Cachorrinho abandonado junto com poltrona velha e televisão quebrada permanece à espera do tutor

Foto: Sharon Norton

Foto: Sharon Norton

Bem ali, entre uma poltrona velha e uma televisão quebrada, abandonadas em um descarte cladestino de lixo, havia um pequeno coração esperançoso tentando tanto não se romper.

Era um filhote que não sabia que também fora descartado.

Na manhã de segunda-feira, a agente de controle de animais, Sharon Norton, foi alertada para essa cena de tristeza absoluta ao longo de uma rua tranquila no condado de Lincoln, no Mississippi (EUA).

Foto: Sharon Norton

Foto: Sharon Norton

Ela dirigiu para o local imediatamente – encontrando o pequeno filhote agarrado à vida em cima de uma poltrona velha, perto de onde uma TV tinha sido despejada também.

O cão estava morrendo de fome, mas evidentemente se recusou a sair, provavelmente acreditando que a pessoa que o colocou lá certamente retornaria para buscá-lo.

“Parecia que ele estava ali há cerca de uma semana”, disse Norton ao The Dodo. “Ele estava pele e ossos.”

Foto: Sharon Norton

Foto: Sharon Norton

Norton se aproximou do pobre filhote e assegurou-lhe que ela estava lá para ajudar. Ela deu a ele sua primeira refeição em dias.

Apesar da longa vigília do filhote, mantendo a esperança de que seu tutor retornaria, a presença de alguém que realmente se importava imediatamente o deixou à vontade.

“Ele ficou muito feliz quando eu o peguei e o levei para o caminhão de controle de animais”, disse Norton. “Eu podia sentir sua cauda batendo nas minhas costas, abanando. Ele sabe que está seguro agora.”

Foto: Sharon Norton

Foto: Sharon Norton

Norton, desde então, vacinou e desparasitou o cão, e colocou-o na segurança do abrigo de animais Brookhaven Animal Rescue League, no Mississippi.

Depois disso, ele estará disponível para adoção.

Infelizmente, disse Norton, este caso de abandono não é o pior que ela já viu – mas, ao divulgar o caso e suas imagens, ela está otimista de que a justiça será cumprida.

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

“Espero que alguém que reconheça o filhote e a poltrona junte dois ou dois e me envie uma mensagem para me ajudar a encontrar a pessoa que fez isso”, disse ela.

O cãozinho abandonado foi apelidado de Lazy Boy Gatson e foi adotado por um casal Dave e Sommer que dirigiram de Plymouth para encontrá-lo e levá-lo para casa. A vida de solidão de Lazy Boy finalmente chegou ao fim e ele será muito amado em seu novo lar.

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

O cachorrinho abandonado da história esta seguro, protegido teve um final feliz e encontrou uma família amorosa, porém muitos outros animais são abandonados e aguardam por uma segunda chance, muitos deles vagam nas ruas sem sequer terem sido resgatados.

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

Ao adotar um animal adquire-se a responsabilidade sobre uma vida, um ser capaz de capaz e sofrer, assim como os seres humanos e que jamais pode ser descartado. Isso é um crime, senão perante os homens ao menos perante a consciência.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorrinho leva tudo que encontra pelo abrigo para guardar em sua cama

Foto: Austin Animal Center

Foto: Austin Animal Center

A família de Kevin o entregou ao abrigo Austin Animal Center no início do ano, e ele está lá desde então. Recentemente, devido a alguns problemas de espaço, o cachorrinho mistura de labrador de 4 anos foi removido dos canis para um dos escritórios – e foi aí que as coisas começaram a desaparecer no escritório.

Não demorou muito para seus novos amigos do escritório descobrirem que o doce Kevin adorava pegar as coisas dos outros e “sumir com elas”.

Sempre que alguém no escritório deixava as coisas na mesa ou em algum canto, o cãozinho novo no escritório examinava sorrateiramente os pertences e levava o que quisesse de volta para a cama com ele. Mais tarde, ele seria encontrado descansando em pilhas de seus bens “furtados”, parecendo muito contente e orgulhoso de si mesmo.

