Cães estão abandonados há 3 meses em casa vazia sem água e comida no Tocantins

Cachorros estão abandonados em uma casa vazia, sem água e comida, em Palmas, no Tocantins. O caso foi denunciado à Polícia Militar nesta quarta-feira (19). Os animais foram deixados no local há três meses.

Vizinhos, comovidos com o sofrimento dos cães, passaram a jogar comida para eles por cima do muro para impedir que morressem de fome. As informações são do G1.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado. A residência na qual os cães estão abandonados fica na quadra 507 Sul. A Polícia Militar Ambiental esteve no local.

Os policiais tentam agora contato com os proprietários da casa e com os tutores dos animais. Caso seja preciso, uma ordem judicial permitirá que os cachorros sejam resgatados.

O crime foi registrado na Delegacia Especializada de Repreensão aos Crimes de Meio Ambiente. Abandonar animais é passível de multa que varia de R$ 500 a R$ 3 mil, além de detenção de até um ano. No entanto, por ser infração de menor potencial ofensivo, a detenção costuma ser revertida em penas alternativas, como prestação de serviços à comunidade.


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Cães ficam “preocupados” com seus problemas antes de dormir, diz estudo

Cachorros ficam “preocupados” com seus próprios problemas antes de dormir. É o que descobriu um estudo húngaro que analisou 16 cachorros de diferentes raças.

O estudo descobriu também que as dificuldades emocionais dos animais resultam em um sono de pior qualidade. As informações são da revista Galileu.

Foto: Pixabay

Os cachorros foram submetidos, com a ajuda dos tutores, a acontecimentos bons e ruins – como, no caso das coisas boas, receber carícias e brincar ou, como exemplo de experiência ruim, ficar preso em um cômodo por um tempo sendo ignorado pelo tutor e ter um pesquisador olhando diretamente em seus olhos.

Equipados com sensores, os cães foram autorizados a ir para um local para dormir após viver as experiências positivas e negativas. Os que ficaram estressados dormiram duas vezes mais rápido que os que estavam relaxado – comportamento já registrado antes.

Os que viveram experiências ruins registraram 20 minutos a menos, em média, de sono profundo, o que indica que a qualidade do sono deles foi inferior.

“Esse resultado fornece a primeira evidência direta de que os estímulos emocionais afetam a fisiologia do sono subsequente em cães”, afirmaram os pesquisadores.

“A descoberta de que tratamentos emocionais breves influenciam a macroestrutura do sono também sugere que a pesquisa do sono poderia ser implementada de maneira útil no campo do bem-estar canino”, completaram.


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Comissão Nacional da OAB diz que explorar cães na caça ao javali é inconstitucional

Em audiência pública realizada na última terça-feira (18) na Câmara Federal, o presidente da Comissão Nacional de Proteção e Defesa dos Animais da OAB, Reynaldo Velloso, afirmou que a norma do Ibama que autoriza a exploração de cachorros na caça ao javali é inconstitucional.

Foto: Reprodução / Fauna Comunicação / JusBrasil

“A Instrução Normativa não só contraria o ordenamento descrito pela Constituição Federal, mas também a própria Lei de Crimes Ambientais. Estamos diante da terceirização da morte. Ao invés de promover o controle, o governo fomenta a matança, sem critérios, bastando apenas um simples cadastro. É a delegação do poder estatal sem maiores cerimônias. Um absurdo”, disse Velloso. As informações são do portal Fauna Comunicação, do JusBrasil.

“A Constituição Federal veda qualquer exposição dos animais às crueldades e a Lei de Crimes Ambientais tutela os animais contra maus-tratos. Como é possível o IBAMA fomentar esta prática? Deveriam se preocupar com o tráfico de animais e não apoiar a matança de cães.”, continuou.

O diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do IBAMA, João Riograndense, defendeu a norma e disse que o órgão está finalizando um sistema para controle do manejo do javali. Ele disse ainda que a instrução normativa foi analisada e aprovada pela AGU.

Durante o debate, Velloso questionou se o Ibama tem detalhes sobre os prejuízos causados, a quantificação dos danos, os impactos e a quantidade aproximadamente de javalis que vivem no Brasil. “Sem estas premissas não há o que se falar em”praga”ou discursos de prejuízos, pois nem se sabe onde acontece. Onde estão os gráficos pormenorizados e detalhados?”, disse o presidente da Comissão, referindo-se ao argumento do Ibama de que o javali é uma “praga” que deve ser combatida.

