‘Um milagre’, diz tutora após cão cair do telhado de um prédio e sobreviver

Um cachorro da raça buldogue francês caiu do telhado de um prédio de seis andares em Nova York, nos Estados Unidos. Winston, como é chamado, sobreviveu graças ao que sua tutora considera um milagre.

© REDDIT/U/HEINYANDWINST

Winston havia passeado com a tutora, Emma Heinrich, e subiu para o telhado após voltar para casa. Assim que eles chegaram ao andar em que moram, Emma retirou a coleira do cachorro, que saiu correndo, subindo a escada até o telhado, para onde ele foi após encontrar uma porta aberta. No local, ele se desequilibrou e caiu.

Já esperando encontrar seu cão morto, Emma desceu as escadas em desespero. Ela se surpreendeu, porém, ao perceber que Winston estava vivo. As informações são do portal Sputnik News.

Após se desequilibrar, o animal caiu no teto de um carro que estava parado no local. Foi o automóvel que amorteceu o impacto da queda, salvando sua vida.

Winston sofreu apenas pequenos cortes e contusões. “É um milagre absoluto que ele esteja vivo agora”, escreveu Emma Heinrich em um post no Reddit.

© REDDIT/U/MUST_BE_THE_MANGOES


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Cantor Aaron Carter é acusado de tentar vender cachorro após adotá-lo

O cantor Aaron Carter foi acusado de tentar vender um cachorro adotado por ele em Los Angeles, nos Estados Unidos. A denúncia foi feita após Carter falar sobre o assunto durante uma transmissão ao vivo em rede social.

Foto: Reprodução/Instagram/@lancasteranimalslaco

“Esse é meu novo amigo. Mas, por sinal, se eu não puder ficar com ele, vou dá-lo. Ele tem dez meses e está sendo vendido por US$ 3,5 mil (R$ 13 mil, na cotação atual). Então, se alguém quiser dar um lar ao meu buldogue inglês, eu o resgatei e estou procurando um lar para ele”, afirmou o cantor.

Após ser criticado, Carter negou que estivesse vendendo o animal. Ele afirmou que é uma “pessoa boa que merece respeito” e que “tudo não passava de uma brincadeira”. As informações são do Correio do Povo.

“Encontro muitos cães e acho lares para eles. Eu tenho uma casa e ganho mais de US$ 3 milhões [o equivalente a R$ 11,8 milhões] por ano. Eu não preciso vender cães para conseguir dinheiro. E não tentem difamar meu nome, porque vou me defender na Justiça”, disse.

O abrigo que doou o cachorro para o artista afirmou que apura o caso.


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Cachorrinha que viveu a vida toda em um porão finalmente é resgatada

Foto: QCBR

Foto: QCBR

Durante semanas, o som de latidos e ganidos ecoou em uma casa abandonada em Cincinnati,no estado de Ohio (EUA).

Dois vizinhos ouviram os gritos aflitos e decidiram investigar a situação. Eles localizaram o dono da propriedade de onde vinha o barulho, e o homem permitiu o acesso ao porão em troca deles encherem a tigela de água do cachorro que ele mantinha preso lá dentro.

Quando os vizinhos entraram, seus corações se romperam com o que viram.

Foto: QCBR

Foto: QCBR

Deitada no chão frio, no meio da sujeira e da bagunça, estava uma cachorrinha da raça buldogue, de 2 anos, chamada Gracie. A cadelinha estava faminto de afeição, imediatamente correndo para seus salvadores, se aproximando e dando-lhes beijos.

“Suas patas estavam cobertas de fezes e sua voz estava rouca de tanto latir”, escreveram os responsáveis pelo resgate em um post no Facebook: “Ela estava absolutamente desesperada por atenção e comida (ele a alimentava despejando um saco de comida a cada 15 dias) e ainda assim ela é tão doce. Por favor, algum abrigo pode acolhê-la?

Quando a ONG Queen City Bulldog Rescue (QCBR) viu o post, eles imediatamente correram para a casa vazia para libertar o animal desesperado aflito.

Foto: QCBR

Foto: QCBR

Provavelmente Gracie teria sido usada como matriz de reprodução por criadores inescrupulosos e não era mais lucrativa para seu explorador. “Ele concordou em deixar a cachorra partir, já que ela ‘não estava mais ficando grávida mesmo’ por 200 dólares”, disse Chelsea Muenzer, fundadora da QCBR, ao The Dodo.

Apesar de tudo o que passou, Gracie amava todo mundo que conhecia e estava rapidamente lambendo todos os seus salvadores.

