Tutora salva vida de cachorrinha usando técnicas de ressuscitação cardiopulmonar

Foto: Samantha Hamilton Stent

Foto: Samantha Hamilton Stent

Imagens de uma câmera de segurança filmaram uma tutora usando técnicas de ressuscitação cardiopulmonar em sua cachorra para salvá-la, após o cão ficar com a cabeça presa em um saco plástico enquanto procurava comida.

Samantha Hamilton Stent, de Reigate, Surrey (Inglaterra), deixou sua cachorrinha da raça wippet, Carla, sair pra dar uma volta por volta das 5 da tarde de 7 de junho. Embora tenha tudo o que deseja em casa, a cachorrinha tem o hábito de cheirar, abrir e remexer as lixeiras atrás de comida.

Carla, de nove anos, pegou alguns sacos plásticos de tempero grandes que sua tutora Samantha, acupunturista de 49 anos, usou para marinar as costeletas de porco e colocou a cabeça dentro das embalagens para lamber o conteúdo delas, ficando presa e começando a sufocar.

As imagens do circuito interno de câmeras do quintal de Samanta mostram a cachorrinha lutando desesperadamente para remover a sacola plástica de sua cabeça antes de desmaiar.

Por puro acaso, Samantha viu o animal caído e correu para fora, usando seu conhecimento de técnicas de ressuscitação cardiopulmonar aprendidas em seu treinamento de acupunturista para salvar a cachorrinha.

Embora inicialmente a tutora tivesse achado que Carla estava morta quando seus olhos ficaram vidrados e sua língua ficou roxa, Samantha continuou soprando ar em sua boca e começou uma massagem cardíaca vigorosa.

Ela disse ao Daily Mail: “Todo o tempo o que passava pela minha cabeça era: ‘eu não posso perdê-la assim’”.

Foto: Samantha Hamilton Stent

Foto: Samantha Hamilton Stent

“Todo mundo que me conhece sabe o quanto eu amo Carla e quão incrivelmente devastada eu ficaria se ela tivesse morrido, particularmente de uma forma tão horrível como esta e praticamente bem debaixo de nossos narizes. Eu não ia desistir dela”.

O vídeo também mostra a filha de Samantha, Betty, nove anos, oferecendo seu apoio, antes que sua irmã mais nova, Olive, de seis anos, se juntasse a ela.

Agora Samantha corta os invólucros de plásticos antes de guardá-los para garantir que a cachorra não sofra outro acidente.

Foto: Samantha Hamilton Stent

Foto: Samantha Hamilton Stent

Ela acrescentou: “Quando você está no momento da aflição você esta tão concentrado que se mantém focado no trabalho a ser feito, mas depois eu fiquei muito abalada”.

“Mas Carla está viva e bem e absolutamente nada de mal aconteceu a ela, sem sequelas. Estou incrivelmente aliviada e agradecida”.

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Pit bull sensível não para de chorar na parte mais triste do “O Rei Leão”

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Os orgulhosos adotantes e novos pais de uma pit bull resgatada estão descobrindo só agora o quão sensível e doce sua cachorrinha, Luna, realmente é.

Luna veio ao mundo há meses atrás em uma situação muito difícil. Ela nasceu de uma pit bull grávida e desabrigada, muiro sofrida, que foi levada para um lar temporário bem a tempo de ter seus 12 filhotes.

Felizmente, várias semanas depois, a mãe pit bull, Melon e seus doze bebês começaram a ser adotados, graças à Humane Educational Society, um abrigo no Tennessee nos EUA.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Foi assim que Luna encontrou sua nova família.

Luna foi adotada por Josh Myers e Hannah Huddleston, um jovem casal que vive em Chattanooga.

O casal conta que nunca esquecerá aquela primeira volta para casa com Luna, Myers dirigindo enquanto Huddleston estava ao lado dele com a filhotinha toda enrolada e encolhida em seus braços.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Nesses meses em que Luna já faz parte da família, ela cresceu e amadureceu. E Myers e Huddleston estão conhecendo sua doce personalidade pouco a pouco.

Mas o que Luna fez outro dia realmente os surpreendeu de forma única.

Eles estavam assistindo ao desenho em animação do clássico da Disney “O Rei Leão” enquanto Luna estava na sala brincando “descontroladamente” com seus brinquedos, como estava costumada a fazer, de acordo com a página do Facebook de Myers.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Quando o filme mostrou uma cena trágica, Luna parou de repente.

“Assim que Mufasa cai morto, ela para e se vira para a TV e parece estar assistindo a cena”, escreveu Myers.

