Gatinho em situação de rua invade diariamente casa durante a noite até que é pego em flagrante

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

Na primeira noite em que Johanna King percebeu que havia um intruso invadindo a casa dela em Long Island, Nova York (EUA), ninguém o viu. O marido ouviu um barulho na cozinha no meio da madrugada uma noite dessas e foi verificar o que era, mas quando chegou lá, o intruso já estava escapando pela porta do cachorro (abertura móvel na porta pela qual só passa um animal). O marido de Johanna achou que poderia ser uma raposa, por mais estranho que isso parecesse, e voltou para a cama.

Mas Johana não acreditou na história de seu marido de início – mas depois ela se lembrou de que tinha comprado muito mais comida de gato do que o habitual ultimamente, o que era estranho porque seu único gato não comeu tanto assim para causar esse déficit.

Ela começou a se perguntar se realmente poderia haver alguma verdade na história de intruso contada por seu marido, e decidiu montar uma câmera na cozinha para que os dois pudessem acompanhar o que estava acontecendo no andar de baixo enquanto dormiam, só por precaução.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King

Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

E foi assim que o casal descobriu que havia um gato invadindo sorrateiramente sua casa a cada noite, todas as noites.

Johana ficou absolutamente perplexa com essa descoberta. Ela achava que seus cães e gatos teriam uma reação mais forte e dariam algum alarme se um animal estranho passeasse pela casa deles, mas, além de uma briga inicial que não durou muito, os animais residentes acabaram parecendo aceitar que o gato intruso morava lá agora também. O gato também parecia quase idêntico ao gato que vivia com a família, então, na verdade, ele se misturou ao pessoal da casa.

“Meus cães foram inúteis neste processo”, disse Johana ao The Dodo. “Não tenho certeza se é porque esse gato se parece com meu gato, ou porque esse gato já entrou na casa como se fosse o dono do lugar. É possível dizer isso desde a primeira vez que o peguei na câmera, ele estava confiante e conhecia o layout inteiro da casa. Ele andava como se fosse dono do lugar!”.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King

Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

Johana começou a assistir o gato intruso na câmera todas as noites, e ficou francamente impressionada com o quão corajoso ele era. O gatinho não parecia se importar com o fato de que aquela não era sua casa – ele se sentia bastante confortável a cada vez que passava por ali, apreciando completamente cada uma de suas estadias.

“Quando o vi pela primeira vez na câmera, ele dormiu na minha mesa de jantar por cerca de 20 minutos”, disse King. “Meu gato andou bem debaixo dele e nem percebeu! Ele entrava pela porta do cachorro, passeava um pouco e ia até a lavanderia, onde fica a comida de gato. Então terminava seu tour com uma soneca em cima da mesa! Eu também o peguei brincando na minha pia, derrubando louça e andando por todo o meu sofá!”.

Com o passar do tempo, o gato intruso só ficou mais descarado, e até começou a passar na casa enquanto o casal ainda estava acordado.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King

Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

“Algumas vezes, eu estava sentada no sofá com as luzes apagadas (e meus cães aos meus pés) e via dois enormes olhos brilhantes olhando para mim da cozinha”, disse a dona da casa.

“Então ele se virava e voltava para fora. Eu também assisti a câmera on-line enquanto estava no trabalho ou fora de casa. Era tão difícil dizer se eu estava assistindo o Gato Assaltante (como meu marido o chamava) ou meu gato!”.

Johana e seu marido finalmente decidiram que era hora de começar a pegar o gato intruso no ato. Eles montaram uma armadilha dentro da casa – e então assistiram na câmera enquanto o gato apenas caminhava direto em volta dela. Eles então tentaram montar a armadilha do lado de fora, mas parecia que o gato era esperto demais para cair em qualquer um dos seus truques. O casal finalmente se resignou ao fato de que eles nunca iriam pegar o gato, e que ele morava em sua casa agora também.

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

“Eu até coloquei uma toalha na mesa da minha sala de jantar, onde ele gostava de tirar uma soneca”, disse King. “Eu imaginei que se ele mesmo fosse invadir, poderia muito bem se divertir enquanto fazia isso”.

