Polícia investiga morte de cadela por atropelamento em Minas Gerais

O caso de uma cadela que morreu após ser atropelada está sendo investigado pela Polícia Civil em São João del Rei, no estado de Minas Gerais. A tutora do animal conta que estava na calçada, no bairro Fábricas, quando um veículo com a inscrição de um supermercado foi na direção dela e atropelou a cadela. O caso aconteceu no último sábado (13).

Foto: Arquivo Pessoal

A Secretaria da 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil afirmou, em nota, que o delegado Luiz Carlos Pereira irá desmembrar o procedimento e que, além de maus-tratos animais, consta na ocorrência crimes de agiotagem e lesão corporal. As informações são do G1.

A tutora da cadela apresentou à polícia um atestado médico, pois também ficou ferida. Ela alega que o responsável por atropelar o animal cumpre pena em regime aberto, mas isso ainda não foi confirmado pelas autoridades. O homem será intimado a depor na delegacia. O G1 tentou entrar em contato com ele, mas não obteve sucesso.

Após o atropelamento, a mulher acionou a Polícia Militar e informou aos policiais que o proprietário de um supermercado da cidade deu marcha ré em um veículo e atropelou a cadela. Em seguida, ela foi perguntar ao motorista o que estava acontecendo. Segundo a vítima, o homem abriu a porta de forma brusca e disse que queria que ela pagasse os R$ 300 que deve a ele.

A polícia tentou rastrear o veículo, mas não teve êxito. Não foi possível, também, ir até o supermercado, porque ele já estava fechado. Os agentes, então, orientaram a mulher sobre as providências que deveriam ser tomadas.

“Faria tudo de novo”, diz homem que salvou cadela de afogamento em rio

O educador físico Raphael Frederico Germano, morador de Lins (SP), que salvou uma cadela que estava se afogando no rio Campestre durante uma forte chuva, no último sábado (13), afirmou que não se arrepende e faria tudo novamente.

“Na hora, a gente nem pensa no perigo. Faria tudo de novo, apesar do risco”, contou ao G1.

Raphael pulou no rio para salvar a cadela (Foto: J.Serafim/Divulgação)

Um motorista que passava pelo local parou o veículo e registrou o resgate. Uma criança, nas margens do rio, tenta ajudar a cadela, mas sem sucesso. Raphael, por sua vez, consegue salvar o animal após lutar contra a forte correnteza.

Raphael contou que percebeu que a cadela precisava de ajuda ao ver a criança tentar salvá-la. “Quando vi o menino tentando salvar a cachorra que estava se afogando com uma vareta, parei a moto, desci e pulei no rio”, afirmou.

Após retirar a cadela da água, o educador físico descobriu que ela não era tutelada pela família da criança e passou, então, a procurar a tutora do animal nas proximidades, mas não conseguiu encontrá-la. “Ela estava bem cuidada, tinha uma coleira. Sabia que tinha tutora”, disse.

Como não encontrou a família da cadela, Raphael decidiu levá-la para casa e, em seguida, acionou a ONG Refúgio Pet, que assumiu a responsabilidade pelo animal.

Por ter engolido bastante água, a cadela foi levada a uma clínica veterinária, onde passou por exames. No local, foi constatado que o pulmão dela estava limpo e que ela havia sofrido apenas escoriações.

Raphael e a cadela Menina após o resgate (Foto: J.Serafim/Divulgação)

Ao ter alta médica, a cadela foi levada para a casa da ativista e presidente da ONG, Sonia Lopes, que publicou o caso na internet.

“Depois de passar pelo veterinário, eu trouxe ela para a casa e postei a foto dela em uma rede social atrás do tutor. Foi assim que a tutora descobriu o paradeiro da cachorrinha fujona”, contou.

Segundo a ativista, a tutora disse que a cadela fugiu no início da manhã e que a família estava desesperada à procura dela. O animal foi adotado, após ser resgatado das ruas, há mais de um ano e atende pelo nome de Menina.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o trecho do rio no qual a cadela caiu é raso, mas devido à chuva, sobe cerca de três metros e atinge uma ponte construída no local. A velocidade da água deixa a correnteza forte e apresenta perigo. Os militares orientam a população a acionar a equipe, através do 193, em caso de necessidade de salvamento de pessoas ou animais.

