Elefantes em luto carregam o corpo de filhote morto em procissão funerária

Foto: Daily Mail/Reprodução

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As imagens comoventes mostram uma procissão de elefantes indianos carregando o corpo sem vida de um membro do grupo, em cenas que lembram as cerimônias humanas de luto.

Um vídeo pungente dos elefantes acompanhando um “funeral” para um de seus jovens companheiros, se tornou viral, provocando emoção e repercutindo intensamente nas mídias sociais.

A impressionante filmagem foi postada no Twitter por Parveen Kaswan, um guarda florestal do Serviço Exterior da Índia, na sexta-feira última.

As imagens mostram um elefante indiano adulto saindo de uma área arborizada em uma estrada, carregando o corpo sem vida de um filhote de elefante morta com sua tromba.

Ele descansa o corpo no chão por um momento, em seguida parece protegê-lo enquanto espera por outros membros do grupos que seguem o cortejo e chegam após alguns momentos.

Foto: Daily Mail/Reprodução

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Andando em linha – não muito diferente de uma procissão fúnebre – elefantes jovens e adultos se reúnem em volta do corpo.

Com o grupo reunido, o corpo é levado para a floresta enquanto os transeuntes observam.

As cenas provocaram uma explosão de emoção nas mídias sociais, depois de ter sido re-tweetado mais de 5 mil vezes, e recebido pouco menos de 12 mil curtidas.

Devika comentou: “Isto é uma prova dos sentimentos dos animais e dilaceram um coração. Há muito que os humanos podem aprender com os animais”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

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Sumita Bhatt acrescentou: “Meu Deus! É a primeira vez que vi esse vídeo… Realmente muito tocante”.

Mohan Alembath disse que o “vídeo é muito comovente e emocionalmente perturbador”, observando que “a capacidade dos elefantes para emoções complexas como o luto é verdadeiramente notável”.

Enquanto os cientistas alertam contra a interpretação de tais exibições como sendo motivadas por “luto”, os elefantes são uma das várias espécies que foram observadas a lamentar seus mortos, segundo informações do Daily Mail.

Sabe-se que os elefantes têm interesse especial nos ossos de seus mortos, segundo a revista Smithsonian, e foram vistos realizando “funerais” anteriormente.

Durante esses memoriais, os animais foram vistos passando repetidas vezes pelo falecido companheiro de grupo – até às vezes cheirando e tocando o cadáver.

Ano passado, foram divulgadas imagens de uma baleia orca que carregava o corpo de seu filhote falecido nas costas por mais de duas semanas em águas canadenses antes de liberá-lo.

Os chimpanzés também foram repetidamente observados em práticas similares.

Em um caso relatado, um pequeno grupo de chimpanzés em cativeiro foi flagrado examinando o corpo de um companheiro do grupo em busca de sinais de vida, e limpou pedaços de palha de seu pelo. Eles se recusaram a ir para o lugar onde ela havia morrido por vários dias depois.

Em 2017, uma equipe de pesquisadores de primatas na Zâmbia filmou uma mãe usando um pedaço de grama seca para limpar detritos dos dentes de seu falecido filho.

A implicação, segundo os cientistas envolvidos, é que os chimpanzés continuam a sentir laços sociais, mesmo após a morte, e sentem alguma sensibilidade em relação aos cadáveres.

Magpies (pássaros australianos) foram observados enterrando seus mortos sob galhos de grama.

Em um dos exemplos recentes mais fascinantes, um menino de oito anos capturou imagens de pecarídeos, uma espécie de porco selvagem, encontrado em algumas partes dos Estados Unidos, observando rituais de luto.

Os queixadas visitavam o cadáver repetidamente, acariciando-o e mordendo-o, bem como dormindo ao lado dele.

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Cachorro ouve as pessoas cantando e se junta a elas toda semana

Um cachorro na Índia tornou-se uma espécie de lenda por sua participação, cheia de entusiasmo, em uma das cerimônias mais importantes da região.

De acordo com um amigo do tutor do cachorro, que conseguiu capturar algumas filmagens do peludo em ação, o cão ouviu uma música vindo de um templo vizinho de sua casa há um tempo atrás – e então ele decidiu participar do canto.

E não foi apenas uma coisa de uma vez só.

“Esse cachorrinho devoto fica na fábrica do meu amigo”, escreveu Sushma Date no Twitter. “Toda quinta-feira à noite, sem falta, ele caminha até o templo ao lado e se junta ao keertan (canto religioso)”.

O keertan, ou kirtan, é uma espécie de narrativa religiosa tradicional musicada e remonta a centenas de anos.