O casal manteve a armadilha montada do lado de fora, no entanto, apenas por deixar – e de alguma forma, uma noite, eles finalmente pegaram seu pequeno invasor.

“Eu deixei meus cachorros do lado de fora da casa… Meu cachorro estava obcecado com a armadilha do gato, latindo sem parar”, disse King. “Eu estranhei pois se a armadilha está lá há quase uma semana, por que de repente, só agora? Então, fui até lá e notei que o alçapão estava fechado. Estava escuro como breu, voltei para dentro e peguei uma lanterna. Eu levantei a armadilha e vi um gato!”

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

No início, Johana estava convencida de que o casal havia pegado seu próprio gato na armadilha, mas depois de encontrar o gato deles dormindo dentro de casa, eles perceberam que o gato intruso havia finalmente sido ‘pego em flagrante’.

Johana já tinha um grande caixote de cachorro guardado em casa, caso eles conseguissem pegar o gato, e ela o colocou dentro dele para que o gatinho não fugisse. Ela conta que ele estava perplexo e provavelmente um pouco chocado por ter sido realmente pego, mas depois de algum tempo ele começou a se apaixonar por seu novo amigo, e o gatinho até deixou que ela o acariciasse.

Ao longo de toda a aventura, King estava postando sobre o gato intruso no Facebook, e todos estavam amando suas histórias. Ela esperava que entre as diversas curtidas de todas as postagens e atualizações, alguém eventualmente se apresentasse como a família do gato, e ela poderia levá-lo de volta para eles e parar com esse hábito de invadir as casas de outras pessoas.

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

“Minha intenção inicial era encontrar o tutor desse gato e torná-lo ciente de que seu animal doméstico era um criminoso”, disse King.

Mas depois de interagir com ele e ver a condição em que ele estava, King tinha uma suspeita de que o gato intruso era um animal em situação de rua ou tinha sido abandonado, e estava invadindo sua casa para encontrar um pouco de conforto e amor. Ela decidiu nomeá-lo como Hunter, e esperava que ela pudesse ajudá-lo a encontrar o lar amoroso que ele merecia.

Enquanto ela inicialmente pensava em adotá-lo, depois de levá-lo ao veterinário, eles descobriram que Hunter tem FIV (feline immunodeficiency vírus) vírus da imunodeficiência felina, e portanto, não pode viver com o atual gato da família.

Hunter | Foto: Johanna King

Hunter | Foto: Johanna King

Johana está agora trabalhando com o grupo resgate em que ela é voluntária e para o qual as vezes oferece lar temporário, For Our Friends, para ajudá-lo a encontrar o lar perfeito – para que, com sorte, ele não sinta mais a necessidade de invadir a casa de ninguém.

“Acho que ele invadiu a casa certa”, disse King. “Talvez outra pessoa não estivesse tão disposta a ajudá-lo! Eu não posso mudar o mundo, mas espero ter ajudado a tornar o mundo dele um pouco melhor”, concluiu ela.

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Adolescente salva burrinho bebê órfão da morte e se torna sua mãe

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

É correto afirmar que Payton Dankworth nunca pensou que um dia ela se tornaria a mãe adotiva de um burro solitário – mas também é a mais puta verdade que este é um papel que ela está abraçando com todo o seu coração.

E sua bondade já mudou uma vida.

Duas semanas atrás, Dankworth, uma estudante do ensino médio do Texas (EUA), recebeu uma ligação de um amigo que mora em uma fazenda. Enquanto saiu para um passeio, ele encontrou um burro faminto e sozinho, que evidentemente foi abandonado pela mãe.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Incapaz de cuidar do bebê órfão, o amigo de Dankworth procurou ajuda.

“Ele perguntou se eu ao menos gostaria de tentar manter o burrinho vivo”, disse Dankworth ao The Dodo. “Ele me disse que o pequeno não estava com boa saúde e que provavelmente não conseguiria sobreviver a noite toda. Sou tão apaixonada pelos animais, e não havia como deixar o bebê morrer”.

Foi assim que Dankworth conheceu Jack.

