Caçadores celebram e se parabenizam mutuamente após matar leão

Imagens recentemente divulgadas nas redes sociais mostram um grupo de caçadores se cumprimentando com “tapinhas nas costas” e elogiando um ao outro depois de caçar e matar um leão em conjunto.

O leão foi morto quase que imediatamente quando foi baleado à queima-roupa enquanto avançava em direção ao grupo de caçadores. O vídeo foi compartilhado pela namorada do primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e também ativista anti-caça Carrie Symonds.

Ela disse: “Desculpe por compartilhar um vídeo tão angustiante no #WorldLionDay (Dia do leão). Não há qualquer justificativa ou desculpa para tal crueldade. Acredita-se que existam apenas 20 mil leões deixados em liberdade. Nós precisamos agir”.

“Você pode imaginar os caçadores do vídeo lutando contra esses animais majestosos sem precisar se esconder atrás de uma rocha e sem precisar usar uma arma enorme?”

“Claro que não. É por isso que não é apenas cruel além de tudo que se possa imaginar, mas “tão covarde que assusta”.

As pessoas responderam ao vídeo, criticando o assassinato sem sentido do leão, que é classificado como uma espécie “vulnerável”.

Um usuário disse: “Qual é o sentido de matar um leão? Eu nunca entendi como se pode ter prazer em prejudicar ou matar animais apenas por diversão. Essas pessoas estão doentes”.

Outro disse que os caçadores representam uma “mancha em nossa sociedade” antes de os identificar como “psicopatas selvagens e bárbaros que matam belos animais por diversão”.

Foto: Twitter/James Melville

Foto: Twitter/James Melville

“Não há desculpa para a crueldade da caça ao troféu”.

“Mas como eu sempre digo, agora coloque-os desarmados e nus na savana e veja o que acontece. O justo é o justo, afinal”.

De acordo com o Daily Mirror, a agência ProStalk de Derek Stocker oferece aos ricos britânicos a chance de matar uma variedade de diferentes espécies africanas, incluindo babuínos, girafas, elefantes e macacos.

As pessoas podem caçar troféus na África do Sul, Namíbia e Zimbábue, com preços os variando de £ 47 (cerca de 225 reais) para macacos a £ 6,422 (em torno de 30 mil reais) para um hipopótamo.

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Ativistas protestam contra a temporada de caça de perdiz

Por Rafaela Damasceno

A última segunda-feira (12) marcou o início da temporada de caça de perdiz, que atrai muitos turistas, principalmente na Inglaterra e Escócia. A temporada dura 16 semanas.

Um homem segurando um perdiz morto. Ao seu lado está um cachorro

Foto: Press Association

Este ano, o Partido Trabalhista está pedindo uma revisão do “esporte” sangrento, influenciado pelas alegações de que ele é a causa de muitos danos ao meio ambiente.

Durante a caça às perdizes, os animais são direcionados até um campo aberto, onde são mortos quando tentam sobrevoar os caçadores. Antes da temporada, é necessário preparar o local, o que normalmente é feito queimando os campos de urze – planta que cresce em formato de arbusto, muito comum na Escócia.

Ambientalistas e ativistas em defesa dos direitos animais argumentam que os tiroteios, que conduzem os animais para a morte, são cruéis e deveriam ser banidos. Eles ainda dizem que predadores naturais, como raposas e arminhos, são mortos para manter o número de perdizes. Os ativistas ainda demonstraram preocupação com o desaparecimento de diversas aves de rapina nos últimos meses.

Os defensores da caça alegam que a queima proposital da urze diminui os riscos de incêndio acidental, além de criar um habitat ideal. A Sociedade Real de Proteção aos Pássaros (RSPB, na sigla em inglês) discorda. Para a RSPB, a prática é perigosa para o meio ambiente porque destrói o habitat e mata diversas aves de rapina.

“A obsessão de perseguir um número cada vez maior de perdizes é um desastre para as pessoas e para a natureza”, afirmou Martin Harper, diretor de conservação da RSPB. “As aves estão sendo mortas e os habitats queimados, liberando toneladas de gás carbônico no ar”, concluiu.


