Cadela é salva após ser amarrada em trilho de trem para morrer atropelada

Uma cadela foi abandonada presa ao trilho de um trem em Recife (PE) e teve sua vida salva graças a ação de um maquinista. O profissional conduzia um trem no sentido oposto ao dos trilhos nos quais o animal estava amarrado e, ao perceber o que estava acontecendo acionou a central de controle.

Foto: Reprodução / NETV

De acordo com o assessor de comunicação da CBTU, Salvino Gomes, a cadela teve sorte. “O trem saía de Cosme e Damião para Camaragibe. Chegando lá, ele voltaria para Cosme e Damião. Se ele não tivesse visto a cadelinha, ele provavelmente a teria atropelado na volta”, disse Salvino ao portal Curta Mais.

Em Camaragibe, dois seguranças entraram no trem e, ao chegar no local onde a cadela estava presa, desceram e ajudaram a soltá-la. Assustada, ela fugiu.

A ação dos funcionários durou cerca de 10 minutos. Não se sabe quem foi o responsável por amarrar a cadela no trilho, tampouco se ela tem tutor.

“A cachorra estava velhinha, é possível que o tutor quisesse se livrar dela. Se foi isso, a gente espera que não faça essa maldade de novo, é uma covardia”, concluiu Salvino.


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Mulher joga soda cáustica em cadela que se protegia da chuva em sua casa

Uma mulher confessou à polícia ter agredido uma cadela no bairro Cohab I, em Belo Jardim, no estado de Pernambuco. Testemunhas afirmam que a agressão ocorreu porque o animal teria buscado abrigo contra a chuva em frente à casa da mulher. Vitória, como passou a ser chamada a cadela, foi resgatada na segunda-feira (29) com ferimentos graves. Embora a agressora afirme ter jogado água quente no animal, um laudo veterinário indicou que o produto usado foi soda cáustica.

Foto: Reprodução / YouTube / TV Jornal Interior

Uma das voluntárias do grupo Anjos de Rua, Ayanne Chaves, que está colaborando com o tratamento de Vitória, afirmou que “foi um resgate bem complicado e difícil, porque ela estava muito machucada e medrosa”. A cadela está internada em uma clínica veterinária. As informações são do portal NE10 Interior.

Após consulta médica, foi constatado que a causa dos ferimentos encontrados no corpo do animal foi agressão com soda cáustica. Além das feridas, a cadela foi diagnosticada com anemia severa e plaquetas baixas e está recebendo tratamento que inclui antibióticos e analgésicos.

Denúncias levadas ao grupo voluntário indicam ainda que este não foi o primeiro episódio de violência promovido pela mulher contra a cadela.

Identificada, a mulher foi encaminhada à delegacia de Belo Jardim e prestou depoimento. Um termo circunstanciado de ocorrência foi instaurado e ela foi liberada. Segundo o delegado João Carlos, esse é o procedimento padrão para crimes de menor potencial ofensivo, nos quais se enquadram os maus-tratos a animais.

Em depoimento, a mulher afirmou que jogou água fervente na cadela, mas não soube dizer o que motivou o ato cruel. Ela assinou um termo de compromisso e receberá intimação judicial para participar de audiência.


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Cadela viaja de carro pelo mundo na companhia da tutora

Nina é a companheira de aventuras de sua tutora. A bordo de um carro, as duas já passearam pelos estados do Pará, do Paraná e do Mato Grosso do Sul, foram até a cidade Las Vegas, conheceram o Grand Canyon, e estiveram na Rota 66, que liga Chicago à Califórnia, nos Estados Unidos.

Foto: Arquivo Pessoal

Atualmente, a dupla mora em Palmas (TO), para onde se mudaram há cerca de um ano. O lar, no entanto, rapidamente dá lugar ao carro quando Nina ouve a palavra “viagem”. As palavras da tutora, a veterinária Ana Cláudia Lehmann, animam a cadela, que imediatamente corre para o banco de trás do veículo.

As viagens são bem planejadas para dar conforto e segurança à cadela. Ana Cláudia providenciou uma caixa de transporte, usada em avião, que não pode ter rodinhas e nem exceder 7 kg, e um cinto de segurança próprio para animais que fica preso à coleira e permite que Nina fique dentro do veículo sem risco de acidente.

