Quênia inicia campanha para proteger elefantes africanos

Por Rafaela Damasceno

O Quênia lançou uma campanha de preservação da vida selvagem, nomeada “O Comércio do Marfim é uma Fraude”, em um esforço para aumentar a conscientização e reduzir o comércio de marfim.

Um bando de elefantes na floresta

Foto: World Animal News

A campanha pede para que os elefantes africanos sejam incluídos na lista da CITES (Convention on International Trade in Endangered Species), que possui espécies ameaçadas de extinção. O movimento é apoiado por outros 31 estados africanos.

O Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta está equipado para detectar qualquer indício de vida selvagem (sejam pelos, marfim etc.) nas bagagens dos passageiros.

“A Autoridade Aérea do Quênia foi a primeira a assinar a declaração do Palácio de Buckingham, iniciativa internacional que compromete os responsáveis pelo transporte a colaborar na luta contra o tráfico de animais”, afirmou Isaac Awuondo, da Autoridade Aérea do Quênia (KAA, na sigla em inglês).

Como parte da nova campanha, 400.000 cartões de embarque foram produzidos com a mensagem “O comércio de marfim está destruindo o Quênia”.

A Kenya Airways e a UN Environment (ONU Meio Ambiente) também estão determinados em conscientizar a sociedade sobre a necessidade de uma conservação sustentável da fauna, distribuindo kits de educação infantil para os passageiros.

A ONU Meio Ambiente apoia os países africanos na luta pela preservação e proteção das espécies, bem como o combate ao comércio da vida selvagem, dando total suporte às comunidades locais.


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Campanha revela o sofrimento de animais explorados pela indústria do turismo

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Diversas fotos capturadas pelo mundo todo mostram imagens comoventes que expõem o sofrimento de animais selvagens em destinos turísticos em todo o sul da Ásia.

Fotografias mostram macacos, tigres e elefantes acorrentados em cativeiro e obrigados a se apresentar para turistas pagantes.

Tiradas pels fotojornalista Aaron Gekosi, essas imagens chocantes marcam o lançamento da campanha “Raise the Red Flag”(Levante a Bandeira Vermelha, na tradução livre), da organização Born Free’s.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

A campanha permitirá que os turistas relatem casos de sofrimento de animais em cativeiro em todo o mundo.

Em uma sequência, um orangotango pode ser visto olhando pelas grades de sua gaiola enquanto macacos vestidos de coletes andam de bicicleta.

Dr. Chris Draper, chefe do departamento de Bem-Estar Animal e Cativeiro da Born Free, disse: “O cativeiro nunca poderá recriar o ambiente complexo que os animais encontram na natureza. Muitos animais sofrem imensamente em cativeiro como resultado disso”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Inúmeros animais selvagens são mantidos em situações de cativeiro para entretenimento humano – em espetáculos circenses com animais, como adereços fotográficos para turistas, encontros com animais, filmes e programas de TV, ou até como animais domésticos.

“Há dezenas de milhares de zoológicos em todo o mundo, mantendo milhões de animais selvagens em cativeiro. Todas essas atividades podem ter sérias implicações para o bem-estar animal e representam riscos reais tanto para a segurança quanto para a saúde pública e animal”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Muitas pessoas podem ter visto um animal selvagem em cativeiro em perigo. Eles podem ter visitado um zoológico, uma atração turística ou se deparado com o sofrimento de animais selvagens em cativeiro e se sentirem desconfortáveis ou preocupados com o que testemunharam.

Quando as pessoas se deparam com situações como essas, podem achar difícil ou desanimador falar, ou simplesmente não sabem com quem entrar em contato.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Nosso novo sistema da campanha Raise the Red Flag, que é apoiado pela British Airways Holidays, e liderado pelo mais novo patrocinador da Born Free, Mollie King, permitirá que apoiadores em todo o mundo relatem incidentes de sofrimento de animais selvagens, oferecendo conselhos sobre qual orgão procurar e que ação tomar depois de relatar suas preocupações? “

Mollie King acrescentou: “Estou realmente honrado por me juntar ao Born Free como patrono, todo o time lá faz um trabalho que vale a pena, tudo com o objetivo final de manter a vida selvagem onde ela pertence: na natureza”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Há alguns anos, tive a sorte de poder me juntar a Born Free ao transferir ursos cativos da Geórgia em um santuário grego.

