Mulher usa pneus e cobertores fazer caminhas para cães abandonados

Uma cuidadora de animais, que há 12 anos acorda cedo pra cuidar dos amigos caninos que passam frio no Terminal de Barreirinha, em Curitiba (PR), improvisa camas com pneus velhos e cobertores para os cães.

Foto: Arquivo Pessoal

Cansada de ver diariamente os cachorros abandonados, ao relento, a vigilante Neusa dos Santos decidiu agir.

“Eu tinha que fazer alguma coisa. Alguém tinha que tomar uma atitude. E eu acho que essa missão era realmente minha. Hoje eu sou outra pessoa”, diz Neusa.

Os cachorros (Pitoco, Max e Zóinho) no início formavam uma turma de 10 amigos, mas com o tempo, o grupo foi diminuindo.

“Quando eu comecei a acolher, os animais eram dez. Agora, estamos só com três. Alguns foram adotados, outros morreram atropelados, infelizmente” conta.

“O Pitoco, por exemplo, perdeu a visão do lado esquerdo porque levou um chute de um passageiro. Muito triste”.

Foto: Arquivo Pessoal

Elogios

Funcionários do terminal e passageiros elogiam o trabalho dela. “Eu admiro demais o gesto da Neusa com os cães. Hoje em dia a gente não vê esse amor e essa atenção com os animais em qualquer lugar. Em diversos terminais de Curitiba o que se vê são animais largados, maltratados. Então, quando a gente se depara com uma cena dessa, dela trazendo todos os dias pela manhã o alimento, é uma coisa que não tem preço. Ela é um exemplo”, disse o vigilante Robson Santos Guimarães.

Além de cuidar dos cães no terminal, Neusa também leva alguns pra casa, para dar banho e faz passeios diários com eles.

Foto: Arquivo Pessoal

“Eu cuido porque eu amo os animais. Eu acho que quem não gosta de animal, sinceramente, não tem coração. Ainda mais os cães, que são fiéis com a gente”.

Mas a relação dela com os animais vai além. “Esses três aqui, por exemplo, sentem quando eu não estou bem. E eu também sinto quando alguma coisa ruim acontece com eles. A gente se ajuda. Enquanto eu estiver viva, eu vou cuidar deles”, disse Neusa.

Fonte: Portal Paraná Praia


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Proibição da venda de animais em pet shops emperra na Câmara de Londrina (PR)

Está longe do fim a cruzada da vereadora Daniele Ziober (PP) para tentar emplacar o projeto de lei 60/2017, do Executivo, que trata da regulamentação da venda de animais e proíbe a permanência dos filhotes em pet shops. Isso porque, segundo ela, as emendas apresentadas pela Comissão de Justiça da Câmara Municipal de Londrina (PR) inviabilizaram a matéria. Por isso, a parlamentar pediu nessa quinta-feira (27) a retirada de tramitação do texto por três sessões.

Foto: Pixabay

A matéria já havia sido aprovada em primeiro turno na forma do substitutivo 1, mas recebeu um texto extra que voltará a ser debatido em primeira discussão. Ziober afirma que as mudanças desfiguram o projeto, além de conter artigos que seriam ilegais e inconstitucionais. “Esbarram nas normativas do Conselho Federal de Medicina, inclusive da nossa lei maior, a lei federal. As emendas são desprovidas de embasamento legal”.

A vereadora acredita que o forte lobby dos donos de pet shops dificulta a negociação na Câmara. Uma das emendas assinadas pelos cinco membros da Comissão de Justiça inviabiliza as feiras de adoção de animais organizadas pelo Terceiro Setor. “Pegam pesado em cima das ONGs. Não é possível fazer a adoção por meio de catálogo. Estamos falando de uma boa ação, não de comércio. Há uma confusão tremenda em cima disso.” Outra emenda pretende retirar a necessidade de um responsável técnico nos pet shops. “Se as feiras de adoção já têm que ter, por que os estabelecimentos não?”, indaga.

