Mulher mata cachorros e arara-azul a tiros em Itapemirim (ES)

Uma mulher matou três cachorros e uma arara-azul a tiros em Itapemirim, no Espírito Santo. O crime aconteceu no último sábado (20) e a mulher, que sofre de depressão, afirmou que estava em surto quando matou os animais.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Após ser denunciada, a mulher foi encaminhada para uma delegacia de Polícia Civil. As informações são do portal Gazeta Online.

A mulher disse que pretendia tirar a própria vida e decidiu matar os animais porque gostava muito deles e sabia que, se ela cometesse suicídio, não haveria ninguém para cuidar deles.

A Polícia Civil emitiu uma nota por meio da qual explicou que a mulher assinou um termo circunstanciado de ocorrência e foi liberada em seguida. Ela responderá por crime ambiental.

A arma utilizada no crime era registrada e foi apreendida, assim como as munições. Os itens foram encaminhados para exame de balística e uma perícia foi realizada no domingo (21) no local do crime.

Os policiais orientaram a mulher a procurar ajuda psicológica, segundo o portal Aqui Notícias.


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Campus da USP em Bauru (SP) inicia ação para combater abandono de animais

O campus da USP em Bauru, no interior de São Paulo, realiza um projeto para combater o abandono de animais no local. A ação, criada em 2018, tem focado no momento nos gatos e é executada por representantes da Prefeitura do Campus (PUSP-B), da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) e do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC).

Foto: Denise Guimarães

O projeto gira em torno de questões como o abandono, o manejo, a importância do CED (capturar, esterilizar, devolver) e da alimentação coordenada e organizada de animais ferais – isso é, que não estão domesticados.

“As ações propostas são baseadas em experiências de outros campi, trabalhos acadêmicos e parcerias com a Prefeitura Municipal de Bauru, entre outras. Foi entendido que o controle populacional organizado é a melhor solução para o caso”, informa o arquiteto Vítor Locilento Sanches, chefe Técnico da Divisão de Manutenção e Operação da PUSP-B e presidente da Comissão de Manejo de Animais do Campus USP de Bauru.

Desde que o projeto foi iniciado, não foram encontradas novas ninhadas no campus, nem ocorreu aumento populacional dos animais. Sanches considera o resultado positivo e defende que o trabalho continue sendo realizando. As informações são de Luis Victorelli, do Jornal da USP.

“É importante ressaltar que o grupo não completou um ano de trabalho e, segundo relatório realizado pela Esalq [Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP], a experiência de resultados em ação similar na Universidade da Flórida (EUA) levou 11 anos para ser considerada com sucesso”, comenta.

A comissão não executa ações, mas assessora dirigentes em decisões sobre a definição de metodologias. “O trabalho de alimentação, cuidados com água e captura dos animais para castração é feito por voluntários que já realizavam essas atividades antes da comissão”, diz Sanches, que lembra ainda que o campus não é o local adequado para os gatos viverem.

A alimentação dos animais está sendo custeada por voluntários que se sensibilizam com a situação de abandono. De acordo com o presidente da comissão de manejo, não impedir o aumento da população dos animais somente sobrecarregaria os custos que essas pessoas têm.

Ao encontrar cachorros, gatos ou outros animais precisando de ajuda, a comissão recomenda que a pessoa os encaminhe para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) ou para ONGs para que situações de doença e abandono sejam resolvidas e os animais sejam disponibilizados para adoção.

Orientados pela comissão, os voluntários passaram a oferecer apenas ração seca aos animais e a dispor os potes com o alimento em pontos pré-estabelecidos para evitar acidentes entre eles e automóveis das pessoas que circulam pelo estacionamento. Eles também mantêm as vasilhas de água limpas para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti.

Capturar, esterilizar e devolver

Uma metodologia internacional de controle populacional de gatos, denominada “capturar, esterilizar e devolver (CED)”, está sendo utilizada no campus. Marcações são feitas, como forma de controle, na orelha dos gatos castrados – sem dor ou prejuízo ao animal – para que ele não seja capturado duas vezes para castração.

