Cadelas são esfaqueadas e têm olhos perfurados em Ponta Porã (MS)

Duas cadelas tiveram os olhos perfurados e outra foi esfaqueada no bairro Parque das Aroeiras, em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. Os crimes preocupam os tutores de animais da região.

Foto: Reprodução / Ponta Porã Informa

A cadela esfaqueada, que estava grávida, foi resgatada no domingo (21) à noite pela ONG Irmandade das Patinhas após ser encontrada com as vísceras expostas. Devido ao horário em que ela foi socorrida, voluntárias da entidade se uniram para encontrar um veterinário que pudesse prestar atendimento.

Levada para a clínica “É o Bicho”, a cadela foi examinada pelos veterinários Denise e Roberto, que tiveram que submetê-la a uma cirurgia de emergência. Apesar de ter sido resgatada, o estado de saúde da cadela é delicado, já que ela perdeu muito sangue e foi encontrada com hipotermia. As informações são do portal Ponta Porã Informa.

“Agora temos que fazer uma vaquinha para pagar as custas”, informou uma voluntária da ONG. Além de dinheiro para o tratamento da cadela, a entidade precisa também de mantas, casinhas, remédios e lar temporário para animais que esperam por adoção. Interessados em ajudar devem entrar em contato com Rosane pelo telefone 67 9938-7600 ou com Silvia através do número 67 9660-6102.

Olhos perfurados

A cadela Branquinha saiu sozinha à rua e quando retornou estava com o olho lacrimejando. A tutora, que preferiu não se identificar, contou que encaminhou a cadela para o veterinário, onde foi constatado que ela teve o olho perfurado. Além dela, Pipoca também sofreu uma perfuração no olho e outra na testa.

Foto: Reprodução / Ponta Porã Informa

Moradores do bairro da Granja afirmam que crimes semelhantes têm ocorrido no local.

Informações que possam levar à identificação do responsável por violentar os animais devem ser repassadas à polícia. Maus-tratos é crime e tem como punição até um ano de detenção, além de multa. Caso o animal morra, a pena pode ser aumentada.

Nota da Redação: a ANDA recomenda aos leitores que não permitam que seus animais, sejam cães ou gatos, tenham acesso à rua. É imprescindível que passeios ocorram apenas na companhia dos tutores, fazendo uso de coleiras e guias, para garantir a proteção dos animais. Sozinhos na rua, eles podem contrair doenças, ser atropelados, agredidos, abusados sexualmente e, caso não sejam castrados, procriar, colaborando com o aumento do abandono com o nascimento de filhotes na rua. 


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Cadela morre após ser agredida com chutes por dentista em Maceió (AL)

Foto: Arquivo pessoal

Uma cadelinha da raça shar-pei morreu após ter sua mandíbula fraturada por chutes. O caso aconteceu no bairro Ponta Verde, em Maceió (AL). A cachorra foi atacada durante um passeio. Ela estava com a secretária de sua tutora e interagiu com a cadela do dentista M.T.R., uma buldogue francês. Para desvencilhá-los, o homem agrediu a shar-pei com fortes chutes. A agressão causou a fratura da mandíbula do animal em duas partes.

A shar-pei, que possuía cerca de dois anos, recebeu atendimento veterinário emergencial e foi submetida a um procedimento cirúrgico de cinco horas, mas, infelizmente, não sobreviveu. Segundo informações do portal Cada Minuto, o veterinário que atendeu a cadelinha informou que as agressões ocasionaram possíveis sequelas no tórax, no pescoço e sangramentos internos. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Repressão aos Crimes Ambientais de Alagoas.

A tutora da cadela, a enfermeira Andreia Oliveira, a frieza do agressor impressionou. “Acredito que os dois animais se estranharam por algum motivo que desconheço. Foi uma ação brusca e rapidamente controlada, bastante comum entre cachorros ou gatos. O que ele fez é inadmissível. Todos gritaram para ele parar. Foi desumano e após todo o caso ele teve muito sangue frio para sair caminhando normalmente”, disse.

Em um vídeo publicado em uma rede social, o dentista M.T.R. afirmou que o episódio foi uma fatalidade e que sua atitude foi motivada pelo instinto de proteger sua cadelinha buldogue chamada Mel. Ele afirma ainda que sua cadela também ficou ferida e ele temeu que a cadela shar-pei pudesse matá-la. Ele finaliza o vídeo se desculpando e lamentando o ocorrido.


