Artistas lançam campanha contra decreto de Bolsonaro que facilita caça a animais

Artistas do 324 Artes, grupo liderado pela produtora Paula Lavigne, criaram uma campanha contra um decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que tem o objetivo de facilitar a caça a animais silvestres.

Alinne Moraes, em cena do vídeo que será lançado nesta segunda-feira (Foto: Reprodução / 342 Artes)

Bolsonaro pretende assinar o decreto nesta terça-feira (7). A intenção do presidente é estabelecer novas regras para o uso de armas e munição por parte de colecionadores, atiradores e caçadores, conhecidos como “CACs”. As informações são da revista Época.

Em abril, o presidente anunciou que publicaria o decreto. “Vai dar o que falar também. Está prontinho um decreto sobre os CACs. O que é CAC? Colecionador, atirador e caçador. Ouvimos gente na ponta da linha, essas pessoas, ouvimos gente do Exército, [ouvimos] Polícia Federal. Lógico, já houve choque de conflitos, mas democraticamente eu decidi por vocês”, disse Bolsonaro, na época.

O presidente disse ainda que convidará parlamentares integrantes da bancada da segurança pública para o evento de assinatura do decreto no Palácio do Planalto e ressaltou que a medida vai “facilitar e muito” a vida de colecionadores, atiradores e caçadores.

Críticos da postura de Bolsonaro, os artistas resolveram se unir em prol dos animais silvestres. A campanha, que tem como slogan a frase “Diga não à barbárie”, conta com a participação de diversos artistas, dentre eles os atores Alinne Moraes e Bruno Gagliasso.

Cão é sequestrado e publicitária faz campanha para encontrá-lo em MT

Uma publicitária fez um apelo nas redes sociais para encontrar o cachorro dela, que desapareceu nessa sexta-feira (3), em Cuiabá (MT).

Foto: Arquivo pessoal

Cláudia Castanho diz que o cão, chamado de Palito, teria sido sequestrado de dentro do quintal da casa dela, no Bairro Santa Terezinha. Palito não tem raça definida e foi dado de presente a Cláudia quando ainda era filhote.

Ela fez postagens em redes sociais e lançou uma campanha para reencontrar o animal. Cláudia disse que Palito a ajudou na luta contra a depressão.

A publicitária diz que passou menos de duas horas fora de casa para ir a uma consulta psiquiátrica.

Foto: Arquivo pessoal

“Quando retornamos, ainda no carro, pude ver meu portão aberto. Minha reação imediata foi procurar meus filhotes e, o Palito não estava. Ele é um bebê medrosinho, carinhoso e super apegado a mim. Jamais fugiria de casa”, declarou.

O outro cachorro dela estava em casa, mesmo com o portão aberto.

“Pode parecer bobagem para alguns, mas pra mim, uma mulher estéril e depressiva, não é! Eles são não são meus animais domésticos, são meus filhos! Por favor, me devolve”, finalizou a postagem.

Fonte: G1

Cão precisa de ajuda para tratamento após ter pata dilacerada em atropelamento

Um cachorro teve a pata dilacerada após ser atropelado e precisará ser submetido à cirurgia. A família dele não tem condições financeiras para arcar com os custos do tratamento e, por isso, pede ajuda. O caso aconteceu no Residencial Monte Pascoal, em Goiânia (GO).

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

A tutora de Rex, Nielly Keslly, conta que a pata do cachorro está em “carne viva”. “Meus três cachorros fugiram quando meu pai e meu irmão chegaram em casa, mas a gente não percebeu. Quando saí para a faculdade, encontrei o Rex com a pata muito machucada. Levamos no veterinário, que explicou que precisaria fazer alguns exames e provavelmente uma cirurgia. Mas, atualmente, não temos condições de pagar o tratamento, que deve ficar em torno de R$ 3 mil. Aí só pagamos a consulta e o curativo no dia, que ficou em R$ 110”, contou ao G1.