Foto: Austin Animal Center

Foto: Austin Animal Center

“Tudo começou há algumas semanas, quando os membros da equipe que compartilham um escritório com Kevin notaram que ele estava adquirindo itens humanos”, disse Jennifer Olohan, membro da equipe do Austin Animal Center, ao The Dodo. “Todo o tipo de coisas! Definitivamente roupas, ele levou com ele moedas, uma bolsa, um sanduíche de caixa (ele não comeu, apenas pegou). Ele os leva para a cama e cria um pequeno ninho de seus tesouros.

Kevin não demonstra nenhum remorso por seu hábito de “roubar”, e todos logo perceberam que era porque ele estava pegando as coisas de seus amigos pelo motivo mais doce.

Foto: Austin Animal Center

Foto: Austin Animal Center

“Nosso palpite é que isso faz com que ele se sinta mais próximo das pessoas com quem passa seus dias”, disse Olohan. “Ele não pega nada quando alguém está com ele, apenas quando eles saem, e talvez ele esteja se sentindo sozinho. Então ele vai pegar uma camiseta que cheira como a pessoa que ele sente falta”.

Depois de tudo o que ele passou com a perda de sua família e não ter ideia de quando outra pessoa virá para adotá-lo, parece que Kevin está apenas tentando se agarrar às pessoas em sua vida – por todos os meios necessários. Seus itens “roubados” significam muito para ele, e ele é sempre muito relutante em devolvê-los aos seus legítimos donos.

“Kevin não quando nem um pouco quando as pessoas tentam pegar seus tesouros”, disse Olohan. “Ele vai guardar e defender seus itens, então quando ele for levado para uma caminhada é a melhor oportunidade para a equipe conseguir suas coisas de volta.”

Foto: Austin Animal Center

Foto: Austin Animal Center

Kevin adora estar perto de pessoas, e além de seu peculiar hábito de pegar coisas, ele é um típico labrador. Ele adora passear, brincar com brinquedos e, é claro, se aconchegar com as pessoas que o amam.

Kevin adoraria ter uma casa com outros irmãos animais para brincar e fazer companhia a ele, e é ótimo com gatos e cachorros. Fora isso, tudo que ele precisa é de uma família que o ama. É possível que o hábito de pegar coisas de Kevin desapareça quando ele se sentir seguro em sua nova casa – mas também é possível que os velhos hábitos sejam difíceis de serem vencidos.

“Eu sugiro uma família que não seja bagunceira, para que Kevin não seja capaz de roubar muitas coisas”, disse divertido Olohan.

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Internet muda a vida de cachorro abandonado em abrigo que adoeceu de tristeza

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Quando a família de Ritter infelizmente perdeu sua casa, eles não podiam mais cuidar dele ou de seu irmão cachorro, Corky. Mesmo que isso tenha partido seus corações, eles tiveram que entregar ambos os cães ao abrigo da Humane Society para Hamilton County, em Indiana, nos Estados Unidos – e assim que sua família o deixou para trás, o pobre Ritter simplesmente não conseguiu conter sua tristeza.

“Como acontece com muitos cães, ele estava petrificado, nervoso e muito triste”, disse Megan Bousley, especialista em comunicação e marketing da Humane Society, em Hamilton County, ao The Dodo. “Eles não entendem onde sua família foi e estão confusos e assustados com o ambiente novo e barulhento.”

Assim que ficou sozinho em seu canil, tudo que Ritter pôde fazer foi sentar-se encostado na parede, olhando para o chão, muito chateado e confuso com sua nova realidade.

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

É claro que todos no abrigo fizeram o possível para que Ritter se sentisse tão amado quanto era humanamente possível – mas ainda assim não é o mesmo que ter um lar e uma família.

“Ele recebeu muito amor e atenção da equipe”, disse Bousley. “Enquanto ele está acuado e nervoso em seu canil, ele fica cheio de alegria lá fora, apenas querendo brincar e ser amado.”

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Todos no abrigo puderam ver como Ritter estava de coração partido e não aguentavam vê-lo assim, e então postaram sua foto no Facebook, esperando que alguém o visse e abrisse sua casa para o doce e triste filhote.

O post foi compartilhado mais de 3 mil vezes – e em pouco tempo, uma mulher viu o rosto doce de Ritter e soube imediatamente que tinha que adicioná-lo à sua família.

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Sophie Spenia estava querendo adotar um cachorro há algum tempo, mas estava esperando até que tivesse uma casa e mais espaço, porque sabia que provavelmente queria um cachorro grande. Assim que ela comprou sua primeira casa, ela começou a olhar na página da Humane Society for Hamilton County e a página do Facebook todas as manhãs, e quando ela viu a foto de arrancar o coração de Ritter, ela soube que ele tinha sido o escolhido.

