Cachorrinha pit bull abandonada em pet shop há quatro anos ainda aguarda por um lar

Foto: Sam Taylor

Foto: Sam Taylor

Quando um filhote de pit bull chamado Eva entrou em um petshop para tomar banho no Queens (EUA), ela não tinha ideia de que logo aquele lugar se tornaria sua casa.

De acordo com o tutor de Eva, o gerente do prédio não permitiria mais que ele a mantivesse no apartamento. Em vez de encontrar uma nova casa para ela, ele a deixou temporariamente no salão.

Nos últimos três anos, Eva viveu em uma caixa estreita, sem nada para esperar, exceto a visita ocasional de seu tutor. Até que, eventualmente, as visitas pararam – e também o pagamento pela hospedagem.

Foto: Sam Taylor

Foto: Sam Taylor

Quando Sam Taylor ouviu pela primeira vez a história Eva por um amigo, ele mal podia acreditar no que a cachorrinha de quase 4 anos já tinha passado em sua curta vida.

“Eva não sabe de mais nada. Ela viveu sua vida nesta pequena gaiola no porão”, disse Taylor ao The Dodo. “Toda a situação realmente chegou a mim até o ponto em que pensei: ‘Eva precisa de uma casa imediatamente. Isso é loucura'”.

Desde que Eva foi abandonada, os funcionários da pet shop cuidaram do cão sem-teto – alimentando-a, caminhando com ela e até mesmo vacinando-a.

Mas os recursos são limitados quando se trata de dar amor e atenção a Eva. Os funcionários tentavam passar um tempo com ela nos intervalos, mas à noite, Eva é deixada sozinha no porão.

Quando a loja abre novamente no dia seguinte, Eva está sempre feliz e ansiosa para ver as pessoas.

Foto: Sam Taylor

Foto: Sam Taylor

“Eva é tão doce quanto possível apesar de sua terrível provação”, disse Taylor, “calma, paciente, inteligente, amigável. É difícil imaginar a circunstância que levaria alguém a abandonar um cachorro tão especial”.

O único problema é que a vida solitária de Eva não lhe deu a chance de socializar com outros animais. “Há tantas coisas novas para ela”, disse Taylor. “Ela realmente não sabe como reagir em torno de outros animais – ela é ótima com as pessoas – super doce e dócil. Mas quando ela anda, ela tem energia e esse instinto de filhote de cachorro.”

“Ela só não teve a chance de ser um cachorro”, acrescentou.
Taylor pediu ajuda para abrigos de animais na área dos três estados, mas até agora ninguém conseguiu encontrar espaço para Eva. Agora ele mudou sua busca para encontrar Eva como uma casa e uma família, onde ela possa finalmente aprender o que é ser amada de verdade.

“Ela é muito inteligente e um completo encanto – um tutor experiente não teria problemas com ela”, disse Taylor. “Ela é amigável e se sente confortável em torno de homens e mulheres. Tudo o que queremos é encontrar alguém com um pouco de experiência, tempo e paciência para deixar Eva viver uma ‘vida de cachorro’ que ela tanto deseja e merece”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorrinha se diverte escondendo-se de sua tutora dentro da caixa de brinquedos

Foto: Rachel Silverstein

Foto: Rachel Silverstein

Não deixe que o adorável sorriso desta cachorrinha da raça dachshund e esses olhos arregalados e serelepes de Freida o enganem.

Ela pode parecer perfeitamente inocente – mas Freida tem um lado sorrateiro.

Na maior parte do tempo, Freida e sua tutora, Rachel Silverstein, são inseparáveis – caminham, nadam e até vão aos restaurantes juntas.

Mas outro dia, Silverstein não conseguiu encontrar Freida em lugar algum.

Foto: Rachel Silverstein

Foto: Rachel Silverstein

“Passei uns bons cinco minutos andando pela casa gritando por Freida”, disse Silverstein. Ela até começou a ficar um pouco nervosa achando que sua amada filhote de alguma forma havia saído escondido.

Mas então Silverstein notou que havia um brinquedo extra no balde de brinquedos de Freida.

