Animais são brutalmente mortos em festival anual muçulmano

Foto: Reuters

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Muçulmanos de todo o mundo celebram o Eid al-Adha, a festa do sacrifício, o segundo de dois feriados islâmicos celebrados todos os anos, marcando o fim da peregrinação anual ou Hajj para a cidade sagrada saudita de Meca.

Em todo o mundo, homens, mulheres e crianças fazem orações e sacrificam animais como parte das celebrações.

Eid al-Adha no entanto, é o mais sagrado dos dois feriados muçulmanos celebrados todos os anos. Fotos do Paquistão mostram homens na rua matando cabras, camelos, vacas e ovelhas como parte das festividades.

Foto: AFP/Getty Images

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Cerca de 10 milhões de animais são sacrificados durante o festival, segundo a Associação de Curtumes do Paquistão.

Foram feitas orações em Mianmar, no Azerbaijão e no Iraque, enquanto na Índia a polícia revistava fiéis quando entravam em mesquitas, em meio a críticas crescentes ao tratamento dado aos muçulmanos sob o regime nacionalista hindu de direita do primeiro-ministro Modi.

Alguns muçulmanos matam um animal em forma de sacrifício e dividem a carne em três partes, uma para a família, uma para amigos e parentes e outra para os pobres.

Foto: AFP/Getty Images

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O ato é feito para honrar a disposição de Ibrahim de sacrificar seu filho como um ato de obediência ao mandamento de Deus, como dito no Alcorão. No entanto, antes que ele pudesse sacrificar seu filho, Deus lhe forneceu uma ovelha para matar.

Abuso e maus-tratos

Enquanto a população muçulmana da Índia se prepara para celebrar o Eid-al-Adha, o festival islâmico do sacrifício, popularmente conhecido como Bakrid, a organização sem fins lucrativos que atua pelos direitos dos animais PETA visitou um abatedouro em Deonar, em Mumbai, revelando crueldades inimagináveis praticadas com os animais na véspera do Eid.

Foto: EPA

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A entidade visitou um matadouro na região de Deonar em Mumbai, onde supostamente milhares de cabras e ovinos e cerca de 2.700 búfalos chegaram de várias cidades indianas para serem vendidos para o sacrifício.

Um vídeo compartilhado pela ONG mostra como os animais transportados para o matadouro foram submetidos a horríveis atrocidades, em desacordo com as leis de transporte de animais, conforme mandado por uma ordem de 2017 da Suprema Corte da Índia.

O vídeo revela a dura realidade e a selvageria sofrida pelos animais durante o transporte para os matadouros e o subsequente tratamento cruel que tira suas vidas. Como pode ser visto nas imagens, um trabalhador no matadouro admite que os animais habitualmente morrem no transporte devido à superlotação e falta de cuidados por parte dos transportadores. Os corpos de animais que morrem em trânsito são tratados com insensibilidade notória, esteiras rolantes são usadas para descartar os corpos dos animais mortos.

Foto: AFP/Getty Images

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Cartas mencionando as denúncias foram escritas aos altos funcionários do governo do estado de Maharashtra, da Polícia de Mumbai, da Corporação Municipal de Brihanmumbai, do Conselho de Bem-Estar Animal do Estado de Maharashtra, da Sociedade para a Prevenção da Crueldade aos Animais, do Conselho de Bem-Estar Animal da Índia e da Food Autoridade de Segurança e Normas da Índia pedindo que eles apurem as acusações.

Em todo o mundo, milhões de animais entre bois e vacas, a maioria deles cabras e ovelhas são mortos no dia de Bakrid como uma marca do sacrifício feito ao Todo-Poderoso. PETA apelou aos muçulmanos para se absterem de sacrificar animais e pediu-lhes que concedam a misericórdia a estes seres sem voz, celebrando um Eid sem sangue. A ONG pediu ainda aos muçulmanos que distribuam alimentos veganos, ofereçam ajuda à instituições de caridade e dediquem-se a tudo que não envolva matar animais.