Quando o filme mostra Simba está tentando acordar seu pai na tela, Luna começou a choramingar e ganir.

“Ver ela chorando em frente a televisão foi a coisa mais doce e encantadora que eu já vi”, escreveu Myers. “Ela até se deita logo depois que Simba se deita com seu pai morto também”.

Luna não é a única que tem um lado sensível, de acordo com Brad Ladd, da família que adotou o outro irmão de Luna; ele disse que toda a ninhada de pit bulls daquele resgate é sentimental e emocional.

“A história de vida deste filhote prova que o amor se sobrepõe ao sofrimento” Lad comentou. “Eles foram amados e mimados mais do que qualquer filhote de cachorro no mundo”.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

A família, conhecida como The Melon Dozen (Os 12 filhos da Melon), ainda se reúne para em datas específicas para matar a saudade e se divertir e acima de tudo para que os irmãos possam continuar interagindo enquanto crescem.

“Nós não merecemos cachorros”, acrescentou Myers. “Quatro meses de idade e ela já está mostrando empatia”.

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Cachorra abandonada que corria de medo de tudo e de todos finalmente aprende a confiar

Foto: Jillian

Foto: Jillian

Jillian estava deixando o lixo em frente a sua casa, na rua em que mora, uma noite durante a semana, como sempre faz, quando notou alguém se escondendo na escuridão.

Dois olhos brilhantes na escuridão corresponderam ao seu olhar, e ela podia apenas ver o contorno de um cachorro agachado no jardim da frente. Ela sabia que aproximar-se do animal perdido muito rapidamente poderia assustar o cão tímido de vez, então Jillian tomou o maior cuidado com seus movimentos.

“Ela fugiu quando me ouviu chegando perto”, disse Jillian, que pediu para não incluir seu sobrenome, contou ao The Dodo, “mas quando eu falei com ela, ela parou e ouviu”.

Foto: Jillian

Foto: Jillian

No dia seguinte, o cachorro (que na verdade era uma menina) voltou, ainda que cautelosamente e mantendo distância. Quando Jillian voltou sua atenção para a cachorrinha, mais uma vez ela correu – mas não foi tão longe como da primeira vez.

Foi quando Jillian percebeu que a cachorra assustada queria alguma coisa; ela simplesmente não sabia como perguntar o que era.

“Quando me virei para voltar para dentro, percebi que ela estava me seguindo a distância”, disse Jillian. “Foi quando eu percebi que poderia fazê-la confiar em mim. Peguei uma tigela com água e comida para cachorro e deixei no canto do meu quintal antes de caminhar até uma distância segura para ela”.

Foto: Jillian

Foto: Jillian

O animal faminto comeu com gratidão a comida e continuou a seguir Jillian, ainda se certificando de manter uma boa distância.

Quando Jillian viu a cachorrinha em sua vizinhança novamente no dia seguinte, ela bolou um plano com a ajuda do marido.

“Conseguimos mais comida para cães e deixamos um rastro para ela seguir de volta ao nosso quintal, onde a alimentei novamente”, disse ela. “Desta vez, sentei-me perto da comida. Eu esperava que ela fugisse depois que ela comeu, mas em vez disso ela ficou ao meu lado e até começou a me cheirar”, conta Jillian emocionada.

“Quando me levantei, ela me seguiu até o meu quintal e sentou-se ao meu lado”, acrescentou Jillian. “Eu nunca tive um cachorro em situação de rua se aproximando de mim assim. Ela estava apenas esperando que alguém lhe desse uma chance”.

Jillian soube então que a cachorrinha deveria ser parte de sua família, e ela a chamou de Luna.

“Nós decidimos mantê-la porque não poderíamos nos afastar dela mais”, disse ela. “Eu também sempre amei mistura de pit bull que deixou ela linda, então me apaixonei por Luna imediatamente e para sempre”.

Faz apenas uma semana que ela esta conosco, mas Luna se adaptou perfeitamente bem a sua nova vida de cão doméstico e está ansiosamente mostrando à mãe que está pronta para aprender muitas coisas.

“Luna parece ser muito inteligente”, disse Jillian. “Ela aprendeu seu nome em um dia e já está respondendo a alguns comandos básicos, embora estivesse claro que ninguém lhes havia ensinado antes”.

Luna ainda tem um pequeno caminho a percorrer antes de se acomodar completamente, mas sua nova mãe está feliz em levar as coisas devagar.