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Refúgios de animais nos Estados Unidos permitem a caça

Por Rafaela Damasceno

Existem 567 refúgios nacionais da vida selvagem nos Estados Unidos, gerenciados pelo Serviço de Pesca e Vida Selvagem (FWS, na sigla em inglês). A missão do Sistema Nacional do Refúgio da Vida Selvagem é, segundo o site da FWS, administrar uma rede de terras e águas nacionais para a conservação, administração e, quando necessário, restauração dos animais e habitats dos Estados Unidos. Entretanto, a caça é permitida em 377 destes refúgios.

Um alce no meio da natureza

Foto: David McMillan/Shutterstock

Um refúgio não está respeitando seu objetivo se a vida selvagem estiver legalmente sendo morta, o que implica em não punir os caçadores. O governo atual está ainda menos preocupado em preservar a vida nos lugares onde deveria ser protegida.

A atual administração do governo americano propôs a abertura de mais 30 refúgios para a caça. O Secretário do Interior propôs expandir a pesca para 15 incubadoras de peixe, e levar a caça até 74 outros refúgios.

Uma petição foi criada para que a proposta não seja aprovada. Se você é contra e deseja que os refúgios sejam seguros para os animais, pode assinar aqui.

Governo Trump

Esse não foi o primeiro indício de que a administração do governo Trump não se preocupa com os animais ou o meio ambiente.

A administração de Trump autorizou, nos Estados Unidos, o uso de cianeto de sódio para matar animais selvagens, em um dispositivo chamado M-44. As “bombas de cianeto” receberam permissão da Environmental Protection Agency (EPA), apesar de matar cruelmente milhares de animais todos os anos.

Os dispositivos espirram cianeto de sódio na boca de coiotes, raposas e outros animais atraídos pela isca. Qualquer um que puxe a isca com o M-44 pode ser morto ou seriamente machucado.


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Filhote de baleia é cortado do ventre da mãe na caçada anual das Ilhas Faroe

Foto: Sea Shepherd

Foto: Sea Shepherd

Uma baleia grávida morta na caça anual das ilhas Faroe teve o filhote cortado fora de seu útero, uma cena forte e comovente, registrada por ativistas. A temporada de caça é comumente referida pelos locais como uma “rotina” da região.

A caça, que pode ser descrita como um verdadeiro mar de sangue, dada a cor que ficam águas após a morte dos animais, levou a morte de 23 baleias, assassinadas friamente por sua carne e gordura. Mas o governo das ilhas Faroe afirmam que a atividade é “sustentável” e “regulada por lei”.

A organização ambientalista Sea Shepherd compareceu ao local da matança na baía de Hvalvik para documentar o massacre descrito pela entidade como “bárbaro”.

Foto: Sea Shepherd

Foto: Sea Shepherd

Uma visão angustiante

“Como de costume, o processo descrito como “humanitário” pelos caçadores, para matar as baleias-piloto estava longe disso, com várias tentativas frustradas de paralisar os animais com a lança sendo observadas em vários grupos”, disse um porta-voz da entidade.

“Tendo observado anteriormente outras baleias pilotos, nossa tripulação notou que este grupo de baleias estava claramente desgastado ou resignado ao seu destino tanto que muito pouco ou nenhum grito foi ouvido das baleias.

“Enquanto as famílias se deitava nas docas, imagens ternas e ao mesmo tempo perturbadoras de crianças saltando e brincando com os animais mortos podiam ser vistas. À medida que o processo continuava, a tripulação testemunhou uma baleia jovem sendo perseguida até a morte e a angustiante visão de um filhote não nascido sendo cortado do ventre de sua mãe”.

‘Semanas antes de nascer’

A Sea Shepherd afirma que o filhote parecia estar a “meros dias ou semanas apenas de nascer” – e, portanto, seria “despejado sem a menor cerimônia” de volta ao mar.

“As Ilhas Faroe costumam falar da tradição por trás da rotina de morte e, especificamente, do respeito mostrado às baleias-piloto”, acrescentou a instituição.

“Vídeos e fotografias mostram claramente que isso não é o caso, com imagens de pessoas e turistas tirando selfies com as baleias assassinadas.

Foto: Environmental Investigation Agency

Foto: Environmental Investigation Agency

“As crianças brincavam com barbatanas, chutavam e socavam os corpos, andando sobre elas e, despreocupadamente, podiam ser vistas correndo pelo cais carregando as facas tradicionais que são usadas como parte da matança”.