“Não estão controlando a entrada de cervos. Daqui há uns 10 anos teremos novamente o discurso de praga. Qual a intenção? Realizar um controle ou preparar um entretenimento?”, reforçou Velloso, que questionou ainda sobre quem introduziu o javali no Brasil. “A lei é permissiva. E as responsabilidades? Temos javali na Ilha Bela. Eles não voam nem nadam. Como foram parar lá?”, completou. O diretor do Ibama não respondeu aos questionamentos.

O biólogo Frank Alarcón, que também participou da audiência, afirmou que “estamos de volta aos tempos medievais, com estas práticas inconsequentes”. O gerente da Word Animal Protection, Maurício Forlani e a presidente da ONG Peludos, Arlene Lazzari, também estiveram presentes no debate, presidido pelo deputado Ricardo Izar (SP), que convocou a reunião. Outro debate deve ser convocada para agosto.


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Motorista transforma ônibus em abrigo de animais itinerante para salvar cães abandonados

Foto: Tony Aslup

Foto: Tony Aslup

Algumas pessoas não se lamentam apenas das situações tristes, elas agem para fazer a diferença. Este é o caso deste homem gentil e bondoso chamado Tony Alsup, que se recusa a ver alguém deixado para trás durante desastres naturais, especialmente os animais.

Essa é a razão pela qual o motorista de ônibus de Greenback, Tennesse (EUA) transformou um ônibus em um abrigo de animais móvel para pegar todos os animais “sobras” que os abrigos de animais não poderiam colocar antes de serem evacuados por furacões como Harvey e Florence.

De acordo com o The Washington Post, ele viajou recentemente de sua casa no Tennesse até o estado da Carolina do Sul para salvar mais de 60 animais durante o furacão Florence, 53 cães e 11 gatos.

Eu sou como esses animais, veja, estas são vidas também”, disse Alsup à publicação.

“Normalmente animais – especialmente animais de abrigo – sempre têm que ficar no banco de trás dos ônibus. Mas eu lhes darei seu próprio ônibus. Se eu tiver que pagar por todo o combustível, ou até mesmo arranjar um barco, eu dou um jeito para tirar esses cachorros e gatos de lá e salvá-los”, diz o motorista.

Foto: Tony Aslup

Foto: Tony Aslup

Assim que viu relatos de abrigos de animais que estavam superlotados quando o furacão Harvey atingiu o Texas, a Alsup começou a resgatar os animais.

“Eu pensei, bem, o que posso fazer?”, ele disse. “Eu vou comprar um ônibus”.

Dessa forma, ele poderia transportar os animais para abrigos que tivessem espaço ou estivessem vagos. Depois, ele continuou a resgatar animais durante os furacões Maria e Irma.

Em sua página no Facebook, ele pediu para ser informado onde os animais domésticos precisavam de mais ajuda na Carolina do Sul durante o furacão mais recente.

“É tudo verdade. Tony chegou às 4 da manhã de uma quarta-feira para recolher nossas “sobras” – os cães deficiência, com dirofilariose”, escreveu o Saint Frances Animal Center no Facebook.

“Ele levou aqueles que ninguém mais adotará. E ele os colocou em segurança. Não é a evacuação mais convencional, mas seguramente é a que tem mais coração que todas”.

Foto: Tony Aslup

Foto: Tony Aslup

E isso é porque quando Tony diz que ninguém será deixado para trás, ele realmente quer dizer isso mesmo.

“É tão fácil para as pessoas adotarem os animais domésticos pequenos, os fofinhos e os bonitinhos”, disse Alsup ao Greenville News. “Nós aceitamos os que merecem uma chance, mesmo sendo grandes e um pouco feios. Mas eu amo cachorros grandes e nós sempre achamos lugares para eles”.

Assim que Alsup resgatou os cães ameaçados pelo furacão Florence, ele os levou para Foley, Alabama, para um abrigo de amigos seus.

Neste lugar, Angela Eib-Maddux deu a todos eles banhos e cobertores quente e macios.

Ângela ficaria com eles até que ela pudesse encontrar abrigos ou casas de acolhimento para os cães. E todo esse trabalho foi feito em um dia.