“Ela ainda está um pouco assustada, especialmente com barulhos altos, como portas fechando, mas ela é a mais doce das criaturas”, disse Jillian. “Ela gosta de correr com a gente no quintal e se aconchegar conosco na cama e nos dar beijos quando nos sentamos”.

“Ela só quer mostrar o quanto esta grata, mal sabe ela que quem mais ganhou eu”, conclui emocionada a mais nova tutora.

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Cadelinha resgatada adora passear com seu mais novo amigo: um cavalo

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Quando uma mulher abordou Francesca Carsen e Steve Rother sobre um cavalo em miniatura de 2 anos de idade que aparentemente era agressivo tanto com seres humanos quanto com outros animais, eles não tiveram certeza do que fazer.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

A dupla administra um rancho e tem experiência com animais de resgate, e assim que encontraram Spanky pessoalmente, eles souberam na hora que ele voltaria para casa com eles.

“Fomos dar uma olhada e vimos o pequeno cavalinho de apenas 2 anos de idade fazendo com os outros soubessem que ele era o chefe de todos ali”, disse Carsen ao The Dodo. “Então, nós concordamos com ele”.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Quando Spanky chegou pela primeira vez em sua nova casa, ele deixou claro que não iria desistir de seus modos mandões e agressivos sem lutar. O cavalo causou estragos no rancho durante suas primeiras semanas, mas sua nova família de resgate foi persistente e, finalmente, após um ano de paciência, amor e treinamento, Spanky era um cavalo completamente diferente. Ele ainda era um pouco mandão, é claro, e ainda hesitava em se relacionar com os outros – até conhecer Dally.

Dally era a menor cachorrinha de uma ninhada nascida de um dos cães de amigos de Carsen, e ninguém parecia querê-la. Carsen ouviu falar da situação de Dally e ofereceu-se para levar a pequena cadelinha e, desde o início, Dally ficou absolutamente obcecada por Spanky.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

“Com apenas 4 meses de idade, Dally se sentava no banquinho e me observava trabalhar com Spanky”, disse Carsen. “Ele estava severamente acima do peso, então eu tive que exercitá-lo regularmente. Onde quer que ele estivesse, ela queria estar também”.

No começo, Spanky era meio indiferente a Dally. Ele era cuidadoso em torno dela e saia do seu caminho para se certificar de que ele não pisaria nela, naquela época um bebê apenas, mas fora isso, ele não correspondeu igualmente ao seu fascínio por ele. Isto é, até um dia, quando Dally decidiu tentar montar Spanky.

Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

“Após cerca de dois meses, ela pulou do banquinho pras costas de Spanky e daquele dia em diante eles se tornaram inseparáveis”, disse Carsen. “Percebemos no dia seguinte que ela estava mais animada do que nunca. Ela adora andar nas costas do amigo e se sente muito importante. Ela nem precisa mais do banquinho, ela consegue pular nas costas de Spanky do chão.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Assim que Dally subiu nas costas de Spanky, de repente ele correspondeu ao seu amor com toda a intensidade e, a partir de então, os dois se tornaram os melhores amigos. Eles tiram cochilos do lado de fora e ficam no piquete do Spanky. Sua mãe decidiu escrever um livro sobre suas aventuras, e 20% dos rendimentos vão para a caridade. Dally e Spanky tocaram e inspiraram tantas pessoas – apenas por serem amigos.

Mesmo que Spanky tenha relutado no começo, Dally rapidamente mudou a opinião dele, e agora o par adora passar todos os momentos possíveis juntos. Ambos começaram a vida indesejados e incompreendidos, mas agora eles têm um ao outro. Para sempre.

Cadelinha dá à luz no banco de trás do carro logo após ser resgatada

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

Rebecca Lynch estava de férias com o marido em Savannah, na Geórgia (EUA), quando ela decidiu fazer uma parada não planejada antes de voltar para casa. Enquanto a maioria das pessoas armazenava lembranças da viagem, Lynch decidiu levar para casa algo mais significativo.

“Eu sei que a Geórgia tem muitos abrigos rurais com altos índices de morte por indução e eu sabia, naquela altura, que queria salvar o cão mais necessitado de um abrigo, que u conseguisse, antes de voltar para casa”, disse Lynch ao The Dodo. “Eu tinha espaço no meu carro e queria ajudar.”

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

Infelizmente, em alguns abrigos americanos, conforme o estado, a lei permite que cães que não sejam adotados até determinado tempo sejam mortos por indução.

Lynch tinha ouvido falar de Lizzy, uma jovem cadelinha da raça terrier, que estava em situação de rua, e corria o risco de ser morta, por meio de um amigo que morava na área. Alguém havia deixado Lizzy grávida em um abrigo, de acordo com Lynch.

