Mais de 250 mil pessoas em 190 países se tornaram veganas em janeiro passado

Foto: Veganuary/Reprodução

Foto: Veganuary/Reprodução

Um número recorde de mais 250 mil pessoas em 190 países assumiram o compromisso se tornarem veganas em janeiro de 2019. As estatísticas recentes foram divulgadas pela campanha Veganuary. A maioria dos participantes deste ano, 87%, eram mulheres e 44% se identificaram como comedores de carne.

A saúde foi o maior motivo para 46% dos participantes da campanha deste ano, com 34% e 12% optando por evitar produtos de origem animal, em prol do bem-estar animal e devido a preocupações ambientais, respectivamente.

O número de adesões veganas para 2019 excedeu as dos quatro anos anteriores juntos, sugerindo que o veganismo está se tornando um movimento dominante. Os organizadores do Veganuary disseram que seis em cada 10 participantes que aceitaram o “juramento do Veganuary” disseram que pretendem se manter veganos.

Treze novas parcerias no exterior aumentaram a presença do Veganuary em outras partes do mundo – como Índia, Suécia, Brasil, Argentina, Chile, Peru, Cingapura, Malásia, Austrália, África do Sul, Japão, Islândia e Rússia.

Quase todos os participantes (98%) recomendariam o Veganuary para amigos e 44% relataram que permaneceriam veganos após a campanha.

Foto: Veganuary/Reprodução

Foto: Veganuary/Reprodução

“Que ano tem sido! Mais pessoas do que nunca se comprometeram a experimentar apenas alimentos à base de vegetais. Somos gratos a todas as pessoas que participaram da campanha e adotaram uma mudança tão positiva. O Veganuary pode ser visto como um divertido desafio de ano novo – e nós realmente esperamos que seja uma ótima experiência para todos – mas sem nunca esquecer de que há sérios problemas em jogo”, disse o co-fundador da Veganuary, Matthew Glover.

As mudanças climáticas podem causar danos irreversíveis, as florestas estão sendo dizimadas e os oceanos poluídos, enquanto isso os animais sofrem abusos invisíveis nas explorações agropecuárias e os animais selvagens são levados à extinção.

Por trás dessa destruição e sofrimento está a pecuária. ”Várias empresas lançaram opções veganas em janeiro para apoiar a campanha, incluindo as agora virais, salsichas veganas, da rede de conveniência Gregg’s, as pizzas veganas na Pizza Hut e os itens do menu da Bread Street Kitchen desenvolvido pelo aclamado chef Gordon Ramsay.

“A boa notícia é que cada um de nós tem o poder de proteger nosso planeta e seus habitantes com cada refeição baseada em vegetais que comemos”, disse Glover. “É por isso que estamos tão orgulhosos dos participantes de 2019, e porque nós, como uma ONG, trabalharemos mais do que nunca para aumentar o número de participantes para o Veganuary 2020, mantendo uma boa proporção de pessoas optando por permanecer veganas”, concluiu animado o criador da inciativa.

A iniciativa vegana “Maio Sem Carne” prevê recorde de participantes este ano

No Meat May/Facebook

No Meat May/Facebook

A iniciativa vegana, No Meat May (Maio sem Carne), que agora está em seu sétimo ano consecutivo, deve atrair um número recorde de participantes de todo o mundo.

Lançado em 2013 por Ryan Alexander e Guy James Whitworth, um casal de homens criativos e apaixonados querendo fazer o bem – No Meat May começou com trinta de seus amigos todos desistindo de carne durante o mês de maio. Muitos deles são agora colaboradores ativos e parte da equipe do No Meat May.

Com a participação mais do que duplicando de ano para ano, No Meat May é agora uma campanha global com crescimento exponencial, a que milhares de novos participantes se juntam a cada ano. Pesquisas confirmam que 94% das pessoas reduzem ou eliminam a carne permanentemente de suas vidas após a participação no evento..

Os fundadores acreditam que as pessoas precisam apenas de um “trampolim” seguro, informações baseadas em evidências e apoio, para dar esse primeiro passo audacioso. E depois dele, todos os outros vem em consequência.

O movimento fundado na Austrália afirma que as pessoas devem se abster de todos os produtos animais por quatro razões: “Melhorar a saúde pessoal, acabar com a agropecuária industrial, alimentar o mundo e salvar o planeta”.

