, decidiu que a orangotango deveria passar o resto de sua vida em um lugar onde tivesse espaço e toda a liberdade possível. Devolvê-la à natureza era uma possibilidade descartada de antemão. Primeiro, porque ela já nasceu em cativeiro e seria incapaz de sobreviver. Segundo, porque Sandra, além da prisão, padecia de outra condenação: a de ser mestiça. “É uma mistura de orangotango-de-sumatra e orangotango-de-bornéu, e seus congêneres não a aceitariam nem em um lugar nem no outro”, explica Maria Eugenia Dahlah, etóloga e membro da equipe de cuidadores de Sandra.

A decisão de sua transferência, à qual o Governo de Buenos Aires, tutor de Sandra, resistiu quanto pôde, exigiu recursos, audiências e debates. Finalmente, sua liberdade foi obtida.

Para onde enviar Sandra? Inicialmente pensou-se em um parque ecológico brasileiro, mas não atendia às condições. Vários especialistas consultados pelo tribunal propuseram outras instituições e concordaram em que um local apropriado seria o Centro para Grandes Macacos, na Flórida, localizado entre Tampa e Orlando. A juíza Liberatori visitou pessoalmente (pagando de seu bolso) vários dos possíveis centros e enviou o secretário da corte (também em caráter particular) ao Centro de Grandes Macacos para examinar as instalações e averiguar as condições de uma futura transferência.

A preparação da viagem de Sandra para a Flórida está se mostrando longa e cheia de complicações. O tribunal e o Ecoparque mantêm uma estreita cooperação (“somos como um casamento forçado e devemos nos dar bem”, diz a juíza), mas as autoridades norte-americanas impõem condições severas. Sandra tem que chegar em bom estado de saúde (daí os exaustivos exames médicos realizados em julho do ano passado) –porque senão seria automaticamente sacrificada– e passar por uma quarentena com novos exames clínicos. “Não imporiam condições tão rígidas a um animal de circo”, lamentam no tribunal. Animais de circo, por outro lado, não costumam ter reconhecida a condição de “pessoa não humana”.

Nas próximas semanas terá que ser resolvida a licitação para a transferência. Procuram uma empresa que ofereça garantias máximas e esteja disposta a esperar até um ano, caso surjam novos problemas. É uma operação logística complexa, que preocupa toda a família que se formou em torno de Sandra. Especialistas aconselham que ela seja introduzida pouco a pouco no futuro regime de semiliberdade e espaços abertos. Temem que, após uma vida em cativeiro e muito acostumados com os humanos, a mudança possa ser contraproducente.

FOTO: MARIANA ELIANA

A permissão de importação dos Estados Unidos também está em andamento. Em agosto, tudo deve estar pronto. Mas então pode surgir outra dificuldade. Federico Ricciardi, porta-voz do Ecoparque, observa que agosto é pleno inverno em Buenos Aires, enquanto na Flórida as temperaturas no verão são muito altas. Os veterinários recomendam esperar um pouco mais, para que o contraste de temperaturas seja menos extremo. “De qualquer modo, a transferência será feita este ano”, diz Ricciardi. Sandra está esperando há três anos.

O orçamento da viagem já foi aprovado. Para o Governo de Buenos Aires, que não nada em dinheiro, custará três milhões de pesos, cerca de 260.000 reais.

Sandra encara tudo isso com paciência. O fechamento ao público das instalações, em razão da conversão do zoológico em um parque ecológico, deu-lhe tranquilidade. De certa forma, com a transferência dos outros animais, a orangotango está na posição do hierarca nazista Rudolf Hess, o último prisioneiro do presídio de Spandau. Sandra, no entanto, recebe todos os cuidados possíveis. No início de 2016, por exemplo, o tribunal negociou com a companhia de navegação Buquebús a doação de algumas cordas para que a orangotango pudesse brincar com elas: foi complicado transportá-las, mas já estão no “jardim privativo”, onde Sandra passa muitas horas. O advogado Gil Domínguez também pediu que fosse estabelecido um regime de visitas. Não se pode ver Sandra sem autorização judicial prévia. Devemos lembrar que, nas condições legais da orangotango, tanto o cativeiro como a exibição são considerados atos degradantes que violam seus direitos.

