Cadela que tem deformidade na cabeça espera há anos por um lar em Mirassol (SP)

Joana, uma cadela de 4 anos de idade, é um dos animais mantidos pela ONG AMPA, em Mirassol (SP). Em 2014, ela e seus 10 irmãos nasceram após a mãe deles, grávida, ter sido resgatada pela entidade. Alguns filhotes morreram, outros foram doados, e ela sobrou. Com uma deformidade na cabeça, Joana, que é um amor de cadela, sofre preconceito e encontra dificuldades para ser adotada.

Conforme escreveu a ONG em rede social, Joana “não segue o ‘padrão’ de beleza que a maioria procura” e “ainda há muitos tipos de preconceito” na hora da adoção. Apesar disso, a entidade não desiste de encontrar a família perfeita para a cadela.

Joana é dócil, carinhosa e está vacinada e castrada. Interessados em adotá-la devem ir até a sede da AMPA com documento com foto e comprovante de residência para o preenchimento do termo de adoção. O horário de funcionamento da ONG é de segunda a sexta-feira das 14h às 17h ou aos sábados das 8h às 12h. Abaixo, um mapa que explica como chegar à entidade.

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Cadela que vivia em jaula espera há anos por adoção em Campinas (SP)

Uma cadela espera há quase quatro anos pela chance de ter uma família pra chamar de sua! Pra se sentir protegida, amada e respeitada. A Dora é de porte médio, tem cerca de cinco anos de idade, está castrada, vacinada e vermifugada. Ela procura um tutor responsável em Campinas (SP).

Vítima de maus-tratos, ela foi resgatada da casa de uma acumuladora, onde era mantida com mais 4 cães dentro de uma jaula de 2mx1m.

Dora tem o rosto branco porque os cães da casa onde ela vivia cruzavam entre si, havendo cruzamentos entre mãe com filhos e pai com filhas.

Ela foi resgatada pela ONG OperaCÃO Resgate em agosto de 2015 e, desde então, ninguém nunca se interessou por ela. Dora é fofa, carente, carinhosa e companheira. Adora estar na companhia das pessoas e se dá bem com cachorros machos.

Interessados em adotá-la devem enviar um e-mail para adote@operacaoresgatecampinas.com.br.

Dois são indiciados por maus-tratos após morte de cadela jogada por cima de muro em SC

Dois são indiciados por maus-tratos após morte de cadela jogada por cima de muro. — Foto: Reprodução/NSC TV

Dois homens foram indiciados por maus-tratos depois de abandonarem uma cadela em Joinville, no Norte catarinense. A cachorra foi jogada por cima do muro de um abrigo para animais, quebrou o pescoço e acabou morrendo. Câmeras de segurança flagraram o momento do crime.

O caso ocorreu na semana passada. Imagens mostram os dois chegando no abrigo animal da cidade, que fica no bairro Vila Nova.

Segundo a investigação da Polícia Civil, a cadela bateu a cabeça no chão e, devido à queda, quebrou o pescoço. Ela só foi encontrada pelos funcionários, já sem vida, no outro dia.

A coordenadora do abrigo encontrou o animal morto no dia seguinte quando chegou na ONG e foi atrás das imagens das câmeras para entender o que tinha ocorrido. “No primeiro momento, eu até achei que eles estivessem achado [a cadela] na rua, essas coisas. Mas vem conversar! Chegou aqui, não viu ninguém, leva para a casa, põe num cantinho. Vem no outro dia de manhã conversar, explicar a situação”, disse a coordenadora da ONG Abrigo Animal, Osnilda Bertoldi.

Os dois homens prestaram depoimento na quarta-feira (13). Eles disseram que levaram o animal ao abrigo a pedido de uma amiga, que estava com a cadela, mas não conseguira cuidar.

Ambos assinaram um termo circunstanciado pelo crime de maus-tratos com agravante porque o animal morreu. Eles respondem em liberdade pelo crime, por ser considerado de menor potencial ofensivo.

O inquérito foi concluído nessa quarta. Se forem condenados, eles podem ser detidos de três meses a um ano e também pagar multa.

