Campanha pede ao zoo a liberdade de elefanta que perdeu seu companheiro de 17 anos

Sozinha em cativeiro a seis meses a elefanta perdeu o apetite e a vontade de caminhar pelo seu ambiente de residência | Foto: Humane Society Internacional

Sozinha em cativeiro a seis meses a elefanta perdeu o apetite e a vontade de caminhar pelo seu ambiente de residência | Foto: Humane Society Internacional

Lammie é uma elefanta de 39 anos, ela é o último elefante africano no zoológico de Joanesburgo (África do Sul). Em setembro último seu companheiro a 17 anos, Kinkel, faleceu deixando-a sozinha. Desde então Lammie perdeu a vontade de viver. Ela parou de comer, de andar pelo cativeiro e de interagir com seus alimentadores. É com muita dificuldade que seus cuidadores conseguem fazê-la se alimentar o mínimo que seja.

Os dois se tornaram inseparáveis desde que ele foi resgatado e trazido ao zoológico em 2000. O elefante teve sua tromba presa a uma armadilha na selva africana foi socorrido e levado a Joanesburgo. Um dia antes de Kinkel morrer, quando ele já estava doente, Lammie foi vista tentando ajudá-lo a se levantar.

Desde então, a seis meses que ativistas têm pedido insistentemente ao zoológico de Joanesburgo que transfira a elefanta solitária para um santuário onde ela possa conviver com outros animais da sua espécie e não tenha que passar seus últimos anos sozinha.

Além da vida no cativeiro e da morte do companheiro, a elefanta ainda sofreu a perda de seu filhote de uma semana, a morte de seus pais, a transferência de um dos irmãos para um zoológico francês e o outro para um cativeiro em Johanesburgo.

Sem a presença do companheiro a elefanta começou a apresentar comportamentos depressivos e apatia constante | Foto: Humane Society Internacional

Sem a presença do companheiro a elefanta começou a apresentar comportamentos depressivos e apatia constante | Foto: Humane Society Internacional

Elefantes desenvolvem fortes laços sociais e de grupo, assim sendo, a perda de membros da família e companheiros de convivência podem resultar em luto e trauma significativos, afirmam grupos de proteção animal.

A elefanta agora passa seus dias sozinha em sua clausura, sem a companhia de nenhum outro elefante ou qualquer distração, denunciam os ativistas.

Eles dizem ainda que ela não tem quase nenhuma interação, dispõe de pouca sombra, água insuficiente para tomar banho e chega a ficar horas parada e apática no portão de seu cativeiro, sem falar que ela está acima do peso.

Especialistas em elefantes da Humane Society International/Africa, da EMS Foundation e do Elephant Reintegration Trust estão preocupados com o seu estado mental e têm feito coro aos pedidos de providências urgentes ao zoológico.

Um santuário está disposto a oferecer a Lammie um novo lar com outros elefantes que se tornariam sua nova família, porém, o zoológico tem resistido aos pedidos para liberar Lammie e, em vez disso, sugeriram trazer outro elefante para lhe fazer companhia.

Ativistas estão preparando uma petição com aproximadamente 300 mil assinaturas para enviar ao zoológico, pedindo urência na transferência de Lammie ao santuário.

Uma carta de apoio assinada pelos 13 mais renomados especialistas em elefantes do mundo também foi enviada ao irredutível zoológico.

A atriz de Harry Potter, Evanna Lynch, também está apoiando a campanha junto com as crianças de uma escola, que enviaram um cartão de Dia dos Namorados (Valentine´s day) ao zoológico, com um desenho da elefanta, um pedido pela liberdade de Lammie e a assinatura de todas elas.

Carta das crianças da escola pela liberdade de Lammie | Foto: Humane Society Internacional

Carta das crianças da escola pela liberdade de Lammie | Foto: Humane Society Internacional

Evanna Lynch disse: “Os elefantes são criaturas tão incríveis e inteligentes que é simplesmente de partir o coração vê-los reduzidos a circunstâncias tão lamentáveis”.

