Pit bulls abandonados dormem abraçados em abrigo enquanto aguardam por um lar

Foto: Pima Animal Care Center

Foto: Pima Animal Care Center

Você pode conhecer o amor de sua vida nos lugares mais inesperados – basta perguntar a Agatha e Jukebox, dois pit bulls que atualmente vivem no Pima Animal Care Center em Tucson, Arizona, nos Estados Unidos.

Os dois cachorros entraram no abrigo separadamente: Agatha foi entregue pela tutora que não a queria mais e Jukebox chegou como cão em situação de rua. Mas assim que se encontraram, a conexão dos dois foi inquestionável.

“Normalmente, quando um par de cães se aproxima no abrigo, eles passam a vida toda juntos”, disse Kristen Hassen-Auerbach, diretora de serviços animais, ao The Dodo. “Mas com esses dois, eles não se conheciam. Eles se conheceram em um grupo de brincadeiras um dia e, a partir do segundo em que colocaram os olhos um no outro, tornaram-se inseparáveis”.

Foto: Pima Animal Care Center

Foto: Pima Animal Care Center

Ambos os filhotes estavam lutando para se adaptar à vida de abrigo, mas a crescente amizade rapidamente entre os dois acalmou qualquer ansiedade e depressão. “Apesar do fato de que eles estão vivendo esta vida de confinamento, o que é super estressante para a maioria dos cães, eles se confortam muito na presença um do outro”, disse Hassen-Auerbach.

Os dois filhotes agora compartilham um único canil, o que lhes permite passar todo o tempo juntos. Eles não se importam muito com o espaço pessoal de cada um, preferindo se aconchegar em uma cama única quando é hora de apagar as luzes.

“Há muito espaço para eles se estenderem”, disse Nikki Reck, responsável pela informação pública do Pima Animal Care Center, ao The Dodo, “mas eles dividem aquela pequena cama juntos porque é assim que a preferem”.

Uma foto dos dois cachorros aconchegados recentemente se tornou viral depois que Reck postou no Facebook. Os funcionários do abrigo estão esperançosos que a atenção nas mídias sociais possa ajudar a proporcionar a Agatha e Jukebox uma vida maravilhosa em uma lar amoroso juntos.

Normalmente, não dizemos “estes dois têm que ser adotados juntos”, porque dessa forma leva mais tempo para eles encontrarem um lar”, disse Reck. “Mas com esses dois, nós simplesmente não podemos separá-los, então esperamos, de verdade, encontrar um lar para eles juntos, porque os dois estão destinados a ficar juntos”.

Foto: Pima Animal Care Center

Foto: Pima Animal Care Center

Enquanto isso, a Agatha e a Jukebox estão fazendo perfeitamente a sua parte ao fazer com que os potenciais adotantes que passam por seu canil se apaixonem por eles.

“Toda vez que as pessoas vêm ao abrigo, eles chamam sua atenção”, disse Hassen-Auerbach. “Você passa pelo canil deles e eles estão sempre fazendo uma das 20 coisas fofas que fazem o dia todo: ou eles estão de cabeça para baixo, ou de costas, ou um deles está lambendo o outro”.

É um milagre que os dois cães tenham se encontrado: o Pima Animal Care Center recebe 17 mil animais por ano e atualmente abriga mais de 400 cães. Com tantos cães no abrigo para cuidar, quanto mais cedo os filhotes puderem encontrar um lar, melhor. No entanto, a equipe do abrigo está ciente de que aceitar dois cães grandes e cheios de energia não é para todos.

“Estamos procurando uma família que os aprecie tanto quanto nós”, disse Hassen-Auerbach. “Eles são como a uma TV canina para nós. Quando qualquer um está tendo um dia difícil ou se sentindo para baixo, nós apenas assistimos Agatha e Jukebox juntos e você se sente mais feliz instantaneamente”.