Por não estarem domesticados, alguns animais são extremamente ariscos e não podem ser encaminhados para adoção. Por isso, após serem castrados, são devolvidos ao campus. Por serem territorialistas, os gatos não permitem novos membros no grupo com facilidade e, por isso, após serem feitas as esterilizações que impedem a procriação, o número de animais tendem a se manter fixo.

Parte dos animais foi castrada por meio de financiamento coletivo feito pelos voluntários que os alimentam e o restante através de parceria entre a USP, em Bauru, e o Centro de Controle de Zoonoses de Bauru, sem qualquer custo.

Nos edifícios da universidade que estão voltados para a rua foram afixadas placas que alertam que o abandono de animais configura crime e está previsto na Lei Federal nº 9605/1998, com punição de detenção de até um ano, além de multa.


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Testes realizados em beagles aumentam no Reino Unido

Por Rafaela Damasceno

Os testes de laboratório realizados em cachorros aumentaram no Reino Unido. Os números chegaram a quase 5 mil só em 2019, um aumento de 16% em relação ao ano passado. Apesar dessa elevação, a maior parte dos testes ainda é realizada em outros animais, como camundongos e peixes. Ao todo, 3,52 milhões de procedimentos foram realizados no país em 2017.

Um beagle preso em uma gaiola

Imagem ilustrativa | Foto: Getty

Os beagles são os cachorros mais explorados nos testes. A maior parte dos procedimentos (71%) visava experimentar a segurança de produtos medicinais, odontológicos e veterinários.

Gatos, cachorros, macacos e cavalos são normalmente considerados espécies protegidas e compõe ao todo 1% dos testes no mundo. O número de gatos explorados diminuiu em 20%, mas o número de macacos cresceu 8%.

Em 2017, cerca de metade dos procedimentos foram experimentais, mas 1,72 milhões de animais foram explorados para estudos envolvendo criação de espécies geneticamente modificadas.

Todos os lugares que fazem testes em animais recebem uma licença para isso. A maior parte, 51%, foram realizados em universidades de medicina.

Desde 2014, os testes são classificados de acordo com a quantidade de sofrimento que causa. Há cinco categorias: sublimiar, sem recuperação, leve, moderada e grave.

Lindsay Marshall, cientista da Sociedade Humana Internacional, afirma que as pesquisas médicas da Grã-Bretanha são ultrapassadas e irracionais. Já a Dra. Frances Rawle, diretora do Conselho de Pesquisa Médica, acredita que os testes em animais ainda são essenciais para a pesquisa progressiva.

“Essas figuras compõem um sistema ultrapassado, cujos experimentos drogam, envenenam, mutilam e matam certos animais apenas porque sempre fizeram isso”, declara a consultora política da PETA, Julia Baines. Ela ainda chama atenção para o fato de que camundongos, ratos e peixes têm menos proteção do que cachorros e gatos, mesmo tendo a mesma capacidade de sentir dor.

“O governo do Reino Unido tem uma obrigação moral de proteger os animais e podem continuar promovendo a saúde humana trocando os testes em seres vivos pelas tecnologias atuais, como os chips que recriam órgãos”, completou.


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Conselho de Medicina Veterinária faz alerta sobre aumento do abandono de animais nas férias

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) faz um alerta sobre o aumento do número de animais abandonados durante o período de férias. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), há atualmente 30 milhões de animais abandonados no país, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.

Foto: Pixabay

“Eu vejo como um grande problema o descaso das famílias que têm um animal dentro de casa, que dizem que criam um gato ou um cachorro, e aí chega num momento de viagem, simplesmente soltam o animal”, alerta a médica-veterinária Cristiane Schilbach Pizzutto, presidente da Comissão de Bem-Estar Animal do CRMV-SP.

Atualmente, serviços de hospedagem em hotéis para animais e de pet sitter – uma espécie de “babá” que cuida do animal na casa do tutor – são soluções viáveis para famílias que querem viajar e não têm com quem deixar o cachorro ou gato.

