Cão é resgatado após ficar preso em represa de estação de tratamento de esgoto

Bombeiros resgatam cachorro dentro de estação de tratamento de esgoto em Aruanã — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

O Corpo de Bombeiros resgatou um cachorro que havia caído dentro de uma estação de tratamento de esgoto da Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago) em Aruanã, região noroeste de Goiás. Segundo a corporação, o animal estava em uma das represas de dejetos com água até o pescoço. Ele estava bastante debilitado e apresentava escoriações leves.

Em nota, a assessoria de imprensa da Saneago informou que lamenta o ocorrido, que a área é cercada e que técnicos farão uma vistoria no local para verificar se há frestas no cercamento (veja a íntegra ao final do texto).

O resgate ocorreu na tarde da última quinta-feira (10). Dois militares participaram do trabalho, que consistiu em laçar o animal. Um deles, o sargento Francisco Dácio Rodrigues Farias Filho, acredita que o animal ficou mais de 24h no local. Ele trabalhou junto com o soldado Caetano.

“Ele caiu na bacia e não conseguia subir porque as margens têm uma superfície de borracha lisa e ele escorregava. Ele estava debilitado porque ficou muito tempo lá, sem água e comida, além de estar em contato com os dejetos em local insalubre”, disse.

Em seguida, os bombeiros deram um banho no animal e o alimentaram. O sargento afirmou que pretende ir até uma loja de produtos agropecuários para comprar vermífugos e vitaminas para ele.

Farias Filho destacou que o cão foi levado para o quartel e está à disposição do tutor, caso haja. Como a estação fica em uma região mais afastada, o bombeiro acredita que ele possa pertencer ao dono de alguma chácara da região.

Se ninguém aparecer, a corporação vai procurar alguém que possa adotá-lo.

Animal tomou banho e foi alimentado pelos bombeiros após o resgate — Foto: Corpo de Bombeiros/TV Anhanguera

Nota da Saneago:

A Saneago lamenta o ocorrido e informa que a Estação de Tratamento de Esgoto de Aruanã é cercada e trancada. Técnicos farão vistoria no local para verificar se há frestas no cercamento. A Companhia explica que são realizadas vistorias diárias na unidade e que funcionários acionaram os bombeiros para o resgate, assim que perceberam a presença do animal.

Fonte: G1

Cãozinho paraplégico estrela ensaio fotográfico para conseguir um lar

Cachorrinho estrelou campanha em busca de um lar para morar — Foto: Anne Macedo/ Arquivo Pessoal

Não parece estranho para você imaginar um cãozinho estrelando um ensaio fotográfico, não é mesmo? Os peludos já tomam conta de catálogos reais e virtuais há anos, além de estarem estampados nas embalagens de vários produtos voltados para o setor “pet”. Apesar disso, um trabalho feito por uma fotógrafa montes-clarense com um cachorrinho paraplégico chamou atenção de muita gente, tanto pela graciosidade do “modelíneo” quanto pela grandeza da causa.

O SRD Jamaica foi alvo dos cliques da fotógrafa Anne Almeida no último sábado (5). Os dois estiveram no Parque Municipal Milton Prates, em Montes Claros, para que as imagens fossem feitas. O objetivo maior era encontrar um lar definitivo para ele. O peludinho de cadeira de rodas não economizou alegrias durante o ensaio e interagiu com muita gente.

“O grupo de protetores entrou em contato comigo e pediu para fazer ensaio com o Jamaica. O objetivo é que chegasse a uma família iluminada. Combinamos, fui no parque, e fiquei encantada com ele. Ele é independente, feliz, ama a vida. Foi até difícil fazer o ensaio porque ele nunca tinha ido ao local e ficou muito feliz, eufórico. As crianças vinham perguntar porque ele estava na cadeirinha, brincavam, adulavam. Nosso objetivo é que toque o coração das pessoas”, conta.

Anne confessa ainda que foi difícil concluir o trabalho, dada a emoção ao sentir a energia do Jamaica.

