Quartel do Exército abandona cães que viviam na unidade em Pouso Alegre (MG)

O 14º Grupo de Artilharia de Campanha de Pouso Alegre, em Minas Gerais, abandonou cães em uma estrada e revoltou moradores e protetores de animais da cidade. O abandono foi realizado há quase um mês, mas o caso foi divulgado apenas na noite de segunda-feira (1), quando o protetor Hélio Carlos de Oliveira denunciou a situação. De acordo com ele, dois dos cães abandonados foram encontrados mortos e outros dois estão desaparecidos.

Cachorro abandonado pelo quartel está desaparecido (Foto: Reprodução / Portal Pouso Alegre.net)

Os animais, que viviam em situação de rua, encontraram abrigo no quartel. No local, eles recebiam cuidados dos militares. Um militar do 14º GAC, que preferiu não se identificar, e o próprio comando do quartel, confirmaram o abandono. As informações são do portal Pouso Alegre.Net.

O militar disse ainda que esta é a segunda vez que um comando ordena que cachorros sejam retirados do quartel. Na primeira vez, quatro cachorros teriam sido abandonados em uma estrada – a testemunha não soube precisar se o abandono foi realizado em 2016 ou 2017.

Ainda de acordo com o militar, uma mobilização foi feita no quartel para buscar adotantes para os cães assim que a hipótese de abandono foi descoberta. Com a ação, três dos cachorros conseguiram lares, o restante tira sido retirado do quartel à noite. O militar afirma que os profissionais do quartel teriam saído do local no fim da tarde e que, ao retornarem no dia seguinte, só encontraram um cachorro na unidade – trata-se do cão Sorriso, que está no quartel há cerca de cinco anos.

Cães foram encontrados mortos após o abandono (Foto: Reprodução / Portal Pouso Alegre.net)

O militar disse também que os cachorros eram bem tratados pela maior parte dos militares, inclusive pelo comandante Mauro Fernando Rego de Mello Júnior, que confirmou o abandono dos cachorros. Segundo ele, desde que chegou a Pouso Alegre, há 18 meses, vários animais entravam no quartel e alguns ficavam no local, sendo alimentados por uma colaboradora civil, responsável pela cantina, e por soldados.

De acordo com Mello Júnior, o fácil acesso ao local fez com que, com o tempo, entre 15 e 20 cães estivessem no quartel. Quando as fêmeas entravam no cio, os animais causavam alvoroço na unidade, ainda segundo o comandante que completou dizendo que reclamações sobre os animais teriam sido levadas em consideração no momento de decidir abandoná-los.

Cães viviam no quartel em Pouso Alegre (Foto: Reprodução / Portal Pouso Alegre.net)

O comandante afirmou que pessoas que passavam pela calçada do quartel reclamaram que alguns cães avançaram nelas. Além disso, o início das aulas do Programa Forças no Esporte (Profesp), com 200 alunos da rede municipal de ensino, que participam de atividades nas dependências do 14º GAC, levou à decisão, segundo Mello Júnior, de retirar os cachorros do local para evitar que eles mordessem as crianças, em um instinto de defesa.

Mello Júnior afirmou que acionou a Prefeitura de Pouso Alegre, mas que recebeu a resposta de que a administração municipal não teria um local para levar os cachorros. Questionada, a prefeitura não confirmou o pedido que o comandante alega ter feito, mas afirmou que o Centro de Bem-Estar Animal realmente não abriga animais, apenas provê tratamento veterinário a eles e, em caso de necessidade, os encaminha para ONGs.

Quartel do Exército em Pouso Alegre (Foto: Google Street View)

Diante disso, continuou o comandante, foi dada a ordem para que pouco mais de 10 cachorros fossem colocados em um veículo e abandonados em uma área rural da cidade. Outros cães permaneceram na unidade. Mello Júnior disse que tentou adotar dois deles, mas que os animais não se adaptaram ao ambiente fechado e que, por isso, os levou de volta ao quartel.

Adoção e busca pelos cães

O protetor Hélio Carlos está à procura de pessoas que estejam dispostas a adotar, de maneira responsável, algum dos cachorros abandonados pelo quartel. Ele pediu ainda que a população o ajude a localizar os cães que desapareceram.