A evidencia é inegável

O co-fundador da Meat May, Ryan Alexander, disse: “A evidência é inegável que uma alimentação equilibrada e baseada em vegetais é muito mais saudável do que uma alimentação rica em produtos animais. Também sabemos que a pecuária é uma das principais causas da mudança climática, destruição da floresta tropical, extinção de espécies, zonas mortas oceânicas e consumo de escassos recursos hídricos”.

“Se apenas 20% dos australianos participassem do No Meat May, eles juntos salvariam mais de 80 milhões de animais marinhos e terrestres e quase 300 mil toneladas de dióxido de carbono em apenas um mês”.

Dados apontam que dois milhões de australianos atualmente se identificam como vegetarianos – com o país se tornando o terceiro mercado vegano que mais cresce no mundo.

Diversão, prazer e nutrição

O sócio de Alexander, e o segundo co-fundador de No Meat May, Guy James Whitworth, diz que “o ato de comer deve envolver diversão, prazer e nutrição”, afirmando: “Embora nossa mensagem seja inerentemente séria, ninguém quer ser convencido ou ouvir uma “pregação”, e nós acreditamos que a mudança de comportamento deve ser uma aventura excitante e um desafio para se reinventar”.

“Reconhecemos que a maioria das pessoas muda de forma gradual ao longo do tempo e No Meat May fornece um trampolim seguro, informações baseadas em evidências e apoio a esse primeiro passo. Há muitas razões interessantes para envolver e inspirar as pessoas a fazerem a diferença e No Meat May oferece uma maneira prática e divertida para as pessoas experimentarem”.

Campanha incentiva as pessoas a não comprar coelhos na Páscoa

De iniciativa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo do Paraná, a campanha “Páscoa Alternativa” foi lançada na última terça-feira (9). O objetivo é incentivar as pessoas a buscar alternativas à compra de coelhos nesta época do ano.

Foto: Divulgação / SEDEST

Por serem associados à Pascoa, é comum que coelhos sejam comprados com a aproximação dessa data. Muitos deles são tratados como objetos adquiridos para presentear as pessoas, especialmente as crianças. No entanto, passada a euforia da época, o animal frequentemente é deixado de lado e, em muitos casos, devido aos gastos e trabalho que dão, os coelhos são abandonados.

Todos os anos, após a Páscoa, muitos desses animais são encontrados na rua em situação de completo abandono. Frágeis e indefesos, eles morrem atropelados, de frio, de fome ou até após serem mordidos por cachorros, que agem seguindo um instinto de defesa. As informações são da Agência de Notícias do Paraná.

A Secretaria reforça que abandonar animais é crime e recomenda que as pessoas optem por alternativas ao comércio de coelhos e comprem, por exemplo, chocolate ou até mesmo coelhos de pelúcia, que trazem consigo a representatividade da Páscoa, mas evitam abandono e maus-tratos.

Abril Laranja

Neste mês é comemorado o Abril Laranja, instituído pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais. A data é dedicada à prevenção aos maus-tratos a animais e tem o objetivo de fazer as pessoas refletirem sobre o tema.

A crueldade cometida contra os animais, que o Abril Laranja tem o intuito de combater, não se restringe, porém, à violência física. Também configuram maus-tratos ações de negligência e omissão que resultem em sofrimento, inclusive psicológico, ao animal, como abandonar ou manter o animal permanentemente preso a correntes, deixá-lo sem abrigo para proteção da chuva e do sol, não fornecer alimentação adequada e cuidados veterinários, privá-lo da ventilação ou luz solar, mantê-lo em locais pequenos e sem higiene, entre outros.

Denúncias de maus-tratos contra animais podem ser feitas, em Curitiba, através do número 156, da prefeitura. Nas demais localidades, a população deve se informar sobre o canal de denúncia de cada município, que geralmente são as secretarias de Meio Ambiente ou a própria prefeitura.

Gato gravemente ferido é salvo e campanha arrecada recursos para tratamento

Um gato gravemente ferido foi resgatado em Goiânia (GO) por três protetoras de animais independentes, em parceria com o grupo Vida Lata, que trabalha em prol dos animais abandonados.

Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

Dante, como passou a ser chamado, foi encontrado na última sexta-feira (29) e, desde então, está internado no Hospital Veterinário São Francisco de Assis, parceiro do grupo Vida Lata. O tratamento do animal já chega ao valor de R$ 2 mil. Para quitar a dívida, as protetoras estão realizando uma campanha de arrecadação de fundos. As informações são do G1.

Nayla Saavedra, uma das protetoras envolvidas no resgate, acredita que o gato tenha brigado com um cachorro e ficado sem tratamento, o que gerou miíase nos ferimentos, que é uma infestação de larvas que come a carne do animal vivo. Os graves ferimentos fizeram com que o gato perdesse o olho direito.

De acordo com a médica veterinária Aline Rodrigues Lemes, um tratamento tem sido feito para evitar uma possível infecção generalizada. Além disso, uma cirurgia de reconstrução da face pode ser necessária. No entanto, apesar do grave quadro de saúde, Dante tem respondido bem ao tratamento.

Foto: Nayla Saavedra/Arquivo pessoal

Membro do grupo Vida Lata, Gabriela Mendes explica que o próximo passo é encaminhar o gato para um lar temporário, onde ele permanecerá até o final da recuperação. Dante também será castrado, vacinado e, quando estiver saudável, será disponibilizado para adoção.

Uma rifa será feita pelas protetoras Nayla, Bruna Fernandes e Natália Oliveira para ajudar a arcar com os gastos do animal. Isso porque a dívida não se restringe à clínica veterinária. Nayla explica que, ao ser encaminhado para o lar temporário, a pessoa que cede o espaço para abrigar o gato não tem despesas, já que todos os custos são pagos pelas protetoras.

“Todos os custos com alimentação, medicamentos e materiais de limpeza somos nós que pagamos durante o tempo que ele ficar no lar temporário. Além disso, o Dante ainda vai precisar passar por uma cirurgia, então os custos devem aumentar”, concluiu.

Campanha pede o fim do comércio de carne de cães e gatos na China e Coreia do Sul

Foto: WAN/Reprodução

Foto: WAN/Reprodução

A ONG que atua em defesa direitos animais, Lady Freethinker (LFT, na sigla em inglês), com sede em Los Angeles, lançou uma campanha de conscientização na Coreia do Sul e China pedindo à população destes países que não consuma cães ou gatos e em lugar disso, os tratem como se fossem membros da família.

A campanha dá continuidade aos esforços incessantes da ONG para impedir o comércio de carne de cachorro e gato em países asiáticos.

A primeira leva de anúncios foi introduzida nos ônibus em Gimpo, na Coreia do Sul, no final do ano passado. Este mês, os anúncios começaram a ser veiculados dia 10 de fevereiro na cidade de Xita, nos pontos de ônibus do distrito de Shenyang, na China, uma área conhecida por possuir diversos restaurantes de carne de cães.

Criados em cooperação com a Save Korean Dogs, os anúncios coreanos da LFT já foram vistos por milhares de pessoas com mensagens traduzidas para o coreano como “Cães não são comida, são família” e “Por favor, não me coma”.

Enquanto isso, os anúncios colocados nas paradas de ônibus chinesas, que começaram a ser veiculados esta semana, mostram uma família em um momento de carinho com um cachorro, com a mensagem em chinês: “Cães são família, não comida”.

Foto: WAN/Reprodução

Foto: WAN/Reprodução

Há cerca de 17 mil fazendas de carne de cães em toda a Coreia do Sul, com cerca de dois milhões desses animais mortos para consumo humano a cada ano. A Coreia do Sul o único país do mundo com fazendas de cães em escala industrial, onde os animais são alojados em condições insalubres, sem comida, água ou cuidados veterinários adequados.

A China possui um mercado paralelo de carne de cães e gatos, em expansão, matando aproximadamente 10 milhões de cães e quatro milhões de gatos anualmente. Gangues criminosas raptam os cães de suas famílias ou os acertam nas ruas com dardos envenenados, depois enfiam os animais indefesos em gaiolas apertadas e os transportam, às vezes por vários dias, sem comida ou água, para restaurantes e matadouros.

Tanto na China quanto na Coreia, muitos dos cães são enforcados, incendiados vivos ou eletrocutados em função da crença absurda e ignorante de que a tortura torna a carne mais saborosa ou aumenta a virilidade de quem a consome.