Lynch sabia que não poderia deixar o cadelinha jovem, que também tinha uma perna quebrada, sofrer mais.

A fim de fazer com que a viagem de uma hora até a Flórida, casa de Lynch, fosse confortável para a cadelinha desabrigada, o casal colocou uma cama e um cobertor no banco de trás. Lynch também sentou ao lado de Lizzy, acariciando-a suavemente, para confortá-la e protegê-la, enquanto seu marido dirigia.

“Eu sabia que ela estava nervosa e com medo e eu só queria consolá-la durante a viagem”, disse Lynch.

Mas o casal pode ter feito um trabalho excepcionalmente bom em fazer Lizzy se sentir segura.

“Cerca de uma hora depois, ela finalmente relaxou e esfregou a cabecinha na minha mão enquanto eu acariciava ela”, disse Lynch. “Uma vez que ela se sentiu segura e confortável, a cadelinha decidiu que estava na hora. Ela começou a ofegar e ficou inquieta; Eu disse ao meu marido: “Acho que ela está em trabalho de parto!”

Levou apenas 20 minutos para Lizzy dar à luz seu primeiro filhote na parte de trás do carro. Lynch atuou como parteira, ajudando a manter a nova mãe calma e garantindo que todos os bebês estivessem seguros ao nascer.

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

No momento em que chegaram a um veterinário, Lizzy ja tinha trazido três filhotes para o mundo. “Ela era uma profissional!”, Disse Lynch. “Fomos direto ao veterinário e eles disseram que tudo parecia bom”.

Mas não parou por aí, Lynch observou: “Lizzy teve mais um filhote no veterinário, depois mais dois no carro para casa. Foi uma experiência inacreditável e Lizzy foi uma mamãe tão incrível”.

Depois de uma viagem cheia de emoções, a pequena família está indo muito bem. Lizzy e seus seis filhotes passarão mais alguns dias no veterinário antes de voltar para a casa de Lynch, onde serão mantidos até que todos estejam prontos para encontrar suas famílias.

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

Lizzy sabe o quão sortuda ela é e faz questão de mostrar aos seus salvadores que ela é grata pela segunda chance que recebeu.

“Lizzy é uma princesa. Se coração esta aberto para nós, mesmo com tudo o que ela passou em sua curta vida, ela é tão amorosa e confiante ”, disse Lynch. “Ela é uma alma gentil e amorosa. Um ser notável e único, que mudou nossas vidas para sempre”.

Pit bull com problemas de agressividade aprende a controlar seu medo de estranhos

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Necessidades especiais nem sempre são óbvias. Às vezes os cachorros parecem normais à primeira vista, mas debaixo da superfície e da boa aparência eles podem precisar de um apoio especial, e um pouco de amor extra – e um desses cães é um pit bull chamado Lily.

Lily foi resgatada de um criador de quintal em Staten Island, Nova York (EUA), quando tinha apenas 4 meses de idade e foi levada pela ONG Fur Friends In Need, que rapidamente a colocou em um lar temporário.

O filhotinho de pit bull era apenas um bebê indefeso e assustado desde o início, e todos sabiam que não demoraria muito para que sua família definitiva aparecesse e a pegasse.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

A família que proporcionou o lar adotivo para Lily tinha dois cachorros, e ela adorava brincar e se aconchegar com eles durante o tempo que passou lá – então, quando uma família que ja tinha um cachorro se candidatou para adotar Lily, pareceu o encaixe perfeito. A família do lar temporário se despediu da cachorrinha e a pequena Lily foi para sua nova casa e família adotante, no que parecia ser o final feliz perfeito.

Infelizmente, cinco meses depois, Lily estava de volta ao lar temporário – porque a cadelinha tinha algumas necessidades especiais ocultas que ninguém sabia antes.

Durante seu tempo que passou com sua nova família, Lily começou a mostrar sinais de agressividade com outros animais quando cães desconhecidos se aproximavam dela, e sua família não sabia como lidar com isso. Eles ignoraram o problema até que ele piorou muito, e finalmente decidiram devolver Lily ao abrigo.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Agora, Lily precisa de uma nova casa novamente, com uma família que entenda seus desafios e esteja disposta a trabalhar com ela neles, todos os dias.

Nos últimos seis meses, Lily ficou em um orfanato, onde ela tem trabalhado duro em seu tratamento para se tornar mais segura em torno de cães, quando estiver em novas situações e aprender a ser menos reativa na coleira. Ela adora aprender e fez um grande progresso.