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Cão em situação de rua solta outro cachorro que estava amarrado aguardando o tutor

Foto: Dmitriy Timchenko

Foto: Dmitriy Timchenko

Recentemente, Dmitriy Timchenko testemunhou uma cena tocante de solidariedade canina no melhor exemplo possível.

Timchenko e um amigo estavam visitando uma loja no início desta semana na cidade de Novorossiysk, na Rússia, quando notaram um pit bull amarrado na frente do estabelecimento.

O filhote havia apenas ficado lá apenas momentaneamente aguardando por sua tutora, que estava dentro da loja fazendo compras – mas esse fato aparentemente não teve importância alguma para um cão em situação de rua que circulava pelo local.

O cachorro notou o companheiro preso, e talvez tendo ficado preocupado com o fato de o filhote amarrado ter sido abandonado, resolveu agir.

“Eu vi esse cachorro abandonado andando pela cidade muitas vezes”, disse Timchenko ao The Dodo. “Ele sempre usa a faixa de pedestres para atravessar a rua. Ele é um cachorro muito inteligente.”

E, como se vê, ele é muito atencioso também. Enquanto Timchenko observava, o cão em situação de rua aproximou-se do animal doméstico que aguardava pacientemente e começou a afrouxar o nó que mantinha-o preso – e em pouco tempo ele estava livre, para ir embora (embora com relutância no início) e se juntar ao novo amigo em alguma aventura canina.

Aqui está o vídeo desse momento especial:

Vendo o animal doméstico já prestes a sair com seu novo amigo, Timchenko e seu amigo rapidamente intervieram. Afinal de contas, a tutora do pit bull o havia colocado lá apenas momentaneamente e por segurança.

“Entramos na loja e chamamos o tutor do cão pelo alto-falante”, disse Timchenko. “Ela então veio correndo para fora da loja para pegar seu cachorro.”

Tudo tinha sido um grande mal entendido – mas o ato do cachorro em situação de rua não perdeu sua beleza e altruísmo.

Foto: Dmitriy Timchenko

Foto: Dmitriy Timchenko

Embora as origens desse cão que vive nas ruas não sejam exatamente conhecidas, Timchenko disse que ele aparenta estar bem de saúde, e aproveitando sua liberdade nas ruas.

No entanto, só podemos esperar que um dia, em breve, alguém lhe ofereça a mesma bondade que ele demonstrou – adotando-o em uma casa própria com uma família amorosa.

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Testes em animais caem para o nível mais baixo em 12 anos

Foto: PCRM

Foto: PCRM

Os testes em animais no Reino Unido atingiram seu nível mais baixo desde 2007.

O número de procedimentos concluídos em animais vivos em 2018 foi 7% menor do que em 2017, de acordo com dados do Ministério do Interior.

A maioria dos procedimentos envolveu camundongos, peixes e ratos –assim como na última década – no entanto, o uso de ratos em experimentos diminuiu em 27%.

O número de experimentos com gatos também diminuiu, caindo em 20%.

Cerca de 56% dos procedimentos foram realizados para pesquisa, tipicamente estudos envolvendo o sistema imunológico, o sistema nervoso e o câncer.

Os procedimentos para criação e reprodução caíram 10% e os procedimentos experimentais caíram 4%.

De acordo com a Understanding Animal Research, dez organizações são responsáveis por quase metade de todas as pesquisas com animais no Reino Unido.

O Medical Research Council, o Francis Crick Institute, a University of Oxford, a University of Edinburgh, a University College London, a University of Cambridge, a University of Glasgow, o King’s College London, a University of Manchester e o Imperial College London são as organizações realizando uma grande quantidade de pesquisas em animais.

O problema com testes em animais

Embora o número de procedimentos em animais no Reino Unido tenha caído nos últimos 12 anos, 3,52 milhões de procedimentos ainda foram conduzidos em animais vivos na Inglaterra, na Escócia e no País de Gales no ano passado.

Enquanto algumas taxas de uso de animais diminuíram em testes, outras aumentaram. O número de experimentos com aves aumentou de 130 mil para 147 mil, o número de testes em cães aumentou 16% e o número de testes em primatas cresceu 8%.