Felizmente, alguns dos animais foram imediatamente adotados. Alsup trouxe outros cães e gatos para Knoxville, no Tennese, onde entregou cerca de 40 animais para abrigos e voluntários.

Então, ele foi descansar um pouco e decidiu voltar para Wilmington, N.C. para salvar mais alguns animais, porque é isso que ele faz, salva vidas.

Embora ele não tivesse certeza se era possível para ele chegar até lá com todos os obstáculos, financeiros e físicos, ele estava determinado a tentar.

Afinal, segundo o motorista: “Ninguém será deixado para trás”.

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Animais resgatados que eram explorados em laboratório ganham uma vida nova

Foto: WBTV

Foto: WBTV

Vários animais experimentaram a liberdade pela primeira vez apenas recentemente após uma vida atrás das grades em laboratórios de testes em animais.

Os animais foram trazidos através da fronteira do México com o EUA na última sexta-feira pelo Projeto Beagle Freedom.

Foto: WBTV

Foto: WBTV

O grupo de resgate de antigos animais de pesquisa os levou a um santuário de fazendas em Lincolnton na Carolina no Norte (EUA).

Os quatro cães, cinco coelhos e dois ratos estão agora começando uma vida nova.

Foto: WBTV

Foto: WBTV

“Quando os cães tocam grama pela primeira vez, é uma experiência incrível para eles, emocionante”, disse April Arrington, do Projeto Beagle Freedom.

“Esses cães só conheciam o rigoroso e frio ambiente estéril de um laboratório científico. Eles eram forçados a ficar presos dentro de gaiolas e canis e nunca lhes foi permitido ver sol, sentir a grama ou conhecer o toque amoroso de uma mão humana”.

Um cão entre os que foram resgatados, Winston, foi usado em testes de irritação da pele para diferentes cosméticos e produtos domésticos, de acordo com Arrington.

Foto: Winston usado em testes dermatológicos, finalmente livre | Foto: WBTV

Foto: Winston usado em testes dermatológicos, finalmente livre | Foto: WBTV

Todos os animais serão colocados em lares temporários até que estejam prontos para adoção.

Animais resgatados de laboratório sentem a grama pela primeira vez

Um grupo de coelhos seria morto após ter sido usado em estes de laboratório por uma universidade na Espanha, porém ativistas do santuário e equipe de resgate, Leo Vegano Animal, se uniram em uma missão de resgate e salvamento.

Com o destino já definido e apenas 48 horas para tirá-los do cativeiro, o grupo de salvadores sabia que tinha que agir rapidamente.

Missão: Salvar os coelhos

Cobertos de ferimentos provavelmente causados por perfurações, cheios de diversos tumores e com grandes pedaços de pele sem pelo em seus corpos, os pobres coelhos estavam absolutamente petrificados de medo.

Esses animais usados em testes de laboratório, normalmente passam a vida inteira sendo explorados. Nascidos e criados em uma “fábrica” de criação de animais, os coelhinhos viviam confinados em minúsculas gaiolas feitas de malha de arame e eram mantidos no escuro. Quando atingem a idade ideal, eles são enviados para qualquer laboratório de testes que os requisitarem, que nesse caso, era uma universidade.

Na universidade, eles permaneceram isolados e sozinhos em outra gaiola, e a cada dia submetidos a mais dor e sofrimento à medida que eram insensivelmente explorados e abusados.

Com a ajuda dos ativistas do santuário Leon Vegano Animal, os coelhos foram resgatados na última hora, e depois de uma longa viagem durante toda a noite, eles finalmente chegaram ao santuário Mino Valley Farm.

Livres enfim

Antes de chegarem ao santuário, os coelhos nunca haviam sentido o sol na pele ou a grama sob os pés.

No vídeo abaixo é possível ver os animais experimentando liberdade pela primeira vez:

Depois que eles se acostumaram a sua nova vida no santuário, os funcionários do abrigo os mudaram para uma área maior, onde eles compartilham o lar com algumas ovelhas e a bezerrinha residente: Luna.

O que há de mais especial em sua nova casa, é o espaço de que eles podem desfrutar: os coelhinhos têm uma enorme toca que começa dentro do celeiro de ovelhas. Sua toca é seu lugar favorito para passar o tempo durante o dia antes de retornar para sua casa à noite, junto com as galinhas.