“Eu realmente espero que o pessoal do zoológico de Joanesburgo encontre em seus corações a misericórdia necessária para permitir que Lammie viva com outros elefantes em um santuário, é o mínimo que ela merece depois de anos de cativeiro”, completou a atriz tocada pela situação da elefanta.

Mesmo se outro elefante for adquirido, o mínimo de elefantes recomendado, por diversas associações de zoológico pelo mundo, é de pelo menos quatro elefantes em um grupo de convivência.

Especialistas em elefantes da HSI/África dizem que apenas dois elefantes em um grupo de conviência, não atendem às complexas necessidades desses animais, e é por isso que quase 40 zoológicos ao redor do mundo estão fechando suas exposições de elefantes.

Audrey Delsink, diretora do Depto. de Vida Selvagem da Humane Society International/África, esclareceu: “Os elefantes são seres inteligentes, extremamente sociais e sencientes, com estruturas familiares complexas e vínculos que duram a vida inteira”.

“Agora que Lammie perdeu seu companheiro, ela precisa desesperadamente de uma existência mais feliz e da chance de viver seus últimos anos com outros elefantes”, enfatiza ela.

A diretora ratifica ainda informação de que há um santuário pronto e esperando para oferecer a Lammie “um lar onde ela possa expressar comportamentos normais de elefantes e evoluir emocional e fisicamente com um grupo de elefantes que se tornaria sua nova família”.

Segundo Audrey, o fato de adquirir outro elefante seria apenas “outra repetição do ciclo de sofrimento, além do que, ver elefantes em um ambiente estéril, um cativeiro, presos, não fornece nenhum valor educacional”.

“Há muitos zoológicos em todo o mundo reconhecendo os desafios de bem estar em se manter elefantes, então neste Valentine´s Day estamos pedindo ao zoológico de Joanesburgo para curar o coração partido de Lammie e deixá-la ir para um santuário onde possa passar o resto de seus dias com outros elefantes”, conclui ela.

A NSPCA da África do Sul, um grupo dedicado ao bem-estar animal, apelou para o fim do “ciclo infinito e redundante de se condenar continuamente os elefantes ao cativeiro por tantos anos”.

O zoológico de Joanesburgo afirma que desempenha um papel educacional acima de tudo e hospeda visitantes de comunidades de baixa renda que não têm meios para visitar parques de vida selvagem.

O caso de Lammie, que nasceu no zoológico, é o mesmo do Happy, um elefante asiático que vive no zoológico do Bronx em Nova York desde 1977, estando a mais de uma década sem outro elefante no mesmo cativeiro.

Alguns ativistas também lutam para que Happy seja transferida para um santuário na intenção de conviver com outros elefantes, mas o zoológico declarou em 2016, que ela está “saudável e confortável”, e criou laços com as pessoas que cuidam dela, além de ter “contato tátil e auditivo” com os outros dois elefantes do zoológico.

Zoológicos nada mais são do que cadeias para animais, onde privados de suas necessidades naturais básicas de convivência e dos demais membros de sua espécie – fundamentais para seu desenvolvimento e plenitude – eles enlouquecem, adoecem e morrem lentamente, pagando por um crime que nunca cometeram.

Após morte de garça, campanha alerta para maus-tratos a animais no Acre

A Secretaria de Meio Ambiente de Rio Branco (AC) iniciou uma campanha para falar sobre maus-tratos a animais. A ação ocorre após um grupo de crianças matar uma garça, na última terça-feira (12), no Horto Florestal.

(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)

A secretária municipal de meio ambiente, Paola Daniel, explicou em entrevista do Jornal do Acre 1ª edição que existe a criação de um conselho de defesa e proteção dos animais.

“Iniciamos essa semana com a campanha vinculada aos maus-tratos de animais. A lei que prevê os maus-tratos é de 2002 e é fiscalizada pela Semeia, mas acho que não tem muita publicidade. Acaba que as pessoas não sabem como proceder. A campanha é justamente nesse sentido: maus-tratos, como proceder”, ressaltou.

Paola diz que as tratativas para a campanha eram trabalhadas há duas semanas. Infelizmente, segundo ela, o início culminou com a morte da ave que vivia no lago do Horto.

