Conheça cinco histórias impressionantes de cães resgatados

Seja nas ruas ou em canis, de raça ou não, estes animais são maltratados, negligenciados e conhecem na pele o que é a maldade humana.

Conheça a história de cinco cãezinhos que foram resgatados e tiveram uma linda recuperação.

  1. Moxie

Foto: One Green Planet

Moxie é um cachorro que foi explorado por 12 anos sendo reprodução antes de ser resgatado pelo National Mill Dog Rescue . Quando Moxie foi resgatado, suas patas estavam permanentemente debilitadas por ter pisando durante tanto tempo em grades de arame, além de ter perdido todos os dentes. No entanto, depois de ser resgatado e receber o amor e o cuidado que merecia, ele se recuperou e agora é embaixador do National Mill Dog Rescue.

  1. Samantha

Foto: One Green Planet

Esta cadelinha foi encontrada acorrentada a um posto no Bronx, abandonada e sozinha. O resgate imagina que Samantha havia sido usada como reprodutora e muito negligenciada por seus antigos tutores. Depois de ser levada pelo Top Dog de Nova York, Samantha foi adotada e agora está feliz como nunca.

  1. Patrick

Foto: One Green Planet

Patrick foi resgatado de um saco de lixo quando ele era apenas um filhote. Extremamente magro e traumatizado, seu caminho para a recuperação foi longo e difícil. Mas a história de Patrick tem um final incrivelmente feliz. Depois de se recuperar completamente, Patrick foi adotado e mora em um lar amoroso.

  1. Luke

Foto: One Green Planet

Ele foi abandonado por sua família. Quando eles decidiram que não queriam mais cuidar dele, sua família o levou para longe de casa e o deixou. Felizmente, Luke foi encontrado pelo He’Art of Rescue. Ele estava em péssimas condições quando chegou ao santuário, mas depois de um longo período de reabilitação, Luke se recuperou completamente. Basta olhar para o cão feliz e forte que ele se tornou.

  1. Fraggle

Foto: One Green Planet

Quando a Mazie’s Mission Rescue Clinic recebeu uma ligação sobre uma cadelinha que foi levada a um abrigo de animais com um caso seríssimo de sarna , equipes de resgate entraram em ação para salvar esta pobre filhote. Mange, uma infecção da pele, causou a queda de todos os peles dela, exceto os de suas orelhas, o que levou seus cuidadores a nomeá-la de Fraggle. Com paciência e a medicação adequada, todos os pelos de Fraggle cresceram e agora ela está levando uma vida fabulosa com sua nova família.

Cão nasce com nariz em formato de coração e encanta a todos

O dálmata Wiley desfila com um coração na sua manga, ou melhor, no seu nariz. Agora com 1 ano completo, o filhote ganhou fama na internet pela forma única desenhada em seu rosto. O cachorro já chegou aos 120 mil seguidores no Instagram.

Lexi Smith, tutora de Wiley, descreve o dálmata como “24 quilos de brincadeiras, ele é desajeitada, danada, comilona, carinhosa, curiosa, doida, boba, feliz e amada”. Ela completou dizendo que nenhum foto pode descrever o quanto o cãozinho significa para ela. “É o meu melhor amigo”, explicou.

Para encontrar Lexi, que mora no Colorado, Wiley teve que sair de Oklahoma. Eles se reuniram no dia de São Patrício e, mesmo que a marca em seu nariz chame atenção, a tutora afirma que esse não foi o motivo que a levou a adotar o cãozinho.

“Ele veio de uma ninhada de 11, onde 8 eram meninos. Então foi difícil escolhê-lo. Sua marca de coração estava lá, mas não completamente formada a ponto de acreditar que ficaria, já que as marcas de um dálmata mudam conforme o tempo. Eu o escolhi porque o criador me disse que ele só dormia, se aninhava nos irmãos e comia, então já tínhamos algumas coisas em comum”, disse Smith.