A primeira noite de Jack na casa da adolescente foi realmente preocupante. Tudo que ela fez foi abraçar e cuidar do animal abandonado.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Dankworth ficou acordada a noite toda para se aconchegar a Jack e fazer com que ele sentisse seu corpo e sua presença, lentamente ela apresentava-lhe alguma comida, aos poucos, pois ele estava há muito tempo sem se alimentar.

Logo, um elo intenso e profundo começou a se formar. Jack encontrou seu lugar. “Esta foi a primeira vez que cuidei de um burro”, disse Dankworth.

“Jack me mostrou o quanto ele dependia de mim, e ele realmente dependia”, disse Dankworth. “Ele recebe uma mamadeira a cada duas horas, e quando eu o alimento isso só me faz bem, eu me sinto feliz de verdade”.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Graças a essas mamadas regulares e muito amor e carinho, Jack começou a florescer.

Agora, apenas algumas semanas depois de ser resgatado a beira da morte, o entusiasmo de Jack pela vida é incontestável.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Por mais improvável que possa parecer a princípio, Jack é agora um membro fidedigno da família de Dankworth.

“Ele está se encaixando muito bem” Dankworth disse. “Eu levo Jack para pessear comigo e ele também sai de carro comigo. Ele é como um cachorro e me segue em todos os lugares”.

Felizmente, embora a família de Dankworth não tenha pretendido adotar um burro, eles têm muito espaço em sua propriedade para acomodá-lo por toda a vida.

Mas Dankworth não mudou só o destino de Jack, como ele está ajudando a transformar a vida dela também.

Até recentemente, Dankworth não tinha certeza sobre o campo de estudo que gostaria de seguir depois de se formar no ensino médio.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Agora, como resultado de sua experiência salvando a vida de um burro bebê, ela gostaria de trabalhar ajudando outros animais como profissão.

“Jack realmente me inspirou a escolher essa profissão porque eu simplesmente amo animais”, ela disse.

“Ver o quão longe ele chegou – quando no início mal tinha força suficiente para ficar em pé enquanto agora corre atrás dos meus cães – é uma das melhores coisas que eu poderia pedir. Estou muito orgulhosa dele”.

“Somos inseparáveis”, conclui orgulhosa a mamãe de primeira viagem.

Galinha maltratada e doente passa por uma transformação após conhecer o amor

Animal Justice

Animal Justice

Geoff Regier e alguns outros socorristas estavam resgatando e salvando galinhas de uma fazenda em Abbotsford, British Columbia, Canadá.

A primeira coisa que eles notaram foi o cheiro. Então, pelo brilho das lanternas, conseguiram identificar os pássaros.

Regier se abaixou e pegou no colo uma galinha muito frágil. Até pouco tempo atrás, quando foi resgatada ela estava coberta de fezes e severamente desidratada, disse Regier ao The Dodo.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

“Suas unhas estavam absurdamente grandes e seus pés deformados por terem passado toda a sua vida em pé no chão de uma gaiola de criação de aves em escala industrial”.

“A ave estava tão fraca e magra que foi uma luta para que ela apenas conseguisse manter o equilíbrio e ficar em pé”, acrescentou ele.

Ficou claro para Regier que a pequena galinha sem penas, mais tarde batizada de Penny, não sobreviveria se a deixassem para trás.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

Próximo a ela havia um “ovo gelatinoso” caído no chão, nome dado aos ovos que as galinhas botam sem casca. “Ela estava tão deficiente em cálcio pela intensa produção de ovos que seu corpo tinha feito, que não tinha o cálcio suficiente para produzir uma casca para o óvulo”, disse Regier.

“Com pouco mais de um ano de idade, aquela galinha severamente explorada havia chegado ao fim de sua vida útil para a indústria de ovos”.

Regier imediatamente levou Penny e algumas outras galinhas de aparência doentia ao veterinário. Penny foi colocada em um regime de antibióticos, desparasitação medicamentos e suplementos vitamínicos e de cálcio. Regier tentou limpá-la o melhor que pôde, mas Penny estava fraca demais para suportar um banho completo.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

Depois de alguns dias de descanso em um ambiente especial aquecido, Penny começou a recuperar sua força. Mas a vida na fazenda a deixara com medo das pessoas.

Regier fez o melhor que pôde para ganhar sua confiança – e, quando as penas de Penny começaram a crescer, sua personalidade também floresceu.