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Filhotes de leões e tigres são encontrados mortos em freezer de fazenda de caça

Foto: NSPCA

Foto: NSPCA

Ao total vinte filhotes de leões e tigres foram encontrados mortos em um freezer em durante uma inspeção surpresa em uma fazenda de caça na África do Sul.

Um vídeo com imagens fortes mostra dois filhotes de leão fatalmente doentes trancados dentro de uma aulade metal na Fazenda Pienika, na África do Sul.

Os jovens felinos foram encontrados estavam sofrendo de condições neurológicas graves e tiveram que ser sacrificados no local, de acordo com a LIO.

Incentivados a investigar mais, os inspetores da NSPCA descobriram os corpos sem vida de outros 20 leões e tigres de idades variadas em um freezer.

Cinco cadáveres foram removidos para exames post-mortem para determinar a causa da morte.

A NSPCA disse que eles vão adicionar mais acusações de abuso de animais às já existentes, contra os proprietários da fazenda.

A descoberta segue um incidente repugnante ocorrido em abril na mesma fazenda, na província do Noroeste.

Oficiais da Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra os Animais da África do Sul descobriram 108 leões, tigres, leopardos e caracais negligenciados, vivendo em condições descritas por eles como “absurdamente terríveis”.

Os animais eram mantidos em pequenos recintos imundos, superlotados e privados de água.

Alguns dos animais estavam totalmente sem pelo por causa de infecções parasitárias e dois sofriam de condições neurológicas “susceptíveis de serem o resultado de reprodução” ou endogamia.

O inspetor da NSPCA, Douglas Wolhuter, disse: “Com o lançamento de O Rei Leão e a homenagem aos leões durante o Dia Mundial do Leão neste mês, o resto do mundo está celebrando essas criaturas majestosas.

Foto: NSPCA

Foto: NSPCA

“Aqui na África do Sul, onde os leões são endêmicos e uma parte enorme de nossa herança, estamos condenando milhares de leões a uma vida de cativeiro, onde suas necessidades básicas não estão sendo supridas, e estamos submetendo aquele que é mundialmente conhecido como “o rei” do reino animal a uma vida patética em uma gaiola, à espera da morte.

O chefe de Política da Fundação Born Free, o Dr. Mark Jones, disse Metro: “Os leões da África estão enfrentando uma crise sem precedentes. Há agora quase três vezes mais leões em cativeiro do que na natureza”.

“Esses animais têm uma vida curta e traumática resultado de uma indústria incrivelmente cruel e cínica”.

Falando ao The Sun, Eduardo Gonçalves, fundador da Campanha para Proibição da Caça ao Troféu, revelou que os grandes felinos estavam sendo criados em cativeiro para que pudessem ser acariciados por turistas, alimentados com mamadeira e, eventualmente, assassinados por troféus.

Gonçalves, disse: “A fazenda está em Lichtenburg, na Província Noroeste da África do Sul.

“Há cerca de 60 dessas instalações na África do Sul, criando grandes felinos para as pessoas acariciarem os animais, tirarem fotos dando mamadeiras para eles e depois matarem em troca de um troféu”.

“Os ossos desses animais são frequentemente vendidos a comerciantes desonestos na Ásia que fabricam medicamentos falsificados. Esta é a realidade da indústria de criação de felinos de grande porte na África do Sul”.

“É simplesmente obsceno. Os animais são mantidos em condições terríveis e seus exploradores fazem uma fortuna de seu sofrimento”.

Fazendas de criação de grandes felinos

Investigações denunciam que leões e tigres estão nascendo com deformidades dolorosas em centros de reprodução industrial, provavelmente causadas por endogamia. Nesses centros os animais são criados com o único objetivo de terem partes de seus corpos extraídas para serem vendidas no comércio abastecido pela demanda da “medicina” tradicional asiática, revelaram investigadores.

Grandes felinos foram encontrados com anormalidades no rosto, pés e pernas, e também podem vir a sofrer problemas de visão, audição, respiração e mastigação, segundo as informações contidas em um relatório detalhado.

Os animais estão entre os milhares de tigres e leões confinados em minúsculos cercados dentro de fazendas industriais, onde são mortos e têm partes de seu do corpo extraídas, que são fervidas ou picadas para fazer vinho de osso de tigre e remédios para condições de saúde que vão de artrite a meningite, expõe o documento.