“Tem muitos animais que ficam doentes por problemas psicológicos, consequências do abandono, da falta, da tristeza, quase uma depressão. Então, o abandono é muito prejudicial para os animais”, afirma Thomas Faria Marzano, presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP. As informações são do portal Itu.

Além disso, após ser resgatado e tratado, o animal pode sofrer algum tipo de dificuldade de adaptação ao novo lar, o que demanda paciência dos novos tutores. “Ele consegue se adaptar, mas existe realmente uma memória, uma lembrança do que ele passou no momento de abandono, que pode dificultar o processo em uma nova casa. E o que agrava demais é quando o animal é abandonado pela segunda vez. Aí, realmente, fica muito complicado. Ele tem uma grande dificuldade de se adaptar numa terceira família. É claro que é possível, mas o trabalho da família, que vai envolver toda esta adaptação, é maior”, explica Cristiane.

“Geralmente, abandonam os animais por agressividade, por exemplo, o animal que mordeu alguém da família. Ou que traz algum tipo de transtorno, como latir demais, ou que frustra as expectativas dos tutores. Às vezes, a pessoa compra, adota ou cria um animal tendo uma expectativa sobre aquela espécie, aquela raça, e quando vai ver, tem um comportamento completamente diferente e a pessoa não quer mais, abandona. Então, são vários os fatores pelos quais as pessoas ‘devolvem’, não somente um específico”, conta a profissional.

Animais doentes também são vítimas frequentes de abandono. No momento em que mais precisam dos tutores, eles são descartados. “A gente vê muito isso em universidades, principalmente naquelas que têm curso de Medicina Veterinária. As pessoas levam o animal ao hospital, pagam o médico-veterinário e descobrem alguma doença que vai exigir tratamento, às vezes mais oneroso, então preferem descartar o animal”, diz.

“Para quem está decidindo ter um animalzinho em casa, uma das coisas que tem que saber é que é um ser vivo, ele é dependente. Ele não vai pegar comida sozinho, não vai tirar o cocô sozinho, não faz xixi na privada. Ele precisa do ser humano. Então, é muito importante as pessoas terem consciência disso”, aconselha Marzano.

O profissional lembrou ainda que, ao resgatar um animal da rua, muitas vezes debilitado, é preciso ter cuidado para garantir a saúde do animal. “Sempre que se adota um animal ou pega da rua, de alguma ONG ou abrigo, é muito importante que leve a um médico-veterinário. Assim, mesmo não conhecendo o histórico, os tutores poderão saber, mais ou menos, a idade que o animal tem, fazer os exames, para aí sim poder cuidar bem dele. Muitas vezes, o animal pode estar desidratado, desnutrido, com alguma doença bacteriana ou até mesmo viral. Por isso, até mesmo antes de colocar ele para morar junto com outro animal, se já tiver um, ou alguma criança em casa, o ideal é ter esse cuidado”, orienta Thomas Marzano.


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Cães que passaram a vida toda acorrentados buscam adotantes em MG

A operação para reprimir maus-tratos a cães em abrigo particular na zona rural de Sabará (MG), de propriedade de um policial civil do Estado de Minas Gerais, teve sua segunda etapa na tarde de ontem, 16 de julho, quando foram retirados 13 animais.

Foto: Divulgação

Médicos veterinários da UFMG e do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), apoiadores do MPMG, protetores de animais das ONGs Lobo Alfa e RockBicho e policiais militares do Meio Ambiente e policiais civis da Corregedoria da instituição integraram a operação desta terça-feira e encaminharam 13 animais para o Hospital Veterinário da FEAD.

Na primeira etapa, no dia 11 de julho, três cães em estado mais grave foram encaminhados para atendimento veterinário e seguem internados no Hospital Veterinário da UFMG.

