Cachorro abandonado em Belo Horizonte (MG) precisa de um lar

Vilma Henrique
vilma.henre@gmail.com

Um cachorrinho foi abandonado em um ponto de ônibus em Belo Horizonte. O cãozinho está assustado e sofrendo muito. Ele está localizado na Av. Barão Homem de Melo, 1710 (no ponto de ônibus em frente à UPA Oeste), Belo Horizonte.

Quem estiver interessado em dar ao cachorro um lar amoroso e muito carinho, entre em contato com Laura pelo número (31) 99748-8281. Ela se habilita a ajudar com quaisquer despesas de veterinário.

cachorro morto

Cachorro é envenenado dentro de casa em Araçatuba (SP)

Uma autônoma de 51 anos teve o cachorro envenenado dentro da própria casa na rua João Botelho Batista, no bairro Umuarama, em Araçatuba. Ela disse à polícia que encontrou seu cachorro babando em excesso e que próximo a ele foi encontrado umas bolinhas brancas que estavam em um saquinho.

cachorro morto

Imagem ilustrativa. Foto: Getty Images

Ela disse que uma vizinha dela já tinha se incomodado com os latidos do cão recentemente e acredita que ela possa ter participação no atentado. A autônoma comentou também que uma vez questionou a vizinha sobre o incômodo que o cachorro causava e ela disse “nada que um chumbinho não resolva”.

Segundo boletim de ocorrência, já houve morte de outros dois cachorros.

Fonte: Folha da Região

Homem encontra cachorro debilitado e com fita adesiva amarrada na boca

Um cachorro abandonado e com uma fita adesiva amarrada em sua boca, foi encontrado por um morador do bairro Pró Moradia XV, em Rio Brilhante, cidade a 165 quilômetros de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

homem encontra cachorro

Foto: Mídiamax

De acordo com o site Rio Brilhante em Tempo Real e informações da AAMR (Associação de Proteção aos Animais), o animal estava bastante debilitado e teve a fita retirada e posteriormente, solto.

Os protetores ainda tentam resgatar o animal novamente para que possa ser feito o encaminhamento médico necessário.

Casos

O caso de maus-tratos é o segundo em menos de três dias na cidade. Na quinta-feira (10), um homem de 18 anos matou três cachorros em sua residência, após serem mutilados e esquartejados.

A PMA (Polícia Militar Ambiental) autuou o autor do crime em R$4,5 mil. O homem responderá por crime ambiental de maus-tratos a animais e será julgado pelo órgão ambiental estadual.

A pena para esse tipo de caso varia de três meses a um ano de detenção.

Fonte: Mídiamax

Centenas de cães e gatos são cruelmente assassinados para consumo de carne nos mercados indonésios

Os cães selecionados pelos compradores são laçados pelo comerciante e pendurados pelo pescoço | Foto: Rupert Imhoff

Os cães selecionados pelos compradores são laçados pelo comerciante e pendurados pelo pescoço | Foto: Rupert Imhoff

Cães são animais com inteligência social, empáticos e capazes de compreender situações de perigo, sofrimento e ameaça.

Diversos lares pelo mundo contam com a presença de um cão doméstico como membro da família e sabem, por experiência própria, como eles são capazes de compreender e responder a estímulos.

De posse desse conhecimento fica mais fácil, embora não menos assustador, imaginarmos como esses animais não humanos se sentem ao serem sequestrados de suas casas, raptados na rua, colocados em gaiolas sem água ou comida, exibidos em um mercado, laçados pelo pescoço quando selecionados por compradores, espancados até quase a morte e finalmente queimados com um maçarico ainda vivos, enquanto agonizam e se debatem.

Isso tudo na frente de todos os demais cães, o que os deixa aterrorizados e cientes do que os aguarda.

Após espancados, os animais são queimados, muitas vezes ainda vivos por um maçarico | Foto: Rupert Imhoff

Após espancados, os animais são queimados, muitas vezes ainda vivos por um maçarico | Foto: Rupert Imhoff

Essa é a rotina do mercado de Tomohon, na ilha indonésia de Sulawesi. Quem denuncia o ato cruel e hediondo é Rupert Imhoff, pesquisador da Fundação Bob Irwin para a Vida Selvagem e Conservação de Espécies, que viajou até o norte de Sulawesi após ter conhecimento da denúncia.

Rupert descreve o fedor de pele carbonizada, que flutua pela “seção de carne” do mercado, como insuportável. “Moscas voam em torno das carcaças de cães, gatos, porcos e cobras que estão espalhadas pelo chão sujo de sangue”, descreve ele.

Imagens feitas pelos pesquisador mostram os cães apavorados se encolhendo para evitar o laço manejado pelo funcionário do mercado que entra pela jaula de metal em que eles ficam presos.

Um companheiro é puxado pelo pescoço após “enlaçado” e leva fortes pancadas na cabeça até ficar imóvel no chão.

O cachorro parece morto, mas imagens capturadas ainda esta semana, mostram o animal se debatendo freneticamente enquanto o trabalhador do mercado o queima com um maçarico até a morte.

Este cão estava entre os “centenas de milhares” de animais abandonados e em situação de rua que são mortos todos os anos para abastecer o comércio de carne de cachorro na Indonésia, denunciam diversos grupos de proteção animal.

O pesquisador constatou que além dos cães, outros animais domésticos, como gatos e coelhos – e animais selvagens também, como morcegos, ratos da selva, porcos e cobras – estavam à venda no mercado e passavam pela mesma crueldade.

Além de cães e gatos, outros animais partilham do mesmo destino cruel no mercado de Tomohon | Foto: Rupert Imhoff

Além de cães e gatos, outros animais partilham do mesmo destino cruel no mercado de Tomohon | Foto: Rupert Imhoff

O Jornal Daily Mail afirma ter tido acesso a imagens perturbadoras que mostram funcionários do mercado abrindo uma gata grávida que tinha dois gatinhos por nascer dentro dela.

Muitos cães que acabam nesses mercados são animais abandonados, em situação de rua e até animais domésticos que são sequestrados. Ladrões de cachorros usam motocicletas para roubar os cães. Eles os prendem pelo pescoço, puxam para si rapidamente e se afastam em alta velocidade, afirmam grupos de direitos dos animais.

Alguns cães também são capturados enquanto passeiam com seus tutores pela rua, e outros (mais raramente) são ainda comprados de aldeões pobres por “alguns dólares”.

Cães indonésios em situação de rua, na maioria das vezes não fogem dos ladrões de cães pois estão acostumados às pessoas que os alimentam regularmente e não os ferem.

Eles não vêem motivo para fugir.

Após capturados eles são amarrados e amontoados com os demais em gaiolas de arame que são transportadas para Tomohon ainda de madrugada, antes que o mercado abra às 6 da manhã.

Cães trancafiados em gaiolas de arame permanecem sem comida ou água a espera de serem mortos | Foto: Rupert Imhoff

Cães trancafiados em gaiolas de arame permanecem sem comida ou água a espera de serem mortos | Foto: Rupert Imhoff

Os caçadores chegam a amarrar os membros dos cães por trás de suas costas – o que pode deslocar seus ombros – e prendem suas bocas para que não possam morder.

Os animais que Rupert viu estavam visivelmente angustiados quando chegaram ao mercado por volta do amanhecer, eles estavam famintos e sedentos.

Um por um, eles eram laçados pelo pescoço, arrastados para fora da gaiola e golpeados na cabeça enquanto estava, suspensos pelo pescoço.

Enquanto os outros cães observavam aterrorizados, o funcionário joga o animal no chão e queima-o com um maçarico.

Rupert notou que alguns cães se contorciam freneticamente enquanto as chamas devoravam seus corpos, porém o pesquisador não sabe dizer com certeza se isso acontecia porque estavam vivos ou se seria a reação do cadáver ao calor intenso.

Um comerciante local contou a ele que muitas vezes os animais estão vivos – mas inconscientes – quando são queimados.

O número exato de cães e gatos mortos no comércio de carne do país não é claro, mas a Rede de Apoio a Jacarta afirma que mais de 200 mil são mortos a cada ano.

Embora o consumo de carne de cachorro seja legal no país, um “número crescente” de indonésios vêm se mostrando indignado com a maneira cruel com que os animais são tratados.

A maioria dos indonésios são muçulmanos, eles consideram os animais ‘haram’ – ou seja impuros – mas muitas comunidades menores do país comem carne de cachorro como um prato festivo.

Famílias vão a esses mercados na intenção de comprar um cachorro para comemoração de aniversários, casamentos ou outra ocasião especial.

Rupert viu pessoas de todas as idades, de jovens a casais de meia-idade e até idosos, escolhendo animais para comprar, e em seguida assistindo sua morte calmamente enquanto aguardavam para levá-los para casa.

Compradoras escolhem e aguardam morte do cão escolhido | Foto: Rupert Imhoff

Compradoras escolhem e aguardam morte do cão escolhido | Foto: Rupert Imhoff

Os comerciantes de carne vendem quase todos os cães e gatos que expõem, eles cobram cerca de 250.000 rúpias indonésias, cerca de 61 reais por animal, embora os clientes tenham a opção de pedir apenas uma parte específica.

Um dos pratos de mau gosto utilizando carne de cachorro chamado “rica-rica”, é infelizmente servido a turistas na ilha de Bali.

Rupert passou anos investigando e expondo a crueldade animal ao redor do mundo e é com pesar que ele confessa que o massacre do mercado Indonésio o chocou de maneira única. Ele descreve o episódio como um dos “atos mais violentos” que ele já testemunhou.

“Havia uma completa falta de empatia e compaixão pelos animais”, afirma ele.

O pesquisador conta que os cães gritavam de terror quando o comerciante os enlaçava dentro da gaiola e continuavam gritando até ficarem inconscientes: “Cães são animais inteligentes que anseiam por companhia, então era muito perturbador ver comerciantes de carne matando os escolhidos à vista dos demais que permaneciam engaiolados a metros de distância.”

Rupert confessa que chegou a pensar em comprar todos e libertá-los: “Mas sozinho apenas com uma moto para transportá-los, e sem recursos, não haveria nenhuma maneira realista de garantir sua proteção. Sem planejamento adequado e ajuda extra, eles simplesmente voltariam às mãos dos comerciantes de carne de cachorro.”

Esse costume indonésio, cruel e injustificável, de comer de carne de cachorro está associado à cultura Minahasa do norte de Sulawesi e aos Bataks do norte de Sumatra, onde é praticado em ocasiões especiais como casamentos e Natal.

É com dificuldade de compreensão que encaramos o fato de que pessoas celebrem momentos de alegria e união com crueldade, morte e destruição de outros seres, que assim como os humanos, são capazes de sentir, sofrer e amar.

Homem paga passagem de ônibus para cachorro e chama atenção nas redes sociais

Muita gente costuma levar os animais para as viagens de fim de ano. No caso do paulistano Guilherme Senna, de 29 anos, não foi diferente. Ele decidiu viajar com Sedento, seu cãozinho, e não pensou duas vezes ao comprar uma passagem de ônibus para o animal.

Foto: Facebook | Reprodução

O viajante publicou uma foto da ocasião em seu Facebook e a história viralizou. Para conseguir levar seu companheiro, que adotou há dois meses, até o litoral do Paraná, Guilherme pagou R$ 132,28 por cada passagem.

Na publicação, o artesão escreveu: “Se seu cão não merece o mesmo conforto que você, então você não merece ter um cão”. Junto com uma foto dele e Sedento, Guilherme compartilhou a foto da passagem comprada.

O mais curioso é que, no campo onde, supostamente, deveria ser escrito o nome do passageiro, foi escrito “cachorro”. Na foto postada, ele e o cãozinho curtiam os bancos do veículo e Sedento parecia estar bem à vontade.

Guilherme contou, no entanto, que apenas retirou o cachorro da caixa própria para viagens para tirar a foto. Nesse tipo de transporte, é necessário levar os animais em caixas adaptadas.

Nos comentários de uma foto, o tutor de Sedento respondeu à uma seguidora que o animal “é meu companheiro de viagem. Não largo para nada, anda comigo, dorme comigo, come comigo, em todas as horas, em todos momentos”. E ainda completou: “Eu que fui adotado por ele, não somos nós que escolhemos eles, são eles que nos escolhem.”

Fonte: Claudia

cachorro segurando uma mangueira de água com a boca

Confira oito cuidados que você deve ter com seu cachorro no verão

É difícil para os nossos amigos de quatro patas perderem calor porque eles não transpiram como nós. Ao contrário dos seres humanos, cães e gatos possuem pouquíssimas glândulas sudoríparas espalhadas pelo corpo. Se não forem tomadas precauções, o estresse térmico pode causar intenso sofrimento, e até levá-los à morte, como aconteceu na última segunda-feira (7) com uma cadela da raça beagle que não resistiu às altas temperaturas do verão carioca e morreu de hipertermia.

cachorro segurando uma mangueira de água com a boca

Foto: Pixabay

Durante o verão intenso, os animais que não conseguem encontrar uma forma de resfriar o corpo acabam aumentando a ventilação pulmonar (ficam ofegantes). Caso o animal continue exposto ao calor excessivo, ele poderá entrar em “agonia respiratória” e sofrer uma hipertermia. De acordo com os médicos veterinários André B. Meirelles e Diogo Alves da Conceição, aqui vão algumas dicas e cuidados que você deve tomar com seu cachorro para que ele não seja consumido pelo calor do verão:

Fique atento aos sintomas

As raças de cães que apresentam focinhos curtos correm maior risco. Isso acontece por causa da dificuldade natural de respirar que estes animais têm por conta da anatomia do focinho. Tutores de cães como os bulldogs, pugs, boxers, shi tzu e lhasas apso, devem ter cuidados redobrados. Cães mais velhos também são mais propensos a sofrer com o calor porque seu sistema termorregulador não funciona tão bem quanto o de cães mais jovens.

Os principais sintomas são hipersalivação, respiração ofegante acima do normal, pele muito quente, batimento cardíaco acelerado, cansaço, fraqueza e indisposição.

Durante a hipertermia, a temperatura do animal pode chegar aos 42°C. Isto pode provocar vômito, parada cardíaca e até a morte.

Ao sinal de qualquer um desses sintomas é recomendada uma visita ao veterinário com urgência.

Queimaduras nas patas

As glândulas sudoríparas dos cães ficam concentradas nos “coxins”, as almofadinhas das patas. A camada de gordura presente nas patas ajuda a isolar a temperatura, por isso é fundamental cuidar bem delas. Se as patas entram em contato com o asfalto, calçada ou areia quentes no verão, a camada de gordura pode ser insuficiente para a proteção, causando dor extrema, traumas e infecções. É importante evitar os horários de pico de temperatura na hora de levar o cachorro para passear. Se a temperatura do chão estiver quente para você, também estará para o animal.

Hora do passeio

Fazer atividade física é importante para todo animal, mas durante o verão é necessário tomar alguns cuidados específicos, como respeitar o ritmo da passada do cachorro. É imprescindível que os passeios ocorram bem cedo ou após o pôr do sol. Vale levar uma garrafa com água gelada para borrifar sobre o pelo e a boca do animal. Também é recomendado o uso coleira peitoral, porque as coleiras de pescoço podem dificultar a respiração durante o passeio.

Tosa
A perda de calor dos cães é naturalmente prejudicada pela sua pelagem. Tosar o seu cãozinho, principalmente das raças de pelo longo e focinho curto, é uma boa pedida. Mas para aquelas raças que possuem subpelos, como akitas, huskies e chow chow, a tosa deve ser vista com cautela. Os pelos destes cães são importantes para evitar queimaduras solares e podem demorar muito tempo para voltar a crescer, por isso devem ser no máximo aparados.

Alimentação

É recomendado colocar comida para os cães nos horários mais frescos do dia, e cuidado com a quantidade, pois o calor pode causar problemas de digestão.

Hidratação

Essa época do ano é muito propícia para que os cães fiquem desidratados, por isso devem sempre ter água fresca e em abundância por perto. Melhor ainda se estiver gelada, pois quando ingerida, ajuda a regular a temperatura do corpo. Nos dias mais quentes vale até colocar algumas pedras de gelo na água.

Local para deitar

Os cães precisam de superfícies mais frias como um piso de azulejo ou até mesmo a grama. Deitar nesses locais possibilita que eles percam calor por contato. Os tapetes refrescantes podem ser uma opção. Eles possuem um sistema de refrigeração através de gel, que é ativado pelo peso e pressão do cão sobre ele. Mesmo após algum tempo ele se mantém frio em relação ao ambiente, e não precisa de água, refrigeração ou eletricidade.

Ventilação

Em dias muito quentes, se puder permitir que seu cachorro tenha acesso a um local refrigerado ele ficará muito agradecido. Ligue ventiladores ou o ar-condicionado para que ele possa se refrescar, mas cuidado: choques de temperatura podem fazer mal. É recomendado que você suba a temperatura aos poucos antes de sair com ele para a rua, por exemplo. Nunca deixe seu animal dentro de carros ou locais sem ventilação.

Fonte: O Globo

mulher segura cachorro no colo. atrás dela, outros cachorros em cercado

Grupos protetores de animais buscam mais apoiadores

A ONG defensora de animais SOS Bichos de Rua realizou neste sábado (12), das 9 às 21 horas, uma blitz beneficente. Equipes de voluntários estiveram na esquina da rua Augusto Ribas com avenida Vicente Machado, onde fizeram a arrecadação de doações para manter as atividades do grupo. O evento se soma a outros que os voluntários vêm realizando para arrecadar fundos e garantir a manutenção de suas atividades.

mulher segura cachorro no colo. atrás dela, outros cachorros em cercado

Foto: Diário dos Campos

Eventos como esse e bazares, além da arrecadação a partir do cadastro de notas fiscais do programa Nota Paraná são a principal fonte de recursos das associações que se dedicam ao cuidado de animais. A SOS Bichos é uma das principais ONGs, mas todas atuam no limite, já que realizam serviços por meio da colaboração de voluntários.

Ana Paula Miléo é advogada, mas na SOS Bichos ela é apenas mais uma das pessoas interessadas em cuidar dos animais. Esse desejo veio antes da participação na ONG, e ela espera que outras pessoas percebam que para cuidar dos animais não é preciso estar vinculado a associação. Cada um pode fazer sua parte e, se quiser, somar essa atitude a um grupo.

“A gente tem limite de recursos e de voluntários, que não passam de 15 em atividade constante. Qualquer um pode ser um voluntário, ajudando os animais por conta própria. Quem encontra um filhote que precisa de um lar, pode ficar temporariamente com ele, postar foto nas redes sociais e procurar um novo dono. Não é preciso uma ONG para isso”, diz. Ela convida a população a ajudar na preservação da vida animal e na fiscalização sobre o problema dos maus-tratos.

Maus-tratos crescem 43,5% em PG

As estatísticas da Guarda Municipal de Ponta Grossa apontam que houve um aumento considerável no número de ocorrências relacionadas a maus-tratos contra animais. Foram 323 casos no ano passado, 98 a mais que em 2017, quando esse tipo de situação resultou em 225 atendimentos dos agentes na cidade. Trata-se do segundo crime mais comum verificado pela GM em Ponta Grossa, atrás apenas da perturbação de sossego. A Guarda Municipal orienta à população que presenciar casos de agressão contra o animais que as denúncias podem ser feitas através do telefone 153.

Conheça três das ONGs de protetores

SOS Bichos de Rua
A ONG foi fundada em 2011. O foco é controle de natalidade dos animais de rua. As pessoas ligam, o grupo faz o resgate e encaminha a clínicas parceiras. Um convênio permite que o custo desse atendimento seja menor. Depois, esses animais precisam de uma nova casa. O lar do SOS Bichos já possui mais de 200 animais e um custo considerável para manutenção. Bazares ajudam a manter as atividades. São cerca de 15 voluntários constantes e outros eventuais. Quem encontrar animais feridos, vítimas de atropelamento ou maus-tratos pode entrar em contato pelo telefone (42) 99907-3017.

Grupo Fauna
A médica Karina Medaglia atua, nas horas vagas, dando atenção aos animais. Ela faz parte do Grupo Fauna. ONG mais antiga da cidade, está em atuação há 20 anos. A maior dificuldade é a variação da atenção aos animais dada por cada gestão municipal, e a demora na renovação de convênios e projetos. “Em três meses, a procriação dos animais aumenta muito, principalmente nos bairros”, diz. A ONG atua na triagem de animais no encaminhamento para castração. Em casos de sofrimento animal, o grupo ajuda ou indica quem possa ajudar. Também dá palestras e orientações sobre castração. O contato é o e-mail grupofauna@gmail.com

APA-PG
A Associação Protetora de Animais de Ponta Grossa foi criada em 2015 e se propõe a auxiliar na adoção de animais em situação de rua. A página no Facebook Apa PG traz postagens frequentes com animais que precisam de um novo lar, além de anunciar eventos com esse propósito. Está previsto para este sábado (12), das 9 às 17 horas, uma feira de adoção a ser realizada na avenida Visconde de Taunay, 1575, em parceria com a AgroMathias. O contato pode ser feito através da página no Facebook, através de mensagem no privado.

Fonte: Jornal Diário dos Campos

pug envolto em cobertor

Cachorro com tosse: descubra o que fazer

Cachorro com tosse: o que pode ser?

O cachorro com tosse manifesta um mecanismo de reação do corpo a algum processo de irritação das vias aéreas ou respiratórias. E por isso ele pode ter uma série de causas e ser desencadeada por muitos fatores. Ou seja, seu cachorro pode estar sofrendo desde um episódio alérgico até um problema cardíaco mais grave. Saiba o que é bom para a tosse do seu cão e como tratá-la.

pug envolto em cobertor

Foto: Dog Hero

O que fazer quando meu cachorro está com tosse

Você deve estar se segurando para não dar aquele xarope de agrião que sua avó fazia para você. Mas se contenha, às vezes a tosse é só um reflexo de uma via nasal irritada. As causas que deixaram um cachorro com tosse incluem ter cheirado uma flor cujo pólen ressecou sua garganta ou um passeio atrás da lavadora de roupas – que guarda aquele pozinho – atrás de algo que ele achou que seria um presente perfeito para você.

O que é importante notar em um cachorro com tosse é a frequência, o aspecto da tosse – se seca ou produtiva (com sangue, pus ou catarro). Também vale conferir outros sintomas, como febre, cansaço, falta de ar e inchaço nas vias respiratórias. É importante distinguir uma tosse de um engasgo, espirro, chiado, entre outros, para ajudar seu veterinário na hora do diagnóstico.

Se a tosse for persistente e você sentir que está incomodando seu cachorro mais do que deveria, leve-o ao veterinário. Mas se você sacar que ela é esporádica, alguns remédios caseiros e sem risco à saúde do seu cão podem ajudar a aliviar os sintomas.

Receitas e remédios caseiros para tosse

Mel natural

Além de ser docinho, o mel tem propriedades antibióticas por causa das enzimas produzidas pelas abelhas durante sua produção. Por isso é tão usado como remédio caseiro contra tosses e resfriados.

Dê uma colher de chá a cada cinco horas para seu cachorro lamber. Não abuse, pois o mel pode causar desconforto no estômago dele. E lembre-se de usar mel natural, pois o açúcar das versões industrializadas pode fazer mal ao animal. Além disso, não é recomendável dar mel a filhotes menos de um ano, pois seu trato digestivo ainda não está completamente desenvolvido.

Alimentos ricos em vitamina A

Alimentos ricos em vitamina A – como receitas com cenoura, espinafre, pêssego, etc – ajudam a fortalecer o sistema imunológico. Se seu cachorro não está acostumado a comer frutas e legumes, você pode tentar fazer sucos e sopas ou incorporar uma cenoura cozida ou assada em sua ração. Lembre-se sempre de usar frutas e legumes naturais, não processados.

Vaporizador de ar

Muitas vezes a tosse está associada a uma simples irritação por ressecamento da mucosa do trato respiratório. Para ajudar a aliviar esse incômodo, você pode fazer um vaporizador de ar (se tiver um umidificador elétrico, melhor ainda!). E ele pode ser improvisado. É só colocar uma bacia de água morna ao lado do seu cão quando ele estiver dormindo.

Causas e tratamento da tosse em cachorro

Sempre que vemos nossos queridos animais domésticos com algum sintoma estranho, queremos que ele melhore logo e corra feliz pela casa fazendo as estripulias de sempre. Por isso é importante saber o que observar e que sinais indicam a necessidade de um cuidado mais extensivo, com diagnóstico médico. Conheça as principais causas para um cachorro com tosse:

– Alergias

Sim, seu cãozinho pode ser alérgico a insetos, comidas, xampu e outras coisas. As alergias não costumam ser uma causa grave e tendem a passar assim que o organismo se livra do componente tóxico para o corpo do animal. Mas se ele apresentar algum inchaço, leve-o ao veterinário.

– Infecções

As infecções caninas geralmente são causadas pela presença de vírus e bactérias no organismo. E algumas delas podem causar condições mais complicadas de se tratar, como gripe canina e bronquite, que apresentam um quadro de tosse com febre, coriza e cansaço. Infecção por fungos, como aspergilose – que provoca tosse, espirros, corrimento e hemorragia nasal também exigem cuidados. Da mesma forma, a blastomicose, que apresenta febre, perda de peso, inflamação e lesões cutâneas. Se seu cachorro apresentar os sintomas mencionados acima, leve-o ao veterinário.

– Parasitas

Se, além da tosse, seu cachorro apresentar cansaço extremo, insuficiência cardíaca e falta de apetite, ele pode ter entrado em contato com algum parasita lumbricoide, como o que causa a difilariose (verme do coração). Se você desconfiar da presença de parasitas, leve-o ao veterinário. E fique atento à limpeza dos ambientes, pois esses parasitas são transmitidos por contaminação.

Além dessas causas, a tosse pode também ser um sinal de doenças um pouco mais graves, como tumores, problemas cardíacos e traqueobronquite. Embora essas condições sejam um pouco mais raras, elas são severas. Por isso é importante, além de prestar atenção aos sintomas (entre os quais a tosse está incluída), manter a visita ao veterinário em dia, pois o diagnóstico correto e precoce pode salvar a vida do seu cão.

Tratamentos para cachorro com tosse

O tipo de tratamento da tosse canina depende do seu motivo. Se seu cachorro estiver com uma infecção por bactéria, o tratamento é feito com antibióticos, enquanto o tratamento para condições mais graves, como insuficiência cardíaca, pode incluir cirurgia.

O ideal é que você esteja sempre atento à saúde do seu cachorro. Em casos esporádicos e menos graves, remédios caseiros podem ser suficientes para o tratamento. Mas se sentir que o quadro ficou mais grave, leve-o ao veterinário para obter diagnóstico adequado, saber as medidas profiláticas e os tratamentos recomendados.

Fonte: Dog Hero

cachorro preto deitado com a boca aberta

Benefícios de adotar animais na fase adulta incluem menos cuidado e mais gratidão

A adoção de gatos e cachorros filhotes é feita facilmente, enquanto muitos animais já maduros aguardam a oportunidade de terem um lar. Geralmente, os adotantes acreditam que esses animais não se adaptarão à nova família.

cachorro preto deitado com a boca aberta

Estopinha, o cão adotado por Kamila. Foto: AFNotícias

Com animais adultos não existem surpresas em relação à personalidade, tamanho ou comportamento, porque eles já estão com tudo isso definido. Além disso, eles também são independentes, pois requerem menos cuidados que filhotes. Animais resgatados também tendem a ser mais gratos com seus tutores.

A estudante Kamila Marinho, de 21 anos, adotou um cachorro com um pouco mais de um ano de idade e disse ter ficado muito feliz com a decisão. “Quando pensamos na ideia de adoção, sempre era um filhote. No entanto, decidimos entrar em contato com alguma ONG e escolhermos o que mais gostássemos. Procurando nas redes sociais, encontramos o Estopinha e foi amor à primeira vista!”, descreveu Kamila.

Segundo a tutora, Estopinha era de uma família pobre e, algumas vezes, até faltava comida para o animal. “Ele vivia no relento pegando chuva e sol, era desnutrido e cheio de carrapatos. Até que um dia a família foi embora dessa casa e abandonou ele preso a uma corrente, quando a dona da ONG o encontrou”, disse.

Kamila conheceu a história dele e sabia que era o cachorrinho certo. “Daí começamos o processo da adoção. Ao contrário do que muita gente pensa, cachorro adulto é bem mais fácil de cuidar, pois a fase de fazer xixi em tudo e de sair quebrando as coisas já passou. Ele nunca nos deu trabalho, só trouxe alegria para nossa vida e é o meu xodó”, finalizou a estudante.

Responsável pela Organização Não Governamental Resgata Palmas, Irisnaide Pereira da Silva explicou o motivo de existir dificuldade de adoção de animais adultos ou idosos. “As pessoas preferem filhotes para que a criação seja da própria maneira, para que se acostumem desde pequenos com a casa e outros animais”, explicou ela.

“As pessoas têm receio pelo fato de já estarem acostumados com outras pessoas ou até mesmo nas ruas e não se adaptarem ao novo lar, por não conhecer a personalidade do animal. Já os idosos, são mais difíceis porque requer uma atenção especial”, contou ela.

Ainda segundo Irisnaide Pereira, as pessoas podem esperar muito amor e gratidão de animais mais velhos, apesar de ser necessário cuidado maior, pois eles são gratos mesmo não conseguindo falar.

A responsável pela ONG disse também que os primeiros dias podem ser os mais difíceis, pois o animal precisa se adaptar ao ambiente.

“Não deixar o animal sozinho por muito tempo, dar um pouco mais de atenção, ter mais paciência com o processo de adaptação, que pode demorar ou não, principalmente se tiver outros animais em casa, são algumas dicas”, finalizou.

Fonte: AFNotícias