O cachorro certamente não percebe a história do que ele está cantando – mas algo sobre a narrativa ressoa claramente dentro dele enquanto ele segue cantando, uivo após o uivo.

Enquanto as pessoas estão cantando e tocando seus instrumentos, elas parecem ter se acostumado à participação do cachorro e até mesmo lhe darem algumas palmadinhas encorajadoras na cabeça.

Talvez uma das coisas que mantém o cachorro voltando à cerimônia assiduamente seja a comida envolvida: “Então ele tem sua cota de prasad e caminha de volta para casa”, escreveu Date.

O prasad é uma variedade de lanches tipicamente vegetarianos que são abençoados e depois compartilhados entre as pessoas durante essas cerimônias – neste caso, compartilhadas entre pessoas e um único animal.

As tradições, sejam elas religiosas ou culturais, são importantes porque encorajam a união e dão às pessoas algo em que confiar, uma esperança. E parece que essa necessidade não é exclusivamente humana.

O cão continua voltando fielmente para mais cantos no templo, sempre de acordo com a data: “Toda quinta-feira”.

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Mais de 100 peixinhos dourados morrem ao serem usados como decoração em casamento

Foto: Unsplash/kazuend

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Uma dama de honra compartilhou a história on-line contando como o casamento de sua melhor amiga foi fácil de ser planejado, tudo ja estava pré-embalado na sala de recepção do buffet, no salão de festas onde seria realizada a festa – incluindo convites, bolo, bufê, mesas, cadeiras e decoração.

A única personalização da celebração em que a noiva teria que decidir e opinar era a peça central de decoração que ficaria sobre as mesas dos convidados.

“O local oferecia uma variedade de recipientes de vidro que a noiva poderia preencher com o que quisesse”, escreveu a dama de honra no fórum. “Vasos cilíndricos altos, pratos decorativos, tigelas, globos, este tipo de enfeite”.

“A forma do recipiente escolhido por ela dependia do que a noiva pretendia exibir nela. Ela queria flores? Velas? Seixos? Não, ela teve uma ideia bem mais sinistra”.

A dama de honra então revelou o que fez de sua ex-melhor amiga uma bridezilla (noiva monstro): descrita como amante de animais, às vezes vegetariana outras vegana, e apoiadora pública da PETA – incoerentemente a noiva queria ter um par de peixinhos dourados vivos em um globo de vidro como peça de enfeite central de cada mesa.

Quando questionada sobre o que seria feito dos peixinhos após o casamento, a noiva disse que eles seriam levados para casa pelos convidados como uma lembrança do evento.

A dama de honra expressou suas preocupações com o bem-estar dos animais e apontou que nem todos gostariam de levar para casa o peixinho dourado, mas a noiva descartou suas preocupações e seguiu em frente com o plano.

Embora a dama de honra tentasse ficar de olho nos pares de peixinhos dourados nas decorações centrais das mesas, a maioria deles já havia morrido durante a noite.

Nenhum dos convidados levou para casa os peixinhos, o que deixou a equipe do buffet sem saber o que fazer com eles.

Foto: Pixabay

Foto: Pixabay

A noiva e o noivo também partiram rapidamente para sua lua de mel, não se preocupando em assumir a responsabilidade alguma sobre o ocorrido, o que deixou a dama de honra encarregada em lidar com os peixinhos dourados abandonados.

“Naquela noite, entrei numa grande loja de animais de estimação com meu enorme vestido de cetim de festa vermelho comprido até o chão, saltos batendo nos ladrilhos e comprei um grande tanque retangular, um filtro e algumas embalagens de comida para peixe”, disse ela.

“Alguns deles já estavam mortos quando cheguei em casa e mais morreram na manhã seguinte. Mais mortes ocorreram de novo à tarde, à noite e na manhã posterior. No terceiro dia, restaram cinco vivos e fomos perdendo um peixinho por dia até restar apenas um.

“E o último? Está vivo a cinco anos. Eu o batizei de Sun. Ele ficou comigo por mais tempo do que minha amizade com a noiva durou e muito mais do que o casamento dela”.

Esta não é a primeira vez que uma noiva foi chamada de “bridezilla”(noiva monstro) por agir contra os animais.

Neste mês, uma noiva desabafou suas frustrações em uma página de casamento no Facebook, ao se recusar a fornecer “comida especial” para veganos e outros convidados com restrições alimentares, enfatizando que ela “não é responsável pelas necessidades alimentares” de seus convidados.

Ela deixou claro que não forneceria alimentos à base de vegetais para seus amigos veganos, então eles precisavam trazer sua própria comida, o que resultou em uma reação de revolta nos membros do grupo de casamento no Facebook.

