Homem coloca carro à venda para pagar cirurgia para salvar a vida de cadela

Milton Alves andou de veterinário em veterinário para tentar salvar a vida da sua cadela Myna, uma Grand Danois. Ele colocou o carro à venda para pagar o tratamentom, mas quando alguns dos seus amigos souberam o que ele tinha feito, criaram uma conta solidária, para que possa salvar Myna e manter o carro que tanto gosta.

O que aconteceu foi que a cadela, Myna, foi operada do coração, uma operação que levou mais ou menos três horas. E teve de ser operada duas vezes.

Foto: Reprodução / Portal do Animal

Milton explica que foi buscá-la às 18 horas, mas quando eram 23 horas viu que alguma coisa não estava bem com ela, e a levou à clínica veterinária mais uma vez. As coisas acabaram por se complicar e o veterinário o aconselhou a levá-la para o Porto, contatando assim o hospital, para já estarem preparados para receber Myna.

As últimas informações sobre o caso foram divulgadas durante a cirurgia. A cadela estava sedada e entubada e as próximas horas seriam decisivas.

Milton confessou que já teve problemas com ela, pois quando Myna era nova nem tinha forças para se segurar nas patas traseiras. Mas o seu amor pela sua amiga de quatro patas nunca diminuiu, apenas cresceu, pois Milton está disposto a vender o carro para ajudar a cadela.

Ele já tem comprador para o carro, mas está aguardando por uma eventual solidariedade vinda de outras pessoas, para ver se consegue manter o carro. “A malta sabe que gosto do MK1 [o carro], mas gosto ainda da Myna”, disse.

O tutor da cadela publicou um vídeo por meio do qual mostra duas faturas, sendo a primeira de 1588 euros e a segunda de 298 euros.

Fonte: Portal do Animal

Gato paraplégico recupera movimentos após receber patas biônicas

Um gato que ficou paraplégico devido a um atropelamento conseguiu recuperar os movimentos das patas traseiras após receber membros biônicos.

Foto: Reprodução / Hypeness

Normalmente, gatos que ficam paraplégicos se deslocam usando carrinhos feitos especialmente para eles. Pooh, no entanto, foi acompanhado por um médico veterinário que deu um passo além e conseguiu oferecer ao gato patas biônicas. As informações são do portal Hypeness.

Pooh foi encontrado se arrastando pelas ruas da cidade de Pleven, na Bulgária. Ele foi submetido a um procedimento cirúrgico, considerado raro e inovador, para implantação das novas patas. A cirurgia foi feita de forma voluntária pelo cirurgião Vladislav Zlatinov.

O veterinário imitou um procedimento feito pela primeira vez em 2009, perfurando os dois ossos do tornozelo do gato para implantar presilhas de titânio e fixar próteses que imitam patas naturais.

A cirurgia foi um sucesso. O gato se recuperou e agora pode caminhar, correr e pular, como fazia antes do atropelamento. A esperança do veterinário é que o procedimento passe a ser acessível a todos os animais paraplégicos.

Cão precisa de ajuda para tratamento após ter pata dilacerada em atropelamento

Um cachorro teve a pata dilacerada após ser atropelado e precisará ser submetido à cirurgia. A família dele não tem condições financeiras para arcar com os custos do tratamento e, por isso, pede ajuda. O caso aconteceu no Residencial Monte Pascoal, em Goiânia (GO).

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

A tutora de Rex, Nielly Keslly, conta que a pata do cachorro está em “carne viva”. “Meus três cachorros fugiram quando meu pai e meu irmão chegaram em casa, mas a gente não percebeu. Quando saí para a faculdade, encontrei o Rex com a pata muito machucada. Levamos no veterinário, que explicou que precisaria fazer alguns exames e provavelmente uma cirurgia. Mas, atualmente, não temos condições de pagar o tratamento, que deve ficar em torno de R$ 3 mil. Aí só pagamos a consulta e o curativo no dia, que ficou em R$ 110”, contou ao G1.

Nielly disse que o veterinário diagnosticou o cão com fratura exposta e dilaceração na pata traseira esquerda. Desde então, a família tem feito curativos no cachorro, de 1 ano e 6 meses, mas a ferida não tem apresentado melhora.