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Mães cachorrinhas são encontradas em um beco criando seus filhotes juntas

Foto: Northwest Dog Rescue

Foto: Northwest Dog Rescue

Uma transeunte estava passando próximo a um beco escuro em Los Angeles, na Califórnia (EUA), quando ouviu alguns ganidos abafados e resolveu parar e investigar para ver o que era. Ela se deparou com a cena mais triste e comovente ao mesmo tempo que tinha presenciado.

Amontoadas no chão sujo, estavam duas mães cachorrinhas muito magras – elas estavam bem próximas uma da outra, aconchegadas juntas e amamentando seus nove bebês. Este beco frio e escuro era seu único lar, e elas estavam criando seus filhotes ali juntas.

Foto: Northwest Dog Rescue

Foto: Northwest Dog Rescue

A mulher soube na hora que não suportaria apenas ir embora sem ajudar aquelas famílias primeiro. Ela pegou e levou todos eles até sua casa, tirando-os das ruas até que eles pudessem ser transferidos para o abrigo de Northwest Dog Project (NDP) em Eugene, Oregon, mais tarde naquele mesmo fim de semana.

A equipe de resgate percebeu imediatamente o quão especial era o vínculo que as mães cachorras, a quem deram o nome de Thelma e Louise, tinham uma com o outra. Embora ninguém saiba ao certo de onde elas vieram, é possível que as duas possam estar relacionadas (consanguineamente ou por morarem no mesmo lar) – ou simplesmente se conheceram nas ruas e decidiram ficar juntas dali em diante.

Thelma e Louise | Foto: Northwest Dog Rescue

Thelma e Louise | Foto: Northwest Dog Rescue

“Tenho certeza de que em algum momento as mães foram abandonadas por alguém”, Emma Scott, diretora executiva do abrigo NDP, disse ao The Dodo. “As mães e os bebês estão muito abaixo do peso e desnutridos além de tudo. Na minha opinião elas e os filhos estavam vivendo nas ruas há algum tempo já.

Não importa como as mães se encontram, elas são inseparáveis e cuidam de seus nove filhotes juntos como um time. Eles estão todos se ajustando bem ao resgate e parecem tão agradecidos pelas camas e cobertores confortáveis, disse Scott. As mães passam muito tempo apenas relaxando e cuidando dos bebês, e se aconchegando umas com as outras também.

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

“Eles parecem ter uma rotina mapeada – uma mãe cuida dos filhotes enquanto a outra os amamenta, e então eles mudam”, disse Scott. “Não sabemos quais filhotes pertencem a quem! É a primeira vez que vejo algo assim. Eles definitivamente têm um relacionamento doce.

Depois de compartilhar um post da família no Facebook, o abrigo foi inundado com palavras de apoio de muitas mulheres que, como Thelma e Louise, são mães solteiras.

“As pessoas realmente gostaram de conhecer a história delas”, disse Scott. “Muitas mulheres comentaram: “As mães solteiras se unem. É muito especial vê-las cuidando umas das outras ao mesmo tempo em que criam os filhotes juntas se ajudando”.

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

Com cerca de 12 libras (cerca de 5 kg) cada e cabelos rebeldes e fofos, as duas cadelinhas em situação de rua, Thelma e Louise, parecem ter misturas de terrier. Seus filhotes são bem pequenos, então é provável que eles cresçam e se tornem adultos pequenos e médios. Assim como suas mães, a maioria dos filhotes são meninas – existem apenas dois meninos entre as duas ninhadas.

“As mães são super doces”, disse Scott. “No início elas estavam um pouco nervosas e receosas, mas agora elas vivem procurando por carinho e rolando para ter suas barriguinhas coçadas. E os filhotes são muitos alegres e minúsculos. Eles são adoráveis e tornam a tarefa de cuidar deles deliciosa”.

Com cerca de 5 semanas de idade, os bebês estão se tornando super enérgicos e brincalhões. Eles permanecerão com as mães por pelo menos mais um mês até ficarem mais fortes e tomares todas as vacinas. Suas mães também serão castradas antes de estarem disponíveis para adoção.

Por enquanto, a equipe de resgate está muito feliz de estar cercada por tantos rabos abanando e muitos beijos sem fim dos filhotes – e está bem claro que toda a família sente a mesma coisa.

“Esta família é uma das razões porque resgatamos cães”, disse Scott. “Muita tristeza pode estar envolvida [no resgate], mas ver duas mães se juntando assim para criar seus filhos é tão gratificante. Eu olho para eles e não consigo segurar as lágrimas. Esta é a parte recompensadora de todo o trabalho que realizamos”.

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Cid Moreira relembra morte por envenenamento de suas cadelas

O jornalista Cid Moreira relembrou a morte trágica de duas cadelas dele. Os animais foram envenenados em um curto espaço de tempo e, apesar dos esforços para salvá-los, morreram.