Cão desapareceu após ser abandonado pelo quartel (Foto: Reprodução / Portal Pouso Alegre.net)

“Quem mora próximo ao local do abandono e tiver qualquer informação sobre os dois desparecidos favor segurá-los e entrar em contato comigo pelo 9 9938 8187”, afirmou o protetor.


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Paul McCartney pede o fim dos testes com cães em universidade americana

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

Paul McCartney escreveu uma carta em nome da ONG PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), expressando surpresa ao ficar sabendo sobre os experimentos com cães da TAMU durante uma turnê.

A universidade cria cães da raça golden retriever para desenvolver distrofia muscular, dificultando sua locomoção, a deglutição e a respiração. De acordo com a PETA, esse tipo de experimento foi usado por quase 40 anos e não resultou em nenhum tratamento capaz de reverter a doença.

O co-fundador da Meat Free Monday descreveu o vídeo divulgado pela organização como “devastador”, e implorou ao TAMU para parar os experimentos e colocar os cães para adoção. McCartney acrescentou: “Eu convivo com cachorros desde que era menino e amei e tratei todos eles com carinho, incluindo Martha, que foi minha companheira por cerca de 15 anos e sobre quem escrevi a música‘Martha My Dear’”.

“Por favor, façam a coisa certa, acabando com o sofrimento dos cães no laboratório de pesquisas de distrofia muscular da TAMU e mudando para métodos modernos de pesquisa”, concluiu.

O ativismo de Paul McCartney

Vegetariano, desde 1975 o músico virou vegano, McCartney apareceu em várias campanhas de direitos animais, incluindo a participação como narrador do documentário produzido peka PETA “Glass Walls”, que fala sobre os horrores das fazendas de criação de animais. Ele também trabalhou com a Humane Society dos Estados Unidos e a Sociedade Mundial de Proteção aos Animais.

Em 2009, ele e suas filhas, a estilista vegana ética Stella e a fotógrafa Mary, lançaram a campanha Meat Free Monday no Reino Unido para incentivar as pessoas a comer mais alimentos à base de vegetais. O décimo aniversário da campanha foi comemrado por celebridades como Tom Hanks, Orlando Bloom e Alicia Silverstone.

Experiências com cães da TAMU

Esta não é a primeira vez que a TAMU está sendp acusada por seus experimentos. Falando à Fox News em novembro de 2017, a Dra. Alka Chandna, especialista sênior em supervisão laboratorial da PETA, disse que os testes são financiados com dinheiro público.

Um representante da TAMU defendeu os experimentos, observando que o FDA (Food and Drugs Administration/órgão regulador de vigilância sanitária dos EUA) exige que os medicamentos sejam testados em pelo menos duas espécies de animais antes de serem usados por seres humanos.

No entanto, Chandna explicou que o vídeo, obtido em 2013, mostra condições cruéis: “Eu vejo claramente que que não há amor ali. Também não há cuidado. Isto não é um tratamento humano”.

O New York Post notou que pelo menos uma outra universidade dos EUA conduz testes semelhantes em cães.

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Ativistas pelos direitos animais fecham matadouro clandestino de cães na China

Foto: VShine

Foto: VShine

Um grupo de ativistas pelos direitos animais fizeram uma parceria com a polícia local para fechar um matadouro de cães na China.

O grupo de proteção animal chamado VShine agiu de acordo com lei e ao lado das autoridades ao efetuar a ação que ocorreu em Dalian, após a denúncia de um cidadão.

De acordo com o grupo, Dalian trabalha com uma política de tolerância zero ao comércio de carne de cachorro, e o matadouro só estava funcionando porque tinha sido aberto recentemente e por um homem que mora fora da cidade.

Foto: VShine

Foto: VShine

Cães resgatados

Os ativistas encontraram sete cães vivos na propriedade, incluindo cães das raçãs pastores alemães, golden retrievers e um rottweiler. Os cães foram entregues por um funcionário do matadouro.

Eles foram então levados para o abrigo da VShine, que é apoiado pela Humane Society International, para que eles pudessem receber atendimento veterinário. O financiamento da HSI ajudará a apoiar seu tratamento e sua reabilitação.

O grupo acredita que alguns dos cães era animais que tinham lares e foram roubado de suas famílias, já que eles usavam coleiras. Acredita-se que outros sejam cães em situação de rua ou cães de fazenda que foram roubados ou comprados de seus tutores.