“Trouxemos para casa, porque a gente não tinha dinheiro para deixar na clínica veterinária. De lá para cá, já gastamos mais de R$ 80 com materiais para fazer os curativos. Infelizmente, a gente não consegue bancar o custo do tratamento e da cirurgia”, afirmou Nielly.

A tutora buscou ajuda em ONGs de escolas veterinárias de universidades, mas não obteve sucesso. Segundo Nielly, a família de Rex está psicologicamente abalada com a situação. “É muito difícil para a gente ver ele assim. Está na carne viva, é um machucado muito grande. Ele parou até de se alimentar de tanta dor que está sentindo. Nem os remédios para a dor ele está querendo tomar e o machucado não melhora. Estamos psicologicamente abalados”, disse.

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Para ajudar o animal, Nielly, o irmão dela, Bergsten, e os pais criaram uma campanha para tentar arrecadar R$ 3 mil para arcar com os custos de exames, cirurgia e medicamentos.

Inicialmente, a campanha foi feita de forma improvisada, pedindo dinheiro pessoalmente a parentes e amigos. Mas agora os tutores de Rex decidiram criar um perfil no Instagram com o nome “Ajude o Rex”.

Interessados em colaborar podem acessar o perfil feito para a campanha em rede social, entrar em contato com a família de Rex pelo e-mail: eurycesantana@gmail.com ou pelos telefones (62) 99266-9809 e (62) 999172-1234 para solicitar dados bancários para transferência de valores.

“Aguardamos confiantes que tudo vai dar certo”, disse Nielly.

Homem coloca carro à venda para pagar cirurgia e salvar cachorro doente

Um homem decidiu colocar seu carro à venda para ter dinheiro para pagar uma cirurgia para seu cachorro, que adoeceu. Gemini, como é chamado o cão, engoliu um pedaço de plástico de uma garrafa enquanto brincava com uma criança e ficou doente.

Foto: Randy Etter

“Ele apenas começou a desacelerar e eu não achei que era normal, apenas deitado ao meu lado e me seguindo por toda parte”, disse Randy Etter, o tutor de Gemini. “Eu apenas senti como se ele estivesse dizendo: ‘ajude-me’”, completou, em entrevista ao The Dodo.

Foi então que o cachorro começou a vomitar e imediatamente foi levado ao veterinário, que não descobriu o que havia de errado com ele. “Eu perdi meu trabalho dirigindo de veterinário para veterinário e apenas parecia que eu não ia chegar a lugar nenhum ou levá-lo a ajuda que ele precisava a tempo. Foi realmente uma das coisas mais assustadoras que eu tive que lidar”, contou.

Foto: Reprodução / Facebook

Após uma longa procura, Etter encontrou um veterinário que fez o diagnóstico correto. Segundo o especialista, Gemini teria que ser operado e a cirurgia custaria US$ 4,5 mil. Como o tutor do cão não tinha esse dinheiro, ele decidiu colocar o próprio carro à venda.

“Eu ia gastar cada dólar arrecadado com a venda do carro em sua cirurgia”, disse Etter. “Eu ficaria arrasado se perdesse meu melhor amigo”, completou.

Ao saber do caso, um amigo de Etter emprestou US$ 2 mil para ele, mas não era suficiente para pagar a cirurgia. Foi então que uma ONG soube da situação e decidiu intervir.

Foto: Randy Etter

A Street Outreach Animal Response (SOAR) conseguiu arrecadar quase US$ 3 mil em doações, o que permitiu que a cirurgia fosse feita e que o cachorro sobrevivesse.

Gemini está agora passando pelo processo de pós-operatório e tem se recuperado bem. “Significa o mundo para mim. Ele é meu melhor amigo. Ele está sempre lá para mim, eu só queria poder retribuir o favor e estar lá por ele”, concluiu Etter.

Cadela com sinais de estupro é resgatada no interior de São Paulo

Uma cachorra com sinais de violência sexual foi resgatada por uma ativista da causa animal e pela Guarda Municipal (GM) de Cabreúva (SP) na noite desta quinta-feira (18). O animal estava com ferimentos na região genital e precisou passar por uma vulvoplastia.