O teste em animais é amplamente impopular entre o público, particularmente por razões de crueldade contra os animais. Cerca de 72% dos consumidores acreditam que os testes em animais são “desumanos ou antiéticos”, segundo pesquisas.

Foto: Istock

Foto: Istock

Experimentos com animais também podem não ser confiáveis. A organização de bem-estar animal PETA afirma que mais de 90% das experiências realizadas em animais pelos Institutos Nacionais de Saúde – a principal agência governamental responsável pelo financiamento da pesquisa científica – não levam a tratamentos humanos eficazes, o que significa que os testes são “inúteis”. Ele acrescenta que mais de 95% dos testes de drogas farmacêuticas são tão seguros e eficazes em animais, mas falham em testes em humanos.

As dez organizações responsáveis por cerca de metade dos testes em animais do Reino Unido estão comprometidas com os “3Rs” – substituição, redução e refinamento. Isso significa que eles trabalham para substituir o uso de animais quando possível, reduzindo o número de animais explorados e refinando a experiência dos animais usados nos testes.

Outros grupos estão trabalhando para desenvolver métodos de experimentação livres de animais, como o modelo organ-on-a-chip (órgãos em chips) que simula as respostas fisiológicas de órgãos humanos.

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Cachorrinha é abandonada após quebrar a perna

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

Criadores de animais nada mais são que exploradores de animais que os comercializam como se fossem produtos e tiram vantagem de seus atributos naturais, precificando-os e reproduzindo-os como mercadorias.

Tahani, uma cachorrinha sem raça definida mistura de lulu da pomerânia com husky siberiano de apenas 3 meses, nasceu de um desses criadores ambiciosos e estava prestes a ser vendida quando de alguma forma ela quebrou a perna. A lesão foi bastante severa e, quando o criador percebeu que não seria mais capaz de vender o filhote, Tahani foi entregue ao centro de adoção da MSPCA em Boston.

A partir do momento em que chegou ao abrigo, todos ficaram impressionados com a beleza do filhote. Um cão nascido dessas duas raças é uma mistura bastante rara de se encontrar, e apesar de Tahani estar com muita dor, ela ficou olhando para todos os seus novos amigos com seus grandes olhos azuis, tão grata a todos por ajudá-la.

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

“Ela estava em excelente estado, exceto pela fratura na perna, que era uma fratura séria e provavelmente causou muita dor ao animal no momento em que ocorreu, então a equipe veterinária do abrigo a colocou imediatamente em analgésicos intravenosos antes de avaliar se ela precisava de cirurgia para ajudar na recuperação da fratura, ou se ela se curaria por conta própria, a cachorrinha precisaria usar uma tala por várias semanas”, disse Rob Halpin, diretor de relações públicas da MSPCA, ao The Dodo.

Depois de fazer alguns raios-x, foi determinado que a pequena Tahani não precisava de cirurgia, desde que os veterinários pudessem colocar uma tala em sua perna, monitorá-la de perto e controlar sua dor. Ela passa por troca de curativos, bandagens e avaliações toda semana, e está se curando muito bem até agora, para a alegria de todos que a conhecem.

Apesar de tudo o que ela está passando, Tahani permaneceu doce e brincalhona, e a agitada cadelinha mal parece notar que está usando uma tala.

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

“Para ela, a vida é uma aventura e Tahani não permite que a natureza lenta e desajeitada de seu andar (temporário) a incomode”, disse Halpin. “Ela é uma cachorrinha muito feliz.”

Atualmente, Tahani está em um lar temporário concedido por um dos funcionários do centro de adoção, mas ela ainda visita todos os seus novos amigos do abrigo com frequência por causa de seus exames médicos, e conquista seus corações um pouco mais mais a cada visita. Ela é tão corajosa e cheia de vida, e não é difícil ver que cachorra maravilhosa ela será para a família de muita sorte que a adotá-la.