Câmara de Santos (SP) debate projeto que prevê liberar parte da praia a cachorros

Um projeto de lei que prevê a liberação de cães em uma faixa de areia da praia divide especialistas no assunto e já é motivo de polêmica. Na última sexta-feira (28), teve audiência pública na Câmara de Santos (SP) para discutir o assunto.

Entre as regras para utilização do espaço, que deverá ser demarcado pela prefeitura, estão a identificação dos animais com nome e telefone de seus tutores em coleira. Os cães também não poderão estar no cio e seus tutores devem portar carteira de vacinação e atestado de vermifugação fornecido por veterinário devidamente registrado.

(Carlos Nogueira-AT/Arquivo)

Segundo a proposta, os animais poderão usar os chuveiros disponíveis dentro da faixa delimitada.

Quem não cumprir as regras responderá pelas perdas e danos que o animal poderá causar a terceiros. O tutor ainda fica obrigado a recolher as fezes de seu cão imediatamente descartando-as no local apropriado sob pena de multa.

Segundo o veterinário Laerte Carvalho, da Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses (Sevicoz), é preciso ter atenção no controle sanitário. “A Secretaria não se opõe, mas queremos acompanhar. Algo que parece bom pode deixar de ser caso não tenha regras e conscientização”.

Para o infectologista do Hospital Albert Einstein, Jacyr Pasternak, a principal preocupação seria o bicho geográfico, infecção causada por larvas e que causa vermelhidão e coceira na pele. “Para mim, cão vacinado na praia não tem problema. O cachorro em situação de rua já tem acesso à praia e esse sim preocupa. A raiva (infecção viral mortal transmitida para seres humanos a partir da saliva de animais infectados) é muito mais perigosa”.

A dermatologista Cristina Santana diz que uma preocupação deve ser o controle da frequência do local. “Temos de lembrar que, na temporada, haverá quatro vezes mais gente na praia. E de que forma a Guarda Municipal fiscalizará essa situação? Realmente será o ponto principal para se focar?”

Debate

Segundo o veterinário especialista em saúde pública Alexandre Biondo, o usuário deverá ser o primeiro a cuidar do cerco para que ninguém fure as determinações estipuladas.

“Não podemos cometer a loucura de perder esse momento histórico”. Para a veterinária Sueli Toledo, especialista em zoonoses, é preciso cautela nesse tipo de decisão. “Eu mesma não levaria meus filhos em um espaço como esse. Cada um deve pensar dentro da sua realidade e se deve confiar que essa situação não terá furos”.

Já o infectologista Evaldo Stanislau acredita que esse ambiente trará mais benefícios do que problemas. “Precisamos cuidar da saúde do animal, ter um bom regramento e educar as pessoas. Do ponto de vista psicológico, de bem-estar e de interação, é algo muito bom”.

O vereador Benedito Furtado (PSB) lembra que os cães nunca foram tão reconhecidos como membros das famílias. “Não tenho a menor dúvida de que vamos aprovar essa lei. Inúmeras pessoas têm o animal como única referência afetiva. Precisamos atualizar as nossas leis para as novas realidades”.

Proibição desde 1968

Desde 1968, segundo lei municipal, é proibida a permanência de cachorros na praia.

Segundo dados da Secretaria de Saúde de São Paulo, Santos tem hoje mais de 33 mil cães devidamente vacinados. A iniciativa partiu da radialista e defensora da causa animal Patrícia Camargo, em conjunto com moradores da cidade que apoiam a causa. O vereador Adilson Júnior (PTB), foi o responsável em elaborar o projeto de lei junto com advogados, veterinários e biomédicos.

Fonte: A Tribuna


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Tutor que não garantir bem-estar ao animal será multado em Portugal

O tutor que não garantir o bem-estar do animal que tutela em Portugal estará sujeito ao pagamento de multas que variam de 50 euros (cerca de R$ 218) a 3.740 euros (aproximadamente R$ 16.332). A nova norma foi instituída a partir de um decreto-lei que foi publicado no Diário da República na quinta-feira (27) e entrará em vigor dentro de quatro meses.