Era a própria Freida.

Foto: Rachel Silverstein

Foto: Rachel Silverstein

Freida não tinha saído – “Não. Ela estava em seu balde de brinquedos”, disse Silverstein. “Quietinha assistindo-me procurar por ela.”

Desde então, Silverstein tirou fotos de Freida colocando-se em seu novo esconderijo favorito.

E essa não foi a primeira vez que Freida decidiu brincar com sua tutora.

Foto: Rachel Silverstein

Foto: Rachel Silverstein

“Ela vai se esconder e me deixar procurá-la”, disse Silverstein ao The Dodo.

“Geralmente é em sua caixa de brinquedos ou na lavanderia ou debaixo da cama.”

O último esconderijo de Freida realmente aumentou seu jogo de esconde-esconde – e Silverstein não espera nada menos de sua filhote super inteligente.

“Ela costumava ser um cão de terapia para crianças até ser colocada para adoção”, disse Silverstein. “Ela é um cachorro muito especial.”

Foto: Rachel Silverstein

Foto: Rachel Silverstein

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorrinha é abandonada acorrentada à beira de rodovia movimentada

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

A cadelinha em situação de rua descrita como mista de pastor alemão estava no acostamento de uma rodovia de quatro pistas repleta de carros. Se ela desse apenas um passo em direção à estrada, seria atingida.

Quando Ashli Garza notou a cachorrinha no acostamento da rodovia ela estava dirigindo rumo a uma reunião de trabalho em Mission, Texas (EUA), na terça-feira – e se viu pisando no freio bruscamente.

“Eu não tinha muita certeza do que iria fazer, porque há muitos cães abandonados por aqui, e nem todos são fáceis de serem encontrados porque estão acostumados a ser enxotados ou mal tratados”, disse Garza, uma protetora independente do Texas (EUA) ao The Dodo.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

“Meu pensamento inicial foi tirar uma foto antes de ela fugir – nós temos uma página no Facebook local para cães perdidos e achados. Então eu parei o carro e abri a porta – mas ela veio até mim, então eu soube que ela era amigável. ”

A cachorra estava coberto de lama e sujeira e Garza viu então, a enorme e pesada corrente enferrujada em volta de seu pescoço.

“A corrente foi enrolada duas vezes no pescoço da pobrezinha”, disse Garza. “Estou surpresa que o único dano que “aquilo” causou a ela foi um pouco de irritação ela fricção na pele. Eu não sei como ela conseguia levantar a cabeça, e eu não estou exagerando”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza ainda tinha seu compromisso de trabalho, e ela também tinha o vestido de casamento de sua melhor amiga em seu carro, que não podia ficar sujo – mas ela sabia que não podia ir embora sem a cachorrinha, que ela assumiu ter sido abandonada por seu ex-tutor.

“Eu pensava comigo mesma: ‘Oh Senhor, este cão está cobero de lama. Eu tenho o vestido de casamento da minha amiga no carro. Isso pode realmente ficar muito ruim bem depressa”, disse Garza.

Mas Garza afastou as preocupações e persuadiu a cachorrinha a entrar no carro. Então ela tentou tirar a corrente dela, que pesava cerca de 20 libras (cerca de 9 kg) – mas era impossível para Garza conseguir isso sozinha.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza seguiu em frente até seu compromisso, verificando a cadelinha toda hora pelo espelho retrovisor.

“Ela apenas se sentou e ficou olhando pela janela”, disse Garza. “Ela se virava e olhava para mim, e então girava ao redor. Ela se deitava e então se sentava de novo. Dava para dizer que ela nunca esteve em um carro antes”.

Após seu compromisso, Garza dirigiu até a casa de sua amiga, Luz Guzman, e eles trabalharam juntos para tirar a corrente do pescoço da cachorra. “Eu estava pensando em usar alicates, mas juntos conseguimos deslizá-la sobre a cabeça da cachorrinha”, disse Garza.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Guzman ofereceu-se para dar lar temporário para a cadelinha, agora chamada de Penelope, até que Garza consiga encontrar um grupo de resgate ou um adotante para cuidar dela – e Penelope tem prosperado cada vez mais.