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

“Ela é um filhote apenas, então ela adora brincar e explorar tudo e ela absolutamente ama ganhar atenção”, disse Halpin. “Ela vai buscar amor e carinho de todos que ela conhece e é provável que seja encontrada aninhada no ombro de alguém que a pegou no colo e decidiu nunca colocá-la no chão porque ela é uma campeã mundial em amar carinhos”.

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

Como Tahani está indo muito bem em seu caminho para a recuperação, o abrigo já publicou um post sobre ela, incentivando as pessoas a se candidatarem a adotá-la – e a adorável cachorrinha já recebeu mais de 100 pedidos.

Todos estão tão felizes que ela terá um lar e uma família especial em breve, porque depois de tudo o que ela passou, ela mais do que merece.

Foto: MSPCA

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Cães esperam por tutora internada há uma semana em frente a hospital

Dois cachorros esperam há uma semana pela tutora em frente ao Hospital São Paulo, em Xanxerê (SC). Roseli vive em situação de rua com os animais, que são seus companheiros.

Foto: Reprodução/NSC TV

O caso comoveu a comunidade e os funcionários do local, que acionaram uma ONG de proteção animal para pedir ajuda. Desde então, voluntários da entidade passaram a ir ao hospital diariamente para cuida dos cães.

“Chamou a atenção porque eles estavam querendo adentrar na porta de emergência. É como nós humanos, né? A gente espera que nossos familiares saiam, voltem ao contexto familiar”, disse ao G1 a assistente social do hospital, Maquieli Casaril.

O voluntário Vagner Ribeiro contou que, apesar dos cuidados que estão recebendo, os cachorros estão se negando a comer por estarem deprimidos, com saudade da tutora. “Viemos aqui para dar uma manutenção neles, trocar a coleirinha, botar antipulgas, dar vermífugo para eles, manter a saúde deles boa”, disse Ribeiro.

“A gente reza muito que ela se recupere, até porque é uma saúde, é uma vida e esses cães aqui até ultimamente não têm comido. A gente vê vários pontos de ração aqui em volta do hospital, mas eles não comem, eles querem a dona deles”, completou o voluntário.

Roseli está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde que foi levada ao hospital, no dia 20 de julho.


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Cães idosos são abandonados juntos em banheiro público

Foto: Carol Lair

Foto: Carol Lair

A gerente do supermercado de animais americano Petco percebeu que havia algo estranho em um casal que andava sem rumo pela loja em Allen Park, Michigan (EUA), no último sábado à noite.

O casal tinha dois cachorros grandes com eles, nenhum dos quais estava usando coleira. As guias dos cães tinham sido amarradas em um nó improvisado, juntas – o que significava um alerta vermelho para o gerente.

“Rachel [a gerente] se aproximou deles e questionou sobre o fatos dos cães não estarem usando coleiras”, escreveu Julie Sly em um post no Facebook. “O casal disse que as esqueceu em casa, e que eles só precisavam pegar algumas coisas e seguiram para a parte de trás da loja onde fica a comida de cachorro.”

Foto: Carol Lair

Foto: Carol Lair

O casal evasivo já estava longe quando os funcionários que estavam fechando a loja começaram a ouvir gritos chorosos vindos do banheiro. Eles abriram a porta e lá estavam os dois cachorros velhos, assustados e sozinhos.

A gerente ligou para a um resgate de animais local, mas eles estavam muito cheios para levar os cães, então ela postou um pedido de ajuda no Facebook. Carol Lair, membro do conselho do P.O.E.T Animal Rescue, viu o post e sabia que tinha que ajudar.

“Isso não me surpreende por se tratar de cães idosos”, disse Lair ao The Dodo. “As pessoas se cansam deles e querem se livrar deles.”

Foto: Carol Lair

Foto: Carol Lair

Quando Lair chegou ao Petco no domingo de manhã, percebeu claramente que o par de cães tinha sido claramente traumatizado por sua provação. “Eles estavam muito, muito assustados”, disse Lair. “Eles estavam tremendo e queriam ficar juntos o tempo todo.”