“Vendo o quão mal os ursos foram tratados antes de serem resgatados – alguns deles sendo forçados a ‘dançar’ em pedras quentes para entreter os turistas – me assustou muito, a viagem também me fez perceber que há muito trabalho a fazer para acabar com essas atividades horríveis.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Estou muito contente pela Born Free existir e fazer tudo o que pode para acabar com a exploração de animais selvagens. Estou animado com muitas coisas que planejamos para o meu patrocínio, em particular o lançamento do Raise the Red Flag”.

“Eu quero fazer tudo o que puder para ajudar a Born Free a lançar luz sobre a realidade do cativeiro de animais selvagens e Raise the Red Flag é um projeto tão importante para que todos possam fazer isso”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Draper concluiu: “Infelizmente, não podemos ajudar todos os animais selvagens em cativeiro, mas, quando possível, podemos investigar, entrar em contato com os estabelecimentos, empresas de viagem ou autoridades envolvidas e destacar esse sofrimento para o resto do mundo”.

“Quando as pessoas nos informarem sobre o sofrimento dos animais selvagens através da campanha, nós os capacitaremos a agir e fazer tudo o que pudermos para ajudar o maior número de animais possível”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

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Campanha mundial vai promover os benefícios do leite vegetal

Por Rafaela Damasceno

Desde 2017, o dia 22 de agosto vem sendo o Dia Mundial do Leite Vegetal. A iniciativa foi idealizada por um ativista vegano e co-fundador do Plant based News, Robbie Locke. Ela se tornou possível devido a colaboração da organização internacional de conscientização alimentar Proveg.

Um cartaz da campanha incentivando o dia mundial do leite vegetal

Foto: PBN

Depois de ver a indústria de laticínios celebrando o Dia Mundial do Leite, Locke decidiu criar uma data para destacar os benefícios do leite vegetal.

Milhões de pessoas de todo o mundo estão optando por bebidas vegetais. Entre as razões para se fazer isso estão: salvar o planeta, melhorar a saúde e ajudar a impedir a exploração das vacas na indústria dos laticínios.

A indústria dos laticínios é uma das maiores responsáveis pelas emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. A produção do leite também exige muita terra e água, excedendo recursos naturais.

O leite também interfere diretamente na saúde humana. Diversos estudos comprovam que o consumo de produtos lácteos pode causar diarreias, dores musculares e articulares, dores de cabeça, acne, até mesmo depressão.

Apesar de muitas pessoas não perceberem, a indústria de laticínios causa a morte das vacas. Elas são engravidadas forçadamente, depois separadas de seus filhotes. A prática é extremamente traumática para a mãe e seu bebê.

Essas razões – e muitas outras – influenciam nas escolhas alternativas das pessoas. Por isso os restaurantes e mercados estão oferecendo cada vez mais opções de leite vegetal.

O Dia Mundial do Leite Vegetal lançará uma campanha chamada Desafio dos 7 Dias Livres de Leite. A iniciativa de uma semana incentiva as pessoas a se afastarem dos produtos lácteos.


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Grupo ativista lança campanha sobre direitos animais em Londres

Por Rafaela Damasceno

Um grupo em defesa dos direitos animais, Surge, lançou uma campanha em Londres. A ação apresenta um cartaz com a foto de um porco em uma fazenda de criação do Reino Unido com a pergunta “podemos mesmo nos considerar uma nação amante dos animais?”.

O cartaz exposto no metrô

Foto: Surge

Os cartazes foram espalhados pelos metrôs mais movimentados de Londres. Estima-se que quase um milhão de pessoas terão visto os anúncios até o final da campanha.

A imagem e a pergunta fazem referência a um documentário da Surge, Land of Hope and Glory, de 2017, que mostra imagens secretas de criações de animais no Reino Unido. Esta é a segunda campanha de cartazes lançada pelo grupo ativista este ano.

A primeira campanha incluía perguntas como “o que tem mais valor, o gosto ou a vida?”. Também havia cartazes de um cachorro ao lado de um porco com a indagação “qual a diferença?”.

“No Reino Unido, nos orgulhamos de ser uma nação amante dos animais. Mas milhões de animais continuam sofrendo por escolhas que fazemos”, afirmou Ed Winters, um dos fundadores da Surge, a Plant Based News.

Ele disse que o objetivo do grupo com os anúncios é encorajar as pessoas a refletir e perceber as contradições em alegar que ama os animais, mas pagar para que eles sejam mortos.

“A imagem mostra a brutalidade da indústria e o medo que os animais de fazenda sentem em todos os dias de suas vidas. A emoção nos olhos do porco é inegável”, afirmou Winters.