Foto: Arquivo Pessoal

A denúncia foi feita por uma moradora do bairro Bananal à ativista Sheila Rodrigues, que acionou a GM, uma veterinária voluntária e o Centro de Reabilitação e Adoção de Cães e Gatos (CREADOCA).

De acordo com Sheila, o resgate foi feito na estrada dos Romeiros por volta das 20h. O animal não tem tutor e, segundo moradores, ficava perambulando por uma área onde há diversas chácaras.

A Guarda Municipal de Cabreúva foi acionada e confirmou o atendimento do caso. Em nota, afirmou que um boletim de ocorrência será registrado na Polícia Civil, nesta segunda-feira (22), já que não houve flagrante.

Segundo a ativista, após o encontro, a cadela foi levada ao centro cirúrgico de uma clínica veterinária, onde passou por uma vulvoplastia. O procedimento, que reconstrói a região da genitália do animal, durou cerca de quatro horas.

Foto: Arquivo Pessoal

Segundo a veterinária Tamyres Novack, a cachorra estava muito ferida e estaria sendo violentada há um tempo porque os ferimentos já estavam inflamados.

“Para se ter ideia, ela não tinha mais o canal por onde sai a urina. Por isso, a bexiga dela estava quase estourando. Ela estava com muita dor”, conta.

Abuso

Segundo a ativista, quando a moradora fez o primeiro contato sobre o abuso, a hipótese era de que poderiam ter violentado a cadela com um pedaço de madeira ou algum objeto. Porém, a ideia é descartada pela veterinária.

Foto: Arquivo Pessoal

“Pode ser que o ferimento tenha sido por algum objeto, mas eu ainda acredito que o estupro tenha sido causado pelo órgão sexual de um homem adulto”, diz a profissional.

Tamyres diz ainda que a cadela está reagindo bem ao pós-operatório, apesar de estar com uma sonda que a acompanhará por mais dois meses.

O animal já foi adotado por um dentista da cidade e aguarda alta médica para ir ao novo lar.

Fonte: G1

Cadela atropelada duas vezes é operada e pode voltar a andar em MG

A cadela atropelada duas vezes por um motorista em João Monlevade (MG), em março deste ano, ganha agora uma nova oportunidade de voltar a andar. De acordo com a Associação Cãopanhia do Bem, a cadela teve “destruídas” as duas patas traseiras, o fêmur de uma, a tíbia e a fíbula de outra. Na última sexta-feira (19), a ONG anunciou que a cadela, agora chamada de Maria Tereza, foi operada por um ortopedista em Belo Horizonte.

Foto: Reprodução / De Fato Online

O caso aconteceu na tarde de um domingo, na saída do estacionamento externo de um hipermercado. O motorista de um Fiat Argo teria passado em cima do animal duas vezes com o veículo e deixado o local sem prestar socorro. A cadela foi internada sob tutela da ONG em uma clínica veterinária em João Monlevade. Devido à complexidade do caso, a Cãopanhia do Bem iniciou uma campanha para arrecadar recursos e levar o animal para ser operado em Belo Horizonte.

“Nós conseguimos! Gratidão a todos que colaboraram para que a Maria Tereza volte a andar. Ela foi operada por um ortopedista em Belo Horizonte. Cirurgia extremamente delicada em virtude do estrago causado pelo homem que a atropelou. ‘Sem querer’ ele destruiu suas duas patas. Fêmur de uma, tíbia e fíbula de outra. Foram dias difíceis, sofrimento para Maria, angústia para nós, voluntárias. Mas, como o bem é maior do que a crueldade, vencemos!”, informou a ONG através das redes sociais.

Maria Tereza vivia em situação de rua, nos arredores do hipermercado e era conhecida por funcionários e clientes. As pessoas que testemunharam o atropelamento acionaram a Polícia Militar e as voluntárias da Associação Cãopanhia do Bem.