“Eu me preocupei na questão de sempre ter tudo em mãos dentro da viagem. Tudo o que é necessário para eles. Além de alimentação, hidratação, uma guia, coleira adequada para a gente poder utilizar nas paradas, cinto de segurança, caixa de transporte. Então eu sempre tive bastante cuidado em proporcionar para ela o maior conforto e segurança em todas as viagens”, contou Ana Cláudia, em entrevista ao G1.

Foto: Arquivo Pessoal

A veterinária lembrou, porém, que nem todo cachorro gosta de andar de carro. “Nem todos os cães, eles têm essa habituação a andar de carro. Como eu falei, a Nina eu preparei. E o que eu digo para todos os tutores é: prepare o seu cão para tudo o que for futuro na vida deles. Se o futuro for viajar de avião, prepare para ele estar habituado a viagens de avião. Se for viajar de carro, então prepare para viagens de carro”, disse.

As regras de segurança respeitadas pela veterinária são importantes para proteger o animal e os ocupantes do veículo e não podem ser descumpridas, conforme explicou o superintendente da Polícia Rodoviária Federal do Tocantins, Hallysson Melo.

Foto: Arquivo Pessoal

“De jeito nenhum, o animal no colo do condutor. No colo do condutor é uma infração. Seja entre os seus braços ou entre ele e a porta. Não pode também o animal solto, também é uma infração de trânsito. A pessoa perde a atenção ali. O cão pode se movimentar, vir para cima dele”, afirmou.

Motoristas flagrados dirigindo com animal solto no veículo são punidos com 3 pontos na CNH e multa de R$ 88,38. Se o animal estiver no colo do condutor do carro, a punição é uma multa de R$ 130,16 e 4 pontos. Caso o animal esteja solto na carroceria do automóvel, são aplicados 5 pontos na carteira e multa de R$ 195,23.


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Cachorrinha é abandonada acorrentada à beira de rodovia movimentada

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

A cadelinha em situação de rua descrita como mista de pastor alemão estava no acostamento de uma rodovia de quatro pistas repleta de carros. Se ela desse apenas um passo em direção à estrada, seria atingida.

Quando Ashli Garza notou a cachorrinha no acostamento da rodovia ela estava dirigindo rumo a uma reunião de trabalho em Mission, Texas (EUA), na terça-feira – e se viu pisando no freio bruscamente.

“Eu não tinha muita certeza do que iria fazer, porque há muitos cães abandonados por aqui, e nem todos são fáceis de serem encontrados porque estão acostumados a ser enxotados ou mal tratados”, disse Garza, uma protetora independente do Texas (EUA) ao The Dodo.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

“Meu pensamento inicial foi tirar uma foto antes de ela fugir – nós temos uma página no Facebook local para cães perdidos e achados. Então eu parei o carro e abri a porta – mas ela veio até mim, então eu soube que ela era amigável. ”

A cachorra estava coberto de lama e sujeira e Garza viu então, a enorme e pesada corrente enferrujada em volta de seu pescoço.

“A corrente foi enrolada duas vezes no pescoço da pobrezinha”, disse Garza. “Estou surpresa que o único dano que “aquilo” causou a ela foi um pouco de irritação ela fricção na pele. Eu não sei como ela conseguia levantar a cabeça, e eu não estou exagerando”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza ainda tinha seu compromisso de trabalho, e ela também tinha o vestido de casamento de sua melhor amiga em seu carro, que não podia ficar sujo – mas ela sabia que não podia ir embora sem a cachorrinha, que ela assumiu ter sido abandonada por seu ex-tutor.

“Eu pensava comigo mesma: ‘Oh Senhor, este cão está cobero de lama. Eu tenho o vestido de casamento da minha amiga no carro. Isso pode realmente ficar muito ruim bem depressa”, disse Garza.

Mas Garza afastou as preocupações e persuadiu a cachorrinha a entrar no carro. Então ela tentou tirar a corrente dela, que pesava cerca de 20 libras (cerca de 9 kg) – mas era impossível para Garza conseguir isso sozinha.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza seguiu em frente até seu compromisso, verificando a cadelinha toda hora pelo espelho retrovisor.

