Mais de dois milhões de animais morrem atropelados todos os anos no Brasil

Por Rafaela Damasceno

Mais de dois milhões de animais – grandes ou médios – morrem atropelados todos os anos no Brasil. Os dados foram feitos para uma pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais.

Um tucano na estrada, morto

Foto: Agro News Brasil

A pesquisa ocorreu entre agosto de 2018 e junho de 2019 e investigou estradas, rodovias e ferrovias em quase cem parques nacionais e outras áreas de conservação estaduais, municipais e federais.

“O objetivo foi realizar um diagnóstico nacional do efeito de rodovias e ferrovias nas Unidades de Conservação. Além de coletar dados sobre atropelamentos de fauna selvagem, avaliar medidas de mitigação e coletar amostras de tecido de animais afetados por atropelamentos, realizamos ações de educação ambiental e promovemos cursos e palestras“, disse o professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e pesquisador responsável pela Expedição Alex Bager.

Um tamanduá morto na estrada após ter sido atropelado

Foto: Agro News Brasil

Segundo o Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas, da UFLA, cerca de 2.163.720 animais médios e grandes são atropelados no país, por ano, até mesmo dentro das áreas protegidas. Se os animais pequenos forem somados ao total, assim como aqueles atropelados fora de unidades de conservação, o número chega a 450 milhões.

Estudos serão feitos para descobrir como os atropelamentos podem afetar as espécies a curto e longo prazo.


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Tartarugas marinhas são encontradas mortas e mutiladas no litoral do Paraná

Por Rafaela Damasceno

Várias tartarugas marinhas mutiladas foram encontradas pelo Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC/UFPR) em praias do litoral do Paraná. Os cortes eram bem-feitos, o que chamou a atenção da equipe. Os animais foram levados para um exame de corpo delito, que definiu os cortes como intencionais para a retirada dos cascos e da musculatura das tartarugas.

Uma tartaruga sem casco, com os órgãos internos aparecendo

Foto: LEC/UFPR)

Segundo o laboratório, muitas tartarugas que se prendem em redes de pesca acidentalmente podem desmaiar e parecer mortas. O procedimento correto é esperá-las acordar e ajudá-las a expelir a água. No entanto, os pesquisadores acreditam que as tartarugas foram dadas como mortas e mutiladas ainda vivas.

Mesmo que estejam mortos, usar partes de animais ameaçados de extinção para quaisquer fins infringe leis federais. A lei de número 9.605, do Brasil, proíbe a captura, morte, coleta de ovos e molestamento de animais silvestres.

O Laboratório de Ecologia e Conservação trabalha no Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMB-SP). O projeto visa analisar os possíveis problemas causados nos animais pelas atividades de produção e escoamento de petróleo.


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Mais de 200 canários são encontrados presos em mala no Aeroporto de Brasília

Por Rafaela Damasceno

Um homem foi preso nesta segunda-feira (5) tentando transportar mais de 200 canários da espécie Sicalis flaveola (conhecidos popularmente como canários-da-terra) no Aeroporto Internacional de Brasília.

Os canários presos em gaiolas dentro das malas

Foto: Polícia Federa

O criminoso viajava de Manaus (AM) e, no desembarque, foi descoberto ao tentar passar duas malas pelo raio-x. Os pássaros estavam amontoados dentro de gaiolas, dentro das malas.

O canário-da-terra é conhecido por suas penas de cor vibrante e seu canto bonito. As aves têm, em média, 13,5 centímetros e pesam em torno de 20 gramas. A espécie costuma viver em bando e é vítima do tráfico, já sendo até mesmo considerada em extinção por alguns estados brasileiros, como Minas Gerais.

Os canários encontrados foram levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do IBAMA – órgão que visa preservar áreas naturais, como florestas e rios -, onde serão examinados. O homem responderá pelo crime, podendo ser condenado a até 8 anos de reclusão.


