Mula resgatada após ser abandonada é adotada e recebe muito carinho

Floretina, ou Flor, é uma mula que conheceu o sofrimento de perto. Ela foi abandonada no Centro de Laranjal Paulista (SP). Com um problema crônico em uma das patas e anemia, ela foi descartada como se fosse um objeto descartável. Seu destino, no entanto, sofreu uma reviravolta e teve um final feliz. Recentemente, já recuperada, Flor foi adotada e agora vive cerca de carinho e cuidados.

Foto: Reprodução/TV TEM

Em março, quando foi resgatada, Flor recebeu lar temporário na casa da aposentada Yeda Anis Salomão durante quatro meses e passou por tratamento veterinário. Com a ajuda da protetora de animai Sueli Aparecida, a mula se recuperou e foi viver em um sítio em Pereiras, cidade vizinha.

“Quando ela chegou na nova casa foi a coisa mais linda. Ela deitava e rolava na terra”, disse a protetora animal, em entrevista à TV TEM.

No local, outros três cavalos e uma égua fazem companhia para Flor. Todos eles vivem em paz no sítio, sem que sejam explorados, maltratados, montados ou domados.

“É como se fosse um spa. Ela está recebendo muito carinho. Aqui ela vai pastar, se alimentar e terminar os dias dela aqui, sem ninguém judiar dela”, afirmou a tutora da mula, a empresária Sueli Renosto dos Santos.

Foto: Reprodução/TV TEM

Foto: Reprodução/TV TEM


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Conheça os pais mais dedicados do reino animal

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Os pais do reino animal são capazes de fazer grandes concessões quando se trata de cuidar dos filhotes, seja protegendo a família ou sacrificando a própria vida por seus filhos.

Esses pais também se destacam quando se trata da sobrevivência da espécie. Sencientes, eles amam e criam vínculos profundos entre si, com muitas espécies tendo o pai como responsável pela criação e alimentação dos filhos enquanto as mães seguem seu caminho separadamente.

Foto: @StarPittsburg

Foto: @StarPittsburg

Ao olharmos mais de perto, vemos a incrível capacidade de doação desses animais que através de exemplos de altruísmo e abnegação provam que há muitas maneiras diferentes de se ter sucesso como os pais da próxima geração.

1. Leão

Nosso primeiro pai é um exemplo de dedicação. Enquanto o leão ganha pontos por ser um feroz protetor de sua família, infelizmente ele também é um verdadeiro dorminhoco, a única coisa que os leões fazem com mais frequência do que dormir é cuidar de seus filhos. Mas cuidado, porque quando este pai está acordado, você não vai quer mexer com ele.

Foto: Kristian Sekulic/iStockphoto

Foto: Kristian Sekulic/iStockphoto

A visão de um leão é cinco vezes melhor do que a de um humano, e o rei da selva pode ouvir a presa na savana a 2 milhas de distância. Além disso, esse é um pai que pode nunca anda sozinho.

Os leões vivem em unidades familiares enormes chamadas “pride” orgulho que podem incluir até sete leoas e 20 filhotes.

2. Rato-australiano

Este rato marsupial da Austrália entrou na lista devido à sua tenacidade altruísta quando se trata de fazer amor. Esses pequenos animais dão a própria vida em nome da paternidade.

O antechinus pode gastar até 12 horas se reproduzindo. Na verdade, esse marsupial fica tão distraído em seus esforços que ele se esquece de comer, beber e dormir.

Foto: Jason Edwards/National Geographic/Getty Images

Foto: Jason Edwards/National Geographic/Getty Images

Com isso e os esteroides que se acumulam em seu sangue, e ele acaba não resistindo. Sua companheira sobrevive, normalmente já fecundada até o final da estação de reprodução.

Mas não fique triste com a morte do velho e querido pai. Sem a presença desse papai devotado, os filhotes jamais existiriam – e ele provavelmente morreu com um rato muito feliz.