Tratamento com células-tronco faz cadela paraplégica voltar a andar

Uma cadela que ficou paraplégica em 2014 após levar um coice de um animal, na fazenda de uma universidade onde nasceu em Vila Velha (ES), voltou a andar depois de receber um tratamento com células-tronco. Foram cinco anos de terapia, com muitas sessões de fisioterapia e 10 aplicações de células.

Foto: Lorena Oliveira/ Arquivo Pessoal

Soneca, como é chamada a cadela, nasceu na fazenda da Universidade de Vila Velha (UVV). Com o coice que levou, ela sofreu uma lesão na medula e perdeu o movimento das patas traseiras e do rabo. Como ela não reagia ao tratamento com medicamentos, a cadela começou a receber infusões de células-tronco. As informações são do portal G1.

“No final de 2014, foram feitas duas aplicações de célula-tronco e ela teve melhora clínica. Com isso, ela conseguiu voltar a ficar em pé, mas era uma mobilidade debilitada. Ela não andava direito ainda, arrastava muito a perninha, mas não conseguia dar os passinhos”, disse a tutora de Soneca, Lorena Oliveira, de 23 anos.

Lorena adotou a cadela durante o tratamento. A jovem cursava, na época, o segundo período do curso de Medicina Veterinária e fazia estágio. A princípio, ela falou para a família que daria apenas lar temporário para a cadela, até que ela encontrasse um lar.

“Eles foram pegando amor por ela. A Soneca é muito carinhosa. Ela tem um olhar de gratidão. É muito maravilhosa”, declara a veterinária.

Após receber a primeira aplicação de células-tronco, a cadela recebeu um tratamento intensivo por seis meses, feito em uma clínica de fisioterapia animal na qual Lorena começou a estagiar. Com isso, Sossô, como é carinhosamente chamada pela tutora, teve melhora na capacidade de se locomover e voltou a sentir e a dar passos com a pata direita, que estava mais comprometida, e a mexer o rabo.

“Ela fazia alongamento, esteira aquática e exercícios para equilíbrio”, contou a tutora. Atualmente, Sossô é levada com frequência na praia para se exercitar. “Ela adora!”, disse.

Durante o estágio, novas tentativas de tratamento foram feitas e, com isso, a cadela progrediu ainda mais.

Trabalho de Conclusão de Curso

Ao pensar no tema que abordaria no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), já no final da graduação, Lorena decidiu usar a história e recuperação da cadela.

Foto: Lorena Oliveira/ Arquivo Pessoal

“A professora propôs que a gente fizesse mais aplicações de células-tronco. Fizemos mais oito aplicações na veia e no joelho direito em seis meses, já cinco anos depois do trauma, para que ela diminuísse a contratura muscular. Foi observada melhora na mobilidade e amplitude de movimento da articulação do joelho no membro pélvico direito”, explicou. Antes do tratamento, Sossô tinha dificuldade para urinar e também apresentava incontinência intestinal.

Na apresentação do trabalho, a dedicação de Lorena emocionou a banca. “Mostrei vídeos e fotos de antes e depois e a banca quase chorou. Ela melhorou muito a qualidade de vida, porque a recuperação foi muito difícil no quadro que ela tinha, tanto que até hoje ela tem sequela. A melhora clínica dela foi surpreendente, para todo mundo que recebeu ela no hospital foi uma surpresa”, contou.

Primeira paciente

Soneca foi o primeiro animal com paraplegia a ser atendido pelo projeto. Na época, a universidade estava montando o laboratório, que hoje atende cães, gatos, cavalos e animais silvestres que precisam de reabilitação e tratamento com células-tronco. São recebidos animais vítimas de atropelamentos e outros tipos de acidente, com traumas e também com sequelas de doenças, como a cinomose, que pode afetar os movimentos do corpo.

Para agendar uma consulta, conforme explica a professora de Medicina Veterinária e coordenadora do projeto Betânia Monteiro, é preciso entrar em contato com o Hospital Veterinário da universidade ou com o Laboratório de Células Tronco e Terapia Celular pelo telefone (27) 99887-3500 ou pelo email lcete.uvv@gmail.com.