Fonte: G1

Homem que atirou em cadela paga R$ 4 mil para ONG em Minas Gerais

O dono de um sítio que baleou uma cadela em julho de 2018 pagou R$ 4 mil para a uma ONG após fazer um acordo com a Justiça de Caeté, em Minas Gerais. O valor pago por Aloisio Silveira foi destinado às despesas veterinárias da cadela.

Foto: Magnolia Gomez/Divulgação/SGPAN

Ferida no focinho, Serena perdeu metade da língua, dentes e ficou internada por um período de 30 dias. O caso foi denunciado pela ONG Sociedade Galdina Protetora dos Animais e da Natureza de Caeté (SGPAN). Resgatada por uma médica veterinária, a cadela recebeu os cuidados necessários. Na época, um boletim de ocorrência foi registrado.

Além dos R$ 4 mil, a Justiça determinou ainda que Aloisio se comprometa a orientar seus funcionários a não maltratar e não atirar em animais que entrarem no sítio dele. As informações são do portal G1.

Através de nota, o Tribunal de Justiça informou que “o autor foi advertido de que as práticas constantes nesse processo constituem crime de maus tratos previstos no art. 32 da Lei 9605/98”.

Na clínica veterinária, um especialista em odontologia veterinária usou um fio de aço e resina acrílica para fixar a mandíbula da cadela, que estava fraturada. “O orifício [feito pelo tiro] tinha dois centímetros de diâmetro e a reconstrução da pele foi feita com uma sutura [pontos]. Ela tinha dificuldade de se alimentar e, principalmente, de beber água”, explicou o médico veterinário Luiz Sofal.

Foto: Solange Castilho/Arquivo Pessoal

O fio de aço e a resina ficaram por 60 dias na boca da cadela, que se alimentava através de uma sonda. Após um mês, Serena conseguiu se movimentar e ganhou alta. Levada para um lar temporário, ela permaneceu no local por três meses, até que foi adotada.

A fotógrafa Solange Castilho, de 46 anos, e o marido, o engenheiro mecânico Arthur Castilho, de 66, comoveram-se com a história de Serena e decidiram adotá-la. “Crueldade e covardia. Isso é terrível. As pessoas não têm obrigação de gostar, mas têm o dever de respeitar [os animais]”, concluiu Solange.

Ricardo Boechat adotou cadela explorada e maltratada em canil

Ricardo Boechat, jornalista que morreu após um acidente com um helicóptero em São Paulo, era tutor de uma cadela vítima de maus-tratos. Nina foi adotada em 2015 por Boechat e pela família dele após ser explorada para reprodução e venda de filhotes em um canil.

(Foto: Reprodução / Facebook)

A história da adoção foi divulgada pela parlamentar Lourdes Sprenger, do Rio Grande do Sul, que tem envolvimento com a causa animal. Ela fez uma publicação em rede social homenageando o jornalista, que comoveu o Brasil com sua trágica morte.

Boechat ficou conhecido pelo trabalho impecável como jornalista, tendo sido, inclusive, premiado, e também pelas críticas que fazia através do jornalismo.

A adoção de Nina mostra outro lado de Boechat: o da compaixão por um animal que sofria nas mãos de quem o explorava e que pôde viver uma vida feliz e tranquila após ser adotado.

Cadelinha solitária adota um filhote de gambá

Molly, uma pequena beagle em luto pela perda trágica de toda a sua ninhada, criou laços profundos e improváveis com uma adorável bebê gambá.

A cadelinha simplesmente entrou em casa, no sudoeste de Victoria, Austrália, carregando a filhote em suas costas.

“Elas são inseparáveis ​​desde então”, disse a tutora de Molly, Elle Moyle, ao jornal 9News.

A bebê pulou nas costas de Molly e se sentiu em casa”, completou Moyle.

Moyle disse também que era quase como se a bebê tivesse Molly como sua mãe e, da mesma forma, a solitária beagle aparentemente adotou a gambá como filha.

“O humor normalmente brincalhão de Molly mudou um pouco desde a perda de seus filhotes, mas depois de formar a nova aliança ela está mais feliz do que nunca”, disse sua outra tutora, Sara Moyle. As informações são do Daily Mail.

“Certamente elevou seu humor, elas precisavam uma da outra, acho que tem sido um relacionamento fantástico”, disse Sara.