“Quando vi a foto e a descrição de Ritter postadas às 6 da manhã, eu mandei uma mensagem para minha irmã e disse que precisávamos buscá-lo logo depois do trabalho”, disse Spenia ao The Dodo. “Duas horas depois, minha irmã me mandou uma mensagem sobre o post do Facebook avisando que ela notou que ele estava se tornando viral. Então eu disse ao meu chefe a situação e ele me disse para sair e ir até o abrigo! Ele é amante de cães também”.

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Quando Spenia chegou ao abrigo, ela estava um pouco nervosa porque sabia o quão triste e confuso Ritter estava após perder sua família, e ela não sabia como ele reagiria a sua presença – mas assim que ele entrou na sala, tudo se encaixou.

“No minuto em que ele chegou na área de visitantes, ele correu até mim e colocou sua cabeça grande e fofa no meu colo e eu poderia dizer que ele estava me dando um recado: quero ir com você”, disse Spenia. “Eu tinha que tê-lo ao meu lado!”

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Spenia imediatamente se candidatou para adotar Ritter, e na quinta-feira ela finalmente conseguiu pegá-lo e trazê-lo para sua nova casa. Ele não conseguia parar de sorrir para sua nova mãe no caminho de casa, e agora está se adaptando maravilhosamente a sua nova vida.

Ritter era o filhote mais triste do mundo quando chegou ao abrigo, mas em poucos dias ele encontrou a melhor tutora que poderia desejar, alguém que se certificaria de que ele esteja feliz e amado o tempo todo pelo resto de seus dias.

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Cachorro recém-operado ganha presente especial da tutora para se recuperar melhor

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Barley é um cãozinho da raça golden retriever que vive em Amsterdã, na Holanda com suas duas pessoas favoritas, Zita Butler e Marc Wisselo.

Mas há outro indivíduo que é muito importante para Barley – mesmo que ele seja um objeto inanimado.

E isso é simplesmente adorável.

Fluffy é um brinquedo de pelúcia que se parece com o Barley a quem ele se apegou muito.

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Barley e Fluffy estão juntos desde que o cachorro veio morar com sua família.

“Uma semana antes de Barley chegar em casa, estávamos no mercado e notamos todos aqueles golden retrievers de pelúcia empilhados nas prateleiras”, disse Butler e Wisselo ao The Dodo por e-mail. “Nós pensamos que seria divertido para Barley ter um amiguinho. Ele está totalmente apaixonado por seu mini-eu”.

Fluffy é uma parte importante das atividades de Barley todos os dias: “Eles saem para passear juntos, eles relaxam juntos, eles dormem um ao lado do outro. Eles até fazem xixi juntos”, disse Butler e Wisselo. “Muitas vezes você só encontra os dois dormindo juntos no sofá ou assistindo TV.”

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Fluffy também participa de grandes aventuras: “Com certeza Fluffy deve se juntar a nós em nossas férias”, disse Butler e Wisselo. “Até agora, Barley e Fluffy exploraram a Holanda, Bélgica, França e Alemanha. Marc construiu um ‘bakfiets’ especial (uma bicicleta holandesa especial que os pais usam para transportar seus filhos) para Barley, para que ele possa viajar conosco por todo o país”.

Mas nem tudo na vida de um filhote é diversão e brincadeira – e qualquer um que já tenha levado um cachorro ao veterinário para ser castrado sabe disso muito bem.

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Então, quando Barley chegou em casa após ser castrado algumas semanas atrás, usando seu “cone da vergonha”, ele parecia completamente infeliz e longe da sua aparência normal e alegre de sempre.

Barley estava irritado com o objeto estranho e tentava remover o cone a qualquer custo.

Mas então as pessoas favoritas de Barley tiveram uma ideia brilhante.

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Se Fluffy já fazia todo o resto com Barley, ele também poderia passar pelo cone da vergonha com ele.

“Ele parecia tão triste e nos sentimos tão mal por ele que colocamos um “coned a vergonha” em Fluffy também”, disse Butler e Wisselo. “Isso definitivamente melhorou o humor de Barley.”

Fluffy ajudou Barley a passar aquela semana no cone.