No início deste ano, uma noiva vegana também enfrentou reações adversas tanto de veganos como de comedores de carne por proibir todos os seus parentes que comiam carne, incluindo seus pais, de ir ao seu casamento.

Os veganos a apoiaram por escolher realizar um casamento vegano, pois se alinhava ao estilo de vida livre de crueldade deles, mas ao mesmo tempo eles chamaram a atenção de noiva para o modo como ela estava tratando sua família, especialmente quando os chamava de “assassinos”.

Faculdade realiza a primeira cerimônia de formatura 100% vegana

À medida que mais jovens das novas gerações adotam o veganismo como filosofia de vida e forma de alimentação, o Instituto Middlebury de Estudos Internacionais, em Monterey na Califórnia (EUA), está se preparando para sediar a primeira cerimônia de formatura totalmente vegana para mais de 250 estudantes.

Para comemorar a formatura de 266 alunos, em maio deste ano, o instituto atenderá a mais de 1.500 convidados, servindo uma seleção de pratos à base de vegetais, incluindo carnes veganas, queijos e pratos mediterrâneos.

O bufê 100% à base de vegetais foi influenciado pelo professor Jason Scorse, presidente do programa de Política Ambiental Internacional e diretor do Centro para a Economia Azul.

De acordo com um comunicado à imprensa, o Scorse é a razão pela qual toda a pós-graduação mudou para um estilo de vida mais voltado para vegetais, com mais opções veganas servidas em todo o campus. Ele também ajudou a introduzir uma política segundo a qual todos os eventos do campus devem oferecer pelo menos 50% de opções baseadas em vegetais no cardápio.

“Estou muito orgulhoso de que nossa instituição tenha assumido o compromisso de promover alimentos à base de vegetais em todas as atividades do campus”, disse Scorse em um comunicado.

Jeff Dayton-Johnson, vice-presidente de Assuntos Acadêmicos e reitor do Instituto Middlebury, acrescentou que a escola “tem um longo histórico de promoção de práticas sustentáveis” e está se esforçando para tornar seu campus totalmente neutro em carbono.

*Escolas californianas adotam comida vegana

Escolas públicas na Califórnia em breve podem vir a adotar também alimentos à base de vegetais. Um novo projeto de lei apresentado este ano garantiria que as refeições veganas estejam disponíveis para mais de seis milhões de estudantes.

A Lei AB-479 – conhecida como a Lei do Almoço Escolar Saudável e Amigável para o Clima – ofereceria, caso aprovada, financiamento estatal para leite e refeições à base de vegetais a serem servidos em escolas públicas de ensino fundamental e médio em todo o estado.

Adrin Nazarian, o membro da assembléia que inicialmente apresentou o projeto, disse: “O AB-479 aumentará o acesso a opções de alimentos saudáveis para comunidades de baixa renda e reduzirá nossa pegada de carbono ao mesmo tempo”.

“Nosso estado é um microcosmo global com muitas necessidades culturais diferentes”, continuou ele. “A política de refeições escolares da Califórnia não deve apenas refletir essa diversidade, mas também incorporar a extensa pesquisa sobre os benefícios para a saúde da nutrição baseada em vegetais”.

Na cidade de Nova York, as escolas públicas também estão adotando a comida vegana. As segundas-feiras sem carne serão introduzidas na área no ano letivo de 2019 a 2020 para melhorar a saúde geral do aluno e contribuir com o meio ambiente. O prefeito da cidade, Bill de Blasio, disse que “estamos expandindo as segundas-feiras sem carne para todas as escolas públicas para manter nosso almoço, e também o planeta, verde para as próximas gerações”.

Cavalo se assusta durante desfile de posse de Bolsonaro em Brasília

Um dos cavalos que esteve no desfile que levou Jair Bolsonaro (PSL) para a cerimônia de posse no Congresso se assustou enquanto caminhava pelas ruas de Brasília.

O animal é explorado pelo 1º Regimento de Cavalaria de Guardas, oficialmente denominado como Dragões da Independência, do Exército Brasileiro. As informações são do portal UOL.

(Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo)

A multidão que acompanhava o desfile e o barulho do local provavelmente foram os responsáveis por assustar o animal, o que prova que situações como essa não são adequadas para cavalos, que podem acabar se envolvendo em acidentes e se ferindo por serem animais sensíveis que se assustam facilmente.

Devido à reação do cavalo, ele foi retirado da frente do carro oficial, onde estava Bolsonaro, um dos filhos dele, Carlos, e a primeira-dama Michelle. O cortejo foi feito entre a Catedral de Brasília e o Congresso Nacional.