Em geral, os animais estão muito magros, subnutridos, com alimentação inadequada , comendo suas próprias fezes, têm lesões de pele (feridas e cicatrizes) em várias partes do corpo, incluindo feridas recentes com sangramento e infecção; têm lesões oculares, estão acorrentados, o que impede movimentação porque são coleiras muito grossas e correntes muito pesadas, levando a lesões no pescoço devido à condição de aprisionamento; animais com comportamento de extremo medo frente às pessoas e, apesar do medo, buscam interagir e demandam carinho;
apresentam comportamento e vocalização que indicam sofrimento físico e emocional, recebem alimento totalmente inadequado e têm água suja; estão em local úmido, frio e, como estão acorrentados, não conseguem buscar local para se aquecer e manter uma temperatura corporal compatível com a vida. Há também animais em locais com muito sol, sofrendo estresse térmico.

“O que vimos lá no sítio é muito mais que crueldade. São vítimas de extrema covardia. Arrancaram a alma daqueles animais ao confiná-los com uma corrente de 12kg, 24 horas por dia, a vida inteira, desde que nasceram, sofrendo fome, frio, calor e com doenças. Mesmo assim são dóceis com humanos, nos pedem carinho e querem nos abraçar o tempo todo! É a pior situação que eu vi nos últimos anos”, relatou uma das protetoras integrantes da ação.

A retirada dos animais, que são mestiços de pit bulls dóceis, será gradual porque ainda não há para onde levar todos. Contudo, o autor firmou termo de compromisso com o MP para melhorar as condições dos animais que ainda estão no local até sua efetiva retirada.

“À medida em que formos conseguindo lares ou adotantes eles vão sendo retirados do sítio. Os custos com internações e manutenção desses 47 cães são altos e ainda não há fontes de custeio”, destacou Anelisa Ribeiro Cardoso, promotora de Justiça Cooperadora da Coordenadoria Estadual de Defesa da Fauna do MPMG.

Para que as ações tenham êxito é urgente que surjam adotantes ou pessoas que possam dar lares temporários
e também ração de boa qualidade para alimentar os que ficaram no sítio.

Interessados em adotar ou dar lar temporário devem enviar e-mail para cedef@mpmg.mp.br ou ligar para o telefone 3330-9911. Quem puder doar ração favor entregar na sede do Conselho Regional de Medicina Veterinária de MG na rua Platina, 189 – Prado e também nas unidades do Colégio Arnaldo:

  • Unidade Anchieta
    3524-5200
    Rua Vitório Marçola, 360 Anchieta – BH
  • Unidade Funcionários
    3524-5000
    Praça João Pessoa, 200 – BH

Entenda o caso

A primeira ação, no dia 11 de julho, foi organizada pela 2ª Promotoria de Justiça de Sabará, com o apoio da Coordenadoria Estadual de Defesa da Fauna (Cedef), do Núcleo de Combate aos Crimes Ambientais (Nucrim) e da Central de Apoio Técnico (Ceat) do MPMG.

A operação contou com o apoio da Polícia Militar de Meio Ambiente e da Corregedoria da Polícia Civil, uma vez que o investigado é policial civil. Para a ação, que cumpriu mandados de busca e apreensão autorizados pela Vara Criminal de Sabará, foram mobilizados 40 policiais civis e militares, duas promotoras de Justiça, quatro médicos veterinários do MPMG e três da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), além de quatro auxiliares de veterinária.

O investigado, um policial civil, compareceu ao MPMG, prestou declarações e assinou Termo de Ajustamento de Conduta preliminar por meio do qual se obrigou a adotar medidas emergenciais, sob a orientação de médico veterinário, para assegurar o bem-estar dos cães. Ele ainda se comprometeu a entregar os cães para adotantes indicados pelo Ministério Público.

A apuração dos fatos se deu através de procedimento Investigatório Criminal do MPMG, que teve início em 14 de novembro de 2018.


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Cães são resgatados em estado severo de desnutrição em Joinville (SC)

Três cachorros foram encontrados em situação de maus-tratos em uma casa em Joinville, no estado de Santa Catarina. Além deles, duas aves silvestres eram mantidas em cativeiro no local. Os animais foram resgatados na segunda-feira (15).

Foto Divulgação / Polícia Civil

O resgate foi feito por uma equipe da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Civil, que também encaminhou o responsável pelos animais para a delegacia. Ele foi acusado de maltratar animais domésticos e silvestres. As informações são do portal OCP.