“Foi a coisa mais doce ver Barley cuidando de Fluffy”, acrescentou Butler e Wisselo. “Ambos se recuperaram e estão indo bem.”

Foto: Instagram/barleyboy

Foto: Instagram/barleyboy

Agora que eles estão totalmente recuperados, Barley e seu “mini-eu” estão de volta aos seus velhos truques, com as pessoas favoritas de Barley competindo com a atenção de Fluffy por Barley.

Mas e se algo acontecer com o Fluffy? E se ele se perdeu ou sofreu um “acidente”?

“Temos dois Fluffies em casa, para o caso de perdermos um deles”, disse Butler e Wisselo, acrescentando que eles lavam os dois Fluffies com frequência para ficarem frescos.

“Devemos uma viagem à loja em breve para comprar mais”, disse Butler e Wisselo. “Seria um desastre se a IKEA interrompesse a linha – a cevada ficaria muito chateada!”

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Cachorrinha se diverte escondendo-se de sua tutora dentro da caixa de brinquedos

Foto: Rachel Silverstein

Foto: Rachel Silverstein

Não deixe que o adorável sorriso desta cachorrinha da raça dachshund e esses olhos arregalados e serelepes de Freida o enganem.

Ela pode parecer perfeitamente inocente – mas Freida tem um lado sorrateiro.

Na maior parte do tempo, Freida e sua tutora, Rachel Silverstein, são inseparáveis – caminham, nadam e até vão aos restaurantes juntas.

Mas outro dia, Silverstein não conseguiu encontrar Freida em lugar algum.

Foto: Rachel Silverstein

Foto: Rachel Silverstein

“Passei uns bons cinco minutos andando pela casa gritando por Freida”, disse Silverstein. Ela até começou a ficar um pouco nervosa achando que sua amada filhote de alguma forma havia saído escondido.

Mas então Silverstein notou que havia um brinquedo extra no balde de brinquedos de Freida.

Era a própria Freida.

Foto: Rachel Silverstein

Foto: Rachel Silverstein

Freida não tinha saído – “Não. Ela estava em seu balde de brinquedos”, disse Silverstein. “Quietinha assistindo-me procurar por ela.”

Desde então, Silverstein tirou fotos de Freida colocando-se em seu novo esconderijo favorito.

E essa não foi a primeira vez que Freida decidiu brincar com sua tutora.

Foto: Rachel Silverstein

Foto: Rachel Silverstein

“Ela vai se esconder e me deixar procurá-la”, disse Silverstein ao The Dodo.

“Geralmente é em sua caixa de brinquedos ou na lavanderia ou debaixo da cama.”

O último esconderijo de Freida realmente aumentou seu jogo de esconde-esconde – e Silverstein não espera nada menos de sua filhote super inteligente.

“Ela costumava ser um cão de terapia para crianças até ser colocada para adoção”, disse Silverstein. “Ela é um cachorro muito especial.”

Foto: Rachel Silverstein

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Foto de cãozinho em situação de rua se agarrando a um ursinho de pelúcia se torna viral

Foto: Yvette Holzbach

Foto: Yvette Holzbach

Tudo começou com uma foto que só pode chamada de “ a mais triste imagem do mundo”. Um cão em situação de rua deita-se na calçada, aparentemente esquecido e sem amor. Sua única fonte de conforto é um ursinho de pelúcia similarmente descartado e esquecido que ele segura tão firmemente quanto pode.

A fotógrafa, Yvette Holzbach, escreveu: “Aqui está um cão abandonado consolando-se em um brinquedo gasto e descartado. Quantos dos cães que vemos também são jogados na rua depois de terem cumprido o seu propósito?”

A imagem foi compartilhada massivamente e se tornou viral, pessoas de toda a internet escreveram para expressar sua preocupação com o cachorro e descobrir o que havia acontecido.

Mas enquanto muitas pessoas agradeceram Holzbach por chamar a atenção para o pobre filhote, outras criticaram-na por não levar o cachorro para casa com ela no local. Como uma resgatadora de cães, Holzbach trabalha com uma organização chamada Forgotten Dogs da 5ª Ala, que ajuda cães sem-teto em um dos bairros mais pobres de Houston, Texas no EUA.