3. Chacal dourado

Nativo da Índia, o chacal dourado é um verdadeiro pai presente. Caçando três vezes mais efetivamente ao trabalhar em pares, esses habilidosos escavadores permanecem parceiros notavelmente leais, ao contrário de tantos outros animais, os chacais se formam parceiros pela vida toda.

Foto: Nico Smit/iStockphoto

Foto: Nico Smit/iStockphoto

Além de ganhar estrelas douradas por ser o pai-propaganda da monogamia, o chacal dourado também literalmente “dá as entranhas” para conseguir comida para seus filhos, esses animais alimentam os filhotes com comida regurgitada do próprio estomago.

4. Ema

À primeira vista, pode parecer que esses pássaros que não voam, nativos da América do Sul, têm um arranjo de acasalamento bastante incomum. Uma espécie poligâmica, a ema do sexo masculino corre ao redor de um harém composto de duas a 12 fêmeas. Mas antes de achar que esses pais não dão conta de todos os seus filhos, tome nota: esses pássaros assumem sua responsabilidade e, em seguida, alguns quando se trata de criação dos pequenos.

As fêmeas deixam seus ovos aos cuidados do pai, enquanto se reproduzem com outras aves. Enquanto isso, papai cuida das crianças, não apenas incubando até 60 ovos por mais de dois meses com apenas duas semanas de alimento para sustentá-lo, mas também criando os filhotes recém nascidos como “pai solteiro” por quase dois anos.

Foto: Norton Santos/VC no TG

Foto: Norton Santos/VC no TG

E esse pai não tem medo de atacar ninguém – seja outras aves do sexo feminino que se aproximem ou mesmo humanos – quem comete o erro de tentar chegar perto de sua ninhada vai receber o devido aviso.

 5. Pinguim-imperador

Este pai ganha seu lugar na lista por sua incrível resistência. O pinguim-imperador se reproduz na Antártida, o lugar mais frio da Terra. Estamos falando 57 graus abaixo de zero.

Depois que a mãe põe seu ovo, o trabalho do papai é mantê-lo aquecido. Enquanto isso, a fêmea tira uma licença sabática de dois meses, enquanto o macho equilibra o ovo em seus pés em um clima abaixo de zero, muitas vezes forçado a se aconchegar junto com outros pais para o aquecer até que seus filhotes eclodam dos ovos.

Foto: Corbis

Foto: Corbis

Apesar de não ter comido durante meses, é o pai que fornece a primeira refeição ao bebê – uma substância do tipo leitoso para sustentá-los até que a mãe possa voltar com uma barriga cheia de peixes e alimente os famintos com algo mais sólido, é quando os pequenos passam do “leite paterno” para a papinha. Uma inversão de papéis no seu melhor exemplo.

6. Cavalo-marinho

O cavalo-marinho macho ganha lugar de destaque nessa lista e aqui está o porquê: não só ele é monogâmico, mas essa criatura é realmente aquele que engravida no casal, carregando até mil bebês de uma vez.

Foto: Gail Shumway/Getty Images

Foto: Gail Shumway/Getty Images

O processo de acasalamento começa com um ritual de namoro de dança, com a fêmea colocando centenas de ovos dentro do macho, sendo que ele ajuda a fertilizar a si mesmo durante o processo.

Este futuro papai também adora exibir sua barriga arredondada, orgulhosamente exibindo a barriga arredondada onde fica a futura ninhada e que ele usa para carregar seus filhotes até o momento em que ele dá luz aos seus descendentes.

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Gatinha em luto pela morte de tutor só consegue comer se tiver alguém ao seu lado

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

A gatinha Samara conheceu a beleza do amor e a tristeza da perda – não apenas uma vez, mas duas vezes já em sua vida.

Sua vida primeiro virou de cabeça para baixo em 2016, quando seu amado tutor morreu, e a família dele se desfez dela e a deixou em um abrigo lotado em Michigan, nos EUA.

“Não são muitos os resgates que recorrer a esse abrigo, então eles têm uma taxa de mortalidade muito alta”, disse Sasha Oza, diretora executiva da Michigan Cat Rescue, ao The Dodo. “Mas Nancy [Hutchinson], que é a presidente [da Michigan Cat Rescue], vai para lá sempre que pode e tira gatos dali o mais rápido que pode.”