Esperança de um futuro sem crueldade

Centenas de milhares de animais são envenenados, cegados e mortos todos os anos em testes de laboratórios com animais, principalmente para a indústria de cosméticos. Esses animais têm a pele e os olhos delicados injetados com produtos químicos e cremes de beleza e ficam presos de uma forma que não possam se mover. A pior parte de toda essa tortura é que ela é desnecessária e ineficaz. Com todos os ingredientes “seguros” já seguros e aprovados no mercado, não há nenhuma razão para as empresas submeterem criaturas inocentes a uma vida de dor e sofrimento em um laboratório para provar algo que já é de conhecimento público.

Esses animais não são recursos para serem utilizado conforme e disposição e o ganho pessoal humano. Eles vivem, sentem, são indivíduos que têm seu próprio propósito e lugar no mundo, mas a humanidade continua a explorá-los apenas porque pode.

Infligir dor e sofrimento a outro ser vivo é um ato não só injusto como imoral. Mesmo para os que não acreditam em exploração animal, a única resposta compassiva possível é a transição para um estilo de vida livre de crueldade. Ao escolher produtos livres de crueldade(cruelty-free), o consumidor se coloca contra essa violência.

Para fazer uma diferença real nas vidas dos animais, como ocorreu com esses coelhinhos resgatados, é preciso não apenas boicotar produtos que não sejam livres de crueldade, mas espalhar a conscientização sobre como sofrem esses animais indefesos para que esses produtos cheguem até o mercado consumidor.

Esses coelhos que agora vivem no santuário são apenas alguns entre milhões de animais que sofrem em laboratórios todos os dias. Nenhuma criatura viva deve ser submetida a tortura por motivo algum, muito menos pela indústria da vaidade humana.

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Norma que permite caça de javalis com cães vai ser discutida hoje na Câmara

Por David Arioch

Uma proposta do deputado Célio Studart (PV-CE) quer a sustação da norma estabelecida pelo poder Executivo | Foto: Pixabay

Hoje, a partir das 14h, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável vai discutir no Plenário 8 da Câmara dos Deputados a norma Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permite o uso de cães e armas brancas na caça de javalis.

Contrário à medida e responsável pela audiência pública desta terça-feira, o deputado Ricardo Izar (PP) sustenta que a liberação da prática de caça com fins de controle populacional do javali só poderia ser considerada ante extensa fundamentação científica e discussão pública.

Além de permitir o uso de cães, armas brancas e armadilhas do tipo jaula e curral, a Instrução Normativa Nº 12/2019 cria o Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf), que dispensa entrega de relatórios de manejo nas unidades do órgão. Tudo é informado eletronicamente pelos caçadores.

Uma proposta do deputado Célio Studart (PV-CE) quer a sustação da norma estabelecida pelo poder Executivo. Por meio do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 137/2019, ele argumenta que a caça de javalis já é um método de abate cruel, que causa muito sofrimento aos animais, já que os tiros desferidos contra os javalis, em sua maioria, não levam à morte imediata do animal. Sendo assim, eles sangram muito e agonizam antes de falecer.

“Cães são muito utilizados para perseguir os javalis, e frequentemente se ferem de maneira grave, podendo mesmo até perecer durante a caçada. O abate dos javalis é comumente feito com arma branca, empregando-se bastante violência, desferindo golpes em animal ainda consciente”, aponta Studart.

E acrescenta: “O Parlamente brasileiro não pode ser conivente com prática tão desumana como essa, e deve sustar as normas do Poder Executivo que extrapolem seu poder regulamentar, conforme mandamento constitucional.”


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Integrantes da banda Judas Priest postam fotos com cães para adoção

O Judas Priest tocou em Regina, no Canadá, no dia 08 de junho. Aproveitando o compromisso, os integrantes da banda visitaram o Lucky Paws Dog Rescue.

Foto: Lucky Paws Dog Rescue

A banda postou em suas redes sociais uma foto com a seguinte legenda: “Ian, Richie e Scott do JUDAS PRIEST e Andy conheceram alguns dos filhotes de resgate do Lucky Paws Dog Rescue Centre, que é um grupo de voluntários dedicados a resgatar cães e filhotes que vêm de situações horríveis e lhes dão uma nova vida. Eles fazem um ótimo trabalho em encontrar boas casas para esses cachorros. Aqui temos Ian com Lemmy, Richie com Judas, Scott com Scotia e Andy com Lita”.

