Filhote de cachorro abandonado perde um olho após ser torturado por gangue de abusadores

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff's Office

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff’s Office

Um filhote de cachorro teve que ter seu olho removido cirurgicamente após ser baleado e torturado por uma gangue de abusadores de animais.

O filhote amigável e brincalhão, é na verdade uma cachorrinha e foi batizada de Oakley. Ela foi repetidamente alvejada por tiros de balas de festim durante a agressão covarde e cruel e depois deixada para morrer.

Oakley foi resgatada por uma uma mulher que reside na região e ouviu os tiros do lado de fora de sua casa, em Bakersfield na Califórnia (EUA), ela correu para ver o que era, foi quando encontrou o animal ferido.

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff’s Office

O filhote que tem o pelo curto branco com manchas marrom e brancas pelo corpo foi encontrado ganindo de dor sob o carro da mulher enquanto quatro pessoas fugiram correndo do local.

Oakley foi levada às pressas para o centro de resgate mais próximo, onde os veterinários conseguiram salvar sua vida.

Infelizmente, ela teve que ter o olho removido, devido a gravidade de seus ferimentos.

Oficiais do Gabinete do Xerife do Condado de Kent disseram que ela saiu da cirurgia alegre e animada.

Oakley será colocada para adoção assim que se recuperar totalmente.

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff’s Office

A polícia abriu uma investigação sobre o terrível ato caracterizado como crime de crueldade contra animais, relata o jornal Metro.

Esta semana um cão na Irlanda do Norte teve que ser sacrificado depois de ter ácido jogado por todo o seu corpo.

O animal de estimação da família foi levado por Hannah Marriott depois que apareceu em sua porta com ferimentos doentios. Hannah, de Newry, na Irlanda do Norte, disse: “Quem fez isso com esse pobre cachorro está doente, completamente louco”.

O cão ferido foi encontrado no bairro de Parkhead da cidade na terça-feira.

Centenas de pessoas foram às mídias sociais para desabafar seu horror ao tratamento do animal, relata Belfast Live.

Um deles disse: “A família do cachorro foi notificada e eles estão traumatizados com o que aconteceu ao seu animal de doméstico”.

Respeito à vida

Violência e brutalidade contra animais são sintomas de uma causa antiga e nociva: o especismo. Julgando-se superior às demais espécies do planeta o ser humano, abusa, mata, come e usa os animais e meio ambiente como se fosse bens de consumo descartáveis disponíveis para o seu consumo e à sua disposição.

Animais são vidas preciosas, seres sencientes, capazes de sentir, amar, sofrer, criar vínculos profundos e compreender o mundo ao seu redor. Qualquer violência contra um animal é um atentado contra a vida em si, contra seus direitos e contra a própria humanidade.

Companheiros de planeta e não seres inferiores, os animais tem sofrido sob o jugo secular, impiedoso e cruel da humanidade, arbitrariamente e sem defesa. Cabe a nós o reconhecimento de sua presença como espécies irmãs no planeta e tão dignas de direitos como os seres humanos.

É o mínimo em um mundo onde são feridos, mutilados, desrespeitados, abusados e muitas vezes mortos indiscriminadamente.

Escola adota cadela abandonada para incentivar adoção entre as crianças

Uma escola de Americana, no interior de São Paulo, decidiu adotar uma cadela abandonada para conscientiza os alunos que a adoção é uma escolha acertada a se tomar no que se refere aos animais.

Foto: Jornal Americanense

A cadela, chamada Theodora, ganhou um novo lar graças à iniciativa da Escola de Educação Infantil Primavera, que não só adotou o animal, como o incluiu na parte educacional dos alunos.

O animal é dócil e convive bem com as crianças, que receberam a missão de alimentar Theodora e brincar com ela diariamente. As informações são do portal Jornal Americanense.

Com o convívio com a cadela, as crianças aprendem a ter senso de responsabilidade, além de expandirem a compaixão pelos animais.