COMÉRCIO EM SITES

A vereadora promete passar em todos os gabinetes dos vereadores para tentar aprovar a proposta que também proíbe o comércio livre por meio de sites e anúncios em jornais e revistas, determinando que a venda de animais nos pet shops deverá ser feita somente por meio de catálogos de criadores devidamente credenciados, ou seja, sejam retirados de vitrines de lojas. O texto prevê que os animais sejam castrados e microchipados, exceto os animais explorados para reprodução, devidamente registrados como tal e filhotes com menos de quatro meses, que deverão ser castrados por seu comprador.

O projeto também proíbe a realização de cirurgias consideradas mutilantes (corte de cauda e orelhas dos cães, amputação das asas de pássaros silvestres), além de tratar do encaminhamento, em caráter provisório, dos animais resgatados no município e da possibilidade de resgate, mediante a comprovação da guarda do animal e do pagamento de uma taxa de R$ 1 mil. Segundo a vereadora, o principal objetivo da matéria é levar à reflexão sobre as condições em que são submetidos os animais e incentivar a adoção.

Fonte: Folha de Londrina

Nota da Redação: a ANDA acredita que proibir o comércio de animais em pet shops e sites é uma boa maneira de reduzir casos de maus-tratos, mas entende que essa proibição não coloca fim às crueldades promovidas contra os animais, que só acabarão quando o comércio de animais como um todo for proibido. Enquanto houver criadouro, mesmo que legalizado, haverá animal maltratado. Isso porque é impossível impedir que existam criadores que submetam os animais a sofrimento, especialmente porque no comércio o animal é tratado como mera mercadoria explorada para gerar lucro.


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Mais de 25 cães e gatos são mortos em uma semana em Campo Novo (RS)

Na última semana, foram encontrados 28 animais, entre cachorros e gatos, mortos na cidade de Campo Novo, no Rio Grande do Sul. Seis deles foram mortos na última quinta-feira (27). O caso, que revoltou a população, está sendo investigado pela Polícia Civil.

Foto: Pixabay

Há um suspeito de ter praticado a matança, segundo o delegado de Polícia Vilmar Schaefer. “Estamos dando prioridade para este caso, pois existe a efetiva possibilidade que tenha sido utilizado o pesticida estricnina, que é altamente tóxico e tem sua venda proibida”, disse ao portal Correio do Povo. “Se for confirmada que a morte é em decorrência do uso de estricnina, nota-se que é um psicopata que está fazendo isso”, completou.

De acordo com Schaefer, se o envenenamento for comprovado, o criminoso seja indiciado pelo crime de maus-tratos a animais, com pena de detenção de até um ano, além de multa. Em caso de morte do animal, a penalidade pode aumentar de um sexto a um terço.

Um laudo pericial sobre a morte de um dos cães está sendo elaborado pelo laboratório da Unijuí, em Ijuí, segundo o secretário do Meio Ambiente de Campo Novo, Leandro Dorneles. “O resultado dos exames deve ser conhecido na próxima semana”, afirmou.

A presidente da ONG Olhos que Falam, de Campo Novo, Tamara Correa Gonzatto, espera que o trabalho da polícia evite novas mortes. Segundo ela, animais em situação de rua e outros, que possuem lares, foram mortos. “É inadmissível que pessoas façam uma coisa dessas”, disse Tamara.


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ONG que cuida de 150 cães pede ajuda para não fechar as portas em Rondônia

Uma ONG que mantém 150 cachorros em Porto Velho, no estado de Rondônia, está enfrentando dificuldades e busca ajuda financeira para não encerrar as atividades. A entidade funciona na rua Tancredo Neves, 3996, no bairro Caladinho e precisa de doações para quitar dívidas e comprar ração.