Foto: Pixabay

Além de casos de maus-tratos, a nova lei vai punir também tutores que não atualizarem o registro do animal em casos, por exemplo, de mudança de endereço. As informações são do portal “Público”.

Além disso, com o Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC), os gatos e furões serão obrigados a usar microchip de identificação. Outros animais, como coelhos, também podem ser microchipados. As informações registradas no SIAC serão colocadas em uma espécie de documento de identidade, que o tutor deverá ter em mãos toda vez que fizer qualquer deslocamento com o animal.

Os microchips só poderão ser implantados nos animais por veterinários. Os profissionais que não usarem aparelhos registrados no SIAC ou administrarem vacina contra raiva sem que o animal esteja previamente identificado, também poderão ser multados. Os chips custam, em média, 30 euros (R$ 131), valor que deve ser pago pelos tutores, que também precisarão arcar com o valor, ainda não definido, de uma taxa para que seja feito o registro no SIAC.

Os animais devem ser identificados até 120 dias após nascerem. Caso não se saiba a data de nascimento, a identificação e registo deverão ser feitos “até à perda dos dentes incisivos de leite”. Para aqueles que nasceram antes da data de vigor da legislação, os prazos variam entre um e três anos. No caso de cães bravos, trazidos de outros países, o registro precisa ser feito em um prazo de 10 dias, contado a partir da entrada no território nacional.

O governo afirmou que as medidas foram tomada com o objetivo de combater o abandono de animais.


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Projeto incentiva escolas a adotar animais abandonados em Juiz de Fora (MG)

O projeto “Amicão – Cão na Escola”, de iniciativa do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (Demlurb) de Juiz de Fora (MG), está incentivando escolas a adotar animais abandonados. O proposta surgiu após a Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo adotar o cachorro Guto.

Foto: Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo/Arquivo

O objetivo da Demlurb é oferecer assistência aos animais – desde a castração até atendimento veterinário – para incentivar as escolas a acolhê-los. As ações, que incluem orientação aos diretores das instituições, serão feitas pelos departamentos de Educação Ambiental (DEA) e de Controle Animal (Dcan).

A Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo, que conta com 400 estudantes, da educação infantil ao 9º ano do Ensino Fundamental e também turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), adotou Guto para dar qualidade de vida a ele e escolheu esse nome para homenagear o professor Augusto Gotardelo. O animal ganhou até uma casinha, que foi construída com verba do Dcan.

“Guto chegou em um dia de chuva, se escondendo, em dezembro de 2018. A escola acolheu, ele está lá, feliz. A saúde dele está muito melhor. As crianças se revezam nos cuidados. Está sendo uma experiência maravilhosa”, contou gerente do Departamento de Controle Animal (Dcan), Miriam Neder.

Foto: Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo/Arquivo

Outras duas escolas já aderiram à iniciativa: a Escola Municipal Marília de Dirceu, que adotou o cachorro Dirceu, e a Escola Municipal George Rondebach, que adotou a gata Nina.

“Nós estamos tentando trabalhar com as crianças nas escolas, porque, como todos sabemos o abandono é, ainda, infelizmente muito grande. A nossa esperança de um futuro melhor são as crianças. Elas aprendem, mesmo quem não tem muita afinidade, a respeitar, que aquele animal precisa de carinho, de comida, de cuidado veterinário. Eu acho que vai ser muito bacana. Acredito que vai dar muitos bons frutos”, disse Míriam ao G1.

Para participar do projeto, as escolas devem procurar o Departamento de Educação Ambiental do Demlurb pelo telefone (32) 3690-3571.

Foto: Escola Municipal Professor Augusto Gotardelo/Arquivo


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Karanganyar se torna o primeiro distrito indonésio a proibir a carne de cachorro

A administração de Karanganyar na Indonésia anunciou na última segunda-feira (27) que iria fechar todas as 21 barracas de carne de cachorro em todo o distrito, que fica em Surakarta, na ilha de Java.

Cada barraca mata de dois a três cães para consumo por dia, de acordo com dados da indústria agrícola do distrito, com a proibição serão poupadas as vidas de quase 1.900 cães por mês. A administração de Karanganyar ajudará aqueles que dependem do comércio de carne de cachorro com a transição de renda para novas linhas de trabalho.