“Penny passou de uma galinha medrosa a tolerante a mostrar claramente que preferia minha companhia”, disse ele.

Um ano depois de passar por toda aquela provação, e Penny esta irreconhecível: da galinha careca encontrada no fundo da lama, ela se tornou uma ave plena, bela e garbosa. Mas não é apenas a aparência dela que mudou.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

Penny é obcecada por seu pai e insiste em segui-lo aonde quer que ele vá. Ela até exige compartilhar sua cama, em vez de dormir em um galinheiro como as outras galinhas resgatadas.

“Quando vou para a cama, ela me segue para a cama e dorme lá agora”, disse Regier. “Todas as manhãs, por volta das 7h30, ela começa a espiar para me avisar que está pronta para sair. Quando eu levanto ela me segue para fora do quarto até a porta da frente, que eu abro para deixá-la sair”.

Penny passa seus dias no quintal, socializando com as outras galinhas, tomando banho de sol e arranhando a terra atrás de insetos. Mas quando o pai dela está por perto, Penny nunca fica muito atrás.

Foto: Animal Justice

Foto: Animal Justice

“Se eu chamar o nome dela, ela vem correndo. Se estou trabalhando no quintal, ela está bem ao meu lado “, disse Regier.

“Todas as noites, antes de o sol se pôr, Penny vem até a frente da casa e começa a cacarejar para me avisar que ela está pronta para entrar. Ela vai se sentar ao meu lado no sofá enquanto eu trabalho no meu laptop ou assisto TV. Quando vou para a cama ela segue”.

“Penny ainda fica nervosa com a proximidade de novas pessoas”, ele acrescentou, “mas ela está ganhando confiança a cada dia”.

Cadela é filmada acariciando barriga de grávida e vídeo comove internautas

O vídeo de uma cadela fazendo carinho na barriga da tutora grávida comoveu internautas. Juliana está grávida de 34 semanas e Penélope, a cadela, já ama o bebê que a tutora está gestando.

Foto: Reprodução / Facebook

Nas imagens, Juliana coloca as mãos sobre a barriga e a cadela a cutuca com as patas, deitando em cima da barriga. Ao ser publicado na internet, o vídeo viralizou e já ultrapassou 12 milhões de visualizações. As informações são do portal I Love My Dog.

A explicação para um cachorro entender que há algo de diferente com uma mulher quando ela engravida se deve aos hormônios. Eles alteram o cheiro do corpo da mulher, o que é captado pelo olfato aguçado dos cachorros.

Segundo o veterinário Dr. Rachel Barrack, muitas mulheres grávidas relatam que os cachorros ficam mais afetivos durante a gravidez.

Corredores interrompem maratona para fazer carinho em cachorro

Um cachorro da raça corgi, chamado Max, fez corredores interromperem rapidamente uma maratona para fazer carinho nele. O caso aconteceu em Nova Orleans, nos Estados Unidos.

Max (Foto: Reprodução / Instagram / @fluffycorgimax)

Max, porém, não estava no local para distrair os competidores. A intenção do tutor dele, Colin, ao levar o animal à maratona foi dar uma força para os corredores que fazem parte da mesma academia que ele. As informações são do Canal do Pet.

Como Max não é acostumado a percorrer longas distâncias, logo ele ficou cansado. Então, o tutor o pegou no colo. Neste momento, os corredores que passaram pelo local, pararam para fazer carinho no cão.

“Foi engraçado ver as pessoas demorando mais tempo para terminar a maratona só para passar a mão na barriga dele”, disse Colin, em entrevista ao The Dodo.

Confira o vídeo:

Porquinha de 50 quilos é criada como membro da família no interior de SP

Biju é o nome da porquinha que vive na casa da empresária Joana D’Arc Fontes, em Itapetininga (SP). Ela pesa mais de 50 kg e é da raça minipig. Quando filhotes, os animais são menores que outros leitões, mas crescem normalmente com o passar dos anos. Ainda mais se forem bem alimentados.

Foto: Reprodução/ TV TEM

A porca come três vezes ao dia, em média são dois quilos por refeição. Frutas, legumes e verduras fazem parte do cardápio.