“Obviamente, apenas com base nessa corrente, posso imaginar como ela foi tratada antes”, disse Garza. “Então ela estar tão feliz e ter tanta sorte é bem surpreendente. Aconteceu realmente rápido”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza espera que a história de Penelope incentive as outras pesssoas a pararem quando virem um cachorro perdido precisando de ajuda.

“Muitas pessoas dizem: ‘Não sei como encontrar todos esses cães porque nunca vejo cães abandonados e nunca vejo cães feridos'”, disse Garza. “Mas eles estão lá fora. Nós passamos por eles o tempo todo”.

“Precisamos ter coração e estender a mão a esses animais”, acrescentou Garza. “Compaixão é de graça”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorrinha que viveu a vida toda em um porão finalmente é resgatada

Foto: QCBR

Foto: QCBR

Durante semanas, o som de latidos e ganidos ecoou em uma casa abandonada em Cincinnati,no estado de Ohio (EUA).

Dois vizinhos ouviram os gritos aflitos e decidiram investigar a situação. Eles localizaram o dono da propriedade de onde vinha o barulho, e o homem permitiu o acesso ao porão em troca deles encherem a tigela de água do cachorro que ele mantinha preso lá dentro.

Quando os vizinhos entraram, seus corações se romperam com o que viram.

Foto: QCBR

Foto: QCBR

Deitada no chão frio, no meio da sujeira e da bagunça, estava uma cachorrinha da raça buldogue, de 2 anos, chamada Gracie. A cadelinha estava faminto de afeição, imediatamente correndo para seus salvadores, se aproximando e dando-lhes beijos.

“Suas patas estavam cobertas de fezes e sua voz estava rouca de tanto latir”, escreveram os responsáveis pelo resgate em um post no Facebook: “Ela estava absolutamente desesperada por atenção e comida (ele a alimentava despejando um saco de comida a cada 15 dias) e ainda assim ela é tão doce. Por favor, algum abrigo pode acolhê-la?

Quando a ONG Queen City Bulldog Rescue (QCBR) viu o post, eles imediatamente correram para a casa vazia para libertar o animal desesperado aflito.

Foto: QCBR

Foto: QCBR

Provavelmente Gracie teria sido usada como matriz de reprodução por criadores inescrupulosos e não era mais lucrativa para seu explorador. “Ele concordou em deixar a cachorra partir, já que ela ‘não estava mais ficando grávida mesmo’ por 200 dólares”, disse Chelsea Muenzer, fundadora da QCBR, ao The Dodo.

Apesar de tudo o que passou, Gracie amava todo mundo que conhecia e estava rapidamente lambendo todos os seus salvadores.

“Ela ansiava pelo toque humano!”, Disse Muenzer. “No momento em que entramos em contato com ela, ela imediatamente confiou em nós e eu prometi que agora ela estava segura.”

Quando Gracie deixou o porão imundo em que vivia, e sentiu pela primeira vez uma brisa no rostinho e ar fresco da rua em anos, a cachorrinha parecia determinada a absorver todos aqueles momentos maravilhosos, observou Muenzer: “Ela rolou na grama e SORRIU para nós”.

Foto: QCBR

Foto: QCBR

O olhar de gratidão em seu rosto valeu cada esforço para as pessoas que a ajudaram.

Depois de anos de negligência, Gracie está tratando as infecções de pele que possui enquanto aguarda sua cirurgia de esterilização – mas ela finalmente se recuperando.

Sua família adotiva já se apaixonou pela doce buldogue, e parece que Gracie ja encontrou seu lar eterno na primeira tentativa.

Longe da escuridão do porão, Gracie está aprendendo o que significa ser amada e ter uma família.

“Ela está vivendo no maior aconchego agora”, disse Muenzer. “Ela é uma recém-descoberta fã de cobertores e almofadas fofinhas, caminha ao sol, brincando com crianças, tomando banhos de espuma e comendo muitos biscoitos.”