Lair os ajudou a entrar na parte de trás do carro, mas o mais velho dos dois cães ficou curioso e imediatamente pulou no colo de Lair. “Ela aprendeu a mover a janela para cima e para baixo, e então ela começou a mover também o assento para frente e para trás”, disse Lair. “Foi engraçado e terno ao mesmo tempo”.

Os dois cães, que os voluntários chamaram de Marigold e Daffodil, agora estão relaxando em segurança em um lar temporário.

Foto: Carol Lair

Foto: Carol Lair

Embora os dois cães pareçam bem alimentados, isso não significa que suas vidas tenham sido fáceis. “Parece que eles foram explorados para reprodução muitas, muitas vezes”, disse Lair. “Parece que eles foram muito usados por criadores inescrupulosos”.

Mas os dois cães parecem determinados a mostrar aos seus salvadores que ainda têm muito a oferecer. Eles adoram brincar de buscar o brinquedo e de cabo-de-guerra com sua família adotiva e de receber carinhos e afagos. No entanto, conhecer novas pessoas pode representar um desafio para o par.

“Eles gostam de estar com as pessoas, mas demoram um pouco para relaxar”, disse Lair. “Quando eles conhecem alguém diferente e ficam perto dessas pessoas, suas patas traseiras e quadris tremem muito. Isso parte meu coração”.

“Eles passaram por muita coisa”, acrescentou Lair. “Nós nem sabemos a bagagem que eles estão trazendo com eles.”

Uma vez que os cães estejam prontos para adoção ao final desta semana, eles serão esterilizados e vacinados, e começarão a procurar por um lar amoroso.

“Agora estamos apenas alimentando-os e mantendo-os aquecidos e seguros”, disse Lair.

Marigold e Daffodil são ambos dóceis e adoram interagir com gatos e crianças. Mas, considerando tudo o que passaram, Lair acredita que eles se sairiam melhor em uma casa onde receberão toda a atenção que merecem.

“Eu escolherei alguém que possa estar em casa com eles e onde eles não serão deixados sozinhos, porque eles precisam de confiança e apoio”, disse Lair. “Mas eu sinceramente acho que eles se sairiam bem em qualquer casa.”

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Bombeiros salvam cães presos em pedreira com 50 metros de altura no RJ

O Corpo de Bombeiros resgatou dois cachorros que ficaram presos no alto de uma pedreira em Itaipava, distrito de Petrópolis (RJ). O resgate, que levou mais de quatro horas, foi realizado na tarde desta quarta-feira (24).

Foto: Corpo de Bombeiros / Divulgação

Os animais estavam em uma pedreira localizada dentro de um sítio na Estrada Ministro Salgado Filho, no Vale do Cuiabá. Os bombeiros foram acionados por um caseiro do local. As informações são do G1.

Os cachorros estavam a 50 metros de altura e foram salvos pelos militares graças a técnicas de escalada e rapel. Não se sabe ainda como eles foram parar na pedreira.

Resgates como esse são repletos de desafio, segundo o comandante dos bombeiros, Gil Kempers. “O bombeiro coloca vida dele em risco. Caso algum equipamento falhe, existe o risco de morte do militar”, afirmou o comandante.

Foto: Corpo de Bombeiros / Divulgação

Outro caso

No domingo (21), uma cadela chamada Lia, de dois anos de idade, foi salva pelo Corpo de Bombeiros após ficar presa em uma pedreira no Alto da Serra.


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Filhotes de cachorro são abandonados dentro de micro-ondas no DF

Cinco filhotes de cachorro foram encontrados dentro de um micro-ondas no Distrito Federal. Os animais foram abandonados nas proximidades de um condomínio rural no Incra 9, em Ceilândia, e estavam sem água e ração.

Foto: Walace Gomes/Arquivo pessoal

Trata-se de quatro machos e uma fêmea. Todos foram resgatados e três deles ainda aguardam por um lar. Os outros dois já encontraram adotantes.