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Gatinho adora passear nas costas dos amigos cavalos e burros que vivem com ele

Foto: Joanna Shaw

Foto: Joanna Shaw

Teton foi resgatado de uma situação de negligência e levado para um santuário onde não existiam gatos, apenas animais de fazenda como cabras, vacas e cavalos.

Mas apensar de ser menos ele acabou por ser o tipo de gato que mantinha todos os animais na linha. Como um gatinho danado, ele estava sempre brigando com animais muito maiores que ele – os potrôs, pôneis em miniatura, bodes, até mesmo um burro.

Foto: Joanna Shaw

Foto: Joanna Shaw

Com apenas 3 meses de idade, ele já “mandava” no santuário que fica no Colorado (EUA), um terreno de 7 acres apelidado de Snowfall Ranch (Rancho Floco de Neve). Tanto que, de fato, ele frequentemente pulava nas costas dos animais para pode passear pela fazenda.

Foto: Joanna Shaw

Foto: Joanna Shaw

“Nós o vemos em cima dos cavalos e no jumento”, diz Joanna, que vive no local, ao The Dodo. “Ele também dorme em sua barraca com eles.”

Teton primeiro já virou notícia em 2014 por sua propensão para empoleirar-se sobre os outros animais da fazenda.

Anos mais tarde, Teton continua a ser o “manda-chuva” indiscutível do celeiro. Pelo menos até uma nevasca chegar. Então o poderoso Teton se transforma em um gato assustado.

Foto: Joanna Shaw

Foto: Joanna Shaw

“Ele tende a subir nas costas de seus amigos mais ainda quando cai a neve para não molhar as patas”, explica Shaw.

Então, quando as coisas ficam um pouco assustadoras na fazenda, esse gato se vira para amigos que podem abrigá-lo em suas costas altas. Mas, ao que parece, ele também se tornou muito amigo dos outros animais.

“Quando eles para o campo, ele vai com eles”, diz Shaw. “Ele vai deitar com eles na grama e eu acho que ele acredita mesmo que ele é um deles.”

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Estudo revela que cabras podem identificar as emoções umas das outras com base em seus balidos

Foto: Brian Squibb

Foto: Brian Squibb

Cabras podem ler as emoções de outros membros de seu rebanho por meio de mudanças sutis em suas vocalizações, de acordo com uma nova pesquisa.

Mais ainda, essa compreensão tem um efeito sobre o seu próprio humor – mostrando uma capacidade humana de empatia.

Isso pode melhorar os laços sociais e impulsionar a cooperação, dizem os cientistas.

As descobertas notáveis acrescentam somam-se às demais evidência de que a reputação de estupidez do animal, alegada por algumas pessoas, é extremamente injusta.

Foto: Marianne Mason

Foto: Marianne Mason

O líder do estudo Dr. Alan McElligott, da Universidade de Roehampton, sudoeste de Londres, disse: “Perceber o estado emocional de outro indivíduo através de suas vocalizações e ser afetado por eles tem implicações importantes na forma como cuidamos dos animais domésticos e em particular das espécies como bois, vacas, porcos e cabras”.

As cabras foram as primeiras espécies de animais entre bois vacas e porcos a serem domesticadas, cerca de 10 mil anos atrás. Existem 100 mil cabras só na Grã-Bretanha e um bilhão em todo o mundo, mas sua inteligencia começou a ser descoberta e estudada apenas recentemente.

A frase preconceituosa “tão idiota quanto uma cabra” é usada em muitos países do mundo como um insulto.

Então, o psicólogo experimental Dr. McElligott e seus colegas mediram as mudanças comportamentais e fisiológicas nos animais enquanto escutavam diferentes chamados (balidos) ligados a sentimentos positivos e negativos.

Foto: Alan McElligott

Foto: Alan McElligott

Eles descobriram até mudanças sutis e súbitas no som o que os levou a procurar a origem daquele som – sugerindo que as cabras estavam identificando as emoções de outras cabras.