Ela regularmente tira e publica fotos de cães abandonados em suas patrulhas pela vizinhança. Ela e seus companheiros de resgate tentam encontrar os tutores de cães perdidos, obter cuidados veterinários, esterilizá-los ou castrá-los e, em muitos casos, conseguir lares temporários para eles e lares definitivos.

Mas a seriedade e abrangência do problema muitas vezes escapa às pessoas que não enxergam o que Holzbach faz. Depois que sua foto rodou a internet, muitos comentários negativos fizeram uma pergunta simples mas brutal: “Por que você não resgatou o cachorro?”. Então Holzbach sou o Facebook para explicar exatamente o que acontece todos os dias com as equipes de resgate que trabalham como ela e ajudar os críticos de plantão a entender a situação.

Como Holzbach escreveu na página da ONG Forgotten Dogs of the 5th Ward, “em uma rota de alimentação podemos alimentar até 50 cães em situação de rua. Desses 50 cães, temos sorte se conseguirmos salvar um, porque a triste verdade é que não há lares adotivos suficientes para colocar todos esses cães”. Se ela e seus colegas resgatassem todos esses cães, não teriam tem onde levá-los.

Em vez de tentar levar todos eles, eles tentam dar assistência médica a tantos quantos podem e, para aqueles que não podem mais ficar nas ruas, tentam resgatá-los e colocá-los em lares temporários.

Holzbach destacou como o problema é sério e como é triste fazer com que ela e seus colegas deixem os cães sem-teto nas ruas. Ela também convidou todos os críticos a virem e verem por si mesmos. “Se houver alguém que não entenda bem o que estamos enfrentando, damos as boas vindas a você para fazer um passeio conosco. Você ficará surpreso com o número de cachorros desabrigados que existem”.

Como se viu depois, o cachorro, que Holzbach chamou de Teddy por causa de seu amigo de pelúcia, tinha pelo menos um humano em sua vida que se importava. Quando Holzbach e seus colegas da ONG Forgotten Dogs voltaram para descobrir o que havia acontecido com o cãozinho em situação de rua, encontraram um homem de 87 anos chamado Calvin, que reconheceu o cachorro da foto e disse que era um dos muitos que ele estava se alimentando.

Como escreveu Holzbach, “esse era seu cachorro, junto com muitos outros que ele havia resgatado das ruas ao longo dos anos. Ao mesmo tempo, ele tinha até 20 em seu quintal”. Ela sabia que ele amava o cachorro e sua organização se ofereceu para esterilizar e castrar os três cachorros restantes em sua casa, de graça.

Este foi um episódio que ilustrou exatamente o que Holzbach estava falando. “Espero que, ao publicar a foto, a conscientização tenha sido levantada para a situação dos cachorros em situação de rua. Estamos enfrentando uma batalha difícil e só podemos esperar que chegue um momento em que nenhum cão terá que lutar para sobreviver nas ruas”.

Foto: Yvette Holzbach

Foto: Yvette Holzbach

Infelizmente, o Sr. Calvin faleceu em 2018, mas sua bondade para com os cães de Houston nunca será esquecida graças a Yvette Holzbach e aos esforços contínuos de sua organização para ajudar aqueles que foram deixados para trás.

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Cachorrinho que foi devolvido ao abrigo por não conseguir subir escadas encontra o lar ideal

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

Quando Mackenzie Purdy viu Charlie pela primeira vez, parecia que o cão tímido tinha desistido de encontrar um lar ou uma família para ele. O cão da raça Shih Tzu, de 7 anos, recusou-se a fazer contato visual com qualquer um que passasse por ele – o cachorrinho manteve as costas viradas para a parede de concreto de seu canil na Associated Humane Tinton Falls, um abrigo em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Charlie chegou primeiro ao abrigo em maio. Alguns meses antes, ele havia sido adotado e logo foi devolvido por não conseguir subir as escadas em sua nova casa.

Seu tutor não conseguia se abaixar para pegá-lo e carregá-lo para cima, então Charlie se viu de volta no mesmo canil solitário.

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

Purdy, que estava visitando o abrigo na esperança de adicionar outro cachorro à sua família, acreditava que por trás do comportamento frio e da aparência abatida de Charlie havia um cachorro amoroso esperando para sair; no entanto, ela temia que outros adotantes pudessem não conseguir enxergar o potencial dele.