A estudante Plínia Evely contou ao G1 que foi o irmão dela, de 26 anos, quem encontrou os cães na última segunda-feira (22). “Meu irmão estava indo dar comida a outros cachorros de rua, quando viu os filhotes”, disse. “Eles estavam largados no frio. A gente montou um cercadinho e depois deu água, comida e aplicou o vermífugo”, completou.

O abandono de animais na região é comum e deixa Plínia indignada. “A gente faz o que pode, o restante dos seres humanos que não estão colaborando”, afirmou.

Os irmãos decidiram disponibilizar os filhotes para adoção porque já são tutores de cinco animais, o que os impede de adotar os filhotes. Interessados em adotá-los devem procurar membros do grupo “Resgates em Brasília”, no Facebook.

Punições mais severas

Uma nova legislação, que entrou em vigor no ano passado no Distrito Federal, estabelece multa de até 40 salários mínimos a quem cometer maus-tratos a animais – o que corresponde a mais de R$ 38 mil.

Foto: Walace Gomes/Arquivo pessoal

O texto, que altera uma lei de 2007, define com mais clareza as situações que configuram maus-tratos. O abandono está entre os casos de violência contra animais que podem ser punidos.

A nova lei considera maus-tratos todos os atos que “atentem contra a liberdade psicológica, comportamental, fisiológica, sanitária e ambiental”.

No Distrito Federal, é possível denunciar casos de crueldade contra animais através dos telefones 197 ou (61) 3207-4856.


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Cães salvam a vida do tutor de 87 anos que ficou preso em poço de lodo

Foto: MCFRS

Foto: MCFRS

Dois cães são definitivamente além dos melhores amigos desse homem, seus salvadores, após corajosamente encontrarem ajuda quando ele afundou e ficou preso no meio do lodo nas margens de um rio.

Um homem de 87 anos de idade, em Montgomery County, Maryland (EUA) estava passeando e brincando com seus dois cães na noite de segunda-feira, quando o incidente ocorreu.

Por volta das 14h30, o homem foi buscar uma vara para jogar para seus cães buscarem na beira do rio Potomac, perto de Little Falls Dam, quando ele afundou e não conseguiu sair no lodo que margeava o rio.

O homem tentou se livrar da lama, mas só acabou afundando ainda mais fundo no poço.

O Capitão Eddie Russell, do Corpo de Bombeiros do condado de Montgomery, disse à NBC Washington: “Você não percebe que, quando o sapato ou os pés ficam presos, quanto mais você se mexe, pior fica.”

Pete Piringer, porta-voz do Serviço de Bombeiros e Resgate do condado de Montgomery, disse à People que os dois cães correram para uma trilha próxima em busca de ajuda.

Eles acabaram no caminho de enforcamento das estradas de C & O, uma trilha de 184 milhas (cerca de 300 km) em Maryland que é popular entre os moradores.

Rio Potomac | Foto: Google Maps

Rio Potomac | Foto: Google Maps

Os dois cães começaram a latir sem parar em busca de ajuda, acabando por chamar a atenção de dois ciclistas que estavam a cerca de 50 metros de distância.

Steve Shollenberger, um dos ciclistas que encontrou o idoso, acredita que os cães terem vindo à trilha são a razão pela qual encontraram o homem.

‘Eu provavelmente não vou estar olhando para o rio Potomac. Eu vou estar olhando para a trilha, especialmente agora, porque ela tem todos os tipos de detritos nela ”, disse Shollenberger à WTOP.

Após os latidos desesperados dos cães, os ciclistas descobriram o homem, chamaram ineditamente as equipes de resgate e ficaram com ele até as autoridades chegarem.

Foto: Montgomery County Fire Department

Foto: Montgomery County Fire Department

Naquele momento, o homem já estava preso há uma hora e estava tão fundo na lama que nem conseguiu virar o corpo em direção ao caminho da trilha para pedir ajuda.

Usando equipamento de resgate técnico, a equipe do Departamento de Incêndio e Resgate do Condado de Montgomery conseguiu libertar o homem da lama.

