Um doce cãozinho roubou a atenção dos fiéis durante a missa da Ascensão do Senhor na Igreja de Nossa Senhora das Dores, no bairro Floresta, em Belo Horizonte (MG). Faceiro, ele escapou de uma casa vizinha, entrou na igreja e decidiu fazer amizade com o padre José Geraldo Sobreira.
Um vídeo registrou toda interação entre os dois. Em uma entrevista ao portal G1, o padre contou que o cachorro queria apenas se divertir. “Ele entrou na igreja, foi nos bancos, na música, no pessoal do canto, subiu o presbitério e depois sentou na minha frente e começou a brincar com a minha túnica”, disse.
Uma pessoa que estava na missa reconheceu o cãozinho. Após a celebração, o cachorro, que se chama Herman, foi entregue a sua tutora. O vídeo que mostra a interação entre o padre e o cãozinho foi publicado no Facebook e já teve quase 100 mil compartilhamentos. Veja abaixo:
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Jessica Banzhof estava fazendo suas obrigações diárias, tarefas cotidianas como devolver comida a uma loja de animais, quando viu Cupido.
O pit bull de pelo tigrado usava um suéter de malha e parecia tão adorável, sorridente e carismático que ela não resistiu em se aproximar dele.
“Eu perguntei [ao tutor] se poderia acariciá-lo e então percebi que ele não era realmente o cachorro dele”, disse Jessica ao The Dodo. “Eu acho que foi realmente o destino que me fez conhecê-lo.”
Cupido estava passeando na loja de animais graças ao Dogs on the Town (Cachorros na Cidade, na tradução livre), um programa iniciado pelo abrigo Lucas Canine Care e Control em Ohio (EUA), para ajudar os cães do abrigo a serem notados pela comunidade.
Foto: Jessica Banzhof
Jessica imediatamente mandou uma mensagem ao marido com uma foto de Cupido: “Eu escrevi: conheci esse cachorro e o amo. Ele é tão doce, amigável e calmo”.
“Meus garotos estão implorando por um cachorro maior”, acrescentou ela. “Quando vi o Cupido, pensei: ‘Ele é perfeito’”.
Na época, a família de Jessica já estava no processo de adicionar outro membro às suas fileiras. O filho dela, Gabe, de 10 anos, estava sendo adotado como filho oficialmente pelo padrasto.
Foto: Jessica Banzhof
“Por muito tempo, quando Gabe era pequeno, éramos só ele e eu”, disse Jessica. “Eu era uma mãe solteira e nós lutamos muito, mas quando meu marido apareceu foi instantâneo para ele. Meu filho sempre foi o filho do meu marido também, a família dele sempre aceitou meu filho dizendo: “Esse é apenas nosso neto”.
Jessica trouxe sua família para conhecer Cupido e, como ela esperava, o filhote se deu bem com todos – incluindo seus três cachorrinhos. Mas depois de pagar a taxa de adoção do cachorro, Jessica ainda queria deixar passar uma noite pra pensar bem na decisão.
Quando o dia de adoção de Gabe, o filho de Jessica, chegou, ninguém antecipou o quão emocionante seria o caminho até o tribunal.
“A juíza perguntou ao meu filho: ‘É isso que você quer?’ E ele disse: ‘Absolutamente'”, conta a mãe emocionada. “Então ela perguntou por que e ele disse: ‘Porque eu tenho sido parte da vida dessas pessoas por tanto tempo e realmente quero pertencer oficialmente a uma família que me queira de verdade, me ame e me aceite. E eu faço parte dessa família e estou pronto para o meu sobrenome ser o mesmo que o deles’”.
Foto: Jessica Banzhof
Depois de finalizar a adoção de Gabe, a família saiu para comemorar e comer fora. Jessica não queria que a diversão terminasse, então ela deixou o filho escolher a próxima atividade: “Eu perguntei ao meu filho: ‘Bem, não podemos parar de comemorar, então o que você quer fazer a seguir?’ E ele disse: “Vamos pegar meu cachorro”.
Quando chegaram ao abrigo, apenas a excitação de Cupido foi capaz de se comparar a alegria Gabe. “Ele entrou e ficou tipo: ‘É um dia de adoção dupla!'”, disse Jessica. “Foi o melhor dia que já vivemos”.