Nielly disse que o veterinário diagnosticou o cão com fratura exposta e dilaceração na pata traseira esquerda. Desde então, a família tem feito curativos no cachorro, de 1 ano e 6 meses, mas a ferida não tem apresentado melhora.

“Trouxemos para casa, porque a gente não tinha dinheiro para deixar na clínica veterinária. De lá para cá, já gastamos mais de R$ 80 com materiais para fazer os curativos. Infelizmente, a gente não consegue bancar o custo do tratamento e da cirurgia”, afirmou Nielly.

A tutora buscou ajuda em ONGs de escolas veterinárias de universidades, mas não obteve sucesso. Segundo Nielly, a família de Rex está psicologicamente abalada com a situação. “É muito difícil para a gente ver ele assim. Está na carne viva, é um machucado muito grande. Ele parou até de se alimentar de tanta dor que está sentindo. Nem os remédios para a dor ele está querendo tomar e o machucado não melhora. Estamos psicologicamente abalados”, disse.

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Para ajudar o animal, Nielly, o irmão dela, Bergsten, e os pais criaram uma campanha para tentar arrecadar R$ 3 mil para arcar com os custos de exames, cirurgia e medicamentos.

Inicialmente, a campanha foi feita de forma improvisada, pedindo dinheiro pessoalmente a parentes e amigos. Mas agora os tutores de Rex decidiram criar um perfil no Instagram com o nome “Ajude o Rex”.

Interessados em colaborar podem acessar o perfil feito para a campanha em rede social, entrar em contato com a família de Rex pelo e-mail: eurycesantana@gmail.com ou pelos telefones (62) 99266-9809 e (62) 999172-1234 para solicitar dados bancários para transferência de valores.

“Aguardamos confiantes que tudo vai dar certo”, disse Nielly.

Campanha vegana tem Leonardo da Vinci como tema

Foto: PETA

Foto: PETA

Chapéu: Inspiração

Título: Campanha vegana tem Leonardo da Vinci como tema

Olha: No 500º aniversário da morte do gênio e artista a PETA pede aos admiradores da personalidade histórica que deixam de comer carne como ele

A organização que atua pelos direitos animais PETA lançou uma campanha que pede aos admiradores do influente artista, matemático, arquiteto, pensador, inventor entre outras habilidades, Leonardo da Vinci, que deixem de comer carne como ele.

“Leonardo da Veggie: coma como um gênio”, é o tema da nova campanha da ONG que foi lançada seguindo as celebrações do 500º aniversário da morte de Leonardo da Vinci.

A campanha inclui uma apresentação pública do novo anúncio de Leonardo da Veggie em Milão, Itália – onde o artista passou a maior parte de sua vida e onde muitas de suas criações famosas podem ser vistas ainda hoje.

Da Vinci foi a primeira grande figura histórica que discutiu a ideia do especismo, o conceito de que ser humano seria razão suficiente para ter maiores direitos morais do que os animais não-humanos. Ele enfatizou que os humanos também são animais e, portanto, não têm o direito de negar os direitos de outros seres de viver.

Ele também parou de consumir carne e produtos derivados de animais, afirmando: “Se realmente somos, como nós mesmos nos descrevemos, os reis dos animais, por que criamos outros animais apenas para que eles possam nos dar seus filhotes a fim de agradar nosso paladar?”.

Da Vinci também falou sobre os pintinhos que “nunca chegarão a nascer” porque os humanos roubam e comem os ovos de galinhas e era conhecido por usar roupas de linho em vez de pele ou couro. Ele também costumava comprar pássaros engaiolados que eram vendidos como animais de estimação, e libertava-os

Além de defender os animais em terra, Da Vinci era conhecido por falar de animais marinhos, como lagostas e caranguejos, dizendo: “Que ironia cruel para aqueles cujo habitat natural é a água serem mortos em água fervente”.

“Leonardo da Vinci expressou ideais veganos centenas de anos antes que a palavra “vegana” fosse inventada”, disse o vice-presidente sênior da PETA, Dan Mathews, em um comunicado.