“Para mim foi até difícil fotografar, devido à emoção. Nenhum animal merece passar pelo que ele passou. Como eu sou muito sensível, eu estava feliz em ajudar, mas emocionada também pela situação dele. Sou budista e acredito que os animais são seres especiais, assim como nós humanos. Depois das fotos, eu sempre penso nele, peço para que a família apareça. Dá para ver que ele carrega um amor intenso demais”, diz a fotógrafa.

História sofrida

As imagens mostram muita alegria e disposição do cãozinho para brincar no parque. Quem vê o animal assim, tão animado, não imaginaria o quanto ele sofreu. Em agosto de 2018, o Jamaica foi encontrado pela Marília Diniz em um ponto de ônibus. A protetora de animais e professora infantil foi acionada porque o cãozinho havia sido atropelado e ficou por mais de uma semana sofrendo com os ferimentos sem receber ajuda.

“Vimos um pedido de resgate. Ele estava no Bairro Independência. Ficou no ponto de ônibus mais de uma semana com uma pessoa alimentando ele, mas não era o bastante, porque estava muito ferido. Resgatamos em agosto, ele foi para clínica mas não conseguiu ter as patinhas de volta pela fratura que sofreu na coluna. A pessoa que atropelou simplesmente abandonou e foi embora, como sempre acontece”, lamenta a protetora de animais.

Marília conta que durante estes cinco meses, o Jamaica ficou na casa de outra protetora de animais em recuperação, tanto física quanto emocional. A solidariedade faz parte da história do cãozinho do início ao fim. A cadeira de rodas também chegou através de doações de uma seguidora do grupo de protetores nas redes sociais.

“Ele arrasta as patinhas de trás, então não podia sair na rua porque poderia ferir mais ainda. Ficava só dentro de casa com as meinhas de proteção. Uma seguidora que acompanhou a história dele disse que tinha a cadeira de rodas que era de um cachorrinho que faleceu, aí ela doou para ele. Enviou pelos Correios”, relembra.

Novo lar

Agora, segundo a cuidadora, o Jamaica está pronto para levar alegria para um lar que o acolha de verdade. “Estamos esperando para ver se alguém se mobiliza. A adoção de um animal sem raça definida já é difícil, e um especial mais ainda. Mas é possível, temos história no próprio grupo de cachorrinhos deficientes que foram acolhidos. Já lançamos as fotos e vídeos nas redes”, conta.

Para mais informações sobre o Jamaica ou sobre como adotá-lo, o grupo de protetores Eu Salvo tem uma fanpage nas redes sociais. Cerca de 20 voluntários alimentam a página desde 2017, com postagens de pedidos de adoção, fotos de animais perdidos, de animais encontrados e histórias de solidariedade no mundo animal.

Fonte: G1

Calor causa morte de cão no Rio

Morte de cão no Rio está relacionada ao calor — Foto: Reprodução/ TV Globo

Um bulldog francês morreu no Rio de Janeiro por causa das altas temperaturas na cidade. A tutora chegou em casa e encontrou o animal desfalecido. Uma veterinária chegou a atender a urgência, mas o cão já havia falecido.

O veterinário Hélio Pradera, da Subsecretaria de Bem-Estar Animal, alerta que os animais que possuem focinho curto são mais suscetíveis a casos de hipertermia.

“O controle da temperatura do animal não se dá como o nosso, pela eliminação do suor. O cão não tem glândulas sudoríparas. Por isso, ele faz a respiração com a língua para fora para controlar a temperatura interna”, explicou o veterinário.

Além do bulldog francês, o pug, o boxer, o bulldog inglês e o shit zu estão entre as raças que acabam por exigir mais atenção dos tutores. Aparar o pelo também pode ajudar no calor intenso.

“O pelo é uma proteção natural, mas não é da nossa região. É uma característica europeia. Aparar os pelos vai bem”, destacou Pradera.