Cupido e Gabe posaram para fotos orgulhosamente com seus certificados de adoção. E assim, a família cresceu – e depois cresceu ainda um pouco mais.
Cupido não perdeu tempo se instalando em sua nova casa. Ele gosta de brincar com seus irmãos, correr no quintal e se aconchegar no sofá.
“Cupido ainda está em seu estágio de filhote, mas ele muito tão bem-comportado”, disse Jessica. “Ele ouve perfeitamente e obedece, ele senta, fica, ele é ensinado por nós e nos sentimos mais seguros com relação a ele agora também”.
Depois de apenas uma semana juntos, há um novo status de “normal” na casa – e a família Banzhof não poderia estar mais feliz.
“Tudo parece perfeito, recuperamos nossa satisfação”, disse Jessica. “É a forma que temos de fazer isso. Somos uma família. Somos um todo agora”.
“E, em seguida, com a chegada de Cupido, sinto como como se ele fosse aquela pequena peça que faltava para deixar o quebra-cabeça completo”.
“Agora meus meninos têm seu companheiro cachorro”, acrescentou. “É simplesmente perfeito”.
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Quando viajava de volta para casa depois de uma viagem de férias no Arkansas (EUA), Bill encostou o carro em uma parada rápida, para jogar fora o lixo interno e usar o banheiro. Ele não estava planejando demorar muito, por isso deixou o carro ligado e com a porta aberta – mas quando ele voltou, teve uma surpresa: encontrou um cachorro sentado no banco do passageiro da frente.
O animal era na verdade A pobre cachorrinha estava pele e osso, e Bill rapidamente ofereceu-lhe um pouco de pronto, a única comida que ele tinha com ele no carro. Observando-a devorar a comida e se encolher em seu carro, Bill sabia que a cachorra estava procurando por alguém para ajudá-la, e decidiu que ele seria essa pessoa. Ela parecia tão ansiosa, e não havia como ele virar as costas para aquele rosto doce.
Foto: Angela Shaver
Ele e sua esposa recebem animais em dificuldades em casa e o pobre animal não tinha absolutamente nenhum sinal de ter tido um tutor ou uma família, e então ele mandou uma mensagem para ela com a foto de sua nova companheira de viagem, e ela concordou imediatamente com a decisão dele de manter o cão.
“Perguntei a ele qual era o nome do nosso novo cão”, disse Angela Shaver ao The Dodo. “Nós decidimos chamá-la então de River por causa de onde ele o encontrou.”
Foto: Angela Shaver
Shaver e seu filho saíram para cumprimentar o novo membro da família assim que o casal de viajantes chegou em casa, mas River se recusou a sair do carro. Ela não tinha medo de sua nova família, mas parecia se sentir segura no carro, já que era provavelmente um dos primeiros lugares em que alguém já havia sido gentil e amoroso.
Assim sendo, Bill carregou River gentilmente para fora do carro, e ela foi apresentada aos seus novos irmãos cachorros e gato, um por um, para que ela não ficasse muito sobrecarregada. A família já tinha três cães de resgate e um gato de resgate, e estavam mais do que felizes em adicionar outro à matilha.
River e Bill | Foto: Angela Shaver
“Uma vez que todos decidiram que ela estava bem, ele [Bill] a trouxe para um banho”, disse Shaver. “Ela estava coberta de lama, sangue e carrapatos. Depois que ela foi seca e alguns carrapatos foram retirados dela, River ganhou uma boa refeição. Bill fez uma cama para ela em nosso quarto ao lado do aquecedor. Ela dormiu lá a noite toda.
River acordou em sua nova casa na manhã seguinte e cautelosamente começou a explorar tudo ao seu redor. Ela correu para fora, no quintal com seus novos irmãos, mas nunca se afastava muito de seus pais, lentamente se acomodando a sua nova vida.
Sua família notou imediatamente que ela parecia estar triste em determinados momentos, o que significa que ela pode ter tido uma família em algum momento de sua vida antes de acabar como uma cachorra em situação de rua.
River e seus irmãos | Foto: Angela Shaver
“Tivemos um acidente em casa na primeira noite”, disse Shaver. “Mas estava perto da porta. Ela tinha que ir, mas não sabia como nos dizer, pobrezinha”.