Reprodução/Youtube

Ao recordar momentos de sua carreira, o jornalista revelou o caso. Segundo ele, os assassinatos foram uma retaliação a uma notícia que ele anunciou. Os fatos foram relatados por Cid através das redes sociais. As informações são da revista Caras.

“Certa vez, eu estava anunciado, durante o JN, um ‘bandido’ perigoso que havia sido pego pela polícia. E no dia seguinte a vira-latinha que eu amava apareceu morta envenenada. Corri com ela para o veterinário e não adiantou. Eu morava em Jacarepaguá. Dois dias depois mais uma morreu. Uma policial capa preta. Ela apareceu, pela manhã, quase morta na porta de minha casa, arranhando a porta e gruindo. Fiquei muito assustado, é claro!”, contou.

Como se não bastasse a tristeza pela perda das cadelas, Cid descobriu, ao chegar na TV Globo para trabalhar, no dia seguinte à morte do segundo animal, que o caso se tratava de vingança.

“Chegando à TV naquela tarde, encontrei uma colega jornalista que me disse o seguinte: ‘Estive lá em Bangu e um preso perguntou para mim como estavam as cachorras do Cid Moreira. O que aconteceu?’”, disse.

Assustado, o jornalista decidiu mudar de endereço ao saber que o pai do homem havia sofrido um enfarto ao ouvir Cid dizer que ele era um criminoso, o que fez com que o rapaz ficasse com raiva e se vingasse.

Cadelas resgatadas de pedra recebem visita de bombeira que as salvou

As cadelas que foram resgatadas na Pedra do Penedo, na Baía de Vitória, no Espírito Santo, receberam a visita de uma bombeira que participou do resgate. Batizadas com os nomes Vitória e Guerreira, elas se recuperam em uma clínica veterinária.

Foto: Ari Melo/ TV Gazeta

Testemunhas relatam que as cadelas foram jogadas na água na noite de segunda-feira (11) por uma pessoa em uma lancha e nadaram até a pedra, onde se abrigaram. O Corpo de Bombeiros foi acionado e esteve no local na mesma noite, porém, a baixa luminosidade impediu o resgate, que foi retomado e realizado com sucesso no dia seguinte. Os militares chegaram no local na manhã de terça-feira (12) e levaram quase 10 horas para salvar as cadelas.

“Nós chegamos à conclusão de que a melhor forma era criar uma via através de escalada, acessar a parte superior, onde as cadelas estavam, e depois fazer um rapel. Eu desci, as cadelas continuaram fugindo até chegarem na água, onde a equipe de mergulho fez tudo que era possível para resgatá-las com segurança”, explicou ao G1 o sargento Josué.

De acordo com o sargento Bento, que estava na embarcação, as cadelas estavam assustadas e isso dificultou o resgate. “Quando trata-se de um ser humano, é comum ele querer ser salvo. Já o animal não tem essa questão. E, naquela ocasião, eles estavam estressados. Provavelmente, porque foram escorraçados por algum humano e toda vez que algum humano se aproximava, eles tentavam fugir”, disse.

Foto: Ari Melo/ TV Gazeta

“Tivemos muita dificuldade, porque eles estavam muito estressados. Toda vez que abordamos, eles fugiam, estavam ariscos, mordendo. Então a gente teve essa dificuldade para acessá-los, colocá-los no barco e trazê-los com segurança para a margem”, confirmou a tenente Andresa.

Na clínica veterinária onde estão internadas, no Jardim Camburi, as cadelas estão sendo tratadas pela médica veterinária Viviane Santana. “A Vitória chegou num quadro de hipotermia, em função de tudo que passou, a gente teve que aquecê-la. As duas chegaram muito assustadas, ainda estão um pouco. A gente está trabalhando essa questão humanitária, para reverter o trauma que elas passaram”, disse a profissional.

As cadelas foram levadas para a clínica por uma protetora de animais, que também foi a responsável por conseguir novos lares para Vitória e Guerreira. “Primeira providência que nós tomamos foi trazer para um clínica confiável, para estabilizar a saúde e depois pensar em adoção”, contou Clara Orlandi. As duas cadelas já tem famílias interessadas em adotá-las.

Comovida com a história das cadelas, a tenente Andresa, que participou do resgate, esteve na clínica para visitá-las na quarta-feira (13). “Feliz por elas estarem se recuperando”, afirmou.