A campanha de 2019 segue a cruzada iniciada ano passado que incluía o patrocínio de um anúncio de ônibus em Jeonju, Coreia do Sul, que pedia às pessoas que não matassem ou comessem cachorros.

Com a pressão mundial dos ativistas pedindo o fim da matança e do consumo da carne de cães, a mudança pode não esta longe. Em novembro do ano passado, o maior matadouro da Coreia do Sul foi fechado, aumentando a lista crescente de fazendas de carne e instalações de abate que deixaram de funcionar.

Além de espalhar anúncios por estes países, a ONG trabalha diretamente com equipes de resgate na China e na Coreia do Sul, ajudando no fornecimento de comida, abrigo e cuidados veterinários para cães e gatos resgatados do comércio de carnes. Somente em 2018, foram resgatados 24 cães do Yulin Dog Meat Festival, da China, sem mencionar que a contribuição para o atendimento de outras centenas de animais é fundamental.

A LFT e diversas outras ONGS e ativistas continuarão fazendo campanhas, coletando petições e unindo esforços em todo o mundo até que o comércio cruel e desumano de carne de cães e gatos termine.

Meme da “Bettina” é usado para incentivar a adoção de animais

A Prefeitura de Curitiba, no Paraná, decidiu inovar e usar o meme da “Bettina” para incentivar a adoção de animais abandonados. Bettina Rudolph se transformou em meme e viralizou na internet após aparecer em um vídeo publicitário no YouTube. Nas imagens, da campanha da empresa Empiricus, a jovem conta como conquistou um milhão de reais. Aproveitando a repercussão, a administração municipal de Curitiba criou um vídeo seguindo o mesmo modelo, mas para incentivar a adoção de cachorros e gatos.

Foto: Reprodução / Facebook / Prefeitura de Curitiba

Nas imagens produzidas pela prefeitura, aparece uma cadela que conversa com o telespectador. Ela conta que o sonho dela de ser adotada por uma família que a ame se concretizou e que ela deseja o mesmo para outros animais.

“Oi, meu nome é Betina. Tenho dois anos de idade e um milhão de lambidinhas de amor de patrimônio acumulado”, diz a cadela. As informações são do blog Coisas de Pet, do portal NE10.

“Tem gente que acha normal encontrar um caãzinho abandonado, mas sabe o que chama a minha atenção? É que adotar não tem nenhum segredo”, continua. “Se você for uma dessas pessoas que está buscando um companheiro para a vida, você vai acessar o site da rede de proteção animal e procurar uma instituição de adoção para visitar”, acrescenta.

Na campanha de adoção, a prefeitura disponibiliza ainda o endereço do abrigo de animais de Curitiba, localizado na rua Lodovico Kaminski, 1.381, e um site para os interessados em levar um cachorro ou gato para casa.

Confira o vídeo:

ONG Surge lança sua primeira campanha de anúncios veganos em Londres

Foto: Supplied

Foto: Supplied

Chapéu: Inglaterra

Título: ONG, Surge, lança sua primeira campanha de anúncios veganos em Londres

Olho: Com imagens provocativas e frases fortes a campanha abrange a cidade toda, com cartazes em ônibus, outdoors em ruas e até um painel digital, tudo com o objetivo de levar as pessoas à refletirem sobre as mortes por trás do ato de comer carne

 

A campanha foi parcialmente patrocinada pelo restaurante vegano sem fins lucrativos Unity Diner

A organização em defesa dos direitos animais, Surge, anunciou o lançamento de sua primeira campanha publicitária vegana em Londres.

Surge Launches Poster Campaign from Plant Based News on Vimeo.

“A vida deles está em suas mãos“

A campanha, que contará com cartazes em ônibus, rodovias e um outdoor digital no leste de Londres, conta três inserções com mensagens separadas: “Por que amar um, mas comer o outro?” – “A vida deles está em suas mãos” – e “O que é mais importante, sabor ou vida?”

Perguntas que causam reflexão

O YouTuber vegano e co-fundador da Surge, Ed Winters, mais conhecido como Earthling Ed, disse: “Estamos muito felizes por ter lançado nossa primeira rodada de campanhas publicitárias em Londres”.

“Nós estamos querendo fazer isso há muito tempo, então é incrível poder levar a mensagem vegana para o público e fazer as mesmas perguntas instigantes que já inspiraram tantas pessoas a se tornarem veganas”.