Além disso, o fato de Theodora ser uma cadela sem raça definida, retirada das ruas, também serve como uma importante ferramente de educação, já que ensina as crianças a valorizar o amor e não a raça de um animal, além de incentivá-las a optar pela adoção e não pelo comércio de seres vivos.

Cadela volta para a família após ficar desaparecida por 8 anos nos EUA

Uma cadela voltou para casa após ficar oito anos desaparecida. Laila sumiu quando saiu para passear com a tutora e com o cão Blake, que também desapareceu, mas foi encontrado cerca de um ano depois, ao ser anunciado para venda numa rede social. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

“Ainda não temos certeza se eles foram roubados porque a porta não estava aberta – não havia nada aberto ou invadido”, relatou Sophia Hanson, tutora dos cães.

(Foto: Sophia Hanson)

Quando soube que um cão semelhante a Blake estava sendo vendido, o casal procurou o responsável pelo anúncio na internet. “Fomos até lá fingindo que iríamos comprar um cachorro”, disse Sophia. “Quando chegamos lá e confirmamos que era Blake, o pegamos de volta. Ele ficava num canil enorme e desconfortável, o mais feio que já vi.”

“Ele ficou muito confuso por um tempo”, acrescentou. “Toda a reabilitação foi um longo processo, mas agora ele voltou a se comportar como um dócil e enorme urso de pelúcia”, brincou. As informações são do site The Dodo, com tradução do Portal do Animal.

Laila, no entanto, não foi encontrada, mas os tutores nunca desistiram das buscas. Por anos, eles iam a abrigos, canis e pet shops à procura da cadela. Eles não sabiam, no entanto, que Laila havia sido encontrada bastante magra e debilitada por Janice Rackley, que se comoveu com a situação da cadela e decidiu cuidar dela.

Inicialmente, Janice passou a alimentar a cadela na rua. “Ela só precisava de ajuda e amor, e ninguém que a via lhe proveu isso”, disse Janice. “Eu apenas sinto que ela estava lá, naquele momento, por um motivo: para que eu pudesse ajudá-la. Ela dependia de mim”, completou.

(Foto: Janice Rackley)

Todos os dias, Janice alimentava e dava carinho para a cadela, conquistando aos poucos sua confiança. “Eu acho que ia lá vê-la todos os dias por cerca de seis meses, quando ela finalmente começou a se aproximar e ter mais confiança em mim”, disse.

“Então pensei: talvez eu consiga pegar uma coleira, já que ela está me deixando acariciá-la, e possa colocar com a coleira enquanto a alimento. Mas sempre que ela via a coleira, ela saía correndo”, contou. No entanto, o frio chegou e Janice entendeu que talvez aquela fosse sua última chance de salvar a cadela. “Acabei por pegá-la, coloquei-a por cima do meu ombro e caminhei com ela até o meu carro. Ela estava realmente muito calma quando eu peguei ela, era muito doce”, disse.

Laila morou, após o resgate, durante um mês na casa de Janice. Até que ela levou a cadela ao Controle de Animais da cidade e descobriu que o animal era microchipado. “Levou um tempo para ela se adaptar, mas uma vez que ela o fez, era o cão mais doce do bairro”, disse. “Ela sabia sentar, sabia rolar, sabia como se deitar. Eu estava tipo, ‘cara, alguém realmente ensinou e amou muito esse cachorro. Alguém tem que sentir falta dela’.”

Ao fazer a leitura do microchip da cadela, Janice encontrou os tutores de Laila e entrou em contato com eles. “Meu marido e eu estávamos andando pela casa, desligando as luzes e nos certificando de que os filhos estavam na cama”, relatou. “Pouco antes de desligarmos a luz, recebemos uma ligação. Meu marido ficou tipo: ‘O que?! Você pode repetir isso?’ E ele colocou no viva-voz e nós dissemos, ‘Não, isso é loucura!’”.