O primeiro estudo global sobre a cadeia de suprimentos da “medicina” chinesa mostra como a fé em tratamentos não comprovados está causando diretamente o sofrimento e a morte de grandes felinos cativos em grande escala e também ameaçando sua existência na natureza.

Foto: Anonymous/Blood Lions

Foto: Anonymous/Blood Lions

Populações cada vez mais ricas na China e no Vietnã estão impulsionando a demanda por produtos de “medicina tradicional”, diz o relatório – e à medida que o tigre selvagem é levado à extinção, também leões, onças e leopardos estão sendo mortos pelo o mesmo fim.

As pessoas acreditam que remédios feitos a partir de partes de grandes felinos podem tratar doenças como artrite e reumatismo, promover força e aumentar o vigor sexual.

A maioria dos entrevistados em ambos os países prefere que os animais sejam tirados da natureza em vez de criados em cativeiro, acreditando que os produtos são mais eficazes, de acordo com a World Animal Protection (WAP), que produziu o relatório.

Os pesquisadores também encontraram evidências de que a endogamia e reprodução em alta velocidade deixam alguns animais com problemas de saúde dolorosos, incluindo deformidades, e podem também sofrer problemas de visão, audição, respiração e mastigação.

A China tem até 6 mil tigres à espera da morte, a África do Sul até 8 mil leões e a Tailândia 1.500 tigres. O Laos e o Vietnã também criam e reproduzem leões e tigres em fazendas, afirma a ONG.

Os grandes felinos são arrancados de suas mães na natureza ou nascem em fazendas de reprodução – uma tendência crescente, uma vez que a demanda por produtos de tigre aumentou muito nos últimos anos.

Foto: World Animal Protection

Foto: World Animal Protection

Na China, os investigadores encontraram longas filas de gaiolas ao estilo de fazendas de criação em larga escala, abrigando centenas de tigres e leões e fornecendo apenas comida e água mínimas. Muitos animais estavam desnutridos, com suas costelas e coluna vertebral altamente visíveis, disseram as testemunhas.

O maior centro tinha mais de mil grandes felinos em “gaiolas mínimas, sombrias e de concreto – ambientes hostis e distantes, tão distantes de seus lares naturais e selvagens”. Muitos andavam de um lado para o outro, demonstrando estresse.

O relatório também destaca como os “medicamentos” ameaçam a existência de grandes felinos, dizendo: “É provável que leões selvagens sejam ilegalmente traficados por sindicatos do crime organizado para a África do Sul a partir de países vizinhos como Zimbábue e Botsuana e adicionados às populações de fazendas de leões”.

Populações de tigres selvagens estão à beira da extinção, com menos de 4 mil restantes em todo o mundo.

Foto: World Animal Protection

Foto: World Animal Protection

Especialistas há muito alertam que “medicamentos tradicionais” não têm benefícios médicos comprovados.

Mas as pesquisas da ONG WAP descobriram:

• No Vietnã, quase 90% dos consumidores de tais medicamentos acreditam em sua eficácia, e um quarto da população usa produtos feitos com membros da vida selvagem, como “emplastros de tigre”.

• Um número similar de consumidores preferem produtos de animais capturados na natureza

• Na China, duas em cada cinco pessoas já usaram drogas ou produtos para a saúde que continham produtos feitos de grandes felinos.

Mas a pesquisa também descobriu que dois terços dos entrevistados vietnamitas estavam dispostos a tentar alternativas herbáceas ou sintéticas, com metade dizendo que isso dependia do preço.

O relatório, que será lançado em uma importante reunião da Cites no mês que vem, descreve as leis internacionais e domésticas como “inadequadas”.

Segundo as leis vigentes fazendas de criação de animais da África do Sul, que abastecem a indústria de caça “enlatada”, são perfeitamente legais, e ossos de animais são exportados dentro de cotas.

Foto: Getty

Foto: Getty

O dr. Jan Schmidt-Burbach, consultor de fauna silvestre da WAP, disse: “Esses grandes felinos são explorados por ganância e dinheiro – para remédios que nunca foram comprovados como tendo propriedades curativas. Só por essa razão, é inaceitável”.

“Mas, dado o fato que eles sofrem imensamente durante toda a sua curta vida – isso torna-se um ultraje absoluto”.

“Muitos desses animais só verão o mundo através de barras de metal, eles apenas sentirão o concreto duro sob suas patas e nunca poderão experimentar seu instinto predatório mais básico – uma caçada.