“Enquanto o mundo marca o 500º aniversário do falecimento de Da Vinci, a PETA está honrando seu legado encorajando seus admiradores a respeitar os animais e parar de comê-los”.

Anteriormente, a Da Vinci foi homenageado pela PETA em sua coleção limitada de selos postais “Vegetarian Icons” dos EUA, que celebra famosos defensores dos direitos animais ao longo da história.

Campanha pró-vegana contra o consumo de ovos se espalha por pontos de ônibus

Por David Arioch

Objetivo é destacar que o consumo de ovos impõe privação e sofrimento às galinhas (Foto: Divulgação/Egg-Truth)

Uma campanha pró-vegana idealizada pelo site Egg-Truth está se espalhando por pontos de ônibus em Toronto, no Canadá. O objetivo da iniciativa, que pede aos consumidores para não consumirem ovos, é destacar que esse consumo impõe privação e sofrimento às galinhas – e também pedir para que os transeuntes deem uma olhada nas informações disponíveis no site.

Afinal, uma galinha selvagem bota 10 a 15 ovos por ano, mas podendo chegar a 30, e apenas no período natural de reprodução. Porém, as galinhas modernas, que produzem os ovos mais consumidos em todo o mundo, foram manipuladas geneticamente para botarem até 350 ovos por ano.

Além disso, a produção de ovos é extremamente exaustiva, porque o ovo requer muitos nutrientes, especialmente o cálcio que é um importante nutriente da casca. Para cada casca de ovo produzida, uma quantidade considerável de cálcio é drenada do corpo de uma galinha.

Por isso, as galinhas poedeiras geralmente sofrem de osteoporose, e têm ossos bem frágeis se comparados aos das galinhas selvagens. Há casos em que a deficiência é tão grande que elas sofrem de quebra de ossos mesmo sem fazer esforço.

Além do uso de luz artificial nas granjas, como forma de condicionar as galinhas a botarem ovos fora do seu ciclo natural, há também outra prática reprovável que é deixar as galinhas sem comida e água por dias.

Aparentemente, isso causa um choque no organismo da galinha e a estimula a botar mais ovos caso a produção tenha caído ou estagnado. A prática pode ser aplicada algumas vezes antes da galinha se enviada ao matadouro.

Outro ponto de reflexão é que galinhas poedeiras exploradas em níveis industriais não raramente sofrem de prolapso uterino, câncer de ovário, peritonite, esteatose (síndrome do fígado gorduroso) e fadiga crônica. Normalmente, uma galinha pode viver por pelo menos dez anos, mas no sistema industrial a sua expectativa de vida é de um a dois anos.

Após decisão do STF que libera fogos com ruídos, campanha pede apoio pela proibição

No início do mês, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspendeu a lei municipal que proibia fogos de artifícios com ruídos em São Paulo, sancionada pelo prefeito Bruno Covas em maio do ano passado. A decisão veio em apelo da Associação Brasileira de Pirotecnia (Assobrapi), que defende o uso de fogos de artifícios com estampidos.

No interior de São Paulo, uma cadela morreu durante os fogos no Réveillon de 2018 e imagem repercutiu em todo o país (Foto: @thais.siqueira.106/Facebook)

Segundo Moraes, proibir ou não fogos de artifício é uma decisão de competência federal, não municipal. Mas o problema subsiste no fato de que a medida liminar que suspende a proibição desconsidera as consequências da prática.

Ainda que haja um grande número de pessoas em todo o país que são contra fogos com estampidos pelo mal que causam aos animais e às pessoas, a decisão do ministro, mesmo que sob mérito constitucional, não deixa de ser uma decisão que acolhe uma ação movida apenas com interesses econômicos.

Além disso, Alexandre de Moraes está colocando em risco todas as leis municipais que proíbem o uso de fogos com estampidos.