Foto: Lorena Oliveira/ Arquivo Pessoal

“A gente agenda horário de atendimento e avalia a doença que o animal tem para ver se a terapia celular vai ser indicada para esse paciente. Se o procedimento for indicado, eu explico como é a interação da célula-tronco no organismo do paciente”, contou a professora.

Tratamentos como acupuntura, fisioterapia e ozonoterapia também devem ser feitos para que a melhoria da saúde do animal seja completa, além de procedimentos cirúrgicos, lembrou Betânia.

O custo da terapia com células-tronco é avaliado conforme a condição financeira do responsável pelo animal. “Quando o paciente é de tutores carentes, ONGs ou adotantes, a gente não cobra e acaba usando os resultados para fins acadêmicos”, explicou Betânia.

Segundo a professora, apenas neste ano 23 pacientes já foram atendidos pelo projeto.

Ciclista adota cadela e a leva em mochila nas costas para treinos com bicicleta

O ciclista Gabriel Rodrigues Pego, de 21 anos, adotou a cadela Yellow – que recebeu este nome por ter a pelagem amarela – em maio de 2017, quando saiu com amigos para andar de bicicleta na pista de mountain bike no bairro Alto da Riviera, na Zona Sul de São Paulo, e encontrou a filhote abandonada.

Foto: Fabio Tito/ G1

Yellow saiu de dentro de um caixote que estava na rua. Os amigos se encantaram com ela e passaram o dia brincando com a cadela. As informações são do portal G1.

“Ela se identificou bastante comigo, ficou ao meu lado o tempo todo, brincou, corria atrás das pedras que eu jogava. Eu creio que ela me escolheu, acredito muito nisso, que o cachorro que escolhe o tutor, não o contrário”, relembra Gabriel.

Ao anoitecer, os amigos foram embora. No entanto, Gabriel percorreu o caminho de volta para casa com a cadela no pensamento. “Fiquei com a consciência pesada de deixar um animal abandonado, não podia deixar um ser vivo lá. Voltei, encontrei-a, coloquei-a dentro da camisa e fui embora com a bicicleta. Foi quando percebi que ela gostava da sensação de vento no rosto”, conta.

Foto: Fabio Tito/ G1

Apesar de, inicialmente, o pai de Gabriel ter se mostrado resistente à ideia de adotar um cachorro, logo Yellow conquistou toda a família. “Meu pai era bem complicado nesse quesito, então eu disse que ela ficaria conosco só por uns dias, mas ela foi ficando, ficando e foi ganhando espaço e cativando toda a família. Ela é brincalhona e está sempre sorrindo, então se tornou o xodó lá em casa, principalmente do meu pai. Quando ele chega em casa nem fala comigo, vai direto nela”, diz.

Atleta amador de mountain bike, Gabriel decidiu levar Yellow nos treinos quando passou a participar de competições. “Ela gosta de adrenalina, de vento no rosto, gostava de ficar na janela do carro”, conta.

A princípio, ele levava a cadela dentro de uma mochila comum, que ele carregava nas costas. No entanto, logo ele percebeu que Yellow ficava desconfortável e, então, desenvolveu uma mochila adequada para ela.

Foto: Fabio Tito/ G1

“Fui a um designer de artefatos, fiz pesquisas, consultei a médica veterinária dela e cheguei a esse conceito final. Foram dois meses de teste. Aí o pessoal via na rua e começou a me perguntar, então criei uma empresa preocupada com o prazer do animal para comercializar as peças”, conta. Gabriel vendeu 23 mochilas nos primeiros dois dias de venda.

No entanto, não foi só a mochila que ele desenvolveu para Yellow, mas também um óculos de sol com proteção UV para proteger os olhos dela durante os passeios de bicicleta. O óculos foi projetado para cachorros.

“Ela virou minha companheira, eu a levo para tudo quanto é lugar. E ela faz muito sucesso no trânsito, o pessoal enlouquece, nos para”, conta Gabriel, que afirma que a cadela auxilia nos treinos de força com a bicicleta. “A gente treina junto, ou eu a levo no dia de treino específico para fazer força. Só ela pesa 11 quilos, mais 2 da mochila, são 13. Ajuda a fazer força! Eu brinco que ela e os cachorros do bairro que correm atrás de mim são meus técnicos”, diverte-se.