Seus pais do lar temporário junto com a ONG The Franklin Angus Fund arrecadaram dinheiro para enviá-la a um programa de um mês no Instinct Dog Behavior and Training, um programa de reforço positivo – e o tempo que ela passou lá já fez muita diferença na vida de Lily.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Assim que a cadelinha começou o tratamento comportamental, seus novos professores começaram a descobrir o que estava causando seus problemas de comportamento, sua agressividade latente. Eles observaram que Lily ficava com medo e mais esquiva quando um cão que ela não conhecia se aproximava, o que fazia com que ela se tornasse reativa e agressiva.

Ela também é um cão extremamente excitável e sensível e tem problemas para se acalmar. Embora o medo de outros cães fosse muito intenso e ela precisasse de muita ajuda para lidar com ele, os professores de Lily puderam ver imediatamente como ela ao mesmo tempo estava ansiosa para agradar as pessoas ao seu redor e ficaram felizes quando essa ansiedade se traduziu em um lindo desejo de aprender.

“A Lily respondeu muito bem as aulas”, disse Amber Byleckie, a professora da cadelinha no instituto, ao The Dodo. “Ela foi absolutamente incrível, e muito dedicada. Ajudar Lily foi uma alegria absoluta porque ela aprendeu as coisas muito rapidamente, ela estava tão disposta a aprender. Possibilidades de cura com a Lily são enormes”.

Para ajudá-la a se acostumar a estar perto de outros cães, os professores de Lily ofereceram a ela reforços positivos, como brinquedos e guloseimas, sempre que um cachorro novo estivesse por perto.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Eles também trabalharam na construção de confiança dela e de quem estivesse lidando com ela, para que ela pudesse aprender a se concentrar em seu companheiro humano e ignorar o medo dos outros cães ao seu redor.

No final de seu treinamento, Lily fez grandes progressos, conseguindo fazer coisas que antes pareciam impossíveis para ela.

“No primeiro dia no instituto, Lily reagia aos cães colocados a uma grande distância (cerca de meio quarteirão dela”, disse Byleckie. “No final do tratamento, a Lily pôde ficar calmamente ao lado de outros cachorros a poucos metros dela e até fez caminhadas com grupos de cães”.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Lily sempre amou a companhia das pessoas mais do que tudo no mundo, e através de seu tratamento ela aprendeu que, se confiar em seus novos humanos, elas vão mantê-la segura e não deixarão nada de ruim acontecer com ela, mesmo com outros cachorros por perto.

“Você pode realmente vê-la pensando e tomando decisões que são difíceis para ela”, disse Katy Brink, mãe do lar temporário de Lily. “Ela costumava ver um cachorro e reagir imediatamente, tentando atacar. Agora ela checa como se estivesse perguntando: “Você pode me dizer o que fazer?”. Às vezes ela puxa a coleira ou late e você pode ver que ela realmente quer reagir e atacar, mas geralmente ela se concentra em sua pessoa mais próxima e relaxa. É possível ver o quanto ela tem se esforçado”

Embora o progresso feito por Lily seja maravilhoso, ela provavelmente ainda lutará com esses problemas pelo resto de sua vida, e tudo bem. A cachorrinha só precisa de uma família que entenda que ter um cão com necessidades especiais nem sempre significa cadeiras de rodas e fraldas – às vezes significa trabalhar com medos e ansiedades todos os dias. E mesmo que seja difícil às vezes, no final vale a pena, porque, apesar de suas dificuldades, Lily é única e trará tanta alegria para quem decidir torná-la parte de sua família.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

“Ela realmente atrai as pessoas – eu acho que sua sensibilidade é o outro lado de ser reativa em relação aos cães”, disse Brink. “Ela pega tudo no ar. Mais do que a maioria dos cães, ela está em sintonia com o que você está fazendo ou sentindo e parece saber o quão boba e engraçada ela é. É por isso que algumas pessoas preferem sair com cachorros do que com humanos. Talvez as pessoas as deixem ansiosas, mas elas amam cachorros. Lily é assim, só que ao contrário: os cachorros a deixam ansiosa e ela é obcecada pelas pessoas”.

Não só cães, mas muitas pessoas lutam contra a ansiedade, é o caso de Lily. Ela sabe que é uma luta diária que vai exigir decisões constantes, e é possível vê-la lutando contra sua vontade de atacar.

