Tutora procura por cão levado por criminosos em São Bernardo do Campo (SP)

Criminosos entraram em uma residência em São Bernardo do Campo (SP) e levaram o cachorro que vivia no local A tutora está desesperada e afirma que foi levado o bem maior dela. A família está sofrendo muito sem o animal, que atende por Thor. Informações sobre o paradeiro dele podem ser repassadas através do telefone 11 940074349. Falar com Sergio e Eliana.

Jogador troca carreira no futebol para viajar com sua cadela adotada

Um ex-jogador de futebol americano, Joe Hawley, vive com menos para experimentar mais. Este desportista de espírito livre viaja por diversos lugares com seu carro e com sua melhor amiga, uma cadela adotada. Eles estão explorando diferentes regiões, conhecendo novas pessoas e aproveitando cada segundo da vida.

Foto: Reprodução / Pet World Global

Hawley saiu de seu apartamento em Tampa, nos Estados Unidos, e doou a maior parte de seus pertences para a caridade da sua cidade. Ele também vendeu seu carro para comprar uma van e viajar.

Logo depois ele adotou uma mestiça de boxer de 2 anos de um abrigo e apropriadamente nomeou-o “Freedom”, que significa Liberdade. Ele deixou a área de Tampa Bay em 5 de abril de 2018 e agora dirige por todo o país e vive na sua van.

Joe Hawley se considera muito abençoado por ter vivido o sonho de uma criança de jogar na NFL. Hawley diz que é fácil se apaixonar pela competição, pela fisicalidade e pela fraternidade no futebol, mas o jogo pelo qual ele se apaixonou começou a se tornar um negócio que lentamente prejudicou seu corpo e espírito.

Mas a rotina da sua carreira como jogador o cansou. “Eu senti que queria apenas experimentar a vida, ser livre, e com um melhor amigo.” Jogar futebol por 16 anos tornou-se sua identidade, mas ele sabia que queria ser mais do que apenas um jogador de futebol.

Fonte: Pet World Global

Ladrões atiram em boca de cachorro que latiu para defender tutores

Dois homens invadiram uma casa e deram um tiro na boca do cachorro que latiu para defender a residência. O fato ocorreu, na quinta-feira (18), no Bairro Francisca Garcete, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá (MT).

De acordo com ao boletim de ocorrência da Polícia Militar, ao ouvir o disparo, a dona da casa saiu para ver o que estava acontecendo e acabou sendo rendida pelos assaltantes.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Os suspeitos levaram o carro da vítima. Entretanto, não foram muito longe, pois, o veículo tem rastreador e a empresa prestadora do serviço conseguiu localizá-lo.

A polícia foi até o local onde o carro estava escondido. Ao chegarem, perceberam a presença de um indivíduo em atitude suspeita.

“Estranhamos a presença do suspeito porque a via não tem saída e em uma região sem movimento”, afirmou a tenente da PM, Bruna Porto.

O suspeito estava com uma chave de fenda que seria usada para retirar o aparelho de som do veículo. Ele tentou disfarçar a ação, dizendo à polícia que estava no local para fazer uso de entorpecentes. No entanto, não havia nenhuma substância ilícita com ele.

Os policiais também viram que outro carro estava parado próximo ao local, mas ao perceber a presença dos militares, os ocupantes fugiram.

O detido foi conduzido para a delegacia e confessou que tinha a intenção de roubar o som do carro. Porém, se negou a entregar os nomes dos demais suspeitos que estavam no outro veículo.

O carro roubado foi recuperado e encaminhado para a delegacia, onde os proprietários puderam fazer o reconhecimento.

A situação do cachorro baleado não foi informada.

Fonte: G1

Moradores tentam manter casinhas de cachorro em rua de Porto Alegre (PR)

FIlha e Véia são cadelinhas famosas que se abrigam nas casinhas — Foto: Reprodução/RBS TV

Há alguns dias, uma situação divide moradores do bairro Jardim do Salso, na Zona Leste de Porto Alegre. Casinhas de cachorro foram colocadas na calçada para que cães abandonados, chamados de comunitários, porque são cuidados por quem mora na região, tivessem abrigo. Mas a atitude não agradou a todos. Uma reclamação foi feita na prefeitura, que ordenou a retirada das casinhas.

Em nota, a prefeitura informa que é possível recorrer dessa decisão em até 15 dias – prazo que se encerra na próxima semana (leia a nota completa abaixo). As casinhas, que foram inauguradas em outubro do ano passado, seguem no local.

“Foi um sucesso, todo mundo olhava, admirava. O pessoal ajudou, todo mundo colaborou, e compramos outra”, lembra a assistente administrativa Rosana Pereira de Oliveira, que lidera os pedidos pela permanência das casinhas.

“Nós temos muitos cães abandonados. A gente gosta dos animais e tratava pé quebrado, recolhia, atendia, colocando para dentro de casa”, acrescenta.