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Cão com ferimento grave mobiliza campanha em prol de seu tratamento

Um cachorro resgatado da rua com uma ferida grave no pescoço está comovendo internautas e mobilizando uma campanha em prol de seu tratamento. Pescocinho, como passou a ser chamado devido ao local do ferimento, foi encontrado no bairro Unamar, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro.

“Queriam matá-lo, porque ele estava pelas ruas com mau cheiro. Por isso eu estava apavorada querendo achá-lo pela cidade para que ele não fosse sacrificado”, contou Carol Midori ao G1.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

Após uma semana de buscas, o cão foi resgatado no dia 24 de julho. Levado ao veterinário, ele foi diagnosticado com infecção, anemia e doença do carrapato.

Pescocinho está internado, sem previsão de alta, para tratar o ferimento e os demais problemas de saúde. Apesar do estado em que foi encontrado, ele tem apresentado melhora.

O ferimento, segundo Carol, pode ter sido causado por uma briga com outro cachorro. “Ela [a ferida] foi infeccionando, até que ficou desse jeito ou pode ter sido algum impacto forte que ocasionou em algum ferimento e foi se agravando, conforme o tempo, por falta de tratamento”, disse.

Através das redes sociais, Carol conseguiu ajuda para arcar com os gastos do tratamento de Pescocinho.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

“Sem a ajuda deles eu não ia conseguir cuidar dele, nem arcar com as despesas sozinha. Estamos conseguindo cuidar do Pescocinho e de tantos outros animais graças à colaboração de cada um, a ajuda das pessoas é muito importante para essa causa”, contou.

“Ele está sendo muito bem tratado, já está até comendo. Quando eu o levei para o veterinário, ele não comia nada e estava com medo e dor”, completou a protetora, que lembrou ainda que Pescocinho será vacinado, castrado e disponibilizado para adoção quando receber alta médica.


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‘Foi porque roí o chinelo?’, diz slogan de campanha contra abandono de animais

Frases emotivas foram utilizadas pelo Hospital Veterinário (UPVet) da Universidade do Porto, em Portugal, como meio de sensibilizar a população para o abandono de animais, um problema que aumenta durante os meses de verão, devido ao período de férias, quando tutores de cães e gatos os descartam na rua para viajar.

Foto: UPVet – Hospital Veterinário da Universidade do Porto

“Não me deixes sozinho!”, “Foi porque roí o chinelo?”, e ainda “Podes esquecer-te de mim, mas eu nunca vou esquecer-me de ti!” foram os slogans escolhidos pela campanha.

Para atingir a população, cartazes foram colocados nos diversos campi da Universidade do Porto. As informações são do portal Notícias ao Minuto.

Além de conscientizar as pessoas para que elas não abandonem animais, a campanha também tem o objetivo de alertar sobre o aumento no número de animais resgatados da rua. Dados da Ordem dos Veterinários indicam que, entre janeiro e agosto de 2018, foi registrado o resgate de aproximadamente 14 mil animais.

Em Portugal, abandonar animais é crime punido com pena de prisão de até seis meses, além de multa.


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Cães e gatos não vão receber vacina contra raiva este ano em Alagoas

Os cachorros e gatos de Alagoas não irão receber vacina contra a raiva este ano. A campanha de vacinação não tem data para ser realizada, mas deve acontecer apenas no primeiro trimestre de 2020.

O Ministério da Saúde (MS) suspendeu o envio de um novo lote de vacinas, conforme foi confirmado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Foto: Pixabay

O órgão é o responsável por adquirir e distribuir as vacinas para os estados brasileiros. O motivo que levou à suspensão não foi declarado. As informações são do portal OP9.

De acordo com a Sesau, o estoque de vacinas antirrábicas em Alagoas é de 20 mil doses. O número está bem abaixo da quantidade necessária para realizar a campanha, de 350 mil doses.

A Secretaria de Saúde afirmou que o último registro da doença em animais domésticos no estado foi registrado há 11 anos e que a suspensão da campanha não coloca a saúde dos cães e gatos em risco.

Essa proteção que a secretaria garante existir em Alagoas, no entanto, não funcionou em Minas Gerais. O estado não havia registrado raiva em gatos desde 1984 e em cães desde 1989. Mesmo assim, neste mês um gato diagnosticado com a doença morreu em Itaú de Minas, cidade que não tinha registro da doença em gatos há 16 anos.