Foto: Iule Vargas/Rede Amazônica

Devido ao custo alto gerado pela manutenção do abrigo, a entidade, que foi fundada em 2015, acumula dívidas de aluguel e em clínicas veterinárias. As informações são do G1.

“As pessoas que têm cachorros sabem o custo que é para manter um animal, imagina 150”, comenta Sidnei Barbosa, um dos voluntários.

Atualmente, a ONG precisa de doação de ração, medicamentos, e dinheiro para pagar atendimentos veterinários, aluguel, água e energia do abrigo.

Interessados em ajudar podem fazer doações através do site Voluntário Animal.


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Homem arrisca a vida para salvar cachorro preso em lago congelado

Foto: WKBW

Foto: WKBW

Don Chatten, um homem de 49 anos, estava em Ellicott Creek Dog Park, andando com seus dois cães – ambos adotados e vindos de resgates – quando um dos cachorros parou ao pé da ponte e começou a agir de forma estranha.

Don seguiu o animal desconfiado do comportamento do animal, quando ouviu um fraco gemido vindo na direção do riacho. Don sabia que um cachorro estava desaparecido na área, então ele foi investigar para ver o que estava acontecendo.

Foto: WKBW

Foto: WKBW

Ele encontrou um pequeno cão encalhado, totalmente preso no meio das águas geladas. Don gritou aos visitantes do parque para ligar para os bombeiros imediatamente, mas ele sabia que o cachorro não sobreviveria por tanto tempo esperando o socorro.

Sem pensar duas vezes, Don pulou nas águas geladas para alcançar o cachorro. Ele quebrou o gelo com o antebraço e encarou a água congelada até a cintura para alcançar o cão. Ele então conseguiu segurar o cão em seu peito e rastejar de volta para a superfície do lago.

Foto: WKBW

Foto: WKBW

O cão salvo, é uma mistura de Terrier chamado Jackson, foi levado para os veterinários e recebeu atendimento de emergência. Os veterinários afirmam que a vida de Jackson foi salva por causa do pensamento ágil e da coragem de Don. O tutor do cachorro ficou aliviado e grato por ter seu amado amigo de volta.

As pessoas estão chamando Don de herói, mas ele atribui esse resgate ao seu cão determinado que sentiu o perigo e avisou-o a tempo. Que humilde e valente amante dos animais, a humanidade agradece a Don por seu altruísmo e valorização da vida.

Clique no vídeo abaixo para ver Don resgatar bravamente o pequeno Jackson!

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Cidade indonésia mata mais de 13 mil cães por mês para consumo

Foto: DMFI

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Imagens de vídeo fortes e chocantes capturadas em matadouros na capital da Indonésia, Surakarta, localizada no centro da ilha de Java, conhecida também como Solo, mostram os animais sendo espancados e feridos para sangrar até a morte enquanto ainda estão conscientes.

As imagens foram capturadas pela coalizão Dog Meat-Free Indonesia (DMFI) durante uma investigação secreta, que revelou que cerca de 13.700 cães são pegos das ruas ou roubados em Java todos os meses.

Lola Webber, da Fundação Change For Animals, disse: “Os cães são capturados nas ruas e roubados das casas das pessoas para serem levados em longas viagens, muitas vezes que duram dias, embalados em caminhonetes ou em sacos de juta, suas bocas amordaçadas ou amarradas assim eles mal podem respirar.

“Eles são então levados para matadouros imundos, onde observam os outros serem mortos enquanto esperam sua vez, tremendo de medo. O olhar deles está assombrando, as paredes salpicadas de sangue são inesquecíveis.

As últimas investigações da DMFI sugerem que Solo é um epicentro de grande parte do comércio que opera na ilha mais populosa da Indonésia.

Isso tudo ocorre apesar de uma diretriz do governo central do país em vigor desde setembro, que pediu aos governos locais para combater os negócios de carne de cães e gatos.