(Foto: Janice Rackley)

Desesperada para reencontrar a cadela o mais rápido possível, Sophia decidiu ir ao encontro de Laila imediatamente.

“Laila apenas me respondeu com os olhos… “mãe, é você?”, brincou Sophia. “E então todo mundo estava chorando junto, uma bagunça emocional.”

Embora a cadela tivesse passado por muitas transformações desde que desapareceu, ela deixou claro que lembrava perfeitamente dos tutores. “Nós costumávamos chamá-la de Scooby Doo porque ela fazia os sons mais loucos que você já ouviu”, disse Sophia. “Meu marido gritava ‘Scooby Doo! Scooby Doo!’ e ela respondia feliz da vida.”

Depois do reencontro, Laila voltou a viver com os antigos tutores, na companhia de Blake e de outros dois cães.

“Ainda não podemos acreditar”, disse Hanson. “Às vezes passamos por ela e temos que dar uma boa olhada. É extremamente surreal. Ela está na mesma cadeira, no mesmo lugar, deitada em sua mesma posição de cabeça para baixo. E é engraçado vê-la tão à vontade – nem consigo imaginar o que ela passou”, completou.

(Foto: Janice Rackley)


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Cadela morre após ser atacada com ácido e polícia investiga o caso

Uma cadela foi encontrada com ferimentos e ácido pelo corpo em São Manuel, no interior de São Paulo. A tutora do animal saiu para trabalhar e deixou a cadela no quintal da casa onde mora. Quando voltou, a encontrou ferida, com queimaduras pelo corpo e sangue espalhado pelo local.

Foto: Arquivo Pessoal

Um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado na última sexta-feira (24). As informações são do portal G1.

Levada para uma clínica particular e, depois, encaminhada para o Hospital Veterinário da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), de Botucatu (SP), a cadela foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

A suspeita é de que o animal tenha sido vítima de um ataque feito com ácido. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Cadelinha dá à luz no banco de trás do carro logo após ser resgatada

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

Rebecca Lynch estava de férias com o marido em Savannah, na Geórgia (EUA), quando ela decidiu fazer uma parada não planejada antes de voltar para casa. Enquanto a maioria das pessoas armazenava lembranças da viagem, Lynch decidiu levar para casa algo mais significativo.

“Eu sei que a Geórgia tem muitos abrigos rurais com altos índices de morte por indução e eu sabia, naquela altura, que queria salvar o cão mais necessitado de um abrigo, que u conseguisse, antes de voltar para casa”, disse Lynch ao The Dodo. “Eu tinha espaço no meu carro e queria ajudar.”

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

Infelizmente, em alguns abrigos americanos, conforme o estado, a lei permite que cães que não sejam adotados até determinado tempo sejam mortos por indução.

Lynch tinha ouvido falar de Lizzy, uma jovem cadelinha da raça terrier, que estava em situação de rua, e corria o risco de ser morta, por meio de um amigo que morava na área. Alguém havia deixado Lizzy grávida em um abrigo, de acordo com Lynch.

Lynch sabia que não poderia deixar o cadelinha jovem, que também tinha uma perna quebrada, sofrer mais.

A fim de fazer com que a viagem de uma hora até a Flórida, casa de Lynch, fosse confortável para a cadelinha desabrigada, o casal colocou uma cama e um cobertor no banco de trás. Lynch também sentou ao lado de Lizzy, acariciando-a suavemente, para confortá-la e protegê-la, enquanto seu marido dirigia.

“Eu sabia que ela estava nervosa e com medo e eu só queria consolá-la durante a viagem”, disse Lynch.

Mas o casal pode ter feito um trabalho excepcionalmente bom em fazer Lizzy se sentir segura.

