Novo centro de reabilitação tem capacidade para atender até 150 animais em Guarujá (SP)

O Centro de Reabilitação e Despetrolização do Guarujá (SP), inaugurado na sexta-feira (2), tem capacidade para atender até 150 animais marinhos. A unidade é gerida pelo Instituto Gremar, responsável por monitorar a costa e executar o trabalho de resgate da fauna na orla da Baixada Santista.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

De acordo com o Instituto, o centro pode atender aves, tartarugas e mamíferos marinhos resgatados pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). O local também é destinado ao aprimoramento do atendimento veterinário à fauna marinha.

A unidade está localizada na rua João Ruiz, número 799, no bairro Jardim Las Palmas, tem 737 metros quadrados, distribuídos em três tanques de grande proporção e 22 outros recintos de menor porte para diversas espécies de animais. As informações são do portal G1.

O Centro conta com um hospital veterinário, dividido em seis alas: triagem, ambulatório, paramentação, cirurgia, descontaminação, estabilização e secagem.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

Segundo o Instituto, no novo centro podem ser atendidos ao mesmo tempo 120 pinguins e, no restante do espaço, focas, leões marinhos, tartarugas e aves.

Atividades de educação e capacitação ambiental para a comunidade também devem ser oferecidas no local. O objetivo é receber estudantes e visitantes mediante agendamento prévio.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar


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Filhote de raposa deixada para morrer é salva por veterinário que se recusou a desistir dela

Foto: Paul McDonald

Foto: Paul McDonald

Red, um filhote de raposa batizado com o nome da cor de seu pelo, foi encontrada desmaiado perto do terreno de uma fábrica em Oldham, na Inglaterra.

Ela parecia sem vida caída no chão e deitada de lado, apesar de todos os esforços dos trabalhadores da fábrica que a encontraram, tentando persuadi-la com comida e água para que ela se levantasse.

Quando todas essas tentativas fracassaram, Paul McDonald, um especialista local em raposas da Freshfields Animal Rescue em Liverpool, foi chamado. “Eu já tinha visto de tudo antes – raposas como aquela geralmente não têm um final feliz”, disse McDonald ao The Dodo. Ainda assim, McDonald tinha esperança e não desistiu de Red.

Foto: Paul McDonald

Foto: Paul McDonald

Ele entrou em contato com um veterinário de confiança da Parker Crowther Vets, explicando que, embora ele não tivesse esperanças que Red sobrevivesse, se alguma coisa pudesse ser feita por ela, mesmo com o batimento cardíaco fraco e a respiração sôfrega da raposinha, ele estava disposto a cobrir as despesas.

“Eu uso este veterinário em particular, pois sei que ela fará o melhor possível, ao contrário de alguns veterinários que não estão interessados em atender animais selvagens, já que não há dinheiro a ser ganho”, disse McDonald.

“Por sorte, minha avaliação inicial se provou equivocada”, disse ele. “A respiração e a frequência cardíaca de Red voltaram ao normal. Não havia sinais de nenhuma fratura”. No entanto, Red estava desidratada e tinha uma temperatura corporal baixa.

Foto: Paul McDonald

Foto: Paul McDonald

Ela foi imediatamente colocada no soro intravenoso e recebeu antibióticos, e começou sua jornada para a recuperação. Depois de passar mais algumas noites no veterinário, Red chegou ao Freshfields Animal Rescue. Enquanto a raposinha era capaz de se mover naquele momento, ela ainda estava fraca demais para se levantar e andar.

“Eu ainda tinha que alimentá-la usando uma seringa por mais alguns dias”, disse McDonald.

“Mas uma noite, quando entrei na unidade para alimentá-la, Red se levantou sozinha, o que eu admito ter trazido uma lágrima aos meus olhos. Ao ver esse pobre animal, que eu estava convencido de que não iria sobreviver, mostrar uma milagrosa reviravolta mudou minha visão sobre resgates desta natureza, que normalmente terminam em lágrimas de um tipo diferente “, disse ele.

Foto: Paul McDonald

Foto: Paul McDonald

Nos dias seguintes, Red começou a andar sozinha – seus passos eram um pouco vacilantes, mas, apesar de tudo, refletiam sua determinação em melhorar logo. Outro filhote de raposa chegou a Freshfields no meio da cura de Red. Ele foi encontrado sozinho atrás de um galpão em Wirral e recebeu o nome de Bruno.

“Como Red e Bruno tinham a mesma idade, eles eram as raposas ideais para se conhecerem – e se aproximaram muito rapidamente”, disse McDonald.