A DMFI lançou uma campanha em 2017, liderada pelo comediante britânico Ricky Gervais e apoiada por outras celebridades, para acabar com o consumo de carne de cachorro.

A campanha pediu ao governo indonésio que proibisse a venda e o consumo da carne devido a crueldade contra os animais e a razões de saúde pública.

Acredita-se que apenas 7% da população indonésia consuma carne de cachorro, e muitos acreditam ingnorantemente que ela oferece benefícios especiais à saúde, como aumentar o desempenho sexual dos homens.

Mas os ativistas alertam que comer carne e cachorro representa um risco de contaminação por raiva ou outras doenças.

As investigações recentes de DMFI agora levaram Solo a elaborar uma legislação para proibir a venda de carne de cachorro, segundo a ABC. Espera-se que as restrições entrem em vigor no próximo ano.

A região de Karanganyar, em Java, também se comprometeu a acabar com o comércio de carne de cachorro na região, segundo a DMFI.

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Menino de 12 anos faz gravatinhas e laços para ajudar cães de abrigo a serem adotados

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Os desafios que os animais de abrigo enfrentam são vários e doloridos, muitos vêm de histórias de sofrimento, maus tratos ou abandono. E depois disso ainda enfrentam a segunda etapa: encontrar um lar e uma família. Para alguns deles, a espera é insuportavelmente longa, enquanto outros nunca conseguem compartilhar sua vida com uma família amorosa. E mesmo que que isso seja comovente e triste, ainda é possível testemunhar atitudes heroicas e, em muitos casos, tentativas muito criativas de ajudar animais abandonados a serem notados e, eventualmente, adotados.

Nem todos os heróis usam capas, alguns deles usam laços e fitas. E seus superpoderes são a bondade e a compaixão, mesmo que seja em pequenas atitudes. Neste caso um jovem dá o exemplo e investem seu tempo e talento para tornar o mundo um lugar melhor restaurando a fé da humanidade que muitos perderam.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Apesar de sua pouca idade, um menino de 12 anos residente de New Jersey (EUA), Darius Brown, tomou uma iniciativa para ajudar os cães e gatos a serem adotados mais rápido.

Ele cria gravatas artesanais estilosas para peludos de quatro patas (gatos e cachorros) e os doa para abrigos de animais para atrair a atenção de futuros tutores.

Darius Brown tem uma história inspiradora de luta contra todas as probabilidades, o que definitivamente influenciou seu caráter generoso e sua determinação. Com apenas 2 anos, Darius foi diagnosticado com atraso na fala, compreensão e habilidades motoras, mas nenhum dos desafios o impediu de se estabelecer e atingir seu objetivo.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Com 8 anos anos, ele começou a ajudar sua irmã mais velha a cortar tecidos para arcos que também ajudaram a desenvolver suas habilidades motoras. Foi quando seu incrível talento despontou e ele não pensou duas vezes em usar suas habilidades e a criatividade que tinha para impactar o mundo com mudanças positivas.

Com apenas 11 anos de idade, Darius Brown fundou uma empresa de costura para animais, a Beaux & Paws, especializada em gravatas-borboleta exclusivas e elegantes para as pessoas e seus familiares peludos. O jovem CEO parece saber mais sobre as formas corretas de gerir um negócio melhor do que muitos dos empreendedores de hoje quando se trata de retribuição e generosidade.

Darius doou inúmeros laços à abrigos de animais e centros de adoção nos EUA e no Reino Unido. E seus esforços são apoiados por mais de 43 mil seguidores no Instagram.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Assumidamente um apaixonado por animais, Darius se inspirou nas consequências devastadoras do furacão Harvey e do furacão Irma em 2017 para ajudar os animais.

Muitos animais domésticos que ficaram sem casa foram transferidos para diferentes abrigos em todo o país, e devido à falta de adotantes, eles freqüentemente eram mortos (lei americana).