Gracie ainda tem um longo caminho a percorrer antes que ela consiga esquecer os traumas de seu passado, ela ainda corre para o porão de seu lar adotivo sempre que ela precisa fazer suas necessidades. Mas sua nova tutora está fazendo tudo o que pode para ajudar a cachorrinha e facilitar essa transição.

Desde o dia em que ela foi resgatada, ficou claro que Gracie tem muito para dar, e a cachorrinha está finalmente recebendo todo o amor que ela merece.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorra é amarrada em carro e arrastada até a morte

Uma cachorra da raça buldogue francês foi amarrada na traseira de um veículo e arrastada pela estrada até morrer em um ato terrível de crueldade.

Inspetores da ONG RSPCA estão pedindo informações para rastrear as pessoas envolvidas na morte do animal indefeso.

O corpo do cachorro foi encontrado ainda com um longo pedaço de arame preso ao pescoço em Bootle, Merseyside, por volta das 6:30 da manhã em 17 de junho.

Seus ferimentos sugerem que ela correu ao lado do veículo até que não conseguiu mais se manter em pé, ponto em que ela caiu no chão e foi arrastada pela estrada.

A inspetora da RSPCA, Joanne McDonald, disse que as feridas profundas e horríveis vistas no animal, que recentemente deu origem a uma ninhada de filhotes, eram consistentes com o fato de ela ter sido arrastada pela rua.

Acredita-se que o cão tinha por volta de dois anos.

Joanne disse: “Eu acredito que alguém tenha deliberadamente amarrado a cachorra a um carro e, em seguida, saiu dirigindo levando esse pobre animal a correr até a morte.

“Há pele faltando em seus pés e parece que ela correu para tentar acompanhar o veículo em movimento até que não conseguiu mais, também há feridas no corpo dela que devem ter acontecido quando ela não conseguiu se manter de pé e foi arrastada. A coleira também está presa no alto de sua cabeça, sugerindo que ela foi puxada”.

“Este é um dos atos mais bárbaros e cruéis que já presenciei – esta pobre cadelinha tão jovem ainda, deve ter ficado aterrorizada e sofrido imensamente durante este ato hediondo”.

“Eu realmente quero encontrar que fez isso e estou esperando que o público possa me ajudar com as informações que nos levem aos culpados”.

A cachorra era microchipada, mas os detalhes não estavam atualizados.

A inspetora McDonald espera agora que alguém tenha visto o incidente acontecer e seja capaz de identificar quem realizou o ataque ou pode saber quem era o tutor da cachorra.

Ela disse: “Eu estou apelando para qualquer um que possa ter visto este crime, pois eles podem ter informações vitais que poderiam identificar quem fez isso”.

“Estamos aguardando que alguém, identifique o tutor ou tutora do animal e espero que alguém ao menos reconheça a cachorra e possa nos fornecer essa informação”.

As autoridades estão em busca dos criminosos e pediram que qualquer pessoa com informações sobre o incidente deve entrar em contato com a polícia.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cadelinha sofre com a fome e o abandono em Atibaia (SP)

Dani Ela
danyfiore@hotmail.com

Divulgação

A linda cachorrinha da imagem é uma mix labrador cor chocolate. Ela está em situação de completo abandono em uma estrada de Atibaia (SP). Não tem o que comer e está debilitada e anêmica. Precisa de cuidados e boa alimentação. Ela tem cerca de um ano e terá porte médio à grande. Quem puder oferecer lar temporário ou adoção entre em contato com a Andreia através do telefone: 11 95051-1028.

Cachorrinha traz um brinquedo para cada convidado que visita sua casa

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

Educação e gentileza são qualidades inerentes à personalidade de Atlas, uma cadelinha sem raça definida de 6 anos de idade. Desde que Kyla Pearce trouxe a cachorra para casa a dela, adotando-a da ONG The Animal Love Foundation, suas maneiras sempre foram impecáveis.