A instituição também postou uma foto em suas redes sociais. “Nós aqui no @LuckyPawsDR Paws Dog Rescue ficamos emocionados na noite passada por fazer com que eles do JUDAS PRIEST fizessem uma sessão de fotos de caridade com nossos filhotes de resgate.”

Fonte: Whiplash


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Cães abandonados ganham coleiras reflexivas para evitar acidente de trânsito em SC

Os cães abandonados de Xanxerê, no Oeste do estado de Santa Catarina, estão recebendo coleiras que refletem a luz de carros, para evitar que sejam vítimas de acidentes. Por ano, são distribuídas cerca de 300 faixas reflexivas.

Foto: NSC TV/Reprodução

“A gente percebeu que poderia ser bem útil no meio do trânsito. O intuito é de visualização desses cães por parte do motorista, que ele consiga desviar ou parar para evita um acidente”, explica o zootecnista e adestrador de cães, Vagner Pacheco Oliveira.

As coleiras ficam no carro dele e sempre que encontra um animal pela rua, coloca neles. As faixas são confeccionadas pela mãe do zootecnista, que mora em Pelotas (RS) e é costureira. Ela manda para ele pelos Correios. São feitas de duas partes de tecido, que quando unidas, se encaixam e não apertam, podendo ser retiradas facilmente.

“Os lares temporários estão esgotados. Não têm mais onde colocar esses animais. A gente precisa cuidar desses que andam na rua”, defende Vagner.

Fonte: G1


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Matança de cães por eletrocussão gera indignação em Cabo Verde

Na capital de Cabo Verde, os cães abandonados são capturados e mortos por eletrocussão pela lixeira municipal, um método criticado por associações de bem-estar animal locais e internacionais que defendem outras políticas de controle da população canina.

A presença de cães nas ruas de Cabo Verde, particularmente na cidade da Praia (ilha de Santiago), é visível. Muitos apresentam feridas e a maioria tem sinais de agressão ou atropelamento.

Paulo Cunha/LUSA

Vivem nos campos, dormem nas praias, ocupam as entradas dos prédios ou das lojas, fogem do calor debaixo dos carros. Há cães idosos, embora raros, cadelas grávidas ou com sinais de parto recente, cachorros mal-escondidos em buracos de terra e cães menos jovens e adultos.

O aumento da população canina tem se revelado um problema para as autoridades, que se deparam com uma forte oposição dos que estão contra a forma como estes animais são capturados, mantidos após captura e mortos, por eletrocussão.

Há pouco tempo, o método usado para matar os cães era o envenenamento por estricnina, disse à agência Lusa o vereador da Cultura, Ambiente e Saneamento da Câmara Municipal da Praia, António Lopes da Silva.

O parlamentar assume que os animais são capturados e, quando não são adotados, mortos por eletrocussão. É um tema difícil e desconfortável para a autarquia.

“Temos a consciência plena de que não é matando os cães que se resolve o problema”, afirmou António Lopes da Silva, assegurando que a captura só acontece nos bairros sem campanhas de esterilização, que são a maioria.

Aí, os cães reproduzem-se e, ciclicamente, são capturados e levados para a lixeira, onde serão eletrocutados se ninguém os for resgatar, a troco de 3.000$00 (cerca de 28 euros) por cão.

“Há bairros onde as campanhas de castração não chegam e o número de cães é tão elevado que, perante as queixas de moradores, a câmara tem de determinar a sua captura”, afirmou o vereador.

António Lopes da Silva garante que o que a autarquia faz é legal e está previsto no Código de Posturas Municipais, aprovado em 2014. E até reconhece alguma evolução em relação ao envenenamento.

As associações que defendem o bem-estar animal têm uma leitura diferente, como o movimento Comunidade Responsável que está fazendo uma petição pelo fim da prática de matar cães abandonados na Praia, que contava, na sexta-feira (14), com cerca de 700 assinaturas.

Maria Zsuzsanna Fortes, voluntária do movimento, disse à Lusa que as pessoas estão cada vez mais indignadas com a situação, que é de “uma crueldade fora do comum”.