“Filhotes da raposa são animais muito sociáveis e é importante que não sejam mantidos sozinhos, pois eles podem se tornar mansos ou ficar tristes por não terem companhia. Então, foi um grande alívio poder dar a Red um amigo na forma de Bruno “, disse ele.

Red e Bruno dormindo juntos | Foto: Paul McDonald

Red e Bruno dormindo juntos | Foto: Paul McDonald

Agora os dois estão prosperando e praticamente comandam O Centro de Resgate de Raposas. McDonald disse que, dentro das semanas finais, os dois passarão por um processo de “soltura na natureza suave”.

Isso significa que Red e Bruno serão libertados dentro de um recinto ao ar livre, tendo a oportunidade de explorar as paisagens e aromas da vida selvagem enquanto estiverem dentro da segurança do Centro de Resgate de Raposas. As refeições serão fornecidas para eles por alguns dias até que aprendam e se tornem confiantes o suficiente para caçar por conta própria – e, eventualmente, viver por conta própria.

“Se mais filhotes órfãos mais ou menos da mesma idade que Red e Bruno chagarem até nós, eu vou misturá-los com eles também, até um grupo de 5, e eles serão todos soltos juntos na natureza, onde eles irão se dispersar e encontrar seus territórios próprios”, disse McDonald.

Você pode acompanhar Red e Bruno na página do Facebook do McDonald’s, The Fox Man.

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Dois filhotes de elefante-marinho superam as expectativas e retornam ao oceano

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Os dois elefantes-marinhos tinham muita coisa contra eles quando foram resgatados por uma equipe do Pacific Marine Mammal Center (PMMC, na sigla em inglês) em Laguna Beach, na California (EUA).

Um dos filhotes, uma menina apelidada pelo centro de Fat Tuesday (Terça-feira Gorda, na tradução livre), foi achada perto da Rua 24ª na Praia de Newport no dia 10 de março pesando 28 kg – pelo menos 4 kg a menos do que o que ela estaria provavelmente pesando quando nasceu.

O bebê foi o menor animal que o centro resgatou este ano, ela teve dificuldade em se manter com os outros filhotes de elefante-marinho maiores e em um ponto quase se afogou em uma piscina.

Depois, apareceu Theon, encontrado em 28 de abril na Orange Street, em Newport Beach, pesando cerca de 37 kg. Ele estava desidratado e tinha uma ferida cheia de pus.

Depois de ficar no centro por um mês, Theon teve pneumonia e quase morreu. Ele esteve em estado crítico por várias semanas.

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Mas na segunda-feira, 15 de julho, a Fat Tuesday, agora com 74 kg, e Theon, com 80 kg, estavam prontos para voltar ao oceano. Acompanhados pela equipe da PMMC, os elefantes-marinhos, foram levados a bordo de um barco de Patrulha do Porto do Xerife e levados para o mar aberto perto de Dana Point.

A cerca de uma milha (cerca de 1,6 km) de distância, o barco parou e os funcionários abriram as portas do compartimento onde os animais estavam.

A cabeça de Fat Tuesday apareceu primeiro. Ela acariciou Theon ainda dentro da gaiola dele. Então eles se aproximaram do degrau de mergulho do barco. Fat Tuesday – mais próxima da água – parecia insegura. Depois de alguns minutos, pareceu que Theon a empurrou para o lado e mergulhou.

Então Fat Tuesday, começou a balançar para frente e para trás, um sinal de que ela estava estressada, disse Wendy Leeds, uma coordenadora de cuidados com animais que estava assistindo tudo de um segundo barco. Mas Keith Matassa, que lidera a pesquisa animal para PMMC, estava lá para ajudar.

“Vamos lá menina, entra na água”, ele chamou Fat Tuesday a partir do segundo barco. Ela olhou para ele e em poucos segundos, pulou na água. Ao contrário de Theon, ela ficou na superfície nadando em direção a Matassa. Enquanto ele afastava o barco, ela mergulhou de cabeça na água – fazendo o que os elefantes-marinhos fazem.

Em comparação com os leões-marinhos, que nascem nas colônias de Channel Island em junho e julho e permanecem com suas mães por seis a nove meses, os elefantes-marinhos ficam por conta própria depois de apenas quatro semanas.

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Normalmente, os elefantes-marinhos, nascidos em viveiros perto de San Simeon, ao norte de Santa Cruz e Point Reyes, estariam no mar alto do Pacífico, nadando a milhares de milhas das praias neste momento.

Desde 2017, centros de resgate de mamíferos marinhos ao longo da costa da Califórnia têm visto um aumento no número de elefantes-marinhos que precisam de ajuda. Os animais também começaram a chegar em maior número no início deste ano, com maior frequência do que o habitual, disse Kristen Sakamaki, veterinária da PMMC. Fat Tuesday foi um dos primeiros elefantes-marinhos que o centro recebeu este ano.