A nova família de River levou-a ao veterinário para ser examinada, e descobriu que ela tinha vermes, parasitas e feridas no pescoço e no rosto que pareciam ser de algum tipo de briga. O veterinário deu-lhe remédios e limpou todos os seus ferimentos, e River permaneceu calma e doce durante todo o tempo da consulta. Depois do que quer que tenha passado, a cadelinha parecia estar agradecida por finalmente estar segura.
River e seus pais | Foto: Angela Shaver
River está agora se saindo muito bem com sua nova família e já está começando a evoluir. Ainda há algumas coisas que ela não sabe muito bem como fazer, como brincar com brinquedos e brigar com os irmãos, mas ela está levando um dia de cada vez, e sua família adora ver sua confiança crescer pouco a pouco.
“Ela corre no quintal como se perseguisse algo invisível com Winston, senta-se para comer biscoitos com Ginger e se aconchega na cama com Butters”, disse Shaver. “O gato ficou muito insatisfeito com a presença dela nos primeiros dias, mas finalmente ele está se aproximando”.
Quando River entrou naquele carro, ela escolheu sua nova vida, e tanto ela como sua família não poderiam ficar mais felizes com essa decisão.
E assim estão até hoje.
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Um cachorro que foi amarrado para morrer em uma linha de trem no Chile teve a vida salva pelo maquinista do veículo, que efetuou uma frenagem de emergência, impedindo o atropelamento. O ato do homem fez com que ele passasse a ser tratado como herói pela população.
Foto: Reprodução / Instagram
Após parar o trem, o maquinista desceu da cabine para ajudar o animal. “Quem é que é capaz de ser tão mau a ponto de fazer uma coisa destas?”, questionou. “Espero que um dia a raça humana mude”, completou. As informações são do portal Notícias ao Minuto.
O homem, então, caminhou até o cachorro e o soltou. Assustado, o animal saiu correndo e fugiu. O caso de crueldade contra o cão aconteceu na cidade de Llay.Lalay, na região de Valparaiso.
A administração local afirmou que a situação será investigada para que se tente descobrir quem cometeu o ato de abuso contra o animal e que uma queixa por maus-tratos será apresentada.
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Pretinho, como é chamado o cachorro adotado por Alcenir de Aguiar Oliveira, de 50 anos, ficou famoso em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Isso porque Mineiro, como é conhecido o tutor dele, trabalha na Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) há 18 anos e pediu para uma costureira fazer uma roupa de gari, usando um uniforme velho, para o cão, que às vezes acompanha Mineiro no trabalho, chamando atenção por onde passa.
Foto: Reprodução / Comlurb
Oliveira adotou o animal há dois anos, enquanto trabalhava nas Olimpíadas. “Eu conheci o ‘Pretinho’ à serviço da Comlurb durante as Olimpíadas. Quando eu estava em Magalhães Bastos. Estava abandonado em um posto de gasolina e doente, estava com a doença do carrapato, nem comia. Cuidei dele. Agora está aí. Meu amiguinho, que me dá toda a alegria”, contou Mineiro ao jornal O Dia.
“Pelo menos dois dias na semana ele me ajuda e enquanto eu varro ele fica do meu lado. Quem adotar um cachorro na rua faz um bem a si mesmo. Não somos um tutor, é tipo pai e filho. O segredo é tratar com carinho. Eles sempre retribuem o amor”, completou.
Foto: Reprodução / Comlurb
De acordo com o gari, o cachorro faz sucesso em Campo Grande. “Aonde eu passo com ele é sucesso. Todo mundo fica alegre. Para mim ele é o melhor cachorrinho do mundo. Tipo um filho para mim. Ele até parece que entende o que eu falo”, explicou.
Mineiro contou ainda que, apesar de acompanhá-lo no trabalho, o cachorro faz o que tem vontade e muitas vezes fica na sombra enquanto ele trabalha.
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Fazia muito calor em Dubai quando Anand Raman decidiu visitar sua irmã no trabalho dela. Parecia que todos por quem ele passava no caminhos estavam tentando se refrescar – incluindo um cão em situação de rua, jovem e sujo, que procurava uma sombra debaixo de um carro estacionado próximo ao escritório de sua irmã.
