Cadelinha resgatada adora passear com seu mais novo amigo: um cavalo

Foto: Instagram/dally_and_spanky

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Quando uma mulher abordou Francesca Carsen e Steve Rother sobre um cavalo em miniatura de 2 anos de idade que aparentemente era agressivo tanto com seres humanos quanto com outros animais, eles não tiveram certeza do que fazer.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

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A dupla administra um rancho e tem experiência com animais de resgate, e assim que encontraram Spanky pessoalmente, eles souberam na hora que ele voltaria para casa com eles.

“Fomos dar uma olhada e vimos o pequeno cavalinho de apenas 2 anos de idade fazendo com os outros soubessem que ele era o chefe de todos ali”, disse Carsen ao The Dodo. “Então, nós concordamos com ele”.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

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Quando Spanky chegou pela primeira vez em sua nova casa, ele deixou claro que não iria desistir de seus modos mandões e agressivos sem lutar. O cavalo causou estragos no rancho durante suas primeiras semanas, mas sua nova família de resgate foi persistente e, finalmente, após um ano de paciência, amor e treinamento, Spanky era um cavalo completamente diferente. Ele ainda era um pouco mandão, é claro, e ainda hesitava em se relacionar com os outros – até conhecer Dally.

Dally era a menor cachorrinha de uma ninhada nascida de um dos cães de amigos de Carsen, e ninguém parecia querê-la. Carsen ouviu falar da situação de Dally e ofereceu-se para levar a pequena cadelinha e, desde o início, Dally ficou absolutamente obcecada por Spanky.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

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“Com apenas 4 meses de idade, Dally se sentava no banquinho e me observava trabalhar com Spanky”, disse Carsen. “Ele estava severamente acima do peso, então eu tive que exercitá-lo regularmente. Onde quer que ele estivesse, ela queria estar também”.

No começo, Spanky era meio indiferente a Dally. Ele era cuidadoso em torno dela e saia do seu caminho para se certificar de que ele não pisaria nela, naquela época um bebê apenas, mas fora isso, ele não correspondeu igualmente ao seu fascínio por ele. Isto é, até um dia, quando Dally decidiu tentar montar Spanky.

Instagram/dally_and_spanky

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“Após cerca de dois meses, ela pulou do banquinho pras costas de Spanky e daquele dia em diante eles se tornaram inseparáveis”, disse Carsen. “Percebemos no dia seguinte que ela estava mais animada do que nunca. Ela adora andar nas costas do amigo e se sente muito importante. Ela nem precisa mais do banquinho, ela consegue pular nas costas de Spanky do chão.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

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Assim que Dally subiu nas costas de Spanky, de repente ele correspondeu ao seu amor com toda a intensidade e, a partir de então, os dois se tornaram os melhores amigos. Eles tiram cochilos do lado de fora e ficam no piquete do Spanky. Sua mãe decidiu escrever um livro sobre suas aventuras, e 20% dos rendimentos vão para a caridade. Dally e Spanky tocaram e inspiraram tantas pessoas – apenas por serem amigos.

Mesmo que Spanky tenha relutado no começo, Dally rapidamente mudou a opinião dele, e agora o par adora passar todos os momentos possíveis juntos. Ambos começaram a vida indesejados e incompreendidos, mas agora eles têm um ao outro. Para sempre.

Animais morrem em cavalgada e um deles sangra até a morte no Tocantins

Um burro e um cavalo morreram durante a “Cavalgada Ecológica”, em Pium, no Tocantins, no último final de semana. Moradores denunciaram que o burro agonizou e sangrou até a morte na região central do município.

Foto: Divulgação

Os animais percorreram 75 km. O percurso começou no sábado (1º) e terminou na tarde de domingo (2). O evento, que submeteu os animais à crueldade, foi realizado no Parque de Exposições da cidade. As informações são do portal AF Notícias.

A causa da morte do burro e do cavalo pode ter sido o excesso de esforço físico somado ao calor e a possíveis maus-tratos. Os tutores dos dois animais ainda não foram identificados.

Moradores afirmam que esta não é a primeira vez que um caso de morte de animais é registrado devido a esforço físico durante a cavalgada.

“Como tradição, a famosa cavalgada ecológica acontece em Pium todos os anos, reunindo milhares de pessoas do município e região. Mas infelizmente são os animais que sofrem ao serem utilizados para exaltar o ego dos tutores. Obrigados a andar mais de 70 km no sol quente, muitos não conseguem chegar ao destino final devido à falta de cuidado. Nos eventos passados não foi diferente, no ano de 2016, 2017 e 2018 morreram vários animais devido a maus-tratos. Alguns participantes reclamam da falta de fiscalização pelos direitos dos animais, porém até hoje nenhuma ONG se pronunciou a respeito disso”, relatam os moradores.