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

Em uma visita casual, os olhos de Hutchinson pousaram em Samara.

“Ela tinha apenas oito meses e sua morte por indução já estava agendada”, disse Oza. “Então nós a pegamos e a trouxemos para o abrigo”.

Não demorou muito para que Samara encontrasse uma nova casa – e uma casa especial e maravilhosa que a acolheu com muito amor.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

“Ela foi adotada por uma moça realmente maravilhosa chamada Joyce”, disse Oza. “Joyce tornou-se realmente um grande doadora e companheira de nós todos. Ela vinha aos nossos eventos, nos apoiava, estava sempre presente, ela era uma pessoa realmente maravilhosa ”.

“Ela amava de verdade aquele gata“, acrescentou Oza. “Eu guardei algumas fotos de sua página no Facebook, com legendas dizendo: ‘O amor da minha vida’”.

Mas há três semanas, a tragédia aconteceu novamente na vida de Samara.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

“Joyce faleceu inesperadamente em sua casa”, disse Oza. “Então esta pobre gatinha teve dois de seus tutores morrendo”.

Devido à natureza inesperada da morte de Joyce, a polícia fez uma investigação em sua casa. Quando descobriram Samara, chamaram o controle de animais para buscá-la e levá-la ao abrigo. Felizmente, Hutchinson interveio e convenceu as autoridades a deixá-la levar Samara de volta ao abrigo que ela gerenciava.

“Nancy foi até lá para buscá-la, mas demorou cerca de 24 horas porque Samara estava escondida e aterrorizada”, disse Oza. “Nancy finalmente conseguiu, e nós a acolhemos por cerca de dois dias, e ela estava realmente muito retraída e triste.”

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

Samara se recusou a comer por dias, então ela foi levada ao veterinário – mas nada estava medicamente errado com ela.

“Fizemos exames de sangue completos, o médico a examinou e tudo estava bem com ela”, disse Oza. “Ela literalmente teve um coração partido e não estava comendo de tristeza”.

Oza decidiu levar Samara para casa e cuidar dela pessoalmente – e isso ajudou muito a gatinha.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

“Ela realmente começou a comer, mas só quando estava sendo acariciada ou quando havia alguém ao seu lado”, disse Oza. “Você precisava estar com ela e sentar com ela enquanto ela comia. Então foi o que fizemos”.

Por fim, Samara começou a comer sozinha, mas ela não perdeu seu amor pela atenção que recebeu.

“Agora que ela saiu de sua concha, ela anseia por contato humano”, disse Oza. “Ela é muito doce e muito mansinha. Ela adora que esfreguem sua barriga – e os gatos geralmente são bem peculiares em relação à barriga deles – mas ela rola pra cima como um cachorro para ter sua barriga acariciada, e ela simplesmente fica deitada lá. Ela ama isso”.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

Samara também adora brincar com seus brinquedos e perseguir seu próprio rabo – mas acima de tudo, ela anseia por carinho.

“Ela é tão feliz quanto poderia ser agora”, disse Oza. “Ela é uma gatinha muito doce e carente.”

“Talvez por causa do passado dela, Samara tenha se tornado mais ligada às pessoas porque ela está preocupada aqueles que ama deixando-a sozinha”, acrescentou Oza.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

“Quando a vemos, ela está bem ao nosso lado. Ela quer estar conosco o tempo todo. Se não a acariciamos, ela vai dar um jeito de nos deixar saber que ela quer ser acariciada”

Agora que Samara está se sentindo melhor, ela está pronta para uma nova casa – mas Oza e a equipe do Michigan Cat Rescue querem ter certeza de encontrar a família certa.
“Ela viveu tantas tragédias em sua vida que só queremos que ela seja feliz daqui em diante”, disse Oza.