“Os animais pagam o preço da negligência humana”, disse, contando que os cães estão sendo capturados como se fossem lixo. Um vídeo recente, publicado nas redes sociais, mostra a captura de um cão que é depois atirado para dentro de um caminhão de lixo, tal como outros produtos inertes. O seu destino: a lixeira.

Na lixeira municipal, contou Maria Zsuzsanna Fortes, os cães ficam instalados num espaço com quatro divisões, sem água, sem comida, em cima de fezes, às vezes ao pé de cadáveres, já que vão assistindo à morte dos animais.

O vereador António Lopes da Silva garante que quem recolhe os cães trabalha para a autarquia e teve formação para tal. No entanto, têm sido visíveis na cidade da Praia caixas abertas, onde são colocados animais por cidadãos que os recolhem e que não estão fardados como os funcionários municipais.

As denúncias nas redes sociais contam com relatos de jovens desempregados que recebem cerca de 300 escudos (2,7 euros) por cada animal capturado, situação não confirmada pelo autarca, que garante ser essa uma tarefa a cargo de funcionários.

Nos últimos dias, alguns moradores indignados têm saído em defesa dos animais e conseguido libertar alguns que já se encontravam no interior dos veículos.

No texto que acompanha a petição contra a morte dos animais na Praia, o Movimento Comunidade Responsável recorda que “a eletrocussão é internacionalmente proibida por convenções internacionais, dos quais Cabo Verde faz parte”.

“A eletrocussão é proibida por causar um extremo sofrimento aos animais. No ânus dos animais, muitas vezes totalmente molhados e colocados dentro de uma caixa metálica, é introduzido um cabo com 380 volts. As veias do cão rebentam, os músculos convulsionam-se e até os ossos se partem por causa de tantas convulsões”, lê-se no documento.

O movimento acusa a autarquia de não respeitar um protocolo assinado entre as duas partes em março de 2018 e que “estabelece um método eficaz para a gestão ética da população canina, sem matar os animais ou causar-lhes qualquer sofrimento, providenciando cuidados e educando a população para a posse responsável do cão”.

António Lopes da Silva garante que a autarquia está trabalhando na castração dos animais com as associações “interessadas em trabalhar” nesta área, embora reconheça que “não chega” a todos.

Em novembro passado, a Sociedade Humana Internacional — que reúne organizações de defesa do bem-estar animal em todo o mundo — escreveu uma carta ao presidente da Câmara Municipal da Praia fazendo um alerta para a publicidade negativa que Cabo Verde estava recebendo.

“A morte é completamente ineficiente no controle da população de cães a longo prazo, assim como na redução das zoonoses” (doenças transmitidas aos humanos através dos animais), lê-se na carta a que a Lusa teve acesso.

Portugal pode ajudar em alternativas à eletrocussão de cães

O autarca responsável pelo controle dos cães na capital cabo-verdiana está disposto a equacionar outros métodos, além da atual eletrocussão, e tem o apoio das Ordens dos Veterinários de Cabo Verde e de Portugal.

O vereador António Lopes da Silva considera que o problema do excesso de cães na cidade da Praia não se resolve com o extermínio desses animais, mas afirma que a medida tem de ser determinada sempre que “a quantidade de cães ultrapassa o equilíbrio”.

Apesar de sublinhar que a eletrocussão é legal, admite equacionar outros métodos e afirma mesmo que todo o apoio é bem-vindo no sentido de encontrar forma de a situação melhorar.

A bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários de Cabo Verde, Sandy Freire, disse à Lusa que esta organização é contra a eletrocussão e defende a constituição de uma equipe com pelo menos dois veterinários para realizar esta e outras operações de controle da população canina, como esterilização e castração.

Contudo, admite que faltam profissionais em Cabo Verde e que os sete existentes na cidade da Praia estão em outras funções.

A veterinária acredita, contudo, que muito mais há a fazer e que “a captura e a eletrocussão dos cães em Cabo Verde são apenas a ponta do iceberg de um problema muito mais complexo”.

Para Sandy Freire, esta situação só acontece porque não existe uma política pública que determine as medidas de controle dos animais.

Sem um quadro legal, disse, é quase impossível melhorar as coisas.

Questionado pela agência Lusa, o bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários de Portugal, Jorge Cid, mostrou disponibilidade para ajudar Cabo Verde no que for possível a esta organização.

