Cachorro que foi roubado da casa de tutora a reencontra depois de dois anos

Foto: MKP "Schaslivі tvarini"

Foto: MKP “Schaslivі tvarini”

No início deste mês, voluntários de um abrigo de animais na Ucrânia receberam na entidade um cão enorme em situação de rua, com lindos e tristes olhos azuis, magro ao extremo e assustado, olhando para ele via-se claramente que a vida nas ruas não tinha sido gentil com o cachorro.

Seu corpo desequilibrado-se sobre as patas e a pele sarnenta com tufos de pelos faltando, sugeriam algumas das muitas dificuldades que ele possivelmente havia enfrentado até ali.

A equipe de resgate estava determinada a encontrar para aquele cão sofrido um novo lar feliz – sem perceber, é claro, ele já tinha um. E esse alguém estava sentindo muito a falta dele.

Foto: MKP "Schaslivі tvarini"

Foto: MKP “Schaslivі tvarini”

No dia em que o cachorro foi trazido, sua foto foi tirada e postada on-line para procurar por possíveis adotantes.

Dada sua condição de saúde prejudicada e o tempo que seria necessário para tratar e curar o animal, talvez parecesse improvável que o pobre cão atraísse muito interesse – mas a tristeza em seus olhos chamou a atenção.

Em poucas horas, o post foi compartilhado centenas de vezes por pessoas ao redor do mundo.

Essas ações nas mídias sociais fizeram toda a diferença.

Foto: Galina Lekunova

Foto: Galina Lekunova

Apenas dois dias depois, o abrigo foi contatado por uma mulher cujo cachorro havia sido roubado de seu quintal em 2017. Alguém havia enviado o post do abrigo para ela e a mulher havia ficado impressionada com a semelhança entre o cachorro na foto e o seu amado cão desaparecido.

“Ela estava procurando por seu cachorro há dois anos”, disse Galina Lekunova, que trabalha no abrigo, ao The Dodo. Mas aquele cão tão sofrido e judiado poderia ser realmente ele?

No dia seguinte, um encontro foi organizado para confirmar a suspeita – e logo ficou óbvio que era de fato um reencontro. E um post sincero e emocionado resultou do encontro:

“Lágrimas de alegria pela manhã!” o abrigo escreveu sobre aquele momento, chamando a reunião de “milagre”.

O cachorro, cujo nome é Lord, havia esperado tanto tempo por aquele dia. Ele estava finalmente de volta aonde ele realmente pertencia, sua família, e tudo isso graças a ajuda de estranhos que insistiam em espalhar o post sobre ele online.

“Agradecemos a todos que compartilharam nosso post”, escreveu o abrigo. “Graças a vocês que a vida do cachorro foi salva, e a paz voltou para a alma de sua tutora!”.

E os dois permaneceram juntos, abraçados, com a promessa eterna de nunca mais se separarem. Ambos, emocionados.

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Cachorro reencontra tutora após ficar dois anos desaparecido

Um cachorro reencontrou sua tutora após ficar dois anos desaparecido. Durante todo esse período, a mulher não desistiu de procurar por ele. O caso emocionante aconteceu na Ucrânia.

Foto: Reprodução / The Dodo

O cão, de porte grande, chegou em um abrigo com sarna e ferimentos no corpo. Comovidos com o sofrimento do animal, voluntários do local fotografaram o cão e publicara a foto em rede social, na tentativa de localizar a família dele ou de encontrar um novo lar para ele viver.

Em poucas horas, a publicação alcançou centenas de compartilhamentos, chegando até a tutora do animal que, dois dias depois, ligou para o abrigo. As informações são do portal The Dodo.

A mulher ficou impressionada com a semelhança do cachorro com o animal que era tutelado por ela e decidiu marcar um horário para ir até o abrigo confirmar se aquele era seu cão.

“Ela estava procurando por seu cachorro há dois anos” , disse Galina Lekunova, que trabalha no abrigo.

O cão havia sido levado por um criminoso em 2017. Ele estava no quintal de casa quando foi retirado de sua tutora. Os dois, no entanto, tiveram a sorte de se reencontrar.

Senhor, como é chamado o cão, ficou extremamente feliz ao ver a tutora, que também comemorou o reencontro. O cachorro pulou na mulher e lambeu seu rosto, enquanto abanava o rabo. Ele nunca esqueceu dela.

