Um cãozinho foi resgatado após ter seu corpo coberto de piche de asfalto na cidade de Barretos, no interior de São Paulo. O responsável pelo crime foi identificado como um homem de 49 anos que foi multado em R$ 3 mil por crime de maus-tratos contra animais. Durante seu depoimento à polícia, o acusado afirmou que tentava tratar um quadro de sarna do cachorro e não tinha intenção de maltratá-lo.
O cãozinho, agora carinhosamente chamado de Chocolate, foi resgatado pela protetora de animais Mirella Assef após a denúncia de um vizinho. Ele foi levado para uma clínica veterinária emergencialmente. Chocolate sentia tanta dor que para tomar banho para a retirada da substância tóxica ele precisou ser sedado com morfina para suportar o procedimento.
As luvas usadas para a retirada do piche da pele do cãozinho derreteram durante o procedimento. O momento foi registrado em um vídeo pela médica veterinária e enviada para a protetora. “O piche é um produto químico tão forte que chegou a derreter a luva durante o banho. Imagina isso na pele do cachorro?”, disse Mirella em entrevista ao G1.
Estima-se que o cãozinho tenha ficado com a substância no corpo por dois dias até ser resgatado. Além dos maus-tratos, Chocolate também não recebia alimento há muito tempo. Após ser sedado, o cãozinho vomitou ossos, pedaços de plástico e de alumínio usados em embalagens de quentinhas. Agora, Chocolate está internado sem previsão de alta.
O cãozinho ainda será submetido a exames e quando se recuperar será disponibilizado para adoção responsável. O suposto tutor do cão responderá pelo crime de maus-tratos contra animais e não poderá criar mais nenhum animal nos próximos cinco anos.
Draco, é um cão da raça pitbull, que não teve um começo de vida fácil, mas uma coisa foi responsável por proporcionar o conforto ao cachorro em tempos bons e ruins: um travesseiro em forma de coração com braços.
O travesseiro se transformou no porto seguro de Draco, em qualquer lugar que o jovem pitbull ia, o travesseiro de aparência engraçada estava junto, como uma âncora. “Se alguém pegar seu travesseiro, ele vai pular e agarrá-lo”, Allie O’Cain, a mãe de Draco, disse ao The Dodo. “Ele suga o companheiro de pan todos os dias para adormecer”.
Foto: Allie O’Cain
Recentemente, no entanto, parecia que a almofada companheiro e intensamente valorizada do filhote estava destinada à lixeira – algo que Draco absolutamente não podia permitir.
Draco sempre tratou seu travesseiro com cuidado e carinho desde que O’Cain o resgatou ainda filhote e órfão, de um criador de pitbulls com apenas 2 semanas de idade.
“Draco é um amor e é muito agitado e nós nos tornamos uma casa só de brinquedos de borracha porque qualquer coisa com estofamento ele destruirá em menos de cinco minutos”, disse O’Cain. “Mas ele tem sido tão gentil e amoroso com este travesseiro, é impressionante”.
Foto: Allie O’Cain
Mas quando o amigo canino de Draco, um labrador negro chamado Willow, quis compartilhar o travesseiro com ele, o pitbull ficou um pouco super protetor. Ele correu para pegar de volta seu travesseiro de estimação e, no processo, o objeto rasgou. Quando o enchimento começou vazar, parecia que o pior acontecera.
Felizmente, a avó de Draco viu o que estava acontecendo e entrou em ação.
“Achamos que [o travesseiro] estava tão desgastado pelo uso que simplesmente rasgou”, disse O’Cain. “Minha mãe se apavorou, agarrou o objeto e gritou: ‘Eu vou consertar isso, Draco!'”
A avó de Draco levou o travesseiro para sua máquina de costura e começou a “cirurgia”.
Foto: Allie O’Cain
Mas Draco não podia ficar de braços cruzados enquanto seu verdadeiro amor estava sendo operado.
“Durante todo o tempo em que durou o processo de restauração do travesseiro, a cabeça e as patas de Draco estavam esticadas ao extremo para que ele pudesse acompanhar de perto o que acontecia”, disse O’Cain. “Ele estava choramingando, ganindo e tentando alcançar seu brinquedo com a boca”.
“Ele agia como se sua esposa estivesse em cirurgia”, escreveu O’Cain no Facebook.
Assim que o travesseiro foi consertado, Draco correu para acariciar seu brinquedo favorito, claramente aliviado por ter ele ficado inteiro novamente.
O’Cain e sua mãe continuarão consertando o travesseiro até que Draco supere seu brinquedo de infância – se esse dia chegar. Mas conhecendo Draco, isso parece pouco provável.