O estudo publicado na revista Frontiers in Zoology também mostrou que a variação no tempo entre os batimentos cardíacos de cada indivíduo era maior para as chamadas positivas do que negativas.

É a primeira evidência forte de que as cabras podem captar o humor de outros animais do grupo e isso também pode fazê-los felizes ou tristes.

O principal autor do estudo, Luigi Baciadonna, estudante de doutorado na Universidade Queen Mary de Londres, disse: “Apesar de sua importância evolutiva, a comunicação social de emoções em animais não humanos ainda não é compreendida em sua totalidade”.

“Nossos resultados sugerem que animais não humanos não são apenas atenciosos, mas também podem ser sensíveis aos estados emocionais de outros indivíduos”.

Muitos animais sociais vivem sob condições de ambientes onde os indivíduos nem sempre estão em contato visual uns com os outros durante o dia ou a noite.

Portanto, eles poderiam adquirir uma vantagem evolutiva através da discriminação do conteúdo emocional das chamadas de outros de sua espécie.

A co-autora do estudo, Dra. Elodie Briefer, agora na Universidade de Copenhague, disse: “Expressar emoções usando vocalizações e ser capaz de detectar e compartilhar o estado emocional de outro animal pode facilitar a coordenação entre os indivíduos em um grupo e fortalecer social vínculos e coesão do grupo”.

A equipe internacional registrou comunicações (balidos) de cabras que transmitiam emoções positivas ou negativas.

Eles então tocaram um através de um alto-falante para outra cabra, antes de expô-la a uma ligeira variação do mesmo tipo de balido associado à emoção oposta. Isto foi seguido por um chamado final que foi selecionado aleatoriamente.

Os pesquisadores também controlaram outras variáveis frequentemente negligenciadas neste campo de pesquisa, avaliando o estado emocional tanto do emissor quanto do receptor do balido (comunicação).

Além disso, apenas as chamadas de contato entre as cabras eram usadas para que a reação do receptor fosse puramente dependente das emoções codificadas, em vez da função de vocalizações.

Autor Dr. Livio Favaro, da Universidade de Turim, disse: “Estes resultados podem contribuir para a nossa compreensão da evolução da percepção emocional em animais não humanos.”

No ano passado, outro estudo conduzido pelo Dr. Alan McElligott, na época na Universidade de Queen Mary em Londres, descobriu que cabras se dirigiam à humanos com expressões faciais felizes.

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Cachorra adota quatro filhotes de cabras órfãos

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

Loryn, uma cachorra da raça golden retriever, cresceu na fazenda de sua família e está constantemente ajudando a cuidar de todos os animais. Ela é como a “mãe” da fazenda, e ama todos os animais aos quais ela conhece muito bem.

“Ela está cercada de todos os animais da fazenda o tempo todo, então Loryn já viu de tudo”, disse Andrea Holley, a tutora de Loryn, ao The Dodo. “Ela é verdadeiramente uma mãe e aceita todos os bebês que temos aqui como se fossem dela.”

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

Recentemente, a fazenda de Holley abrigou algumas cabras bebês resgatadas – e Loryn se apaixonou pelos pequenos mais do que nunca.

“As cabras são as criaturas mais amorosas e tranquilas”, disse Holley. “Eles amaram Loryn imediatamente. Eles estão juntos todos os dias, todos os dias mesmo.”

Os nomes das cabras são Mia, Henry, Delilah e Daisy Mae, e eles amam Loryn tanto quanto ela os ama. Eles passam seus dias cochilando, afagando, e perseguindo uns aos outros, e Loryn nunca os deixa fora de sua vista. Ela os adotou como se fossem seus e ela leva seu papel como mãe muito a sério.

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

Delilah e Daisy Mae chegaram à fazenda de Holley com etiquetas presas em seus ouvidos (vindas da fazenda de criação onde viviam antes), mas agora encontraram seu lar permanente com Loryn e sua família.