Veja o vídeo do momento do reencontro:


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Tutor faz tatuagem de cachorro após animal morrer em acidente trágico

Um homem decidiu homenagear seu cachorro após o animal morrer em um acidente trágico. O caso foi divulgado na internet por Alice Dawe, que trabalha levando cães para passear e que era a responsável pelos passeios do cão que morreu. O caso aconteceu na Inglaterra.

Facebook/ Alice Dawe

Dawe decidiu divulgar o caso porque ficou comovida com a atitude do tutor do animal. Ela não contou qual foi o acidente que tirou a vida do cão, mas disse que ele morreu de forma trágica.

A inglesa falou sobre a história em um grupo do Facebook e publicou uma foto do cachorro e outra da tatuagem que o tutor fez para homenageá-lo. As informações são do portal O Documento.

A fotografia do animal que deu origem à tatuagem foi tirada por Dawe. “Me sinto muito honrada por ele ter escolhido a foto que tirei”, escreveu.

Dawe disse ainda que o cachorro era um dos favoritos entre os quais ela levava para passear e que a coleira que ele usava permanece em sua bolsa desde que ele morreu, há dois anos.

“Você ainda passeia com seus amigos”, disse Dawe, querendo dizer que o cão que morreu continua fazendo os passeios porque no momento em que eles ocorrem, a inglesa leva a bolsa dela, com a coleira do animal dentro.


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Cachorro fica com cabeça presa em buraco de muro e é resgatado em SC

Um cachorro prendeu a cabeça em um buraco de um muro em Brusque, no estado de Santa Catarina, e foi resgatado. O acidente aconteceu no último sábado (15), no bairro Cedro Alto.

Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação

O cão prendeu a cabeça em um buraco onde fica a saída de água de uma residência. O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou o resgate.

A corporação contou que foi acionada pelo tutor do animal. Ao chegar no local, os militares encontraram o cachorro com a cabeça para o lado de fora da casa. As informações são do G1.

Para que o animal fosse salvo, os bombeiros tiveram que quebrar o muro, aumentando assim o buraco onde o cão estava preso e permitindo que ele fosse retirado.

Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação

O Corpo de Bombeiros levou aproximadamente vinte minutos para salvar o cachorro, que ficou quieto boa parte do tempo.

Apesar do acidente, o animal não sofreu ferimentos graves. Ele apresentou apenas arranhões no pescoço causados pelo esforço que fez para tentar sair do buraco.

Após ser resgatado, o cachorro foi entregue ao tutor, que lhe ofereceu cuidados e depois o soltou no quintal. O animal passa bem.

Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação


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Mais de 60 cachorros são resgatados de matadouro dias antes do início do Festival de Yulin

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Mais de 60 cães que aguardavam a morte trancafiados em gaiolas superlotadas e sujas foram resgatados de um matadouro em Yulin, na China, dias antes da cidade receber seu festival anual de carne de cachorro.

Os 62 cães, alguns ainda usando coleiras, estavam aterrorizados, exaustos e desnutridos quando foram encontrados em um matadouro escondido por ativistas chineses em 12 de junho, segundo relatos.

Eles foram levados imediatamente para um abrigo temporário para receber atendimento de emergência, comida e água, disseram que os ativistas estão no processo de organizar os animais para serem enviados para os centros de resgate em todo o país.

Todos os anos, milhares de cães são cruelmente mortos, esfolados e cozidos com maçaricos antes de serem comidos pelos moradores de Yulin durante o festival realizado no solstício de verão.

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Imagens comoventes e fortes, divulgadas pela organização Humane Society International (HSI), mostram dezenas de cachorros indefesos sendo mantidos em uma pequena sala vazia. Muitos deles espremidos em gaiolas enferrujadas.

Wei, um dos ativistas chineses, disse à HSI: “Estava quente demais dentro do matadouro quando chegamos lá, os cães estavam exaustos e ofegantes, alguns se apertando contra a parede em um esforço para não serem notados”.

“Outros nos perseguiram se enrolando em nossas pernas, ansiosos por atenção”.

Esses animais provavelmente vieram em um dos últimos caminhões de cães que entraram em Yulin antes do festival porque o governo local provavelmente impediria a entrada de mais caminhões na cidade, acrescentou Wei.