Os cuidadores de Sandra procuram fazer com que brinque o maior tempo possível. O confinamento a deprime, o que se reflete no fato de que, se não for estimulada, permanece inativa mais da metade das horas do dia. Além das cordas, tem bolas, cestos, tecidos e até revistas. A comida é servida a cada dia de uma forma diferente, como estímulo, e é incentivada a fazer trocas: ela se diverte em conseguir o que lhe interessa por meio de escambo. E tem preferências: “Um dos cuidadores, muito corpulento, é a pessoa predileta e ela lhe permite uma grande proximidade; gosta dos caras grandes”, sorri o veterinário Luis Mazzola. Ela é geralmente tímida. Quando sai, tende a ficar no fundo, entre pedras, olhando os visitantes com atenção. Mariana, a fotógrafa que a retratou para esta reportagem, teve que fazer várias tentativas e esperar horas para conseguir que Sandra se oferecesse à câmera.

Vale a pena ter paciência para observar os olhos de Sandra. Seu olhar impressiona.

Fonte: El País


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Partido antitourada pronto para o avanço das eleições espanholas

Foto: Pedro Armestre/AFP/Getty Images

Foto: Pedro Armestre/AFP/Getty Images

Se as pesquisas e os especialistas estiverem corretos, o partido Vox da Espanha alcançará seu tão profetizado avanço nas eleições gerais de domingo, tornando-se o primeiro grupo de extrema direita a conquistar mais de um assento no parlamento espanhol desde que o país embarcou em seu retorno pós-Franco à democracia.

Embora as chances da Vox de atrair cerca de 11% dos votos tenham ocupado as manchetes, outra pequena parte – com uma visão de mundo marcadamente diferente – também está se preparando para um dia histórico nas urnas.

O partido pelos direitos animais, Pacma, fundado há 16 anos com o objetivo de pôr fim às touradas, pode ganhar dois assentos no congresso dos deputados, segundo a mais recente pesquisa do Centro de Estudos Sociológicos (CIS) do país.

Com o avanço iminente do Vox, a chegada do Pacma na arena da política nacional teria sido extraordinariamente improvável até poucos anos atrás.

O partido ambientalista espanhol, Equo, conseguiu três cadeiras no parlamento nas eleições gerais de 2015, mas somente depois de entrar para a coalizão liderada pelo partido Poyo anti-austeridade.

A líder do Pacma, Silvia Barquero, atribui o ímpeto repentino do partido aos anos de trabalho duro, mudanças demográficas e uma crescente conscientização dos direitos animais e do ambientalismo na Espanha.

Silvia Barquero líder do partido PACMA | Foto: PACMA/Flickr

Silvia Barquero líder do partido PACMA | Foto: PACMA/Flickr

“Mais e mais pessoas estão confiando em nós como um grupo político”, disse ela. “Se conseguirmos ganhar duas cadeiras, vamos fazer história no país onde as touradas acontecem e onde as pessoas ainda abandonam e enforcam galgos. Esta é uma imagem muito prejudicial para o país”.

O Pacma, que se opõe à caça e à pesca esportiva, também quer ver o fim dos circos, shows aquáticos e “o uso de animais, vivos ou mortos, em qualquer tipo de espetáculo, tradição ou festival”.

O partido Vox e o conservador Partido do Povo (PP) tomaram o rumo oposto, colocando toureiros e a viúva de um toureiro morto numa tourada há três anos, como candidatos, e procurando se retratar como guardiões das tradições rurais da Espanha.

Mas Barquero acredita que mais e mais espanhóis estão passando a rejeitar as touradas e “não se sentem capazes de se identificar com um país que vê o espetáculo de horror como uma celebração nacional”.

Ela acrescentou: “Há uma nova geração de pessoas que estão preocupadas com os animais e com o meio ambiente além de terem uma compreensão de justiça social que vai muito além do que você vê na política espanhola no momento”.

O partido, que também deve ganhar seus primeiros assentos no Parlamento Europeu nas eleições do próximo mês, sua votação aumentou de 44.795 em 2004 para 286.702 nas eleições gerais de 2016. Desta vez, espera conseguir cerca de meio milhão de votos.

Barquero diz que a segunda prioridade do Pacma depois do bem-estar animal é proteger o meio ambiente e introduzir “medidas drásticas e imediatas” para combater a mudança climática.

Ela diz que nunca houve uma forte tradição de partidos ambientais na Espanha, e argumenta que o partido Equo foi “totalmente neutralizado” depois de unir forças com o Podemos.