“Cerca de uma hora depois, ela finalmente relaxou e esfregou a cabecinha na minha mão enquanto eu acariciava ela”, disse Lynch. “Uma vez que ela se sentiu segura e confortável, a cadelinha decidiu que estava na hora. Ela começou a ofegar e ficou inquieta; Eu disse ao meu marido: “Acho que ela está em trabalho de parto!”

Levou apenas 20 minutos para Lizzy dar à luz seu primeiro filhote na parte de trás do carro. Lynch atuou como parteira, ajudando a manter a nova mãe calma e garantindo que todos os bebês estivessem seguros ao nascer.

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

No momento em que chegaram a um veterinário, Lizzy ja tinha trazido três filhotes para o mundo. “Ela era uma profissional!”, Disse Lynch. “Fomos direto ao veterinário e eles disseram que tudo parecia bom”.

Mas não parou por aí, Lynch observou: “Lizzy teve mais um filhote no veterinário, depois mais dois no carro para casa. Foi uma experiência inacreditável e Lizzy foi uma mamãe tão incrível”.

Depois de uma viagem cheia de emoções, a pequena família está indo muito bem. Lizzy e seus seis filhotes passarão mais alguns dias no veterinário antes de voltar para a casa de Lynch, onde serão mantidos até que todos estejam prontos para encontrar suas famílias.

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

Lizzy sabe o quão sortuda ela é e faz questão de mostrar aos seus salvadores que ela é grata pela segunda chance que recebeu.

“Lizzy é uma princesa. Se coração esta aberto para nós, mesmo com tudo o que ela passou em sua curta vida, ela é tão amorosa e confiante ”, disse Lynch. “Ela é uma alma gentil e amorosa. Um ser notável e único, que mudou nossas vidas para sempre”.

Pit bull com problemas de agressividade aprende a controlar seu medo de estranhos

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Necessidades especiais nem sempre são óbvias. Às vezes os cachorros parecem normais à primeira vista, mas debaixo da superfície e da boa aparência eles podem precisar de um apoio especial, e um pouco de amor extra – e um desses cães é um pit bull chamado Lily.

Lily foi resgatada de um criador de quintal em Staten Island, Nova York (EUA), quando tinha apenas 4 meses de idade e foi levada pela ONG Fur Friends In Need, que rapidamente a colocou em um lar temporário.

O filhotinho de pit bull era apenas um bebê indefeso e assustado desde o início, e todos sabiam que não demoraria muito para que sua família definitiva aparecesse e a pegasse.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

A família que proporcionou o lar adotivo para Lily tinha dois cachorros, e ela adorava brincar e se aconchegar com eles durante o tempo que passou lá – então, quando uma família que ja tinha um cachorro se candidatou para adotar Lily, pareceu o encaixe perfeito. A família do lar temporário se despediu da cachorrinha e a pequena Lily foi para sua nova casa e família adotante, no que parecia ser o final feliz perfeito.

Infelizmente, cinco meses depois, Lily estava de volta ao lar temporário – porque a cadelinha tinha algumas necessidades especiais ocultas que ninguém sabia antes.

Durante seu tempo que passou com sua nova família, Lily começou a mostrar sinais de agressividade com outros animais quando cães desconhecidos se aproximavam dela, e sua família não sabia como lidar com isso. Eles ignoraram o problema até que ele piorou muito, e finalmente decidiram devolver Lily ao abrigo.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Agora, Lily precisa de uma nova casa novamente, com uma família que entenda seus desafios e esteja disposta a trabalhar com ela neles, todos os dias.

Nos últimos seis meses, Lily ficou em um orfanato, onde ela tem trabalhado duro em seu tratamento para se tornar mais segura em torno de cães, quando estiver em novas situações e aprender a ser menos reativa na coleira. Ela adora aprender e fez um grande progresso.