A ONG chamou atenção ainda para que novos casos de atropelamento de animais e omissão de socorro, que são considerados crimes de maus-tratos. Em dezembro do ano passado, o Governo de Minas Gerais regulamentou a lei que pune os praticantes de maus-tratos contra os animais no estado. Pelas regras, quem maltratar um animal está sujeito a multa de até R$ 3 mil. Além disso, o agressor não está livre de sanções penais.

“Estejamos atentos. Anotem placas, divulguem, denunciem. Atropelamentos podem ocorrer, mas não socorrer é crime, além de uma desmonstração clara de falta de compaixão”, declarou a ONG, que pretende alterar seu estatuto de forma que seja possível buscar na Justiça punição para crimes contra animais.

Fonte: De Fato Online

Veterinário opera peixinho com tumor e salva sua vida

O peixinho oranda laranja, que tem um ‘capuz-bolha’ em sua cabeça chamado de ‘wen’, tem seis anos e precisou ser submetido a uma cirugia para a retirada de um tumor que atrapalhava sua visão.

O tutor procurou o veterinário Abou-Zahr, um exótico entusiasta de animais, quando percebeu que o ‘wen’ de Eric havia crescido demais, tirando sua visão.

O procedimento de 30 minutos aconteceu clínica veterinária da Great Western Exotics em Greenbridge, Wiltshire.

O Dr. Tariq Abou-Zahr disse: “Eric foi cedado usando um anestésico especial para peixes colocado em água”.

“Ele foi imerso inicialmente para dormir, então um tubo foi colocado em sua boca para permitir o fornecimento de anestésico e água sobre suas guelras durante todo o procedimento.”

A equipe usou uma pinça eletrônica para controlar a perda de sangue durante a operação.

“Nós usamos a cirurgia de rádio e instrumentos cirúrgicos muito finos para remover o tumor sob sua mandíbula”, acrescentou o Dr. Abou-Zahr.

“O tumor foi enviado para ser analisado e, felizmente, era benigno, embora bastante invasivo – o que significa que há uma chance de que ele retorne.”

“Os peixes são animais de domésticos como qualquer outro animal e é bom ter um tutor disposto a dar-lhes o melhor atendimento e tentar curá-los quando estão mal.

“Na verdade, só realizei esse tipo de operação três ou quatro vezes antes.”

“É uma pena que muitas pessoas não saibam que podemos fazer muito para tratar peixes hoje em dia. As pessoas tendem a descartá-los quando adoecem.

Eric se recuperou bem da cirurgia e já está de volta nadando em seu aquário.

Cadela encontrada com pote preso à cabeça passa por cirurgia e é adotada

Uma cadela que foi encontrada com um pote de plástico preso à cabeça em Sorriso, no Mato Grosso, foi submetida a uma cesariana, após perder os filhotes que gerava, e foi adotada. Ela está desnutrida devido à falta de alimentação.

Foto: Facebook/Reprodução

Resgatada em janeiro pela Associação de Proteção Animal Focinhos Carentes, não se sabe por quanto tempo ela ficou com o pote entalado na cabeça. Na época, uma publicação feita sobre o caso no Facebook pela presidente da ONG, Loreane Rodrigues, gerou repercussão.

Bela, como passou a ser chamada pela nova tutora, não conseguia respirar direito quando foi resgatada, nem se alimentava, já que o objeto preso à cabeça a impedia. As informações são do portal G1.

Foto: Associação de Proteção Animal Focinhos Carentes

A cadela foi adotada por uma voluntária da ONG, que fez o resgate de Bela e a abrigou. Após encontrá-la na rua, a nova tutora conseguiu tirar o pote da cabeça do animal.

A cadela estava grávida, mas perdeu os filhotes devido à desnutrição. Após ser submetida a uma cesariana, ela se recupera da cirurgia.

Loreane conta que os voluntários da associação tentaram descobrir se alguém havia colocado o pote na cabeça do animal e procuraram a polícia para registrar uma denúncia. O boletim de ocorrência, no entanto, não foi registrado devido à ausência de flagrante e de evidências que comprovem que houve crime.

Cãozinho morre após comer 46 ossos de costela

O tutor não podia ou não queria pagar pela cirurgia e abandonou o pequeno cãozinho. Os veterinários o levaram para a Sacramento Society for the Prevention of Cruelty to Animals.