Mas ela insiste que as questões ambientais são urgentes demais para serem ignoradas ou abordadas com soluções políticas de ação rápida.

“Precisamos de medidas globais que vão muito além das soluções locais ridículas que os partidos políticos comentam durante as campanhas eleitorais”, disse ela.

Militantes do partido PACMA | Foto: PACMA/Flickr

Militantes do partido PACMA | Foto: PACMA/Flickr

“Eles estão apenas pensando na próxima eleição – não sobre as consequências de suas decisões políticas para as gerações que se seguirão.”

Por muito tempo, disse ela, os partidos políticos espanhóis procuravam formar capital político para além da crise da independência da Catalunha e disputas entre “tensões e conversas sobre fronteiras e bandeiras”.

“As pessoas estão doentes e cansadas da situação política na Espanha – que não está indo a lugar nenhum – e da falta de autenticidade de seus políticos”, disse Barquero.

“Estamos tristemente acostumados com a ideia de que um político diz uma coisa e depois faz o contrário aqui. [Mas] há uma nova geração que está em sintonia com os valores do Pacma. São jovens entre 18 e 35 anos. A maioria dos nossos eleitores são mulheres nessa faixa etária”.

Ela deixou claro que o compromisso do Pacma com o bem-estar animal e o meio ambiente estava evidente pelo fato de que seus líderes e porta-vozes serem todos veganos.

“Acreditamos que a produção de carne é uma das principais ameaças ao planeta quando se trata de mudança climática – e estamos pessoalmente comprometidos em fazer algo a respeito”, disse ela.

“Essa é a melhor maneira de mostrar que estamos do lado do meio ambiente e das pessoas”.

Barquero diz que toda a filosofia do Pacma é baseada na empatia e minimização do sofrimento e da desigualdade.

O partido está envolvido em um debate interno sobre o aborto e o ponto em que os fetos começam a sentir dor.

“Não há debate ético sobre o sofrimento quando alguém tem apenas duas células, mas quando o feto tem o estímulo nervoso para sentir e sofrer”, disse ela.

“Estamos muito interessados em saber, cientificamente, em que ponto exato isso acontece. Para nós, é aí que o limite deve ser e após o qual o aborto não deve ser permitido. É eticamente inaceitável”.

Barquero descreve o Pacma e o Vox como opostos completos – “somos tão diferentes quanto a noite e o dia” – mas reconhece que sua existência ajudará os eleitores a fazer uma escolha clara no domingo.

“Mais e mais pessoas não querem ser associadas às touradas e à caça, que, como o resto do que Vox está propondo, fazem parte do nosso passado. O Vox viu que somos uma ameaça e vem dizendo exatamente o oposto do que temos dito: “Vamos defender a caça! Nós vamos defender as touradas! ‘”

As pesquisas sugerem que o Partido dos Trabalhadores Socialistas Espanhóis (PSOE) vencerá a maioria dos votos – 29,2% -, mas fica bem aquém da maioria total. O PP terá 20,1%, segundo as pesquisas; o Cidadão de Centro-Direita 15,5%; o Podemos 13,6% e o Vox 10,7%.

Barquero disse que seu partido apoiaria “um governo progressista” liderado pelo PSOE, mas que seu apoio dependeria da consideração dos socialistas em relação às propostas do Pacma para acabar com os maus tratos aos animais na Espanha.

“Eu me sinto envergonhada que pessoas em outros países vejam a Espanha como o país das touradas – isso precisa ser eliminado da imaginação coletiva, já que está causando muito prejuízo ao país”, disse ela.

Relatório revela classificação de empresas em relação ao bem-estar animal

WAN/Reprodução

WAN/Reprodução

Um relatório anual recém lançado, considerado marco de referência em negócios, revela que o bem-estar animal infelizmente não é uma prioridade para algumas das maiores empresas de alimentos e restaurantes do mundo.

As informações revelam que o bem-estar dos animais, nem sequer está na agenda de algumas dessas empresas conhecidas e consideradas confiáveis pelo público. A informação contrasta com o esforço de outras marcas menores, líderes em seus segmentos, que têm trabalhando duro para melhorar o bem-estar animal em sua lógística de operação.

O sétimo Marco de Referência em Negócios sobre Bem-estar Animal em Fazendas (BBFAW, na sigla em inglês), apoiado pela World Animal Protection e Compassion in World Farming, é a principal fonte de referência mundial sobre o bem-estar dos animais de fazenda.