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

O ativista continuou: “Queremos que o mundo veja os horrores que é o comércio de carne de cachorro da China, entre os quais Yulin é o típico exemplo, e também para que os amantes de cachorros, de todos os lugares do mundo, ergam suas vozes contra esta terrível crueldade”.

“Por favor, não desperdice sua saliva dizendo que comer carne de cachorro faz parte da cultura chinesa. Não é nossa cultura roubar os animais domésticos das pessoas. Não é nossa cultura comer cachorros”.

Embora o festival de carne de cachorro de Yulin tenha deixado o mundo em estado de choque, a maioria das pessoas na China não come de fato cães.

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Os animais são tipicamente consumidos por uma minoria de residentes no norte da China, perto da península coreana e da Mongólia, bem como no sul da China, perto do Vietnã.

Segundo o Dr. Peter Li, especialista em políticas da HSI na China, Yulin se torna um “lugar muito tenso” agora, com os comerciantes de cães e matadouros em alerta máximo à medida que o festival se aproxima.

“Por isso, foi difícil para esses ativistas chineses conquistarem a confiança dessa instalação para liberar os cães”, disse Li.

Ele acrescentou: “Pedimos ao governo chinês que mostre que não tolerará as gangues de ladrões de cães que perpetuam esse comércio e que acabam indo parar no comércio brutal de carne de cachorro e gato”.

A HSI está atualmente ajudando os cães resgatados a serem transportados para um abrigo de longo prazo no norte da China. A organização disse que também procuraria famílias adequadas no exterior, para adotar os animais.

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

O Yulin Dog Meat Festival, realizado no solstício de verão, é um festival de comida altamente controverso na província de Guangxi, no sul da China.

Todos os anos, milhares de cães são cruelmente mortos, esfolados e cozidos com maçaricos antes de serem comidos pelos habitantes locais.

O popular restaurante de carne de cachorro Yulin No. 1 Crispy Dog Meat preparou 12 mesas ao longo da calçada do lado de fora com mais 20 mesas próximas para as festas do ano passado, informaram fontes locais na época.

Estima-se que 10 milhões de cães são mortos por sua carne na China anualmente. Pessoas de outros países asiáticos, como Vietnã e Coréia do Sul, também têm a tradição de comer cachorros.

No ano passado, a Humane Society International, organização de bem-estar animal, resgatou 136 cães de três abatedouros subterrâneos perto de Yulin, antes do início do festival que dura de três dias

A ONG afirma que os trabalhadores dos frigoríficos e matadouros matam cerca de 50 cães todos os dias para consumo humano.

Mas a organização explicou que a influência e o tamanho do festival foram reduzidos nos últimos anos graças ao protesto do público.

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Foto: HSI (Humane Society Internacional)

Embora a China tenha leis para salvaguardar a fauna silvestre e terrestre, atualmente faltam leis para proteger o bem-estar animal ou para evitar a crueldade contra os animais.

Em setembro de 2009, ativistas dos direitos animais e especialistas jurídicos começaram a circular um projeto de lei sobre a proteção de animais e em 2010, outro projeto de lei sobre a prevenção de crueldade com animais para consideração do Conselho de Estado, de acordo com a Human Rights in China – organização governamental com sede em Nova York.

O esboço propõe uma multa de até 6.000 yuans (cerca de 900 dólares) e duas semanas de detenção para os culpados de crueldade contra animais, segundo o jornal China Daily. No entanto, até hoje, nenhum progresso foi feito.

Embora a primeira legislação do país que protege o bem-estar animal ainda tenha que ser adotada, os casos crescentes de abandono de animais e séria crueldade contra animais como a morte de cães e a queima de gatos levaram a um sério ressentimento espalhado pela sociedade.

Cão é atropelado, fica preso no para-choque do veículo e sai ileso de acidente

Um cachorro foi atropelado por um carro e saiu ileso do acidente, que aconteceu na manhã deste sábado (15), na BR-101 Rodovia Rio-Santos, em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro.

Foto: Tobias Pencinato/Arquivo Pessoal

O motorista do veículo não conseguiu desviar do animal, que ficou preso na estrutura do para-choque.

Segundo ele, o cachorro apareceu atrás de um ônibus e acabou sendo atingido. Depois de andar por aproximadamente 20 metros, o condutor do veículo — que é instrutor de autoescola — encontrou o cachorro preso ao carro.