A Prefeitura de Pium foi procurada, mas não se pronunciou sobre o caso até o momento.


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Cavalo debilitado é resgatado após ser abandonado em Batayporã (MS)

A Prefeitura de Batayporã (MS), através do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), atendeu na última terça-feira (28) uma denúncia de um animal que estava em situação de abandono e maus-tratos, na Rua José Antônio Mourão.

Foto: PMB / SIM

Na ação, que aconteceu em conjunto com a Polícia Militar Ambiental, o diretor do SIM, o médico veterinário Rafael Olegário realizou a avaliação do cavalo, constatando violência física, psíquica e nenhum tipo de manutenção para sua vida.

Criação e abandono de animais em vias urbanas são práticas terminantemente proibidas no município, conforme prevê a Lei Complementar Municipal nº 008/2003. A normativa determina que o tutor deve possuir propriedade rural ou ser arrendatário de algum imóvel rural que tenha condições para manter e preservar o bem-estar do animal.

De acordo com a legislação municipal, o tutor do cavalo foi notificado e responderá pelo crime. Coube a ele ainda a aplicação da Lei 9.605/98, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, bem como praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos; e prevê detenção de três meses a um ano, e multa.

O Serviço de Inspeção Municipal, que é um órgão vinculado à Secretaria de Obras, Desenvolvimento Econômico, Turismo e Meio Ambiente (SODETA), vem planejando iniciativas que façam com que o trabalho na proteção animal seja efetivo e eficaz.

Para registrar denúncias de casos semelhantes, basta entrar em contato com a SODETA, por meio do telefone (67) 3443-1288, ou com a Vigilância Sanitária do Município, pelo (67) 3443-2637. O SIM tem atuado de forma colaborativa em situações como a que ocorreu nesta semana.

Fonte: Nova News


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Cavalo ferido é resgatado e carroceiro autuado por maus-tratos no Piauí

Um cavalo foi resgatado depois de ser flagrado bastante ferido puxando uma carroça na Zona Leste de Teresina (PI). O carroceiro que se identificou como tutor do animal foi autuado por maus-tratos e assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) na Delegacia de Meio Ambiente.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

De acordo com a delegada titular do Meio Ambiente, Edenilza Viana, o animal foi visto ferido por uma funcionária pública que denunciou o caso à delegacia na quinta-feira (16).

“Fomos até a praça e encontramos o animal caído no chão e com vários machucados. Com o flagrante, o tutor do animal foi conduzido para delegacia onde assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado, pelo crime ter pena ínfima, mas vai responder pelo crime cometido”, explicou.

O animal foi resgatado com auxílio da Cavalaria da Polícia Militar e entregue a uma veterinária de uma ONG de proteção aos animais da capital, que ficará com a guarda até decisão da Justiça.

Maus-tratos

O crime de maus-tratos consta no artigo 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais). A pena prevista é de detenção de 3 meses a 1 ano e multa.

Fonte: G1

Cavalo abandonado agoniza até a morte em Goiânia (GO)

Um cavalo agonizou até a morte em uma área de preservação ambiental no Setor Jardim Petrópolis, em Goiânia (GO). O caso será investigado pela Polícia Civil.

Foto: Lasara Felizardo Nunes/Arquivo pessoal

A aposentada Lasara Felizardo Nunes, de 67 anos, encontrou o animal ainda com vida, bastante debilitado e desnutrido, na tarde de sábado (4). Ela afirma que tentou buscar ajuda com órgãos públicos, mas não teve sucesso. Quando retornou ao local à noite, encontrou o cavalo morto.

“Me assustei. Coitado. Jogaram ele ali para morrer sem nenhuma assistência, sem nada. É terrível. A gente fica indignada”, disse ao G1.

Segundo a aposentada, outros cavalos costumam pastar na região, mas aquele foi visto por ela pela primeira vez. Lasara acionou a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) para retirar o corpo do animal do local, que afirmou ter feito o serviço no mesmo dia.

A empresa explicou que retira, por mês, cerca de 80 corpos de animais de pequeno e grande porte. Disse também que, em caso de falecimento de animais em área particular, a responsabilidade é do tutor.

Foto: Lasara Felizardo Nunes/Arquivo pessoal

O caso será investigado pelo titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), o delegado Luziano de Carvalho.

“Precisamos tentar localizar o tutor. Todo cavalo tem um tutor, não existe cavalo em situação de rua. Esse animal poderia estar doente e, neste caso, se houve o abandono, é considerado um crime ambiental”, explicou.

De acordo com o delegado, em casos como este, a população deve acionar a Dema. Em nota, a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) disse que não recebeu nenhum pedido sobre o caso e que se tivesse recebido, teria acionado a Zoonose.