“Queremos encontrar alguém que lhe dê muita atenção porque ela realmente precisa disso. Ela definitivamente é um gatinho carente. Ela só quer estar com você”, concluiu ela.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

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Tutor constrói carrinho para que cachorra com artrite consiga se locomover

Por Rafaela Damasceno

A cachorrinha Kaylee, de 13 anos, ama estar em volta da sua família e segue os passos de todos na casa sempre com sua cauda abanando. Mas com o passar dos anos se tornou cada vez mais difícil acompanhar todos.

O tutor ao lado de sua cachorrinha, em cima do carrinho

Foto: Sara Morris

“Ela tem dificuldade para andar por causa da artrite nas patas traseiras, e recentemente ficou pior”, contou sua tutora, Sara Morris, ao The Dodo. Kaylee ainda consegue andar, mas não por longos períodos de tempo – ela se cansa com facilidade e sente muita dor.

Ver a pequena cachorrinha, que é parte da família, se desgastando ao tentar acompanhar todos pela casa cortava o coração deles. Felizmente, o pai de Sara, que ama Kaylee, pensou em uma maneira de fazer a cachorrinha nunca sentir que estava sendo deixada para trás.

“Em seu dia de folga ele ficou na garagem criando um carrinho com rodas, para que pudéssemos puxá-la com a gente”, explicou Sara. Agora, sempre que a família anda dentro de casa ou ao ar livre, Kaylee pode acompanhá-la sem sentir dor.

Mas ela não anda apenas no carrinho: o pai de Sara garante que ela faça exercícios todos os dias, para evitar que suas articulações doam por ficarem paradas. Ele também reorganizou todos os móveis da casa para que seja mais fácil para Kaylee se locomover.

Agora o amor – e um pouco de engenharia – está ajudando a cachorrinha a lutar contra os limites que a doença lhe impôs.


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Casal de coelhos se encanta pelo bebê de sua tutora e não sai de seu lado

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

A chegada de um novo bebê à família pode ser estressante quando animais domésticos estão envolvidos – mas quando Jenn Eckert teve sua filha, Bailey, em junho passado, ela nunca poderia ter sonhado com a rapidez com que seus coelhos, Alfie e Amelia, se apaixonariam por.

No primeiro encontro deles, não havia como negar Alfie e Amélia amava sua nova irmãzinha. Eles ficaram de pé ao lado da criança em seu carregador no hospital, com suas orelhas grandes quase tão grandes quanto ela.

“Alfie tentou pular no banco do carro, e Amelia apenas cheirou”, disse Eckert ao The Dodo. “Ambos foram tão gentis e cuidadosos com ela, então eu soube que eles seriam seus melhores amigos.” Eckert estava certa.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

Embora os coelhos possam às vezes ser indiferentes, Alfie e Amélia, que vivem livremente na casa da família de Wisconsin, imediatamente deixaram claro que, quando Bailey estava na sala, nada mais importava.

“Ela é sempre o centro das atenções”, disse Eckert. “Eles vão se deitar com ela quando ela está dormindo. Eles tendem vigiar um pouco, como se eles imediatamente tivessem assumido a responsabilidade de protegê-la.

Como Bailey esteve em volta de coelhos toda a sua vida, ela os ama de volta com a mesma intensidade. Ela costuma rolar para ver Alfie e Amelia quando eles entram na sala, e também adora alimentá-los. Os coelhos são ambos enormes, descendentes de uma raça conhecida como gigante de flandres, que podem pesar mais de 20 libras (cerca de 9 kg), então eles são os amigos do tamanho perfeito para ela.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

Quando Bailey fircar mais velha, ela terá sua família e os coelhos estarão lá a cada passo do caminho para ensiná-la sobre o mundo. Parece que Alfie e Amelia já estão ensinando a ela muito sobre gentileza e respeito.

“Eles definitivamente são os protetores de Bailey”, disse Eckert. “Alfie fica agitado e começa a pular e fazer barulho quando Bailey está chorando, como que para me alertar. Quando Bailey está dormindo, os dois [continuam] cheirando para ver se ela está acordada”.