Aquele pequeno filhote agora cresceu. “Wiley tem mais personalidade em seu corpinho que qualquer cachorro que eu já conheci”, defendeu a tutora.

Felizmente para o filhote, a dupla vive em uma área em que ele pode se divertir e gastar energia.

Smith disse que caminhar é uma das atividades favoritas do cão. “Nós temos tanta sorte por viver no Colorado e ter os lugares mais bonitos para brincar e explorar. Ele ama fazer caminhadas e ir aos grandes parques de cachorro daqui”.

“Ele também gosta de passear de carro, quando ele pode olhar pelo vidro da frente como um copiloto. Mas quando fica com sono, ele ama demais receber carinhos”

Quando Wiley não está se aconchegando, a tutora disse que ele pode ser um pouco teimoso, o que é comum para dálmatas.

“O traço mais forte de dálmata que Wiley tem é me fazer rir o tempo todo. Normalmente, é um sorrisinho enquanto em balanço a cabeça em negativo, rindo em total frustração com a teimosia, mas isso faz parte. Se você não consegue rir disso e não tenta ser criativo para solucionar as situações e treiná-los para parar de serem sapecas, a vida com um dálmata será um desafio”, explicou Smith.

Para Smith, ela não trocaria as teimosias de Wiley por nada no mundo. “Eu fui tão sortuda com o Wiley. Ele tem o melhor coração, e eu nem estou falando do nariz dele. Ele ama todos que conhece e sempre está animado para fazer amigos. Está sendo até fácil treiná-lo e ele vem sendo o melhor companheiro de aventuras que eu poderia pedir. Ele necessita de bastante atenção e é praticamente grudado nos meus pés, mas é isso que eu amo dele”.

Lexi não é a única que entende o quanto o cão é especial. Graças ao seu Instagram, o dálmata chega a ser reconhecido nas ruas.

“Algumas pessoas o reconhecem nas ruas como ‘o cachorro da intenet’. Muitas percebem o nariz de coração, mas a maioria se choca ao ver um dálmata.’Eu não vejo um dálmata há tanto tempo’ ou ‘Nunca vi um dálmata de perto’ são os comentários mais repetidos quando estou com Wiley”, explica Smith.

A decisão de compartilhar Wiley na internet começou com o amor de Lexi por fotografia. “Fotografia sempre foi algo que eu brincava e experimentava e, de repente, eu tinha um filhote lindo que fazia o melhor modelo Eu tinha uma conta pessoal, mas criar uma dedicada exclusivamente ao Wiley me parecia uma ótima alternativa para manter todas as fotos dele”.

“Eu realmente comecei como algo só para mim e talvez para meus amigos verem e criarem memórias de todas as fases do Wiley. Quando a conta começou a crescer, eu me lembro de pensar ‘Eita, e se ele conseguir 5 mil seguidores!’. Nunca imaginei que poderia ser o que é hoje. E continua a crescer! Eu fico chocada constantemente, mas muito grata. Está sendo uma excelente aventura, com certeza”, disse Smith.

“E ai, mãe, se eu jogar uma bola você vai embora e me deixa brincando com o mordedor?”

“Meus planos para hoje? Os mesmos de sempre: morder tudo e ficar sexy”

“É quinta, ou como eu gosto de falar… dia 4 da situação de refém”

“Esse foi um ótimo final de semana”

“Minha mãe me diz para ser humilde, então eu digo ‘pegue o meu melhor lado’, como se eu tivesse um lado ruim”

 

“Me jogue aos lobos que eu volto liderando o banco. To brincando, volto para o jantar”

“Quanto tempo até eles perceberem que nós somos os presentes? Feliz Natal dos seus melhores amigos!”

