Cachorro participa de missa e brinca com padre em Belo Horizonte (MG)

Reprodução

Um doce cãozinho roubou a atenção dos fiéis durante a missa da Ascensão do Senhor na Igreja de Nossa Senhora das Dores, no bairro Floresta, em Belo Horizonte (MG). Faceiro, ele escapou de uma casa vizinha, entrou na igreja e decidiu fazer amizade com o padre José Geraldo Sobreira.

Um vídeo registrou toda interação entre os dois. Em uma entrevista ao portal G1, o padre contou que o cachorro queria apenas se divertir. “Ele entrou na igreja, foi nos bancos, na música, no pessoal do canto, subiu o presbitério e depois sentou na minha frente e começou a brincar com a minha túnica”, disse.

Uma pessoa que estava na missa reconheceu o cãozinho. Após a celebração, o cachorro, que se chama Herman, foi entregue a sua tutora. O vídeo que mostra a interação entre o padre e o cãozinho foi publicado no Facebook e já teve quase 100 mil compartilhamentos. Veja abaixo:


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cãozinho de moradora de rua é envenenado em BH

Foto: Arquivo pessoal

A dor e o desespero da moradora de rua Emilin Tuany, de 29 anos, pela morte de seu cãozinho Beethoven viralizaram nas redes sociais. O animal foi vítima de envenenamento no bairro Savassi, em Belo Horizonte (MG) e morreu nos braços de sua tutoram, que o encontrou agonizando.

Em uma entrevista exclusiva ao portal O Tempo, Emilin contou que vinha sofrendo assédio de um morador de um prédio próximo a onde ela costuma dormir. Ela relatou que o homem uma vez chegou a dizer que odeia negros, animais e moradores de rua.

Emilin contou ainda que viu o homem jogando alimento com veneno para Beethoven do terceiro andar do edifico. Imagens de monitoramento ainda não foram cedidas, mas o caso de maus-tratos está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Crimes contra a Fauna.

Beethoven era um labrador cor chocolate de apenas um ano de vida. Ele foi adotado por Emilin quanto tinha apenas 14 dias de vida. Ela o amamentou e cuidou dele da melhor forma possível. “Beethoven nem tinha sido desmamado. Era como um ratinho. Eu ferventava o leite, punha na luva e colocava na boca dele. Com 1 ano, mataram meu filho”, disse ao O Tempo.

Uma advogado, que preferiu não se identificar, se ofereceu voluntariamente para dar suporte jurídico. O cadáver de Beethoven será submetido a uma necrópsia. O procedimento, que custa R$100,00, foi pago por um benfeitor que preferiu se manter anônimo e será realizado no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O resultado saí em 30 dias.

Emilin recebeu a doação de um cachorrinho bebê sem raça definida para ajudar a superar a morte de Beethoven. Após a investigação, se o crime for comprovado, o responsável pode ser punido com até um ano de detenção, além de multa.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Parceria garante castração a preços populares em BH

Silvia Amorim
mariasilviabh304@gmail.com

Foto: Pixabay

A Associação Social Acreditar Brasil fechou uma parceria com a PUC Minas para a realizar castrações de animais tutelados pela população carente de BH e região pelo valor simbólico e único de R$60,00.

Para realizar o procedimento basta levar seu cãozinho ou gatinho no Hospital Veterinário que fica Praça da Liberdade. O valor precisa ser pago no momento da cirurgia em dinheiro.

Bombeiros de Belo Horizonte salvam cão preso em grade

Bombeiros atendem ocorrência de salvamento de animal. — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros de MG

O Corpo de Bombeiros atendeu uma ocorrência de salvamento de um cachorro da raça chow chow, em Belo Horizonte. O atendimento foi na manhã da última quinta (28), na rua Arariba, bairro São Cristóvão, Região Noroeste da capital.

O cão chamado “Luke” estava agitado e com a cabeça imobilizada em uma grade de portão. Com muito cuidado e usando as técnicas apropriadas, os bombeiros retiraram o cachorro da grade. Em seguida, ele foi entregue para a proprietária.

Fonte: G1

Estudante vegana é impedida de doar sangue no Hemominas em BH

Diante da impossibilidade de doação de sangue, mais tarde, Daniela Batista entrou em contato com o Hemominas para reclamar do ocorrido e cobrar um posicionamento (Foto: Arquivo Pessoal)

No início deste mês, a estudante de enfermagem Daniela Batista, que é vegana, foi impedida de doar sangue no Hemocentro de Belo Horizonte (MG), da Fundação Hemominas.