Foto: Ari Melo/ TV Gazeta

Denúncia

A Polícia Civil emitiu nota por meio da qual reforçou que denúncias de maus-tratos a animais podem ser registradas em qualquer delegacias e também pelo Disque-Denúncia 181 ou ainda pelo site disquedenuncia181.es.gov.br.

É necessário que as ocorrências sejam formalizadas pra que a Polícia Civil seja informada sobre os casos e os investigue. O autor do crime é autuado no Artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais por maus-tratos a animais e pode ser condenado à detenção de até um ano, além de multa. No entanto, por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, o infrator não costuma ser preso, já que a pena acaba sendo substituída por punições alternativas, como a prestação de serviços comunitários.

Bombeiros usam rapel para resgatar cadelas abandonadas em pedra

Duas cadelas que estavam presas na Pedra do Penedo, local de difícil acesso na Baía de Vitória, no Espírito Santo, foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros na terça-feira (12). Relatos indicam que os animais foram jogados na água na noite de segunda-feira (11) por uma pessoa em uma lancha e conseguiram sobreviver subindo na pedra.

Foto: Ari Melo/TV Gazeta

Para retirar as cadelas do local, foi necessário o uso de rapel. No entanto, durante os trabalhos dos bombeiros, os animais pularam no mar. As informações são do portal G1.

O primeiro animal resgatado é uma fêmea filhote. O outro fugiu assustado para a pedra quando uma equipe em um barco resgatava a outra cadela. Após mais de duas horas, o segundo resgate foi feito, na água, após a outra cadela voltar para o mar. Inicialmente, os bombeiros acreditaram que ela tivesse entrado na região de mata que fica atrás da pedra, mas a encontraram nadando na maré.

O abandono foi flagrado por pessoas que passavam pela orla da avenida Beira-Mar, no bairro Forte de São João, às 23 horas de segunda-feira. Uma equipe esteve no local na mesma noite para tentar salvar os animais, que nadaram assustados e se refugiaram na pedra. No entanto, a baixa luminosidade impediu o resgate, que foi retomado no dia seguinte pela manhã e finalizado no período da tarde.

Foto: Ari Melo/TV Gazeta

Clara Orlandi, moradora da região e protetora de animais, soube do caso e esteve no local na noite de segunda-feira para tentar ajudar.

“O porteiro do prédio onde moro passou pelo local, viu a cena e me acionou ainda a noite. Fiquei aqui até 23 horas com outras pessoas. Como estou na Patas do Canto, um grupo que ajuda animais, o foco está na causa do resgate, não nas nossas ações. Acredito que quem abandona um animal, não tem respeito nem por ele mesmo, e esse trabalho que está sendo feito pelos bombeiros é muito valoroso”, disse.

De acordo com Clara, a segunda cadela apresentava possível hipotermia e estava traumatizada. A primeira, não aparentava ter problemas de saúde nem ferimentos. No entanto, a protetora afirmou que as levaria ao veterinário. Segundo ela, já existem famílias interessadas em adotar as duas.

Três cadelas são encontradas mortas em condomínio de Sobradinho (DF)

Foto: Arquivo Pessoal

Três cadelas foram encontrados mortos no Condomínio Recanto dos Nobres, em Sobradinho. A chef de cozinha Luciana Rodrigues, 23 anos, tutora dos animais, acredita que as cadelas tenham sido envenenadas durante à noite. Os corpos foram encontrados nas primeiras horas da última terça-feira (19).

“Eu cheguei em casa por volta das 1h30 da manhã e já estranhei logo de cara. Geralmente eles fazem barulho quando as pessoas chegam, mas dessa vez não escutei nada”, relata. Luciana conta, também, que encontrou pedaços de pão misturados à ração das cadelas, que, segundo ela, não foram colocados pelos moradores da casa.

A pastora alemã Juh, 13 anos, a lhasa apso Bela, 7, e a vira-lata Kurama, 5, foram encontradas com sangue e uma grande quantidade de saliva na boca. O acesso ao canil só é possível por um vão no teto.

O síndico do condomínio, Gustavo Alves de Souza, exerce a função há um ano e meio. Caso as mortes tenham sido mesmo por envenenamento, ele não descarta que o suspeito seja alguém de fora. Apesar disso, Gustavo acredita que tenha sido alguém da comunidade.

O síndico teve acesso às imagens de segurança do circuito interno, mas não verificou nenhuma movimentação estranha na casa.

“Recomendei a Luciana que abrisse um processo para investigação do caso. Tudo é muito recente, ela ainda está em choque com tudo isso que está acontecendo”, destacou.