A pequena gambá dorme em uma árvore próxima durante o dia, quando aparece, normalmente segue direto para as costas de Molly.

“Molly fica sentada embaixo da árvore onde está dormindo e espera por ela”, disse Moyle.

Os tutores da beagle não sabem quanto tempo durará o relacionamento das duas, mas por enquanto eles não poderiam estar mais felizes por elas.

Após adoção de nova cadela, Tatá Werneck completa 20 animais adotados

A atriz Tatá Werneck e seu namorado, o ator Rafael Vitti, adotaram mais uma cadela. É o vigésimo animal adotado pelo casal. A cadela recebeu o nome de “Alegria” e foi apresentada aos fãs de Tatá através das redes sociais.

(Foto: Reprodução / Instagram)

“Não aguentamos e adotamos mais uma. Nossa “Alegria” (que eu queria chamar de SURUBA no 502, mas Rafa sensato não deixou) já tem um novo lar!”, escreveu a atriz. “Te amamos pequena (que sinto que terá o tamanho de um pônei e não sei como andarei pela casa). Total: 20 filhos. Total [de] sofás limpos: não encontramos resultado para sua pesquisa”, brincou.

Para apresentar a nova integrante da família, Tatá publicou um vídeo de Alegria recebendo carinhos da atriz. Centenas de comentários de seguidores aplaudiram a boa ação do casal ao decidir adotar mais um animal carente.

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Cachorro do cantor Luan Santana sofre acidente

Entre os animais dos famosos, Alegria não foi a única a ser citada nas redes sociais nos últimos dias. Isso porque o cantor Luan Santana contou que o cachorro Puff, tutelado por ele, caiu em um buraco de seis metros de profundidade no último sábado (9). É a segunda vez que o animal se acidenta. Recentemente, ele caiu de uma escada.

Puff é um animal idoso. Com 14 anos, ele deu um susto no cantor. “[O Puff] não ficou com nada quebrado, só cortou o queixo”, disse Luan, que contou ainda que o animal foi levado ao veterinário pela irmã dele, Bruna Santana.

“Eu sempre disse que ele era diferente. Um cachorro com jeito de gente ou uma pessoa com jeito de cachorro? Não sei. Só sei que ele segue firme, alimentando-se do amor dessa família, que o escolheu como o único filho de quatro patas”, escreveu o cantor.


Cadelinha paralítica que foi abandonada ganha um lar perfeito

Recentemente, a Humane Society do Havaí anunciou que estava à procura de um lar especial para uma cadelinha mais especial ainda.

Foto: Humane Society

Collette, uma buldogue francesa de 3 anos de idade, tem muito amor para dar e precisa ser amada também.

Ela nasceu com suas patas traseiras paralisadas e só anda com uma cadeira de rodas especial e foi abandonada na Humane Society do Havaí por seu antigo tutor.

Poucos dias após a divulgação da história de Collette, Glenn Honda e George Huffman, de Honolulu, adotaram a pequena e doce menina. As informações são da Hawaii News Now.

Os dois passaram alguns dias pesquisando os cuidados que ela precisa, a renomearam de Ella e a levaram para casa na última segunda (21).

Foto: Humane Society

Ela precisa de ajuda para fazer praticamente todas as atividades de um cão e para encontrar uma casa perfeita para a bulldog, a instituição realizou um evento especial de adoção para garantir que os possíveis tutores estivessem cientes do que estavam fazendo.

O Dr. Kasey Carter, veterinário-chefe da Hawaiian Humane Society, disse que os novos pais da cadelinha são uma grande combinação para ela.

“Estamos felizes que a sociedade foi capaz de cuidar de Collette e encontrar a casa que ela merece”, disse Carter.

Cadela espera jogador de futebol desaparecido após queda de avião

A irmã do jogador de futebol Emiliano Sala publicou uma foto da cadela da família olhando para uma porta aberta e afirmou que o animal está esperando por ele. Sala está desaparecido desde 21 de janeiro, após a queda do avião que o transportava de Nantes, na França, para Cardiff, no País de Gales.

(Foto: Reprodução / Instagram)

Na legenda da fotografia, a irmã do jogador escreveu: “Nala também te espera”. A imagem comoveu os internautas. As informações são do portal Ibahia.

A aeronave em que estava o atleta perdeu contato com a torre de comando enquanto sobrevoava o Canal da Mancha. No último domingo (3), um barco contratado pela família do jogador, após as buscas feitas pelas autoridades locais serem encerradas, encontrou destroços do avião.

A equipe confirmou ainda que um corpo foi encontrado no local onde estava a carcaça da aeronave.

O jogador argentino pertence ao time Cardiff City Football Club.

Professora é encontrada morta abraçada à cadela em Brumadinho (MG)

A professora e secretária de Desenvolvimento Social de Brumadinho, Sirlei Brito Ribeiro, de 48 anos, foi encontrada morta abraçada ao corpo de uma cadela em meio à lama em Brumadinho (MG) após o rompimento de uma barragem da Vale. A suspeita é de que Sirlei tenha entrado em uma caminhonete para fugir do local e, em seguida, ao lembrar da cadela, tenha voltado em casa para resgatá-la. A tentativa, no entanto, não deu certo, e as duas morreram juntas.

Professora era apaixonada pelos animais (Arquivo Pessoal)

O marido de Sirlei, o engenheiro geólogo Edson Albanez, conta que a professora trabalhava pelas pessoas e “amava os animais” que, para ela, “eram como filhos”. Ela é uma das 134 pessoas encontradas mortas em Brumadinho. Outras 199 estão desaparecidas. As informações são do portal BHAZ.

A suspeita em relação à caminhonete ocorreu devido à posição em que estava a chave do carro quando o veículo foi localizado pelo Corpo de Bombeiros – que indica que a caminhonete estava ligada.

A cadela Bibi, que Sirlei abraçava quando foi encontrada morta, foi o único animal da família a não sobreviver ao rompimento da barragem. Todos os outros conseguiram fugir, inclusive Lisbela, uma rottweiler de dois anos. Os animais foram levados para abrigos.

No momento do rompimento da barragem, a professora estava em casa com uma funcionária e um jardineiro que trabalhava para a família há uma década. De acordo com ele, Sirlei perguntou sobre o barulho que ouviu no momento em que a lama começou a tomar conta da cidade. Foi então que o jardineiro saiu correndo e gritou para que a professora e a funcionária fugissem também. Sirlei, no entanto, ficou. A equipe de resgate acredita que ela chegou até a caminhonete, mas voltou para salvar Bibi.

Casa da professora ficou destruída após rompimento de barragem (Reprodução/Facebook)

O marido havia ido a Belo Horizonte para participar de uma reunião de trabalho. Ele havia convidado a esposa para acompanhá-lo, já que ela estava de férias, mas ela não quis ir. “Parece que fui rejeitado por Deus. Saí às 11h para uma reunião às 12h. Reuniões são comuns às 10h, em outros horários, mas na hora do almoço, não. Eu fui tirado de lá. Sinto como se Ele tivesse dito pra mim ‘você ainda tem que ficar aí, tem muito a fazer. Ela já está com o exercício de vida resolvido’”, disse. “E eu acredito nisso pela pessoa especial, generosa que ela sempre foi. É uma solidão imensa, uma dor profunda por ficar sem ela. Mas eu agradeço pela oportunidade de amá-la”, acrescentou.

Edson conta que a esposa sempre trabalhou em prol da comunidade e era muito querida na região em que morava. “A Sirlei criou a associação comunitária, construiu um centro comunitário, trabalhou para a instalação de poste de iluminação, era advogada e fazia trabalhos sem cobrar. Todo mundo a conhecia. Resolvia tudo o que podia. Queria salvar o mundo ao redor dela”, contou.

Após a morte da esposa, com quem viveu por 13 anos, e a perda da casa, Edson decidiu mudar seu estilo de vida e se dedicar ao ativismo social, assim como Sirlei fazia. “Tudo o que eu construí em 40 anos de trabalho eu perdi. Tinha uma casa super luxuosa. Gastei uma fortuna na construção e nos artigos dentro dela. Fiquei com a roupa do corpo. Essas coisas todas não têm o menor significado. Vou viver uma vida simples, servindo às pessoas. Eu recebo uma mensagem que é pra eu começar de novo de outra forma”, concluiu.