“Ele estava debaixo de um carro comendo restos de comida que alguns dos funcionários do escritório haviam deixado para ele”, Raman disse ao The Dodo. “Seu pelo estava todo emaranhado e suas pernas não estavam muito firmes.”
Foto: Anand Raman
Apesar de tudo isso, quando o cachorro viu Raman, ele veio correndo em sua direção como se encontrasse um amigo perdido há muito tempo. Raman não estava planejando salvar uma vida naquele dia, mas bastou um olhar para o filhote feliz e para que ele soubesse que não tinha escolha.
“Ele se aproximou de mim com uma curiosa mas excitada disposição, abanando o rabo todo animado”, disse ele. “Esse comportamento espontâneo dele foi o que inicialmente fez com que eu me apaixonasse por ele”.
“Nós então ficamos lá por um tempo na calçada e ele estava realmente contente em receber carinhos e afagos de mim por um tempo”, disse Raman. “Eu o levei para o carro e ele imediatamente adormeceu no meu ombro”.
Foto: Anand Raman
Com a ajuda de sua irmã e de seu cunhado, Raman conseguiu levar o cachorro dali direto para o veterinário. “Ele estava exausto quando eu o peguei pela primeira vez, e é por isso que ele adormeceu imediatamente no caminho durante a viagem de carro até o hospital”, disse Raman.
Na clínica, Raman descobriu a razão por trás do andar vacilante do cão: ele teve raquitismo em ambas as patas dianteiras devido à desnutrição. Felizmente, a condição é tratável e não terá efeitos duradouros.
Finalmente em casa, Raman deu banho no cachorro e ficou chocado com o que a limpeza pela água e sabão revelou: “Fiquei surpreso ao descobrir que seu pelo era realmente todo branco depois que toda a sujeira e detritos saíram de seu corpo”.
Foto: Anand Raman
Raman batizou o cachorro de Snowy, depois de ver o real tom de seus pelos – e também em homenagem ao cão fiel do desenho em quadrinhos “The Adventures of Tintin” (As Aventuras de Tintin).
Mas ensinar (e provar) ao jovem cão que passou a vida inteira sobrevivendo nas ruas que ele estava finalmente seguro foi mais difícil do que Raman imaginava.
“Conseguir que ele se adaptasse a uma casa não foi fácil no começo”, disse Raman. “Ele não tinha certeza para onde ir e o que explorar, então ele apenas se sentava em um canto”.
“Quando eu o levava para passear, ele ficava constantemente apavorado, com medo de que eu o deixasse de volta nas ruas, então ele puxava a coleira para longe de mim e corria de volta para o estacionamento do nosso complexo de edifícios”, acrescentou Raman. “Isso aconteceu por um tempo até que ele percebeu que não iríamos abandoná-lo de forma nenhuma”.
Dois meses depois, Snowy finalmente entendeu o quanto ele é querido e amado por sua família.
“Ele dorme e espera que a gente chegue em casa do trabalho, que é quando ele nos entrega todo o seu amor e nós retribuímos da mesma forma com ele”, disse Raman. “Ele também se dá incrivelmente bem com qualquer cão que ele encontre e é muito bem comportado com crianças e convidados”.
Snowy manteve uma coisa do seu passado, no entanto. Ele ainda ama abraços de seu pai – mesmo quando ele não está com sono.
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Brutalmente espancado até perder metade do rosto, o pequeno cãozinho, com muita coragem e resiliência, lutou para sobreviver e finalmente conseguiu a vida que merecia.
Tutor monstruoso
O cachorrinho, chamado Skye, só queria brincar. Seu antigo tutor, por outro lado, não tinha paciência para isso.
Skye pediu de novo e de novo por atenção, latindo para seu tutor e convidando-o para brincar. Depois de um tempo, seu dono simplesmente não queria mais aturar isso.
Segundo informações do site Wamiz, ele se levantou de repente, pegou o primeiro objeto pontiagudo que encontrou e começou a espancar violentamente o cachorro com ele.
Um resgate muito aguardado
Felizmente para Skye, as notícias sobre a condição em que ele havia sido deixado logo chegaram até o abrigo local de animais. Um voluntário deste abrigo decidiu ir em seu socorro. Ela foi buscá-lo e levou-o diretamente para ser atendido pelos veterinários.