“Ela apenas se sentou e ficou olhando pela janela”, disse Garza. “Ela se virava e olhava para mim, e então girava ao redor. Ela se deitava e então se sentava de novo. Dava para dizer que ela nunca esteve em um carro antes”.

Após seu compromisso, Garza dirigiu até a casa de sua amiga, Luz Guzman, e eles trabalharam juntos para tirar a corrente do pescoço da cachorra. “Eu estava pensando em usar alicates, mas juntos conseguimos deslizá-la sobre a cabeça da cachorrinha”, disse Garza.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Guzman ofereceu-se para dar lar temporário para a cadelinha, agora chamada de Penelope, até que Garza consiga encontrar um grupo de resgate ou um adotante para cuidar dela – e Penelope tem prosperado cada vez mais.

“Obviamente, apenas com base nessa corrente, posso imaginar como ela foi tratada antes”, disse Garza. “Então ela estar tão feliz e ter tanta sorte é bem surpreendente. Aconteceu realmente rápido”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza espera que a história de Penelope incentive as outras pesssoas a pararem quando virem um cachorro perdido precisando de ajuda.

“Muitas pessoas dizem: ‘Não sei como encontrar todos esses cães porque nunca vejo cães abandonados e nunca vejo cães feridos'”, disse Garza. “Mas eles estão lá fora. Nós passamos por eles o tempo todo”.

“Precisamos ter coração e estender a mão a esses animais”, acrescentou Garza. “Compaixão é de graça”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

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Cadela morta é encontrada pendurada por fio de energia e tutora denuncia envenenamento

Uma cadela morta foi encontrada pendurada por um fio de energia elétrica em Dois Córregos (SP). Após um adolescente de 15 anos assumir ter pendurado o animal, a mãe dele disse ao Conselho Tutelar que a cadela foi envenenada. O garoto procurou a polícia e disse que o animal morreu na quarta-feira (24) e que no dia seguinte ele decidiu pendurá-lo, junto com dois amigos, ao invés de enterrar o corpo.

Foto: Arquivo pessoal

Ao denunciar o envenenamento, a mãe do adolescente disse ainda que dois cachorros de vizinhos também foram mortos da mesma maneira. As informações estão num boletim de ocorrência liberado na sexta-feira (26).

No documento, a mulher disse que a cadela era mesmo da família e que ela só descobriu depois que o filho e dois amigos dele penduraram o corpo do animal no telhado de uma propriedade abandonada de um antigo clube na Vila Bandeirantes.

Após a denúncia de envenenamento, a polícia solicitou que o corpo da cadela fosse submetido a um exame toxicológico para determinar a causa da morte. De acordo com o G1, o animal foi encaminhado para a Unesp de Botucatu (SP) e o resultado do exame deve sair em um prazo de até 30 dias.

A Polícia Militar e o fundador da ONG Amor e Respeito ao Animal, Alex Parente, estiveram no local em que a cadela foi encontrada morta. Os policiais afirmaram que o animal já estava sem vida quando eles chegaram à propriedade abandonada.

Moradores da região ficaram revoltados com a cena, assim como o presidente da ONG. A cadela estava amarrada por uma das patas traseiras.

“Quando vi a situação, além da raiva, vem a vontade de chorar. A gente se pergunta para onde está caminhando a humanidade”, desabafou Parente. “Uma sequência de fatos vêm acontecendo na cidade. Recentemente resgatei um da linha férrea e tiveram outros envolvendo envenenamento”, completou.


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Cordeiros órfãos são adotados por cadela em Uruguaiana (RS)

Uma cadela adotou quatro cordeiros órfãos em uma fazenda em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. Os filhotes foram abandonados pelas mães, mas encontraram carinho e aconchego na cadela.

“Nunca tinha visto isso”, contou ao G1 o capataz Luís Alexandre Abreu Alves, de 42 anos. “Até gravei em vídeo porque me chamou a atenção”, completou.

Foto: Luís Alexandre Abreu Alves/arquivo pessoal

De acordo com Alves, os filhotes foram abandonados porque nasceram gêmeos e os mais fracos costumam ficar para trás. “Eu recolho e acabo ficando com eles”, disse o funcionário da propriedade.