“Esses animais são majestosos – eles não são brinquedos – nem são remédios”.

No ano passado, a World Animal Protection descobriu que onças-pintadas estavam sendo caçadas na América do Sul para abastecer o comércio de itens medicinais.

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Hospital veterinário de universidade registra aumento de animais baleados no DF

O Hospital Veterinário da Universidade de Brasília (UnB) registrou um aumento no número de animais baleados no Distrito Federal e no seu entorno. Cinco aves e um macaco foram resgatados nos últimos 30 dias após serem atingidos por projéteis de chumbo. Deles, apenas um tucano e um carcará sobreviveu.

Todos os animais, encontrados em áreas urbanas de Taguatinga, Cidade Ocidental (GO) e Valparaíso (GO), estavam com membros fraturados. “Foram dois carcarás, um papagaio-galego, um falcão quiriquiri, um tucano e um sagui-de-tufos-pretos”, explicou a médica veterinária Júlia Vieira Herter, residente em clínica e cirurgia de animais silvestres.

Foto: Arquivo Pessoal

No caso do tucano, que sobreviveu, um projétil de chumbo ficou alojado em sua cabeça. Outro sobrevivente, o carcará aguarda cirurgia para remoção de parte da asa, alvejada por um tiro. As informações são do portal Metrópoles.

“É possível encontrar esses animais em propriedades particulares, na área urbana. Não acho que alguém cace os animais para comer, então só consigo imaginar que o pretexto é diversão”, lamentou Júlia. Ela disse ainda que outros casos com indícios de caça chegaram ao hospital, mas que a instituição ainda não compilou os dados.

Em junho, moradores de Águas Claras denunciaram um caso em que patos e gansos do parque ecológico da região administrativa foram mortos. Na época, a superintendente de Unidade de Conservação do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Rejane Pieratti, levantou a hipótese de que pessoas mataram os animais após pular o muro do local. Segundo ela, o caso foi pontual e seria investigado pela polícia ambiental.

A caça e a manutenção de animais silvestres em cativeiro é proibida por uma lei de 2007. Caçadores podem ser punidos com multas e processo judicial por maus-tratos.

O Hospital Veterinário da UnB pede que a população denuncie a caça de animais silvestres através da ouvidoria do governo, no número 162, ou pelo número 197, da Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema).


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Seriam necessários 50 milhões de anos para recuperar a biodiversidade de aves da Nova Zelândia

Por Rafaela Damasceno

Há cerca de 700 anos, a Nova Zelândia era uma terra de pássaros. Agora, cientistas que estudam a biodiversidade do país chegaram à conclusão de que levaria 50 milhões de anos para recuperar a diversidade de aves presentes na região antes dos seres humanos interferirem no local.

O pássaro kiwi

Foto: Lakeview Images/Shutterstock

“O fato de que uma quantidade enorme de tempo evolutivo se perdeu realmente coloca sob perspectiva o impacto que os seres humanos causaram em sistemas isolados naturais”, afirmou o biólogo Luis Valente, que liderou a pesquisa.

Separada dos outros países, a Nova Zelândia se manteve isolada por muito tempo. Seus pássaros puderam então evoluir em uma variedade de aves que não podem ser encontradas em nenhum outro local do planeta. Infelizmente, eles não eram imunes à caça: depois que os seres humanos chegaram à região, quase metade das espécies foram extintas.

Para descobrir ao todo quanta biodiversidade se perdeu após a interferência humana, os pesquisadores coletaram dados já existentes em outras pesquisas. Depois que a equipe estudou todos os materiais e compilou os dados, colocou o resultado em um novo sistema computacional que estima o quão rápido as espécies evoluem e morrem.

O modelo revelou que seriam necessários 50 milhões de anos para recuperar a natureza que a interferência humana prejudicou. Apesar de ter uma ideia do quanto de vida havia se perdido, os cientistas se chocaram com o número. “O impacto foi muito mais profundo do que prevíamos”, declarou Valente.

Levaria 10 milhões de anos para recuperar as aves em extinção atualmente se elas desaparecessem por completo. “Alguns pensam que se você deixar a natureza sozinha, eventualmente ela irá se recuperar dos impactos humanos. Mostramos que essa recuperação seria incrivelmente lenta”, disse o biólogo.

