Cão e porco que vivem juntos em sítio se tornam amigos inseparáveis

Um porco e um cachorro que vivem em um sítio na cidade de Cândido Rodrigues, no interior de São Paulo, tornaram-se amigos inseparáveis. Pig e Lobo, considerados filhos pela tutora, a agricultora Elvira Aparecida Franciosi, tomam banho com sabonete hidratante, só comem arroz feito na hora e dormem em um quarto com ar-condicionado.

Foto: Elvira Franciosi/Arquivo Pessoal

“O cachorro dorme do lado esquerdo e o porco do lado direito da minha cama. Quando eu dou uma tossida, o Pig levanta e vem me perguntar se está tudo bem. Ele faz ‘ronc, ronc’. Ele é lindo. Não é só porque é meu, não. Ele é lindo”, diz Elvira.

Apaixonada pelos animais, a tutora registra todos os momentos deles. Um vídeo feito por ela mostra o cachorro tentando colocar a própria coleira no porco após a agricultora chamá-los para passear pelo sítio. As informações são do portal G1.

“Eles são meus amores, são os filhos que eu não tive”, afirma Elvira, que é viúva há 15 anos. “Quando eu abro a porta e os dois se encontram, o Pig faz ‘ronc, ronc’, conversando com o Lobo. Eles são muito, mas muito unidos”, completa.

Foto: Elvira Franciosi/Arquivo Pessoal

Lobo chegou à casa de Elvira há dois anos, quando era filhote. Pig veio um anos depois. Segundo a tutora, a mãe do porco estava matando os filhotes. Para salvar o leitão, Elvira o adotou.

“Eu vou para a fazenda, vão o cachorro e o porco. Eu venho da fazenda, vem cachorro e vem porco. Eu levo os dois de carro. Eu ponho o colchão na minha picape, sobe o porco. Eu falo ‘vamos passear, Pig?’, ele faz ‘ronc, ronc’. Ele não faz sujeira”, conta.

A tutora prepara comida caseira para os animais. Os alimentos são preparados especialmente para eles, sem sal para evitar problemas de saúde. “A panela do Pig é lavada, areada, bonitinha, como se fosse para mim”, diz a agricultora. “Eles tomam café, comem de manhã. Ao meio-dia, dou comida de novo. À tarde, dou comida de novo. É todo dia comidinha fresca. O cachorro não come comida requentada. Ele sabe quando é requentado. Fresquinho e, de preferência, quente ainda. São enjoados”, acrescenta.

Responsável por administrar as finanças da família, Elvira deixa Pig e Lobo no quarto, com ar-condicionado ligado, quando ela vai, durante a tarde, ao escritório para cuidar dos negócios. No entanto, antes de ir dormir no quarto, o porco, que é acostumado a brincar na lama, toma um banho.

Foto: Elvira Franciosi/Arquivo Pessoal

“Eu enfrento uma guerra com meu neto por causa do porco e do cachorro. Ele fala que tenho problema de cabeça. Onde já se viu ter um porco como bichinho de estimação? Mas pode falar o que quiser. Estou dentro da minha casa e faço o que quiser”, brinca.

No pátio, os dois animais se divertem, brincam com uma bola furada, correm pelo gramado e, segundo Elvira, Pig só para de brincar para encontrar uma porca que vive na propriedade vizinha

No entanto, Lobo e Pig não são os únicos animais tutelados pela agricultora. Há três meses, Elvira adotou Bolinha, um porco que não foi aceito pela mãe em uma fazenda. O cachorro, segundo a tutora, tem ciúmes do mais novo integrante da família.

Foto: Elvira Franciosi/Arquivo Pessoal

“Se arrumasse alguém que cuidasse do Bolinha, eu doava. Agora, o Pig e o Lobo não desfaço de maneira nenhuma”, diz Elvira. “Sempre fui uma pessoa estourada. Para xingar uma pessoa, dar um soco na cara, era a coisa mais fácil do mundo. Hoje, virei uma banana por causa dos animais”, afirma.

A agricultora conta que convive com animais desde a infância, quando morava no sítio do pai, e que já trabalhou em um matadouro. Depois que adotou Pig e Lobo, porém, a relação dela com os animais mudou. Hoje, ela se considera mais protetora.

“Sempre matei vaca, porco, carneiro. Matei tudo quanto é animal. Hoje, não mato nem uma minhoca. Não consigo mais, por causa deles. Por exemplo: ‘ah, tem uma cobra aqui’. Não é a cobra que está invadindo, é você que invadiu o que é dela”, finaliza.

Cão carinhoso de porte médio busca novo lar em São Paulo

Amigão é um cão sem raça definida que procura um novo lar em São Paulo. Muito dócil e carinhoso, ele está à espera de um tutor responsável que o ame e nunca o abandone. Com apenas 1 ano e meio de idade, ele é de porte médio. Interessados em adotá-los devem entrar em contato com as responsáveis por ele através do e-mail contido na imagem abaixo.