Biju tem amigos de várias espécies: uma cachorrinha, um gato, tartaruga e algumas galinhas. Todos se entendem muito bem.

O veterinário Renato Santos Reis explica que dá para criar porcos em ambiente doméstico, desde que o animal tenha espaço para se desenvolver. Assim, ele não fica estressado e evita fugas.

A alimentação precisa ser balanceada, à base de vegetais e pouco calórica. A pele também necessita de cuidados. Renato diz que os porcos claros, como a Biju, precisam passar protetor solar para não descascar.

E, como se não bastasse o tratamento de primeira, ela ainda é uma estrela nas redes socais. Tem mais de mil seguidores. Joana diz que já está aprendendo inglês para se comunicar com os fãs internacionais da porquinha.

Fonte: G1

Gorila beija filhote recém-nascido e ato de carinho emociona internautas

Uma gorila foi filmada em um momento de afeto com seu filhote recém-nascido. Logo após dar à luz, Calaya, como é chamada, pegou o pequeno Moke nos braços e deu um beijo nele.

Foto: BBC

Calaya vive no Smithsonian National Zoo, em Washington, nos Estados Unidos. O ato de carinho dela com o filhote emocionou não só os tratadores, responsáveis pelos cuidados dos animais no zoológico, mas também internautas, após o vídeo ter sido divulgado na internet. As informações são da BBC.

Moke, que significa “júnior” ou “pequeno” em língua africana, é o primeiro gorila a nascer no zoológico em um período de nove anos. O animal, lamentavelmente, nasceu em cativeiro, condenado a viver aprisionado, sendo privado do direito à liberdade.

Esses animais pertencem à espécie gorila das planícies acidentais e estão criticamente ameaçados de extinção. Há, atualmente, apenas 100 mil deles vivos.

Confira o vídeo:

Nota da Redação: apesar da imagem de carinho entre a gorila e o filhote ser de singular beleza, é necessário lembrar que não há nada de bonito em aprisionar animais selvagens, que deveriam viver em liberdade, na natureza, em contato com o habitat e com outros animais da espécie. A sensibilidade da gorila com o filhote, inclusive, só torna ainda mais grave o ato de manter animais como ela em cativeiro. É cruel e desumano prender animais tão sensíveis e tratá-los como objetos em exposição para entretenimento humano.

Abrigo contrata funcionários para dar carinho para animais

Muitas pessoas resgatam animais e se preocupam em cuidar deles e dar-lhes amor. Isso porque eles têm um coração nobre que é movido por situações tristes ou injustas. Mas para todas aquelas pessoas, o que aconteceria se eles abraçassem filhotes e ganhassem algum dinheiro? Seria o trabalho perfeito! No entanto, embora pareça irreal, existe.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

Acontece que a Tampa Bay Humane Society, na Flórida (EUA), teve alguns problemas com o número de voluntários que eles têm para cuidar dos filhotes, é por isso que o dono do local – um amante dos animais – está procurando pessoas que querem trabalhar da mesma maneira que ele, fazendo que os filhotes se sintam bem.

Para isso, basta sentir muito amor por eles e estar sempre pronto para abraçá-los, especialmente quando estão assustados ou confusos após saírem de uma cirurgia.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

O abrigo muitas vezes têm numerosos voluntários, mas geralmente são estudantes que ao retornar à escola após as férias não conseguem permanecer no voluntariado. Então, o número de voluntários cai significativamente, prejudicando os animais.

Além disso, estar em contato constante com pessoas que os acariciam e os dão atenção ajuda a encontrar um lar definitivo mais rápido, porque quando eles encontram suas famílias geralmente não se sentem desconfortáveis ​​e só pedem o amor com o qual estão acostumados.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

Fonte: Portal Mulher Contemporânea

Gorila brinca com pequeno primata e encanta voluntário de santuário

Um gorila encontrou um filhote de galago, um primata bastante pequeno, e a forma carinhosa e cuidadosa com a qual brincou com o animal encantou um voluntário do santuário Ape Action Africa. A atitude do gorila o fez honrar o apelido dado a esses animais pelos integrantes da entidade, que os chamam de “gigantes gentis”.