Até agora, o centro resgatou 35 elefantes-marinhos em 2019. O SeaWorld San Diego resgatou 20, o Centro de Mamíferos Marinhos de Los Angeles, em 86, e o Centro de Mamíferos Marinhos, em Sausalito, em 157.

Sakamaki disse que o alto número de encalhes pode ser atribuído a fortes ondas e tempestades durante a época de reprodução dos elefantes-marinhos, de janeiro a março.

Alguns dos filhotes podem ter ficado órfãos e então foram para o mar com menos reservas de gordura do que o necessário. Alguns, incluindo Fat Tuesday e Theon, podem não ter descoberto como caçar peixes.

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Este ano, a PMMC recebeu 170 animais, o mais recente deles um leão-marinho resgatado terça-feira, 16 de julho, em Huntington Harbor. Além dos elefantes-marinhos, o centro recebeu 119 leões-marinhos, oito focas, três focas de Guadalupe e cinco golfinhos.

“A quantidade de tempo, cuidado e atenção aos detalhes realmente faz a diferença”, disse Sakamaki sobre a recuperação dos animais. Ela disse que o vínculo de Matassa com a Fat Tuesday é provavelmente a razão pela qual o filhote pode ser libertado com segurança.

“Custou muito tempo e esforço extra com ela e com Theon”, disse ela. “Eu acho que Fat Tuesday e Keith desenvolveram um respeito mútuo e amor.”

A experiência de segunda-feira foi especial, disse Matassa.

“É uma sensação indescritível ter um animal olhando para você entre outras 13 pessoas”, disse ele. “Isso remonta à Bíblia. Devemos ser guardiães do meio ambiente e proteger as espécies também”.

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Guaxinim é resgatado após ficar preso no cimento

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Foto: Southwest Wildlife Conservation

O guaxinim foi salvo pela equipe do Centro de Resgate Southwest Wildlife Conservation Center, em Scottsdale, Arixona (USA) após ter caído dentro de um compartimento cheio de cimento em um canteiro de obras da região.

“Nossa equipe de resgate saiu, recolheu-a, trouxe-a para cá e então tivemos que sedá-la e trabalhar para tirar todo aquele cimento dela”, disse Khymberly Lewis, do Centro de Conservação da Vida Selvagem do Sudoeste.

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Os resgatantes disseram que não saber como ou por que o guaxinim – que na verdade era um guaxinim do sexo feminino e já idosa – poderia estar passando pelo canteiro de obras, mas sabiam que tinham que agir rápido para salvar sua vida.

Os funcionários do centro de resgate administraram soro e fluidos ao guaxinim resgatado e a aqueceram com um cobertor, mas não sabiam como tirar todo o cimento dela.

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Foto: Southwest Wildlife Conservation

A equipe então depilou o animal e a mergulharam água morna de vinagre e sua pele e pelos saíram limpos como novos. Veterinários disseram que ela já foi mãe e já tem certa idade, com mais alguns cuidados médicos, ela vai se recuperar totalmente.

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Foto: Southwest Wildlife Conservation

“Como ela não teve muita interação humana, então ela ainda se mostra muito medrosa e nervosa, estamos tentando limitar seu estresse ao máximo. Logo ela está fora do nosso centro de reabilitação e de volta a natureza”, disse Lewis.

“Vai levar alguns meses para ela conseguir o pelo todo de volta, e nós também queremos que ela ganhe um pouco de peso e a libertaremos quando estiver mais frio”.

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Funcionário canta para cães de abrigo e o ato impulsiona adoções

Foto: Vance County Animal Shelter

Foto: Vance County Animal Shelter

O abrigo Vance County Animal Shelter, que fica na Carolina do Norte (EUA), presenteou os animais resgatados que vivem em suas instalações de uma forma única. O funcionário da entidade, Chad Olds, trouxe seus talentos musicais para trabalhar e com a ajuda deles tem acalmado e alegrado os cães do abrigo.

Um centro de resgate e adoção pode ser um lugar estressante, com animais confinados em seus canis, ansiosos e agitados, então qualquer coisa para ajudar é uma ótima pedida. E isso parece ter se transformado em um sucesso total por meio das mãos de Chad, com musicoterapia ao vivo.

Chad está no abrigo há cerca de cinco meses. E seu papel requer uma abordagem prática com animais interagindo com eles e mantendo seus espaços limpos. E quando alguém sugeriu que ele tocasse para os cães, ele ficou um pouco cético no início.