Seus pais do lar temporário junto com a ONG The Franklin Angus Fund arrecadaram dinheiro para enviá-la a um programa de um mês no Instinct Dog Behavior and Training, um programa de reforço positivo – e o tempo que ela passou lá já fez muita diferença na vida de Lily.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Assim que a cadelinha começou o tratamento comportamental, seus novos professores começaram a descobrir o que estava causando seus problemas de comportamento, sua agressividade latente. Eles observaram que Lily ficava com medo e mais esquiva quando um cão que ela não conhecia se aproximava, o que fazia com que ela se tornasse reativa e agressiva.

Ela também é um cão extremamente excitável e sensível e tem problemas para se acalmar. Embora o medo de outros cães fosse muito intenso e ela precisasse de muita ajuda para lidar com ele, os professores de Lily puderam ver imediatamente como ela ao mesmo tempo estava ansiosa para agradar as pessoas ao seu redor e ficaram felizes quando essa ansiedade se traduziu em um lindo desejo de aprender.

“A Lily respondeu muito bem as aulas”, disse Amber Byleckie, a professora da cadelinha no instituto, ao The Dodo. “Ela foi absolutamente incrível, e muito dedicada. Ajudar Lily foi uma alegria absoluta porque ela aprendeu as coisas muito rapidamente, ela estava tão disposta a aprender. Possibilidades de cura com a Lily são enormes”.

Para ajudá-la a se acostumar a estar perto de outros cães, os professores de Lily ofereceram a ela reforços positivos, como brinquedos e guloseimas, sempre que um cachorro novo estivesse por perto.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Eles também trabalharam na construção de confiança dela e de quem estivesse lidando com ela, para que ela pudesse aprender a se concentrar em seu companheiro humano e ignorar o medo dos outros cães ao seu redor.

No final de seu treinamento, Lily fez grandes progressos, conseguindo fazer coisas que antes pareciam impossíveis para ela.

“No primeiro dia no instituto, Lily reagia aos cães colocados a uma grande distância (cerca de meio quarteirão dela”, disse Byleckie. “No final do tratamento, a Lily pôde ficar calmamente ao lado de outros cachorros a poucos metros dela e até fez caminhadas com grupos de cães”.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Lily sempre amou a companhia das pessoas mais do que tudo no mundo, e através de seu tratamento ela aprendeu que, se confiar em seus novos humanos, elas vão mantê-la segura e não deixarão nada de ruim acontecer com ela, mesmo com outros cachorros por perto.

“Você pode realmente vê-la pensando e tomando decisões que são difíceis para ela”, disse Katy Brink, mãe do lar temporário de Lily. “Ela costumava ver um cachorro e reagir imediatamente, tentando atacar. Agora ela checa como se estivesse perguntando: “Você pode me dizer o que fazer?”. Às vezes ela puxa a coleira ou late e você pode ver que ela realmente quer reagir e atacar, mas geralmente ela se concentra em sua pessoa mais próxima e relaxa. É possível ver o quanto ela tem se esforçado”

Embora o progresso feito por Lily seja maravilhoso, ela provavelmente ainda lutará com esses problemas pelo resto de sua vida, e tudo bem. A cachorrinha só precisa de uma família que entenda que ter um cão com necessidades especiais nem sempre significa cadeiras de rodas e fraldas – às vezes significa trabalhar com medos e ansiedades todos os dias. E mesmo que seja difícil às vezes, no final vale a pena, porque, apesar de suas dificuldades, Lily é única e trará tanta alegria para quem decidir torná-la parte de sua família.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

“Ela realmente atrai as pessoas – eu acho que sua sensibilidade é o outro lado de ser reativa em relação aos cães”, disse Brink. “Ela pega tudo no ar. Mais do que a maioria dos cães, ela está em sintonia com o que você está fazendo ou sentindo e parece saber o quão boba e engraçada ela é. É por isso que algumas pessoas preferem sair com cachorros do que com humanos. Talvez as pessoas as deixem ansiosas, mas elas amam cachorros. Lily é assim, só que ao contrário: os cachorros a deixam ansiosa e ela é obcecada pelas pessoas”.