Ele classifica 150 empresas de alimentos em relação aos padrões de bem-estar animal dos níveis 1 a 6, sendo o nível 1, o melhor e o nível 6, o pior.

A gigante norte-americana Mars e uma das maiores cadeias de supermercados da Europa, a E.Leclerc, estão na parte inferior da tabela no nível 6 e mostram pouca consideração pelo bem-estar animal em seus negócios.

O relatório conclui que não há evidências de que o bem-estar dos animais sequer esteja na agenda comercial dessas empresas.

A Amazon, a maior empresa do mundo e proprietária do Whole Foods Market, teve um desempenho ligeiramente melhor e alcançou um status de nível 5, assim como a Starbucks, a Papa Johns, a Subway, a Campbell’s Soup e a Hershey.

Para essas empresas, o bem-estar dos animais está na agenda comercial, mas há evidências de implementação limitadas.

A classificação da lista de referência mostra que há mais trabalho a ser feito por outros nomes famosos, que ficaram na parte inferior do ranking. A multinacional de varejo Walmart e a gigante do fast-food Burger King obtiveram apenas o status de nível 4.

A cadeia de supermercados alemã Aldi e o McDonald’s, ambos do setor fast food, estão classificados no nível intermediário 3, ou seja, têm políticas estabelecidas, mas têm mais trabalho a ser feito.

A gigante britânica-holandesa Unilever, que vende inúmeros alimentos de marcas famosas, como Ben e Jerry’s e Hellmann’s, alcançam uma classificação alta, no nível 2, assim como a gigante francesa Danone – ambas mostraram que o bem-estar dos animais é essencial para sua estratégia de negócios.

Também estão no nível 2, os supermercados britânicos Morrisons e Sainsburys. A Whitbread, maior operadora de hotéis e restaurantes do Reino Unido, também se classificou no segundo nível, juntamente com a Greggs, a maior rede de padaria do Reino Unido.

As empresas britânicas dominam o topo da tabela, no nível 1. A Waitrose, a Marks & Spencer, a Cranswick (uma das maiores produtoras de alimentos da Grã-Bretanha), a Noble Foods (fabricantes de GU Puds) assumiram a liderança no bem-estar animal.

Ranking do Bem-Estar Animal em Fazendas de Criação (limitado a companhia selecionadas):

Nível 1 – Liderança
Waitrose, Marks & Spencer, Noble Foods, Cranswick

Nível 2 – Integrada a estratégia de negócio
Unilever, Danone, Morrisons, Sainsburys, Whitbread, Greggs

Nível 3 – Estabelecida, mas ainda há trabalho a ser feito
McDonald’s, Aldi

Nível 4 0 – Fazendo progressos na implementação
Walmart, Burger King (Restaurant Brands International)

Nível 5 – Está na agenda de negócios, mas possui evidências limitadas de implementação
Amazon (owner of Whole Foods), Starbucks, Pappa John’s, Subway, Campbell Soup, Hershey

Nível 6 – Sem evidências de que esteja na agenda de negócios da empresa
Mars Inc, E.Leclerc

No geral, a prática das empresas continua mostrando uma melhora consistente de ano para ano, desde o lançamento do Marco de Referência em 2012:

– 53% das empresas têm agora um conselho explícito ou a supervisão de gerenciamento nível sênior de bem-estar dos animais

– 71% publicaram objetivos formais de melhoria para o bem-estar dos animais

Das 55 empresas de alimentos que tem sido continuamente incluídas no indice de referência desde 2012, 17 (31%) subiram um nível, 20 (36%) subiram dois níveis e 8 (15%) subiram três níveis.

Essas melhorias são impressionantes, dada a severidade dos critérios do Marco de Referência e a ênfase crescente no relatório de desempenho e impacto ao longo deste tempo.

No entanto, enquanto pouco mais da metade das empresas relata a proporção de animais livres de confinamento, apenas uma em cada quatro empresas cobertas pelo relatório fornece qualquer informação sobre a proporção de animais anestesiados antes da morte, e apenas um em cada cinco relatórios de empresas menciona o tempo de transporte de animais vivos.

Steve McIvor, CEO da World Animal Protection, disse em um comunicado: “Se você se preocupa com os animais, então deveria pensar duas vezes antes de dar seu dinheiro a alguns desses varejistas e restaurantes. Gigantes como Burger King e Walmart devem levar o bem-estar animal muito mais a sério”.