Atualmente, existem três casinhas em uma rua do bairro. Segundo os moradores, todo dia tem quem limpe, coloque água fresquinha e comida para os cães.

“A gente levanta às 5h30 da manhã para limpar, dar alimentação. Eles comem, alguns vêm do final da rua, se alimentam e vão embora. E a gente limpa, junta tudo e sai correndo para trabalhar. A gente gosta de animais, não gosta de ver eles na chuva, e é uma união de muitas pessoas, da comunidade toda, da rua, do prédio. Muita gente ajudando”, destaca a assistente administrativa Ana Beatriz Lemos Marques.

A Filha e a Véia são duas cadelinhas famosas na rua. Elas se abrigam nas casinhas, e também foram castradas e vacinadas pelos moradores que participam dos cuidados.

“Na realidade, quem escolhe o tutor é o cachorro, então eles nos escolheram, não só a mim e a Rosana, eles escolherem toda a comunidade. A gente ajuda com o que a gente consegue, com remédios, com amor, com casinhas”, diz o comerciário Daniel de Vargas.

Ordem de despejo

Tudo ia bem até que algumas reclamações começaram a surgir. A prefeitura foi avisada e emitiu uma ordem de despejo, endereçada ao condomínio onde na frente foram instaladas as casinhas, com base em uma lei municipal que diz que não se pode impedir a passagem de pedestres ou carros.

Já em nível estadual, uma lei aprovada neste ano permite que os moradores coloquem casinhas comunitárias na rua, desde que elas não atrapalhem os pedestres nem os motoristas.

“Não atrapalha absolutamente nada. O que atrapalha é a falta de amor que essas pessoas não têm para os animais e em ajudar”, diz Rosana.

“Eu acho que, sinceramente, faltou muito bom senso do fiscal, porque a gente tem poste no meio da calçada, a gente tem vegetação, a gente tem canteiros, isso não está atrapalhando a calçada?”, indaga Daniel.

Secretário visita rua

A polêmica cresceu e chegou ao secretário de Infraestrutura e Mobiliário de Porto Alegre, que foi ao local recentemente.

“O secretário, que estava de férias, veio aqui, se prontificou a olhar e estudar dentro da prefeitura, e nos indicou que nós entrássemos com um processo, que nós seguíssemos para que ele, dentro da prefeitura, pudesse analisar e tomar uma devida providência. Mas, até agora, não foi nos dito nada, não é nada oficial”, acrescenta Rosana.

Além da defesa dos moradores no recurso, a prefeitura também vai receber um abaixo-assinado online, que já reúne quase 30 mil pessoas.

Nota da prefeitura

A Prefeitura de Porto Alegre considera louvável que as pessoas cuidem dos animais, mas não pode abrir precedente e permitir que os abrigos fiquem na calçada, lugar destinado ao passeio público.

Por isso, o condomínio Edifício Tulipa foi notificado pela prefeitura por infringir o artigo 18, inciso IX da Lei 12/75, alterada em 2011. O artigo veda “embaraçar ou impedir, por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres ou veículos nos logradouros públicos”.

A Lei é a mesma e vale para toda a população. A cidade de Porto Alegre tem 1,5 milhão de habitantes e possui regras para garantir a boa convivência entre todos.

O poder público tem entre suas prerrogativas o zelo pelo interesse coletivo, mesmo que, eventualmente, contrarie vontades e interesses individuais, por mais bem intencionados que sejam.

Os moradores têm 15 dias para recorrer. Eles podem adotar os animais ou instalar as casinhas dentro da área privada do prédio.

Cachorro da cantora Anitta é ameaçado de morte por internautas

Um dos cães tutelados pela cantora Anitta foi ameaçado de morte por internautas nas redes sociais. As mensagens escritas por duas pessoas viralizaram e causaram revolta na internet.

Reprodução / Metropolitana FM

“Desse cachorro eu não tenho pena, espancaria até morrer. Imagina que satisfatório ver ele aos berros e correndo enquanto eu corro atrás dele batendo cada vez mais forte”, escreveu um. “Sim, correndo com um cabo de vassoura atrás dele e da dona”, respondeu outro. As informações são da Metropolitana FM.

Os dois se referiam à Plínio, da raça whippet. Os comentários cruéis feitos por eles geraram reações de indignação entre muitos seguidores da cantora.

Reprodução / Metropolitana FM

Uma das pessoas que se manifestou sobre o caso foi a ativista pelos direitos animais Luisa Mell. “Muita gente me marcou neste post. Confesso que achei que era fake news. Mas não era. Eu não consigo entender, acreditar, nem aceitar tanta maldade, tanta covardia, tanta crueldade! Desculpa Plínio, por esta humanidade doente! Anitta, sem palavras amiga. Vamos dar um recadinho para estas pessoas? Acho que deveriam ser processadas por incitação ao ódio, a crueldade!”, escreveu ela.

Após milhares de denúncias, os comentários com discurso de ódio contra o cão foram excluídos.