O comércio de carne de cachorro na Indonésia

O governo indonésio prometeu acabar com o comércio de carne de cachorro em agosto passado, em um movimento apoiado por celebridades como Ricky Gervais, Simon Cowell e Cameron Diaz. No entanto, nenhuma ação foi tomada desde então.

O número de indonésios que consomem carne de cachorro é uma minoria – apenas 7%, de acordo com a organização sem fins lucrativos Dog Meat Free Indonesia. Em novembro passado, uma petição assinada por mais de um milhão de pessoas pedindo o fim do comércio foi submetida ao governo.

A decisão de Karanganyar foi elogiada pelas ONGs que atuam em defesa dos direitos animais Dog Meat Free Indonesia e Animal Friends Jogja.

A fonte local de notícias, Jakarta Globe, informa que a decisão foi tomada por causa da preocupação com a saúde humana. H. Juliyatmono, chefe do distrito de Karanganyar, disse: “A fim de evitar várias doenças causadas pela carne de cachorro, fecharemos todas as barracas de carne de cachorro em Karanganyar, com efeito imediato”.

De acordo com a Dog Meat Free Indonésia, milhões de cães são capturados e transportados pela Indonésia todos os anos. Investigações em todo o país mostram que doenças como a raiva correm soltas no comércio de carne de cachorro do país. A morte humana por raiva tem sido associada ao consumo de carne de cães infectados.

Uma investigação recente revelou que 13.700 cães com história de vacinação desconhecida são capturados ou roubados todos os meses apenas em Java. A província de Java Ocidental é considerada um centro de abastecimento para toda a nação.

O método de captura e transporte tem sido criticado por muitos por ser absurdamente desumano. Muitos dos cães capturados são animais domésticos de família ou animais capturados das ruas ou comunidades rurais.

Os cães têm suas bocas amarradas, dificultando a respiração, e são amontoados em gaiolas superlotadas onde mal conseguem se mover. Os pobres animais são então transportados por longas distâncias para mercados, matadouros e restaurantes. Muitos morrem de asfixia, desidratação ou insolação antes de chegar.

Juliyatmono acrescentou: “A sobrevivência humana deve ser o foco do nosso desenvolvimento. As pessoas têm que viver em harmonia com Deus e com os seres vivos, incluindo todos os animais”.

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Homem arrisca a vida para salvar cachorro preso em lago congelado

Foto: WKBW

Foto: WKBW

Don Chatten, um homem de 49 anos, estava em Ellicott Creek Dog Park, andando com seus dois cães – ambos adotados e vindos de resgates – quando um dos cachorros parou ao pé da ponte e começou a agir de forma estranha.

Don seguiu o animal desconfiado do comportamento do animal, quando ouviu um fraco gemido vindo na direção do riacho. Don sabia que um cachorro estava desaparecido na área, então ele foi investigar para ver o que estava acontecendo.

Foto: WKBW

Foto: WKBW

Ele encontrou um pequeno cão encalhado, totalmente preso no meio das águas geladas. Don gritou aos visitantes do parque para ligar para os bombeiros imediatamente, mas ele sabia que o cachorro não sobreviveria por tanto tempo esperando o socorro.

Sem pensar duas vezes, Don pulou nas águas geladas para alcançar o cachorro. Ele quebrou o gelo com o antebraço e encarou a água congelada até a cintura para alcançar o cão. Ele então conseguiu segurar o cão em seu peito e rastejar de volta para a superfície do lago.

Foto: WKBW

Foto: WKBW

O cão salvo, é uma mistura de Terrier chamado Jackson, foi levado para os veterinários e recebeu atendimento de emergência. Os veterinários afirmam que a vida de Jackson foi salva por causa do pensamento ágil e da coragem de Don. O tutor do cachorro ficou aliviado e grato por ter seu amado amigo de volta.

As pessoas estão chamando Don de herói, mas ele atribui esse resgate ao seu cão determinado que sentiu o perigo e avisou-o a tempo. Que humilde e valente amante dos animais, a humanidade agradece a Don por seu altruísmo e valorização da vida.

Clique no vídeo abaixo para ver Don resgatar bravamente o pequeno Jackson!