“É o aniversário dela e é bom ela dividir o bolo”

“Não há nada melhor que se aconchegar com a mamãe perto da lareira quentinha nas festas de final de ano. Infelizmente, nem todo animal tem essa habilidade. É por isso que a mamãe tem aquele bracelete super fofo. Não é um petisco, eu provei. Esse bracelete funda os resgates e casas para animais em abrigos de animais”

“Se faz alguma diferença, eu achei a bolinha”

 

 

Voluntários visitam animais resgatados e aliviam estresse de gatos

Das dificuldades que existem em cuidar de um animal, a falta de espaço ou o pouco tempo disponível podem fazer com que os tutores desistam de tutelar animais. Diante dessa situação, a Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida) de Santos, no litoral de São Paulo, criou o Acolhimento Felino, um projeto que busca ajudar tanto os gatos resgatados quanto aqueles que desejam cuidar dos animais mas não podem dispor o tempo ou o espaço necessários para tal.

Foto: Gabriel Gatto/G1

A iniciativa começou a ser praticada em janeiro de 2019, afirma a coordenadora de projetos Luciana Simões. Segundo ela, a ideia visa abrir um espaço para que os voluntários possam ir até a unidade da Codevida e interajam com os animais em suas baias. A coordenadoria dispõe de brinquedos e outros apetrechos, tudo para que os visitantes ajudem a aliviar os estresse dos 25 gatos e dos quatro cães de idade avançada que vivem no gatil.

“Hoje, nós temos 25 gatos adultos que vivem na Codevida, e a falta de contato deixa eles estressados e carentes. A ideia é para quem não pode adotar mas quer ajudar de alguma forma, os gatos precisam desse contato com as pessoas e é muito bom quando os voluntários vêm e dispõe de meia hora, uma hora, pra eles é maravilhoso. Hoje temos cerca de 40 voluntários, mas com a divulgação desse projeto esperamos que mais pessoas queiram participar”, afirma Luciana.

A professora Mônica de Macedo é voluntária da coordenadoria há mais de três anos, e que conheceu os projetos pelas redes sociais: “Conheci pela internet, vi que eles estavam precisando de voluntários, então eu vim. Comecei passeando com os cachorros, dando banho neles, inclusive fiz um curso de banho e tosa para cuidar dos animais daqui, inclusive comprei todo o equipamento. Eu venho quase todos os dias, organizo a minha vida para ter a tarde para ajudar os animais”.

Foto: Gabriel Gatto/G1

De acordo com Luciana, o projeto é aberto para interessados de toda a região, e é necessário realizar um cadastro na Codevida. Os interessados precisam levar RG, CPF e comprovante de residência e preencher o cadastro para voluntários. Depois, podem visitar tanto o canil quanto o gatil das 13h às 16h. A unidade fica na Avenida Francisco Manoel, no Bairro Jabaquara, em Santos.

Segundo a designer Maria de Lourdes Lavorato, os gatos já dispõe dos cuidados básicos na instituição, no entanto, necessitam também do contato humano: “Por mais que às vezes a pessoa não consiga ter um animal, é muito importante que as pessoas tenham empatia e venham pelo menos conhecer o espaço, os animai precisam muito desse contato”, finaliza.

Fonte: G1

Como o 3D pode ajudar a tratar cãezinhos com deformação óssea nas patas

Exemplo de implante impresso em 3D para cães de pequeno porte. (Foto: CBM Wales)

Algumas raças de cachorro, geralmente de pequeno porte, como shih tzu e dachshund, apresentam certa tendência para sofrer com problemas ortopédicos. Um exemplo comum ocorre quando uma das patas deixa de crescer precocemente, fazendo com que a outra entorte, obrigando o animal a passar por uma osteotomia – procedimento em que se retira parte do osso.

Até então, os veterinários planejam essa cirurgia específica por meio de imagens de raio-X, o que torna o trabalho bastante complicado. Porém, avanços em impressão 3D estão viabilizando uma abordagem mais prática e precisa – o que inclui a criação de peças que facilitam a retirada e o reposicionamento do osso.