“Os valentões são exatamente o oposto do que as pessoas pensam”, disse O’Cain. “Eles permanecem grandes bebês para sempre!”
Alguns tutores de gatos alegam que os felinos gostam de desprezar seus companheiros humanos, tratando-os com desdém e fazendo apenas o bem entendem, mesmo assim quando eles saem e não voltam causam grande preocupação.
Os tutores jamais imaginam que um dia os gatos com quem dividem suas vidas, vão sair e não voltar mais, especialmente quando são tratados com carinho e amor, com cuidadores sempre amorosos que os acariciam, mantem aquecidos e lhes fornecem tigelas intermináveis de comida e água. Sem contar os petiscos.
Ainda assim, apesar de todo cuidado e dedicação, há felinos que adora e não abrem mão de sair e explorar por aí, e com pouca consideração pelos sentimentos dos humanos, eles podem ficar fora por horas, dias ou semanas, sem sequer parar para considerar preocupação e drama eles estão criando em suas casas.
Foi o que aconteceu recentemente com o usuário japonês @charlie0816 do Twitter, quando seu amado gato escapou e não voltou para casa por dois dias. No entanto, esta história tem um final feliz, graças ao uso de um método incomum encontrado no próprio Twitter, que @charlie0816 agora quer compartilhar com donos de animais em todo o mundo.
Foto: Divulgação
“Meu gato escapou há dois dias e não retornou, mas alguém no Twitter disse: ‘Converse com gatos na vizinhança e dizer a eles: Se você vir meu gato, por favor, diga para ele voltar para casa é uma técnica eficaz´. – Então, ontem à noite, fui à loja de conveniência local e tentei falar com os gatos em situação de rua de lá e, nessa manhã, nossa gata voltou para a frente de nossa casa. Seria isso realmente eficaz?”
“Os céticos podem ser rápidos em tirar conclusões precipitadas, ressaltando que pode haver várias razões explicando por que o gato voltou para casa e que o momento foi apenas pura coincidência”.
“No entanto, o que surpreendeu a todos foi o número de respostas de outras pessoas que disseram que tiveram resultados semelhantes com seus próprios animais domésticos perdidos depois de falar com outros animais na mesma área, deixando-nos imaginando se esse método realmente funcionaria”.
“Minha mãe fez o mesmo por uma criança que perdeu seu gato depois de apenas dois dias após ele ter vindo morar com a família. Ela contou a outros gatos a história e o gato voltou no dia seguinte!”
“Eu fui procurar meu gato com uma lata de comida de gato nas mãos e quando um gato cruzou meu caminho, eu o alimentei e falei com ele e meu gato voltou pra casa dentro de uma hora”, disse um comentário do post.
“Quando perdi meu gato, um gato em situação de rua passou pela nossa casa, então perguntei se sabia onde estava meu gato. Ele miou e caminhou lentamente em direção ao armazém e miou na frente dele. Então ouvi meu gato miando de volta de dentro!”
“Nosso gato desapareceu no dia em que nos mudamos para nossa nova casa e ficou desaparecido por uma semana. Pedi a um gato que vivia na rua por sua ajuda e no dia seguinte o mesmo gato voltou com o meu gato ao lado. Eu fiquei estupefato!”
Foto: Divulgação
“Nosso cachorro desapareceu, então pedi a um gato doméstico de outra pessoa que ajudasse a encontrá-lo e, alguns minutos depois, ele voltou com nosso cachorro. Eu estava apavorada e impressionada ao mesmo tempo!”.
Estes foram apenas uma pequena amostra de dezenas de testemunhos que atestam a eficácia de falar com gatos ao procurar por animais perdidos. Poderia ser apenas uma coincidência em todos esses casos? Ou os animais só pensam em retornar quando temem perder seus humanos para a competição felina no bairro? Alguns usuários da rede sociais juram que essa técnica não convencional também funciona para cães perdidos.
Talvez esses mistérios continuem sem resposta, mas se você se encontrar procurando um animal perdido no futuro, isso pode ser apenas um diferente método que vale a pena experimentar.
Afinal de contas, os gatos parecem saber – e ver – muito mais do que nós, e às vezes quando falamos com eles eles até falam de volta, provando que realmente podem entender nossas sugestões verbais.
Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA
As imagens no vídeo mostram um pequeno cão de pelos cor de caramelo, com orelhas enormes, sobre uma mesa abanando o rabo. Então, uma voz ordena: “Vá”.
Em um movimento rápido, um homem agarra o cão pelo meio do corpo levanta-o e o vira de ponta-cabeça sobre um barril de prata.
“Vamos lá, keg stand!” alguém grita enquanto outro homem segura uma torneira (esguicho) preta perto da boca do cachorro. O cão agora se contorce e chuta com suas patas no ar. De repente, uma corrente de líquido espumoso esguicha da torneira, batendo na cara e na boca do cachorro.
Keg stand é um termo usado para descrever uma atividade ligada a ingestão de bebida alcoólica em que o participante usa normalmente um barril de cerveja para beber o máximo possível de uma vez ou beber pelo máximo de tempo possível. Outras pessoas ajudarão a segurar as pernas do bebedor e segurarão a torneira do barril na boca do participante.
Embora grotesco, o comportamento de ingestão da bebida em jatos entre humanos, conta com o poder da escolha, mas no caso do cão, o animal foi claramente obrigado e submetido de forma covarde à uma situação cruel da qual não tinha como escapar enquanto os demais participantes riam da situação.
O incidente, que foi gravado em vídeo e compartilhado nas mídias sociais no fim de semana, não foi nada engraçado para a Sociedade do Condado de Nassau para a Prevenção da Crueldade contra os Animais ou para os administradores da Universidade de Hofstra (EUA).
A Universidade que ficam em Long Island confirmou no início da semana que suspendeu o membro da fraternidade Alpha Epsilon Pi (responsável pela festa), aguardando os resultados de uma investigação após o vídeo de cinco segundos envolvendo supostamente alguns dos membros da mesma fraternidade, que provocou uma reação violenta nas redes sociais.
O vídeo, que foi visto mais de 100 mil vezes no Twitter no momento da publicação, também chamou a atenção da SPCA do condado de Nassau, levando a organização a iniciar sua própria investigação.
“Foi muito errado e em tantos níveis diferentes”, disse Gary Rogers, porta-voz da SPCA do condado de Nassau, ao Washington Post. “É óbvio que não foi ideia do cachorro, ‘Ei, eu quero um pouco de cerveja’.” Animais não fazem essa escolha “.
O cão, raça cavalier king charles spaniel que se acredita ter entre 5 e 10 meses de idade, estava morando em uma casa associada à fraternidade, mas agora está sob os cuidados da ONG SPCA, disse Rogers.
O filhote pertence a um veterano de 21 anos que vive em Hofstra (universidade), e que era uma das pessoas mostradas no vídeo, disse ele.
“Nossa maior preocupação é a segurança do cão”, disse Rogers. “O cachorro não está mais nesse ambiente”. Ele acrescentou que quando os investigadores visitaram a casa na segunda-feira, o cão “parecia estar em boas condições” e tinha comida, água e uma cama.
Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA
O vídeo do filhote teria sido filmado em uma casa de fraternidade fora do campus em Hempstead, Nova York, no sábado e compartilhado no Snapchat (aplicativo de vídeos), segundo a NBC News. No fundo do vídeo, as pessoas podiam ser vistas em pé em um quintal.
Não demorou muito para que uma gravação do vídeo postada no Snapchat fosse enviada ao Twitter, onde foi rapidamente alvo de críticas severas e condenações dos espectadores.
“Aparentemente está tudo bem em forçar os cães a beber cerveja, mesmo que isso possa matá-los?” a pessoa que postou o clipe escreveu, marcando as contas oficiais do Twitter da Hofstra, a sede internacional da fraternidade e a ONG que atua em prol dos direitos animais, PETA.
O tweet já foi retweetado quase 1.400 vezes, com pessoas expressando repulsa pelo tratamento do cão filhote e acusando os estudantes envolvidos de “crueldade animal”.
“Horas já se passaram desde que eu vi esse vídeo e meu estômago ainda está embrulhado”, escreveu uma pessoa nos comentários da publicação.
Em uma declaração ao The Post, A universidade de Hofstra disse que o comportamento mostrado no vídeo é “inaceitável” além de ser uma “violação do Código de Padrões Comunitários da Universidade”.
A universidade disse que tem estado em contato com a sede internacional da Alpha Epsilon Pi, bem como com demais membros da fraternidade.
Além da suspensão do membro da fraternidade, o comunicado dizia que “qualquer aluno identificado no vídeo também estará sujeito ao código da universidade, o que pode resultar em várias ações, dependendo da investigação”.
A sede internacional da fraternidade disse que o membro mostrado no vídeo também foi colocado em “cessar e desistir” (status de suspençao) devido a suspeitas de violações das políticas de saúde e segurança da entidade.
Alpha Epsilon Pi é uma fraternidade judaica fundada em 1913.
“Durante este período de investigação, não pode haver atividades entre os membros da fraternidade”, disse Jon Pierce, porta-voz da Alpha Epsilon Pi, em uma declaração ao The Post. “Esperamos poder usar isso como um momento de aprendizagem para ajudar a construir jovens melhores e comprometidos com nossas políticas e nossa missão de desenvolver os futuros líderes das comunidades judaicas do mundo”.
Na segunda-feira, o Sr. Rogers disse que a investigação da SPCA sobre o incidente ainda está em andamento. Uma vez que todas as provas tenham sido reunidas, uma “resolução será tomada” sobre se as acusações serão apresentadas, disse ele.
“Foi uma péssima atitude e deve ser desconsiderada”, disse ele. “Você simplesmente não segura um animal assim e coloca cerveja na boca dele”.
Embora não seja claro pelo vídeo se alguma cerveja chegou a ser ingerida pelo filhote, especialistas dizem que há riscos potenciais à saúde associados ao consumo de bebidas alcoólicas, desde deixá-los “um pouco agitados” até uma internação hospitalar, segundo o petMD.
Mas os casos de intoxicação alcoólica em cães são raros, disse Steven Friedenberg, professor assistente do departamento de ciências clínicas veterinárias da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Minnesota, ao petMD.
“Não vemos muito disso na medicina veterinária porque o álcool tende a ser desagradável (não atraente) para a maioria dos animais”, disse Friedenberg. “Eles não costumam procurar bebidas alcoólicas, e a maioria dos donos não oferecem deliberadamente álcool a seus animais.”
Em suas décadas de experiência, o Sr. Rogers disse ao The Post que assistir ao vídeo do “keg stand” foi a primeira vez que ele viu um cachorro naquela situação.
“Já vimos muito e lemos muito sobre trotes de fraternidade, mas por que eles estavam fazendo isso com um animal?” ele disse.
“Violência gera violência e a atitude deliberada desse estudante mostra um caráter propenso à crueldade e desrespeito. Medidas punitivas e correcionais são esperadas e bem vindas”, disse o professor.
Talvez a melhor forma de compreender o trauma desse animal seja nos colocando em seu lugar. Imagine passar todo o seu tempo fora de casa amarrado a uma árvore. A corrente pesada em volta do seu pescoço pesando constantemente e você mal tem qualquer proteção contra os elementos incontroláveis, chuva, frio, sol, calor.
Essa era a triste realidade de um cão acorrentado que foi encontrado recentemente amarrado a uma árvore na floresta da Geórgia (EUA) com uma pesada corrente de madeira e um colar de couro de quatro polegadas de espessura em volta do pescoço.
Depois que ele foi encontrado, o cão foi resgatado e levado para um abrigo local, o Grupo de Resgate e Reabilitação de Animais com Necessidades Especiais (SNARR, na sigla em inglês) foi chamado para ajudar o animal traumatizado.
Foto: One Green Planet
O cachorro estava apavorado e mantinha a cabeça firmemente apoiada contra a dura parede de concreto do abrigo quando as pessoas tentavam se aproximar.
Inacreditavelmente, ele tinha uma coleira pesada e extremamente grossa ao redor do pescoço. Não é de admirar que ele estivesse morrendo de medo dos humanos.
O SNARR gentilmente deu a ele seu passe para a liberdade e o cachorro está agora em uma clinica veterinária na Geórgia. Com o tempo esse doce menino vai aprender que nem todos os humanos são maus.
Foto: One Green Planet
Aos poucos, com carinho, paciência e muito amor ele vai se abrir e reencontrar o caminho de volta para a felicidade. Mas nem todos os cães tem esse destino.
Se você estiver procurando por um novo membro da família, adote sempre. Há milhões de animais de companhia entrando em abrigos todos os anos e todos nós podemos fazer a nossa parte para acabar com a crise de superpopulação de animais simplesmente adotando.
Ao castrar os animais você pode ajudar ainda mais a reduzir a população de animais abandonados.
É igualmente importante denunciar quando qualquer abuso de animais for presenciado. A polícia é obrigada a atender ocorrências que configurem maus-tratos aos animais, isto é crime previsto em lei. Nunca silencie, a omissão também causa vítimas.
Cães, assim como gatos e os demais animais são seres inteligentes e capazes de desenvolver vínculos duradouros com seus tutores e sua família.
A vida ao lado de uma animal doméstico é um benefício precioso e deve ser valorizado, faz parte dos deveres do dono, cuidar, proteger, oferecer tratamento médico adequado e condições de amor e carinho para que esses seres possam se desenvolver plenamente.
Animais não são produtos para serem descartados quando não são mais convenientes para seus tutores. Abandonar um cão é uma atitude irresponsável e cruel, que marca de forma dolorida a vida desses seres indefesos e amorosos
Esse foi o caso de uma tutora fria e irresponsável que acabou sendo filmada deixando o cachorro do lado de fora das instalações de um abrigo de animais, amarrado-o a uma cerca de metal, sem água ou comida.
Ao vê-la se afastando o cão ainda tenta segui-la mas a corda que o prende impede que ele avance, então a tutora entra no carro e vai embora.
Foto: Mirror UK
A mulher parte sem sequer olhar para trás abandonando seu cachorro, preso pela coleira curta, em um portão do lado de fora do abrigo, antes de ir embora friamente e sem demonstrar qualquer sinal de remorso.
As câmeras do circuito interno de vigilância mostram o animal tentando se libertar da coleira depois de ser deixado no Hot Springs Animal Shelter, no Arizona, EUA, no domingo.
A polícia disse que a mulher deixou uma nota escrita ao lado do cachorro, mas depois voltou com comida e água para o animal indesejado.
O abrigo não abre até o meio-dia durante a semana e o animal fugiu quando a equipe chegou para trabalhar.
A vontade do cão, cujo sexo não foi divulgado, em retornar para sua casa era tão grande que o animal escapou e voltou para sua família
Os policiais dizem que a mulher retornou ao abrigo durante a semana para entregá-lo e disse que o cão se comportou de forma agressiva em relação a ela e a sua filha mais nova.
O cão permanece sob os cuidados do abrigo de animais enquanto os funcionários tentam encontrar um novo lar para ele.
Foto: Mirror UK
Comportamentos agressivos em cães podem ter uma série de motivos, que podem ser tratados e devem ser compreendidos. Abandonar o animal nunca é a solução.
O sargento da polícia de Hot Springs, Chris Lackey, disse que deixar os animais do lado de fora do abrigo com a instalação já fechada e fora do expediente era uma ocorrência comum.
“As pessoas ficam desesperadas em certos momentos”, disse ele à mídia local.
“Mas não podemos tolerar alguém amarrar um animal a uma cerca e simplesmente abandoná-lo”.
A polícia ainda não decidiu se vai apresentar queixa, mas disse que deixar os animais do lado de fora é uma violação das leis de crueldade contra animais.
Ao trazer um cão para viver em um lar, o ser humano está aumentando sua família. Esses seres sencientes são capazes de amar, sofrer, sentir e compreender o mundo ao seu redor.
Da mesma forma que não abandonamos nossos filhos ou pais, devemos ter o mesmo comportamento com os animais que longe de serem inferiores ou estar à disposição dos seres humanos, são companheiros de planeta e parte de nossas famílias multi-espécies
Semana passada, trabalhadores próximos a cidade de Suwałki, na Polônia, ouviram algo que lhes chamou atenção e causou também preocupação. De uma área remota e arborizada ao longe, um cachorro latia sem parar, insistentemente, como se pedisse ajuda.
Felizmente, os trabalhadores decidiram atender a esses gritos – seguindo o som até que chegaram até uma cena consternadora.
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
A fonte dos latidos era um cãozinho preso em uma poça de piche pegajoso e escuro. O animal estava incapaz de se mover e podia-se ver que ele precisava desesperadamente de ajuda.
Incapazes de libertar o cãozinho de sua prisão os trabalhadores contataram a resgatante Joanna Godlewska, da ONG Niczyje Animal Foundation. Ela correu para o local do indicente, sem saber o que esperar.
“Quando finalmente cheguei e vi um cachorro deitado e preso no piche, lágrimas vieram aos meus olhos”, Godlewska disse ao The Dodo. Acredita-se que o cachorro, talvez abandonado, estava procurando calor quando se deparou com o piche descartado ilegalmente – sem perceber que, ao deitar-se sobre ele, ficaria irremediavelmente preso.
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Ninguém sabe quanto tempo o cachorro esteve preso, mas estava claro que ele não teria sobrevivido por muito mais tempo. Seu espírito, sua força de vontade, estavam desaparecendo rapidamente.
Godlewska foi acompanhada por uma equipe do corpo de bombeiros local para ajudar a tirar o animal do piche. Enquanto os humanos trabalhavam, um vislumbre de esperança apareceu nos olhos do cachorro preso.
“Ele entendeu que estávamos salvando ele”, disse Godlewska.
A equipe de resgate cortou com cuidado as porções mais atingidas do pêlo do pobre cachorro e usou óleo de cozinha para soltar o resto. O piche é um material com alto poder de grude (cola).
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Então, finalmente, eles finalmente conseguiram levantá-lo do chão.
O cão foi levado às pressas para uma clínica veterinária para ser tratado por exaustão e ter o máximo de piche possível, retirado do seu corpo.
Desde então, o cão passou por várias outras sessões de limpeza – após cada uma delas, sua vontade de viver e dacilidade continua a crescer e aparecer mais e mais.
“Ele se sente melhor e melhor”, disse Godlewska.
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Em última análise, o cachorro, agora chamado Farcik, foi resgatado de mais do que apenas uma armadilha fatal e pegajosa em que ele havia sido encontrado.
Agora, ele não estava mais sozinho e sem amor.
Farcik ainda vai demorar um pouco mais até se recuperar totalmente, mas está cercado de pessoas que se preocupam com ele e com seu futuro.
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Quando for a hora certa, Godlewska pretende adotá-lo e leva-lo para viver com ela em um lar eterno e amoroso.
O que o levou àquela armadilha quase fatal no piche pode nunca ser revelado – mas não há dúvida de que a sua vontade de viver e de alertar as pessoas certas para livrá-lo de seu sofrimento fizeram toda a diferença.
“Eu só queria salvá-lo “, disse Godlewska.” Agradeço a todos que ajudaram a salvar este cachorro”.
Desde que foi adotada do abrigo North Shore Animal League em março de 2017, a cadela Harper tem sido totalmente dedicada e amorosa a sua mãe, Erin O´Donnell, mas a cachorrinha apresenta nervosismo extremo diante de situações novas e leva tempo para se acostumar com pessoas desconhecidas.
“Ela é um amor, mas fica realmente muito ansiosa quando há estranhos ao seu redor”, disse O’Donnell ao site The Dodo.
No sábado, O’Donnell estava se apresentando com a Brooklyn Irish Dance Company (Companhia de Dança Irlandesa do Brooklin) em Manhattan e deixou Harper no bairro com amigos e aos cuidados de um passeador de cachorros de confiança.
Harper e seu passeador estavam dando uma volta na rua quando um táxi ultrapassou um semáforo vermelho de forma imprudente e acertou a ambos, o passeador e Harper.
Ambos estavam bem e só sofreram ferimentos leves, mas a pobre cachorrinha ficou tão assustada e abalada com a situação que disparou em uma corrida desabalada em velocidade – até chegar ao East River e saltar diretamente no rio.
Ainda em pânico, Harper nadou com determinação e ferocidade, inicialmente os espectadores da cena pensaram que ela era apenas um cachorro com um tutor por perto ou nadando ao seu lado, mas logo perceberam que não era o caso.
“Eu estava no Brooklyn Barge (barco restaurante flutuante que fica no rio) comemorando meu dia de folga quando vimos um cachorro nadando no meio do rio”, escreveu Gabe Castellanos em um post no Instagram. “O dia estava quente e todos nós achamos que um bom mergulho poderia ser uma boa ideia”.
Depois de certificarmo-nos que não havia ninguém nadando ao lado do cão, presumimos que o tutor estivesse em terra, vigiando atentamente o animal, até que um homem correu pelo o lado norte da ponte com uma voz de pânico dizendo que o cachorro, Harper, havia fugido.
Foi nessa hora que todos começaram a notar que Harper estava perdendo velocidade. O rio estava incrivelmente frio, e com a quantidade de energia que ela estava consumindo em seu estado de pânico, era provável que a cachorrinha não fosse capaz de se manter à tona por muito mais tempo.
Este fato se formou nitidamente na mente de Castellanos, e ele imediatamente soube que tinha que fazer algo sobre isso e não deixá-la morrer.
Castellanos é graduado pelo SUNY Maritime College e possui grande conhecimento em habilidades de sobrevivência em água – e por isso decidiu que precisava agir.
“Como não havia sinal de que ela tentasse nadar de volta à praia, sabia que algo precisava ser feito rapidamente”, disse Castellanos ao The Dodo. “Eu procurava por qualquer tipo de dispositivo flutuante para usar se eu pulasse, mas depois de algum tempo procurando percebi que havia um colete salva-vidas, então eu peguei.”
A essa altura, uma multidão de cerca de 300 pessoas reunira-se, preocupada com Harper e seu bem-estar, e assim que todos perceberam o que Castellanos estava prestes a fazer, todos eles começaram a aplaudir.
Harper no rio | Foto: Erin O’Donnell
Lorenzo Fonda, cineasta e artista, estava no Brooklyn Barge também quando de repente percebeu o que estava acontecendo, e rapidamente começou a registrar toda a cena.
Sabendo que a água estava fria e em condições abaixo do ideal para um mergulho, Castellanos planejou rapidamente algumas ações com as pessoas ao seu redor enquanto se preparava para pular na água. Ele tirou a roupa de baixo, subiu nos trilhos laterais do barco e depois se abaixou o mais próximo possível da água antes de se soltar e mergulhar.
“Houve um grande aplauso quando entrei na água”, disse Castellanos. “Depois disso, eu não estava mais focado nas multidões e nos arredores, mas concentrado na minha respiração e em nadar até Harper. As multidões ficaram mudas durante a minha natação. Tenho certeza de que eles ainda estavam torcendo, mas não consegui ouvir nada além da água. ”
Harper ainda estava nadando em ritmo constante, incansavelmente e Castellanos teve que se esforçar para alcançá-la. Assim que percebeu que alguém estava nadando em sua direção, ela entrou ainda mais em pânico e tentou o máximo que pôde nadar para longe dele.
Castellanos era persistente, e apesar de Harper ter lutado e atacado um pouco de medo quando ele finalmente chegou a ela, ele permaneceu calmo e determinado e finalmente conseguiu segurá-la.
Aplausos e vivas irromperam de todos os lados quando Castellanos finalmente segurou Harper nos braços, e os dois rapidamente voltaram para a praia. Ambos estavam exaustos e precisavam de cuidados médicos para se certificar de que tudo estava bem, mas, felizmente, ambos estavam completamente saudáveis, e agora estão se recuperando em suas respectivas casas.
O’Donnell estava no meio de uma performance quando tudo isso ocorreu, e só mais tarde descobriu sobre a aventura de Harper no rio e sobre o homem que salvou sua vida.
Harper de botas ortopédicas | Foto: Erin O’Donnell
“Suas patas estão feridas, então ela vai precisar de botas especiais por algumas semanas, mas tirando isso ela está de ótimo humor”, disse O’Donnell. “É definitivamente tão reconfortante ver as respostas positivas de pessoas no Brooklyn Barge e nas mídias sociais expressando sua simpatia por Harper e elogiando Gabe, que definitivamente salvou o dia.”
Como um espectador inocente naquele dia, Castellanos não precisava fazer nada para ajudar. Ele poderia ter apenas sentado e assistido deixando alguém lidar com isso, mas em vez disso ele deu um passo adiante e acabou salvando a vida de Harper, fazendo de si mesmo um verdadeiro herói.
O cão indefeso é jogado no mar de cima do penhasco | Daily Mail Reprodução
A polícia confirmou ter identificado os envolvidos no vídeo chocante que mostra um homem cruelmente jogando um cachorro de um penhasco no mar, em Falmouth, Cornwall (Inglaterra.
O outro homem que supostamente esta filmando a cena cruel é ouvido rindo ao fundo.
A polícia de Falmouth confirmou que identificou os suspeitos e os oficiais continuam trabalhando em conjunto com a RSPCA, a maior ONG de defesa do bem-estar animal no Reino Unido.
Os policiais pediram ao público para evitar espalhar rumores online enquanto a investigação está em andamento.
O cão sobreviveu ao ataque e está em segurança e se recuperou bem da agressão.
Na quinta-feira, um porta-voz da polícia disse: “A polícia está investigando uma denuncia de crime contra o bem-estar de um animal ocorrido em Falmouth na tarde de quarta-feira, 1º de maio”.
O porta-voz especificou: “o fato esta relacionado com um cachorro que foi jogado no mar. O cão foi examinado e não está ferido”.
“A investigação está em andamento e os inquéritos continuam”.
“Pedimos que as pessoas, incluindo os usuários de mídias sociais, não especulem em torno das circunstâncias desse incidente ou do indivíduo envolvido”.
“Estamos cientes das ameaças que foram feitas online e pedimos aos membros do público que deixem esta investigação com a polícia, e não tentem fazer justiça com as próprias mãos”.
A RSPCA define crueldade como “atos de violência explícitos e intencionais” ou “negligência” de um animal.
Uma porta-voz da ONG disse após o incidente: “Fomos informados de algumas cenas perturbadoras mostrando um cachorro sendo jogado de um penhasco em Falmouth em 1º de maio.
“Estamos muito preocupados com este incidente e gostaria de tranquilizar as pessoas posicionando-as que estamos investigando o caso”.
“Gostaríamos de agradecer a todos que nos relataram isso até agora e pedimos a qualquer testemunha ocular ou qualquer pessoa com mais informações entre em contato com a RSPCA e ajude na nossa investigação em curso”, dizia o comunicado da ONG.
Pena por crime de crueldade contra animais na Inglaterra
A legislação do país mais especificamente na seção 9 da lei de bem-estar animal estebelece o dever das pessoas de cuidar dos animais, para garantir que elas tomem as medidas razoáveis em todas as circunstâncias para atender às necessidades de bem-estar dos animais os seus cuidados na medida exigida pela boa prática.
Isso significa que elas devem tomar medidas efetivas para garantir que estejam cuidando adequadamente de seus animais e, em particular, devem atender às cinco necessidades de bem-estar.
• Saúde – Proteção contra dor, ferimentos, sofrimento e doenças, e tratamento médico se ficarem doentes ou feridos.
• Comportamento – a capacidade de se comportar naturalmente para suas espécies, por exemplo: brincar, correr, cavar, pular, voar etc.
• Companheirismo – a ser alojado com, ou à parte de outros animais, conforme apropriado para a espécie, ou seja, companhia de sua própria espécie para espécies sociáveis como coelhos ou porquinhos-da-índia, ou para serem abrigados sozinhos para espécies solitárias como hamsters.
• Dieta – uma dieta adequada. Isso pode incluir alimentação adequada para o estágio de vida do animal de estimação e alimentação adequada para prevenir a obesidade ou a desnutrição, bem como o acesso a água limpa e fresca.
• Ambiente – um ambiente adequado. Isso deve incluir o tipo certo de casa com um lugar confortável para descansar e se esconder, bem como espaço para exercitar e explorar.
Em 2018, a RSPCA investigou mais de 130 mil casos de alegações de crueldade contra animais e garantiu 1.678 condenações por crimes de bem-estar animal.
Todos na Inglaterra e no País de Gales têm o direito de abrir um processo privado contra alguém que eles acreditam ter cometido uma ofensa ou crime contra o bem-estar animal.
Pessoas que abusam de animais podem pegar até cinco anos de prisão.
Cães que vivem em situação de rua, muitas vezes abandonados, não contam com a proteção de uma família ou de um teto sobre suas cabeças. Muitas vezes sentem fome, frio, apanham, e são enxotados.
Isso os torna defensivos, muitas vezes agressivos, por apenas conhecerem o lado ruim da vida ou do ser humano. As vezes eles expressam comportamentos violentos por estarem doentes ou com dor e não devemos julgar esses animais sem conhecer sua real história.
Foi desses cães que invadiu o quintal de uma família provavelmente em busca de alimento e vendo-se acuado e sem saída, demonstrou agressividade em defesa própria, mas outro cão, também abandonado impediu o companheiro de machucar alguém, colocando-se entre ele a criança que estava próxima a cena.
Oreo foi o nome dado ao cão em situação de rua que salvou a vida da criança, protegendo-a do possível ataque de outro cão.
O herói foi adotado pela família da menina que grata pela atitude do animal, resolveu torná-lo parte da família.
O cão é uma mistura de raças com pelo nas cores preto e branco, ele ficou de guarda ao lado de Aurora Bentley depois que outro cão invadiu o quintal da casa de sua família em Knoxville, Tennessee (EUA), e ameaçou atacá-la há duas semanas.
A bravura de Oreo fez com que ele sofresse cortes e contusões depois que o outro cão começou a atacá-lo, em vez de Aurora, de dois anos de idade.
Aurora | Foto: Metro UK
Posteriormente, ele foi levado às pressas para o hospital de animais para tratamento – e a família de Aurora decidiu que seu comportamento heróico o tornava digno de um lar amoroso e protegido dos perigos e ameaças da rua.
A avó de Aurora, Sima Bentley, disse à WATE-TV: “Em seu terceiro aniversário, ela ganhou o melhor presente possível: seu cachorro-herói.
O outro cão em situação de rua havia descido do bosque vindo do sentido da montanha que fica atrás da casa, e o cão Oreo, que é o nome que ele ganhou, correu pelo quintal e se colocou entre Aurora e o outro cachorro vadio.
E o cachorro, que parecia estar fora de si segundo relatos, o atacou em vez de atacar a criança. Sima disse que depois que Oreo recebeu tratamento por seus ferimentos, ele foi colocado para adoção.
E apesar de anteriormente não ter nenhum desejo de adotar um amigo peludo, ela não pensou duas vezes antes de oferecer à Oreo uma nova casa.
Sima agora planeja dar a Oreo a vida mais luxuosa e feliz possível, dizendo: “Eu estava apenas em uma missão para salvar o cão”
“Ele vai ser um cachorro muito mimado neste momento. Ele vai para todos os lugares que nós vamos, estamos sempre juntos”.
“E ele vai morar dentro de casa e dormir na cama, e o que ele quiser, ele vai ter”.
Atos de heroísmo entre cães e demais animais são novidade, capazes de amar e criar vínculos duradouros, esses animais extremamente sensíveis e inteligentes oferecem um amor único e incondicional, incomparável a qualquer outro tipo de amor que possamos encontrar em nossas vidas.