Acostumada a conviver com cordeiros, a cadela Lassie logo se aproximou dos filhotes. “Comecei dar leite, ela começou a se chegar, foi lambendo eles, foi deitando com eles. Um deles começou a procurar ela para mamar, e assim começou”, contou Alves.

Os filhotes fazem movimento de mamar ao procurar a cadela, mas são alimentados através de mamadeiras dadas pelo capataz.

“É um instinto que cães e gatos vêm demonstrando cada vez mais, principalmente cadelas, que adotam essa outra espécie, e acabam, muitas vezes, até produzindo leite, se há estímulo das outras mamadas”, afirma o veterinário João Pereira Júnior, diretor do Sindicato Médico Veterinário do Rio Grande do Sul. Essa alimentação, no entanto, não é adequada, segundo o especialista.

De acordo com o veterinário, o nascimento de gêmeos entre os ovinos é comum e se torna ainda mais frequente por causa das técnicas utilizadas por produtores rurais. O abandono dos filhotes pela mãe também é normal, segundo Júnior.

“Muitas vezes os cordeiros não nascem com peso adequado, se não mamam nas primeiras horas o colostro [leite produzido nos primeiros dias de amamentação], eles ficam mais fracos e ficam pra trás”, comentou.

“Um fica mais esperto e forte, mama o colostro, fica mais forte e a mãe muitas vezes abandona por isso, por sentir que o outro vai morrer, e acaba deixando, para proteger o mais forte”, acrescentou.


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Cadela é salva após ficar presa em janela e cair do 6º andar de prédio

Uma cadela foi resgatada após ficar presa na tela de proteção da janela do 6º andar de um prédio em Fortaleza (CE). O acidente aconteceu na terça-feira (23), no bairro José Bonifácio.

Vitória caiu do sexto andar (Foto: Reprodução/SVM)

Um bombeiro que estava de folga passava pelo local quando viu a cadela presa na janela. Ele reuniu moradores e, juntos, improvisaram uma lona para amortecer a queda da cadela. As informações são do G1.

A cadela estava presa à tela pelas patas traseiras e quase todo o corpo do animal estava para fora da janela. Ao cair, ela bateu numa antena de TV e, depois, foi salva pela lona, conforme explicou o cabo João Bosco, do Corpo de Bombeiros, que ajudou no salvamento.

“Mas a gente conseguiu amortecer a queda. Ela teve escoriações. Ficou com ferimentos na boca. Uma vizinha levou a cachorra para uma clínica veterinária”, explicou. O bombeiro afirmou que alguns moradores não acreditavam que o animal cairia.

Lona improvisada salvou a vida da cadela (Foto: Almir Gadelha/ TV Verdes Mares)

Imagens feitas do momento do resgate mostram a cadela se debatendo presa à janela. No interior do apartamento é possível ver um pequeno foco de fumaça. Não foi confirmado, no entanto, se houve incêndio.

Moradores do prédio informaram que a cadela se chama Vitória e tem aproximadamente 2 anos de idade. “A tutora dela gasta o salário inteiro cuidando de animais. Ela é muito solidária”, disse um morador.


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Cadela corre na grama pela primeira vez após passar anos presa em canil

Uma cadela que viveu a vida toda presa em um canil na Romênia conheceu a liberdade após ser resgatada. O destino dela, que parecia lhe condenar a uma existência miserável, sofreu uma reviravolta, permitindo que ela tivesse um final feliz.

Foto: Reprodução / YouTube / Howl Of Dog

Bella, como passou a ser chamada, chegou a adormecer enquanto recebia carinho dos voluntários da ONG que a salvou. Apesar de ser tão doce e grata, ela era bastante tímida por causa de todo sofrimento que viveu. As informações são do portal I Love My Dog.

Com pequenas feridas pelo corpo, causada por pulgas, Bella se coçava incessantemente quando foi resgatada. Por isso, foi imediatamente levada para tomar um banho, com remédios que a livraram dos parasitas.