Darius estava determinado a ajudar a resgatar gatos e cachorros e atrair a atenção de possíveis adotantes. E foi isso exatamente o que ele fez. Seus acessórios sofisticados transformaram milhares de moradores de abrigos em animais fofos e elegantes prontos para ir para um lar a qualquer momento.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Quando você olha para o currículo de Darius, é difícil acreditar que ele tem apenas 12 anos. Sua história tem sido divulgada em muitas publicações e programas de TV, assim como reconhecida por muitas figuras públicas, celebridades e influenciadores.

Em 2018, o ex-presidente Barrack Obama homenageou Darius com uma carta de reconhecimento na qual ele elogiou o jovem altruísta pelo compromisso com o serviço comunitário: “Desde fundar Beaux e Paws até levantar as vidas daqueles ao seu redor, está claro que você está fazendo sua parte. E confio em que você tenha um tremendo orgulho de tudo que realizou. Contanto que você permaneça engajado no mundo ao seu redor, continue procurando maneiras de ajudar os outros e nunca desista de si mesmo, estou confiante de que nosso futuro será brilhante”.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Por seus esforços e conquistas, ele recebeu diversos prêmios. E, sem dúvida, muito mais esta por vir, se ele continuar sua jornada genuína. Brown já fala em realizar eventos encorajando outros a se voluntariar e a ajudar os abrigos.

A irmã de Darius Brown, Dazhai, lançou recentemente uma campanha de arrecadação de fundos convidando as pessoas a se unirem a Darius em sua missão “PAW-some” para salvar mais animais domésticos neste verão. Ele estabeleceu uma meta de visitar mais de cinco estados para se voluntariar em diferentes abrigos e centros de adoção, bem como fornecer-lhes seus laços estilosos.

“Ele me motiva e me inspira todos os dias. Darius é um jovem incrível e eu farei tudo o que puder para ajudá-lo em sua jornada. Eu estou apoiando ele em sua causa 100% e espero que você se junte a mim”, diz Dazhai, irmã de Darius.

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Reino Unido registra quase mil mortes de galgos explorados em corridas em 2018

Quase mil cachorros da raça galgo explorados em corridas morreram ou foram mortos em 2018 no Reino Unido, segundo a Greyhound Board of Great Britain (GBGB), entidade reguladora desses eventos.

O dado deu força aos pedidos de proibição das corridas. No entanto, segundo o jornal The Guardian, o objetivo da entidade ao divulgar os números é dar início a uma transformação nas corridas, o que ONGs de direitos animais afirmam não ser possível. As informações são do portal 4MEN Magazine.

AFP/Arquivos

Mudar a forma como esses eventos são feitos não é o bastante. De acordo com as associações, é preciso proibir a prática, já que, entre outras razões, as próprias pistas de corrida apresentam riscos para os galgos, que invariavelmente sofrem lesões que impedem que, depois, sejam facilmente adotados.

Muitos dos cães que foram mortos poderiam estar vivos se tivessem encontrado pessoas comprometidas em dar a eles uma chance. Isso porque boa parte dos quase mil cães mortos tiveram suas vidas tiradas devido “aos custos elevados dos tratamentos médicos” e por serem considerados inúteis para os treinadores e competidores, que não tinham mais como explorá-los.

Mais de 200 cães foram mortos nas pistas no ano passado e outros sofreram morte súbita. As mortes, segundo a GBGB, são “evitáveis e desnecessárias”.

“A verdade é que centenas de cães registados como reformados pela GBGB continuam num ambiente comercial, confinados aos canis dos treinadores que continuam a não cumprir com as especificações exigidas, usados para procriação e regularmente forçados a doar sangue ou simplesmente a aguardarem adoção. Outras centenas são vendidos ou dados para criação, para correrem em pistas estrangeiras ou usados para pesquisa e dissecção”, denuncia ao “The Guardian” Trudy Baker, uma organização não-governamental que combate a exploração dos galgos.