Por volta das 14h, Daniela e o namorado Igor Lucian Manini foram até a unidade de Santa Efigênia, onde fizeram o cadastro na portaria, passaram pelos atendentes e aguardaram a entrevista com a enfermeira.

“Fiquei bem feliz porque estava cheio de doadores. Depois da entrevista, fui encaminhada para uma outra sala para avaliar o peso e realizar um exame rápido. A senhora que me atendeu me informou que eu tinha que lavar o braço e realizar um lanche”, relata a estudante.

Daniela explicou que por ser vegana não poderia consumir o lanche oferecido pelo hemocentro, que contém ingredientes de origem animal, e que por isso ela almoçou antes.

“Falou que eu não poderia doar porque precisava lanchar. Expliquei e ela pediu para aguardar. Fiquei um pouco na recepção do local, até que a senhora que realizou o teste rápido me falou que iria comunicar ao seu superior, justificando que ela nunca lidou com nenhum caso como esse”, informa Daniela.

A estudante conta que o namorado já havia doado sangue há quatro meses, e também explicou na época que não consumiria o lanche por ser vegano. Ele foi orientado apenas a tomar bastante água.

“Antes de ir ao Hemominas já estávamos tomando bastante água. Um médico veio conversar com a gente e falou que era necessário fazer o lanche porque ele é responsável por cada indivíduo que entra para realizar a doação de sangue”, narra.

Mais tarde, diante da impossibilidade de doação de sangue, Daniela Batista entrou em contato com o Hemominas para reclamar do ocorrido e cobrar um posicionamento.

A Equipe de Gerência de Captação e Cadastro se desculpou pelo ocorrido e declarou que repassou à reclamação à Gerência Técnica do Hemocentro de Belo Horizonte, que se dispôs a fazer um levantamento interno do que aconteceu para em seguida dar um retorno à estudante. Porém, Daniela lembra que o contato foi feito há mais de uma semana e o Hemominas não deu mais nenhum retorno.

Fonte: Vegazeta 

Cachorros abandonados ganham camas recicláveis em BH

Divulgação

Que tal aliar uma boa causa com solidariedade? Uma ação da Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) está criando caminhas coloridas, confortáveis e feitas com matérias recicláveis para cães abandonados. E você pode ajudar doando pneus para a construção das caminhas.

O trabalho de transformação é feito pelos internos do Complexo Penitenciário Nelson Hungria. As primeiras camas foram entregues para o Grupo de Proteção Animal (GPA) e agora fazem a alegria dos cães que estão em lares temporários à espera de adoção. O projeto, chamado de Amicão, começou atendendo 13 cães, mas tem o objetivo de expandir as ações para outras instituições que acolhem animais em BH. As caminhas decoradas são preparadas uma a uma pelos presos, utilizando os pneus velhos.

Mantendo a ação

O projeto está aceitando doações de pneus para que outras organizações de regaste de animais sejam apoiadas. Os interessados podem ligar nos telefones (31) 3915-3903 e (31) 3915-5530 e solicitarem o recolhimento do material, que é feito pela própria Seap.

Fonte: Sou BH

Opções veganas se multiplicam em BH e faturamento cresce até 10% ao mês

Foto: Pixabay

Com o objetivo de preservar a saúde e cuidar melhor do planeta, o movimento vegano também atrai cada dia mais empreendedores de olho nos lucros gerados pelo promissor mercado sem carne. Em Belo Horizonte, se multiplicou, nos últimos dois anos, o número de estabelecimentos especializados nesse cardápio. A capital mineira conta hoje com dezenas de restaurantes, empórios, lanchonetes e até um açougue sem nenhum produto de origem animal.

Pesquisa realizada em 2018 pelo Ibope Inteligência, a pedido da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), mostrou que o número de pessoas adeptas a esse estilo de vida praticamente dobrou nos últimos seis anos, chegando à marca de 29 milhões de pessoas no Brasil, ou 14% da população. Surfando na onda, estabelecimentos da capital mineira correram para atender o novo público.

“Temos visto essa tendência de mercado, que está muito atrelada à história do fitness, da alimentação saudável. É crescente o número de pessoas que se tornam veganas ou reduzem o consumo de carne. E o comércio precisa se adequar à demanda”, diz o presidente da Abrasel-MG, Ricardo Rodrigues.

Açougue

Um dos pioneiros, a mercearia Venne Vegan, no bairro Floresta, é considerada o primeiro açougue sem carne de Belo Horizonte. Nas prateleiras, os clientes encontram hambúrgueres, salames, linguiça, queijos. Tudo à base de ingredientes vegetais, como soja, batata, grão de bico, feijão e lentilha.