Como os bebês ainda são muito jovens e têm que ser alimentados com mamadeira, eles passam muito tempo em um cercadinho na casa de Holley, e Loryn gosta de ficar de pé, observando-os.

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

Loryn dedicou sua vida a cuidar de todos os bebês em sua fazenda, e ela estará por perto para observar todos os quatro cabritinhos crescerem e ajudá-los tanto quanto precisarem ao longo do caminho e se eles caem, ela sempre esta por perto pra levantá-los.

Foto: Andrea Holley

Foto: Andrea Holley

“Loryn é meu braço direito e sempre ajuda a vigiar os bebês quando estamos do lado de fora ou ao redor deles enquanto brincam dentro de casa”, disse Holley. “Ela definitivamente acha que eles são seus bebês.”

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Fotógrafa faz ensaio com animais idosos sobreviventes de fazendas de criação

Pete, 34 anos | Foto: Isa Leshko

Pete, 34 anos | Foto: Isa Leshko

Quando a fotógrafa Isa Leshko conheceu Petey, um cavalo malhado de 34 anos de idade, havia algo no animal da raça appaloosa, que sofria de uma espécie de artrite que a cativou.

Seus olhos estavam cobertos de catarata, seu pelo era duro e grosseiro, e ele se movia com dificuldade e rigidez enquanto a seguia pelo pasto. Hipnotizada pelo gentil animal, Leshko correu para dentro para pegar sua câmera.

“Eu não tinha certeza do por que eu estava tão atraída por ele, mas continuei tirando fotos. Fazia muito tempo desde que eu senti pela última vez esse tipo de emoção ao segurar uma câmera”, diz Leshko.

Leshko e sua irmã estavam cuidando de seu pai, que havia combatido com sucesso o câncer bucal de estágio 4, e sua mãe, que estava lidando com a doença de Alzheimer em estágio avançado.

“Quando analisei os negativos de minha tarde com Petey, percebi que tinha encontrado uma maneira de encarar minha dor e medo decorrentes da doença de mamãe, e sabia que tinha que encontrar outros animais idosos para fotografar”, diz Leshko. “Eu não estava pensando em embarcar em um projeto de longo prazo. Eu estava buscando catarse”.

Mais de uma década depois, aquele encontro com Petey resultou no lançamento do livro de Leshko, “Allowed to Grow Old: Portraits of Elderly Animals from Farm Sanctuaries” Permitidos a Envelhecer: Retratos de Animais Idosos de Santuários-Fazendas” (University of Chicago Press, 2019). O trabalho apresenta imagens de cavalos, vacas, galinhas, cabras, porcos e outros animais de fazenda que foram resgatados e estão vivendo seus últimos dias em segurança.

“A experiência teve um efeito profundo em mim e me obrigou a enfrentar minha própria mortalidade”, diz Leshko. “Estou com medo de envelhecer e comecei a fotografar animais idosos para ter uma visão inflexível desse medo. Como conheci animais de fazenda resgatados e ouvi suas histórias, minha motivação para criar esse trabalho mudou. Tornei-me uma defensora apaixonada desses esses animais e queria usar minhas imagens para falar em nome deles. ”

Foto: Isa Leshko

Pete, 34 anos | Foto: Isa Leshko

Os sortudos

Os animais fotografados por Leskko viviam em santuários de animais em todo o país. Alguns foram abandonados durante tempestades ou outros desastres naturais. Outros foram resgatados de fazenda de criação em escala idustrial ou de operações de criação de quintal. Alguns foram encontrados vagando pelas ruas depois que eles escaparam no caminho para o matadouro. Alguns raros eram animais domésticos cujas pessoas não podiam mais cuidar deles.

“Quase todos os animais de fazenda que conheci para este projeto sofreram abusos e negligências horríveis antes de seu resgate. No entanto, é um eufemismo enorme dizer que eles são os sortudos”, diz Leshko. E como Melissa observou em Treehugger, “A questão é que não temos a oportunidade de conhecer muitos animais velhos, eles morrem antes”.