Tudo começou quando Chad decidiu tentar trazer sua guitarra para o trabalho. Quando ele começou a cantar e tocar “Like Red On A Rose”, de Alan Jackson, os cachorros notaram e quase todos pararam de latir

Foto: Vance County Animal Shelter

Foto: Vance County Animal Shelter

“Estou feliz por ser a voz desses animais, ainda mais por saber que essa pequena atitude está trazendo tanta consciência positiva em relação a eles”, disse Chad à ABC News.

“Meu superior permitiu que essas coisas maravilhosas fossem feitas, estamos pensando fora da caixa e sendo criativos para ajudar animais”.

“Algo mágico acontece quando começo a tocar, a música realmente toca esses animais, eles se sentem confortados e param de fazer barulho para ouvir as canções”, disse Chad.

O músico e funcionário do abrigo diz que se sente útil ao ajudar os animais e que espera poder fazer isso indefinidamente, “pois a recompensa esta nos olhos e expressões deles”, conclui ele.

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Gatinha e pata resgatadas se tornam as melhores amigas em abrigo de animais

Foto: ViralHog

Foto: ViralHog

Uma gatinha filhote e uma pata se tornaram as mais novas melhores amigas (improváveis) de um centro de proteção e resgate que ficam em Atlanta, na Geórgia (EUA).

Butterball, a pata, foi salva por um veterinário depois de ter sido atacado em um lago da região.

Foto: ViralHog

Foto: ViralHog

Enquanto isso, Kimmy Kitty foi encontrada quando tinha apenas duas semanas de idade abandonada em uma escadaria.

Imagens adoráveis das duas brincando juntas mostram a gatinha caída no chão enquanto a pata esfrega sua pele com o bico.

Quando o dono do centro de resgate resgatou os animais, ele não esperava que eles se aproximassem.

O responsável pelo abrigo disse: “Temos a reputação de ajudar qualquer animal que precise de uma casa”.

“Tivemos inúmeros patinhos órfãos, galinhas de todos os tipos, tartarugas e codornas, e agora um doce e carinhoso pato.

Foto: ViralHog

Foto: ViralHog

“Butterball foi atacado em uma lagoa local e deixado para morrer, mas eu achei um veterinário que a salvou.

“Kimmy Kitty foi encontrada em uma escadaria exterior de um prédio com cerca de duas semanas de idade”.

Os cães da raça basset mostrados no vídeo são do Resgate Basset Hound da Geórgia. Butterball ficou entediada com os bassets e tornou-se amiga de Kimmy, e as duas brincam juntas todos os dias.

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Passarinho com necessidades especiais recebe sapatos ortopédicos e volta a andar

Foto: California Wildlife Center

Foto: California Wildlife Center

Há muitas pessoas que adoram apreciar e conviver com animais. Mas quando se trata de ajudar, muitas pessoas os ignoram, deixando-os sozinhos. Felizmente, alguns humanos não conseguem permanecer indiferentes a esses animais em necessidade e decidem ajudá-los.

A equipe do California Wildlife Center está acostumada a lidar com animais feridos. Recentemente, eles resgataram um pássaro indefeso que tinha um pé machucado.

Muitos passaram pela ave, sem fazer nada. Mas esse grupo não pensou duas vezes e decidiu ajudar. Eles descobriram que o pássaro era incapaz de andar e não tinha força para se agarrar aos objetos.

Foto: California Wildlife Center

Foto: California Wildlife Center

O problema com esse passarinho era um nó que se formava em seus dedos, algo comum, especialmente nos pássaros mais jovens. Além disso, ele só podia ficar na ponta dos pés, e isso causava a ave desconforto e sofrimento.

O pessoal do centro resolveu este problema de uma forma muito criativa. Eles fizeram pequenos “sapatos ortopédicos” que ajudarão o pássaro a andar! É um tipo de bota de gesso improvisada.

“Geralmente, leva uma semana ou duas semanas para usar a “bota de neve” (nome dado ao sapato por sua forma) até o pé voltar ao normal”, explica Duane Tom, do Centro de Vida Selvagem.

Após o tratamento, o pássaro estará pronto para voar e encantar a todos com suas belas canções.

Ao encontrar um animal ferido ou em necessidade é importante socorrê-lo e prover-lhe os cuidados básicos como comida ou água. No caso de sinais de doença ou ferimento uma visita ao veterinário é de extrema importância.

Animais são vidas, sofrem, sentem, amam e compreendem o mundo como nós.

Não finja que não viu ou vire o rosto, ao ajudar um animal em necessidade, você estará fazendo a diferença em uma vida e o planeta – e os animais – agradecem.

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