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Campanha de reeleição do presidente Trump está vendendo canudos de plástico

Por Rafaela Damasceno

A campanha para a eleição de 2020 de Donald Trump está comercializando produtos. Sua loja vende bonés, camisetas, xícaras, toalhas, coleiras para cachorros e, agora, canudos de plástico. Uma das tentativas do atual presidente de provocar a oposição.

Canudo vermelho com "Trump" escrito

Foto: Trump Pence

Um pacote com 10 canudos plásticos, vermelhos e com a palavra “Trump” gravada, custa 15 dólares. A nova mercadoria parece vir contra o aumento da preocupação populacional em relação ao uso e desperdício do plástico.

Um vídeo que viralizou no ano passado – de um biólogo marinho retirando um canudo do nariz de uma tartaruga – chamou atenção para a questão e acabou conscientizando muitas pessoas. Comunidades e empresas tomaram a iniciativa de proibir o uso de canudos de plástico.

“Canudos de papel liberais não funcionam. Fique com o presidente Trump e compre seu pacote de canudos recicláveis agora”, diz a descrição do produto. Nos Estados Unidos, ser liberal equivale a ser de esquerda; ou seja, a oposição de Trump, que é de direita.

Brad Parscale, gerente da campanha do atual presidente, twittou sobre a nova mercadoria: “Make Straws Great Again” (faça os canudos ótimos de novo), um trocadilho com o slogan de campanha do presidente – Make America Great Again. Em resposta, Trump brincou que o produto pode ser ilegal em alguns estados.

Muitas regiões dos Estados Unidos reduziram ou proibiram o uso de canudos de plástico. Eles começaram a desaparecer de restaurantes, cafés, hotéis e outros estabelecimentos.

Apesar do material ser reciclável, a maioria das pessoas não o descarta corretamente quando o joga fora. Dessa forma, grande parte dos canudos plásticos acaba na natureza ou nos oceanos, onde se torna um verdadeiro problema. O plástico demora em torno de 400 anos para se decompor, então permanece na natureza por anos a fio, onde pode ser ingerido por animais ou causar ferimentos que podem até mesmo ser fatais.

No Brasil, as cidades Rio de Janeiro e São Paulo proibiram o uso de canudos plásticos.


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Menino de 12 anos faz gravatinhas e laços para ajudar cães de abrigo a serem adotados

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Os desafios que os animais de abrigo enfrentam são vários e doloridos, muitos vêm de histórias de sofrimento, maus tratos ou abandono. E depois disso ainda enfrentam a segunda etapa: encontrar um lar e uma família. Para alguns deles, a espera é insuportavelmente longa, enquanto outros nunca conseguem compartilhar sua vida com uma família amorosa. E mesmo que que isso seja comovente e triste, ainda é possível testemunhar atitudes heroicas e, em muitos casos, tentativas muito criativas de ajudar animais abandonados a serem notados e, eventualmente, adotados.

Nem todos os heróis usam capas, alguns deles usam laços e fitas. E seus superpoderes são a bondade e a compaixão, mesmo que seja em pequenas atitudes. Neste caso um jovem dá o exemplo e investem seu tempo e talento para tornar o mundo um lugar melhor restaurando a fé da humanidade que muitos perderam.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Apesar de sua pouca idade, um menino de 12 anos residente de New Jersey (EUA), Darius Brown, tomou uma iniciativa para ajudar os cães e gatos a serem adotados mais rápido.

Ele cria gravatas artesanais estilosas para peludos de quatro patas (gatos e cachorros) e os doa para abrigos de animais para atrair a atenção de futuros tutores.

Darius Brown tem uma história inspiradora de luta contra todas as probabilidades, o que definitivamente influenciou seu caráter generoso e sua determinação. Com apenas 2 anos, Darius foi diagnosticado com atraso na fala, compreensão e habilidades motoras, mas nenhum dos desafios o impediu de se estabelecer e atingir seu objetivo.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Com 8 anos anos, ele começou a ajudar sua irmã mais velha a cortar tecidos para arcos que também ajudaram a desenvolver suas habilidades motoras. Foi quando seu incrível talento despontou e ele não pensou duas vezes em usar suas habilidades e a criatividade que tinha para impactar o mundo com mudanças positivas.

Com apenas 11 anos de idade, Darius Brown fundou uma empresa de costura para animais, a Beaux & Paws, especializada em gravatas-borboleta exclusivas e elegantes para as pessoas e seus familiares peludos. O jovem CEO parece saber mais sobre as formas corretas de gerir um negócio melhor do que muitos dos empreendedores de hoje quando se trata de retribuição e generosidade.