“Cerca de 50 bilhões de animais terrestres são criados em fazendas industriais mundialmente a cada ano. É um milagre estar na presença de um animal de fazenda que conseguiu atingir a velhice. A maioria de seus parentes morrem antes de completarem 6 meses. Retratando a beleza e a dignidade de animais de fazenda idosos, eu convido a todos para refletir sobre o que é perdido quando esses animais não podem envelhecer”.

Foto: Isa Leshko

Foto: Isa Leshko

Memórias dolorosas

As imagens costumavam ser emocionalmente difíceis para a fotógrafa.

“Eu chorei ao fotografar os animais, particularmente depois que aprendi sobre os terríveis traumas que eles sofreram antes de serem resgatados“, diz ela. “Às vezes um animal me lembrava da minha mãe, que também sentiu muita dor.”

Na introdução do livro, Leshko descreve encontrar um peru cego que ela diz se assemelha a sua mãe depois que ela se tornou catatônica:

“Um dos animais que conheci para este projeto foi um peru cego chamado Gandalf, que vivia no santuário Safe Haven em Sultan, Washington. Por ele ser cego, seus olhos muitas vezes tinham uma cor branca impressionante. Estava um dia muito abafado quando eu o conheci pela primeira vez, e Gandalf – como a maioria dos perus – se refrescava respirando com o bico aberto “, escreve ela.

“Seu olhar vazio somado a sua boca escancarada me transportou para o leito da minha mãe durante seus últimos meses, quando ela estava catatônica. Eu fugi do recinto de Gandalf em lágrimas depois de passar alguns momentos com ele. Foram necessárias mais algumas visitas antes que eu finalmente conseguisse ver Gandalf e não minha mãe quando eu olhava para ele através do meu visor. Fiquei impressionada com a natureza gentil e digna do pássaro, e me concentrei nesses atributos enquanto o fotografava”.

Foto: Isa Leshko

Foto: Isa Leshko

Impacto emocional

Os retratos amáveis e ao mesmo tempo imponentes de Leshko costumam ter bastante impacto sobre as pessoas que os vêem.

“Muitas pessoas choram. Recebi centenas de e-mails profundamente pessoais de pessoas de todo o mundo, compartilhando comigo a tristeza por um pai que está morrendo ou um animal de estimação amado e doente”, diz ela.

“Nas inaugurações de exposições, recebo rotineiramente abraços de pessoas totalmente estranhas que compartilham suas histórias de perda. Estou profundamente comovida pelo fato de meu trabalho ter afetado as pessoas em um nível tão emocional. Sou grata pela manifestação de amor e apoio que recebi. para este trabalho, mas às vezes esses encontros têm sido dolorosos também, particularmente quando eles aconteceram enquanto eu estava de luto pela morte de meus pais”.

“Passar tempo com animais de fazenda que desafiaram todas as probabilidades de atingir a velhice me lembrou que o envelhecimento é um luxo, não uma maldição”, diz Leshko. “Eu nunca vou deixar de ter medo do que o futuro tem reservado para mim.

“Mas eu quero enfrentar o meu declínio final com o mesmo estoicismo e graça que os animais nestas fotografias mostraram.”

Foto: Isa Leshko

Foto: Isa Leshko

Inflexível nos detalhes

Ao fotografar os animais idosos, Leshko diz que queria que eles fossem “inflexíveis em detalhes”, mas não frios ou cruéis. Ela fotografou a maioria dos animais enquanto estava no chão ao seu nível em um celeiro ou pasto para fazê-los sentirem-se mais confortáveis.

Os animais têm diferentes razões para esconder sinais de envelhecimento.

“Alguns animais disfarçam sinais de doença ou se camuflam para evitar ser uma presa fácil. Muitas espécies alteram sua aparência física para atrair parceiros. Mas isso não significa que os animais são autoconscientes de sua aparência da mesma maneira que os humanos”. ela diz. “No entanto, ao editar minhas imagens para este projeto, eu cuidadosamente considerei se as imagens que eu selecionei eram respeitosas com os animais que eu havia fotografado.”