Apesar de todo o progresso que ela fez, Lily precisará ser o único cachorro em sua futura nova casa. Desde que participou de seu programa de tratamento emocional, ela se tornou ótima com gatos e é a melhor amiga do gato que vive em seu atual lar temporário. Lily ainda muita energia pelo fato de ser um filhote e seria uma ótima parceira para correr ou brincar. Acima de tudo, ela quer apenas uma família que possa amar com muitos abraços e beijos, todos os dias pelo resto de sua vida.

“A nova família de Lily precisa estar preparada para muitos beijos babados, aconchego e muitas oportunidades de fotos hilárias”, disse Byleckie.

De volta a seu lar temporário novamente, Lily não pode mais brincar com seus irmãos adotivos, Sasha e Norman, da mesma maneira que costumava fazer. Ela tem que usar uma proteção contra mordidas sempre que estiver perto deles, e seus pais temporários estão ansiosos para que ela encontre finalmente uma nova casa onde seja a única cachorra, para que possa relaxar com as pessoas que ela ama, livre de estresse.

Cadela abandonada à beira da morte encontra uma família amorosa

Pixie antes e depois da cadela abandonada | Foto: Onegreenplanet

Pixie antes e depois da cadela abandonada | Foto: Onegreenplanet

A expressão “olhos pidões” é usada quando queremos descrever alguém com olhos sensíveis, tristes que pedem melancolicamente algo e normalmente aparentam sofrimento.

Pixie tinha todas as razões para ter um olhar tão triste a ponto de consternar quem a visse. Ela foi mais um cão abusado e negligenciado resgatado pela equipe do Dog Rocks NYC de Nova York (EUA).

Pixie chegou ao abrigo anêmica e sem pelos, com feridas abertas por todo o corpo que sangravam e cheiravam mal, provenientes de um caso de sarna contagiosa e infecção de pele.

A cadelinha estava em um estado tão lastimável que precisou de uma transfusão de sangue e soro para repor os líquidos necessários ao seu corpo. Pixie ficou tanto tempo nessas condições precárias que ela estava a ponto de morrer. Aqueles “olhos de filhote” estavam repletos de depressão e desesperança. Ela tinha apenas três anos e isso foi tudo que a vida lhe ofereceu até ali.

Pixie na época que foi resgatada | Foto: Onegreenplanet

Pixie na época que foi resgatada | Foto: Onegreenplanet

Os cuidados médicos mais urgentes foram prestados a ela na clinica veterinária parceira do Rescue Dogs Rock em San Antonio, mesmo (onde ela foi encontrada). Na chegada, foi descoberto que ela também estava com doença do carrapato e ainda testou positivo para doença de chagas (verme do coração), como se não bastasse todo o resto!

Pixie ficou em recuperação por um longo tempo internada na clínica, ela nem podia ser transferida para o abrigo do Rescue Dogs Rock em Nova York até que estivesse, no mínimo, saudável o bastante para viajar.

Aqui Pixie um pouco confusa enquanto passa por um checkup e toma um bom banho | Foto: Onegreenplanet

Aqui Pixie um pouco confusa enquanto passa por um checkup e toma um bom banho | Foto: Onegreenplanet

Atualmente Pixie não exibe mais aqueles “olhos pidões”, que partiram os corações daqueles que viram o estado em que ela foi encontrada. Ela agora tem um lar. Pixie não foi apenas adotada, como esta muito feliz. Ela esta saudável novamente e mais linda do que nunca.

Pixie e Daphne | Foto: Onegreenplanet

Pixie e Daphne | Foto: Onegreenplanet

Pixie mora com seus irmãos, um terrier staffordshire resgatado chamado Patton e uma vira-lata mistura de pitbull e whippet chamada Daphne!

Pixie e Patton | Foto: Onegreenplanet

Pixie e Patton | Foto: Onegreenplanet

A família de Pixie foi quem mandou as fotos atuais dela e de seus irmãos. Um lar amoroso, com respeito e carinho, além dos cuidados essenciais, pode curar o coração e o físico de qualquer um. Pixie é a prova disso.

Pixie em seu novo lar | Foto: Onegreenplanet

Pixie em seu novo lar | Foto: Onegreenplanet

Cadelinha em situação de rua persegue ônibus até ser adotada pelo motorista

Newsflare

Foto: Newsflare

Quando Jaypee Barcelinia entrou em um ônibus em Quezon City nas Filipinas, ele não esperava dividir seu assento com um viajante peludo. Mas depois de testemunhar a extensão da dedicação que a cadela abandonada teria por uma chance de embarcar no transporte, ele ficou feliz em dar espaço para o animal.