Os animais eram mantidos em uma residência no bairro Parque Guarani. Os cachorros foram encontrados em situação deplorável, com estado avançado de desnutrição e desidratação. De acordo com a polícia, os cuidados com alimentação e higiene eram negligenciados, o que colocou os cães em risco de morte.

Após a ação policial, os cachorros foram levados para o Centro de Bem-Estar Animal de Joinville e as aves foram encaminhadas, em caráter temporário, ao Zoobotânico.

Foto Divulgação / Polícia Civil


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Empresas usam tecnologia de reconhecimento facial para localizar cães perdidos

Uma empresa chinesa desenvolveu um aplicativo por meio do qual utiliza uma tecnologia de reconhecimento facial para localizar cachorros desaparecidos. O “Megvii” é um programa que encontra os cães através de imagens dos focinhos deles, previamente registradas.

Pixabay

O aplicativo consegue ter, segundo a startup, 95% de precisão no reconhecimento dos cachorros. Ainda de acordo com a empresa, já foram reunidas informações de mais de 15 mil animais. As informações são do portal TAB.

Além de criar o programa, a empresa também fez uma parceria com o governo para monitorar tutores que deixam os animais andar sem coleira em locais públicos, submetendo-os ao risco de acidentes. Na China, deixar animais soltos na rua é ilegal e pode ser punido com multa. Atualmente, mais de 91 milhões de cachorros e gatos vivem nas áreas urbanas do país.

A iniciativa da startup chinesa, no entanto, não é a única no campo do reconhecimento facial voltado para a localização de animais perdidos. Isso porque uma empresa norte-americana também já desenvolveu um aplicativo semelhante, chamado Finding Rover.

Reprodução / Portal TAB


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Fotos de cães antes e depois de serem adotados mostra importância da adoção

A adoção é um ato de amor capaz de salvar vidas. Muitos animais são encontrados debilitados, com doenças físicas e psicológicas.

Traumatizados, feridos e doentes, eles têm a vida completamente transformada ao serem adotados. Muitos deles ficam totalmente irreconhecíveis devido à evolução física e psíquica que apresentam depois de encontrarem um lar onde são amados e respeitados. As informações são do Portal do Animal.

Para provar o poder da adoção e a importância dela na vida de um animal, as fotos abaixo expõe cachorros antes e depois de encontrarem novos lares. Confira.

1 – Salvo de um incêndio quando era filhote, este cachorro sofreu queimaduras em 75% do corpo. A vida dele mudou quando ele foi adotado por um bombeiro.

Reprodução/ Portal do Animal

2 – Condenado ao sacrifício, este cão teve a vida salva por um voluntário de um abrigo de animais, que o levou para casa e cuidou dele.

Reprodução/ Portal do Animal

3 – Apenas dois meses depois de ser adotado, este cão apresenta uma mudança notável.

Reprodução/ Portal do Animal

4 – Este cachorro encontrou um novo lar após viver em um canil na Rússia.

Reprodução/ Portal do Animal

5 – Após sobreviver a maus-tratos, tendo passado meses sofrendo, este cão finalmente encontrou um tutor para amá-lo.

Reprodução/ Portal do Animal

6 – Com o pelo repleto de nós, este cachorro foi encontrado em situação deplorável. Cuidados e um lar cheio de amor mudaram a vida dele.

Reprodução/ Portal do Animal

7 – Ainda filhote, este pit bull foi encontrado com uma doença de pele. A diferença entre o antes e depois dele, no entanto, não se restringe à cura da doença, mas também a mudança na feição do cachorro, que estava visivelmente deprimido quando foi resgatado e que hoje demonstra imensa felicidade.

Reprodução/ Portal do Animal


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Cães obesos podem ter a vida reduzida em mais de dois anos, diz estudo

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Liverpool e do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, da Mars Pet Care, concluiu que cachorros obesos podem ter a vida reduzida em até dois anos e meio quando comparados aos cães saudáveis.