Para que os animais sejam mantidos em segurança, é recomendável que uma fresta da janela seja deixada aberta, além de manter água fresca e um ventilador no ambiente.

Caso o cachorro passe mal, o veterinário recomenda que ele seja enrolado em uma toalha molhada e seja levado a um serviço de emergência.

Fonte: G1

Cão é resgatado após ser enterrado vivo e amarrado

Reprodução | Instagram

Um cachorro da raça rottweiller foi encontrado enterrado vivo em um terreno baldio na Barra de São Miguel, litoral Sul de Alagoas, na tarde de terça-feira (8). Até agora, não se sabe quem era responsável pelo cão ou enterrou o animal.

O animal tinha uma corda amarrada em uma das patas, provavelmente para impedir que saísse do buraco. Ele estava encoberto por terra e foi encontrado depois de moradores ouvirem som similar ao de um choro.

Uma ONG (Organização Não Governamental) que acolhe animais de rua socorreu o cachorro e o levou a uma clínica veterinária em Maceió. Os voluntários aguardam resultado de exames e cuidam do animal.

O resgate do cachorro, batizado de “Dogão”, foi relatado pela ONG Projeto Acolher nas redes sociais. “Me digam, não entra na minha cabeça o que leva uma pessoa a enterrar vivo um cachorro? Porque ele é velho? Não tem mais serventia de antes?”, indaga a publicação.

Em uma das imagens, o cachorro é visto deitado, sujo de terra, com uma corda amarrada em uma das patas. Circula pelas redes também um vídeo que mostra uma pessoa colocando o animal nos braços, durante o resgate. Debilitado, o animal não consegue se mover.

 

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Alguns dos vídeos do resgate do cachorro que foi enterrado vivo na Barra de São Miguel – Alagoas. Quero agradecer a Mariana e seu esposo que se disponibilizaram em ir buscar ele e deixar na @clinicaanimaispontocom. Ele já está sendo atendido, o estado é gravissimo. Suspeita-se de cinomose em estado avançadissimo. Por favor nos ajudem. Temos mais de 500 animais e muitos mil reais em dívidas. Mas diante de uma situação dessa, não podiamos fechar os olhos. Não sabemos quem enterrou, ele foi achado por populares, pq estava chorando dentro do buraco. Foi batizado pela Mariana de DOGÃO! CONTAS PARA DOAÇÕES: . * CAIXA ECONOMICA AG: 1557 OP: 013 CONTA: 88103-5 NAÍNE TELES BARRETO DE LIRA . ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ * BRADESCO AG:2250 CONTA:30102-7 NAÍNE TELES BARRETO DE LIRA . ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ * BANCO DO BRASIL AG: 3393-6 VARIAÇÃO: 51 CONTA POUPANÇA: 43277-6 LÍVIO RÔMULO SILVA OLIVEIRA . ~*✅ Projeto Acolher passa cartão pelo whatsapp através do PAGSEGURO. (82-87595424) . ✅ Doem pelo vakinha, que aceita cartão de crédito: http://vaka.me/zxcpkj ✅ Doem através do PAYPAL pelo email: naineteles@gmail.com ✅ Doem através do MERCADO PAGO pelo email: naineteles@gmail.com

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Segundo o Projeto Acolher, o estado de saúde do cachorro é “gravíssimo” e suspeita-se que ele tenha cinomose, uma doença viral, em estado avançado. O cachorro também tem feridas pelo corpo e infestação de carrapatos.

“Por favor, nos ajudem. Temos mais de 500 animais e dívidas. Mas, diante de uma situação dessa, não podíamos fechar os olhos. Não sabemos quem enterrou, ele foi achado por populares, porque estava chorando dentro do buraco”, contou a ONG, pedindo doações para curativos e alimentação especial para o cachorro.

O Projeto Acolher afirmou que deve mais de R$ 30 mil a clínicas veterinárias acionadas para atender os animais resgatados nas ruas.