Um exemplo disso ocorreu com o shih tzu Lucca, paciente de apenas um ano do veterinário ortopédico Kevin Parsons, da Langford Veterinary Services, em Bristol, na Inglaterra. Uma tomografia computadorizada de sua perna que precisava ser operada foi enviada ao CBM Wales, um centro de pesquisa que faz parte da Universidade de Wales Trinity Saint David, em Swansea.

Lá, foi impresso um guia de corte em 3D, como um estêncil, utilizado pelo veterinário para executar a operação. A empresa também imprimiu um implante de titânio com dez furos para Parsons prender ao osso torcido de Lucca, mantendo-o na posição correta. Por encaixar perfeitamente no paciente, o cachorro voltou a caminhar normalmente em algumas semanas.

“Os guias e implantes impressos em 3D pela CBM oferecem um processo mais controlado e previsível”, diz Parsons. “E eles são especialmente úteis quando a perna de um cachorro é dobrada em uma direção estranha. Poder consertar a dobra em um único procedimento significa um tempo de tratamento mais rápido – algo que pode compensar o custo dos implantes e o trabalho de design da CBM”.

O sucesso elevou Parsons à referência especializada em todo o sudoeste da Inglaterra, atuando diretamente em novos casos de deformidade angular canina a cada dois meses.

Fonte: Época

Cães de pequeno porte buscam novos lares em Campinas (SP)

Os cachorros das fotos abaixo são de pequeno porte, pesam entre 6kg e 10kg e estão para adoção em Campinas (SP).

Alguns são ideais para apartamento, devido à personalidade deles, outros precisam ser filhos únicos por não aceitarem outros animais e tem também os que precisam de espaço!

Pra saber mais sobre algum deles, entre em contato pelo e-mail: adote@operacaoresgatecampinas.com.br

Prefeito de Seul, na Coreia do Sul, promete proibir o comércio de carne de cachorro

Foto: Johannes Eisele | AFP

O anúncio foi feito após uma exibição de “Underdog”, um filme de animação sul-coreano de 2018, dirigido por Lee Chun-baek e Oh Sung-Yoon, que conta a história de cães que vagam pelas ruas e percebem o significado da liberdade e de sua individualidade.

“No passado, tínhamos vários açougues para cães em Cheongnyangni (região norte de Seul), mas eu fechei quase todos eles através de várias medidas” , disse Park aos participantes.

“Atualmente, um ou dois matadouros de cães permanecem. Eu não posso forçá-los a sair do negócio, então vou pressioná-los a isso”. As informações são do LiveKindly.

O comércio na Coreia do Sul

A opinião pública sobre o comércio de carne de cachorro está mudando na Coreia do Sul. Em novembro passado, o governo fechou o Taepyeong , o maior matadouro de carne de cachorro do país, devido à crueldade contra os animais.

Os cães foram mantidos em gaiolas de arame e expostos a máquinas de eletrocussão e corte. Uma pilha de cães mortos foi encontrada enquanto os investigadores examinavam a área. Naquele mesmo mês, o Moran Market, que já foi o maior mercado do país a servir carne de cachorro, foi fechado.

Um criador de carne de cães libertou 200 cães em outubro passado e optou por converter seu negócio para uma fazenda de ervas medicinais. A mudança foi feita com a ajuda da organização sem fins lucrativos Humane Society International.

“Eu acho que haverá muito interesse de outros criadores de cães que querem sair também”, disse na época.

“Porque não se trata apenas de salvar os cães, mas também de nos ajudar os fazendeiros, e eu aprecio isso”.

O presidente do país, Moon Jae-in, adotou um cachorro chamado Tory em 2017, que havia sido resgatado de uma fazenda de carne.

Park também acredita que a adoção é importante: “Todos os anos, 8.500 cães estão sendo abandonados em Seul e um quarto deles são mortos por não serem adotados a tempo. Criar um mundo onde os animais também possam desfrutar de paz e segurança é algo que acredito ser muito importante”, disse ele após a exibição.