O doce temperamento de Atlas, que transparece naturalmente no dia a dia, parece causar impacto em todos que a conhecem. “Ela é muito calma e dócil”, disse Pearce ao The Dodo. “Até pessoas que não gostam de cachorros tendem a gostar de Atlas porque ela não as incomoda”.

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

Mas o que é mais perceptível em Atlas é o quão boa anfitriã a cachorrinha é – certificando-se de nunca receber os convidados de mãos vazias. Enquanto outros cachorros latem para as visitas na porta, Atlas corre para presenteá-los com uma lembrança: um (ou mais) de seus brinquedos de pelúcia favoritos.

“Eu notei pela primeira vez o comportamento de saudação dela quando Atlas tinha cerca de um ano e meio de idade”, disse Pearce. “Ela ficava muito animada com as visitas e pegava tantos brinquedos quanto fosse possível.”

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

“Se ela, por acaso, é pega de surpresa sem um brinquedo, você consegue ver seus cálculos mentais sobre se deve ir cumprimentar o convidado primeiro e depois pegar um brinquedo ou pegar o brinquedo primeiro”, acrescentou Pearce. “Ela tende a fazer algumas falsas partidas em direção ao visitante e depois o brinquedo vence”.

Por que trazer um brinquedo para a porta é tão importante para a Atlas? A maioria pode supor que o objetivo do comportamento da cachorrinha é convidar a nova pessoa para brincar com ela, mas a resposta certa é um pouco mais complicada do que isso.

“Quando ela lhe traz um brinquedo para brincar, coloca-o na sua mão para que você pegue”, Pearce explicou. “Mas, com o comportamento de saudação, ela apenas segura e, se você tentar pegar, ela virará a cabeça para o lado. Não para provocá-lo, apenas uma ligeira mudança para que você saiba que ela quer mantê-lo.

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

Como Pearce escreveu em um post do Reddit (rede social): “Todo mundo é presenteado com a exibição de um brinquedo. Não leva, no entanto. O presente é apenas para o seu prazer visual.

Se alguém consegue tirar o brinquedo de Atlas, a cadelinha educado não fica chateada. Ela sabe exatamente como resolver esse equívoco comum. “Os convidados geralmente pensam que ela quer brincar e eles tentam levar o brinquedo”, disse Pearce. “Ela fica muito envergonhada se alguém consegue agarrá-lo e tirá-lo dela e vai sair de pertos das visitas e buscará outro brinquedo!”

Os brinquedos que Atlas escolhe trazer podem ter um significado especial. Se Atlas trouxer um bicho de pelúcia, conhecido como “Apology Pig”, Pearce disse que isso significa que há 70% de chance da cachorrinha ter mastigado algo enquanto sua mãe estava fora.

Foto: Kyla Pearce

Foto: Kyla Pearce

Recentemente, a família Pearce presenteou Atlas com um novo brinquedo – um dragão vermelho e azul – que assumiu o mesmo significado. Quando Atlas cumprimenta sua mãe com “Désolé Dragon” e olhos tristes, Pearce já sabe o que pode estar esperando por ela do lado de dentro da porta.

Mas não importa o brinquedo que Atlas trouxer, sua mãe está feliz em vê-la se divertindo. Desde o momento em que ela era um cachorrinha bebê, Atlas parecia ser mais esperta do que sua idade demonstrava, e sua mãe não consegue nem imaginar a vida sem ela.

“Ela sempre é capaz de levantar meu ânimo”, disse Pearce. “Ela rompe as barreiras das pessoas, com seu jeito doce e gentil”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorrinha idosa resgatada do abandono se acalma ao ganhar um brinquedo

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Nicole Marie Wasieleski não tinha intenção de adotar outro cão do abrigo onde ela é voluntária, a Liga de Resgate de Animais de Iowa nos Estados Unidos. Mas quando ela viu uma cachorrinha idosa e sozinha no canil, Wasieleski não conseguia tirar a imagem do cachorro da cabeça dela.

“Quando a vi no abrigo, pensei que ela parecia uma velha loba e queria conhecê-la”, disse Wasieleski ao The Dodo. “Ela era tão quieta e gentil.”