Reprodução | Instagram

Crime

O Senado Federal aprovou projeto de lei, em dezembro passado, que aumenta a pena para quem pratica maus-tratos contra animais. Atualmente, a pena para quem pratica este tipo de crime é de dois meses a um ano de detenção.

A proposta é de aumentar a pena entre um ano a quatro anos de prisão, além de aplicação de multa de até mil salários mínimos. O projeto de lei de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e deve ser analisado ainda pela Câmara dos Deputados.

Fonte: UOL 

Cão se recusa a abandonar companheiro atropelado

Cão ‘fiel’ acompanha animal morto em Juazeiro do Norte — Foto: Jacqueline Gouveia/Arquivo pessoal

Um cachorro deu uma “lição de humanidade” ao tentar socorrer um amigo atropelado numa estrada do Cariri. Os dois foram flagrados pela vereadora Jacqueline Gouveia (PRB) na Avenida Leão Sampaio, em Juazeiro do Norte, no interior do Ceará.

“Vi de dentro do carro um cachorrinho caído e o outro tentando desesperadamente arrastar ele, tentando tirá-lo dali. Então eu corri, porque senão o outro também ia ser atropelado”, descreve a vereadora. Jacqueline e um motoqueiro, que também parou na estrada para ajudar, levaram o animal morto a um terreno vizinho. O cão companheiro seguiu velando o corpo do animal, afirma Jacqueline.

Ainda conforme a vereadora, moradores da região afirmam que os dois cachorros viviam nas proximidades de uma loja de aço na localidade, onde recebiam alimentos diariamente.

Abrigo para o cão

A intenção é levá-lo para o abrigo Brilho Animal, que ela coordena, e onde já vivem cerca de 100 cachorros. Jacqueline é ativista da causa há mais de 20 anos, sendo fundadora da Associação Protetora dos Animais Carentes e dona do abrigo Lar Brilho Animal, que atende cães, gatos e cavalos.

“Fiquei muito comovida com a situação, porque do outro lado da rua, enquanto os dois cachorros estavam na estrada, existiam pessoas conversando normalmente, ignorando a situação. Os animais nos dão sempre essa lição de fidelidade, amor; eles têm sentimento como os seres humanos”, observa a parlamentar.

Segundo ela, situações como destacam a vulnerabilidade dos animais de rua. “Eu desenvolvi alguns projetos de lei que beneficiam a causa animal, mas infelizmente as secretarias competentes ainda não estão executando. É uma luta diária, de domingo a domingo”, conclui.

Fonte: G1

Agente da Guarda Municipal acolhe cão perdido em Copacabana no Réveillon 2019

Cãozinho foi encontrado perdido na orla de Copacabana durante o Réveillon 2019 Foto: Facebook/Reprodução

Um cãozinho perdido em meio a milhares de pessoas na orla de Copacabana, durante a festa do réveillon 2019, foi acolhido por agentes da Guarda Municipal, pouco após a queima dos fogos. O animal estava sozinho na areia, sem uma coleira ou qualquer tipo de identificação. Por estar muito assustado, ele foi colocado dentro do veículo da GM. Um dos agentes se voluntariou a levá-lo para casa até o dono aparecer para buscá-lo.

“A Guarda Municipal tem um canil, mas o Grupamento de Cães não pode pegar um cachorro assim (perdido). Começamos então a divulgar a história nas redes sociais e um agente se voluntariou para levá-lo para casa”, afirmou ao EXTRA, na madrugada desta terça-feira, o agente da Corregedoria da GM Eduardo Machado, cujo telefone para contato é (21) 96449-0224.

O animal estava na Avenida Atlântica, na altura da Rua República do Peru. Segundo os guardas municipais, ele foi tratado com todo cuidado e estava bastante assustado com a movimentação na praia. Os agentes lhe deram água e alimentos. Em seguida, foi deixado na residência do funcionário que se sensibilizou com a história.

Fonte: Extra