Depois do susto, o animalzinho foi solto e seguiu pela estrada, sem ferimentos.

Foto: Tobias Pencinato/Arquivo Pessoal

Fonte: G1

Nota da Redação: a ANDA orienta aos leitores que, em caso de atropelamento de um animal, parem para verificar o estado de saúde ele e prestem socorro, encaminhando-o a uma clínica veterinária e, posteriormente, adotando-o ou oferecendo lar temporário para ele até que ele encontre um novo lar. 


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Conheça o cachorro que só come após o tutor dele cantar uma música

É hora da refeição. Mikenelson, um golden retriever de seis anos, recusa-se a jantar. Seu meio irmão, Diamante, e uma das irmãs felinas comem. Ele olha a comida, bebe água e deita no chão. Mesmo com a sua tutora falando para ele comer a ração, ele espera por algo. É só depois que seu tutor começa a bater palmas e se aproximar que ele levanta. Mikenelson tem um hábito peculiar: ele só come a ração quando Luiz canta uma música.

Mike foi adotado por Carla quando tinha 2 anos (Foto: Carla Altman)

Carla Altman, moradora de Toledo, no Paraná, tutora de Mike, contou essa história em um grupo do Facebook na última semana. A história viralizou, tendo mais de 7 mil compartilhamentos. “Juro para vocês! Se não cantar, ele não come”, dizia na postagem. Nos comentários, os usuários comentavam como era engraçado o ritual do golden e pediam um vídeo mostrando. Foi aí que Carla gravou a cena que viralizou.

Mikenelson — nome usado apenas em ocasiões em que Carla está irritada com ele — sempre foi muito enjoado para comer. Biscoitos e patês eram misturados à comida para que ele se alimentasse. Após começar o relacionamento com Luiz Felipe Turmina, que é adestrador de cães, ele sugeriu tentarem uma alternativa mais saudável, para que o golden não ficasse tão “mimado”.

Em entrevista para GaúchaZH, Carla contou que eles começaram a mexer no pote, bater palmas, fazer “festa” durante as refeições. Perceberam que deu resultado e continuaram a experiência. Um dia, Luiz começou a brincar e a cantar para Mike. E acabou dando mais certo do que ele imaginava.

— Com a repetição, ele começou a se acostumar. Entendeu aquela dinâmica. Eu, o pote e a musiquinha significava que era hora de comer — explica Luiz, acrescentando que a música nunca é a mesma.

E quando o tutor não canta, ele sente que um dos elementos de sua rotina está faltando, e aí não come. Carla até pode tentar cantar, e se ele estiver com muita fome, pode se alimentar, mas não é o que ele quer.

Adoção

O cachorro foi doado por um conhecido a um ex-namorado de Carla, que a presenteou com o animal. Apesar de sempre querer um golden retriever, ela ficou um pouco insegura no começo. Grande, de porte adulto, Mike já tinha as manias dele.

— Ele era outro cachorro quando eu o peguei. Muito assustado, fazia xixi com qualquer movimento que eu fazia — diz Carla.

Conversando com o homem que doou o golden, Carla descobriu que ele nasceu em uma fazenda que explorava os animais para vendê-los. Como Mike não tinha os traços bem definidos da raça, acabou ficando para trás. Quando cresceu, o tutor tentou se desfazer dele de todas as maneiras, até chegar em Carla.

— Ele é um cachorro traumatizado por causa dessa experiência. Tem muitas cicatrizes no rabo, tem medo de trovões e muito, muito medo de homens. Não sei bem o que aconteceu — conta a tutora.

Mas o carinho da Carla foi essencial para o cachorro, que logo começou a melhorar e se tornou um animal extremamente dócil. A convivência também era essencial para a tutora:

— Ele foi um dos remédios para não entrar em depressão e não ter crises de pânico.

Depois de um tempo solteira, ela conheceu o Luiz no Instagram. Ele curtiu umas fotos do Mike para chamar a atenção dela. Começaram a se falar, saíram e estão juntos desde então.

— Normalmente, quando as pessoas começam a morar juntas, a gente diz que elas juntam as escovas. Nós juntamos os cachorros — brinca Luiz.

Além de Mikenelson, Luiz Felipe trouxe um cachorro chamado Diamante, e, juntos, eles adotaram três gatos (Coiso, Brigitte, Jaguara), um spitz alemão chamado Noah e a pitbull Flor.