Segundo o LiveKindly, atualmente, existem cinco lojas de carne de cachorro no mercado de Gyeongdong, em Seul, duas das quais são conhecidas por abater e vender cães.

Cães agredidos por tutores são resgatados no interior de SP

A Guarda Civil Municipal (GCM) de São Bernardo do Campo, no interior de São Paulo, resgatou dois cães no último sábado (9) após uma denúncia de maus-tratos. Os animais eram agredidos pelos tutores, que foram detidos, com golpes de corda e de cinto. Os tutores perderam a guarda dos cães e foram multados em R$ 3 mil.

(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)

Testemunhas relatam que Sasha e Bob eram agredidos constantemente, mesmo após alertas e ameaças de denúncia por parte dos vizinhos. Para solucionar o caso, um vídeo de um dos momentos de agressão foi registrado e encaminhado à Comissão de Proteção e Defesa dos Animais e Advogados Ativistas (CPDA), que denunciou o caso às autoridades. As informações são do portal ABC do ABC.

Após serem examinados, os cães foram levados para abrigos escolhidos pela CPDA. O resgate dos animais foi determinado pelo delegado do caso como forma de assegurar o bem-estar e a vida deles. Outros cães tutelados pela família morreram por perfuração no intestino e envenenamento. As circunstâncias das mortes não foram investigadas.

 “Agredir um animal indefeso, além de ser um ato cruel, é uma covardia, uma vez que se trata de um ser dócil, incapaz de compreender a situação. Defendo uma penalização dura contra este tipo de infrator. Quando fui deputado, apresentei um projeto de lei, posteriormente sancionado pelo então governador Geraldo Alckmin, para impedir que este tipo de infrator obtenha a guarda de outros animais dentro do período de cinco anos, com objetivo de evitar reincidências”, explicou o prefeito Orlando Morando.

ONG repudia exploração de cães em buscas por vítimas em Brumadinho (MG)

A União Internacional Protetora dos Animais (UIPA) publicou nota, através das redes sociais, por meio da qual repudiou a exploração de cachorros em buscas por vítimas em Brumadinho (MG) e expôs o risco ao qual esses animais são submetidos. A entidade lembrou ainda que solicitou ao Comando Operacional do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais para que não levasse cães “nas buscas por desaparecidos”, mas que foi “desatendida”.

Foto: MAURO PIMENTEL / AFP

“Sabe-se que os bombeiros se valem de roupas e de aparatos de segurança próprios para atuarem em ocorrências de risco, ao passo que os cães são expostos, sem segurança alguma, à nocividade dos rejeitos tóxicos. A absorção, pela pele, de metais pesados é certa”, escreveu a ONG. “Animal algum deveria ser obrigado a enfrentar um risco, capaz de lesar sua integridade física e até a sua vida, como aconteceu a vários cães usados pelas equipes de salvamento do World Trade Center”, completou.

A ONG disse também que policiais e bombeiros trabalham no resgate de vítimas “por opção, consentindo no risco de aquisição de sequelas e até de morte”. Ao contrário de um cachorro, “que não tem escolha, que não consente no enfrentamento de uma situação de risco. Sem capacidade de entender e de reagir, simplesmente aceita uma conjuntura que lhe é imposta”.

A UIPA citou, também, a vedação à crueldade animal contida na Constituição Federal. “A vida do animal também é tutelada, inclusive juridicamente. Vale lembrar que a Constituição da República impõe ao Poder Público vedar as práticas que submetam animal à crueldade. Cabe, pois, às autoridades, salvaguardá-lo de riscos, e não submetê-lo, diretamente, a tal situação”, disse.

O parecer de especialistas, que reforçam que cães atolados não farejam por se sentirem ameaçados, já que a preocupação com a sobrevivência fala mais alto, também foi apontada pela entidade. “E a lama, por sua liquefação, também não permite a subida à superfície dos gases da putrefação”, escreveu a ONG, que lembrou que “não existe justificativa moral nem técnica” para explorar cachorros em buscas por corpos e sobreviventes.