Embora ela tenha clareado um pouco os olhos dos animais para aumentar os detalhes, ela pouco fez para mudar o que fotografou.

“Muitos dos animais que eu conheci perderam muitos dentes e babaram muito. Eu sofri para decidir incluir a baba nas minhas imagens ou para editá-las no Photoshop ou escolher uma imagem totalmente diferente. Eu decidi incluí-las em minhas imagens porque eu não queria impor normas antropocêntricas a esses animais. Eu queria respeitar o fato de que meus sujeitos são animais não humanos e não são seres humanos em pelos e penas”.

Foto: Isa Leshko

Foto: Isa Leshko

Testamentos à sobrevivência e resistência

A maioria dos animais que aparecem no livro de Leshko morreu dentro de seis meses a um ano depois que ela os fotografou. Em alguns casos, um animal morreu no dia seguinte ao seu encontro.

“Essas mortes não são surpreendentes, dada a natureza deste projeto, mas elas têm sido dolorosas, no entanto”, diz ela.

Desde que ela começou o projeto, ambos os pais faleceram, ela perdeu dois gatos domésticos para o câncer e um amigo próximo morreu depois de uma queda.

“O luto inicialmente inspirou este trabalho, e tem sido meu companheiro constante, já que trabalhei neste livro”, diz Leshko, que, em vez de ficar desanimada com sua experiência, encontrou um motivo para ser elevado. “Eu prefiro pensar neles como testamentos de sobrevivência e resistência”.

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Gigante da moda H&M abandona o uso de caxemira após ONG expor a indústria da lã

H&M abandona o uso de caxemira após vídeo | Foto: PETA/Asia

H&M abandona o uso de caxemira após vídeo | Foto: PETA/Asia

Investigadores da organização de direitos animais PETA Asia filmaram fazendas de caxemira e matadouros na China e na Mongólia e obtiveram imagens de cabras sendo abusadas e feridas. A gigante de moda cotidiana H&M abandonou a “caxemira convencional” – o único tipo que vende – após uma exposição da indústria pela ONG vegana PETA.

A PETA Asia filmou fazendas de caxemira e matadouros na China e Mongólia – os dois países responsáveis por 90% da produção mundial de caxemira.

A filmagem mostra os trabalhadores segurando as cabras, que choram de dor quando suas pernas estão dobradas e seus cabelos arrancados com pentes de metal afiados. Ele também mostra animais sendo atingidos na cabeça com um martelo e tendo suas gargantas cortadas na frente dos outros.

H&M abandona o uso de caxemira

De acordo com a H&M, a empresa deixará de fazer pedidos de caxemira até o final de 2020, em uma tentativa de abordar o que descreve como “os desafios ambientais e de bem-estar animal do fornecimento de caxemira”.

“Se a indústria de caxemira no futuro satisfizesse nossos critérios de sustentabilidade, poderíamos pensar em voltar para a caxemira virgem novamente”, disse a H&M em seu site.

“Além do nosso trabalho para melhorar o setor, também continuaremos a buscar alternativas com uma sensação e um valor igualmente grandes para os clientes, como a caxemira, mas com menos impactos ambientais.”

H&M

“A H&M – a segunda maior varejista de peças de vestuário do mundo – concordou em proibir a caxemira ‘convencional’ (o único tipo que vende) como resultado da investigação”, disse a PETA em um comunicado enviado ao Plant Based News. “A ASOS havia anteriormente banido a caxemira após conversas com a PETA, e depois de receber as conclusões dessa nova investigação, a empresa deu o passo final de remover todas as ações restantes de caxemira de seu site.”

“Pelos de cabra apavoradas são arrancados, e então os animais são atingidos por martelos e espancados até a morte – tudo para fazer cachecóis de caxemira e lenços”, acrescentou a diretora da PETA, Elisa Allen. “A PETA pede a todos os varejistas que sigam a H&M e a ASOS abandonando a caxemira e pedindo aos consumidores que deixem de comprar itens produzidos com crueldade”.