“Ela ansiava pelo toque humano!”, Disse Muenzer. “No momento em que entramos em contato com ela, ela imediatamente confiou em nós e eu prometi que agora ela estava segura.”

Quando Gracie deixou o porão imundo em que vivia, e sentiu pela primeira vez uma brisa no rostinho e ar fresco da rua em anos, a cachorrinha parecia determinada a absorver todos aqueles momentos maravilhosos, observou Muenzer: “Ela rolou na grama e SORRIU para nós”.

Foto: QCBR

Foto: QCBR

O olhar de gratidão em seu rosto valeu cada esforço para as pessoas que a ajudaram.

Depois de anos de negligência, Gracie está tratando as infecções de pele que possui enquanto aguarda sua cirurgia de esterilização – mas ela finalmente se recuperando.

Sua família adotiva já se apaixonou pela doce buldogue, e parece que Gracie ja encontrou seu lar eterno na primeira tentativa.

Longe da escuridão do porão, Gracie está aprendendo o que significa ser amada e ter uma família.

“Ela está vivendo no maior aconchego agora”, disse Muenzer. “Ela é uma recém-descoberta fã de cobertores e almofadas fofinhas, caminha ao sol, brincando com crianças, tomando banhos de espuma e comendo muitos biscoitos.”

Gracie ainda tem um longo caminho a percorrer antes que ela consiga esquecer os traumas de seu passado, ela ainda corre para o porão de seu lar adotivo sempre que ela precisa fazer suas necessidades. Mas sua nova tutora está fazendo tudo o que pode para ajudar a cachorrinha e facilitar essa transição.

Desde o dia em que ela foi resgatada, ficou claro que Gracie tem muito para dar, e a cachorrinha está finalmente recebendo todo o amor que ela merece.

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Cachorra é amarrada em carro e arrastada até a morte

Uma cachorra da raça buldogue francês foi amarrada na traseira de um veículo e arrastada pela estrada até morrer em um ato terrível de crueldade.

Inspetores da ONG RSPCA estão pedindo informações para rastrear as pessoas envolvidas na morte do animal indefeso.

O corpo do cachorro foi encontrado ainda com um longo pedaço de arame preso ao pescoço em Bootle, Merseyside, por volta das 6:30 da manhã em 17 de junho.

Seus ferimentos sugerem que ela correu ao lado do veículo até que não conseguiu mais se manter em pé, ponto em que ela caiu no chão e foi arrastada pela estrada.

A inspetora da RSPCA, Joanne McDonald, disse que as feridas profundas e horríveis vistas no animal, que recentemente deu origem a uma ninhada de filhotes, eram consistentes com o fato de ela ter sido arrastada pela rua.

Acredita-se que o cão tinha por volta de dois anos.

Joanne disse: “Eu acredito que alguém tenha deliberadamente amarrado a cachorra a um carro e, em seguida, saiu dirigindo levando esse pobre animal a correr até a morte.

“Há pele faltando em seus pés e parece que ela correu para tentar acompanhar o veículo em movimento até que não conseguiu mais, também há feridas no corpo dela que devem ter acontecido quando ela não conseguiu se manter de pé e foi arrastada. A coleira também está presa no alto de sua cabeça, sugerindo que ela foi puxada”.

“Este é um dos atos mais bárbaros e cruéis que já presenciei – esta pobre cadelinha tão jovem ainda, deve ter ficado aterrorizada e sofrido imensamente durante este ato hediondo”.

“Eu realmente quero encontrar que fez isso e estou esperando que o público possa me ajudar com as informações que nos levem aos culpados”.

A cachorra era microchipada, mas os detalhes não estavam atualizados.

A inspetora McDonald espera agora que alguém tenha visto o incidente acontecer e seja capaz de identificar quem realizou o ataque ou pode saber quem era o tutor da cachorra.

Ela disse: “Eu estou apelando para qualquer um que possa ter visto este crime, pois eles podem ter informações vitais que poderiam identificar quem fez isso”.

“Estamos aguardando que alguém, identifique o tutor ou tutora do animal e espero que alguém ao menos reconheça a cachorra e possa nos fornecer essa informação”.

As autoridades estão em busca dos criminosos e pediram que qualquer pessoa com informações sobre o incidente deve entrar em contato com a polícia.

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CPI isenta tutor de culpa por morte de cão preso à varanda de apartamento

A CPI dos Maus-Tratos Contra os Animais da Assembleia Legislativa do Espírito Santo isentou o tutor de um cachorro pela morte do animal, que estava preso a uma varanda. O tutor e três testemunhas foram ouvidas pelos deputados nesta quinta-feira (14) para que a decisão fosse tomada.