Em um vídeo postado por Piringer, ele mostra o equipamento especial de resgate que a equipe de serviço usa para libertar as pessoas presas na lama.

Os materiais permitem que as equipes de resgate criem uma bolha que interrompe a sucção da lama e tornando possível que a vítima se liberte.

O homem não ficou ferido.

O capitão Russell disse que esta é uma boa história do começo ao fim, graças aos cães leais e dedicados que salvaram seu guardião.

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Cães se encantam um pelo outro ao se conhecerem através de uma cerca

Lola e Loki | Foto: Amber Marie Monte

Lola e Loki | Foto: Amber Marie Monte

Ninguém espera se apaixonar pelo garoto da casa ao lado, mas quando uma tímida cadelinha da raça golden retriever chamada Lola encontrou seu vizinho Loki, as faíscas imediatamente começaram a voar.

Em março, Lola e sua tutora, Amber Monte, se mudaram para sua nova casa nos arredores de Surrey, na Inglaterra. Loki, um cachorro da raça terrier de staffordshire, foi um dos primeiros a saudar os recém-chegados. Seu trecho de quintal foi separado da propriedade de Monte por uma cerca de madeira, mas, apesar da barreira, os dois cães se conheceram.

“Nós nunca vivemos perto de outros cães antes, e Lola estava tão animada por poder ver outro cachorro com tanta frequência!”, Disse Monte ao The Dodo. “Quando Loki estava em seu jardim, ele sempre pulava na cerca e procurava por Lola, pois ele já sabia que ela geralmente estava lá.”

Lola | Foto: Instagram/goldenpuplola

Lola | Foto: Instagram/goldenpuplola

Lola retribuiu os avanços de Loki, mas seus guardiães não achavam que fosse mais do que uma amizade florescente. “Lola sempre pulava e lhe dava um olá com algumas lambidas”, disse Monte. “Nós só pensamos que eles estavam se conhecendo e isso seria só isso”.

Monte nunca se preocupou com o fato de Lola formar uma ligação real com Loki. Afinal, ele simplesmente não parecia o tipo dela. “Ela geralmente é muito tímida e retraída”, disse Monte. “Ela fica bastante assustada com outros cães grandes quando estamos passeando, e é por isso que achamos tão estranho quando ela se deu tão bem com Loki.”

Mas há cerca de um mês, Monte percebeu uma mudança no comportamento de Lola. A cachorra agora preferia passar seus dias perto da porta dos fundos, choramingando para sair, como se ansiando por Loki.

Lola e Loki se olhando à distancia | Foto: Amber Marie Monte

Lola e Loki se olhando à distancia | Foto: Amber Marie Monte

“Quando a deixamos sair, a primeira coisa que ela faz é pular na cerca para ver se Loki está fora também”, disse Monte. “Se Loki não estiver fora, ela vai se sentar e esperar por ele na cerca.”

Loki correspondeu ao carinho de Lola na mesma medida, e até mesmo descobriu uma maneira de estar mais perto dela. Loki aprendeu a passar pela cerca que separa os dois cães.

“Algumas vezes no mês passado, na verdade, saímos e encontramos Loki em nosso jardim e os dois brincando juntos”, disse Monte. “Agora, geralmente de manhã, quando vamos deixar Lola sair, Loki já está sentado em nosso jardim esperando por ela!”.

Loki esperando Lola | Foto: Amber Marie Monte

Loki esperando Lola | Foto: Amber Marie Monte

Os dois cães se divertem muito e não querem nada além do que aqueles momentos preciosos que passam juntos.

E, felizmente, os pais de Lola são compreensivos sobre as visitas frequentes de Loki.

“Eles estão muito animados para ver um ao outro quando brincam – há muitos pulos, corridas, muitos beijos!”, Disse Monte. “Eles são inseparáveis quando estão juntos.”

Se Loki e Lola provar alguma coisa, é que o amor não pode ser limitado “por uma cerca”.

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