“Ele era um pouco mais velho e andava um pouco engraçado, então eu tinha a impressão de que muitas pessoas não se interessariam por ele”, disse Purdy ao The Dodo. “Muitas pessoas não se interessam pelos cães que não vêm para a frente da gaiola fazer festinha no abrigo.”

Mas Purdy não se assustou nem se intimidou com o desprezo do cachorrinho magoado, e continuou a passar o tempo com Charlie, procurando o menor indício de que ele estava pronto para tentar novamente.

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

“Perguntei ao pessoal do abrigo se eu poderia passar algum tempo com ele no quintal”, disse Purdy. “Ele era muito reservado e não se mostrou muito interessado em mim. Charlie não mostrou quase nada em termos de afeto, mas fez um pequeno abanar de cauda quando me aproximei dele”.

Encorajado, Purdy trouxe seu cachorro Baxter para se encontrar com Charlie, e o pequena mexida de rabo inicial deu lugar a uma excitação total. “Charlie estava abanando o rabo mais e mais, e Baxter estava muito interessado nele”, disse Purdy. “Eles me disseram que eu poderia ir no dia seguinte para trazê-lo para casa.”

Um exame feito por um veterinário revelou que Charlie pode ter sofrido uma lesão em um disco da coluna em suas costas, causando mobilidade reduzida nas pernas traseiras. “Ele cambaleia um pouco quando anda e às vezes cai porque está fraco”, observou Purdy, “então ele não pode lidar com escadas”.

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

Charlie pode nunca ser capaz de subir os degraus, mas isso não o impede de brincar com todos os cães que ele conhece ou de se divertir durante um banho.

Purdy está feliz em seguir na velocidade do cachorro mais velho – algo pelo qual Charlie é muito grato.

“Ele vem se adaptando bem”, disse Purdy. “Meu namorado e eu o levamos em caminhadas curtas e o pegamos quando encontramos degraus. Ele é um menino muito bom. Ele é muito comportado e se adapta a qualquer situação.

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

Depois de uma semana em sua nova casa, o cão que não fazia nem contato visual agora se recusa a dormir sozinho, todo feliz ele aconchega-se a sua nova família sempre que pode é muito bem recebido.

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

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Cachorro acorda família para avisar que gatinho pede ajuda do lado de fora

Courtesy photo | The Dodo

Courtesy photo | The Dodo

O desfecho feliz dessa história poderia ter um final tragicamente diferentes se não fosse por esse cachorrinho alerta e solidário chamado Max.

Nas primeiras horas da última sexta-feira de manhã, enquanto sua família já estava deitada provavelmente dormindo em suas camas, Max foi acordado por um som que não pôde ignorar. Saindo de dentro da quietude da noite do lado de fora da porta da frente da casa da família, vinham os gritos de um gato aflito.

E para Max, isso exigia extrema ação.

“Ele começou a latir sem parar”, disse Laylany, tutor de Max, ao The Dodo. “Ele continuou arranhando a porta incansavelmente.”

Percebendo que algo deveria estar errado, a família do cachorro se levantou para checar.

Eles abriram a porta da frente e descobriram um gatinho perdido cuja cabeça estava presa em uma sacola de comida.

Ela por procurou ajuda e encontrou no Max.

“A pobre gatinha estava sufocando, mas de alguma forma conseguiu encontrar o caminho para a nossa porta”, disse Laylany. “Meu pai se aproximou e tirou a sacola da cabeça dela.”

O momento foi registrado no vídeo abaixo:

Depois, a gatinha correu para a noite – graças, em grande parte, à insistência de Max de que sua família acordasse para ajudá-la.

“Ele é um herói”, disse Laylany, “porque se não fosse por ele latir, nunca saberíamos que o gato estava precisando de ajuda.”

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Cachorrinho diagnosticado como doente terminal é adotado e redescobre a vida

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Courtney Thomsen estava navegando pelo Facebook um dia quando viu um post exclusivo em meio às fotos habituais das férias e atualizações de amigos e familiares.

Na foto um rosto branquinho e peludo com olhos suplicantes olhava para ela. O coração de Thomsen saltou dentro do peito.

“Minha amiga Konnie compartilhou um post da Humane Society of Southeast Texas”, disse Thomsen ao The Dodo. “O post dizia que ele doente terminal, e eles estavam procurando por uma família especial para acolhê-lo em suas poucas semanas ou meses restantes.”