Cavalo abandonado com ferimentos é resgatado em Petrópolis (RJ)

Um cavalo abandonado com grandes ferimentos no corpo foi resgatado na tarde de domingo (5) em Petrópolis, na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro. O animal foi deixado preso a um poste, sem espaço para se movimentar e sem água e comida. Ele estava no bairro Roseiral, foi salvo pela Guarda Municipal e levado para um curral no distrito de Itaipava.

Foto: Divulgação/Guarda Municipal

“O registro de maus-tratos foi feito e a investigação será realizada para punir o responsável por esse crime”, disse ao G1 o comandante da Guarda, Jeferson Calomeni.

A Coordenadoria de Bem-Estar Animal (Cobea) informou que o cavalo foi examinado por um médico veterinário e passará por exames. Segundo o órgão, o animal está desidratado, com grau extremo de enfraquecimento, ferimentos e grande quantidade de ectoparasitas pelo corpo. Ele foi medicado com antibiótico e anti-inflamatório e vai receber medicação contra carrapatos.

O sangue do cavalo será coletado ainda nesta semana para que sejam feitos exames de Anemia Infecciosa Equina (AIE) e de Mormo, que são obrigatórios para que os animais sejam mantidos no curral.

“O resultado sendo negativo, acontece a microchipagem desse animal, dando entrada oficial no curral. No futuro, quando forem adotados, podemos acionar o tutor caso aconteça novamente o abandono”, explicou Elisabete Amorim, coordenadora da Cobea.

A Guarda Municipal afirmou que o pai do tutor do animal foi identificado e será chamado para prestar depoimento na 105ª Delegacia de Polícia (DP), onde o caso foi registrado.

Cavalo é encontrado agonizando após ser abandonado em lamaçal no PR

Um cavalo foi encontrado agonizando após ser abandonado pelo tutor em um lamaçal em Campo Mourão, no Paraná. O animal foi resgatado no domingo (21) pela Associação dos Protetores de Animais Independentes (PAIS). O tutor foi indiciado por maus-tratos a animais.

Reprodução / Tribuna do Interior

Segundo a ONG, o cavalo teria morrido no local se não fosse socorrido. A entidade foi acionada por pessoas que passaram pelo local e se comoveram com o sofrimento do animal. As informações são da Tribuna do Interior.

Para o resgate, a entidade contou com a ajuda da Polícia Militar. O cavalo foi transportado em uma caminhonete boiadeira para receber atendimento veterinário na propriedade de uma veterinária voluntária.

O tutor do animal foi identificado pela polícia e encaminhado à delegacia para prestar depoimento.

Outros casos

O abandono de cavalos se tornou frequente no município. Apenas neste ano, três casos foram registrados.

Em janeiro, uma égua com cerca de oito anos de idade foi encontrada agonizando em via pública no Jardim Lar Paraná após ser abandonada pelo tutor. Apesar da PAIS ter prestado socorro ao animal, ele não resistiu e morreu. O tutor mantinha mais de oito animais e já havia sido denunciado por abandono de cavalos.

Na última semana, outro cavalo morreu por desnutrição após ser abandonado no Jardim Botânico. A ONG também prestou assistência ao animal, mas ele não sobreviveu.

Cavalo é encontrado morto com corda amarrada ao pescoço

Um cavalo foi encontrado morto com uma corda amarrada ao pescoço neste domingo (14) em um terreno do bairro Cônego, de Nova Friburgo, Região Serrana do Rio de Janeiro.

O pedreiro José Marcelo Amaral Rocha, que passava de bicicleta pelo local, foi quem encontrou o corpo do animal.

Foto: Divulgação/José Marcelo Rocha

“É um terreno íngreme, totalmente inapropriado para deixar um cavalo amarrado”, lamenta José Marcelo. As informações são do portal G1.

José conta que se aproximou do animal na esperança de ele ainda estar vivo, para poder cortar a corda e salvá-lo. O cavalo, no entanto, já havia morrido.

Com o corpo retorcido, o cavalo foi recolhido do local por uma equipe da Prefeitura de Nova Friburgo. O caso foi divulgado na internet por José Marcelo e gerou indignação entre os internautas.

A prefeitura afirmou, por meio de nota, que está em busca de informações que levem à identificação do tutor do cavalo, para que ele seja levado à delegacia para registro de ocorrência.

O corpo foi removido rapidamente do terreno, segundo a administração municipal. Ainda segundo a prefeitura, em casos em que o animal é retirado com vida de vias públicas, a liberação passa por um processo rígido.

“Animais resgatados com sinais de maus-tratos não são devolvidos [aos tutores]”, pontua a nota.

Em 10 de fevereiro, outros dois animais foram encontrados mortos nas mesmas condições em um bairro vizinho.