Os nervos no rosto de Skye estavam tão danificados que ele nem conseguia abrir a boca. De fato, para ser alimentado, Skye teve que ter um tubo enfiado em sua garganta. A terrível surra o deixara apenas com metade do rosto.
Uma nova vida
Depois que Skye foi tratado e começou a se recuperar, voluntários do abrigo publicaram um post nas mídias sociais, esperando que sua personalidade ofuscasse sua aparência e o ajudasse a ser adotado.
Skye foi de fato adotado, mas seus ferimentos continuaram severos. Sua família amorosa decidiu levá-lo à Espanha para ver o único veterinário que poderia fazer algo mais por ele: Dr. Viktor Larkhill.
Depois de várias intervenções, o especialista conseguiu curar completamente o que restava do rosto do cachorro. Skye agora é capaz de comer com sucesso sem sonda gástrica.
E depois de meses de reabilitação, ele agora está vivendo uma vida feliz e serena cercada por sua família humana e canina amorosa. O passado não passa, definitivamente, de passado.
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Nala era apenas um filhote recém-nascido quando foi abandonada sozinha em um beco sujo. Um vizinho ouviu o choro da pequena gata malhada e levou-a para o Serviço Regional de Proteção Animal do Condado de Spokane (SCRAPS) em Spokane, Washington (EUA).
A gatinha nunca tinha conhecido o amor de uma mãe, mas logo, duas mães incomuns se apresentaram para ajudá-la a crescer forte e e confiante.
Encontrada em uma idade ainda tão jovem, Nala teve que ser colocada com uma família em um lar temporário para ter mais chances de sobrevivência. Quando Jamie Myers viu um pedido de ajuda no Facebook, ela aproveitou a chance para pegar a gatinha. Ela estava cuidando (dando lar temporário) a uma gata que havia perdido recentemente alguns de seus bebês e sabia que Nala se encaixaria bem na pequena família.
Nala | Foto: Jamie Myers
“Ela era cerca de uma semana e meia mais nova que o grupo de gatinhos que eu estava cuidando, então eu disse: ‘Essa mamãe gata é maravilhosa, ela aceitou muito bem o bebê, então vamos ver se ela não pode mamar?”, Myers disse ao The Dodo. “Nala começou a mamar imediatamente e mamãe a aceitou instantaneamente. Ela começou a lambê-la, limpando-a e mostrando sua aceitação e amor”.
No momento em que a mamãe gata e seus bebês já estavam prontos para serem adotados, Nala ainda não era grande o suficiente para encontrar uma família adotiva e uma nova casa.
“Ela fez tudo mais tarde do que o resto do grupo”, disse Myers. “Quando todos abriram os olhos, ela ainda estava com os olhos fechados e, quando começaram a andar, ela ainda se agarrava à mãe para mamar”.
Nala e a família de gatos | Foto: Jamie Myers
Nala estava sozinha novamente – mas não por muito tempo. Myers tinha levado para casa, para dar lar temporário a uma cachorra chamada Izzy que havia tido filhotes recentemente. Os peitos de Izzy estavam cheios porque ela estava amamentando sua própria ninhada, mas ela ainda estava determinada a adotar a gatinha solitária.
“A mamãe cachorra continuou tentando pegar Nala, buscá-la e colocá-la com o resto de seus bebês”, disse Myers. “Ela parecia pensar que Nala era um dos seus que bebês estava fora, desaparecido e voltou – ela continuava tentando colocá-lo de volta junto com os outros”.
Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers
Izzy tornou-se cada vez mais insistente no fato de que Nala pertencia realmente a ela, então, eventualmente, Myers decidiu dar uma chance. “A gatinha não podia andar pelo chão sem que Izzy se levantasse para amamentá-la”, disse Myers. “Ela estava tentando nos dizer: ‘Essa pequena criatura pertence à minha família’”.
Para ajudar a mamãe a se acalmar, Myers colocou Nala na cama de Izzy e supervisionou suas interações. Uma mudança notável ocorreu assim que Nala se juntou ao grupo, e Myers sabia que ela tinha feito a coisa certa tanto pelo cachorro quanto pelo gatinho.
Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers
“Assim que colocamos Nala com seus bebês, ela se acalmou e ficou feliz na hora: tudo estava certo em seu mundo novamente”, disse Myers. “E Nala, de repente, tinha todos esses pequenos corpos quentes para se aconchegar e amar, e uma nova mamãe peluda para cuidar dela, e ela tinha acabado de se encaixar com sua segunda família adotiva.”
Nala rapidamente se adaptou muito bem à sua nova rotina com sua família de cães: “Ela entrava e saía do local onde eles estavam instalados sozinha. Então, quando ela terminava de se aconchegar, ela saía e ia comer sua comida de gatinho e brincar um pouco, e então ela voltava direto pra perto da mãe”, disse Myers. “Sempre que ela queria dormir, ela ia pra perto de sua família e ficava lá dormindo com eles”.
Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers
Com o amor e o cuidado de suas três famílias adotivas – cão, gato e humano – Nala cresceu e finalmente estava pronta para adoção.
Mas para Izzy, Nala finalmente saindo da casa era ruim e bom ao mesmo tempo. Felizmente, Myers sabia exatamente o que fazer para acalmar Izzy novamente.
Izzy e os novos gatinhos | Foto: Jamie Myers
Ela concordou em abrigar, dando lar temporário a um par de irmãs gatinhas desesperadamente necessitadas de amor e atenção. E Izzy não poderia estar mais feliz, Myers observou: “Agora Izzy tem mais dois gatinhos que ela está amando e criando”.
Izzy é a prova que o amor de uma mãe não tem limites – não importa a espécie.
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Barnabé é o companheiro de quatro patas da relações públicas e acadêmica de Filosofia Rosy Mamede, de 48 anos. Membro da família, o cachorro ajuda a tutora a superar as dificuldades de enfrentar uma doença degenerativa. Segundo Rosy, Barnabé é o melhor antidepressivo que existe.
Foto: Rosy Mamede/Arquivo Pessoal
“Eu tenho uma doença degenerativa, que é a esclerose múltipla. E o Barnabé me acompanha há 13 anos. Agora ele está usando óculos porque está velhinho, com 13 anos. Só que os acessórios ele usa desde sempre. Eu curto muito cada momento, ele adora passear de carro, curte o vento e vai até à faculdade comigo”, contou Rosy ao G1.
Rosy mora com o filho e com o cachorro em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. “Eu sou divorciada e Barnabé também é o xodó do meu filho. Todos os dias, saio de carro com ele e acho que é por isso que tem muito campo-grandenses vendo ele por aí. Meus amigos também insistiam que queriam ver fotos, saber mais da rotina, por isso fiz o Instagram dele. Agora ele está famoso e eu preciso fazer os stories em inglês e em português. Só que, muito mais do que tudo isso, tenho nele um apoio emocional fundamental na minha vida”, disse.
Os sintomas da esclerose múltipla começaram a surgir em 2004. O diagnóstico, porém, só veio dois anos depois. “Foi difícil, demorou para saber o que eu tinha. No mesmo ano, nasceu o Barnabé e eu o ganhei de presente. Ele veio depois, como um anjinho para me ajudar. Tenho o meu filho, que é o número um na minha vida, depois o Barnabé”, comentou.
Foto: Rosy Mamede/Arquivo Pessoal
O amor que a família sente por Barnabé é tamanho que, há algumas semanas, o cão ganhou uma festa. “A gente tem que ficar inventando coisas para fugir do foco da doença, então teve recentemente até aniversário e inclusive estamos saindo de férias daqui a 10 dias. Ele não gosta de viajar de avião, tive um experiência horrível quando levei ele para São Paulo há algum tempo e ele não gostou. Barnabé só não está comigo quando vou ao tratamento ou preciso ficar internada”, afirmou a tutora.
Fama dentro e fora da internet
Depois que Rosy fez um Instagram para Barnabé, o cachorro ficou famoso. Atualmente, ele é tão conhecido na rede social que a tutora passou a usar expressões próprias para se referir a situações relacionadas ao animal, dentre elas “barnafriends” para falar dos amigos do cão. A escola para onde ele vai é a “barnaschool”. O “barnabday” se refere à comemoração de aniversário de Barnabé que, quando passeia, está “barnabezando”. O “barnaTBT” é usado para relembrar momentos no Instagram e o “barnacare” se refere aos cuidados e mimos que ele recebe.