Aos poucos, Luiz foi conquistando Mike e usando seus dotes como adestrador para ajudá-lo a perder um pouco o medo de homens.

— Somos uma família feliz, todos os bichinhos têm vida de rei aqui — afirma Carla.

Veja o vídeo:

Fonte: GauchaZH


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Cão recebe alta médica após ser castrado com canivete e sem anestesia

Um cachorro que foi castrado com um canivete e sem anestesia, após escapar de casa, recebeu alta médica. Ele estava internado desde o dia 6 de junho, quando foi alvo de maus-tratos. O casal suspeito de maltratar o animal foi multado em R$ 6 mil. O caso aconteceu em Araraquara (SP).

Foto: Arquivo pessoal

Spike, como é chamado o cachorro, está se recuperando do ferimento que sofreu e já está comendo. No entanto, segundo Anderson José Alves, filho da tutora de Spike, o cão está traumatizado. “Ele fica assustado com presença masculina, ele fica tremendo”, disse ao G1.

Devido à agressão que sofreu, o cachorro teve que ser submetido a uma cirurgia de reconstrução da área afetada. “Ficou mais de R$ 1 mil o tratamento”, afirmou Alves. Segundo ele, a conta da clínica veterinária foi paga com a ajuda de doações.

Maus-tratos

A agressão cometida contra Skipe foi denunciada à polícia. Conforme informações do Boletim de Ocorrência, o cão foi castrado sem anestesia na noite de quinta-feira (6), após escapar e ir parar na casa do vizinho. O ato cruel teria sido cometido devido ao cio da cadela tutelada pelo casal que mora na casa ao lado da residência onde vive Spike.

Segundo a denúncia, o casal teria permitido que o cachorro fosse até o fundo da casa e, em seguida, teria o amarrado e retirado seus testículos sem uso de anestésico para dor.

Foto: ACidadeON/Araraquara

Anderson José Alves contou que recebeu uma ligação de sua mãe por meio da qual ela teria informado que a vizinha havia avisado por telefone que o marido dela tinha castrado Spike. Ao chegar na casa da mãe, Alves afirma ter encontrado o cachorro na rua, com um ferimento aberto.

Punição       

O casal, que confessou à polícia ter castrado o cachorro com um canivete, mas negou ter feito o procedimento sem anestesia, foi multado pela Polícia Ambiental em R$ 6 mil.

Os dois alegaram ter feito uso de uma espécie de anestésico para o cachorro dormir e negaram ter amarrado o animal. Segundo eles, ao final da castração, foi passado um remédio no corte para, em seguida, o cachorro ser solto.

Foto: Arquivo pessoal

Pela lei, maltratar animais pode resultar em pena de detenção de três meses a um ano, além de multa. Caso o animal morra, a pena pode ser aumentada de um sexto a um terço.

Um projeto que aumenta a pena para maus-tratos para até quatro anos foi aprovado no Senado em dezembro de 2018. Em caso de morte do animal, a pena pode ser aumentada em até um terço – mais de um ano. O texto está em tramitação na Câmara dos Deputados.


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Cachorro encontra sua tutora que não via há três anos e transborda de emoção

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

As imagens do vídeo abaixo mostram o momento comovente que um cão que não via sua tutora há três anos se reencontra com ela, pulando de alegria e enchendo-a de beijos.

Inu Stark se jogou cheio de felicidade sobre sua tutora, Mariana Weiss, quando ela voltou para casa depois de estudar por um período no exterior, na Alemanha.

No adorável vídeo, o rabo de Inu pode ser visto abanando freneticamente enquanto ele pula emocionado na direção da garota de 24 anos, até mesmo a derrubando em um momento, antes de rolar de costas implorando por uma deliciosa massagem na barriga.

Mariana, que é analista financeira de Curitiba, abraça e afaga o cão sem raça definida de quatro anos e chora de alegria junto com ele. Fica claro que ambos aguardaram ansiosamente por este momento.

Ela disse: “Eu esperava que ele estivesse excitado, como ele é sempre aliás, mas não tanto assim”.

“Ele definitivamente me surpreendeu. Não seu se pode ser visto no vídeo, mas eu estava chorando o tempo todo”.

“Esses animais têm um amor tão puro e desinteressado por nós que eu não poderia ter pedido um cachorro melhor, eu o amo muito.”