Ele espera que as práticas de conservação que a Nova Zelândia está tentando agora sejam capazes de impedir que outras espécies entrem em extinção e evitar que outros 10 milhões de anos de história evolutiva se percam.


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Safári de caça à onça no Pantanal segue impune após oito anos

Por David Arioch

Em 2010 e 2011, a Operação Jaguar, coordenada pela Polícia Federal, revelou que em uma fazenda no Pantanal havia um safári de caça à onça. Oito anos depois, os envolvidos seguem impunes.

De acordo com a legislação brasileira, os envolvidos não podem mais ser culpabilizados por “crime de associação criminosa”, porque houve prescrição de prazo (Foto: Polícia Federal/Ibama)

E de acordo com a legislação brasileira, os envolvidos não podem mais ser culpabilizados por “crime de associação criminosa”, porque houve prescrição de prazo.

No entanto, após sentença do juiz Ronaldo Gonçalves Onofri, da Vara Criminal de Aquidauana (MS), no último dia 26 uma audiência foi marcada para 18 de março de 2020. O processo original listava sete réus, incluindo um búlgaro e um russo, e 22 testemunhas.

Porém, agora o processo prossegue para a pecuarista Beatriz Rondon, proprietária da Fazenda Santa Sofia, onde as onças eram caçadas; assim como Oleg Veber e Juscelino Machado de Araribe. Já a pena de Augustinho Stalin Machado da Silva foi extinta após o falecimento do réu.

Beatriz, que se passava por ambientalista, também foi indiciada por crimes ambientais praticados entre os dias 27 de junho e 8 de julho de 2004, segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul.

Mas como a ré já conta com mais de 70 anos, os prazos prescricionais foram reduzidos pela metade, e a prescrição da pretensão punitiva ocorreu antes da instauração do inquérito policial, em 2011, quando os fatos vieram à tona, conforme nota do MP.

Saiba Mais

As investigações da Polícia Federal e do Ibama, que revelaram que turistas pagavam até R$ 50 mil para caçar cada animal, começaram após a divulgação de um vídeo em que um caçador atira contra uma onça sobre uma árvore em Aquidauana (MS).


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Rinoceronte negro baleado e deixado para morrer é salvo por time de especialistas

Foto: Sky News/Reprodução

Foto: Sky News/Reprodução

Os guardas-florestais da África do Sul se dedicaram extraordinariamente para salvar uma fêmea da espécie de rinoceronte negro que foi baleada e deixada para morrer por caçadores que entraram escondidos na reserva onde ela vivia.

Uma grande equipe que uniu veterinários, guardas florestais e especialistas em cuidados com animais passaram os últimos dez meses usando técnicas inovadoras para garantir a sobrevivência do rinoceronte.

Isso inclui equipar o animal com um curativo (bandagem especial) feito sob medida a cada poucas semanas para tentar curar seu casco quebrado, que foi perfurado por balas.

Os guardas florestais do Kruger National Park, na África do Sul, desenvolveram um carinho muito grande pelo rinoceronte a quem deram nome de Goose, e se esforçaram ao máximo para que ela sobrevivesse.

O rinoceronte negro tem sido morto por caçadores a uma velocidade tão grande que só restam cerca de 5 mil animais em todo o mundo – com 80% deles vivendo na África do Sul.

Goose foi encontrada pelos guardas florestais ano passado, vagando em volta da savana, extremamente magra, desnutrida e prestes a morrer.

Foto: Sky News/Reprodução

Foto: Sky News/Reprodução

Ela estava mancando com um dos pés mutilados após caçadores furtivos que a caçavam por seu chifre, dispararam várias balas contra o casco para evitar que ela escapasse.

Vários ossos estavam se projetando através de sua pele e seu casco havia sido danificado ainda mais por ela ter se mentido andando.

“Normalmente, quando nós especialistas encontramos um animal nesse estado avançado de sofrimento, provavelmente o colocaríamos para dormir”.

Foto: Sky News/Reprodução

Foto: Sky News/Reprodução

“Mas ela é um rinoceronte negro raro e é tão preciosa que tínhamos que fazer tudo o que pudéssemos para salvá-la.” disse Cathy Dreyer, coordenadora de monitoramento de rinocerontes negros do Kruger Park.

Chifre de rinoceronte é uma mercadoria muito procurada no Extremo Oriente, onde os clientes acreditam que ele é um afrodisíaco; pode aumentar a virilidade e até mesmo garantir uma boa saúde.