Desolada, Luciana contou ao Correio como foi a noite anterior à tragédia. “Elas estavam super saudáveis. Minha mãe disse que escutou uns barulhos estranhos na casa durante a madrugada. Foi como um sexto sentido. Fomos verificar durante a manhã e estavam todas mortas. Infelizmente a segurança do condomínio é muito precária”, finaliza.

O valor do exame toxicológico veterinário foi estimado em 700 reais para cada animal, fazendo com que a família desistisse de realizar os testes. “É revoltante, porque não temos dúvida sobre a causa. Não é a primeira vez que acontece isso no condomínio, eu sei de sete que já morreram lá dentro”, menciona.

Luciana tentou abrir uma ocorrência na 13ª DP (Sobradinho), mas agentes presentes no horário alegaram que não existem provas suficientes para investigar o caso. A Divisão de Comunição da Polícia Civil (Divicom) informou que entraria em contato com a delegacia para mais informações sobre o motivo de a ocorrência não ter sido registrada.

Fonte: Correio Braziliense

Cadelas precisam de resgate urgente em São Paulo

Carlos Eduardo
carloseduardoxx225@gmail.com

Um moradora de rua acorrentou várias cadelas nas grades do metrô, no Largo Santa Cecília.

As correntes são muito pequenas, elas mal conseguem comer. Cães e gatos já foram queimados com cigarros neste local.

Autoridades foram alertadas mas até agora nada foi feito.

Quem puder resgatar os animais podem entram em contato com a Sandra pelo telefone: 11- 97126-0575

 

‘Estamos vivendo um trauma’, diz tutor de uma das cadelas levadas no carro de pet shop roubado

A Cocker Spaniel Cindy foi uma das três levada em assalto Foto: Reprodução/Redes Sociais

O bibliotecário Cesar Neto e a família iniciaram, na tarde de quarta-feira, uma campanha na internet e nas ruas para encontrar a cadela Cindy e outras duas que foram levadas dentro do carro de uma pet shop após um assalto em Padre Miguel, Zona Oeste do Rio. Ainda sem notícias, Cesar define a situação como um trauma, mas não perde a esperança de encontrar o animal.

“Estamos vivendo um trauma, ninguém consegue nem imaginar o que estamos sentindo. Sabemos que há possibilidade de os bandidos terem levado as três cadelinhas até para vendê-las ou que as tenham largado em qualquer rua na cidade. Mas estamos torcendo para que estejam em um local seguro e sejam encontradas”, afirmou Neto.

Até agora, a família está apreensiva por não ter recebido qualquer informação de onde está o carro roubado, o que poderia ser uma pista para o paradeiro das cadelas.

“Já fizemos todas as diligências necessárias, estamos fazendo a divulgação em todos os meios possíveis. Tiraram esses animais da convivência de pessoas idosas, de famílias inteiras, isso não se faz”, lamentou o bibliotecário.

Além de Cindy, estão desaparecidas uma poodle branca e uma SRD| Foto: Reprodução/Redes Sociais

Por volta das 10h desta quinta-feira , circulou em alguns grupos que as cadelas teriam sido encontradas próximo à pet shop. A informação foi desmentida por uma das responsáveis pelo estabelecimento.

“Nessas horas, é comum que as informações fiquem desencontradas. É importante ajudar, mas qualquer coisa errada que se espalhe sobre esse caso dá falsas esperanças para todos nós”, disse.

Além de Cindy, estão desaparecidas uma poodle branca chamada Mel e uma vira-lata que ainda não teve o nome divulgado. Testemunhas relataram que, por volta de 12h45m, dois assaltantes estavam sentados em uma calçada na Estrada do Encanamento, em Padre Miguel.

Quando o funcionário da Pet Paraíso foi entregar uma das cadelas aos donos, os bandidos abordaram o veículo, uma Chevrolet Spin branca, com a placa KYF-9291 e anunciaram o assalto. O motorista chegou a pedir para retirar os animais do carro, mas não foi atendido e foi ofendido com palavrões.

Fonte: Extra

Duas cadelas abandonadas no bairro de São Mateus, em SP, precisam de um lar

Janiele Barbosa Ferreira
janny_barbosa@yahoo.com.br

Duas cadelas foram encontradas numa das ruas do bairro de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo. Uma delas está com as patas traseiras debilitadas, com suspeita de paralisia do carrapato.

As duas estão desnutridas e fracas, apesar de uma mulher colocar ração e água diariamente para elas. Elas estão abandonadas há aproximadamente dois meses. Quem estiver interessado em dar um lar e cuidados apropriados para essas lindas cachorrinhas, elas estão localizadas na rua Cel. Benedito Ferreira de Souza, perto do número 120, próximo ao hospital São Mateus.