“Estamos formando esse conselho para atuar de forma mais forte no combate aos maus-tratos. Acabou que culminou nesse acidente que tivemos no Horto Florestal. Nossa garça, que virou meio que um símbolo aqui no Horto, foi morta por crianças com estilingue”, lamentou.

Morte

A secretária afirmou que a ave aparecia no Horto sempre no inverno. A ave apareceu por conta própria, era mansa e interagia com os visitantes do espaço. Na terça, uma criança apareceu na porta da administração com a garça nas mãos tentando reanimá-la.

“Não é a simples morte da garça, é a representatividade que isso tem dentro da nossa sociedade hoje. Primeiramente porque foi feito por crianças. A educação ambiental precisa ser fortalecida nas escolas, comunidades e em casa. Os pais precisam tratar isso com as crianças”, criticou a secretária.

Fonte: G1

Campanha arrecada fundos para tratamento de jumentos resgatados na BA

Uma campanha está arrecadando fundos para arcar com os gastos do tratamento de 800 jumentos resgatados em severo estado de desnutrição em uma fazenda arrendada por chineses na Bahia.

(Foto: Reprodução / Vegazeta)

Os jumentos, explorados para consumo, foram vítimas de maus-tratos. Após a Justiça Federal proibir que eles fossem mortos, em novembro de 2018, esses animais foram abandonados. Mais de 200 deles morreram no local. Parte deles foi encontrada em uma vala. Outros, debilitados, cambaleavam quando foram resgatados.

Para ajudar os jumentos, a campanha pede que depósitos sejam feitos em uma conta bancária (confira abaixo). Os valores arrecadados serão destinados aos cuidados necessários aos jumentos, que, após se recuperarem, serão doados.

Interessados em adotar os jumentos devem entrar em contato com a  Frente Nacional de Defesa dos Jumentos por meio de sua página no Facebook.

Confira a conta bancária:

Caixa Econômica Federal
Agência: 0991
Operação: 003
Conta Corrente: 2184-2
União Defensora dos Animais
CNPJ: 03.893.511/0001-78

Granado lança campanha publicitária que faz apologia à exploração animal

Imagens da campanha  de lançamento dos novos produtos da Granado | Foto: site da Granado

Imagens da campanha  de lançamento dos novos produtos da Granado | Foto: site da Granado

Elefantes fantasiados equilibrando-se sobre bolas coloridas no picadeiro de um circo; leões e girafas, com selas sobre suas costas e presos a um carrossel para servir de entretenimento humano; cavalos com plumas sobre as cabeças como se guardassem o espetáculo. Animais selvagens forçados a exibir-se de forma antinatural.

Algumas destas cenas cruéis, que servem de propaganda para as colônias infantis Safari Encantado e Fantástico Circo, da Granado, remontam aos circos com animais, já banidos inclusive em mais de 40 países pelo mundo (entre eles Índia, Itália, Irlanda, Bolívia, Grécia, Inglaterra, Peru, Portugal, Escócia, Irã, Israel, México, entre outros).

Material da campanha publicitária da Granado em exposição em loja | Foto: Eliane Arakaki

Material da campanha publicitária da Granado em exposição em loja | Foto: Eliane Arakaki

É de se estranhar que uma empresa como a Granado, que divulga publicamente em sua página na internet que “não concorda com atividades que provoquem sofrimento aos animais” exiba uma campanha como esta. Além de declarar que não realiza testes em animais – sendo assim uma empresa cruelty free (livre de crueldade) – a empresa ainda informa que procura trabalhar com fornecedores que adotem a mesma política.

A Granado existe desde 1870 e é considerada a primeira botica brasileira em funcionamento. Conhecida como empresa amiga dos animais, a Granado possui duas certificações de responsabilidade ambiental: a FSC (Forest Stewardship Council) e PEA (Projeto Esperança Animal).

No site da empresa consta também a informação de apoio à organizações ambientais que tem como “objetivo difundir os direitos dos animais a partir da conscientização de práticas de maus-tratos, da posse responsável e do valor da vida animal“.

As imagens da campanha dos dois produtos da linha Espetacular Parque Granado foram flagradas em exposição em uma loja da rede e estão disponíveis também no site da empresa.

Leões e girafas com selas, cavalos enfeitados, são parte do material publicitário da Granado | Foto: Eliane Arakaki

Leões e girafas com selas, cavalos enfeitados, são parte do material publicitário da Granado | Foto: Eliane Arakaki

Qualquer produto, especialmente os voltados para o público infantil, divulgados com essa temática de maus-tratos a animais como algo bonito e divertido passa para o público a imagem de que usar animais como entretenimento e exploração animal é algo correto e normal. Essa mensagem vai diretamente na contramão da consciência mundial de que animais são seres sencientes (sentem emoções, amor, alegria, sofrimento, dor) e capazes de entender e interagir com o ambiente em que vivem.

Maus tratos a animais em circos

Truques antinaturais como os mostrados nas imagens da campanha publicitária, como elefantes equilibrando-se sobre bolas, e tantos outros que ocorrem em circos como tigre e leões saltando por argolas em chamas, ursos dançando, macacos fazendo acrobacias com bastões são conseguidos à custa de muita dor aos animais. Choques com bastões elétricos, chicotadas, pauladas, privação de alimentos, banhos de água gelada são alguns dos “motivadores” usados para fazer os animais se comportarem conforme desejado pelos “treinadores”.

Animais nasceram livres para viver em seu ambiente natural, selas de montaria em suas costas, “carrosséis vivos” ou enfeites e fantasias sobre seus corpos não passam de violência e abuso contra suas vidas.

Uma empresa que defende a “conscientização de práticas de maus-tratos, da posse responsável e do valor da vida animal” precisa definitivamente ser conscientizada sobre suas próprias práticas de marketing.

Nota da redação: A assessoria de imprensa da Granado foi contatada pela ANDA solicitando um posicionamento em relação às campanhas publicitárias dos produtos citados, porém, nenhuma resposta foi recebida até o fechamento dessa matéria.

Famosos participam de campanha em prol dos animais silvestres

Uma campanha em prol da preservação dos animais silvestres está sendo realizada pela grife The Paradise em parceria com o Instituto Vida Livre. Uma coleção de roupas foi criada para o verão 2019 inspiradas em pinturas de Roched Seba. Famosos são os garotos-propaganda da campanha. Dentre eles, Giovanna Lancellotti, Ney Matogrosso, Alice Caymmi, Betty Prado, Thamy Sol, Paula Braun, Tainá Müller e Jonathan Azevedo.

Giovanna Lancellotti (Foto: Chico Chechiaro/Divulgação/Elas no Tapete Vermelho)

As peças foram produzidas em sete versões: vestido, caftan, camisa, calça, bermuda e panneau e serão comercializadas nos valores de R$ 378 a R$ 998. O lucro será revertido para o trabalho de reabilitação e soltura de animais feito pelo Instituto.

“O Instituto Vida Livre, dirigido por Roched, é uma organização não governamental sem fins lucrativos, que nasceu da paixão e devoção de pessoas que se uniram para transformar as histórias de milhares de animais brasileiros. O precioso trabalho do Instituto Vida Livre nos inspirou a criar uma coleção em prol da liberdade! Transformamos as pinturas de Roched seba, fundador do Instituto, em estampas exuberantes para o livre vestir!”, escreveu a marca em sua conta no Instagram.

Ney Matogrosso (Foto: Chico Chechiaro/Divulgação/Elas no Tapete Vermelho)

“Esse é um manifesto exuberante pelos nossos animais, partindo da linguagem da arte e da moda para aumentar a voz de uma luta conjunta por todas as nossas liberdades”, afirma Thomaz Azulay, um dos proprietários da grife, sobre a coleção.

Para o lançamento e a divulgação da coleção, um ensaio fotográfico com os patronos e apoiadores que participam de forma voluntária do projeto foi feito no Monumento Natural do Pão de Açúcar, gerido pelo Bondinho, apoiador e patrono do Instituto Vida Livre. As fotos foram feitas pelo fotógrafo Chico Chechiaro.