Na realidade, o chifre do rinoceronte é feito de queratina – o mesmo material que uma unha humana e ainda por cima sem nenhum valor nutricional.

Foto: Sky News/Reprodução

Foto: Sky News/Reprodução

Mas no mercado paralelo, o chifre de rinoceronte pode render milhões de dólares e a demanda alimentou o tráfico e o comércio com tanta força, que os rinocerontes (especialmente os negros) estão agora entre as espécies mais ameaçadas do mundo.

Uma enorme equipe de especialistas foi reunida ao redor de Goose, com veterinários, especialistas em rinocerontes, guardas florestais e várias organizações, reunindo recursos e conhecimento para trabalhar em conjunto da melhor maneira possível.

Entre eles estavam a Unidade de Serviços Veterinários SANparks e seus funcionários; Salvando os Sobreviventes liderados pelo veterinário Johan Marais; veterinários estaduais de Skukuza, Petronel Niewoudt e funcionários da Care for Wild Africa e Jock Safari Lodge, que patrocinaram os antibióticos iniciais do rinoceronte e o tratamento de apoio.

Foto: Sky News/Reprodução

Foto: Sky News/Reprodução

Salvar o rinoceronte negro não sai barato

O custo do tratamento chegou a centenas de milhares de randes sul-africanos – com muitos dos envolvidos cedendo seu tempo e experiência de graça.

No início da missão para trazer Goose de volta da morte quase certa, ela estava recebendo cerca de 70 antibióticos por dia. Metade administrada de manhã e a outra metade à noite.

Ela também recebeu anti-inflamatórios e probióticos para prevenir úlceras e problemas que poderiam se originar de toda aquela medicação.

Foto: Sky News/Reprodução

Foto: Sky News/Reprodução

Os guardas florestais do Kruger Park também tiveram que fornecer à Goose a quantidade excepcional de comida que um rinoceronte adulto requer.

Uma estimativa conservadora é que Goose come cerca de 20kg de feno diariamente, bem como ramos recém cortados duas vezes ao dia.

Como os rinocerontes negros são seletivos em sua alimentação, os guardas-florestais oferecem uma grande variedade para que ela possa selecionar o que deseja.

Eles também cortaram seu chifre – para tentar protegê-la de caçadores que ainda possam tentar matá-la por isso.

Ela passou por cerca de vinte procedimentos cirúrgicos diferentes que eram realizados a cada poucas semanas.
Só esse fato em em si já é uma missão e tanto a ser vencida.

Foto: Sky News/Reprodução

Foto: Sky News/Reprodução

Juntos, a equipe vêm com a ideia de amarrar o casco do rinoceronte com uma camada de pele de elefante para proteção, cobrindo-o com camada sobre camada de bandagem que é então revestida em fibra de vidro para dar proteção adicional. Tudo via procedimento cirúrgico.

Após todo esse trabalho e dedicação de semanas, Goose lentamente acorda, com uma pequena contração da orelha primeiro, em seguida, parece de repente se erguer.

Ela fica levemente de pé e logo percebemos que a claudicação enfatizada que ela tinha antes do procedimento agora é muito facilitada.

Ela joga fora, seu novo casco parece dramaticamente branco contra o pano de fundo empoeirado de sua caneta.

Goose vai passar por tudo isso novamente daqui a algumas semanas.

A equipe do Kruger Park está determinada a salvá-la – e espera que ela seja capaz de dar a luz a rinocerontes negros no futuro.

É um tremendo esforço de um grande número de pessoas e organizações.

São seus esforços tremendos e constantes que fazem a diferença na luta para garantir a sobrevivência de uma espécie que os caçadores estão ameaçando eliminar para sempre.

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Bijuterias feitas com pele de elefante se tornam ameaça para a espécie

Foto: Bigthink

Foto: Bigthink

Por centenas de anos, a maior ameaça aos elefantes, foi o comércio de marfim. Como a demanda por suas presas aumentou nos tempos modernos, a indústria do material se tornou uma ameaça perigosa – para não mencionar insustentável – para as populações selvagens do paquiderme. Entre 1979 e 1989, por exemplo, a demanda por marfim reduziu a população de elefantes africanos de 1,3 para 600 mil.

O comércio de marfim sofreu um sério golpe em 1989, quando a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES) proibiu o comércio internacional de marfim de elefante africano, uma medida que seguiu a proibição de 1975 de comercializar marfim de elefante asiático.