Infelizmente, muitas famílias abandonam seus coelhos porque algumas pessoas não acreditam que eles possam coexistir com crianças. Enquanto as crianças devem ser sempre supervisionadas e gentis com os coelhos, os animais podem ser companheiros maravilhosos para pessoas de todas as idades e muitas vezes têm muito carinho para oferecer a seus humanos.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

Por Alfie e Amelia são tão gentis com Bailey, Eckert começou a treiná-los como coelhos oficiais de terapia, trabalhando com uma organização chamada Pet Partners. Depois que eles se tornarem certificados, eles começarão a fazer visitas regulares a hospitais e casas de repouso para se encontrarem e se aconchegarem com os pacientes.

“Eu vejo que as pessoas são muito curiosas sobre eles, elas pensam que os coelhos não são animais domésticos para conviver com um bebê”, disse Eckert. “Com Bailey, eu tenho a oportunidade de mostrar às pessoas que só porque você tem um bebê não significa que você não pode manter seu coelho. Também aproveito para educar as pessoas sobre os cuidados com os coelhos – eles não são apenas um animal que você pode colocar em uma gaiola”.

Com uma vida útil de mais de 10 anos, os coelhos são altamente inteligentes e criam laços estreitos com seus parceiros e famílias humanas. Muitos coelhos, como Alfie e Amélia, vivem soltos pela casa, o que lhes permite muito exercício e socialização.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

Embora, por natureza, eles geralmente não gostem de ser pegos, eles ficam felizes em se sentar ao lado de seus humanos e aceitar guloseimas ou carinhos. “Eles são animais gentis por natureza e podem ser menos intimidantes para uma criança porque não latem”, disse Eckert.

Eckert primeiro se apaixonou por coelhos gigantes há cerca de cinco anos, quando o marido trouxe para casa uma coelha da raça gigante de flandres chamado Betsy. Betsy tornou-se a maior companheira de Eckert, que acabara de perder a mãe na época. A família adotou um coelho chamado Walter logo depois, e Eckert se apaixonou ainda mais pelos animais.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

O espírito de Betsy e Walter vive nos jovens Alfie e Amélia enquanto eles introduzem as pessoas à alegria dos coelhos domésticos. A filha de Eckert, Bailey, foi uma das primeiras crianças com quem os dois conviveram – e está claro que elas sempre a amarão um pouco mais.

“Os coelhos sempre foram meus bebês, então observar como eles reagiram imediatamente com minha flha foi incrível, e observar o vínculo crescer à medida que eles interagem mais é emocionante”, disse Eckert.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

“Com Bailey ainda tão jovem, todos os três são completamente dependentes de nós para a alimentação, um lugar seguro para dormir, amor, e tudo mais. Eu acho que, em muitos aspectos, eles reconhecem isso. É como se eles tivessem sua própria linguagem particular”.

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Gorila resgatado faz amizade com macaquinho que cabe na palma de sua mão

Por Rafaela Damasceno

O gorila Bobo, habitante do santuário Ape Action Africa, foi flagrado recentemente pelos voluntários do local enquanto embalava um galago (espécie de primata minúsculo). O gorila de mais de 200 quilos segurava cuidadosamente o pequeno macaquinho de 300 gramas, que parecia muito confortável com seu novo amigo.

O galago claramente gostou de Bobo, porque voltou para a mão de seu novo amigo depois de explorar a grama ao redor. Alguns outros gorilas também pareceram curiosos e quiseram checar de perto o pequeno macaquinho, mas Bobo se certificou de mantê-lo a uma distância segura.

A interação entre os dois durou em torno de duas horas antes que Bobo se levantasse e depositasse o macaquinho com cuidado na segurança de uma árvore. Algumas imagens foram gravadas pelo santuário e o vídeo foi compartilhado no Facebook.

Um galago em um galho de árvore

Foto: Monkey Sanctuary

É possível ver, no vídeo, Bobo tratando o macaquinho com gentileza e carinho. Também dá para notar o pequeno galago escalando Bobo, se agarrando em seus pelos e subindo pelo seu braço. Outro gorila se aproxima para analisar a cena e parece sorrir.