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Ministra da Agricultura diz que mais agrotóxicos serão liberados para o Brasil ‘entrar na modernidade’

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que mais agrotóxicos serão liberados. Segundo ela, isso é necessário para o Brasil “entrar na modernidade”. Apenas em 2019 foram registrados 290 pesticidas. Esses venenos colocam a saúde da população em risco, além de contribuírem para a devastação do meio ambiente.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“A aprovação de mais produtos mostra mais eficiência. São produtos menos tóxicos. Temos que continuar aprovando mais. Vocês vão ver cada vez mais acontecer registros, para entrarmos na modernidade e termos produtos cada vez menos tóxicos”, afirmou a ministra em entrevista a jornalistas durante um café da manhã com professores, especialistas e representantes de órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A reunião foi realizada para fazer um debate sobre os agrotóxicos, conforme informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Tereza admitiu que não existe risco zero “para nada”, mas que no caso dos pesticidas, os riscos são calculados e semelhantes aos de outros países. Disse ainda que dos 290 agrotóxicos liberados, sete são novos e o restante equivalente ou genérico a produtos que já eram usados no país. Há ainda, segundo a ministra, uma fila com mais de 2 mil pedidos de liberação de novos pesticidas. De acordo com Tereza, nenhum registro concedido este ano começou a tramitar em 2019.

A ministra afirmou também que há pesticidas que são usados aqui e proibidos na Europa porque os dois países “não têm a mesma cultura”. Ela alegou ainda que “nosso alimento é absolutamente seguro” e que “o consumidor brasileiro não está sendo impactado, a não ser pelo mau uso (de agrotóxicos)”.

No entanto, especialistas discordam da alegação da ministra e reforçam, com base em dados científicos, que os agrotóxicos adoecem as pessoas e destroem o meio ambiente. Casos de mortes, tanto de humanos quanto de animais, também ocorrem.

A coordenadora da campanha de Agricultura e Alimentação do Greenpeace, Marina Lacôrte, afirmou ao portal Brasil de Fato que “não existe agrotóxico que não apresente nenhum tipo de perigo”. O argumento de Lacôrte é confirmado pelo o engenheiro agrônomo Leonardo Melgarejo, da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida.

“Nós imaginamos que não exista nenhum brasileiro que não saiba que os agrotóxicos são perigosos. O que existe é uma grande parcela da população que acredita que esse perigo é para os outros, não para ela. Acredita que é perigoso pra quem aplica [produtos na lavoura], pra quem mora no interior e também que, comprando parte da sua alimentação em feiras orgânicas, isso resolve o conjunto da sua alimentação. É uma visão ingênua, equivocada essa de acreditar que os limites são seguros pelo fato de existir algum controle em alguns produtos”, disse Melgarejo ao Brasil de Fato.

O especialista lembrou também que os efeitos negativos dos agrotóxicos se estendem para além do ambiente de produção agrícola. Isso porque, segundo ele, os restos desses produtos são canalizados para outros espaços.

“Não podemos desprezar, por exemplo, que todos nós bebemos água e que o veneno aplicado no interior termina chegando naquilo que a gente bebe porque ele contamina o solo, os rios, etc. Se a água está envenenada, esses resíduos [de agrotóxico] vão parar dentro do organismo humano porque todos nós somos formados também por água. É sempre importante esclarecer isso”, concluiu.


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Vereador de Recife quer banir os fogos de artifícios ruidosos na cidade

Por Rafaela Damasceno

A Câmara de Vereadores do Recife retomará a discussão sobre o projeto de lei que sugere a proibição do manuseio, utilização, queima e soltura de fogos de artifício barulhentos em quaisquer lugares da cidade.

O vereador Ricardo Cruz

Foto: Divulgação

O autor da proposta é o vereador Ricardo Cruz (PPS), que argumenta sobre a possibilidade de danos graves causados pelos ruídos a idosos, crianças, portadores de doenças (como o autismo) e, principalmente, aos animais.

“Os estampidos comumente causam transtornos que levam a acidentes, como enforcamentos em coleiras, quedas de janelas, fugas desesperadas, taquicardia, salivação, tremores, dentre outros fatores prejudiciais à saúde e à qualidade de vida dos animais”, justificou o vereador.

O projeto prevê uma multa de 2 mil reais para as pessoas e 20 mil reais para as empresas que soltarem fogos de artifício, mesmo os de baixa intensidade. Os locais que descumprirem a lei também estarão sujeitos à interdição.

Os ouvidos dos cachorros são mais sensíveis que os dos seres humanos, podendo perceber sons com frequências entre 10 Hz e 40.000 Hz. Eles também conseguem detectar sons quatro vezes mais distantes que os ouvidos humanos podem captar. Os sons intensos e altos dos fogos de artifício podem causar dor, medo e pânico aos cachorros.


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The Economist e The Guardian destacam aumento do desmatamento no Brasil

Por Rafaela Damasceno

A capa da edição mais recente da The Economist, uma das principais revistas inglesas, exibe uma reportagem sobre o avanço do desmatamento da Amazônia. O texto cita o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, dizendo que ele “deixou claro para os infratores que não há nada a temer”.