A PETA sugere que varejistas e consumidores optem por alternativas veganas, de menor impacto ao caxemira e lã, incluindo bambu, tencel, cânhamo, modal, viscose, algodão orgânico e caxemira de soja, que é um subproduto da produção de alimentos de soja.

Homem é detido após ser flagrado estuprando cabras em Pernambuco

Um homem de 50 anos foi detido pela Polícia Militar (PM) após ser flagrado estuprando cabras no distrito de São Domingos, na cidade de Brejo da Madre de Deus, em Pernambuco. O crime de zoofilia aconteceu no último sábado (30), mas só foi divulgado na segunda-feira (1º).

Foto: WhatsApp/Divulgação

De acordo com a Polícia Militar, quando os policiais chegaram ao local para investigar a denúncia de zoofilia, o homem estava sem roupa, sendo segurado por outros dois homens. As informações são do portal G1.

Ainda segundo a PM, testemunhas relataram que o homem estava abusando sexualmente dos animais, que são tutelados pelo irmão dele.

Encaminhado à delegacia de Polícia Civil, o agressor foi autuado por crime ambiental e maus-tratos contra animais. Ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e deve passar por audiência.

Como o crime é considerado de menor potencial ofensivo, o agressor não deve ser preso e a pena deve ser revertida em prestação de serviços comunitários ou doação de cestas básicas.

Não há informações sobre o estado de saúde das cabras abusadas sexualmente.

Vídeo revela animais sendo queimados e tendo corações arrancados ainda vivos

As imagens registradas por um convidado da matança mostram alguns homens matando cruelmente animais em uma propriedade na Austrália.

Eles usam maçaricos e cortam os corações de ovelhas e cabras enquanto ainda estão vivas.

Emma Hurst do Animal Justice Party disse ao Daily Mail Australia que o denunciante entrou em contato com ela após ser convidado para entrar e ficar horrorizado com o que viu.

“Ele diz que você pode entrar se for convidado e comprar uma ovelha lá, e é mais barato que uma loja, mas você tem que matar o animal sozinho”.

“As pessoas não sabem como fazer isso, então estão usando maçaricos ou cortando corações.”

Hurst afirma que ela entrou em contato com a RSPCA em relação ao assunto em fevereiro, mas não recebeu resposta.

A propriedade só foi invadida e fechada sob o Food Act NSW por violações de biossegurança e saúde após contato com o Departamento de Indústrias Primárias.

“Foi horrível, absolutamente horrível, para dizer o mínimo”, disseram.

“Essas matanças realmente destacam a necessidade de uma agência de proteção animal dentro do governo”, disse ela.

“Enviámos isso para a RSPCA em fevereiro e não obtivemos resposta – a única resposta que recebemos foi da autoridade de alimentos, mas não sabemos se o aspecto de crueldade contra animais está sendo investigado”.

Ela acrescentou dizendo que a crueldade com os animais também pode indicar a probabilidade de cometer atos de crueldade contra um ser humano.

“A suposta crueldade ocorrida em Cobbitty é inimaginável”, disse ela.

“Ouvimos relatos de que as pessoas cortam o coração de uma ovelha enquanto ela ainda estava viva, aterrorizada e tentando escapar.”

“Qualquer pessoa que queira causar esse tipo de dor e sofrimento a um animal mostra um estado psicológico preocupante e é um perigo para outros animais e para toda a comunidade”.

O Daily Mail Australia informa que tentou contato com o proprietário da local, mas ele se recusou a falar

Instituição fundada pela rainha Elizabeth bane o pelo de cabra de suas coleções

A PETA realizou uma investigação que combateu a produção de mohair na África do Sul, fonte de mais de 50% do produto no mundo, revelando os horrores naquelas fazendas.

Foto: PETA

Após a divulgação, diversas marcar abandonaram o uso do tecido feito à base de pelo de cabra, como a Topshop, H & M, Gap, Anthropologie, ASOS, Diane Von Furstenberg, Banana Republic e Zara.