Foto: Fabio Tito/ G1

Na última competição que participou, na Copa São Paulo de Mountain Bike, em Santa Isabel, no interior do estado, Gabriel ficou em segundo lugar. “Foram 35 km com quase 800 metros de elevação. E a Yellow tem parte no meu troféu”, afirma.

O rapaz conta que teve a vida transformada pela cadela. “Ela mudou minha vida em todos os sentidos. A vida ganha mais cor. Chegar de um treino cansado e ver ela naquela euforia no portão, não tem dinheiro que paga. E ela é muito feliz também, você tem de ver quando pega a mochila, ela endoida quando falo que vamos passear”, relata.

Com a experiência de ter salvado a vida de Yellow, o ciclista passou não só a vender produtos para cachorros, como também a incentivar a adoção de animais abandonados.

“Eu acho que o pessoal costuma comprar cachorro e tem muito cachorro na rua querendo um lar e às vezes as pessoas não querem por não ter raça. É bacana dar chance a um animalzinho em situação de rua. Você muda a vida dele, mas ele vai mudar a sua vida também. É o amor mais puro e verdadeiro. Ele não exige nada em troca, não está preocupado com sua conta bancária e sua posição social. É o melhor amigo do homem, isso eu posso comprovar”, conclui.

Foto: Fabio Tito/ G1

Cadela que sofreu abuso sexual encontra novo lar no Distrito Federal

Menos de um mês após ser estuprada por um homem em situação de rua, a cadela Veruska, que recebeu cuidados médicos em uma clínica veterinária, encontrou um novo lar no Distrito Federal.

A cadela na delegacia, após o estupro e, depois, no sofá da nova tutora (Foto: Arquivo Pessoal)

“É o fim de um ciclo para o começo de um novo. A Veruska é muito feliz, mesmo com tudo o que ela passou. A felicidade dela me surpreendeu e me emocionou”, disse a advogada da ONG Adoção São Francisco, Ana Paula Vasconcelos, em entrevista ao Correio Braziliense.

A nova tutora da cadela, a bancária Leila Marques Figueira, de 34 anos, conheceu Veruska na quinta-feira (11). “Ela é uma cadelinha muito boazinha, já chegou me lambendo. Embora tenha passado por uma história tão triste, que me deixou completamente impactada, parece que ela não ficou traumatizada”, relata a moradora da Asa Norte.

Com a adoção formalizada, a cadela foi levada para o apartamento de Leila, onde viverá com os gatos da tutora. “Tenho três gatos, mas a história da Veruska mexeu comigo. Eu disse ao namorado da minha amiga, que também acompanham a ONG, que se ela não fosse adotada, eu mesma ficaria com a Veruska. Como ela não encontrou um lar, sabia que depois de tanto sofrimento, ela não merecia passar mais um dia na clínica veterinária”, afirma Leila.

A cadela foi adotada pela bancária Leila (Foto: Arquivo Pessoal)

Os gatos ainda estão se adaptando à nova moradora da casa. Veruska, no entanto, se comporta como se sempre tivesse vivido com Leila. A rotina dela tem se resumido em desbravar o apartamento e descansar no sofá e na cama da nova tutora.

“Agora, a Veruska é minha e pronto. Estou de férias e, neste período, vou aproveitar para ficar ao lado dela, apoiando-a. Mas além da mudança de ares, a cadelinha também vai ganhar um novo nome, para simbolizar este recomeço”, explica a bancária.

Apesar da cadela, que tem cerca de quatro meses de idade, ter ficado internada por mais de 20 dias, o tratamento médico dela ainda não acabou.

Veruska dorme na cama da tutora (Foto: PCDF e Arquivo Pessoal)

“Veruska precisou tomar remédios fortes para a dor muscular e o sangramento, além de antibióticos para vaginite. Ela está curada de todos estes males que a acometeram após um ato tão desumano. Mas, pelos próximos 30 dias, a cadela continuará tomando uma medicação contra um vírus que ela foi exposta, que é comum em animais em situação de rua”, afirma Ana Paula Vasconcelos.