Ape Action Africa trabalha para proteger e conservar várias espécies de primatas em Camarões, país da África. Eles enfrentam ameaças diretas para conversar os gorilas, chimpanzés e macacos e trabalham com as comunidades locais para desenvolver soluções a longo prazo para garantir a sobrevivência das espécies.


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Cachorro que teve duas patas cortadas por antigo tutor ganha novo lar

Por Rafaela Damasceno

Um cachorro que foi cruelmente maltratado por um tutor abusivo teve uma segunda chance de encontrar carinho e amor. Seu antigo guardião, que deveria cuidar dele, amputou suas duas patas como forma de castigo por ter cavado um buraco no quintal.

True, que era apenas um filhote na época, conseguiu se arrastar até a casa vizinha, onde o morador chocado rapidamente o levou até um abrigo. Lá, True começou seu tratamento e sua recuperação. As coisas foram muito difíceis, mas o bravo cachorrinho enfrentou tudo com determinação, e sobreviveu. Aos dois anos de idade, ele se curou fisicamente. Seu antigo tutor, que era usuário de drogas, morreu de overdose.

O abrigo, então, compartilhou sua história nas redes sociais e pediu ajuda a uma ONG parceira do Canadá (Cause 4 Paws), para receber ajuda nas contas médicas de True. Foi assim que Erin Blaak e Romain Avril conheceram a história do cachorrinho e se apaixonaram por ele.

True deitado em um sofá

Foto: MDWfeatures

True foi levado para Toronto, no Canadá, onde encontrou a nova família. O casal já possuía outro cachorro, então True ganhou, da noite para o dia, uma mãe, um pai, um irmão e amor. Muito amor.

Na maior parte do tempo, o cachorrinho precisa ser carregado e se cansa rapidamente, mas o casal se certifica que ele faça exercícios regularmente para se manter forte e saudável. Em seu novo lar, ele até mesmo aprendeu a andar se apoiando somente nas patas traseiras e a pular no sofá e na cama. Mas quando sai, ele se locomove com a ajuda de uma cadeira de rodas projetada para ele.

True usando as rodas para se locomover ao lado de sua nova família

Foto: MDWfeatures

“True se encaixou muito bem na nossa família e ama todas as pessoas e cachorros. Ele só quer ser amado de volta”, declarou Erin ao Daily Mail.

Erine e Romain tiveram um triste exemplo de maus-tratos aos animais, que os motivou a ajudá-los ainda mais. Hoje em dia, se esforçam para arrecadar fundos que ajudem cachorros que sofreram abuso no passado.

True fazendo fisioterapia

Foto: MDWfeatures

A aquisição da cadeira de rodas foi feita recentemente, no começo de 2019, e ainda é um desafio para True. Mesmo assim, ele demonstra gostar dela e se esforça para aprender a usá-la. Ele também está testando próteses temporárias para usar futuramente.

Erin demonstrou preocupação com a falta de punições para os maus-tratos aos animais. “Matar por esporte, crueldade ou entretenimento deveria ser acabar. Deveria haver mais consequências”, disse ela. “É triste o quanto de abuso e crueldade contra os animais existe. Há uma falta de leis em relação a isso”.

“Temos muita sorte de ter cachorros em nossas vidas e não merecemos o amor incondicional deles”, concluiu.


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Cachorro pede carinho com a pata e vídeo da cena viraliza na internet

Um cachorro usou a pata para pedir mais carinho a estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) logo após os jovens pararem de fazer cafuné no animal. A cena foi registrada em um vídeo (veja abaixo), que viralizou na internet.

Foto: Reprodução / Twitter / @mazolha

Nas imagens, três garotos fazem carinho no cachorro. Eles param quando a professora pede para que prestem atenção na aula. Insatisfeito, o cachorro levanta a pata para um dos jovens para mostrar que quer mais cafuné.

O vídeo, publicado no Twitter, foi visto por mais de 1,43 milhão de pessoas e compartilhado 30 mil vezes. As informações são do Portal do Animal.