Com preços que giram em torno de R$ 50 o quilo, os responsáveis viram o faturamento quadruplicar desde a inauguração, em janeiro de 2017. “No meio de uma crise terrível, com tantos estabelecimentos fechando, nós crescemos de 5% a 10% ao mês”, conta a proprietária, Valéria Zamaro Bonetti.

Por causa da demanda, ela montou uma fábrica própria, no bairro Santa Efigênia, com uma cozinha industrial de 70 metros quadrados, de onde sai uma tonelada de carnes vegetais e produtos veganos por mês. Hoje, o “açougue” também virou distribuidora e abastece 19 lojas do supermercado Super Nosso, 13 do Verdemar, 18 empórios e 12 lanchonetes. “Quando começamos, havia apenas um empório vegano na cidade”, lembra Valéria.

Luzia de Oliveira, gestora da linha bem-estar dos supermercados Verdemar, conta que o aumento da procura foi o que incentivou as grandes redes a aderirem ao novo cardápio. “Primeiro foram os light e diet, depois os orgânicos, agora os veganos. Quando percebemos muitas pessoas em busca de um tipo de produto, buscamos acompanhar o mercado”, conta ela, que é responsável pela compra de snacks, patês, leites vegetais e outros itens sem origem animal.

Marmitas

O funcionário público Rodrigo Figueiredo aproveitou a paixão pelo universo vegano para gerar uma renda extra. Adepto do estilo há quatro anos, ele começou a produzir os próprios hambúrgueres vegetais em 2018. “Desenvolvi cinco sabores e decidi lançar uma marca própria, a Veggie Roots. A procura foi tão grande que já estou me preparando para lançar uma linha de marmitas veganas congeladas”, diz.

Empório

A empresária Carolina Carvalho Ferreira, proprietária do empório Vegan Club, no São Pedro, também se surpreendeu com a aceitação do público. Desde a inauguração, em junho de 2018, o faturamento cresceu 30%. São 15 vendas por dia, em média.

“Esse ainda é um mercado carente e os veganos são muito fiéis. Voltam sempre e indicam aos amigos”, conta ela, que pretende abrir um restaurante vegano até o meio do ano. Além das comidas, o Vegan Club também vende desodorantes, sabonetes e produtos de higiene que não passaram por testes em animais.

Fonte: Hoje em Dia

BH terá festival de comida mineira vegana no sábado

Vegan Club/Facebook/Divulgação

O veganismo está longe de ser uma moda passageira e, a cada dia, conquista cada vez mais adeptos. Pensando nisso, o Vegan Club, localizado no bairro São Pedro, região Centro-Sul de Belo Horizonte, promove diversos festivais temáticos com pratos totalmente veganos. E neste sábado (26) o tema será Comida Mineira! Já pensou em comer aquele arroz com bacon vegetal e linguiça calabresa vegana, sem pesar a consciência?

A preocupação e conscientização das pessoas em saber de onde vem, como foi cultivado e por quem foi cultivado é uma prova de que esse estilo de vida está crescendo cada vez mais. E calma que isso não é sinônimo de que você precisa parar de comer tudo que gosta! A Vegan Club é uma loja com grande variedade de produtos totalmente veganos, que vão desde a alimentação até higiene pessoal e petiscos para animais. Lá você encontra hambúrgueres, salsichas, linguiças, pães, leites, queijos, requeijões, iogurtes, manteiga e muitas outras coisas de origem vegetal. Viu?!

E pensando em agradar mais ainda seus clientes, e quem tem curiosidade em conhecer o veganismo, o local promove aos sábados, diversos festivais temáticos. O último foi de Comida de Boteco e o próximo será de Comida Mineira, neste sábado, onde serão produzidos pratos criativos usando somente ingredientes de origem vegetal, como linguiça e até bacon. Se liga no cardápio:

Prato 1:
Arroz com brócolis, cenoura raladinha e alho frito
Tutu de feijão com bacon vegetal crocante
Couve refogada com provolone vegano ralado
Linguiça calabresa vegana com molho de tomate defumado e vinagrete levemente picante com lemmonpepper

Prato 2:
Arroz com bacon e ovos mexidos de tufu.
Angú com cogumelo grelhado e lentilha a bolonhesa.
Quiabo refogado com milho, ervilha e lascas de alho.
“Vaca” não atolada cremosa.

O evento acontece de 11h30 às 16h no própria loja, que coloca mesas na calçada tornando o ambiente bem agradável e fresco. Cada prato sai no valor de R$ 15, é só chegar e pedir o seu.