“Retrocesso daqueles que deveriam cuidar da proteção dos autistas, animais, idosos em leitos de hospitais e dar exemplo. É principalmente uma falta de respeito para a sociedade e meio ambiente”, lamenta Rogério Nagai, autor de um abaixo-assinado no change.org que se aproxima de 105 mil assinaturas contra a decisão do ministro do STF.

A iniciativa pede apoio popular para a aprovação do Projeto de Lei (PL 6881/2017), de autoria do deputado federal Ricardo Izar (PP-SP), que prevê a proibição da fabricação, comércio, transporte e manipulação de fogos com estampidos (rojões, morteiros, bombas, etc).

Abaixo-assinado

Se você é contra os fogos de artifício com ruídos, assine o abaixo-assinado – clique aqui.

Você também pode compartilhar o abaixo-assinado e enviar um e-mail para o ministro Alexandre de Moaraes: gabmoraes@stf.jus.br

Atriz Isis Valverde participa de campanha pela preservação da onça-pintada

A atriz Isis Valverde participou de uma campanha em prol da preservação da onça-pintada no Brasil. A espécie está ameaçada de extinção.

Foto: Reprodução / Instagram / @isisvalverde

Através das redes sociais, a atriz divulgou duas fotos do ensaio que fez para a campanha. Nela, Isis aparece usando um biquíni com estampa de onça. A campanha é uma iniciativa da Cia Marítima, grife de moda praia, em parceria com a ONG AMPARA Animal.

“É a primeira estampa animal print certificada do mundo, revertendo 100% dos lucros de qualquer produto feito a partir dela, em prol da preservação das onças-pintadas no Brasil”, escreveu a atriz na legenda de uma das fotos.

“Fiquei muito feliz em ser uma das convidadas para participar desse movimento tão necessário, afinal, já estava mais do que na hora da moda retribuir quem sempre a inspirou, não é?”, completou.

A participação de Isis na campanha foi elogiada pelos seguidores dela, que comentaram a beleza da atriz e também o engajamento dela em prol da onça-pintada. “Sempre apoiando causas que preservam e protegem a nossa natureza”, escreveu uma internauta. “Você não poderia ficar fora deste nobre projeto”, disse outro seguidor.

Foto: Reprodução / Instagram / @isisvalverde

Tatuadora arrecada 700 kg de ração para ajudar ONG de animais

Uma tatuadora arrecadou 700 kg de ração em dois meses de uma campanha feita para ajudar uma ONG de animais abandonados. A campanha continua e Rayza Peralta oferece duas tatuagens, uma no valor de R$ 90 com qualquer quantidade de ração, e a segunda é feita gratuitamente caso sejam doados 6 kg de ração para cães ou gatos. A ONG beneficiada, de Cuiabá (MT), é a Organização para Proteção ao Meio Ambiente e aos Animais (OPAA).

Foto: Rayza Peralta/ Arquivo pessoal

Foram mais de 100 tatuagens feitas entre março e abril, na campanha. A vontade das pessoas em contribuir com a causa surpreendeu a tatuadora. “Fiquei muito feliz e animada e, mais ainda, em ajudar e ver que tem muita gente disposta a ajudar’”, disse.

A ideia de criar a campanha surgiu após Rayza assistir uma reportagem sobre animais abandonados. O objetivo do projeto da tatuadora é ajudar os animais e dar visibilidade para a adoção. As informações são do G1.

Com a campanha, Rayza não só arrecadou ração, como conseguiu que alguns animais da ONG fossem adotados. Segundo ela, o sucesso do projeto tem motivado outros tatuadores a fazerem o mesmo.

De acordo com a tatuadora, um festival de adoção em parceria com a ONG está sendo planejado e deve ser realizado no segundo semestre. A campanha das tatuagens continuará durante todo o ano, com etapas de fechamento bimestrais, para que possa ser feito um controle de arrecadação e atendimentos.

Foto: Rayza Peralta/ Arquivo pessoal

Os próximos agendamentos de tatuagens devem ser feitos a partir de 20 de abril. Os trabalhos serão feitos, através do projeto, em maio e junho.

