País de Gales está a um passo de proibir animais selvagens em circos

Uma legislação que proíbe o uso de animais selvagens em circos itinerantes no País de Gales entra em votação essa semana.

A nova legislação, escrita para alinhar o País de Gales com a Escócia, será apresentada à assembleia na segunda-feira (8).

O ministro de Assuntos Agropecuários do governo de Gales, Lesley Griffiths, disse que os animais selvagens devem ser “tratados com respeito”.

Suas propostas foram bem recebidas pela RSPCA, mas um homem descrito como o último domador de leões da Grã-Bretanha, Thomas Chipperfield, disse que a nova lei era “não-aprovável”.

O governo galês disse que a nova lei foi “apoiada de forma esmagadora” em uma consulta recente que teve mais de 6.500 respostas positivas.

Existem agora apenas dois circos que visitam regularmente o País de Gales e viajam pelo Reino Unido com animais selvagens.

Leis semelhantes foram aprovadas na Escócia e na Irlanda, enquanto a legislação para proibir a prática na Inglaterra está atualmente passando pelo Parlamento.

A legislação de Gales tornará ofensivo o proprietário de um circo itinerante usar ou permitir que outra pessoa use um animal selvagem em um circo itinerante.

Qualquer pessoa condenada por infringir a lei enfrentaria uma multa ilimitada nos tribunais.

Ms Griffiths disse que os animais selvagens não devem “ser explorados para o nosso entretenimento”.

“A introdução deste projeto de lei envia uma mensagem clara de que este governo e o povo de Gales acreditam que esta prática está ultrapassada e eticamente inaceitável”, disse ela.

No entanto, Thomas Chipperfield, que trabalhou e se apresentou com circos itinerantes no Reino Unido, disse que o projeto era “um movimento muito pouco liberal”.

Ele disse que conviveu com grandes felinos nos últimos oito anos, mas atualmente possui dois rinocerontes africanos, um tigre de Bengala do sexo masculino, cavalos e cachorros. E que os animais estão “acostumados a esse estilo de vida”.

O sofrimento e a exploração de animais em circo já foi exposto mundialmente e diversos países já possuem legislação que proíbe essa prática cruel. Para citar apenas alguns deles: Áustria, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Croácia, Chipre, Grécia, Guatemala, Israel, Itália, México, Paraguai, Peru, Escócia, Luxemburgo, Noruega, Cingapura, Romênia, entre outros.

Em sua evidência apresentada ao comitê de assembléia, Chipperfield disse que a questão dos animais selvagens em circos não era “uma grande preocupação” para o público britânico.

Enquanto isso, Claire Lawson, da RSPCA, disse que manter animais selvagens em circos itinerantes “não tem lugar no País de Gales moderno”.

“É ótimo que o governo galês tenha aceitado isso e agido em prol desses animais”, disse ela.

O chefe de assunto relacionados bem-estar animal e animais cativeiro da ONG Born Free Foundation, dr. Chris Draper, disse que o País de Gales se juntaria a uma “longa e crescente lista” de países para proibir a prática.

“A Grã-Bretanha pode em breve estar livre de circos com animais selvagens”, acrescentou ele.

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Circos com animais selvagens estão a um passo de serem proibidos

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

O sofrimento e a exploração dos animais de circo pode acabar em breve nos Estados Unidos. Um projeto de lei que proíbe o uso de animais selvagens em circos itinerantes acabou de ser introduzido no congresso americano.

A medida, chamada de Viagens com Animais Exóticos e Lei de Proteção à Segurança Pública (TEAPSPA), foi apresentada hoje à Câmara dos Representantes, Common Dreamsreported.

O projeto de lei alteraria a Lei de Bem-Estar Animal, uma lei que monitora o tratamento humano dados aos animais em pesquisa, transporte, entretenimento e muito mais desde 1966.

A TEAPSPA proibiria que circos itinerantes e atos semelhantes que exibissem animais exóticos e selvagens. O site do projeto explica os “efeitos adversos” do cativeiro e do transporte em animais usados para entretenimento.

“Devido ao confinamento severo, falta de exercício ao ar livre e a restrição de comportamentos naturais, os animais usados em circos itinerantes sofrem constantemente e são propensos a problemas de saúde, comportamentais e psicológicos”, explica o texto do projeto.

“É comum a equipe de circo maltratar os animais usando ganchos, chicotes, bastões elétricos e barras de metal, o que muitos considerariam ´tortura pura´”, diz a TPSPSPA.

O texto acrescenta que as autoridades policiais tem que lutar para conseguir monitorar efetivamente os circos devido à sua mobilidade constante, o que significa que a “brutalidade” enfrentada pelos animais geralmente não é documentada.