“Produtores de alimentos, supermercados e cadeias de restaurantes não podem mais ignorar o bem-estar animal, pois os consumidores agora têm mais informações ao alcance dos dedos e mostram que se preocupam cada vez mais com o bem-estar dos animais quando decidem onde comprar e comer”, finaliza ele.

Número de veganos acima de 60 anos cresce a cada dia  

 

Foto: Pixabay

Seja por questões de saúde, bem-estar animal ou preocupações com o planeta, o veganismo ganha força em todo o mundo impulsionando o mercado a se reinventar para atender a notável demanda por produtos livres de crueldade.

Para mostrar o alcance do movimento, o jornal The Telegraph divulgou um relatório que cita vários exemplos de veganos mais velhos, incluindo uma avó de 74 anos, um trabalhador de 64 anos e um empreendedor de 56 anos.

O artigo menciona “crueldade animal em práticas agrícolas” como um fator motivador para o abandono de produtos de origem animal mas concentra-se principalmente nos benefícios para a saúde, incluindo perda potencial de peso, aumento dos níveis de energia e melhor digestão, entre outros. As informações são do Plant Based News.

Benefícios veganos

“Parece que uma dieta vegana não só pode reduzir a ascensão do diabetes, como parte de um plano de perda de peso, mas também pode ajudar com problemas renais”, disse o Dr. Frank Miskelly, médico consultor em atendimento a idosos do Imperial College Healthcare NHS.

“As dietas hiperproteicas comuns para quem come carnes podem prejudicar os rins. A perda de peso também pode estar relacionada com a síndrome metabólica, a doença ocidental associada à obesidade, pressão alta e colesterol alto.

Além disso, a ANDA já noticiou sobre descobertas médicas e científicas importantes que relacionam o veganismo como forma de prevenção e também como alternativa de tratamento para doenças como diabetes tipo 2 e demência.

Jovens veganos

Este relatório segue múltiplas pesquisas e análises de pesquisas de mercado mostrando que, em geral, os jovens são mais propensos a se tornarem veganos do que os mais velhos – com dados de pesquisas divulgados no ano passado, mostrando como os jovens lideras as dietas vegetarianas e veganas.

Quase 8 milhões de residentes britânicos – cerca de 12% da população – se identificam como veganos, vegetarianos ou pescatários, de acordo com pesquisa da Harris Interactive para a revista especializada em alimentos The Grocer. Os 12% dividem-se em seis por cento vegetarianos, quatro por cento pescetários e dois por cento veganos.

 

Ator de Game of Thrones diz que o bem-estar animal na indústria agropecuária é uma ilusão

“Mas lamento dizer que a realidade está longe de ser idílica”, critica Flynn (Foto: PETA)

Em um vídeo gravado recentemente para uma campanha da organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA), o ator Jerome Flynn, que interpreta Bronn na série Game of Thrones, da HBO, diz que os pecuaristas e a indústria da carne querem que os consumidores imaginem os animais em belos pastos verdes, em currais “românticos”, que parecem saídos de outros tempos.

“Mas lamento dizer que a realidade está longe de ser idílica”, critica Flynn, destacando que o bem-estar animal na indústria agropecuária é uma ilusão, e que não existe tal coisa como ‘carne humanitária’ quando falamos de animais criados para consumo. O ator enfatiza que a grande maioria dos animais que vão parar na mesa da população levam vidas absolutamente horríveis, e isso inclui aqueles servidos em redes de fast food.

Jerome Flynn ressalta ainda que é importante as pessoas não se iludirem acreditando que não é tão difícil encontrar exceções, animais que são tratados e “mortos de forma digna”, como se houvesse uma forma certa de matar quem não querer morrer. “Essa é a norma”, pontuou.

Fonte: Vegazeta

cachorro sentado olhando para cima

São José (SC) implantará Centro de Bem-Estar Animal e Controle de Zoonoses

Por determinação do Ministério Público de Santa Catarina, o município de São José deverá implantar ainda em 2019 um Centro de Bem-Estar Animal e Controle de Zoonoses. Isso já deveria ter ocorrido em 2018, mas pela complexidade da demanda, a prefeitura pediu a prorrogação do prazo para este ano.

cachorro sentado olhando para cima

Foto: NSC Total

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o grupo destacado para o serviço realizou um diagnóstico do que será necessário para o desenvolvimento dos trabalhos de prevenção, proteção e promoção à saúde pública, por meio de vigilância e controle de animais domésticos, de animais sinantrópicos (aqueles que se adaptaram a viver junto ao homem, mas não foram necessariamente domesticados) e educação em saúde.