Cão alerta família e salva a vida de menino autista que teve convulsão

Um cachorro da raça rottweiler salvou a vida de uma criança autista em Ibaté, no interior de São Paulo. Quiron, como é chamado, chorou desesperadamente na janela do quarto de Enzo para alertar a família que algo estava errado com o garoto, que estava tendo uma convulsão.

Foto: Reprodução / Blog Coruja Prof

O cachorro havia sido tratado recentemente para dor de ouvido, problema de saúde que o fazia chorar bastante, devido ao incômodo que sentia. No entanto, no dia em que Enzo passou mal, Quiron não parava de chorar na janela. Já curado da otite, ele fazia bastante barulho, o que chamou a atenção de Rhozana.

“Por volta das 5 horas da manhã, o Quiron começou a chorar que nem criança. Mas quando deu 7h15 ele ficou desesperado, como se quisesse que eu saísse para o quintal. Foi aí que eu ouvi um barulho no quarto do Enzo, até achei que o cachorro tinha entrado em casa, mas era meu filho tendo convulsão. Com certeza o Quiron fez isso para avisar”, contou.

Técnica em enfermagem, Rhozana usou os conhecimentos que possui para reanimar o filho e salvá-lo da convulsão. Em seguida, a família o levou para um hospital, onde ele ficou internado até se recuperar. As informações são do blog Coruja Prof.

Quando o cachorro chegou à casa da família, Enzo tinha dois anos. A mãe chegou a questionar se relação de uma criança autista com um cão de porte grande seria boa, mas com a convivência entre os dois se surpreendeu com a amizade que eles passaram a ter.

Além de autista, a criança foi diagnosticada no final de 2016 com adrenoleucodistrofia, uma doença rara e degenerativa que afeta os neurônios e que comprometeu a visão e a capacidade motora de Enzo, fazendo-o tropeçar com frequência pela casa e desenvolver estrabismo. O menino, porém, tem um grande amigo disposto a ajudá-lo a vencer as dificuldades: Quiron, o cachorro.

Visita ao mercado de carne de cães e gatos na Indonésia choca ator de Downton Abbey

Cães amontados aguardam a morte em gaiolas apertadas | Foto: Dog Free Meat Indonésia

Cães amontados aguardam a morte em gaiolas apertadas | Foto: Dog Free Meat Indonésia

Massacrados na frente de seus companheiros de gaiola, cães aterrorizados esperam a sua vez de serem espancados, queimados, desmembrados e mortos no mercado de carne de cachorro da Indonésia, onde os filhotes são servidos em espetos.

Cães com olhares de extremo pavor aguardam amontoados em gaiolas pequenas e apertadas de arame. Dali eles só saem para apanhar até a morte, enquanto na barraca mais a frente gatos são queimados vivos, esta é a realidade assustadora do comércio de carne de animais na Indonésia.

Há mais de 200 mercados de carne “viva” nos países do sul da Ásia, o ator de Downton Abbey, Peter Egan, viajou para dois dos mais conhecidos, a fim de trazer a luz o sofrimento dos animais condenados a esse destino.

Essas cenas profundamente perturbadoras foram filmadas no “Extreme Market” de Tomohon e no Langowan Traditional Market, ambas localizadas na província de Sulawesi do Norte.

Esses mercados não só vendem carne de cães e gatos, como também oferecem répteis como pítons e lagartos aos clientes mais ávidos.

No entanto, é a carne de cães e gatos que parece ser essencial nesses locais e nunca faltar, infelizmente por trás disso mais de um milhão de animais são mortos por ano na Indonésia.

Vídeos dos dois mercados visitados por Egan, em companhia do grupo responsável pela campanha Dog Free Meat Indonésia (Indonésia Livre de Carne de Cachorro, na tradução livre), mostram animais apertados em gaiolas pequenas, num clima extremamente quente, aguardando o seu destino.

Os animais foram filmados a ponto de serem mortos bem à vista dos companheiros de gaiola, tornando a experiência o mais aterrorizante possível.

Depois de receberem várias pancadas na cabeça com enormes pedaços de madeira, os animais são queimados com maçarico para facilitar a retirada dos pelos.

No entanto, muitos dos pobres animais ainda estão se movendo ou se contorcendo enquanto as chamas são aplicadas em seus corpos.

“Nada até aqui me preparou para o horror doentio que eu testemunhei nesse mercado”, desabafou o Egan chocado.

O ator conta que, a parte visitada por eles, da Indonésia é mundialmente famosa por suas belas e únicas paisagens com montanhas vulcânicas, águas para mergulho perfeitas e praias lindíssimas, mas “a brutalidade monstruosa do comércio de carne de cães e gatos é o que vai permanecer comigo e me assombrará pelo resto da minha vida”.

“A absoluta indiferença ao sofrimento animal era chocante e dolorosa”, desabafa ele.

Egan conta que assistiu a inúmeros cães e gatos esperando para serem mortos e perder suas vidas da maneira mais brutal e cruel. “Não havia nada que eu pudesse fazer para tirar a dor deles, mas seus olhos suplicantes e o cheiro de virar o estomago de sangue e pêlo de cachorro em chamas são componentes de cenas do inferno que nunca esquecerei”.