A PETA, entidade internacional de defesa animal, também luta contra as corridas. “A indústria das corridas de galgos trata os cães como máquinas. Fora os minutos que passam na pista durante a corrida, passam quase 23 horas do dia confinados a uma jaula ou a um canil”, alertou a organização.

Os galgos são forçados a começar a correr nas pistas aos 18 meses e muitos deles não chegam a idade em que param de ser obrigados a competir – aos 4 ou 5 anos de idade -, pois morrem antes.

Dados da GREY2K USA, citados pela PETA, indicam que os galgos sofreram mais de 15 mil lesões entre 2008 e 2018, desde pernas e colunas partidas até eletrocuções.

Atualmente, as corridas de galgos alimentam casas virtuais de apostas, por meio das quais apostadores podem fazer suas apostas em todo o mundo, especialmente no Reino Unido e na Irlanda, mas também na África do Sul, na Austrália e nos Estados Unidos.

Corridas em Portugal

A exploração e a crueldade animal promovida pelas corridas teve um crescimento, em Portugal, em 2016. As técnicas cruéis de treino, as coleiras que dão choque nos cães mais lentos, os casos de doping e as inevitáveis lesões – que frequentemente os condenam ao abandono e à morte – chegaram ao país português vindas do exterior.

Segundo uma reportagem do portal Visão, aos dois anos de idade os cachorros explorados em Portugal “já se encontram de tal forma desgastados que são aposentados”, revela a reportagem.

As consequências das corridas na vida dos animais são terríveis e alarmantes. De acordo com o jornal Público, muitos cães são abandonados, quase todos com sequelas físicas e psicológicas. Assustados, amedrontados e com cicatrizes pelos corpos, eles são deixados à própria sorte, conforme explicou ao portal Cristina Gonçalo, fundadora da Katefriends, entidade que luta contra o abandono de galgos em Portugal.

Projeto de lei

Em Portugal, um projeto de lei, de autoria do deputado André Silva (PAN), que visa proibir as corridas de galgos em todo o território nacional, foi entregue à Assembleia da República no início de 2019. A proposta estabelece multas e penas de prisão para quem desobedecê-la.

Existem seis pistas, todas amadoras, no país, além de um campeonato nacional e mais de 20 criadores de galgos que os exploram em corridas.

O partido do deputado criou ainda uma petição contra as corridas. O abaixo-assinado conta com 6.499 adesões. “Sendo criados com o único propósito de correr e vencer, muitos cães jovens e saudáveis são descartados e mortos. Os cães que vão para as pistas enfrentam um duro programa de treino e, durante os treinos e as corridas, sofrem riscos significativos de lesões, como fraturas de pernas ou traumatismos cranianos. Alguns chegam a morrer de ataque cardíaco devido ao intenso desgaste físico. Os danos físicos são muitas vezes considerados ‘inviáveis financeiramente’ para serem tratados e o treinador – que se diz ‘tutor’ – opta por matar o cão”, afirma a petição.


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‘Amor de verdade não se compra, se encontra’, diz campanha de adoção da Prefeitura de Curitiba (PR)

A Prefeitura de Curitiba, no Paraná, iniciou uma campanha de incentivo à adoção de animais resgatados de abandono e maus-tratos. Para a campanha, cachorros que estão abrigados no Centro de Referência para Animais em Situação de Risco foram fotografados. As fotos foram divulgadas junto de frases que têm o intuito de comover a população e conscientizá-la sobre a importância de adotar um animal.

(Foto: Reprodução/ Facebook/Prefeitura de Curitiba)

“Amor de verdade não se compra, se encontra”, “nunca mais assista à sua série preferida sozinho”, “suas selfies nunca mais serão as mesmas” e “alguém para te ouvir a qualquer momento” foram as frases usadas na campanha. Elas foram colocadas nas fotos dos cães Negão, Julia, Edi e Nina.