A capa da revista The Economist

Foto: The Economist

Segundo a reportagem, depois de um esforço governamental de sete anos para diminuir a destruição da floresta, em 2013 o desmatamento tornou a crescer por culpa do enfraquecimento da fiscalização.

A revista não foi o único veículo midiático a noticiar o crime: o jornal americano The New York Times também declarou que o desmatamento da Amazônia está aumentando rapidamente, definindo o atual governo do Brasil como “extrema direita”.

A revista científica Science foi ainda mais além, afirmando que o presidente Jair Bolsonaro diz que os números são mentirosos, atacando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) enquanto todos os dados apontam para um aumento na devastação amazônica.

A revista americana Nature definiu o presidente brasileiro como “Trump tropical” e também noticiou as acusações contra o Inpe. “Em 19 de julho, Bolsonaro acusou o Inpe de mentir sobre os números e depois sugeriu que o governo tenha o direito de aprovar os dados da agência antes da divulgação pública”, disse o texto.

Segundo o G1, o jornal The Guardian também se posicionou sobre o assunto, afirmando que a floresta amazônica está sendo cortada e queimada a uma velocidade maior do que nunca. “Mas o governo Jair Bolsonaro está focado em reinterpretar os dados em vez de lidar com os culpados”, criticou o jornal.


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Universidade de Brasília ofertará disciplina de direitos animais

Por Rafaela Damasceno

Direito animal é o nome da nova matéria da Universidade de Brasília (UnB). A disciplina é aberta também à comunidade e abordará tanto o aspecto acadêmico quanto o ativista.

Uma mão humana e uma pata de cachorro se tocando

Foto: Jennings Wire

“Pela primeira vez a Universidade de Brasília chega com a oferta de uma disciplina para tratar os direitos animais no primeiro plano. Ou seja, pelo fundamento dos direitos animais. Geralmente você tem essa disciplina dentro de conteúdos de direito ambiental. Mas uma disciplina exclusiva para pensar o direito animal, assim como a gente já pensa, por exemplo, os direitos humanos, é a primeira vez”, explicou a Vanessa Negrini, professora de Comunicação Organizacional da Faculdade de Comunicação da UnB.

A ideia da criação da disciplina partiu dela, em sua tese de doutorado, onde falou sobre direito animal e comunicação, e já está sendo um sucesso: há 70 vagas para os alunos e 30 vagas para a comunidade, e o número de interessados ultrapassou 100 pessoas. Há uma lista de espera, caso algum inscrito desista, segundo o Tarde Nacional – Brasília.

A disciplina foi criada pela primeira vez na Universidade de São Paulo (USP), no começo deste ano.


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Cadela viaja de carro pelo mundo na companhia da tutora

Nina é a companheira de aventuras de sua tutora. A bordo de um carro, as duas já passearam pelos estados do Pará, do Paraná e do Mato Grosso do Sul, foram até a cidade Las Vegas, conheceram o Grand Canyon, e estiveram na Rota 66, que liga Chicago à Califórnia, nos Estados Unidos.

Foto: Arquivo Pessoal

Atualmente, a dupla mora em Palmas (TO), para onde se mudaram há cerca de um ano. O lar, no entanto, rapidamente dá lugar ao carro quando Nina ouve a palavra “viagem”. As palavras da tutora, a veterinária Ana Cláudia Lehmann, animam a cadela, que imediatamente corre para o banco de trás do veículo.

As viagens são bem planejadas para dar conforto e segurança à cadela. Ana Cláudia providenciou uma caixa de transporte, usada em avião, que não pode ter rodinhas e nem exceder 7 kg, e um cinto de segurança próprio para animais que fica preso à coleira e permite que Nina fique dentro do veículo sem risco de acidente.

“Eu me preocupei na questão de sempre ter tudo em mãos dentro da viagem. Tudo o que é necessário para eles. Além de alimentação, hidratação, uma guia, coleira adequada para a gente poder utilizar nas paradas, cinto de segurança, caixa de transporte. Então eu sempre tive bastante cuidado em proporcionar para ela o maior conforto e segurança em todas as viagens”, contou Ana Cláudia, em entrevista ao G1.

Foto: Arquivo Pessoal

A veterinária lembrou, porém, que nem todo cachorro gosta de andar de carro. “Nem todos os cães, eles têm essa habituação a andar de carro. Como eu falei, a Nina eu preparei. E o que eu digo para todos os tutores é: prepare o seu cão para tudo o que for futuro na vida deles. Se o futuro for viajar de avião, prepare para ele estar habituado a viagens de avião. Se for viajar de carro, então prepare para viagens de carro”, disse.