“Faremos o que for possível, com todo o gosto”, disse o bastonário, exemplificando esse apoio como protocolos de entreajuda, ações de formação, entre outros.

E acrescentou que basta a bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários, a Câmara Municipal ou o Governo contactarem a Ordem dos Médicos Veterinários portuguesas para esta ajudar, dentro das suas possibilidades.

Movimento apela ao PR de Cabo Verde para terminar com chacina de cães

O Movimento Civil Comunidade Responsável de Cabo Verde apelou, neste sábado (15), à intervenção do Presidente da República para terminar com “a intolerável situação de maus-tratos dos animais” no país, onde os cães errantes são capturados e eletrocutados.

“A Câmara Municipal da Praia [ilha de Santiago] tem levado a cabo uma autêntica chacina dos cães errantes na cidade, ignorando todos os esforços das organizações da sociedade civil e cidadãos para a criação de uma aliança que vise o controle sustentável e humanizado da população canina”, lê-se na missiva endereçada ao chefe de Estado.

A organização denuncia que “o departamento do Ambiente da Câmara Municipal da Praia faz circular uma viatura que recolhe lixo pela cidade com o intuito de capturar cães, levá-los para a lixeira e executá-los por eletrocussão 24 a 48 horas depois da captura, se não forem reclamados”.

“Os cães são capturados com extrema violência, privados de água e alimentação durante o período de cativeiro e executados através da colocação de um ferro com 380 volts no ânus”, prossegue a exposição da associação, dirigida a Jorge Carlos Fonseca.

A organização avança nesta carta que, em março de 2018, “a Câmara Municipal da Praia, na pessoa do seu presidente, assinou um protocolo” com o movimento, no qual “a autarquia assumia o compromisso de parar com as execuções e investir em métodos humanizados de controlo da população canina”.

Esse acordo, assinado entre ambas as partes, “nunca foi cumprido”, denuncia a organização.

“A Câmara Municipal da Praia está, portanto, utilizando um método ineficaz e inútil e perpetuando a violência gratuita contra seres vivos sencientes, que sentem dor, e medo da tortura”, lê-se na carta.

O movimento apela, por isso, ao chefe de Estado cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, pela “humanidade” que lhe reconhece, que, “em nome de toda uma comunidade indignada e consternada”, intervenha imediatamente “pelo fim desta situação”.

Fonte: Observador

Nota da Redação: matar animais, através de injeções letais ou de qualquer outro método, como a cruel eletrocussão, é uma prática inaceitável que deve ser combatida em todo o mundo. O controle de animais domésticos deve ser feito através da castração. Esse é o único meio ético de impedir a superpopulação de uma espécie. A morte, seja feita da forma que for, não pode ser sequer cogitada, em hipótese alguma.


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Ibram oferece duas mil vagas para castração no Distrito Federal

O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) está realizando mais uma campanha de castração de cães e gatos no Distrito Federal. No total, serão oferecidas duas mil vagas para inscrições online e cadastros presenciais, divididos em cinco pontos: sede do instituto e nas administrações regionais de Ceilândia, do Paranoá, de Taguatinga e de São Sebastião.

(Foto: Shutterstock)

Os interessados poderão cadastrar até três animais (cães e/ou gatos). Pela internet, serão oferecidas 650 vagas, com início às 9 h de segunda-feira (17), por meio de um link que estará disponível no site do Ibram.

O interessado deve realizar o upload de arquivos digitais contendo seus dados pessoais. No mesmo dia (17), também serão oferecidas 250 vagas para o cadastro presencial na sede do Ibram (SEPN 511, bloco C).

Na terça-feira (18), serão realizados cadastros nas administrações regionais de Ceilândia (QNM 13, Módulo B) e de Taguatinga (Praça do Relógio Lote A, St. Central). Cada local disponibilizará 300 vagas de castração.

Já na quarta-feira (19), os interessados podem procurar as administrações regionais do Paranoá (Praça Central – s/n lt. 1) e de São Sebastião (Quadra 101), que cadastrarão 250 vagas cada uma.

As senhas de atendimento serão distribuídas no local a partir das 8h. Para o cadastro presencial é necessário ter em mãos um documento de identidade (RG ou CNH) e comprovante de endereço em nome do responsável ou declaração de residência.

Fonte: Vegazeta


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