A tatuagem oferecida segue um padrão de 7 cm de tamanho para frases ou palavras, com traços finos, ou desenhos minimalistas com coloração preta. A segunda tatuagem, gratuita em caso de doação de 6 kg de ração, poderá ser feita em outra pessoa.

O estúdio de tatuagem de Rayza fica na rua Botafogo, no bairro Jardim Guanabara, em Cuiabá. A Organização para Proteção ao Meio Ambiente e aos Animais (OPAA) foi fundada há 6 anos e mantém atualmente cerca de 200 animais.

Campanha vegana doa 100 mil dólares a sobreviventes de furacão

Genesis: “Foi maravilhoso ver como a comida vegana – como uma escolha alimentar sustentável – pode ajudar sobreviventes de furacões em um país onde muitas pessoas foram forçadas a passar fome” (Fotos: Carlos Garcia Rawlins/Reuters/Genesis Butler Instagram)

A campanha mundial Million Dollar Vegan, que convidou o papa Francisco a se abster do consumo de alimentos de origem animal na Quaresma, doou 100 mil dólares à organização humanitária vegana Chilis on Wheels para ajudar os sobreviventes do furacão Maria, que matou mais de 2,9 mil pessoas em Porto Rico entre os dias 16 de setembro e 2 de outubro de 2017.

A doação realizada este mês contou com a participação da ativista vegana mirim Genesis Butler, que estrelou a campanha Million Dollar Vegan. Genesis visitou Porto Rico para conhecer o trabalho desenvolvido pela Chilis on Wheels, que após o furacão, serviu 15 mil refeições veganas, além de mantimentos, filtros de água, lanternas solares e produtos de higiene aos sobreviventes.

A organização que surgiu em Nova York (EUA) fundou um centro comunitário permanente na capital San Juan, onde serve comida vegana a pessoas em situação de vulnerabilidade social, além de realizar workshops, exibições de documentários e eventos comunitários que tornam o veganismo mais acessível.

Durante a visita, Genesis Butler participou de um workshop em que pais e filhos foram ensinados a preparar pratos veganos como panquecas de frutas vermelhos e snacks de banana e outras frutas. A jovem ativista também entrevistou três crianças locais que lhe falaram das suas vivências durante o furacão e sobre o motivo pelo qual o veganismo se tornou tão importante em suas vidas.

“Foi muito gratificante e inspirador conhecer as pessoas em Porto Rico que estão ajudando a reconstruir vidas depois do furacão Maria. Foi maravilhoso ver como a comida vegana – como uma escolha alimentar sustentável – pode ajudar sobreviventes de furacões em um país onde muitas pessoas foram forçadas a passar fome”, declarou Genesis.

Xuxa apoia campanha contra testes em animais na indústria cosmética

Xuxa, que se tornou vegana há pouco mais de um ano, declarou hoje apoio à campanha global contra testes em animais na indústria cosmética idealizada pela organização Humane Society International (HSI). No Brasil, a iniciativa conta com a parceria da organização Te Protejo.

Intitulada “Liberte-se da Crueldade”, a campanha convida os brasileiros a contribuírem assinando a petição disponibilizada no site libertesedacrueldade.org. Assim que a campanha conquistar um bom número de apoiadores, o documento será apresentado ao Congresso Nacional.

A campanha também conta com o apoio das modelos Fernanda Tavares e Ellen Jabour, além da YouTuber Nátaly Neri e do blogueiro Jonas Maria.

“Ainda em 2019, coelhos, porquinhos-da-índia, ratos e camundongos são cegos, envenenados e mortos para que sejam testados ingredientes de uso cosmético usados em produtos desde shampoos até batons e perfumes. A beleza não deveria custar tão caro”, justifica a campanha.

No Brasil, segundo a HSI, três entre quatro brasileiros são contra a realização de testes em animais na indústria cosmética. Estados como o Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará e Amazonas já não permitem a prática, assim como 40 países.

Para contribuir com a campanha, clique aqui.