Cão é internado em estado grave após ser enterrado vivo no interior de SP

Um cachorro da raça dálmata foi internado em estado grave após ser enterrado vivo no Bandeira Branca, na cidade de Jacareí, no interior de São Paulo. Dois homens foram detidos na quarta-feira (18) após serem apontados por uma testemunha como responsáveis por enterrar o cão. Eles confessaram o crime e vão responder por maus-tratos a animais.

Foto: Arquivo Pessoal

Um morador da região presenciou o momento em que os homens enterravam o cachorro, na terça-feira (16). Ao perceber que o cão estava vivo, ele o desenterrou e levou para uma clínica veterinária. As informações são do G1.

Após receber uma denúncia anônima sobre o caso, a polícia conseguiu, com a ajuda de testemunhas, identificar os responsáveis pelo crime, que foram levados para a delegacia para prestar depoimento.

Um dos homens que enterrou o cão é tutor dele. Em entrevista à TV Vanguarda, ele afirmou que o animal é idoso, estava doente e que decidiu enterrá-lo para “amenizar a dor que o animal sentia” e que, para isso, pediu a ajuda de um amigo. Os dois alegam que não sabiam como agir diante da situação do cachorro e que se arrependeram de terem o enterrado vivo.

Foto: Arquivo Pessoal

Billy, como é chamado o cachorro, tem 12 anos de idade. Ele recebeu o primeiro atendimento em uma clínica veterinária de Jacareí. A veterinária que o socorreu, que preferiu não ser identificada, afirmou que ele tinha ferimentos e cortes nas orelhas e no pescoço e que chegou à clínica inconsciente, em estado crítico. Depois de receber os primeiros cuidados, ele foi transferido para outra clínica.

O caso é investigado pela Polícia Civil. Os agressores foram ouvidos e liberados em seguida, já que se trata de um crime considerado como de menor potencial ofensivo pelo ordenamento jurídico. Eles responderão por maus-tratos a animais em liberdade.

Morre cachorro enterrado vivo pelo tutor em Jacareí (SP)

Billy, o dálmata agredido e enterrado vivo por dois homens, sendo um deles o tutor, morreu nesta sexta-feira (19). Com 12 anos, o cachorro foi resgatado na quarta-feira (17). O caso aconteceu em Jacareí (SP). Os agressores foram detidos e vão responder por maus-tratos a animais em liberdade.

Foto: Arquivo Pessoal

A clínica veterinária na qual o cão estava internado informou ao G1 que Billy teve um agravamento do quadro neurológico na noite de quinta-feira (18). Eles tinha ferimentos principalmente nas orelhas e no pescoço. A causa exata da morte ainda não foi identificada.

A família da antiga tutor de Billy pede justiça. O cachorro morava com um casal e ficou com o agressor quando eles se separaram, devido a um pedido do próprio homem, que demonstrou interesse em tutelar o animal.

Foto: Arquivo Pessoal

“Quero que ele pague pelo o que ele fez, não tem cabimento”, disse a mulher. Ela foi a responsável por denunciar o caso à polícia. Após o crime, ela também socorreu outra cadela que estava vivendo com o ex-companheiro.

Os dois agressores confessaram o crime e alegaram arrependimento. O tutor afirmou que Billy era idoso e tinha problemas de saúde e, por isso, ele decidiu enterrá-lo.

De acordo com a Polícia Civil, a pena inicial prevista para o caso é de três meses a um ano. A punição, porém, pode ser agravada, com ampliação da pena, devido à morte do animal.

Cão corre e abana o rabo ao ser adotado após viver 9 anos em abrigo

Um cachorro que viveu nove anos em um abrigo, à espera de um lar, não conteve a felicidade ao ser adotado. A alegria do animal foi registrada em um vídeo, que foi divulgado na internet e já teve mais de 31 mil visualizações.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Nas imagens, o cachorro late, corre de um lado para o outro e abana o rabo sem parar. Feliz, ele parece comemorar o fato de ter encontrado um lar para viver. As informações são do Portal Amigo Cão.

Depois de longos nove anos vivendo em uma baia de abrigo, sem ter o carinho de uma família, ele teve a chance de recomeçar a vida ao lado de seus novos tutores.

No Brasil, casos semelhantes acontecem. Muitos animais passam a vida inteira vivendo em abrigos, sem conseguir encontrar um lar. Alguns deles, morrem à espera de um tutor.

A realidade, no entanto, é ainda pior nas ruas. Com o abandono crescente no país, muitos animais passam fome, sede, vivem expostos às condições climáticas, sofrem maus-tratos e desenvolvem doenças ao viverem em situação de abandono.

Para solucionar o problema, as únicas soluções são a castração e a escolha por adotar ao invés de comprar um animal. Dessa forma, o número de animais abandonados ou abrigados por ONGs e canis municipais tende a diminuir.

Confira o vídeo do cachorro feliz ao ser adotado: