Jovem mata cachorro com seis facadas em Campo Grande (MS)

Um jovem de 19 anos foi detido pela 6ª Companhia Independente da Polícia Militar no início da tarde deste sábado (13) por matar o cachorro dos avós com seis facadas depois de chegar em casa embriagado, na região do Vilas Boas, em Campo Grande (MS). Ele foi encaminhado à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga, ouvido e liberado.

Foto: Divulgação

Segundo boletim de ocorrência, uma mulher de 60 anos acionou a PM informando que o neto havia matado o animal. Ela relatou aos policiais que o rapaz chegou por volta do meio dia, bastante alterado, aparentando estar embriagado ou sob efeito de drogas.

Ele teria ido para o quarto, onde chutou a porta do guarda-roupas. O cão estava próximo, se assustou com o barulho e instintivamente reagiu, mordendo o rapaz no calcanhar. O autor então deu um soco no animal, se armou com uma faca e desferiu vários golpes até matá-lo.

À polícia, o rapaz disse que não consumiu drogas e que havia apenas ingerido bebida alcoólica. Ele se justificou alegando que o cão era bravo e que foi mordido logo ao entrar no quarto. Diante dos fatos, os policiais apreenderam a faca usada na ação e conduziram o suspeito para a delegacia, pelo crime de maus-tratos a animais.

Antes, ele foi levado até à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do bairro Universitário, onde passou por atendimento médico por conta de uma lesão na mão em razão do soco e do pequeno ferimento provocado pelo animal. A responsável pelo cão foi orientada a encaminhar o corpo para o Centro de Zoonoses. Depois de prestar esclarecimentos, o jovem foi liberado pela Polícia Civil.

Fonte: Conteúdo MS


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Filhote de cachorro abandonado para morrer em estrada deserta é salvo por ciclista

O ciclista Damian Macchi encontrou, na última semana, um filhote de cachorro abandonado para morrer. O animal estava abandonado em uma estrada deserta na Argentina, por onde o ciclista passou enquanto colocava em prática sua rotina de treinamento.

Macchi estava andando de bicicleta quando, segundo ele, viu “algo correndo no mato”.

Foto: Reprodução / The Dodo

Apesar de ter percebido que algo se mexia em meio ao mato, o ciclista continuou seu percurso, mas logo começou a se sentir preocupado e decidiu olhar para trás. Foi quando ele viu que o que ele havia avistado era um cachorro.

Ao perceber que o ciclista estava se aproximando, o animal, que é uma fêmea, começou a chorar e a abanar o rabo. A pequena cadela parecia entender que seria salva. As informações são do portal The Dodo.

Comovido com a situação do filhote, que morreria se continuasse sozinho na estrada, Macchi o resgatou, levando-o em seus braços na viagem de bicicleta que fez de volta para sua casa.

Foto: Reprodução / The Dodo

Além de ser apaixonado pelo ciclismo, Macchi também é defensor dos animais e já esteve envolvido em diversos resgates. Após salvar a cadela, ele a levou para uma clínica veterinária e divulgou o caso dela na internet, o que possibilitou que ela encontrasse um lar.

“O cachorro foi adotado”, disse Macchi. “Eles a chamaram de Juanita”, completou, referindo-se ao nome escolhido pelos novos tutores da cadela.

Foto: Reprodução / The Dodo

Segundo o ciclista, a cadela precisou de tratamento porque estava com carrapatos, mas está bem. Macchi espera que, divulgando a história de Juanita, as pessoas se encorajem a ajudar animais abandonados a encontrar novos lares ao invés de abandoná-los à própria sorte.

“Ela está feliz com sua nova família”, disse Macchi. “Quero conscientizar as pessoas de que elas não devem abandonar”, concluiu.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cachorro é enterrado vivo em área de mata em Catalão (GO)

Um cachorro foi enterrado vivo em uma área de mata em Catalão, no estado de Goiás. O animal foi encontrado na última semana por três pessoas que, comovidas com a situação, decidiram ajuda-lo.

Foto: Arquivo pessoal

O eletricista Hugo Galdino Vieira, de 26 anos, contou que encontrou o animal, junto com um primo e uma tia, e que o cão chorava e estava apenas com a cabeça para fora da cova. Socorrido com vários ferimentos pelo corpo, ele foi levado para um hospital veterinário.

A tia de Hugo ouviu, na manhã de quarta-feira, o cachorro chorando. Saiu de casa para averiguar a situação, mas não encontrou nada. No entanto, quando entrou novamente na residência, ouviu o choro de novo e iniciou novas buscas, foi quando encontrou o cão.

Resgatado por Hugo, o cachorro recebeu o nome de Vitório. “Ela viu duas pessoas na mata perto da casa dela. Então ela e meu primo foram lá e ajudaram a desenterrá-lo. Ele estava quase morto, piscando os olhos bem fracos. Então ela me chamou, pegamos ele e levamos para a clínica”, disse ao G1.

 O eletricista, que decidiu acolher o animal, não consegue entender como alguém foi capaz de enterrar Vitório vivo.  “É muito revoltante as pessoas fazerem isso, não tem coração. Um animal indefeso. Deveriam ter ajudado ele”, desabafou.

De acordo com Hugo, o cachorro sofreu fraturas, está internado e terá que passar por cirurgia. Para arcar com os custos do tratamento, de aproximadamente R$ 3 mil, o eletricista pede doações.

Foto: Arquivo pessoal

“Ele precisa ser operado, colocar pinos. Além disso, tem os custos com exames, medicamentos e as diárias de internação. Não temos condições de arcar com tudo”, afirmou.

Desde que o caso se tornou público, Hugo arrecadou pouco mais de R$ 700, doados por empresas e pessoas físicas. Outros contatos do eletricista também prometeram ajudar. O montante arrecadado, no entanto, ainda não é suficiente e, por isso, Vitório segue precisando de mais ajuda financeira.

O caso configura crime de maus-tratos a animais e, segundo o titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), o delegado Luziano de Carvalho, a situação deve ser investigada pela polícia de Catalão.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Pit bull condenado a morte é salvo e adotado pela veterinária que o atendeu

Pacino e sua tutora | Foto: Brittany Elder

Pacino e sua tutora | Foto: Brittany Elder

Pacino foi encontrado sozinho e muito ferido em um quarto de uma casa abandonada em Camden, Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ele tinha ferimentos extremos em todo o corpo, e os agentes do controle de animais que o encontraram o levaram direto para uma clínica veterinária para avaliar sua condição.

A situação definitivamente não parecia boa para o pobre cachorro, mas felizmente, era Brittany Elder quem estava trabalhando como um dos veterinários naquele dia e, assim que ela conheceu Pacino, tanto a vida dele quanto a dela mudaram para sempre.

Os policiais que trouxeram Pacino disseram à veterinária que ele estava “em estado lastimável” e era “agressivo demais”, mas Elder imediatamente passou por tudo isso.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“Quando eles o levaram para a sala de tratamento, ele estava dentro de uma caixa gigante”, disse Elder ao The Dodo. “Eu abri a caixa e ele estava encolhido em um cantinho e não saía dali, mas eu podia ver que ele estava todo ensanguentado e extremamente ferido. Eles o jogaram pra fora do caixote e ele caiu no meu colo porque ele não se aguentou em pé. Ele estava tremendo de tão assustado. Seu corpo estava frio, magro e imundo”.

Elder sentou-se no chão da clínica veterinária com Pacino no colo e apenas o segurou por um tempo. Ficou claro que esse pobre cachorro passara pelo inferno e havia retornado, e Elder queria desesperadamente mostrar a ele como era ser amado pela primeira vez em sua vida.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

E com ele nos braços ela tomou uma decisão silenciosa.

Quando Elder segurava Pacino, os veterinários e oficiais de controle de animais começaram a discutir a situação de Pacino. Com base em sua condição e onde ele tinha sido encontrado, eles assumiram que ele tinha sido usado como um cão de isca para brigas de cães.

Suas feridas eram tão severas e seriam extremamente caras e difíceis de tratar, então o veterinário chefe e o oficial de controle de animais decidiram juntos que o melhor curso de ação seria aplicar morte induzida ao cachorro. Enquanto isso Elder segurava e confortava Pacino e ela sabia que jamais iria permitir que isso acontecesse ao cachorro.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“Em determinado momento, apesar de estar com muita dor, ele olhou para mim e lambeu meu rosto”, disse Elder. “Foi nesse momento que eu soube que esse cachorro não era ‘muito agressivo’ como haviam dito e que eu tinha que fazer algo para salvar sua vida. Eu decidi que iria assumir total responsabilidade financeira por ele, encorajá-lo a trazê-lo de volta à saúde e descobrir como oficializar a adoção mais tarde. Eu só precisava fazer algo e rápido”.

Elder assumiu total responsabilidade por Pacino e rapidamente providenciou para que ele tivesse suas feridas limpas e cuidadas. Seus ferimentos eram tão graves que não puderam ser costurados, e por isso a veterinária colocou cerca de uma dúzia de drenos por todo o corpo dele para evitar a infecção.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

Após a cirurgia de Pacino, Elder e seu namorado começaram a tomar providências para levar o pit bull para casa com eles. Ele ainda estava muito inseguro e com muito medo de tudo, além do mais, eles não tinham ideia de como ele reagiria ao chegar em sua casa – mas assim que ele chegou, eles perceberam que não tinham nada com que se preocupar.

Nos primeiros dias em sua nova casa, Pacino estava incrivelmente nervoso, e definitivamente mostrou sinais claros de que havia sido abusado em sua vida anterior.

Mas ele rapidamente percebeu que podia confiar em Elder e seu namorado, e não teve nenhum problema em deixá-los limpar suas feridas ou dar-lhe remédios. Pacino apegou-se a eles muito rapidamente, e pareceu entender, quase imediatamente, que eles o amavam e só queriam ajudá-lo a se curar.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“Ele confiou tanto em nós que nos permitiu fazer o que precisávamos para ajudá-lo”, disse Elder.

Enquanto o casal sabia muito pouco sobre o passado de Pacino, ficou claro que ele não teve uma vida muito feliz – porque o pobre filhote não tinha ideia de como ser um cachorro.

“Ao longo de sua recuperação, nós literalmente tivemos que ensiná-lo TUDO”, disse Elder. “Nós tivemos que treiná-lo, mostrar a ele onde comer, ensiná-lo a andar na coleira, mostrar a ele os brinquedos e como brincar e fazê-lo ver que ele era um cão normal.”

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

Quanto mais tempo Pacino passava em sua nova casa, mais ele começava a sair de sua concha e, em pouco tempo, ele era o cão mais doce e brincalhão do mundo, que só queria estar perto das pessoas que amava sempre que podia.

Suas feridas eventualmente se transformaram em cicatrizes e suas feridas emocionais pareciam se curar também. A dedicação de Elder, seu amor e sua mão sempre tocando Pacino foram o remédio ideal para sua alma machucada.

Foto: Brittany Elder

Foto: Brittany Elder

“A coisa que mais se destaca na minha mente, foi quando um dos meus amigos deu-lhe um pacote de cuidados com uma grande bola vermelha dentro”, disse Elder. “Eu acho que deve ter sido a única vez que ele viu um brinquedo, porque ele não sabia o que fazer com ele no começo. Depois de alguns lances, ele ficou obcecado com isso e foi quando vi seu primeiro sorriso! Ele era bobo, desajeitado e, em geral, super doce e ansioso para agradar. Ficou claro para nós que éramos de fato sua família, e nós nunca poderíamos deixá-lo ir”.

Agora, Pacino está com sua família há cinco anos e todos amam cada segundo juntos. Enquanto ele ainda não está confortável em torno de outros cães por causa de seu passado como um cão de isca, ele ama todos os bebês, crianças e adultos que ele conhece, e não se cansa de conhecer e brincar com novas pessoas. Ele adora comida e passa o tempo com seus pais, e sua nova guardiã é tão grata por ter sido ela a segurá-lo aquele dia no consultório veterinário pois foi ali que ela percebeu que os dois jamais se separariam.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Veterinária dorme dentro de canil para confortar cão ferido em incêndio

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

A vida do cão Taka quase chegou ao fim em um incêndio.

A casa do cachorro da raça shiba inu, de 8 anos, pegou fogo enquanto ele estava em uma varanda coberta. Por mais que sua família tentasse, eles não conseguiram chegar até ele a tempo e tiveram que fugir da casa para não morrer.

Então um milagre aconteceu. Taka conseguiu escapar da varanda sozinho e correu pela rua. Um vizinho acabou encontrando-o e o levou para ser atendido no Hospital Animal em Martinez, na Geórgia (EUA).

“Ele tinha queimaduras em volta dos olhos, boca, orelhas, barriga”, disse Emily Martin, veterinária do Care More Animal Hospital, ao The Dodo. “Nós realmente não sabíamos o quão grave seus ferimentos eram inicialmente, porque tivemos que nos preocupar primeiro com as queimaduras por inalação.”

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

Os olhos de Taka também ficaram gravemente feridos – infelizmente, ele acabou ficando cego.

Quando Taka começou a ter problemas para respirar, a equipe do centro veterinário o transferiu para a clínica da Universidade da Geórgia, onde ele poderia ser ligado a uma máquina de oxigênio. Depois de alguns dias, Taka melhorou e foi forte o suficiente para voltar ao Care More Animal Hospital, onde a equipe fez tudo que podia para ajudá-lo a melhorar.

Martin, em particular, desenvolveu um carinho muito especial por Taka.

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

“Eu tento tratar meus pacientes da mesma forma, mas o caso dele tocou meu coração um pouco mais fundo”, disse Martin. “Quando ele deu entrada no hospital, estava gritando de dor, mas ele se acalmou no momento em que me sentei com ele e comecei a cantar para ele.”

Martin falou com a família de Taka logo após sua chegada ao hospital veterinário, e eles acabaram entregando Taka aos cuidados de Martin por causa de sua saúde. Desde então, Martin decidiu se tornar mais do que a veterinária de Taka – ela se tornou sua mãe.

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

Como o hospital não está aberto 24 horas por dia, Martin trouxe Taka para casa com ela uma noite, então ele não precisou mais dormir sozinho.

“Eu estava com ele a noite toda em minha casa, então no dia seguinte estávamos exaustos”, disse Martin.

No dia seguinte, Martin rastejou pra dentro do canil de Taka no hospital veterinário, e os dois tiraram uma soneca juntos. Um dos colegas de trabalho de Martin capturou o momento em uma foto.

Para Martin, uma das coisas mais incríveis sobre Taka é o quão gentil ele é, apesar de tudo o que ele está passando.

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

“Ele não tem um único traço de maldade em sua personalidade”, disse Martin. “Muitas vezes, quando os animais estão com dor, eles começam a morder apenas porque estão sofrendo, mas ele não tentou me morder nenhuma vez. Ele aceita ser consolado pelas pessoas.

Embora ainda seja muito cedo para dizer como as queimaduras afetarão Taka a longo prazo, Martin e os outros veterinários estão otimistas sobre sua recuperação, especialmente porque ele está comendo e indo ao banheiro sozinho.

“Ele definitivamente está com muita dor, então ele não pode realmente estar feliz, mas estamos esperançosos de que ele vai ficar bem”, disse Martin.

A personalidade de Taka está começando a desabrochar.

Foto: Care More Animal Hospital

Foto: Care More Animal Hospital

“Ele gosta de esfregar a barriga e adora comida, então é um porquinho”, disse Martin. “Ele também gosta de abraçar”.

Martin se tornou muito ligada a Taka, então ela seriamente está pensando em adotá-lo. Dito isso, Martin já tem cinco outros cães e um bebê de sete meses, então ela admite que sua casa pode não ser o lugar ideal para Taka, que precisará de muito cuidado individual.

Caso Taka seja colocado para adoção, Martin está determinada a encontrar o melhor lar possível para ele – com pessoas que reconheçam o cão especial que ele é.

“Ele passou por algo tão traumático e doloroso, e ainda assim não desiste”, disse Martin.

“Ele é o cão mais forte e corajoso que eu já conheci”, conclui ela.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Meghan Markle quer que seu filho cresça na companhia de um cachorro

Foto: PA

Foto: PA

A duquesa de Sussex está planejando adotar um cão resgatado para que seu filho Archie tenha a oportunidade de crescer na companhia de um animal.

Meghan estaria procurando em centros de resgate para encontrar um animal doméstico para seu filho de dois meses.

A ex-atriz de 37 anos é patrona do The Mayhew Animal Home, em Londres, e falou anteriormente sobre a “mudança de vida” que a adoção de um animal doméstico pode trazer.

Foto: PA

Foto: PA

O duque e a duquesa de Sussex já têm dois cachorros em Frogmore Cottage, em Windsor, na Inglaterra, incluindo o beagle resgatado de Meghan: Guy.

Meghan ficou muito chateada quando foi forçada a deixar seu outro cão resgatado (já idoso) em Bogart, em Toronto, no Canadá quando se mudou para o Reino Unido para viver com o príncipe Harry.

Agora, a duquesa “realmente quer um cachorro com quem Archie possa associar sua infância”, disse uma fonte ao The Sun.

Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle

Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle

Em janeiro, Meghan visitou o The Mayhew Animal Home e foi especialmente cativada por uma cachorrinha de um ano da raça jack russell, chamada Minnie, que ia para adoção.

Ela queria levá-la para casa, mas disse aos espectadores na época: “Não podemos levar outro cachorro antes do bebê, pois nossas mãos estão lotadas!”

Meghan pediu aos seus seguidores que apoiassem a ONG de bem-estar animal da maneira que pudessem – seja adotando um animal, como voluntario, doando ou conscientizando as pessoas sobre os animais necessitados.

A duquesa não é a única amante de cães da família real.

Rainha Elizabeth IIFoto: PA

Rainha Elizabeth IIFoto: PA

A rainha é famosa por seu amor aos cães da raça corgi, que remonta a 1944, quando ela recebeu Susan, seu primeiro cão da raça pembroke corgi dado a ela em seu aniversário de 18 anos por seu pai, o rei George VI.

Ela possuía cerca de 30 corgis naquela época e todos – com exceção de um – são descendentes de Susan, e a rainha tornou-se uma especialista na raça.

Seu último cachorro, Whisper, morreu aos 12 anos no ano passado.

A princesa Anne tornou-se o primeiro membro da Família Real a adquirir um registro criminal quando foi multada em 500 libras depois que sua cachorra da raça bull terrier chamada Dotty mordeu uma criança em Windsor Great Park em 2002.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

O Duque e a Duquesa de Cambridge possuem um cocker spaniel chamado Lupo que foi dado a eles como um presente de casamento em 2011 do irmão de Kate, James.

A Duquesa da Cornualha, Camila, Bowles, adotou os cães terriers da raça jack russell Beth e Bluebell do abrigo Battersea Dogs and Cats Home em 2012.

No final de semana Harry e Meghan compartilharam duas fotos do batizado de Archie com seus quase 9 milhões de seguidores, postando que se sentiam “tão felizes em compartilhar a alegria deste dia com os membros do público” e agradecendo aos apoiadores por sua gentileza.

Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images

Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images

Mas seguiu-se uma reação à insistência de que a cerimônia permanecesse privada e que as identidades dos padrinhos de Archie não fossem reveladas.

Na imagem compartilhada, Meghan foi vista olhando nos olhos de Harry enquanto o pai orgulhoso olhava para Archie, e colocava a mão no braço de sua esposa.

Apenas 25 convidados estiveram presentes no batismo, onde Archie Harrison Mountbatten Windsor foi batizado em uma capela privada no Castelo de Windsor.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cão é ameaçado de morte após se recusar a participar de caçada

Foto: Schenley Hutson Kirk

Foto: Schenley Hutson Kirk

Uma jovem estava em um evento em Ohio, nos Estados Unidos, quando ouviu um homem conversando com um grupo de pessoas sobre um de seus cães. O caçador estava dizendo que o jovem beagle não caçava – e como ele estava planejando matar o cachorro por causa disso.

Ao saber dos planos do homem e decidida a ajudar o cachorrinho, a jovem imediatamente foi até o caçador e perguntou se ela poderia tentar encontrar uma ONG de resgate para levar o cachorro. O homem concordou, e a jovem rapidamente ligou para sua mãe, que é uma protetora ativa no mundo dos resgates, e fez com que ela fizesse um post no Facebook na esperança de que alguém visse e pudesse ajudar.

Foto: Schenley Hutson Kirk

Foto: Schenley Hutson Kirk

Schenley Hutson Kirk, fundadora da ONG de resgate e santuário HOUND Rescue and Sanctuary, viu o post no Facebook e imediatamente respondeu, dizendo que se o homem estivesse disposto a entregar o cachorro, mais tarde chamado Jeffrey, então ela e seu grupo resgate o aceitariam.

A jovem então foi em seguida, foi até a casa do homem para pegar Jeffrey e encontrou o filhote de 14 meses de idade vivendo do lado de fora em um barril azul cheio de palha, sofrendo de uma grave alergia a pulgas. O pobre cachorro estava assustado e ainda assim mostrou doçura, e ansiedade para ser ia para o colo de sua salvadora.

Jeffrey foi transferido para as instalações do HOUND Rescue and Sanctuary no dia seguinte. Ele foi examinado por um veterinário e, além de sua alergia a pulgas, foi constatado que ele estava em boa saúde, considerando que ele passou toda a sua vida vivendo do lado de fora de casa.

Foto: Schenley Hutson Kirk

Foto: Schenley Hutson Kirk

Após ele ter sido examinado e tratado, Kirk levou-o para casa. Apesar de tudo o que ele passou, Jeffrey foi tão doce quanto poderia ser desde o início, e não queria nada além de ser abraçado e amado por todos ao seu redor.

“Sons altos o assustam – ele obviamente nunca tinha estado em uma casa antes – então apenas o som da cafeteira funcionando ou o som de uma torradeira, sons que ele nunca tinha ouvido antes, já provocam medo nele”, Kirk disse ao The Dodo. “Ele está saindo de sua concha – e descobrimos que ele é muito brincalhão. Ele é a coisinha mais fofa que eu já vi”.

Jeffery adora brincar com outros cães, e correr com todos os seus novos amigos em seu lar adotivo. Ele claramente nunca teve muita oportunidade de apenas se divertir e ser um cão antes, e está vivendo intensamente cada momento agora. Kirk garante que ele sempre tenha muitos brinquedos – algo que ele nunca teve antes.

Foto: Schenley Hutson Kirk

Foto: Schenley Hutson Kirk

“Jeffrey adora seu brinquedo de pelúcia e o leva com ele em todos os lugares”, disse Kirk. “É triste pensar que este é o primeiro brinquedo que ele já teve. Ele nem sabia o que era um brinquedo até agora”.

A cada dia, Jeffrey parece um pouco mais corajoso e brincalhão do que antes, e todos ao seu redor estão tão gratos que conseguiram salvar sua vida e dar a ele a chance de finalmente ser apenas um cachorrinho.

Tudo o que ele precisava era um pouco de amor, carinho e compreensão.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Homem é detido após atirar em cachorro com arma de pressão em MS

Um homem de 24 anos, que não teve a identidade revelada, foi detido pela polícia após atirar em um cachorro na cidade de Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O crime aconteceu no último domingo (7).

Foto: Pixabay

O cachorro estava na rua quando foi alvejado pelo disparo de uma carabina de pressão. As informações são do portal Mídia Max.

O responsável por ferir o animal foi detido por populares. A polícia foi acionada pelo tutor do cão. Não há informações sobre o estado de saúde do cachorro.

O momento em que o cachorro foi alvejado pelo tiro foi testemunhado por uma pessoa que estava no local.

Aos militares, o homem disse que não teve a intenção de atingir o animal e que estava nos fundos da residência de seu tio atirando em latas. Ele foi encaminhado à delegacia.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Menino de sete anos salva cão que estava sendo abusado por outras crianças

Foto: Zoorprendente

Foto: Zoorprendente

Um menino de sete anos chamado Nicolás foi considerado um verdadeiro herói. Graças a sua coragem, um filhote de cachorro foi salvo da crueldade de um grupo de crianças.

O evento aconteceu no bairro Las Heras, na Argentina.

Nicolás conta como ficou aterrorizado quando viu quatro crianças mais velhas que ele, entre 8 e 12 anos, machucando e abusando do animal indefeso.

Foto: Zoorprendente

Foto: Zoorprendente

O menino não podia acreditar no que via. Preocupado, ele pediu que os outros parassem de bater no filhote e foi rapidamente buscar ajuda de sua mãe.

Felizmente, sua mãe Gisela, conseguiu resgatar o cachorro das mãos das crianças cruéis.

“Eles estavam dispostos a matá-lo!”, Disse a mãe de Nicolás.

Foto: Zoorprendente

Foto: Zoorprendente

Com este gesto nobre, Nico se tornou um herói depois que sua história se tornou viral nas redes sociais.

Depois de ser resgatado, o cão tomou um banho e recebeu todos os cuidados necessários. Além disso, o menino comprometeu-se a cobrir todas as despesas veterinárias com suas economias.

Foto: Zoorprendente

Foto: Zoorprendente

A mãe de Nicolás conta que o menino tem um coração de ouro e desde a infância tem sido um fervoroso amante dos animais.

Nicolás está feliz por poder ajudar o cão, que já foi batizado de Esteban.

Foto: Zoorprendente

Foto: Zoorprendente

Imediatamente, o heroísmo de Nico se espalhou pelas redes sociais e centenas de pessoas aplaudiram sua coragem.

Felizmente, a família tomou a decisão de ficar com o cachorro para sempre. Histórias como essa enchem nossos corações de alegria e esperança.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Galo acompanha tutora diariamente até o ponto do ônibus escolar

Foto: Holley Burns

Foto: Holley Burns

Todas as manhãs, O galo Frog acompanha a pessoa que ele mais ama no mundo, sua tutora Savannah, de 13 anos, até o ponto de ônibus para ir a escola.

“Ele fica com ela no final da entrada da garagem até que ela entre no ônibus”, Holley Burns, a mãe de Savannah, disse ao The Dodo. “Ele então volta para casa e passa seu dia normalmente conosco e com participando de nossas rotinas diárias até a hora de encontrá-la quando ela volta para casa”.

Quando o ônibus da escola traz Savannah de volta para casa, Frog corre tão rápido quanto as pernas de frango conseguem para levá-lo até ela.

Foto: Holley Burns

Foto: Holley Burns

“Ele ouve o ônibus parar há algumas casas na estrada do condado”, disse Burns. “E então ele sai correndo até o final da estrada antes do veículo de chegar lá. Todo dia.”

Em fevereiro de 2017, Frog veio morar com a família Burns em Atlanta, no Texas (EUA). Todos imediatamente notaram que ele era diferente. Por um lado, ele tinha penas em seus pés, o que todos achavam que era um pouco estranho. Ele também tinha uma maneira incomum de se mover, o que lhe valeu seu nome (Frog quer dizer sapo).