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Aos 10 anos de idade, Kairi passou por bastante coisas nos últimos anos. Ela perdeu sua primeira família de repente e, apesar de encontrar uma nova casa com Wasieleski, Kairi estava tendo problemas para se ajustar a todas essas mudanças. Wasieleski se dedicar totalmente à cachorrinha – algo que poderia ajudá-la a se sentir segura e protegida.

Então, ela levou Kairi em um passeio especial para uma loja de animais, onde a cachorra idosa poderia escolher um brinquedo próprio, só dela. E Kairi sabia exatamente o que ela queria.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Ela escolheu esse engraçado dinossauro cor-de-rosa e nós estávamos rindo e continuamos tentando fazer com que ela aceitasse brinquedos mais normais”, disse Wasieleski. “Ela os ignorou e levou o dinossauro por toda a loja e até o caixa”.

O “Dino” era baratinho, feito de tecido de rosa e azul e recheado de espuma, mas Kairi não deixa que ele nunca saia de sua vista.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

“Desde então, ela vem carregando, jogando com ele e aconchegando-o”, disse Wasieleski. “Ela vai deixar meus outros cachorros jogarem cabo-de-guerra com isso, mas eles sabem que não podem destruí-los como se destruíssem todos os outros brinquedos.”

Kairi sofre de ansiedade de separação, e sua forma de mostrar a sua nova mãe e seu pai que ela não está satisfeita com eles, é mastigando os tapetes da casa. Para ajudá-la a se sentir mais segura, a mãe começou a tentar ensiná-la a ficar sozinha e é aí que Dino realmente começou a se mostrar muito mais do que um brinquedo.

“Estávamos muito preocupados porque ela latia muito e coçava o corpo todo e não queríamos que ela se machucasse”, disse Wasieleski. “Mas quando Dino está com ela, ela fica em silêncio”.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Kairi está se ajustando lentamente à sua nova casa e, com frequência, coloca uma de suas grandes patas cinzas no braço de sua mãe, mostrando-lhe o quão grata ela está pela segunda chance.

“Nós realmente não podemos acreditar em quanta energia ela tem para a idade dela”, disse Wasieleski. “Ela brica de lutar com meus outros cães de 2 anos de idade e depois quer descansar e se aconchegar comigo ou com seu dinossauro”.

Embora Kairi esteja se tornando mais independente, sua família ainda tem um plano alternativo, caso Dino desapareça.

“Já tratamos de voltar a loja para pegar outro dinossauro”, disse Wasieleski. “Caso algo aconteça com este”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

 

Cachorrinha leva seu brinquedo favorito para a mãe toda vez que ela fica doente

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Quando Dobby se juntou a sua família ela era apenas um filhote, isso foi há três anos atrás, e seus pais e irmãos estavam muito animados e felizes em tê-la ao lado deles.

A cachorrinha foi recebida com extrema alegria em sua família e eles imediatamente se apaixonaram por ela. Mas apenas dois dias depois de chegar em sua nova casa, Dobby ficou muito doente.

Depois de levá-la ao veterinário, a nova família de Dobby ficou totalmente arrasada ao descobrir que ela tinha parvovírus (responsável pela parvovirose). O parvovírus é um vírus muito contagioso e muito agressivo que afeta os filhotes. E é comum em cães que vêm de “fábricas” de filhotes de lojas de animais. Na maioria das vezes os animais contaminados acabam morrendo.

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

A família de Dobby já a amava muito, mesmo em pouco tempo de convivência – foram apenas alguns dias conhecendo-a. E eles se recusaram a desistir da pequena cadelinha doente.

“Foi realmente assustador ver como ela era pequena, apenas 6 libras”, disse Shannon Coppa, mãe de Dobby. “O veterinário disse que tinha uma pequena chance dela sobreviver e isso apenas se ela ficasse internada no hospital veterinário e, honestamente, ele a avisou que seria melhor se a levássemos para casa e passássemos o tempo que nos restava juntos. Então ela realmente teria uma chance maior de ter amor em casa do que em um canil isolado no veterinário”.