O ator se assume um compromisso e se declara comprometido a expor todos os horrores que presenciou além de trabalhar junto a comunidade indonésia e mundial para “acabar com a crueldade abominável do comércio de carne de cães e gatos.”

Enquanto esteve lá, o Egan pagou a um comerciante para salvar quatro cachorros da morte certa, mas não conseguiu resgatar mais nenhum.

Filhotes de cães e gatos vendidos como espetos no mercado | Foto: Dog Free Meat Indonésia

Filhotes de cães e gatos vendidos como espetos no mercado | Foto: Dog Free Meat Indonésia

Apenas uma minoria de indonésios come carne de cachorro ou gato, mas aqueles que o fazem justificam-se alegando que elas têm propriedades curativas ou defendem o costume como uma tradição do país.

Ativistas dizem que a prática é cruel, dissemina doenças fatais como por exemplo a raiva e leva os ladrões a roubar cães domésticos para vendê-los aos comerciantes de carne.

Dog Free Meat Indonésia está lutando pela proibição total dessa prática cruel em toda a Indonésia, seguindo o exemplo de outros países da região, como Taiwan, Hong Kong, Filipinas e Tailândia.

Lola Webber, co-fundadora da Change For Animals Foundation e representante da DMFI que acompanhou Peter Egan aos mercados, disse: “Milhares de cães e gatos são mortos nos mercados de Sulawesi Norte a cada semana, e estima-se que 90% deles tenha sido roubados, sejam animais domésticos ou cães em situação de rua.

“Cerca de 80% são importados de outras províncias, o que é ilegal de acordo com a lei antirrábica do país que proíbe qualquer movimentação de cães através das fronteiras provinciais em áreas endêmicas da doença”.

A ativista conta que mesmo tendo visitado os mercados de carne de cães e gatos no norte Sulawesi inúmeras vezes, os horrores nunca deixam de levá-la ao desespero.

“Apesar de todas as denúncias da DMFI sobre a crueldade cometida nesses locais, dos alertas sobre os perigos para a saúde pública e do risco de transmissão de raiva, da condenação nacional e mundial e ainda das promessas de ação dos governos locais e centrais, os negócios continuam ocorrendo como sempre”, desabafa ela.

Pit bull abandonado ferido precisa ser resgatado em São Paulo

Um pit bull que foi abandonado em uma comunidade em São Paulo precisa de resgate e tratamento veterinário. Ele está sendo alimentado por uma pessoa bastante humilde, que o acolheu e prendeu para que ele ficasse em segurança até que fosse resgatado. O animal está no distrito de Cidade Tiradentes, na cidade de São Paulo. Contato com Cristiane Munhão pelo telefone 11 97804-6393.

 

Filhote de cachorro é resgatado após ficar 6 dias dentro de bueiro

Um filhote de cachorro ficou seis dias preso dentro de um bueiro em Tupã, no interior de São Paulo. Após o longo período no local, ele foi resgatado por funcionários da Secretaria de Obras, na quinta-feira (7).

Foto: Prefeitura de Tupã/Reprodução

Pessoas que passaram pelo local já haviam tentando solicitar o resgate do animal. No último sábado (2), o Corpo de Bombeiros foi acionado. Os militares estiveram no local, mas não conseguiram salvar o filhote. As informações são do G1.

De acordo com a Prefeitura de Tupã, os funcionários do setor de galerias foram chamados na quinta-feira para fazer a retirada da tampa do bueiro, possibilitando o resgate do filhote.

Ainda de acordo com informações repassadas pela administração municipal, o cachorro estava dentro de um bueiro na rua Cecília de Alvarenga Freire Pimentel, na Vila Abarca.

O filhote tem um tutor, que confirmou que ele permaneceu dentro do buraco por seis dias. Não há informações sobre o estado de saúde do cão.

Homem confessa ter atirado em cão porque animal correu atrás de moto

O homem que foi flagrado por câmeras de segurança ao atirar contra um cachorro em Medicilândia, município do sudoeste do Pará, confessou o crime.

Foto: Polícia Civil / PA

O cão foi baleado nas proximidades de uma agência bancária. Gravemente ferido, ele foi resgatado, mas devido ao quadro de saúde apresentado, teve que ser sacrificado em uma clínica veterinária. As informações são do portal G1.

O agressor, Alexandre de Sousa Wagner, foi preso na quinta-feira (7). Ele confessou à Polícia Civil ter baleado o cachorro. Em depoimento, Alexandre disse que atirou porque o animal correu atrás de uma moto que era dirigida por ele.

De acordo com o delegado Lucas Luz, responsável pelo caso, após ser feita a identificação do responsável pelo crime, policiais continuaram em ronda pela cidade até que a prisão fosse efetuada.

Alexandre irá responder por crime de porte ilegal de arma de fogo e por maus-tratos a animais, que resultou em morte. A arma a usada para balear o cachorro foi apreendida pela polícia.