Não só cães, mas muitas pessoas lutam contra a ansiedade, é o caso de Lily. Ela sabe que é uma luta diária que vai exigir decisões constantes, e é possível vê-la lutando contra sua vontade de atacar.

Apesar de todo o progresso que ela fez, Lily precisará ser o único cachorro em sua futura nova casa. Desde que participou de seu programa de tratamento emocional, ela se tornou ótima com gatos e é a melhor amiga do gato que vive em seu atual lar temporário. Lily ainda muita energia pelo fato de ser um filhote e seria uma ótima parceira para correr ou brincar. Acima de tudo, ela quer apenas uma família que possa amar com muitos abraços e beijos, todos os dias pelo resto de sua vida.

“A nova família de Lily precisa estar preparada para muitos beijos babados, aconchego e muitas oportunidades de fotos hilárias”, disse Byleckie.

De volta a seu lar temporário novamente, Lily não pode mais brincar com seus irmãos adotivos, Sasha e Norman, da mesma maneira que costumava fazer. Ela tem que usar uma proteção contra mordidas sempre que estiver perto deles, e seus pais temporários estão ansiosos para que ela encontre finalmente uma nova casa onde seja a única cachorra, para que possa relaxar com as pessoas que ela ama, livre de estresse.

Cadela abandonada à beira da morte encontra uma família amorosa

Pixie antes e depois da cadela abandonada | Foto: Onegreenplanet

Pixie antes e depois da cadela abandonada | Foto: Onegreenplanet

A expressão “olhos pidões” é usada quando queremos descrever alguém com olhos sensíveis, tristes que pedem melancolicamente algo e normalmente aparentam sofrimento.

Pixie tinha todas as razões para ter um olhar tão triste a ponto de consternar quem a visse. Ela foi mais um cão abusado e negligenciado resgatado pela equipe do Dog Rocks NYC de Nova York (EUA).

Pixie chegou ao abrigo anêmica e sem pelos, com feridas abertas por todo o corpo que sangravam e cheiravam mal, provenientes de um caso de sarna contagiosa e infecção de pele.

A cadelinha estava em um estado tão lastimável que precisou de uma transfusão de sangue e soro para repor os líquidos necessários ao seu corpo. Pixie ficou tanto tempo nessas condições precárias que ela estava a ponto de morrer. Aqueles “olhos de filhote” estavam repletos de depressão e desesperança. Ela tinha apenas três anos e isso foi tudo que a vida lhe ofereceu até ali.

Pixie na época que foi resgatada | Foto: Onegreenplanet

Pixie na época que foi resgatada | Foto: Onegreenplanet

Os cuidados médicos mais urgentes foram prestados a ela na clinica veterinária parceira do Rescue Dogs Rock em San Antonio, mesmo (onde ela foi encontrada). Na chegada, foi descoberto que ela também estava com doença do carrapato e ainda testou positivo para doença de chagas (verme do coração), como se não bastasse todo o resto!

Pixie ficou em recuperação por um longo tempo internada na clínica, ela nem podia ser transferida para o abrigo do Rescue Dogs Rock em Nova York até que estivesse, no mínimo, saudável o bastante para viajar.

Aqui Pixie um pouco confusa enquanto passa por um checkup e toma um bom banho | Foto: Onegreenplanet

Aqui Pixie um pouco confusa enquanto passa por um checkup e toma um bom banho | Foto: Onegreenplanet

Atualmente Pixie não exibe mais aqueles “olhos pidões”, que partiram os corações daqueles que viram o estado em que ela foi encontrada. Ela agora tem um lar. Pixie não foi apenas adotada, como esta muito feliz. Ela esta saudável novamente e mais linda do que nunca.

Pixie e Daphne | Foto: Onegreenplanet

Pixie e Daphne | Foto: Onegreenplanet

Pixie mora com seus irmãos, um terrier staffordshire resgatado chamado Patton e uma vira-lata mistura de pitbull e whippet chamada Daphne!