“Ele não andou – ele pulou”, disse Burns. “Meu filho ficou tipo: ‘Está pulando como um sapo. Devemos chamá-lo de “sapo”(Frog).

Foto: Holley Burns

Foto: Holley Burns

Uma coisa mais incomum sobre Frog foi com quem ele escolheu se socializar. Em vez de sair com outras galinhas, ele preferia passar seu tempo com as pessoas – Savannah em particular.

“Ele foi muito atencioso”, disse Burns. “Ele não estava interessado no que as galinhas estavam fazendo, ele estava interessado no que os humanos estavam fazendo.”

Foto: Holley Burns

Foto: Holley Burns

Quando Frog era um franguinho apenas, Savannah começou a carregá-lo para todo lado enquanto fazia suas tarefas, e o vínculo entre eles cresceu.

“Ela o levava para a lavanderia e ele a observava atentamente”, disse Burns. “Ela ia lavar a louça e colocava-o no balcão e ele a observava lavar a louça.”

Foto: Holley Burns

Foto: Holley Burns

Logo, o par era inseparável. “Tudo é Frog e Savannah”, disse Burns. “Ela o puxa em uma carroça. Onde quer que ela vá, ele está logo atrás dela. Ele vai a até cama para dormir e acordar com ela. Ele se senta e assiste TV com ela.

Burns não fica tão surpresa que Frog tenha se unido à sua filha. “Ela é o que eu chamo de uma encantadora de animais”, disse Burns. “Ela pode fazer qualquer coisa ou ir a qualquer lugar, é instantâneo – todos os animais são atraídos para ela.”

Foto: Holley Burns

Foto: Holley Burns

Mas ela nunca conheceu um galo como o Frog. “Eu não acho que ele saiba que é um galo”, disse Burns.

Frog até tem um melhor amigo canino – um cachorro chamado Casper que havia sido abandonado em um estacionamento do McDonald’s. No ano passado, a família Burns encontrou-o e levou-o para casa para morar com eles.

“Casper ficava realmente aterrorizado com as tempestades, e Frog o viu e aninhou-se com ele na lavanderia”, disse Burns. “Então o galo se aconchegou ao lado do cachorro. Era como se ele dissesse: “Ei, tudo bem. Não se preocupe com isso. Nada vai acontecer com você aqui em casa”.

Foto: Holley Burns

Foto: Holley Burns

Desde então, Frog e Casper são os melhores amigos. “Eles brincam muito juntos”, disse Burns. “Frog vai pular em cima de Casper, e Casper deita em cima dele, como se disse: hey, o que você está fazendo?'”

Enquanto a família Burns está acostumada com as formas incomuns de Frog, as pessoas que conhecem Frog pela primeira vez às vezes não têm certeza sobre ele.

“Quando as pessoas veem um galo correndo para elas, o primeiro instinto de todo mundo é: ‘Oh meu Deus, ele vai me atacar'”, disse Burns. “Mas ele vai cumprimentá-lo na entrada de casa e dizer: ‘Ei, estou aqui! Como vai você?'”

Depois disso, todo mundo acaba se apaixonando por Frog, incluindo o motorista do ônibus que Savannah pega.

Foto: Holley Burns

Foto: Holley Burns

“Chegou ao ponto de que, se eles [Savannah e Frog] não saírem do ônibus da escola a tempo, ele [Frog] vai com ela no ônibus escolar”, disse Burns. “Nosso motorista de ônibus é muito bom – ele sabe que deve tomar cuidado com Frog. Ele garante que eles estejam seguros antes de partirem.

Mas é Savannah quem o galo mais ama – e o sentimento é claramente mútuo.

“Eu não sei o que eles fariam sem um ao outro, sinceramente”, disse Burns. “Ele é um membro muito importante da nossa família”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.