“Esse vídeo é muito perfeito, a cara que o doguinho faz de que ‘ok prof, vou prestar atenção mas coleguinha só coça aqui rapidinho’”, disse uma internauta. “Essa reação [dos estudantes] é o mínimo que eu espero das pessoas quando um cachorro respira. Amo demais!”, comentou outra ao se referir ao carinho dos jovens com o cão.

Usuários do Twitter aproveitaram a publicação para relatar casos semelhantes que presenciaram. “Este doguinho apareceu na minha sala. Alguns o apelidaram de Dentinho, outros de Serotonina porque ele traz felicidade”, disse um internauta ao publicar a foto de um cachorro. “Esse é o cachorrinho que mora lá na minha escola, super carente, uma gracinha”, afirmou outro.

Confira o vídeo abaixo:

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Mamãe elefante arranca poste que eletrocutou seu bebê

Por Rafaela Damasceno

Um triste episódio aconteceu em Andhra, na Índia, nesta semana. Um bebê elefante de dois anos, acompanhado de sua mãe, e foi eletrocutado até a morte ao encostar em um cabo não isolado de um transformador. O poste ficava em uma terra agrícola próxima ao santuário da vida selvagem de Koundinya.

O transformador caído

Foto: The Hindu

Por horas, a mãe elefante tentou desesperadamente tirar o corpo de seu bebê do chão. Só recuou para a floresta quando muitas pessoas começaram a chegar ao local – entre eles curiosos, funcionários e agricultores.

O bebê recebeu um enterro na floresta, e os funcionários resolveram desligar os postes elétricos da região, com medo de que a mãe voltasse a rondar o local e acabasse se ferindo.

Ela realmente retornou, mas para se vingar daquilo que tirou a vida de seu bebê. Com toda a sua força, a elefante arrancou o poste do chão, quebrando os cabos do transformador. Ela também tentou arrancar outros postes da região, mas desistiu no meio do processo e deixou o local. Então seguiu para o lugar onde seu filhote foi enterrado, levantou o tronco para o céu e soltou um último lamento de dor.

Os elefantes são animais extremamente inteligentes. Sencientes e amorosos, sua sociedade é criada de maneira complexa e as fêmeas dedicam suas vidas a cuidar de seus filhotes, que amam e protegem com fervor. Quando um bebê elefante morre, todos do bando sofrem um período de luto e é comum que a mãe passe por um período de depressão.

Um oficial florestal, Madan Mohan Reddy, confirmou que o transformador foi arrancado pela mãe furiosa e angustiada. “Esse episódio prova que os elefantes, além de sábios, também amam sua família e seus filhos. Suas emoções são imensuráveis”, afirmou ele.


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Cachorrinho fez amizade com uma borboleta

Por Rafaela Damasceno

A paz na Terra é algo distante, improvável – mas, por alguns momentos, uma cachorrinha e sua nova amiga deixaram o mundo em harmonia perfeita.

O cachorrinho olhando para a borboleta

Foto: Rylee Boland

Recentemente, Rylee Boland e sua cachorrinha estavam em casa quando uma borboleta colorida resolveu visitá-las. Ela pousou nas paredes da casa para aquecer suas asas no sol. Imediatamente, a cachorrinha Mochi correu para dar as boas-vindas à nova visitante.

Embora seja uma cachorrinha muito arteira, sua tutora disse que ela parecia saber que a borboleta precisava de uma recepção mais delicada. “Mochi não queria machucá-la”, contou ao The Dodo. “Ela é super comportada e tem um coração gentil”.

O cachorrinho olhando para a borboleta

Foto: Rylee Boland

Em troca, a borboleta deixou que Mochi a cheirasse à distância, e percebeu que a cachorrinha não queria lhe fazer nenhum mal. A interação durou cerca de 15 minutos, tempo que Rylee aproveitou para tirar várias fotos do momento doce. Depois, a borboleta levantou voo – tranquila, até mesmo pousou em Rylee antes de seguir seu caminho.

A tutora enxergou a beleza na cena protagonizada pelas duas amigas improváveis, e disse que o mundo pareceu perfeito naquele momento. “Foi uma experiência incrível”, revelou.


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