“A cadelinha estava sentada em uma via pública, como se estivesse esperando por algo, quando nosso “jeepney” [uma forma de transporte público coletivo local] passou, e ela de repente começou a perseguir o ônibus e quis dar uma volta”, disse Barcelinia ao The Dodo.

A cachorrinha tentou seis vezes saltar para o veículo, de acordo com Barcelinia, mas todas as vezes ela não teve sucesso. Sempre que o ônibus diminuía, o cão colocava as patas dianteiras no degrau traseiro, caindo assim que o ônibus se afastava.

O motorista estava relutante em deixar a cadelinha entrar – preocupado que o animal pudesse atacar e morder algum passageiro.

“No início, o motorista do ônibus estava com medo de pegar o cachorro porque aqui nas Filipinas é incomum ver um cachorro perseguindo um veículo”, disse Barcelinia.

Não importa o quão cansado a cadelinha ficasse, ela parecia decidida a alcançar o veículo.

Foto: Newsflare

Foto: Newsflare

Assistindo àquela esforço e dedicação e toda, o coração do motorista se amoleceu e ele finalmente parou o ônibus.

Mas desta vez, a cadelinha ofegante não tentou colocar as patas no degrau traseiro.

Em vez disso, ela esperou, como se pedisse permissão para pular.

Desta forma o cachorro cansado finalmente conseguiu o que queria – um merecido descanso à sombra do veículo coberto.

Foto: Newsflare

Foto: Newsflare

“Ela entrou no jeepney e depois tirou uma soneca”, disse Barcelinia.

E isso não é tudo …

“Mesmo depois de terminada a jornada diária do ônibus, o cão não queria sair”, disse Barcelinia ao jornal Newsflare.

“O motorista agora a mantém e cuida dela até hoje”, finaliza ele.

Homem pula de barco em rio gelado para salvar cachorra que se afogava

A cadelinha Harper | Foto: Erin O'Donnell

A cadelinha Harper | Foto: Erin O’Donnell

Desde que foi adotada do abrigo North Shore Animal League em março de 2017, a cadela Harper tem sido totalmente dedicada e amorosa a sua mãe, Erin O´Donnell, mas a cachorrinha apresenta nervosismo extremo diante de situações novas e leva tempo para se acostumar com pessoas desconhecidas.

“Ela é um amor, mas fica realmente muito ansiosa quando há estranhos ao seu redor”, disse O’Donnell ao site The Dodo.

No sábado, O’Donnell estava se apresentando com a Brooklyn Irish Dance Company (Companhia de Dança Irlandesa do Brooklin) em Manhattan e deixou Harper no bairro com amigos e aos cuidados de um passeador de cachorros de confiança.

Harper e seu passeador estavam dando uma volta na rua quando um táxi ultrapassou um semáforo vermelho de forma imprudente e acertou a ambos, o passeador e Harper.

Ambos estavam bem e só sofreram ferimentos leves, mas a pobre cachorrinha ficou tão assustada e abalada com a situação que disparou em uma corrida desabalada em velocidade – até chegar ao East River e saltar diretamente no rio.

Ainda em pânico, Harper nadou com determinação e ferocidade, inicialmente os espectadores da cena pensaram que ela era apenas um cachorro com um tutor por perto ou nadando ao seu lado, mas logo perceberam que não era o caso.

“Eu estava no Brooklyn Barge (barco restaurante flutuante que fica no rio) comemorando meu dia de folga quando vimos um cachorro nadando no meio do rio”, escreveu Gabe Castellanos em um post no Instagram. “O dia estava quente e todos nós achamos que um bom mergulho poderia ser uma boa ideia”.

Depois de certificarmo-nos que não havia ninguém nadando ao lado do cão, presumimos que o tutor estivesse em terra, vigiando atentamente o animal, até que um homem correu pelo o lado norte da ponte com uma voz de pânico dizendo que o cachorro, Harper, havia fugido.

Foi nessa hora que todos começaram a notar que Harper estava perdendo velocidade. O rio estava incrivelmente frio, e com a quantidade de energia que ela estava consumindo em seu estado de pânico, era provável que a cachorrinha não fosse capaz de se manter à tona por muito mais tempo.

Este fato se formou nitidamente na mente de Castellanos, e ele imediatamente soube que tinha que fazer algo sobre isso e não deixá-la morrer.

Castellanos é graduado pelo SUNY Maritime College e possui grande conhecimento em habilidades de sobrevivência em água – e por isso decidiu que precisava agir.