As regras de segurança respeitadas pela veterinária são importantes para proteger o animal e os ocupantes do veículo e não podem ser descumpridas, conforme explicou o superintendente da Polícia Rodoviária Federal do Tocantins, Hallysson Melo.

Foto: Arquivo Pessoal

“De jeito nenhum, o animal no colo do condutor. No colo do condutor é uma infração. Seja entre os seus braços ou entre ele e a porta. Não pode também o animal solto, também é uma infração de trânsito. A pessoa perde a atenção ali. O cão pode se movimentar, vir para cima dele”, afirmou.

Motoristas flagrados dirigindo com animal solto no veículo são punidos com 3 pontos na CNH e multa de R$ 88,38. Se o animal estiver no colo do condutor do carro, a punição é uma multa de R$ 130,16 e 4 pontos. Caso o animal esteja solto na carroceria do automóvel, são aplicados 5 pontos na carteira e multa de R$ 195,23.


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Cavalo em situação de abandono e maus-tratos é resgatado após denúncias

Por Rafaela Damasceno

Um cavalo abandonado mobilizou habitantes da região de Itaipuaçu, no Rio de Janeiro. Ele se encontrava em estado grave de desidratação e desnutrição, e uma arrecadação foi feita para pagar seus cuidados veterinários.

Duas pessoas resgatam o cavalo, sujo e machucado

Foto: Katito Carvalho

“Está é a terceira denúncia de abandono de cavalos que chegou até nós em um período de duas semanas”, afirmou Milena Costa, gerente da Coordenadoria Especial de Proteção Animal. A instituição esteve presente no atendimento de Chiclete, como o cavalo é conhecido, doando soro e apoiando o atendimento.

Milena ainda falou sobre a questão da violência a que os cavalos são submetidos, explorados como meio de transporte para pessoas e cargas.

“Normalmente, esses animais são explorados puxando carroças e deixados quando não podem mais fazer isso”, informou, em entrevista ao Eu, Rio!, um jornal do estado. “Se o tutor for identificado, será feito o registro da ocorrência”.

O esforço para resgatar Chiclete foi um trabalho coletivo. As donas de casa Valéria Oliveira e Erica Sampaio criaram uma grande rede de apoio, arrecadando o dinheiro que pagou a internação do cavalo na clínica do veterinário Márcio Struminski.

“Somente após seis litros de soro ele conseguiu levantar”, contou o veterinário, afirmando que o animal se encontrava em um estado grave de desidratação.

Segundo dados do programa Linha Verde, em dezembro de 2018 o número de denúncias de maus-tratos contra os animais aumentou e chegou a registrar 3.600 casos – um aumento de 24% em relação a dezembro de 2017. As denúncias mais comuns incluem falta de alimentação e espancamento. Segundo o programa, cachorros, gatos e cavalos estão entre os animais mais abandonados pela população.


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Animais são encontrados mortos em Porto Belo (SC)

Por Rafaela Damasceno

Na praia da Vieira, em Porto Belo, um golfinho, uma tartaruga e um pinguim foram encontrados mortos. O golfinho estava sem a cauda e todos os animais possuíam ferimentos que parecem ter sido causados por uma rede de pesca.

Golfinho morto na praia, ferido e sem cauda

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

O Grupo de Operações e Resgate (GOR) os encontrou após ser acionado pelo Corpo de Bombeiros, para verificar apenas o golfinho. Depois de chegar ao local, foi abordado por pessoas que informaram a presença do pinguim e da tartaruga.

Tartaruga morta na praia

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

“A gente suspeita que a tartaruga e o golfinho tenham ficado presos na mesma rede. O pinguim está morto há mais tempo e provavelmente ficou preso em uma rede também, porque aqui tem várias redes ilegais”, explicou o presidente do grupo, Pedro Henrique da Silva, em entrevista ao G1.

Pinguim morto sobre a grama

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

O GOR informou que outro golfinho foi encontrado morto na mesma praia apenas uma semana antes. A Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Porto Belo anunciou que ações estão sendo realizadas para recolher melhor as redes de pesca e educar os pescadores sobre as consequências delas.

A equipe de resgate sugere às pessoas que, se encontrarem animais mortos nas praias, devem ligar para o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar ou o Projeto de Monitoramento de Praias (0800 642 3341).


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