“Triste exploração sem fim a dos animais. Sem defesa e sem protesto”, finalizou.

Quatro cães são roubados e envenenados por chinês para serem comidos no banquete de ano novo

Foto: Pearl Video / Reprodução

Foto: Pearl Video / Reprodução

O ano novo chinês, que cai em 05 de fevereiro este ano, chega fazendo mais vítimas indefesas. Embora a maioria do povo chinês não coma carne de cachorro e este costume retrógrado e cruel ainda persista em apenas algumas províncias remotas do país, ele ainda é responsável pela morte de cerca de 10 milhões de animais anualmente.

O crime mais recente foi na cidade de Lujiang na província Anhui, no extremo leste da China. Após denúncias de moradores sobre o desaparecimento de cães sob sua tutela, policiais iniciaram uma investigação que culminou com a prisão de um homem em 21 de janeiro último, ainda não identificado, acusado de roubar e envenenar quatro cães.

O homem foi encontrado escondido em uma vala ao lado do cadáver de um cão. Após ser questionado pelo policial ele tentou disfarçar e fingiu-se de bêbado, afirmando que havia caído na vala por acidente.

Após uma busca pelas redondezas os policiais encontraram os outros três corpos dos cães e o criminoso, confrontado pelas evidências, confessou os assassinatos. Segundo a polícia de Lujiang ele teria roubado os cães, matando-os envenenados.

Quando questionado sobre o motivo do crime, o homem alegou que “sentiu um desejo súbito e incontrolável de comer carne de cachorro nas comemorações da chegada do ano novo”, enquanto bebia com seus amigos e após isso teria saído em busca de suas presas.

Foto: Pearl Video / Reprodução

Foto: Pearl Video / Reprodução

Cabe ressaltar que todos os quatro animais mortos possuíam uma família, um lar, e foram roubados de suas casas para ser cruelmente assassinados em nome de um costume cruel e absurdo.

O criminoso permanece sob custódia da polícia segundo informações da mídia local.

O grotesco festival de carne de cachorro Yulin, realizado anualmente no sul da China, na província de Guangxi é palco de crueldades e horrores ilimitados.

Milhares de cães são cruelmente mortos, esfolados e cozidos com maçaricos antes de serem comidos pelos habitantes locais.

Infelizmente em outros países asiáticos, como Vietnã e Coréia do Sul, ainda persiste o inexplicável ato de comer carne de cachorro.

O primeiro encontro entre um filhote de elefante e um cão

Imagem: Elephant News

Elefantes são extremamente inteligentes e capazes de imitar e compreender a fala humana. Além disso, demonstram princípios complexos como o altruísmo e generosidade. Os bebês são ainda mais dotados do que os mais velhos.

Se existe algum animal que possa combinar perfeitamente com eles no quesito brincadeiras, são os cães. Coloque os dois juntos e você verá uma amizade fantástica.

O vídeo mostra Yindee, uma bebê elefante resgatada, se encontrando com um cachorro pela primeira vez. Ela pula e começa a brincar com o cachorro imediatamente. O vídeo tem apenas alguns minutos, mas dá para imaginar como foi o dia inteiro desses dois.

Yindee é uma das moradoras do Elephant Nature Park, um santuário, na Tailândia, para elefantes órfãos ou que sofreram abusos. Lá os animais tenham acesso a amplos espaços abertos, comida e água fresca e muito sol. As informações são do One Green Planet.

Infelizmente, nem todos os animais têm a sorte desta pequena. Um triste exemplo é caso de outra elefanta que morreu após de sofrer sérios ferimentos ao ser capturada por um caçador e amarrada pela pata em uma floresta, no leste da Tailândia.

Com apenas um mês de idade foi encontrada por aldeões em Rayong, amarrada a uma cerca com uma corda cortando profundamente o tornozelo e expondo seu osso. Apesar dos esforços ela não resistiu.