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Durante cinco dias, o casal sentou-se no quarto com Dobby, fazendo tudo o que podiam para deixar a cachorrinha o mais feliz e confortável possível em sua casa.

Enquanto lutava contra o vírus, seus pais decidiram comprar um brinquedo especial para ela manter em sua companhia em sua sala de quarentena: um coelhinho rosa de pelúcia.

A partir do momento em que pôs os olhos no coelho, Dobby o adorou do fundo do seu coração.

Os dias se passaram e a cachorrinha se recuperou totalmente e estava bem e saudável.

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Um dia, a tutora de Dobby sofreu uma terrível enxaqueca e ficou em casa para se recuperar. Percebendo que sua mãe não estava bem, Dobby pegou o coelhinho de pelúcia rosa e se deitou ao lado de sua mãe no sofá, quietinha.

Ela imaginou que seu coelho rosa poderia ajudar sua mãe a se recuperar assim como aconteceu com ela mesma.

Agora, sempre que alguém da sua família está doente, Dobby leva seu coelho especial para perto da pessoa. É muito amor.

É puro amor, na verdade. Assim são os animais. Seres sencientes, capazes de amar, sofrer, e entender o mundo ao seu redor. Essas criaturas especiais aguardam por lares em ONGs e abrigos pelo mundo todo.

Adote um cão e descubra a alegria incomparável de conhecer o amor incondicional.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorra caminha 32 km para encontrar família que a abandonou após a mudança

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

A cachorrinha Cathleen tem seis anos de idade e apesar de não ter raça definida, ela claramente possui uma mistura da raça de cães dos Grandes Pirineus, cães grandes e dóceis. A cadelinha foi entregue a alguém em Praga, Oklahoma (EUA), depois que sua família decidiu se mudar para uma nova casa em Seminole, no mesmo estado, a apenas 20 quilômetros de distância da antiga residência.

Diante disso o que a determinada Cathleen fez? Ela andou, andou e andou e não uma vez apenas, mas ida e volta para a casa de sua família em um esforço para encontrar aqueles que amava. É difícil mesmo de imagina o quão doloroso essa situação e esse esforço foram para Cathleen.

Felizmente, Humane Society de Seminole levou Cathleen para o abrigo da ONG na intenção de ajudar a cachorrinha preterida a encontrar uma nova casa para ela. “Seu coração quer estar com eles, mas eles não podem mantê-la. Nós agora intervimos para ajudar Cathleen em sua próxima jornada ”, escreveu o abrigo.

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

Descrita como um exemplo de fidelidade e amor à sua família, Caitlin recebeu pedidos de adoção de todos o país – e ela encontrou o lar perfeito, com uma família muito amorosa e que jamais a abandonará. Cathleen em breve estará indo para o Texas para começar sua nova vida.

Milhões de cães e gatos desabrigados vagam pelas ruas no mundo todo, sempre é possível fazer algo para garantir que os animais amorosos e fiéis, assim como Cathleen, também tenham seu final feliz.

Quando uma família pensa em receber um companheiro de quatro patas em sua casa, a adoção pode tirar um desses animais das ruas ou dos abrigos. Animais não são produtos para serem comprados.

A adoção é um compromisso vitalício. Se por algum motivos for impossível adotar um animal, os abrigos e ONGs sempre estão precisando de voluntários para ajudar em uma variedade de tarefas. Animais se beneficiam de carinho e amor e estão sempre pronto a recebê-los e oferecê-los.

Embora a viagem de Cathleen não tenha tido o resultado que ela desejava, a cachorrinha encontrou uma nova família e será muito feliz ao lado deles. Porém muitos animais em situação de rua não tem a mesma sorte.

Não vire o rosto ou finja que não viu ao se deparar com um animal em situação de rua em necessidade, eles sofrem, amam, sentem fome, criam vínculos e adoecem como nós. Toda vida é valiosa e colaborar para o bem comum, tanto de humanos como de animais, nós tornam pessoas melhores.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.