Pixie e Patton | Foto: Onegreenplanet

Pixie e Patton | Foto: Onegreenplanet

A família de Pixie foi quem mandou as fotos atuais dela e de seus irmãos. Um lar amoroso, com respeito e carinho, além dos cuidados essenciais, pode curar o coração e o físico de qualquer um. Pixie é a prova disso.

Pixie em seu novo lar | Foto: Onegreenplanet

Pixie em seu novo lar | Foto: Onegreenplanet

Pit bull puxa tutor desacordado para fora do carro após o veículo se chocar contra uma árvore

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

Depois que a irmã mais velha de Isaiah Lenotte foi para a faculdade, ele começou a se aproximar da cadela pit bull resgatada pela família, Athena, que estava chateada e confusa com a partida da irmã para a faculdade. O par encontrou conforto um no outro e passou a ficar mais tempo juntos, aproximando-se mais a cada dia.

“Ela nunca sai do meu lado em casa e está sempre esperando por mim quando eu chego da rua”, disse Lenotte ao The Dodo. “Não há ninguém em quem eu confie mais.”

No último fim de semana, Lenotte decidiu levar Athena para pescar com ele. Os dois passaram uma tarde maravilhosa juntos, relaxando e brincando, até que chegou a hora de ir para casa.

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

O dia estava perfeito, e os dois estavam apenas indo embora de carro, e quando chegaram na última colina antes de sua casa, repente Lenotte se sentiu fraco, sem forças – e antes que ele percebesse o que estava acontecendo, o carro saiu da estrada e foi direto para uma pedra, e em seguida para uma árvore.

“Até o carro bater na árvore eu esta consciente mas apaguei em seguida”, disse Lenotte. Acordei logo depois com o carro cheio de fumaça dos airbags e metade dele na água. Eu então comecei a tentar sair do carro, que pensei que poderia estar em chamas”.

Apesar de estar machucado e cheio de cortes, Lenotte sabia que tinha que sair do carro e levar Athena com ele o mais rápido possível. Mover-se, porém, era uma luta, e quando ele estava abrindo a porta do carro e tentando tirar ele e sua melhor amiga do perigo, Athena decidiu resolver o problema com suas próprias mãos.

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

“Eu abri a porta traseira do lado direito do passageiro e fui puxado para fora por Athena”, disse Lenotte. “Ela escapou da coleira enquanto me tirava do jipe, mas ficou do meu lado, embora quisesse sair do carro tanto quanto eu”.

O acidente de carro definitivamente tinha assustado Athena, mas ela não seu medo atrapalhar enquanto puxava seu irmão para a segurança. Ela sabia que ele precisava dela, e então fez tudo o que podia para ter certeza de que ele estava bem e o par conseguiu atravessar a rua e se afastar do carro.

Assim que os pais de Lenotte chegaram ao local, sua mãe tentou colocar Athena em sua caminhonete e longe de toda a comoção gerada – mas ela não havia terminado de proteger seu irmão ainda.

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

“Quando cheguei lá, ela estava sentada protegendo ele, mas tremendo toda”, disse Jennifer Lenotte, a mãe do casal, ao The Dodo. “Eu a peguei e coloquei na minha caminhonete, mas tive que levá-la de volta porque ela estava desesperada e continuava procurando pelo meu filho.”

Athena se recusou a sair do lado de seu irmão, mesmo quando as pessoas chegaram para ajudá-lo, e finalmente só se aceitou se separar dele quando os paramédicos chegaram para levá-lo ao hospital para que os dois fossem atendidos.

“Ela surpreendentemente não se incomodou com a quantidade de pessoas e caos que estava ao nosso redor e com certeza me confortou, já que eu estava confortando-a”, disse Isaiah Lenotte. “Ela parecia saber que todos estavam lá para ajudar.”