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Thomsen poderia ter continuado navegando após ter visto o post e a informação teria simplesmente desaparecido em seu feed de notícias na mídia social, mas o cachorro na foto não tinha tempo para ser encontrado novamente. Ele só tinha uma pequena janela de oportunidade, para ter uma chance de felicidade única, antes que ela também desaparecesse.

“Quando vi a foto dele no Facebook, senti uma necessidade intensa de pegá-lo, mas depois de ler vários comentários dizendo coisas como: ‘Eu gostaria de poder levá-lo, mas não posso!’ Eu soube que tinha que pegá-lo”, disse Thomsen. “Eu não suportava o pensamento de ele morrer sozinho no abrigo e não saber o que era ser amado e fazer parte de uma família de verdade.”

Thomsen imediatamente contatou a Humane Society, mas o ato impulsivo de bondade não veio sem uma parcela justa de ansiedade.

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Thomsen não sabia nada sobre o cachorrinho doente, que havia sido jogado no abrigo todo sujo, sem nome e muito magro. A papelada sobre suas condições e o número de medicamentos que ele precisava era imensa. Mas quando a equipe do abrigo finalmente trouxe o cachorro para um encontro com ela, algo mudou.

“Quando aparecemos, eles disseram que ele não parecia responder ao [nome dele]”, disse Thomsen. “Meu filho de 5 anos disse imediatamente: ‘Podemos chamá-lo de Taco!’ Um funcionário o chamou de Taco e foi direto para ela! Então ele foi imediatamente renomeado como Taco ”.

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Acontece que Thomsen não era a única nervosa com o novo arranjo de vida. Taco também tinha suas reservas e hesitava em confiar.

“Ele parecia realmente preocupado e inseguro no início, quase como se ele pensasse que nós éramos apenas mais um ponto de parada, e não sua família para sempre”, disse Thomsen. “Ele ficava em um lugar parado o tempo todo, e ele parecia realmente doente e deprimido.”

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Então Thomsen decidiu fazer tudo que estivesse em seu alcance para ajudar o cão a sair de sua concha. E funcionou.

“Eu passei tanto tempo amando ele, o abraçando, falando com ele e qualquer coisa que eu pudesse pensar para fazê-lo se sentir melhor”, disse Thomsen. “Dentro de alguns dias, Taco começou a sorrir e se empolgou com as coisas. Ele começou a me seguir em todos os lugares – então comecei a levá-lo comigo a todos os lugares. ”

Taco nunca foi treinado para fazer xixi no lugar certo, mas ele rapidamente aprendeu os caminhos da casa seguindo o exemplo de seus novos irmãos. Ele até aprendeu alguns truques para agradar sua mãe.

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

“Ele não sabia como se sentar quando eu o peguei pela primeira vez, mas ele viu os outros cachorros ganhando petiscos ao ficarem sentados, então é claro que Taco começou a se sentar bem rápido”, disse Thomsen.

Agora, Taco está compensando todo tempo perdido quando se trata de afeto. “Ele vai amar quem quiser amar de volta”, explicou Thomsen. “Quando ele quer ser acariciado (o que é praticamente o tempo todo), ele pega a própria pata e esfregar sua própria cabeça, então em seguida ele pega minha mão para tentar me fazer acariciá-lo”.

Com a dirofilariose avançada e uma longa lista de problemas de saúde, Taco pode não ter muito tempo de sobra nesta terra. Mas sob os cuidados de Thomsen, sua saúde e humor melhoraram mais do que qualquer um poderia prever. O cachorrinho ganhou peso e confiança e, além de seus ataques de tosse, vive a vida de um cão normal.

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Embora Thomsen não consiga pensar em perder Taco, ela não trocaria o tempo deles juntos para nada. Ele torna nossa vida melhor, explicou Thomsen, e isso não pode ser quantificado:

“Adoro acordar com ele e voltar para casa e ver seu precioso sorriso. Eu amo quando posso passar o dia todo em casa e brincar com ele. Deixo ele entrar no carro comigo. Eu amo que ele me siga por todos os lugares e olhe para mim com tanto carinho. Eu amo poder dizer que ele é feliz apenas por fazer parte de uma família. Eu amo ver que ele tenta ativamente aprender coisas novas só para me impressionar.”