Serviço

Festival Comida Mineira – Vegan Club

Quando? Sábado (26), das 11h30 às 16h

Onde? loja Vegan Club (rua Major Lopes, 240 – São Pedro, Belo Horizonte)

Quanto? Entrada gratuita, cada prato custará R$ 15

Fonte: Bhaz 

Catador de materiais recicláveis emociona a internet por seu amor aos animais

Quem vê o catador de matérias recicláveis Emerson Carneiro andando pelas ruas da capital de Belo Horizonte com um carrinho de compras rodeado de cães e gatos pode imaginar o quanto ele ama os animais. Mas, por trás da cena que comove há uma triste constatação: o homem carrega os bichinhos para cima e para baixo para impedir que eles sejam mortos.

Foto: Alexandra Silva

A história de Emerson viralizou pelas redes sociais por conta de um post feito no Facebook, na última sexta-feira (18), pela vendedora e ativista pelos direitos animais Alexandra Silva, de 44 anos. A publicação conta que o catador vive no aglomerado da Barragem Santa Lúcia, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, e que passou a carregar os animais para que eles não sejam mortos por lá. Ele já chegou a resgatar mais de 20 animais e os encaminha para adoção.

Ao BHAZ, Alexandra contou que a ideia da publicação é reunir o máximo de ajuda possível para o catador e os animais acolhidos por ele. “Montamos um grupo com interessados em ajudar, ele diz que tem que carregar os cachorros e gatos para que não sejam mortos. Alguns já foram. É uma situação muito triste”, explica.

“Estamos nos articulando para começar a fazer arrecadações de ração e outros itens para os animais, mas também queremos ajudar o Emerson. Já temos uma veterinária voluntária que vai auxiliar nas castrações, mas toda ajuda é bem-vinda”, conta. “Eu me vi nessa história dele, é muito comovente, a gente sabe que precisa fazer algo e só faz. É um anjo”, pondera.

Segundo Alexandra, ela e uma amiga, Ana Luisa, deveriam se encontrar com o catador ontem (20) para discutir os próximos passos para ajudá-lo a lidar melhor com os animais. “Quem quiser ajudar pode nos contactar pelos telefones, no WhatsApp e no Facebook. É incrível ver o nível de apego dos animais com ele, precisamos ajudar”, afirma.

Quem quiser ajudar, ou fazer parte do grupo que articula auxílio para o catador, pode fazer contato por meio dos telefones (31) 99682-9085 e (31) 9 9522-5474, ou ainda pelo Facebook.

Fonte: BHAZ

Prefeito de BH veta projeto que proíbe venda de cães e gatos na rua

Foto: Pixabay

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, vetou proposição de lei que proíbe a venda de animais domésticos, como cachorros, gatos e pássaros, em ruas, praças e parques de Belo Horizonte. O veto, publicado nesta terça-feira (15) no Diário Oficial do Município (DOM), foi justificado devido a “vícios legais e constitucionais” uma vez que “interfere diretamente na estrutura das secretarias municipais, especialmente no que tange às novas competências fiscalizatórias e sancionatórias”.

Atualmente, é comum observar a comercialização de animais domésticos em caixotes próximos à Feira Hippie de Belo Horizonte, montada aos domingos na avenida Afonso Pena, no centro da cidade.

Ao barrar a proposição, entretanto, o prefeito destaca que a medida “não têm como objetivo discutir a relevância do tema, que envolve tanto questões éticas contra abusos de animais quanto questões de saúde pública”. O veto de Kalil será analisado a partir de fevereiro pelos vereadores da capital, que podem mantê-lo ou derrubá-lo em plenário.

De autoria do vereador Osvaldo Lopes (PHS), a proposição de lei 64/18 – criada a partir do projeto de lei 253/217 – proíbe a venda de animais domésticos em locais públicos, como ruas, praças e parques da cidade.

O vereador defende que a comercialização só poderia ocorrer em canis, gatis ou criadouros regularmente registrados. Além disso, tais estabelecimentos devem seguir certas regras, como fornecer ao comprador documento de certificação da identificação do animal, atestado de saúde emitido pelo veterinário que indicasse a presença de castração, cartão que comprove a vacinação contra doenças comuns a esses animais como raiva.

A proposição de lei alega ainda que tais estabelecimentos devem fornecer “orientações sobre guarda responsável, respeitando as diretrizes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMMA – sobre as informações básicas de alimentação, de higiene, de cuidados médicos, entre outras”.

A reportagem entrou em contato com o vereador por meio de telefone e e-mail para comentar o veto do prefeito e aguarda retorno.

Fonte: O Tempo