Foto: Hypeness / Ape Action Africa

Bobo, o gorila, é o macho dominante do seu grupo. Ele vive no santuário desde 1996, quando foi resgatado. O momento de afeto entre ele e o galago foi visto pela pessoa responsável pela área dos gorilas do santuário. As informações são do Hypeness.

A cena surpreendeu o voluntário não só pelo carinho entre os animais, mas também pela dificuldade em encontrar um galago se movimentando em plena luz do dia, já que essa espécie tem hábitos noturnos.

Foto: Hypeness / Ape Action Africa

O filhote demonstrava não sentir medo do gorila, que, por sua vez, o tratou com extremo cuidado. O pequeno corria pelo corpo de Bobo, pulava pela grama e voltava para as mãos do novo amigo.

A interação entre os dois gerou curiosidade no bando ao qual Bobo pertence, fazendo com que os demais gorilas tentasse se aproximar. Bobo, no entanto, os repeliu e manteve o galago seguro em suas mãos, até que decidiu levá-lo a uma árvore, de onde o filhote partiu para a floresta.

Pesquisa mostra que acariciar cães é como uma droga para nossos cérebros

Foto: Pixabay

Só quem tem um cãozinho sabe o quão especiais eles são. Não importa o que aconteça, ele sempre estará por perto transfomando tudo ao seu redor.

Uma nova pesquisa mostra exatamente como acariciar um cão faz bem ao ser humano.

Como acariciar um cão afeta seu cérebro

Você pode pensar que nossos cérebros processam todas as coisas que tocamos da mesma maneira, mas acontece que isso não é verdade. O cérebro divide as coisas que tocam nossa pele em três categorias: “agradável”, “neutra” e “desagradável”. Cada uma delas é interpretada de diferentes maneiras em uma área do cérebro chamada córtex cingulado anterior . Esta área do cérebro é responsável por muito processamento emocional, então uma sensação agradável na pele provoca emoções positivas.

Acariciar um cão também libera serotonina e dopamina, duas substâncias químicas que podem melhorar seu humor. Os níveis de serotonina e dopamina são frequentemente baixos em pessoas que sofrem de depressão, por isso ter um cão pode ajudar a melhorar os sintomas em quem sofre de depressão.

Melhor que isso, olhar nos olhos de um cão que você conhece libera oxitocina – o hormônio que ajuda a ligar mãe e filho.

Como os cães afetam nossos corpos

Tem-se comprovado que os cães de terapia reduzem o estresse nos estudantes que fazem os exames , as pessoas que sofrem com a perda de um ente querido , as crianças no hospital e as pessoas que viajam pelos aeroportos. O estresse libera cortisol em sua corrente sanguínea, um hormônio que pode causar todo tipo de impacto negativo em seu corpo. Acariciar cães pode diminuir os níveis de cortisol em sua corrente sanguínea.

Ter um cão também pode reduzir sua pressão arterial e as chances de morrer de um ataque cardíaco. O companheirismo fornecido por um cão também pode reduzir os níveis de ansiedade.

As pessoas que possuem cães andam mais do que as que não têm, o que ajuda a prevenir a obesidade e os riscos à saúde que a acompanham. Passear o seu cão durante o dia tem o benefício adicional de obter vitamina D do sol. A falta de luz solar tem um efeito negativo no estado mental das pessoas.

Crescer com um cão também foi mostrado para reduzir alergias em crianças, dando ao seu sistema imunológico algo “inofensivo” para praticar.

A importância do toque para as pessoas

As pessoas estão programadas para precisar de contato em suas vidas. Um toque amigável e de apoio de outros seres humanos tem mostrado reduzir o estresse, baixar a pressão sanguínea e liberar serotonina, dopamina e oxitocina – as mesmas coisas que acariciar um cão. Na ausência de suficiente toque humano, acariciar um cão pode satisfazer essa necessidade profunda que todos nós temos que ser tocados.

Nós já sabemos o quanto os cães melhoram nossas vidas todos os dias, mas é sempre bom ver a ciência confirmando o que os amantes de cães sabem há anos – nada é melhor que o amor de um cachorro!

 

Fonte: iheartdogs.com