Número elevado de mortes em torneio de corridas de cavalos causa indignação

Foto meramente ilustrativa - Grand Nacional/Express.uk

Foto meramente ilustrativa – Grand Nacional/Express.uk

A cruel e assassina corrida de cavalos mais tradicional da Grã-Bretanha, Grand National, provocou indignação geral após um cavalo ter sido filmado caindo ao vivo logo no início da corrida, após a passagem da primeira cerca. O animal foi sacrificado em virtude dos ferimentos.

O cavalo chamado de Up for Review, pode ser visto se debatendo no chão durante o acontecimento, o pobre animal acabou sendo morto após a queda- tornando-se o primeiro cavalo a morrer na principal corrida pela disputa do Grand National desde 2012.

No entanto, dois outros cavalos também foram mortos no hipódromo dia 05 de abril, durante o “festival” de três dias de Aintree.

Imagem ilustrativa do Gran National | Foto: Colin Lane

Imagem ilustrativa do Gran National | Foto: Colin Lane

O acidente foi flagrado pela rede de televisão ITV, que transmitia o evento ao vivo, mais tarde a emissora passou um replay da corrida da segunda barreira em diante para evitar mostrar a queda do cavalo Up for Review novamente.

O comediante das celebridades, Ricky Gervais, foi um dos muitos nomes famosos a falar sobre o incidente, twittando: “Por que você apostaria com a vida de um cavalo por diversão?” Finalizando com a hashtag #BetTheyDie (pode apostar que eles morrem, na tradução livre)

Uma corrida de pessoas gananciosas e insensíveis

A organização de defesa dos direitos animais, PETA, afirma que com 4,5 milhas de extensão, a corrida do Grand National é uma das mais longas e perigosas do mundo – e é exatamente esse fator de alto risco que a torna famosa.

“Esse tipo de carnificina é precisamente o motivo pelo qual as pessoas estão se afastando das corridas de cavalos. Não é uma competição de reis, como se costumava dizer – é uma corrida de pessoas gananciosas e insensíveis cuja ética não se ajusta ao nosso entendimento contemporâneo da sensibilidade e inteligência dos cavalos”, declara a ONG.

Foto: ABC News

Foto: ABC News

“Esses animais não merecem ser tratados como brinquedos de corda e depois descartados após colapsos, quedas ou no final de suas vidas. O Grand National é uma vergonha nacional, mas a ITV ainda está transmitindo esse espetáculo antiético e de mau gosto”.

Um “esporte” bárbaro

A ITV Racing postou um vídeo alegando que o cavalo Up for Review havia sofrido uma “lesão fatal” e adicionou: “Este é um esporte e uma competição que tem uma “porta de fuga” para o desespero. Ele parte corações, mas também cria lendas”.

O tweet recebeu críticas severas de pessoas que acusam a corrida de ser um “esporte bárbaro” que “precisa ser banido” urgentemente.

Desde que o Grand National começou, 84 cavalos foram mortos. Em média, 200 cavalos morrem na pista a cada ano.

Praticamente um antro de execuções, onde os cavalos, que são seres sencientes, capazes de amar, sofrer e compreender o mundo ao seu redor, são chicoteados e chutados covardemente em seus ventres, até vomitar sangue pela boca e caírem exaustos ou vitimados pela velocidade absurda a que são obrigados a correr. Tombos nessa velocidade costumam ser fatais ou causadores de danos irreversíveis

A espetacularização do sofrimento de animais indefesos para entreter e alimentar a ganacia desse público doente apenas expõe uma das maiores vergonhas da raça humana: a necessidade sádica de ferir para se divertir. Alienadamente.

Cavalo cai em fossa desativada e é resgatado em Senador Canedo (GO)

Um cavalo caiu dentro de uma fossa desativada em Senador Canedo (GO) na madrugada de segunda-feira (8). O tutor do animal percebeu que o animal havia se acidentado ao ouvir o barulho da queda. Ele acionou o Corpo de Bombeiros, que fez o resgate.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O tutor do cavalo, o pedreiro Fábio Ribeiro Leão, mora ao lado da fossa onde o animal se acidentou.  “Escutei o barulho e vim olhar. Era ele que estava lá dentro. Ele não vai ficar aqui também não, vai para a chácara”, disse. As informações são do portal G1.

Os bombeiros iniciaram o resgate por volta das 3h. A operação levou cerca de 20 minutos. De acordo com o sargento Wagner Júlio da Cruz, do Corpo de Bombeiros, uma espécie de rampa foi montada para fazer a retirada do animal.

O cavalo foi resgatado em segurança e, apesar da queda, não sofreu nenhum tipo de ferimento.

O sargento conta que este tipo de resgate tem sido comum em Senador Canedo devido à grande quantidade de fossas na cidade.

A corporação afirma que desde que a divulgação dos resgates de animais foi intensificada nas redes sociais, o número de solicitações para esse tipo de salvamento tem aumentado.