Ao final do tratamento, Veruska será vacinada e, então, poderá passear na rua com a tutora. Ela também será castrada, procedimento cirúrgico que ficou sob responsabilidade da ONG que a resgatou.

Cadela arrastada por enxurrada é encontrada no Rio de Janeiro

A labradora Gaia, de 14 anos, que havia sido arrastada por uma enxurrada que atingiu a cidade do Rio de Janeiro, foi encontrada nesta quinta-feira (11) em uma trilha no Horto, na Zona Sul do município. A cadela não se feriu e já voltou para casa.

Foto: Arquivo Pessoal

Gaia foi encontrada por Nana Carneiro da Cunha, amiga do irmão da tutora da cadela, a arquiteta Tatiana Castello Branco, que fez uma mobilização nas redes sociais para tentar localizar a labradora. As informações são do jornal Extra.

“Eu fiquei três sem dormir e ainda estou anestesiada. Ontem fui dormir já me preparando para uma notícia ruim. E hoje esse anjo que é a Nana achou a Gaia. E agora ela está aqui, andando pela casa, só com um arranhãozinho. Estou feliz demais, demais”, disse Tatiana.

Após a cadela voltar para casa, Tatiana agradeceu a todas as pessoas que se uniram a ela para tentar encontrar Gaia. “Os Cachorreiros da Paz, o GoDog, a veterinária Carolina, os seguranças do Jockey e mais tanta gente. São pessoas assim que fazem a gente voltar a ter fé no mundo”, afirmou.

Gaia estava na casa da avó de Tatiana, no Jardim Botânico, também na Zona Sul,quando uma galeria de águas pluviais que fica sob o imóvel transbordou e arrastou a cadela, na última segunda-feira.

Desde o desaparecimento, Tatiana passou a percorrer os locais nos quais, segundo testemunhas, Gaia havia sido vista.

Tutor de cadela levada pela enxurrada no RJ tem esperança de encontrá-la

O tutor da cadela Gaia, o comerciante Claudio Cappo, não desistiu de encontrar a cadela, que desapareceu após ser levada pela enxurrada que atingiu o município do Rio de Janeiro. O animal está desaparecido desde a segunda-feira (8). Com 12 anos, a labradora já está quase surda.

Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Gaia foi levada pela água após a mureta da casa onde ela mora se romper com a força da chuva, na rua Sara Vilela, no bairro Jardim Botânico.

“Veio uma cabeça d’água do morro destruindo portão, muros, e arrastou a cachorra. Não sabemos mais nada, só a informação de uma veterinária do Jockey, que disse ter visto Gaia por volta das 2 da manhã. Ficamos a madrugada inteira até de manhã entre Jockey e Gávea, mas, por ora, é só uma testemunha”, disse Claudio, em entrevista ao blog Lu Lacerda.

Com o sumiço da cadela, o tutor iniciou uma campanha nas redes sociais para tentar ter notícias sobre o paradeiro dela. Fotos de Gaia tem sido compartilhadas incessantemente por centenas de internautas e replicadas em diversos grupos.

Apesar de algumas pessoas terem dito que a cadela foi encontrada, a informação não condiz com a realidade. Gaia permanece desaparecida. Ela está usando uma coleira com plaquinha de identificação e é um animal muito dócil.

“Confesso que achei que ela não poderia ter sobrevivido ao que aconteceu, mas, como essa pessoa é uma veterinária e tem certeza que era ela, a gente está com uma certa esperança”, afirmou o tutor.

Informações sobre o paradeiro da cadela devem ser repassadas pelo telefone (21) 9 9209-5969.

Cadela é deixada em clínica veterinária com bilhete justificando abandono

Uma cadela foi abandonada em frente a uma clínica veterinária, na segunda-feira (8), no bairro da Torre, em Recife (PE). Uma mulher deixou o animal preso a uma coleira com um bilhete justificando o abandono.

O proprietário da clínica, o médico veterinário Gustavo Campos, contou que a cadela foi abandonada por volta das 5 horas, conforme registraram as imagens de câmeras de segurança, e tomou chuva até que ele chegasse ao local.