Está também em fase de elaboração no município a legislação que irá estabelecer diretrizes e normas para a efetiva proteção e garantia do bem-estar dos animais domésticos e domesticados (pequeno, médio e grande porte).

A implantação dos “Serviços Públicos de Controle e Proteção da População de Animais e de Prevenção de Zoonoses e Doenças Transmitidas por Vetores” foi requerida pelo promotor de Justiça Raul de Araujo Santos Neto, que atua na área do meio ambiente na Comarca de São José, ainda em abril de 2018. O município teria seis meses para efetivar o serviço, mas, devido à complexidade, pediu a prorrogação do prazo.

Fonte: NSC Total

duquesa Meghan usando um chapéu preto e cabelo solto. ela está sorrindo de boca fechada

Duquesa Meghan apoia mulheres e animais com primeiros patrocínios reais

A Duquesa de Sussex tornou-se patrocinadora de uma série de organizações que refletem seus interesses nas artes, acesso à educação, apoio às mulheres e ao bem-estar animal, anunciou o Palácio de Kensington.

duquesa Meghan usando um chapéu preto e cabelo solto. ela está sorrindo de boca fechada

Foto: Getty Images

Meghan assumiu cargos honorários no National Theatre, na Association of Commonwealth Universities, na Smart Works, que ajuda mulheres carentes ​​a conseguirem emprego, e na Mayhew, uma organização de bem-estar animal.

O anúncio é um marco importante para a ex-atriz norte-americana, destacando os primeiros passos de sua vida pública como membro da família real.

O Palácio de Kensington disse em um comunicado: “A Duquesa tem o prazer de se tornar patrocinadora de organizações nacionais e de base que são parte da base do Reino Unido, e está ansiosa para trabalhar com elas para chamar a atenção do público para suas causas.”

“Sua Alteza Real sente que pode usar sua posição para concentrar a atenção e fazer uma diferença especial para essas organizações e, mais amplamente, os setores que cada uma representa.”

Estes são os primeiros patrocínios que Meghan detém por direito próprio, já que ela é uma patrocinadora conjunta da Royal Foundation. A posição da duquesa com o National Theatre foi acidentalmente revelada pelo teatro em seu site antes do anúncio oficial.

A organização de bem-estar animal Mayhew foi o primeiro dos novos patrocínios de Meghan a comentar publicamente sobre o anúncio, manifestando-se em seu Twitter a respeito de sua nova apoiadora da realeza.

“Estamos entusiasmados com o fato de Sua Alteza Real compartilhar nosso compromisso de melhorar a vida de animais e pessoas e estamos empolgados em fazer a diferença juntos,” disse.

O Palácio de Kensington disse que nos últimos 12 meses Meghan “realizou reuniões e realizou visitas privadas” com cada uma de suas quatro novas instituições de caridade e organizações.

Caroline Yates, diretora-executiva da Mayhew, que trabalha para melhorar a vida de cães, gatos e moradores locais, disse que a instituição de caridade estava “animada” por ter Meghan como sua patrocinadora.

Falando sobre o trabalho da duquesa apoiando vários centros de resgate de animais em sua cidade natal, Los Angeles, Yates acrescentou: “A duquesa passou muitos anos defendendo o bem-estar animal, e estamos honrados em ter nossa caridade representada por uma patrocinadora tão apaixonada.”

Com sede em Londres e internacionalmente, a instituição de caridade tem como objetivo melhorar a vida de cães, gatos e pessoas por meio de várias iniciativas, incluindo a redução do número de animais necessitados por meio de cuidados veterinários preventivos. Meghan é a primeira patrocinadora real da organização e esse novo patrocínio é importante para a Mayhew, que é totalmente financiada por doações da população.

Yates acrescentou que os funcionários da instituição estão “incrivelmente empolgados em receber a Duquesa para sua primeira visita oficial a Mayhew,” que deve acontecer nas próximas semanas. “Estamos ansiosos para ajudar ainda mais animais e pessoas juntos”, disse ela.