“Como não havia sinal de que ela tentasse nadar de volta à praia, sabia que algo precisava ser feito rapidamente”, disse Castellanos ao The Dodo. “Eu procurava por qualquer tipo de dispositivo flutuante para usar se eu pulasse, mas depois de algum tempo procurando percebi que havia um colete salva-vidas, então eu peguei.”

A essa altura, uma multidão de cerca de 300 pessoas reunira-se, preocupada com Harper e seu bem-estar, e assim que todos perceberam o que Castellanos estava prestes a fazer, todos eles começaram a aplaudir.

Harper no rio | Foto: Erin O'Donnell

Harper no rio | Foto: Erin O’Donnell

Lorenzo Fonda, cineasta e artista, estava no Brooklyn Barge também quando de repente percebeu o que estava acontecendo, e rapidamente começou a registrar toda a cena.

Sabendo que a água estava fria e em condições abaixo do ideal para um mergulho, Castellanos planejou rapidamente algumas ações com as pessoas ao seu redor enquanto se preparava para pular na água. Ele tirou a roupa de baixo, subiu nos trilhos laterais do barco e depois se abaixou o mais próximo possível da água antes de se soltar e mergulhar.

“Houve um grande aplauso quando entrei na água”, disse Castellanos. “Depois disso, eu não estava mais focado nas multidões e nos arredores, mas concentrado na minha respiração e em nadar até Harper. As multidões ficaram mudas durante a minha natação. Tenho certeza de que eles ainda estavam torcendo, mas não consegui ouvir nada além da água. ”

Harper ainda estava nadando em ritmo constante, incansavelmente e Castellanos teve que se esforçar para alcançá-la. Assim que percebeu que alguém estava nadando em sua direção, ela entrou ainda mais em pânico e tentou o máximo que pôde nadar para longe dele.

Castellanos era persistente, e apesar de Harper ter lutado e atacado um pouco de medo quando ele finalmente chegou a ela, ele permaneceu calmo e determinado e finalmente conseguiu segurá-la.

Aplausos e vivas irromperam de todos os lados quando Castellanos finalmente segurou Harper nos braços, e os dois rapidamente voltaram para a praia. Ambos estavam exaustos e precisavam de cuidados médicos para se certificar de que tudo estava bem, mas, felizmente, ambos estavam completamente saudáveis, e agora estão se recuperando em suas respectivas casas.

O’Donnell estava no meio de uma performance quando tudo isso ocorreu, e só mais tarde descobriu sobre a aventura de Harper no rio e sobre o homem que salvou sua vida.

Harper de botas ortopédicas | Foto: Erin O'Donnell

Harper de botas ortopédicas | Foto: Erin O’Donnell

“Suas patas estão feridas, então ela vai precisar de botas especiais por algumas semanas, mas tirando isso ela está de ótimo humor”, disse O’Donnell. “É definitivamente tão reconfortante ver as respostas positivas de pessoas no Brooklyn Barge e nas mídias sociais expressando sua simpatia por Harper e elogiando Gabe, que definitivamente salvou o dia.”

Como um espectador inocente naquele dia, Castellanos não precisava fazer nada para ajudar. Ele poderia ter apenas sentado e assistido deixando alguém lidar com isso, mas em vez disso ele deu um passo adiante e acabou salvando a vida de Harper, fazendo de si mesmo um verdadeiro herói.

Delegados adotam cadelinha vítima de maus-tratos e a transformam em mascote

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A vida da cadelinha Katy sofreu uma transformação incrível nos últimos dias. Ela foi encontrada abandonada na sacada de um apartamento em situação de maus-tratos extremos na cidade de Suzano, Região Metropolitana de SP.

Ela foi resgatada no último dia 22 em uma operação conjunta envolvendo as ONGs Instituto União Paulista de Proteção Animal e Ambiental (IUIPA), Amparo Animal e Adote Já.

O salvamento da cachorrinha também contou com a ajuda de uma moradora do condomínio. Segundo informações postadas pela vereadora Karina Pirillo em seu perfil no Facebook, o animal estava em situação de completo abandono desde outubro de 2018, afirmam moradores.

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O caso viralizou após ser publicado na página Karina Adote Já. Um Boletim de Ocorrência por crime ambiental e maus-tratos contra animais foi registrado. Segundo Karina, “o intuito é que a Polícia Civil abra inquérito policial e, deste modo, a então responsável pelo animal seja punida, de acordo com a lei”, disse na postagem.

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O caso da cadelinha comoveu até o os delegados Alexandre Dias e Jaime Pimentel Junior, que decidiram adotá-la e a transformarem na mascote da delegacia. Katy agora está segura e conhecerá o que é amor de verdade.