Darius doou inúmeros laços à abrigos de animais e centros de adoção nos EUA e no Reino Unido. E seus esforços são apoiados por mais de 43 mil seguidores no Instagram.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Assumidamente um apaixonado por animais, Darius se inspirou nas consequências devastadoras do furacão Harvey e do furacão Irma em 2017 para ajudar os animais.

Muitos animais domésticos que ficaram sem casa foram transferidos para diferentes abrigos em todo o país, e devido à falta de adotantes, eles freqüentemente eram mortos (lei americana).

Darius estava determinado a ajudar a resgatar gatos e cachorros e atrair a atenção de possíveis adotantes. E foi isso exatamente o que ele fez. Seus acessórios sofisticados transformaram milhares de moradores de abrigos em animais fofos e elegantes prontos para ir para um lar a qualquer momento.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Quando você olha para o currículo de Darius, é difícil acreditar que ele tem apenas 12 anos. Sua história tem sido divulgada em muitas publicações e programas de TV, assim como reconhecida por muitas figuras públicas, celebridades e influenciadores.

Em 2018, o ex-presidente Barrack Obama homenageou Darius com uma carta de reconhecimento na qual ele elogiou o jovem altruísta pelo compromisso com o serviço comunitário: “Desde fundar Beaux e Paws até levantar as vidas daqueles ao seu redor, está claro que você está fazendo sua parte. E confio em que você tenha um tremendo orgulho de tudo que realizou. Contanto que você permaneça engajado no mundo ao seu redor, continue procurando maneiras de ajudar os outros e nunca desista de si mesmo, estou confiante de que nosso futuro será brilhante”.

Foto: sirdariusbrown

Foto: sirdariusbrown

Por seus esforços e conquistas, ele recebeu diversos prêmios. E, sem dúvida, muito mais esta por vir, se ele continuar sua jornada genuína. Brown já fala em realizar eventos encorajando outros a se voluntariar e a ajudar os abrigos.

A irmã de Darius Brown, Dazhai, lançou recentemente uma campanha de arrecadação de fundos convidando as pessoas a se unirem a Darius em sua missão “PAW-some” para salvar mais animais domésticos neste verão. Ele estabeleceu uma meta de visitar mais de cinco estados para se voluntariar em diferentes abrigos e centros de adoção, bem como fornecer-lhes seus laços estilosos.

“Ele me motiva e me inspira todos os dias. Darius é um jovem incrível e eu farei tudo o que puder para ajudá-lo em sua jornada. Eu estou apoiando ele em sua causa 100% e espero que você se junte a mim”, diz Dazhai, irmã de Darius.

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‘Amor de verdade não se compra, se encontra’, diz campanha de adoção da Prefeitura de Curitiba (PR)

A Prefeitura de Curitiba, no Paraná, iniciou uma campanha de incentivo à adoção de animais resgatados de abandono e maus-tratos. Para a campanha, cachorros que estão abrigados no Centro de Referência para Animais em Situação de Risco foram fotografados. As fotos foram divulgadas junto de frases que têm o intuito de comover a população e conscientizá-la sobre a importância de adotar um animal.

(Foto: Reprodução/ Facebook/Prefeitura de Curitiba)

“Amor de verdade não se compra, se encontra”, “nunca mais assista à sua série preferida sozinho”, “suas selfies nunca mais serão as mesmas” e “alguém para te ouvir a qualquer momento” foram as frases usadas na campanha. Elas foram colocadas nas fotos dos cães Negão, Julia, Edi e Nina.

“A nova campanha de adoção da Rede de Proteção Animal está enchendo a cidade com carinhas fofas!”, escreveu a administração municipal no Facebook.

Na publicação feita em rede social, a prefeitura divulgou informações sobre o abrigo onde os animais estão para que interessados em adotá-los possam ir até o local para levá-los para casa. O Centro de Referência para Animais em Situação de Risco está localizado na Rua Lodovico Kaminski, 1.381 e funciona de segunda-feira a domingo, das 9h às 12h e das 14h às 16h30.

Nas fotos da campanha, a prefeitura divulgou ainda o site Proteção Animal, mantido pela administração municipal. Nele, há diversas informações, inclusive sobre entidades que resgatam e doam animais. “Adote seu melhor amigo”, escreveu a Prefeitura de Curitiba ao indicar o site para a população.

(Foto: Reprodução/ Facebook/Prefeitura de Curitiba)

(Foto: Reprodução/ Facebook/Prefeitura de Curitiba)

(Foto: Reprodução/ Facebook/Prefeitura de Curitiba)


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