Mas a caça continuou a ser um problema, particularmente porque ainda havia uma demanda considerável no mercado chinês, onde o marfim era usado na medicina e em adornos. Mas, em 2018, chegou outra boa notícia: a China proibiu o comércio de todos os produtos de marfim e marfim em estado bruto.

Novas ameaças

Esta foi certamente uma grande vitória para os conservacionistas, mas parece que os elefantes não conseguem respirar sossegados. A partir de 2014, os elefantes asiáticos começaram a ser caçados pela sua pele.

Um relatório de 2018 da Elephant Family, uma organização sem fins lucrativos sediada no Reino Unido, descobriu que o principal mercado de pele de elefante estava localizado na China, onde é usado principalmente para duas finalidades: é transformado em pó para uso em medicamentos tradicionais, e é moldado em contas polidas para pulseiras e colares. Belinda Stewart-Cox, diretora de conservação da Elephant Conservation Network, sem fins lucrativos, explica:

“Se você olhar para as contas, você acha que elas se parecem com granadas, rubis ou algum tipo de pedra vermelha. Mas essas camadas subcutâneas [na pele] incluem muitos vasos sanguíneos, então há muito sangue nisso.” Essas contas parecem vermelho rubi porque contêm sangue “.

De muitas maneiras, esse comércio é ainda mais destrutivo do que o comércio de marfim. Primeiro, visa principalmente os elefantes asiáticos, que já estavam mais em risco do que os elefantes africanos. Hoje, restam apenas cerca de 50 mil elefantes asiáticos selvagens. Além disso, a caça de marfim só poderia atingir elefantes que poderiam produzir presas – entre os elefantes asiáticos, em apenas 25% dos machos adultos as presas crescem – mas a caça é indiscriminada.

Foto: Divulgação

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Além da tragédia inata de perder um dos maiores mamíferos terrestres da Terra, seria um desastre ecológico se o elefante asiático fosse extinto. Os elefantes asiáticos são às vezes chamados de “jardineiros da floresta”, pois comem plantas que de outro modo crescem selvagens, criam caminhos pela floresta para outros animais se moverem e para que novas plantas cresçam, e distribuem sementes por meio de seu esterco, que também tem o benefício adicional de fertilizar o solo e fornecer casas e nutrientes para uma variedade de espécies de insetos.

Infelizmente, não é fácil para os elefantes se recuperarem de um grande golpe em sua população. Como espécie grande, os elefantes não têm muitos descendentes e o período gestacional de um elefante é de cerca de 22 meses. E, embora a caça de marfim vise principalmente os machos, agora os elefantes fêmeas também são alvos viáveis para os caçadores furtivos, prejudicando ainda mais a capacidade desses animais de se recuperarem.

Esforços de conservação

Os elefantes asiáticos estão listados no Apêndice I da CITES, o que significa que todos os produtos derivados desses elefantes são proibidos, exceto para fins não comerciais, como pesquisas científicas. Apesar disso, no entanto, a Administração Florestal do Estado da China está emitindo licenças para a fabricação e venda de produtos farmacêuticos contendo pele de elefante.

No entanto, a proibição da China ao comércio de marfim indica que regulamentação semelhante pode ser implementada e funcionar no futuro. Após significativo apoio público, incluindo a estrela do basquete Yao Ming, a China implementou a proibição do comércio de marfim no início de 2018.

Uma pesquisa com indivíduos chineses indicou que após a proibição entrar em vigor, 72% dos chineses não comprariam marfim, comparado a 50% quando a pesquisa foi realizada no ano anterior, antes da proibição ser aplicada.

Várias organizações sem fins lucrativos estão trabalhando para aumentar a conscientização sobre esse assunto e levá-lo à atenção de organismos internacionais, como a CITES. A Elephant Family, por exemplo, apresentou seu relatório de 2018 à CITES, obtendo aprovação da União Europeia e dos EUA para emendas, como a exigência de investigações sobre comércio ilegal e relatórios de implementação.

O World Wildlife Fund também está equipando e treinando guardas florestais para parar a caça em Mianmar, onde esta crise é particularmente terrível. Com alguma sorte e com maior conscientização e engajamento do público, esses esforços almejam levar a caça, ao invés dos elefantes, à extinção.

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