“A campanha foi parcialmente financiada pelo Unity Diner, o estabelecimento vegano sem fins lucrativos que abrimos no final do ano passado, e por isso queremos agradecer a todos que comeram na lanchonete e contribuíram para tornar essas campanhas uma realidade, assim como todos os outros que apoiaram o nosso trabalho até agora”.

Nova campanha da Sea Shepherd mostra animais que sofrem com a contaminação plástica dos oceanos

Em sua nova campanha, a organização de conservação da vida marinha Sea Shepherd mostra que um simples saco plástico, que parece inofensivo aos nossos olhos, pode representar o sofrimento extremo e até a morte de milhares de animais que habitam os oceanos.

Foto: Sea Shepherd

Criada em parceria com as equipes Tribal Worldwide São Paulo e DBB Guatemala, a campanha diz que “o plástico que você usa uma vez tortura o oceano para sempre”. A campanha conta com produção em 3D do Notan Studio.

No novo trabalho de conscientização e sensibilização da Sea Shepherd, animais marinhos como focas e tartarugas são apresentados em situações de agonia e impotência ao entrarem em contato com elementos plásticos comuns no cotidiano e descartados sem os devidos cuidados.

Segundo o fundador e presidente da Sea Shepherd, Paul Watson, cientistas já alertaram que em 2050 haverá mais plásticos nos oceanos do que peixes no mar. “A Shepherd está comprometida em desfazer esse cenário negativo porque se os oceanos morrerem, nós também morreremos”, alerta Watson.

Campanha para arrecadar ração para animais tem tatuagem a preço reduzido em Cuiabá (MT)

Para arrecadar ração para os animais da Organização para Proteção ao Meio Ambiente e aos Animais (OPAA), a tatuadora Rayza Peralta iniciou uma campanha em Cuiabá, no Mato Grosso. Os clientes pagam R$ 90 por uma tatuagem, mais 6 quilos de ração para cães ou gatos, e ganham uma segunda tatuagem de graça.

Foto: Rayza Peralta/ Arquivo pessoal

A tatuadora teve a ideia de iniciar a campanha após saber do resgate de mais de 1,7 mil cachorros explorados para venda e submetidos a maus-tratos em um canil em Piedade (SP). O caso comoveu Rayza, que decidiu tomar uma iniciativa para ajudar os animais de Cuiabá. As informações são do G1.

O projeto será realizado durante todo o ano de 2019, com etapas de fechamento bimestrais, o que permitirá um controle de arrecadação. Em apenas três dias de campanha, 56 quilos de ração para cães e gatos já fora arrecadados. O alimento foi entregue à entidade.

A tatuagem oferecida na campanha tem um padrão de 7 centímetros, sendo traços finos, escritas ou desenhos minimalistas. A segunda, que é gratuita, pode ser feita em outra pessoa.

A ONG beneficiada com a campanha foi fundada há seis anos e abriga atualmente aproximadamente 20 cachorros e 180 gatos. O estúdio que está realizando o projeto fica localizado no Bairro Jardim Guanabara, em Cuiabá.

Foto: Instagram/ Reprodução

Ação da PETA coloca um homem adulto de fraldas em Londres

A nova campanha da PETA (People fot the Ethical Treatment of Animals) causou comoção no centro de Londres. Um ator, vestido com fraudas e agindo como criança, interagia com as pessoas que passavam pelos locais. Assim, o objetivo da ação era chamar atenção da população para o consumo leite, por humanos, depois de adulto.

O comercial foi feito em parceria com a agência Don’t Panic, que já colaborou com a PETA em outras campanhas.

“Já é hora de crescermos”

A lição que se toma ao assistir o vídeo é abandonar o consumo de leite e seus derivados. “Os humanos têm a vergonhosa diferença de ser a única espécie no planeta a consumir leite de outros animais quando adulto”, explicou a diretora Elisa Allen.

“PETA espera que esse vídeo possa promover risadas. Mas também atuar como um despertar aos adultos para que percebam que consumir as secreções de uma vaca é inapropriado”, completou.

Além disso, a instituição defende que os leites feitos de soja, coco, amêndoas e aveia são apropriados à idade, saudáveis e deliciosas opções para matar a sede humana.