As testemunhas afirmaram que foram até o apartamento após serem acionadas por vizinhos, no último dia 10. Chegando ao local, encontraram o buldogue morto, após ficar cerca de duas horas se debatendo para tentar sair do local. Segundo os relatos, o apartamento e o animal aparentavam estar limpos e bem cuidados. As informações são do blog Bom Pra Cachorro, da Folha de S. Paulo.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Antes de ir ao apartamento, elas pediram ajuda ao Corpo de Bombeiros, mas não foram atendidas. Os policiais afirmaram que retornaram a ligação para checar a veracidade do pedido, mas não tiveram resposta.

O tutor, um universitário de 20 anos, afirmou em depoimento que saiu para almoçar e fechou a varanda sem perceber que o cachorro estava lá. Disse ainda que ama os animais e que sempre ofereceu o melhor a Bartoldo, como era chamado o cão.

O rapaz alegou ainda ter recebido ameaças após o caso ser divulgado nas redes sociais e que, por isso, não pretende voltar para a faculdade, nem continuar morando em Vitória. “Eles acabaram me matando junto com Bartoldo”, disse.

Os depoimentos das testemunhas e do tutor ocorreram no Dia Nacional dos Animais, data criada para conscientizar a população sobre os cuidados com os animais.

A presidente da CPI, a deputada Janete de Sá (PMN), considerou que não houve negligência por parte do tutor. “Os depoimentos inocentam o tutor do animal”, disse Janete, que alertou para que o acidente sirva de exemplo de que os animais precisam de todos os cuidados.

Morte por hipertermia

Deixar um animal exposto ao sol, preso em um veículo ou ambiente quente, não oferecer água fresca em quantidade suficiente e fazer passeios em horário de muito calor podem causar hipertermia – o aumento excessivo da temperatura corporal do animal -, que pode causar alterações no organismo e levar à morte.

Os sintomas da hipertermia variam de acordo com cada animal, também conforme o tempo de exposição ao calor e podem ser agravados em cachorros braquiocefálicos – de focinho curto -, como o buldogue francês.

Se o animal passar mal, o tutor deve tomar providências para abaixar a temperatura do animal, retirando-o do sol, oferecendo água e usando toalhas molhadas para refrescá-lo. Além disso, deve, em seguida, levá-lo imediatamente a uma clínica veterinária.

o boi Bevo

Ativistas pedem o fim da exploração de animais vivos como mascotes de times de futebol

Ativistas em defesa dos direitos animais estão tentando acabar com a exploração de animais como mascotes de times depois que um encontro entre um boi e um buldogue no Sugar Bowl teve grande repercussão nas mídias sociais.

o boi Bevo

Foto: Butch Dill

Enquanto os fotógrafos e outros espectadores se reuniam para tirar fotos do buldogue Uga X, mascote do time da Geórgia antes do jogo da noite de terça-feira (01/01), um boi chamado Bevo, mascote do time Texas Longhorns, empurrou uma barricada de metal e correu em direção ao cão.

Uga X, um buldogue inglês vestindo um suéter vermelho da Geórgia, foi rapidamente tirado do caminho do animal, mas a cabeça e os chifres de Bevo atingiram várias pessoas, incluindo alguns fotógrafos, que saíram do caminho ou foram derrubados. O acontecimento não deixou feridos e Bevo foi rapidamente contido.

O incidente, que aconteceu cerca de uma hora antes do começo do evento, teve grande e imediata repercussão nas mídias sociais.

Embora parecesse a muitos que Bevo estava avançando agressivamente em direção a Uga X, o treinador do boi contestou essa versão dos acontecimentos.

O diretor executivo da associação de ex-alunos da Silver Spur, Ricky Brennes, que é responsável pelo tratamento animal de 1700kg, disse que Bevo estava simplesmente agitado porque queria andar e estava sendo contido.

“Ele subiu e bateu na barricada algumas vezes antes”, disse Brennes. “Ele correu pelo portão e foi para a área onde Uga estava. Realmente foi um acontecimento infeliz e ele não sabia que o mascote de Georgia estava lá. Não tinha nada a ver com o cachorro.”

O porta-voz do time do Texas, John Bianco, disse que a equipe de segurança estava preparada com dois cabrões, duas correntes e seis manipuladores para segurá-lo.

Em um post no blog quarta-feira (03/01), a PETA pediu o fim da prática da exploração de animais vivos como mascotes. O post dizia que, mesmo que Bevo fosse tão “dócil quanto um cordeiro” como os tratadores do boi notaram, as coisas poderiam ter sido muito piores.