Jonathan Azevedo (Foto: Chico Chechiaro/Divulgação/Elas no Tapete Vermelho)

outdoor

Outdoors contra o uso de lã são colocados nas principais cidades dos EUA

A PETA lançou uma campanha contra o uso de lã nos Estados Unidos, instalando imensos outdoors que mostram o rosto de uma ovelha ao lado do slogan que diz: “Somos Indivíduos. Não Somos Suéteres. Vista Algo Vegano”. Os outdoors estão espalhados pelas cidades de Boise, em Idaho; Madison, em Winsconsin; San Bernardino, na Califórnia, entre outras. A organização também instalou peças da campanha nos ônibus em Nova York e Kentucky.

outdoor

Foto: Darla Berry

“Assim como os humanos, as ovelhas sentem dor e medo e valorizam suas vidas”, disse a gerente de campanha da PETA, Christina Sewell, em um comunicado. “Os outdoors da PETA incentivam os consumidores a optar por roupas aconchegantes que sejam livres de crueldade.”

No ano passado, a PETA investigou cerca de 99 fábricas de tosquiamento de ovelhas em quatro continentes, revelando que os animais são espancados, pisoteados, mutilados e até esfolados vivos no processo de extração de sua lã.

“Como os tosquiadores são normalmente pagos por produção, e não por hora, eles são levados a trabalhar de forma rápida e descuidada”, disse a instituição de caridade. “Tiras de pele de ovelha e até mesmo pedaços de suas orelhas são cortados ou arrancados durante a tosquia, e as feridas mais abertas são costuradas sem qualquer tipo de anestésico.”

Muitos dos outdoors foram colocados perto das lojas da Forever 21, que está sendo alvo de boicote após a PETA divulgar dois vídeos onde carneiros e ovelhas são vítimas de maus-tratos e abuso na maior fazenda de lã do mundo, que fica em Victoria, na Austrália, de onde a Forever 21 comprava a lã usada nas roupas.

Nos vídeos, os funcionários são visto espancando ovelhas e carneiros aterrorizados, mutilando-os brutalmente e cortando as gargantas dos animais ainda vivos e conscientes.

Veganuary: 1 nova inscrição a cada 8 segundos

No início deste ano, a organização disse que espera que 2019 seja o seu maior ano de todos, com inscrições que devem atingir cerca de 300 mil .

Foto: Veganuary

Vegano 2019

Segundo a Plant Based News, a Veganuary revelou recentemente que alguém se inscreve na campanha com a promessa vegana de janeiro a cada oito segundos.

“Esta é uma notícia incrível”, disse um porta-voz. “Nosso objetivo de 300.000 inscrições neste Veganuary está se aproximando cada vez mais, graças a todo o seu apoio.”

Permanecendo vegano

De acordo com o CEO do Veganuary, Simon Winch, a maioria das pessoas que assumem o compromisso de um mês, mantém o estilo de vida vegano.

“Nossa pesquisa de participantes da Veganuary de 2018 sugere que a maioria está aderindo a ela, o que é uma ótima notícia”, disse ele à Plant Based News.

“62 por cento dos entrevistados disseram que pretendiam se manter veganos, dos quais 82 por cento disseram que tornar-se vegano era mais fácil do que esperavam. Precisamos de mais alguns anos para ter uma ideia melhor das taxas de conversão de longo prazo das pessoas, mas os sinais são muito encorajadores de que a campanha é realmente eficaz para ajudar as pessoas a se manterem veganas definitivamente “.

Apoio vegan

“Este ano estamos trabalhando duro para melhorar a qualidade do apoio que oferecemos às pessoas depois de terminarem o mês tentando se tornar veganas – para ajudar aqueles que querem permanecer veganos e continuar sua jornada”, acrescentou.

“Também estamos planejando novas campanhas para recrutar e apoiar novos veganos durante o ano de 2019. Desenvolver o lado de apoio do nosso trabalho ajuda a transformar um compromisso de um mês de duração para os participantes do nosso compromisso em um que pode durar a vida toda.”