“A nova campanha de adoção da Rede de Proteção Animal está enchendo a cidade com carinhas fofas!”, escreveu a administração municipal no Facebook.

Na publicação feita em rede social, a prefeitura divulgou informações sobre o abrigo onde os animais estão para que interessados em adotá-los possam ir até o local para levá-los para casa. O Centro de Referência para Animais em Situação de Risco está localizado na Rua Lodovico Kaminski, 1.381 e funciona de segunda-feira a domingo, das 9h às 12h e das 14h às 16h30.

Nas fotos da campanha, a prefeitura divulgou ainda o site Proteção Animal, mantido pela administração municipal. Nele, há diversas informações, inclusive sobre entidades que resgatam e doam animais. “Adote seu melhor amigo”, escreveu a Prefeitura de Curitiba ao indicar o site para a população.

(Foto: Reprodução/ Facebook/Prefeitura de Curitiba)

(Foto: Reprodução/ Facebook/Prefeitura de Curitiba)

(Foto: Reprodução/ Facebook/Prefeitura de Curitiba)


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Barulho de fogos de artifício pode desencadear crises nervosas em animais

O barulho provocado pela soltura de fogos de artifício pode desencadear crises nervosas nos animais, além de convulsões, fugas e da possibilidade de levá-los à morte, em caso de parada cardíaca. O alerta é feito pelo médico veterinário Tito Luiz devido ao aumento da soltura desses explosivos durante este período do ano, graças as festas juninas e julinas.

Os sons dos fogos podem ser ouvidos pelos animais a quilômetros, segundo Tito, já que eles têm uma audição mais aguçada que a humana. O especialista lembra que não é necessário provocar tamanho sofrimento aos animais, já que existem no mercado fogos que não omitem som. As informações são do Portal O Dia.

Foto: Pixabay

“Assim, podemos apreciar apenas as imagens criadas sem o incômodo do barulho, poupando dos transtornos tanto os animais como bebês recém-nascidos, pessoas doentes, entre outros”, comentou. Algumas cidades do país – como Tietê (SP), Araguari (MG), Rio de Janeiro, Vassouras (RJ), Sorriso (MT), Tatuí (SP), Araraquara (SP), entre outras – já proibiram fogos de estampido.

Aos tutores, o veterinário orienta realizar a dessensibilização de longo prazo para acostumar o animal com o barulho dos fogos. “Quanto mais cedo na vida do animal se iniciar esse processo, melhor o resultado. É importante lembrar que essa dessensibilização sempre deve ser acompanhada por um profissional em comportamento animal”, reforçou.

O veterinário recomenda ainda adotar medidas paliativas para reduzir o sofrimento do animal ao ouvir o barulho dos explosivos, como colocar algodão nos ouvidos do animal, deixá-lo em um ambiente fechado e, caso ele esteja acostumado, colocar um som ambiente interno, como música ou TV ligada, para distraí-lo. E nunca deixá-lo sozinho durante a soltura dos fogos.

Quanto à técnica de amarrar uma faixa no corpo do animal, o veterinário afirma que é preciso usa-la associada a outras medidas paliativas para aumentar a chance de sucesso. “Os cães aceitam melhor essa técnica do que os gatos, mas pode ser testada em ambos. O nome da técnica é Tellington Ttouch e consiste em passar uma faixa larga de tecido em volta dos ombros e tórax do animal, de modo que gere uma sensação de proteção”, explicou.

Tito lembra que o comportamento de cada animal diante do barulho dos explosivos terá relação com sua espécie e suas características, o que significa que os animais podem apresentar reações diferentes em situações semelhantes.

“No caso dos cães, eles demonstram mais medo e sentem necessidade de ter alguém por perto para se sentir seguro, enquanto que os gatos, por serem mais independentes, apesar de também sofrerem com o barulho dos fogos, podem apenas procurar um local seguro para se esconder”, finalizou o médico veterinário.


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