“O Congresso tem a responsabilidade de proteger o bem-estar dos animais e garantir a segurança pública”, afirma o site.

A proibição do envolvimento de animais exóticos e selvagens em circos também beneficiaria a economia, segundo a TEAPSPA, que a chama de “solução menos dispendiosa para esse problema”.

O projeto aponta que entre 2007 e 2010, o USDA inspecionou o circo Carson & Barnes Circus, 42 vezes, gastando um total de 57.246 dólares para fazer isso.

Filme Dumbo gera debate sobre exploração de animais em circos

O filme Dumbo, dirigido por Tim Burton, que acaba de estrear no Brasil, está gerando debates sobre a exploração de animais em circos. Ao contrário da animação de mesmo nome, lançada pela Disney em 1941, na qual o desenho é apresentado sob a perspectiva dos animais, o filme foca na relação entre humanos e animais.

Foto: Reprodução / Portal Bem Paraná

Na animação, Dumbo, um elefante de orelhas grandes, que sofre com a desconfiança e piadas dos outros, aprende a voar. O filme, porém, não se resume a capacidade do animal de alçar voos, mas também mostra a dura realidade de animais explorados em circos. Em uma das cenas, Dumbo sofre ao ser separado da mãe. O sofrimento dos animais devido a condição dos espetáculos também é revelado. As informações são do portal Bem Paraná.

“Um circo, muitas vezes, não tem capacidade técnica de oferecer recintos adequados para os animais, que ficam em jaulas, na pior condição possível. Além disso, em um circo, o ambiente em que os animais vivem são muito artificializados, sem relação com ambiente natural. Essa condição e a falta de oportunidade de interação com outros animais, resulta em uma fonte permanente de estresse”, explica o biólogo e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, Sérgio Lucena Mendes.

O biólogo lembra ainda que animais explorados por circos podem desenvolver problemas de saúde causado pelo estresse e pela falta de estrutura dos estabelecimentos, já que muitos deles não conseguem, segundo o especialista, oferecer aos animais uma condição médica e nutricional adequada.

“É comum verificar animais nos circos com problemas de desnutrição ou obesidade. Além disso, o estresse também causa impactos secundários, como queda da imunidade – o que deixa o animal suscetível a doenças também transmitidas por humanos”, comenta.

Casos de maus-tratos contra animais em circos podem ser denunciados à polícia, já que qualquer tipo de abuso configura crime, segundo o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais. Além das delegacias da Polícia Militar, as denúncias podem ser feitas também ao Ministério Público e ao Disque-Denúncia do Ibama, através do número 0800-61 8080. Municípios e estados, como Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Santa Catarina possuem canais de denúncia e delegacias especializadas para registrar esse tipo de ocorrência.

Na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 7.291, que proíbe a exploração de animais em circos em todo o Brasil, aguarda votação. No entanto, muitos estados brasileiros – como Paraná, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – já proíbem a presença de animais em espetáculos circenses.

Rede de Especialistas

A Rede de Especialistas de Conservação da Natureza, da qual o biólogo Sérgio Lucena Mendes faz parte, é um grupo de profissionais, de referência nacional e internacional, que atua em prol da proteção da biodiversidade e assuntos relacionados com a intenção de divulgar posicionamentos que prezem pela defesa da conservação da natureza brasileira. A Rede foi fundada no ano de 2014 por iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Circos com animais selvagens são proibidos em Madri

Foto: Reuters/Valery Hache

Foto: Reuters/Valery Hache

Um circo com mais respeito pelos animais. A prefeitura de Madri (Espanha) votou na quarta-feira última (28) a proibição de circos com animais selvagens. O texto aprovado pelas autoridades eleitas altera uma portaria municipal sobre a proteção dos animais, segundo informações do jornal 20 Minutes.

O grupo de esquerda ao qual pertence também a prefeita, Manuela Carmen, Ahora Madrid (“Madri agora”), mais os socialistas e os representantes eleitos do partido Ciudadanos votaram a favor do texto. Os conservadores do Partido do Povo votaram contra.

Nove de dezessete distritos não permitem circo com animais

A capital espanhola segue o exemplo de muitas cidades no país que proibiram os circos de manter animais selvagens em cativeiro e usá-los em shows de entretenimento humano.

Os ativistas contra as touradas e pela causa animal são muito ativos na Espanha. Segundo a plataforma InfoCircos, que faz campanha contra os circos com animais selvagens, nove de 17 regiões já a proibiram essa prática e várias prefeituras seguiram o mesmo exemplo.