Foto: Rosy Mamede/Arquivo Pessoal
A fama, porém, não se restringe à internet. Em Campo Grande, Barnabé já foi reconhecido na rua. Uma das pessoas que o reconheceu é a professora de História Karla Winckler, de 32 anos. Ela conta que o encontrou no trânsito, recentemente. “Eu e o meu marido estávamos saindo do shopping quando encontramos com ele na avenida Ernesto Geisel. A tutora estava no carro, passeando com ele todo faceiro. Achei um fofo, a coisa mais linda e eu fiz stories com ele, todo trajado, até pra ele se proteger acho, porque é idosinho”, afirmou Karla.
O cachorro também já foi reconhecido pela jornalista Maria Caroline Palieraqui, de 25 anos. “Foi no domingo de Páscoa, estava indo pra missa. No trajeto, me deparei com ele na janela do motorista: de roupinha, boné e óculos super estiloso, lançando tendência. Minha mãe estava dirigindo e eu tentei pegar o celular para tirar foto e não consegui, só que da segunda vez que o vi deu certo”, comentou.
Segundo Maria, todos prestam atenção em Barnabé. “Naquele dia, lembro que ele virou assunto do nosso almoço de Páscoa. Depois, uma colega postou que vi ele e recentemente eu o vi novamente, só que desta vez eu estava saindo da igreja”, concluiu.
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O juiz do programa de televisão “America’s Got Talent” e mais recentemente vegano, Simon Cowell, quer acabar com o comércio de carne de cachorro. A estrela doou cerca de 30 mil dólares para ajudar a fechar uma fazenda de carne de cachorro sul-coreana.
A doação de Cowell foi para a Humane Society International (HSI) em um esforço para resgatar 200 cães que vivem atualmente em uma fazenda de carne de cachorro sul-coreana.
Comércio de carne de cachorro na Coreia do Sul
“A doação generosa de Simon significa o mundo para nós e dá um enorme impulso ao nosso apelo para fechar esta horrenda fazenda de carnes de cães”, disse a diretora executiva da HSI UK, Claire Bass, em um comunicado.
“Mais de 200 cães estão definhando nas condições mais terríveis, mas temos uma chance real de salvá-los. Esses pobres cães tiveram as piores vidas possíveis até agora, por isso estamos desesperados para tirá-los dessas gaiolas horríveis e mostrar-lhes o que é o amor, camas macias e braços amorosos pela primeira vez em suas vidas”.
A HSI irá realocar os cães resgatados para lares nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na Holanda.
De acordo com a HSI, cerca de 30 milhões de cães são mortos a cada ano por carne na China, Coréia do Sul, Indonésia e Vietnã.
“Mais de 2 milhões de cães em milhares de fazendas [sul-coreanas] são mantidos em gaiolas pequenas, estéreis e imundas, expostos aos elementos e recebem pouca comida e água”, observa HSI. “Muitos sofrem de doenças e desnutrição e todos são submetidos diariamente à extrema negligência. Os métodos usados para matar os cães são brutais – a eletrocussão é mais comum ”.
Simon Cowell se torna vegano
Cowell tem sido um crítico feroz do comércio de carne de cachorro. Em 2017, ele apoiou a campanha #EndDogMeat, e no ano passado ele se juntou a 90 celebridades em uma petição pedindo o fim da indústria de carne de cachorro da Indonésia.
O interesse em reduzir o sofrimento dos animais também pode ser resultado da recente mudança de Cowell para uma dieta vegana. A celebridade revelou recentemente que ele se tornou vegano para resolver alguns problemas de saúde persistentes. A mudança teve um efeito quase imediato; Cowell não só perdeu cerca de 10 kg, mas seus problemas crônicos de saúde melhoraram e ele viu um aumento em seus níveis de energia.
E a estrela disse recentemente ao jornal Sun que a mudança tinha ainda outro benefício: “Se antes eu tirava nota oito em uma escala de beleza de um a dez, agora estou com nota 11!, brinca a celebridade”.
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