Toda a atenção e carinho que recebeu fez com que a cadela passasse a se acostumar, aos poucos, com sua nova realidade. As pessoas que a resgataram permitiram que ela tivesse liberdade para evoluir em seu próprio ritmo, sem pressão. Dia após dia, ela foi desbravando os locais que conheceu e começou a ter confiança nas pessoas.

Com o tempo, Bella se transformou completamente. Agora, a cadela submissa e triste que foi encontrada presa em um canil deu lugar a um animal livre e feliz, que corre pela grama, brinca com outros animais e adora a companhia humana.


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ONG pede ajuda para cadela que sofreu mutilações ao ser brutalmente agredida

A Associação Protetora dos Animais de Teutônia (Apante), com sede em Teutônia (RS), resgatou a cadela Nina, de cerca de 3 anos, precisa de ajuda para que a entidade consiga arcar com os gastos do tratamento veterinário dela. A cadela foi brutalmente agredida e teve uma das patas e parte do rabo mutilados.

Foto: Reprodução / Jornal A Hora

O animal foi espancado por criminosos durante um furto a uma residência no bairro Canabarro. As informações são do Jornal A Hora.

A ONG afirmou que Nina tem se recuperado bem, recebe carinho no lar temporário e demonstra ter vontade de viver. “Ela retirou os pontos da perna na segunda-feira, restando apenas os do rabo”, comenta a voluntária Aline Taís Wiebusch.

A cadela ainda está tomando remédios e o tratamento dela já ultrapassou os R$ 3 mil. Inicialmente, os gastos chegaram a R$ 2,8 mil. No entanto, os voluntários já desembolsaram mais R$ 865 para pagar uma transfusão sanguínea, medicamentos e curativos.

Os criminosos agrediram Nina de forma brutal quando entraram numa casa, no dia 28 de junho, para furtar um forno elétrico e um micro-ondas. Apenas no dia seguinte, quando os tutores da cadela voltaram para casa, a agressão foi descoberta, o que fez com que Nina tenha sofrido por horas até ser socorrida.


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Cadela Lassie rodeada pelos gatinhos

Gatinhos são adotados por cadela no Piauí

Por Rafaela Damasceno

Uma gata deu à luz a quatro gatinhos na cidade de Piripiri, no Piauí, mas rejeitou a ninhada e fugiu pouco tempo depois. A cadela Lassie, que nunca tinha sido mãe, resolveu adotá-los e lutou para que sobrevivessem. Infelizmente, mesmo após seus esforços e os de sua tutora, Daniela Silva, três deles faleceram.

Em entrevista ao G1, Daniela conta que começou a alimentar a ninhada através de uma seringa, até que os gatinhos começaram a chegar perto de Lassie. “Ela ficava lambendo eles. Ela lambe eles todinhos, dá banho igual a um gatinho mesmo”, relatou.

Cadela Lassie rodeada pelos gatinhos

Os gatinhos passaram a se aproximar de Lassie | Foto: Arquivo Pessoal

A tutora ainda disse que, quando os gatinhos tinham fome, miavam até que Lassie se deitava para deixá-los mamar. Mesmo sem ter sido mãe, ela conseguia alimentá-los.

A gatinha que sobreviveu ganhou o nome de Rajada e vai continuar morando com Daniela.

Rajada deitada em um potinho de plástico

Rajada continuará com Lassie | Foto: Arquivo Pessoal

São diversos os casos documentados de animais adotando e criando outras espécies como se fossem seus próprios filhotes. Patrícia Monticelli, professora de etologia da USP, explica ao Uol que há alterações hormonais nas fêmeas de todas as espécies. Essas alterações desencadeiam um comportamento materno que deixa as fêmeas mais sensíveis aos cuidados. Os filhotes, por sua vez, reconhecem o melhor cuidador e estabelecem um vínculo.

Um estudo da revista Naturalist apontou que as fêmeas de alguns mamíferos respondem a choros e gritos de filhotes, mesmo os de espécies diferentes. Os pesquisadores afirmam que o choro de um filhote implica em uma situação grave, o que faz as fêmeas responderem rapidamente. “A vantagem de garantir a sobrevivência da sua prole supera o potencial erro”, declara a pesquisadora Susan Lingle à revista New Scientist.