Manuela Carmen, ex-juíza e representante da esquerda, foi eleita em 2015 para chefiar Madri. Esta decisão vem apenas dois meses antes das eleições municipais, para as quais ela concorre a um segundo mandato.

Exemplos pelo mundo

O Garden Bros. Circus, um circo itinerante que se apresenta há mais de 100 anos, foi proibido de exibir performances com animais selvagens em sua passagem por Washington, nos EUA.

O departamento responsável pelo setor, DC Health, negou a permissão para apresentações com animais e os shows agendados só poderão prosseguir com apresentações humanas.

O circo já havia sido alvo de denúncias de crueldade com animais pela PETA, que alegou violência por parte dos funcionários do Garden Bros. contra elefantes e lhamas, além de não prover assistência veterinária para animais feridos.

Mais e mais pessoas estão boicotando qualquer entretenimento que envolva exploração animal, e essa mudança na opinião pública tem motivado muitos governos a agir.

No final do ano passado, o Havaí proibiu o uso de animais selvagens em circos, tornando-se o segundo estado americano a fazê-lo depois de Nova Jersey.

Em novembro, Portugal aprovou uma proibição semelhante. A lei aprovada pelo parlamento português impede que mais de mil animais diferentes, incluindo leões, avestruzes, camelos, pinguins, elefantes e rinocerontes sejam forçados a se apresentar.

Nova York proíbe animais selvagens em circos e shows

Foto: Pixabay

Mais uma importante vitória na luta contra a exploração animal acaba de acontecer. A Câmara Municipal de Nova York proíbe animais selvagens em circos e shows aprovou o projeto de Lei 1233 que proíbe a exibição de animais selvagens ou exóticos para entretenimento humano. A lei é de autoria dos membros do conselho Rosie Mendez e Corey Johnson.

“Eu estou impressionada. Estive lá há 11 anos, quando este projeto de lei foi introduzido pela primeira vez por Rosie Mendez. Isso é revolucionário. Uma mensagem enorme que estamos enviando não apenas para outras cidades na América, mas para o resto do mundo! Abusar e explorar animais silvestres para entretenimento não será mais tolerado em Nova Iorque. A comunidade de proteção animal aqui está muito feliz, desmoronando em lágrimas pelo grande momento e da situação dos animais selvagens. O mundo presta atenção ao que acontece em Nova York proíbe animais selvagens em circos e shows e quando algo histórico como esse acontece para os animais, isso cria ondas que causam grande impacto e facilitará que outras cidades proíbam animais selvagens em entretenimento. Os circos terão que evoluir e tirar os animais do ato ou, como os irmãos Ringling, fecharem os negócios”, disse Edita Birnkrant, diretora executiva da NYCLASS.

O Conselho de Nova York proíbe animais selvagens em circos e shows reconheceu que os circos itinerantes são prejudiciais ao bem-estar dos animais devido aos efeitos adversos do transporte, longos períodos de confinamento e técnicas de treinamento fisicamente abusivas. O longo período de tempo em veículos e instalações temporárias utilizadas pela indústria circense restringem os comportamentos naturais e causam sofrimento aos animais e são propensos a problemas de saúde, comportamentais e psicológicos. Truques que animais exóticos e selvagens são forçados a executar requerem técnicas extremas de coerção física, incluindo a restrição de alimentos, choques elétricos, barras de metal e chicotes. As informações são do World Animal News.

“Vamos olhar para trás neste dia e acredito que será um momento seminal em que o maior município da América disse ‘suficiente’. Vamos parar de explorar animais selvagens. Eles estão perdendo seus habitats, estão sendo caçados ou capturados e depois vendidos para fins de entretenimento e usados nos Estados Unidos. Nós os valorizamos e acreditamos que eles devem ser respeitados e tratados com humanidade. Este é um passo em direção a uma sociedade e uma sociedade mais justas e humanas, com compaixão”, disse Corey Johnson.

A luta pela proibição

Em 2018, Nova Jersey e Havaí se tornaram os primeiros estados a banir o uso de animais selvagens e exóticos nestes locais e uma legislação semelhante está sendo considerada em Illinois, Massachusetts e na Califórnia. Os governos locais em toda a Califórnia já implementaram proibições ou restrições ao uso de animais selvagens em circos, incluindo Corona, Encinitas, Huntington Beach, Irvine, Los Angeles, Condado de Marin, Oakland, Pasadena, Rohnert Park, Santa Ana, e West Hollywood.

O ator Joaquin Phoenix se uniu a PETA para pressionar o governo a acabar com a cruel prática de abusar e explorar animais em circos. Em uma manifestação pacífica com dezenas de outros ativistas, o ator segurava um cartaz pedindo a aprovação do projeto N°313.