Agora é a vez da Royal Collection Trust, uma instituição beneficente britânica fundada em 1993 pela Rainha Elizabeth II sob a presidência de Charles, prometer deixar de lado o uso produto após assistir as terríveis imagens.

Segundo o Plant Based News, uma solicitação foi feita ao príncipe de Gales pela própria instituição para que o mohair fossem removido das coleções.

Foto: PETA

Após o apelo, a Trust disse: “As lojas da Royal Collection Trust não venderão mais ursinhos de pelúcia ou quaisquer outros itens que tenham sido fabricados a partir de mohair e exploraremos fontes alternativas para futuros produtos”.

A investigação da PETA

Durante janeiro e fevereiro de 2017, investigadores visitaram 12 fazendas na África do Sul e descobriram uma série de abusos, incluindo trabalhadores arrastando cabras pelos chifres e pernas e levantando-as do chão pela cauda, ​​o que poderia quebrar suas espinhas.

Além disso, de acordo com a PETA, testemunhas oculares viram as orelhas de cabra sendo mutiladas com alicates, deixando-as gritando de dor.

“Os tosquiadores – que são pagos em volume, não por hora – trabalhavam rápida e descuidadamente, deixando as cabras cortadas e sangrando. Os trabalhadores costuravam-nas grosseiramente sem dar nenhum alívio à dor”, disse a instituição de caridade.

A investigação também destacou as maneiras pelas quais os animais que não tinham mais serventia eram abatidos, dizendo: “Em uma fazenda, um trabalhador cortou lentamente a garganta das cabras totalmente conscientes com uma faca cega e quebrou o pescoço, cortando a cabeça de um animal”.

Cabras famintas e quase congeladas são resgatadas e encontram o lar perfeito

Era apenas o começo do inverno – e a pequena família já estava congelando e morrendo de fome dentro do celeiro que conheciam como lar.

Foto: Humane Society

Uma das cabras famintas era uma fêmea chamada Junebell  estava grávida. Ela devia dar à luz a qualquer dia e não sabia que aquela seria a última vez que sua família precisaria desejar que a vida melhorasse.

Em dezembro, a Humane Society dos Estados Unidos foi alertada sobre as condições deploráveis ​​em que os animais da fazenda de Maryland estavam vivendo. As dez cabras, três ovelhas e quatro vacas que estavam definhando no local foram resgatadas.

Foto: Humane Society

Extremamente magros e sofrendo uma série de problemas respiratórios, os animais foram levados para o rancho Amory Black Beauty, no Texas, onde foram aquecidos, alimentados e tratados com amor pela primeira vez na vida.

“Esses animais vieram de condições deploráveis ​​e estamos trabalhando duro para continuar sua reabilitação e garantir que eles sejam capazes de se adaptar à qualidade de vida que merecem”, disse Noelle Almrud, diretora do Black Beauty Ranch de Cleveland Amory, ao The Dodo.  “Eles nunca vão sofrer novamente”.

Felizmente, Junebell esperou até que estivesse segura no santuário para ter seus bebês.

Foto: Humane Society

Foto: Humane Society

Foto: Humane Society

Menos de duas semanas após o resgate, ela deu à luz dois bebês saudáveis ​​chamados Honey Suckle e Sabastian.

Os dois novos membros da família estão indo muito bem – e não há como negar que eles são adoráveis.

À medida que ele crescerem, terão muito espaço para correr, pular e brincar uns com os outros no santuário – e assim que terminarem a quarentena de saúde necessária, os filhotes e sua mãe se juntarão ao grupo.

Foto: Humane Society

Com mais de 100 outros animais de fazenda no santuário, esta pequena família está em ótima companhia.

“Eles estarão aqui em pastos espaçosos, com muita comida para comer e locais quentes para dormir, e eles nunca mais sofrerão novamente”, disse Almrud.

“As duas cabras recém-nascidas nunca experimentarão os horrores que sua mãe enfrentou antes de vir para cá em segurança.”