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Escócia propõe projeto de lei para banir completamente a caça à raposa

Alison Johnstone, co-líder do Partido Verde Escocês, anunciou planos de propor um projeto de lei de autoria um membro da sigla que visa fechar “brechas” na legislação existente, que não conseguiu erradicar completamente a caça às raposas e ainda permite que um número ilimitado de lebres nativas e marrons a serem mortas em certas épocas do ano.

Uma consulta pública sobre o projeto de lei esta sendo lançada, buscando feedback sobre as medidas destinadas a proteger as três espécies e impedir que sejam mortas por esporte.

A consulta será realizada até meados de setembro.

No documento de consulta, Johnstone afirma: “Os mamíferos selvagens não pertencem a ninguém enquanto estão vivendo livremente, mas a legislação do Reino Unido há muito tempo sustenta que o bem-estar animal é um bem público e que os animais devem ser protegidos pelo interesse público.

“O objetivo do projeto de lei proposto é, portanto, melhorar a proteção de alguns mamíferos silvestres na Escócia, especificamente ao acabar com o uso de cães na caça de mamíferos selvagens e melhorar a proteção de certos mamíferos selvagens”.

O governo escocês delineou as intenções de reforçar as leis depois de encomendar uma revisão da Lei de Proteção aos Mamíferos Selvagens (relativa apenas à Escócia) de 2002, de Lord Bonomy, mas até agora não tomou medidas.

Johnstone disse: “As raposas e as lebres são espécies emblemáticas que são amplamente celebradas na cultura popular e valorizadas tanto pelos escoceses que vivem no campo como pelos que vivem nas cidades.

“Eles merecem nossa compaixão e respeito, mas são rotineiramente mortos em todo o país em grande número”.

As regras existentes proíbem o uso de matilhas de cães para caçar e capturar raposas, mas permitem o uso de cães ao liberar uma raposa em campo aberto.

O novo projeto de lei foi bem recebido pelos defensores do bem-estar animal, que disseram que poderia representar uma “mudança no jogo”.

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Cidade indonésia mata mais de 13 mil cães por mês para consumo

Foto: DMFI

Foto: DMFI

Imagens de vídeo fortes e chocantes capturadas em matadouros na capital da Indonésia, Surakarta, localizada no centro da ilha de Java, conhecida também como Solo, mostram os animais sendo espancados e feridos para sangrar até a morte enquanto ainda estão conscientes.

As imagens foram capturadas pela coalizão Dog Meat-Free Indonesia (DMFI) durante uma investigação secreta, que revelou que cerca de 13.700 cães são pegos das ruas ou roubados em Java todos os meses.

Lola Webber, da Fundação Change For Animals, disse: “Os cães são capturados nas ruas e roubados das casas das pessoas para serem levados em longas viagens, muitas vezes que duram dias, embalados em caminhonetes ou em sacos de juta, suas bocas amordaçadas ou amarradas assim eles mal podem respirar.

“Eles são então levados para matadouros imundos, onde observam os outros serem mortos enquanto esperam sua vez, tremendo de medo. O olhar deles está assombrando, as paredes salpicadas de sangue são inesquecíveis.

As últimas investigações da DMFI sugerem que Solo é um epicentro de grande parte do comércio que opera na ilha mais populosa da Indonésia.

Isso tudo ocorre apesar de uma diretriz do governo central do país em vigor desde setembro, que pediu aos governos locais para combater os negócios de carne de cães e gatos.

A DMFI lançou uma campanha em 2017, liderada pelo comediante britânico Ricky Gervais e apoiada por outras celebridades, para acabar com o consumo de carne de cachorro.

A campanha pediu ao governo indonésio que proibisse a venda e o consumo da carne devido a crueldade contra os animais e a razões de saúde pública.

Acredita-se que apenas 7% da população indonésia consuma carne de cachorro, e muitos acreditam ingnorantemente que ela oferece benefícios especiais à saúde, como aumentar o desempenho sexual dos homens.

Mas os ativistas alertam que comer carne e cachorro representa um risco de contaminação por raiva ou outras doenças.

As investigações recentes de DMFI agora levaram Solo a elaborar uma legislação para proibir a venda de carne de cachorro, segundo a ABC. Espera-se que as restrições entrem em vigor no próximo ano.

A região de Karanganyar, em Java, também se comprometeu a acabar com o comércio de carne de cachorro na região, segundo a DMFI.

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