Foto: Jennifer Lenotte

Foto: Jennifer Lenotte

Atena foi abalada por toda a situação e o acidente, mas saiu milagrosamente ilesa do acidente. Ela podia obviamente sentir que estava bem e seu irmão não, e sabia que ela tinha que ser a única a assumir o controle.

Os pais de Athena a levaram para casa, onde ela esperou que seu irmão voltasse do hospital – e assim que ele voltou para casa, ela voltou a ficar ao lado dele.

Felizmente, Lenotte só sofreu ferimentos leves do acidente, e ele e Athena estão se recuperando maravilhosamente bem. Se Athena não estivesse com ele, a coisa toda teria sido muito mais difícil de lidar, e Lenotte é eternamente grato por sua melhor amiga.

“Eu não poderia estar mais agradecido ela amizade de uma companheira tão incrível”, disse Isaiah Lenotte.

Cadela tem gravidez psicológica após adotar filhote de gato em SP

Uma cadela teve gravidez psicológica após a chegada de um filhote de gato na casa onde ela mora em Itapetininga, no interior do estado de São Paulo. Jully, como é chamada a cadela, adotou o gato e passou a tratá-lo como filho, que, inclusive, é amamentado por ela.

Foto: Heloísa Casonato/G1

“Percebi que ela estava amamentando o Theodoro pelo ‘barulhinho’ do gato. Ele está com a gente há umas quatro semanas e está crescendo rápido por tomar o leite dela”, afirmou a autônoma Adaiz Alves Leite ao G1.

A médica veterinária Juliana Sonoda explica que a gravidez psicológica no animal ocorre devido a uma disfunção hormonal. Segundo ela, apesar dos animais pertencerem a espécies diferentes, o leite da cadela tem feito bem para o filhote de gato.

“Ela [a Jully] teve um cio há uns dois meses e quando o filhote chegou, ela achou que teve um bebê e produziu leite. Os comportamentos são como se ela estivesse gestante e se preparando para a chegada do filhote. Agora, o que era psicológico ‘casou’ mesmo sendo em espécies diferentes. O amor e instinto materno foram muito maiores neste caso”, explicou a veterinária.

Foto: Renan Ciconelo/TV TEM

Adaiz conta que Jully foi adotada há três anos para conviver com o filho dela, Pedro, que tem autismo. Segundo a autônoma, a cadela distribui amor para toda a família.

“Meu filho hoje ajuda a cuidar dos bichinhos aqui em casa e é carinhoso, a Jully ajudou muito a melhorar o comportamento dele. Esses animais são tudo para a gente”, concluiu.

Foto: Heloísa Casonato/G1

Cadela é socorrida em estado grave após ser agredida a pauladas

Uma cadela foi socorrida em estado grave e levada a uma clínica veterinária, no domingo (19), após ser agredida a pauladas em Sobral (CE). Ela sofreu trauma crônico encefálico e foi colocada em coma induzido. O caso é investigado pela polícia.

(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)ranspo

“A cadela estava em choque, com sinais de dor intensa, hemorragia do conduto auditivo e exoftalmia de olho esquerdo, quando não há reação à luz”, conforme o Hovet. As informações são do Diário do Nordeste.

O agressor foi levado à Delegacia Regional de Sobral da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), onde foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Ele confessou ter agredido a cadela. Após prestar depoimento, ele foi liberado e o caso foi transferido para a Delegacia Municipal de Sobral.

O homem teria agredido a cadela após ela fugir da casa da tutora. Ela está estabilizada, porém precisando de cuidados intensivos.

O presidente da Sociedade Protetora Ambiental no Ceará (SPA-CE), Márcio Sousa, incentiva a população a denuncia casos de maus-tratos a animais, que têm como pena detenção de até um ano, e multa. Com a morte do animal, a punição pode ser maior.

“Quanto mais detalhada a denúncia, com evidências como fotos e vídeos, melhor a formalização da mesma”, disse Márcio.