Ator Joaquin Phoenix se une a PETA pela proibição de animais em circos

Foto: PETA

O projeto N°313 de Prevenção da Crueldade do Circo,do Senador Estadual Ben Hueso (D- San Diego), trata das preocupações com o bem-estar animal e de questões de segurança pública de circos e outros shows itinerantes que exploram animais selvagens ou exóticos.

“Animais silvestres usados ​​em circos enfrentam treinamento cruel, confinamento quase constante e são privados de seu habitat natural”, disse o senador Hueso em um comunicado divulgado na coletiva de imprensa.

“Não podemos permitir que esse tipo de abuso ocorra na Califórnia. Este projeto garantirá que essas belas criaturas não sejam exploradas ou cruelmente tratadas em nosso estado”.

“Ver algumas das espécies mais ameaçadas do mundo forçadas a se apresentar para o público em todo o mundo foi a triste realidade dos séculos passados, mas finalmente a verdade dos circos foi revelada e o público agora é educado sobre a realidade de como estes animais estão sendo tratados”, disse Katie Cleary , fundadora do Peace 4 Animals e do World Animal News.

“O futuro dessas espécies ameaçadas está em nossas mãos. Devemos agir agora para acabar com a crueldade arcaica conhecida como “Circo, o lugar mais triste da Terra”.

Foto: PETA

Por exemplo, os tigres evoluíram para serem caçadores atléticos e solitários, que percorrem vastos territórios florestais remotos e adoram nadar em riachos. Nos circos, eles ficam confinados em jaulas pouco maiores que seus próprios corpos, são incapazes de evitar conflitos com outros tigres e não podem caçar, nadar ou escalar. Como resultado, elas se tornam obesas, desenvolvem feridas em superfícies duras, podem ser feridas ou mortas por causa de brigas e desenvolvem tipos anormais de comportamento para lidar com o estresse e a frustração, como ritmo constante ou excesso de higiene. Na época em que banimos o gancho de elefantes em 2012 aqui em Los Angeles, houve uma mudança de consciência sobre a relação entre a tortura de animais e os dólares por entretenimento”, disse o membro do Conselho Municipal de Los Angeles, Paul Koretz.

“Este é um passo importante no esforço para proteger animais selvagens e exóticos de serem abusados ​​para fins de entretenimento. Recomendo o senador Hueso aceitar este desafio”.

“Animais selvagens e exóticos não são adereços para fotos, eles não pertencem a um carnaval, e eles não são participantes dispostos em circos. Quando os animais são usados ​​como acessórios para o chamado entretenimento, seu bem-estar sempre será sacrificado. A PETA orgulhosamente apoia a Lei de Prevenção da Crueldade do Circo e aguarda com expectativa a sua aprovação, preparando o terreno para outros estados seguirem o exemplo ”, afirmou a vice-presidente sênior, Lisa Lange.

Joaquin Phoenix se uniu a PETA para pressionar o governo a acabar com a cruel prática de abusar e explorar animais em circos. Em uma manifestação pacífica com dezenas de outros ativistas, o ator segurava um cartaz pedindo a aprovação do projeto N°313.

Os animais selvagens em cativeiro, acuados e estressados, representam um perigo para a segurança pública. Interações com animais silvestres e exóticos aprisionados já resultaram em dezenas de mortes humanas e lesões sérias que incluem amputações, ossos quebrados e lesões cerebrais.

“Tigres e elefantes não existem para o nosso entretenimento, e não é apenas errado, mas completamente perigoso forçá-los a se apresentar para o público humano”, disse Judie Mancuso, fundadora e CEO da Social Compassion in Legislation .

“As famílias podem se divertir em um circo que não inclua apresentações cruéis de animais em cativeiro. Exorto a legislatura a aprovar este projeto antes que mais animais – ou quaisquer seres humanos – sejam feridos em nome do entretenimento”.

Foto: PETA

A demanda pública por circos sem crueldade continua a crescer. Dezenas de localidades em pelo menos 36 estados restringem o uso de animais selvagens e exóticos em circos.

Em 2018, Nova Jersey e Havaí se tornaram os primeiros estados a banir o uso de animais selvagens e exóticos nestes locais e uma legislação semelhante está sendo considerada em Illinois, Nova York, Massachusetts – e agora na Califórnia. Os governos locais em toda a Califórnia já implementaram proibições ou restrições ao uso de animais selvagens em circos, incluindo Corona, Encinitas, Huntington Beach, Irvine, Los Angeles, Condado de Marin, Oakland, Pasadena, Rohnert Park, Santa Ana, e West Hollywood .