Mariana ligava via Facetime para sua mãe e Inu diariamente enquanto estudava Negócios Internacionais e Economia na universidade da Alemanha – e quando ela falava ao telefone com os dois, as orelhas do cachorro se levantavam e ouviam atentamente a tudo.

Seu irmão Vinicius Weiss decidiu filmar o momento especial em dezembro, antecipando que Inu ficaria animado e emocionado em se reunir com ela.

Mariana disse: “Inu sempre foi super ativo e brincalhão, meu irmão pensou – e ele estava certo que Inu ficaria louco quando me visse”.

“Meu irmão decidiu então gravar o encontro, no momento em que chegamos à garagem já podíamos ouvir Inu chorando no pátio. Eu sinceramente amo esse cachorro mais do que eu pensava ser possível”.

“Enquanto eu estava na Alemanha, eu fazia chamadas de vídeo para minha mãe todos os dias e pedia para falar com ele. Ele sempre levantava as orelhas e prestava atenção, ele reconhecia minha voz”.

“Minha mãe também me disse que ele se recusava a entrar no meu quarto a todo custo enquanto eu estivesse fora. Ele nem mesmo passava pela porta”.

“Mas no dia em que voltei, ele pulou direto para a minha cama e dormiu a tarde toda lá”.

Mariana conta que o vídeo sempre traz um sorriso, e até lágrimas de felicidade, às pessoas que o assistem.

Ela acrescentou: “Não dá pra ver no vídeo, mas meus pais estavam chorando naquele momento. Todo mundo que assiste as imagens instantaneamente começa a sorrir e a dizer como Inu estava feliz!”.

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Cão traumatizado come só metade da comida colocada em sua tigela

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Quem vê Otávio hoje, sorrindo e abanando o rabo como o cachorro feliz que ele é, é difícil imaginar o sofrimento e a dor que ele passou em sua vida.

Mas a sombra negra que marcou seu passado comovente ainda perdura em sua vida.

No início do ano passado, Joice Lamas e seu marido adotaram Otávio de um grupo de resgate que o salvou de uma casa onde ele e muitos outros cães estavam sendo negligenciados e abusados. Embora agora o cãozinho estivesse em segurança e as feridas em seu corpo tinham se curado, Otávio estava, no entanto, temeroso do contato humano a princípio.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Lamas soube imediatamente que ela queria ajudar Otávio.

“Desde o primeiro momento em que o vimos, nunca mais nos separamos”, disse Lamas ao The Dodo.

Nos meses que se passaram desde que Otávio foi morar na casa dela, Lamas o viu desabrochar. O tímido filhote que estremecia quando alguém o acariciava agora amava se aconchegar à sua tutora. No entanto, as cicatrizes invisíveis de seu trauma anterior são vistas de outras maneiras – particularmente em como Otávio come.

Não importa quanta comida Lamas ponha na tigela de Otávio, ele sempre deixa a metade de tudo que é colocado para ele.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Por que, exatamente, o cão tem esse comportamento não está claro, mas Lamas suspeita que isso esteja relacionado aos anos que ele passou fome quando era negligenciado.

Naquela época as refeições de Otávio podem ter sido tão pequenas e raras, que ele aprendeu a racionar o que lhe foi dado – ou, talvez, separar alguns para os outros cães famintos ao seu redor.

“É triste”, disse Lamas. “Eu sempre digo a ele: ‘Tudo bem se você comer tudo, pode comer'”.

“Espero que, com o tempo, Otávio consiga entender que o passado é verdadeiramente apenas passado”.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Sua nova família está comprometida em ajudá-lo a cada passo do caminho. “Eu não vou deixar que nada nunca mais falte a ele na vida – nem comida, nem amor”, disse Lamas.

“Nós tentamos fazê-lo tão feliz quanto possível”.

E, no geral, essa estratégia está claramente funcionando.

Cuidar de um cão salvo de uma situação de abuso pode ser um desafio, admite Lamas. Mas vê-los transformar faz tudo valer a pena.

“Eles precisam de paciência e muito amor, porque podem demorar mais para se adaptar”, disse Lamas. “Mas é notável como o amor muda os animais. Um animal resgatado é muito mais doce, mais grato e carinhoso do que os outros. Eles são simplesmente incríveis!”

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