Foto: Pixabay

A pesquisa, que foi publicada no ‘Journal of Veterinary Internal Medicine’, foi realizada durante 20 anos e acompanhou mais de 50 mil cães. Doze raças foram avaliadas e, embora todas tenham demonstrado redução do tempo de vida quando há excesso de peso, houve variação. No caso do pastor alemão macho, a redução registrada foi de cinco meses. Os machos da raça yorkshire, porém, atingiram uma redução de dois anos e seis meses.

O co-autor do estudo, Alex German, Professor de Medicina Veterinária de pequenos animais na Universidade de Liverpool, lembrou que “para muitos tutores, oferecer alimentos, particularmente restos de comidas e petiscos, é uma forma de demonstrar afeição pelo animal. Ter cuidado com o que você oferece ao seu cão pode ajudar a mantê-lo em boa forma e permitir que ele esteja por perto por muitos anos”. As informações são do blog Coisas de Pet.

Dados recentes indicam que um em cada três cães e gatos está acima do peso nos Estados Unidos. Além disso, segundo outro estudo da Mars Pet, 54% dos tutores de cachorro e gatos sempre ou frequentemente os alimentam se eles pedem e 22% oferecem comida em excesso para fazer o animal feliz.

Outra pesquisa, feita em 2018 pelo Centro de Nutrição e Bem-estar Animal WALTHAM™, concluiu que 59% dos cachorros e 52% dos gatos em todo o mundo estão acima do peso ideal. Mas apenas 24% dos tutores admitem que os animais estão com peso excessivo. O estudo descobriu também que 59% dos tutores se sentem recompensados ao alimentar o animal e que 77% percebe que o animal fica feliz ao ser alimentado.


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Sapatos para cães podem gerar doenças e feridas, explica veterinária

Os animais sentem frio e isso não é segredo. Muitos tutores optam por colocar roupinhas nos cães e gatos para esquentá-los, o que pode ser uma ótima escolha no inverno. Mas e o sapato para cachorro? O uso de calçados nos animais está cada vez mais popular, e para explicar em quais casos eles realmente devem ser usados, a veterinária e diretora clínica Grupo Vet Popular, Caroline Mouco Moretti, explica algumas questões.

Foto: shutterstock

“Não vejo necessidade alguma no uso de sapatos em animais, além de considerar esse uso prejudicial aos animais”, conta Caroline. A veterinária explica que se o tutor realmente fizer questão, a recomendação é de que o item não seja usado com frequência. “E assim que retirar o sapato do animal, faça a higienização dele”, completa.

Os principais motivos para os tutores quererem usar sapatos são: manter a higiene ou proteger as patinhas do calor nos tempos mais quentes. “Se o uso do sapatinho estiver atrelado a manter a higiene após passeios na rua, podemos resolver isso facilmente com o uso de lenços umedecidos próprios para animais assim que o animal retornar a sua casa; mas se o intuito é proteger as patinhas do calor, basta evitar passeios em horários de maior incidência solar”, diz.

O calçado não protege o coxim (as “almofadinhas” nas patas dos cães) e pode até prejudicá-lo. “O coxim está preparado fisiologicamente para amortecer o caminhar do animal e fazer a troca de calor, por isso, ao usar sapato a pata do animal continuará fazendo essa troca, mas desta vez, o calor ficará preso no sapato”, revela. E se o calor ficar preso, isso pode ajudar na proliferação de fungos e outras doenças.

Outro problema são as unhas, que precisam ser desgastadas. “Com a unha não desgastada, o animal acabará machucando essa região”, explica Caroline. E esses machucados vão desde leves incômodos até cortes profundos. “E qualquer tratamento nesta região é muito complicado, uma vez que a área está sempre em contato com o solo e o animal costuma lamber qualquer medicamento colocado ali”, completa a veterinária.

Por fim, Carolina explica então que o uso de sapatos em cachorros deve ser feito em apenas uma ocasião: o tipo de terreno que ele for pisar. “Terrenos rochosos, com pedregulhos, vidro e outras situações semelhantes, e sempre usado com moderação.”

Fonte: Canal do Pet


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