A Dra. Laurie Siperstein-Cook, que liderou a cirurgia, disse que ficou chocada ao encontrar tantos ossos dentro do cão.

“Como um cachorrinho de menos de três quilos come 46 pedaços desses?”, disse ela à ABC10.

A SPCA não sabe dizer se o cachorro havia comido os ossos dados pelos seu tutor ou os pegou no lixo.

De acordo com o Daily Mail, após a operação foi concluída o filhote foi levado a um lar adotivo para se recuperar mas morreu poucos dias depois.

“Há momentos, apesar de tudo que fazemos algumas histórias não têm o final feliz que gostaríamos”, disse um porta-voz da SPCA.

Tutores irresponsáveis

Este não é a primeira vez que um cão morre pela negligência do tutor. Recentemente, a ANDA noticiou sobre a cadela que comeu bolinhos de chocolate contendo adoçante.

“Rubi” morreu oito dias depois de comer dois brownies de chocolate adoçados com Xilitol. Sua tutora, Chacksfield, de Acton, no oeste de Londres, disse que usou a substância para diminuir o açúcar nos bolinhos. Ela também contou que eles estavam guardados em um cômodo fechado da residência e não sabe como a cadela conseguiu pegá-los

Três dias após a ingestão, Rubi ficou gravemente doente e foi levada ao veterinário, onde foi diagnosticada com insuficiência hepática e internada imediatamente.

Apesar dos esforços de Chacksfield, que ter gastou 10 mil libras com o tratamento, e dos veterinários, Rubi faleceu aos sete anos de idade por insuficiência hepática e um suposto derrame cerebral.

Cão com tumor gigante é operado após campanha solidária na internet

Um cachorro de 10 anos que tinha um tumor gigante há mais de cinco anos foi operado após uma campanha na internet arrecadar fundos para arcar com os custos do procedimento. A cirurgia foi realizada na quarta-feira (13) em Laranjal Paulista (SP).

Foto: Arquivo Pessoal/Amanda Lopes

O procedimento durou duas horas. Amanda Lopes, de 24 anos, que se uniu a duas amigas para iniciar a campanha, comemorou o sucesso da cirurgia. “Eu estou muito emocionada, não paro de chorar. É gratificante demais ver que ele está livre e poderá prolongar sua vida”, contou ao G1.

Exames constaram ainda que Pingo está com a doença do carrapato, que poderia matá-lo se não fosse descoberta. “Detectamos a doença, mas vimos que ele estava apto para a cirurgia. Retiramos a massa tumoral e foi um sucesso. Agora, ele precisará passar pelo tratamento para a doença do carrapato e recuperação do procedimento”, afirmou o médico veterinário Cléber Fernando Candiane Sandei.

A tutora do cão, Maria de Lourdes Viera da Silva, agradeceu a ajuda que recebeu e disse que Pingo é seu melhor amigo. “Eu fiquei arrepiada com isso que aconteceu. Chorei de emoção. Não tinha condições de pagar cirurgia, ainda mais porque tenho um filho cadeirante e outros quatro cachorros. Estou muito agradecida com a ajuda, muito mesmo. O Pingo é nosso companheiro. É meu companheirinho”, disse.

Com a campanha, Amanda e suas amigas arrecadaram R$ 950 em dois dias. “Fiquei muito sensibilizada quando vi o cachorrinho andando no Distrito de Laras todo debilitado, com as patinhas cheia de sangue por causa da dor. Então, eu, minhas amigas, Amanda Abud e Ketlin Landucci, fomos atrás para saber se ele tinha tutor. Achei a tutora e ela me disse que não tinha condições de pagar pela cirurgia. Foi aí que resolvi colocar na internet”, afirma.

Segundo Amanda, o procedimento cirúrgico ficaria em R$ 1,2 mil, mas o veterinário fez por R$ 750 e não cobrou consulta. O restante do valor arrecadado será usado para comprar medicação para o tratamento de Pingo. “Todo mundo ajudou e isso foi sensacional”, comentou.