“Ele me ensinou que todo mundo merece uma segunda chance na vida”, acrescentou Thomsen, “e é incrível ver quanta melhora pode ser alcançada com apenas amor e conforto.”

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Cão e gato que viviam juntos nas ruas não se largam mesmo depois de resgatados

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Algumas pessoas dizem que cães e gatos nunca serão os melhores amigos – mas Morticia e Gomez conseguiram convencer todos ao seu redor do contrário, em apenas um dia.

No início desta semana, uma pessoa que passava pela rua viu um pequeno cachorro e um gatinho preto um ao lado do outro, escondidos entre dois banheiros químicos móveis no estádio de futebol Hampton Soccer Park, em Hampton, Virgínia (EUA).

O transeunte decidiu chamar a atenção para o par incomum, postando uma foto da dupla na rede social privada Nextdoor. Alguns amantes de animais correram para o complexo de futebol e encontraram o par colado um no outro ainda encolhido na grama, congelando no mesmo lugar onde a foto foi tirada.

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Conseguir levar os dois com segurança, no entanto, não seria tão fácil quanto seus salvadores pensavam. Gomez, um chihuahua de 2 anos de idade, insistia em proteger o pequeno gatinho a qualquer custo e não aceitava se separar dele.

“Totalmente ligados um ao outro, o cachorro rosna se chegarmos perto demais, então notificamos o controle dos animais e estamos esperando por eles”, escreveu um dos resgatantes em um post de mídia social. “Três de nós estão monitorando os dois agora.”

Os dois acabaram sendo levados para um abrigo local onde foi dado um tempo para que seu tutor se apresentasse. Uma foto da dupla foi compartilhada no grupo do Facebook Lost & Found Pets, de Hampton Roads, VA, onde o post fez com que Turkan Ertugrul, diretora da ONG Saver of Souls Pet Rescue, parasse tudo o que estava fazendo no minuto em que viu a foto.

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

“Eles pareciam tão assustados na imagem que nos tocou o coração”, disse Ertugrul ao The Dodo. “Nós tendemos a favorecer os assustados porque eles simplesmente não entendem quando você está tentando ajudar.”

Ertugrul não conseguia tirar os animais grudados um no outro de sua mente, especialmente porque sabia que eles provavelmente seriam mantidos separados no abrigo.

“Na maioria dos abrigos, é contra a política de colocar cães e gatos juntos por segurança e nós sabíamos que eles seriam separados”, disse Ertugrul. “A situação deles estava nos deixando acordados à noite, preocupados sobre como estavam separados um do outro.”

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Ertugrul sabia que havia mais apenas segurança física com animais que estão ligados – a saúde psicológica também é importante. E, pior ainda, ela sabia que o abrigo não seria capaz de garantir que o filhote de 10 meses e seu gatinho protegido iriam para a mesma casa.

“A maioria dos abrigos não pode garantir que os pares ligados sejam adotados juntos”, disse Ertugrul. “Eles estão lá para salvar vidas, e segurar um par de animais que pode levar muito tempo para ser adotado junto, colocaria em risco a vida dos outros.”

Então ela decidiu trazer o gatinho e o cachorro para viver na ONG assim que eles poderiam ser soltos no ambiente e encontrar um lar que acolhesse os dois juntos.

Felizmente para Gomez e Morticia, os funcionários do abrigo também não queriam separar o par e organizavam encontros para o casal inter espécie em uma sala onde eles podiam brincar e os dois sempre ficavam felizes de se verem.

Agora, vivendo felizes juntos em um lar temporário, fica claro o quão profunda é a ligação entre os animais. “Gomez correu até os gatos pretos do guardião inicialmente, pensando que um deles era Morticia e você podia ver sua decepção quando percebeu que não era ela”, disse Ertugrul.

Enquanto os dois são doces e amorosos para com as pessoas, suas personalidades borbulhantes brilham quando finalmente estão juntos. “Gomez é tímido em torno das pessoas quando as vê pela primeira vez, mas ele se solta rapidamente. Só que quando Morticia está por perto ele se liberta completamente”, acrescentou Ertugrul. “Eles são mais felizes e extrovertidos quando juntos do que quando conhecem novas pessoas individualmente.”

Uma vez que os dois tenham sido castrados e vermifugados, eles começarão a procurar uma casa que os manterá juntos para sempre. E está claro que nada neste mundo os tornaria mais felizes.

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