Foto: Reprodução/WhatsApp/G1

“Ela estava amarrada em uma corrente. No bilhete, a pessoa dizia que ela tinha problemas de pele e que não tinha condições de cuidar”, afirma. As informações são do portal G1.

O veterinário afirmou que a cadela aparenta ter quatro anos de idade. “Ainda não fizemos exames, mas vamos observar a cadela e denunciar o caso à Polícia. Queremos encontrar quem fez isso”, diz.

De acordo com a delegada Maria Elizabete Patriota, da Delegacia do Meio Ambiente (Depoma), casos semelhantes a este podem ser denunciados na delegacia, na rua Barão de Melgaço, 130, na Galeria São Dimas, em Água Fria, na Zona Norte do Recife.

Denúncias de abandono e maus-tratos contra animais também podem ser registradas através do Disque Denúncia, no telefone (81) 3421-9595.

A cadela está disponível para adoção. Os interessados em dar um novo lar para ela devem ligar para o número (81) 3184-7900.

Carteiro que faz amizade com cães recebe carta emocionante após morte de cadela

Um carteiro que faz amizade com os cachorros das casas por onde ele passa nos Estados Unidos recebeu um presente emocionante: uma carta escrita pelos tutores de um dos animais que recebia não só a atenção do homem, mas também biscoitos que ele levava para todos os cães. A família decidiu entregar a carta após a morte da cadela.

(Reprodução/Veja SP)

A história foi compartilhada pela filha do carteiro nas redes sociais e emocionou os internautas. A publicação já recebeu mais de 874 mil curtidas e foi compartilhada por mais de 186 mil pessoas. As informações são do Bored Panda.

“Meu pai é carteiro e gosta de dar agrados aos cachorros que encontra no percurso dele. Hoje ele contou que um dos cães morreu e os tutores lhe entregaram um saco com biscoitos e esse bilhete”, explicou a jovem.

Na mensagem publicada pela filha, o carteiro escreveu sobre a morte da cadela, de quem ele fala com muito carinho. “Acabei de descobrir que um dos meus amigos morreu ontem. A Gretchen era um enorme pastor alemão, mas mais parecia um ursinho de pelúcia”, relembrou o homem.

Na carta que os tutores de Gretchen escreveram e entregaram ao carteiro, eles contam sobre a morte da cadela e agradecem pela forma como o homem a tratava quando a encontrava durante o trabalho. Junto da mensagem, eles colocaram biscoitos.

“Gretchen morreu ontem. Ela gostaria que você compartilhasse com os outros cachorros da sua rota os petiscos que ela nunca conseguiu terminar. Ela sempre gostou de te ver chegar perto da nossa porta e sempre ficou feliz ao ganhar um petisco seu. Muito obrigada”.

Cadela é encontrada ferida após ser jogada do terceiro andar de prédio

Um servidor público foi preso pela polícia na noite de segunda-feira (8), em Ceilândia, no Distrito Federal, após arremessar um filhote de cachorro da janela do terceiro andar de um prédio. O caso aconteceu no Setor P Norte.

Foto: Reprodução / YouTube / Metrópoles

O animal, que é uma fêmea da raça dachshund, foi encontrado ensanguentado, caído em uma calçada em frente ao prédio residencial, segundo informações do Jornal de Brasília.

Com a ajuda de moradores do prédio, policiais da 19ª Delegacia de Polícia conseguiram encontrar o tutor do animal, que apresentava sintomas de embriaguez. Ele autorizou a entrada da equipe na residência.

No local, um pacote pequeno de ração foi encontrado. Ao ser questionado pelos policiais, o homem alegou que a cadela caiu da sacada.

O tutor foi encaminhado à delegacia e autuado em flagrante pelo crime de maus-tratos a animais. A cadela, chamada Mel, foi resgatada pelos policiais e levada para um hospital veterinário.

“A ocorrência ainda nem foi lavrada porque os policiais deram prioridade ao atendimento. Nós ainda não sabemos a situação dos ferimentos, mas vamos acompanhar o caso de perto e cobrar as sanções penais e administrativas”, disse ao portal Metrópoles a vice-presidente da Comissão de Direitos dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ana Paula Vasconcelos.